Cidades

Força tarefa é criada para atender região do Bailique

Na próxima semana, cada órgão integrante do grupo de trabalho apresentará um diagnóstico e alternativas para minimizar os impactos do avanço da erosão. “Estamos tomando todas as medidas necessárias para auxiliar a população da região e chamaremos os órgãos municipais e federais para somar conosco”, informou o chefe adjunto de Gabinete Civil, Carlos Marques.

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O Grupo de Trabalho montado para tratar dos impactos gerados pelo fenômeno natural terras caídas, no arquipélago do Bailique, reuniu nesta sexta-feira, 6, para analisar os primeiros dados apresentados da situação. Um relatório inicial vai apontar as ações emergenciais e a médio-prazo.
Terras caídas é o termo utilizado na Amazônia para denominar o processo de erosão que acontece nos rios, ocasionado pelo aumento no volume da descarga fluvial. O estudo mostrou que o fenômeno avança rapidamente na região do Bailique devido ao volume do rio Araguari, colocando em risco casas e escolas. Pelo menos 17 famílias foram atingidas esta semana.
Medidas para assegurar o fornecimento de água, energia e serviços básicos estão sendo definidas. A energia foi reestabelecida e na próxima segunda-feira, uma equipe da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) irá até a localidade para diagnosticar a situação da rede elétrica.
O Grupo de Trabalho de Gestão de Ações e Prevenção e Resposta para o Fenômeno de Erosão de Margem Fluvial no Distrito do Bailique foi instituído em maio de 2016 para definir estratégias para controle, fiscalização, monitoramento e soluções para os impactos gerados pelo fato. É composto por um representante e suplente de cada órgão e desde que foi criado está atuando na região.
O grupo é coordenado pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-AP) e composto pelas secretarias de Estado da Educação (Seed), Infraestrutura (Seinf), Assistência e Mobilização Social (Sims), das Cidades (SDC), Ciência e Tecnologia (Setec), da Saúde (Sesa), de Comunicação (Secom); do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Amapá (imap), do Instituto de Estudos e Pesquisas do Amapá (Iepa), Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa), Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

 
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