Política

Ministério Público do Amapá participa de debate sobre combate às organizações criminosas

Socorro Pelaes disse que o encontro foi muito proveitoso. Teve por objetivo promover a integração entre os membros dos estados e o estabelecimento de outras ferramentas de combate às organizações criminosas

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Membros do Ministério Público do Amapá (MP-AP) participaram do Encontro Bimestral dos Grupos de Atuação Especial para Repressão ao Crime Organizado (GAECOs), com o tema “Combate às organizações criminosas”, realizado em Porto Alegre-RS, durante reunião do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC). Promotores de Justiça que atuam na área criminal de diversas regiões do Brasil participaram dos debates realizados no Palácio do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS).

A promotora de Justiça Andréa Guedes, chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça e coordenadora do Núcleo de Inteligência do MP-AP (NIMP), junto com a promotora de Justiça Maria do Socorro Pelaes, titular da Promotoria de Justiça de Execuções Penais, representaram a instituição nos debates que tiveram como principais temas a investigação criminal do tráfico de drogas e, a inteligência e o enfrentamento da criminalidade através de mecanismos de lavagem de dinheiro.

Na sexta-feira (17/3), o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, participou do Seminário, sendo recebido pelo presidente do GNCOC e procurador-geral de Justiça do RS, Marcelo Dornelles, acompanhado pelo governador do Estado, José Ivo Sartori. Também participaram do evento o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, e o secretário da Segurança do RS, Cezar Schirmer.

Marcelo Dornelles abordou a relevância do Ministério Público na concepção do Plano Nacional de Segurança. “Integramos várias reuniões em Brasília e tivemos uma participação efetiva na construção do Plano Nacional de Segurança, pois entendemos que só é possível enfrentar e diminuir a violência com uma atuação integrada”.

Socorro Pelaes disse que o encontro foi muito proveitoso. “Teve por objetivo promover a integração entre os membros dos estados e o estabelecimento de outras ferramentas de combate às organizações criminosas, que têm crescido e atuado de forma considerável, de modo a preocupar a todos que trabalham no combate à violência e criminalidade. Precisamos nos manter unidos e coesos, pois só assim conseguiremos dar uma resposta positiva à sociedade, e esse compromisso foi pactuado durante a reunião”, ressaltou.

Para a coordenadora do NIMP a troca de experiência entre os MPs é fundamental para aprimorar o trabalho de inteligência no combate ao crime organizado. “Os mecanismos utilizados pelos setores de inteligência de várias instituições devem andar de mãos dadas e atreladas, pois essa toca de experiência é salutar e somente aprimora a busca de informações e cruzamento de dados entre as diversas facções criminosas”, destacou Andréa Guedes.

 
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