Cidades

Cram realiza mais de 2 mil atendimentos no primeiro semestre

Em 2016, foram 212 mil novos processos, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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Na semana em que se comemora os 11 anos da Lei Maria da Penha, a Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (CMPPM) divulga o número de atendimentos feitos pelo Centro de Referência de Atendimento à Mulher (Cram), de janeiro a julho de 2017.

O Cram zona sul fez 980 atendimentos diretos (psicológico, jurídico e de assistência social) à mulher vítima de violência. Já o da zona norte fez 998. No total, foram 1.978 atendimentos de janeiro a julho. Esses números também incluem os acolhimentos indiretos feitos nas ações itinerantes nos distritos de Fazendinha, Coração, Santo Antônio do Matapi e nos bairros de Macapá.

Na avaliação da titular da CMPPM, Anne Pariz, o número de atendimentos não significa que aumentaram os casos de violência, e sim o aumento da procura pelos serviços de enfrentamento à violência contra as mulheres. “Esses acolhimentos são um reflexo do trabalho que estamos desenvolvendo, por meio de campanhas de prevenção, de divulgação da Lei Maria da Penha e dos serviços de combate à violência doméstica”.

A Lei Maria da Penha completou 11 anos no dia 7 de agosto. Ela é resultado de muita “luta”, debate e construção das mulheres brasileiras. Após a lei, a violência doméstica saiu de dentro de casa e ganhou a esfera judicial.

 
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