Cidades

Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial inicia no sábado, 9

No evento será feira a eleição dos delegados estaduais que representarão o Amapá na Conferência Nacional, que será realizada em Brasília

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O Governo do Amapá promove nos dias 9 e 10 de dezembro, em Macapá, a IV Conferência Estadual de Promoção da Igualdade Racial, com o tema “O Brasil na década dos afrodescendentes: reconhecimento, justiça, desenvolvimento e igualdade dos direitos”. Toda a programação é coordenada pela Secretária Extraordinária para Afrodescendentes (Seafro). O evento acontece no Centro de Educação Profissional do Amapá (Cepa), com credenciamento a partir das 15h e início oficial da programação às 16h.

Segundo Núbia Souza, titular da Seafro, com a atual conjuntura da política nacional, as conferências são uma oportunidade para reafirmar a importância da continuidade das políticas de igualdade racial no Amapá e no Brasil. “Esse é o momento de avançar na execução das políticas públicas e de construir as propostas que serão levadas para o debate nacional, em Brasília”, afirmou.

De acordo com as regras estabelecidas pela resolução, a conferência estadual foi precedida pelas etapas municipais e livres, nas quais foram eleitos os delegados para a conferência estadual e as propostas que participarão desta etapa nos dias 9 e 10.

No último dia de evento, também será realizada a eleição dos delegados estaduais que representarão o Amapá na Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial, que será realizada no período de 27 à 30 de maio de 2018, em Brasília. O evento será organizado pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPIR), do Governo Federal.

A conferência tem caráter deliberativo e é uma instância democrática de discussão, participação e contribuição coletiva para a construção da Política Estadual de Igualdade Racial. Entre os seus objetivos está a elaboração de diretrizes para a construção e o fortalecimento da referida Política. No Amapá o último senso do IBGE sinalizou que 80% da população amapaense se auto afirma negra.

 
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