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EMTU avança na sinalização
horizontal de
vias da
zona sul da capital |
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De
acordo com
o diretor
de trânsito
da empresa,
Jair Coelho,
hoje o trabalho
está
concentrado
na zona sul,
mas será
estendido
a zona norte
também
A Empresa
Municipal
de Transportes
Urbanos (EMTU)
está
fazendo o
trabalho de
sinalização
horizontal
nas rotárias
da cidade
de Macapá.
De acordo
com o diretor
de trânsito
da empresa,
Jair Coelho,
hoje o trabalho
está
concentrado
na zona sul,
mas será
estendido
a zona norte
também.
"Fizemos
primeiro a
sinalização
próximo
ao Sambódromo
para evitar
acidentes
e organizar
o nosso trânsito
nesse período
de carnaval.
Agora estamos
sinalizando
as rotatórias
com maior
fluxo de veículo,
além
das faixas
de pedestres
que ficam
próximas
a esses pontos
de maior tráfego.
Já
fizemos a
sinalização
completa da
rotatória
que fica próximo
a Unimed e
da rotatória
que fica as
proximidades
do complexo
turístico
do Araxá
e vamos continuar
o trabalho
seguindo o
planejamento
que fizemos
para esse
ano de 2012",
explica.
Nos próximos
dias a EMTU
também
vai começar
o trabalho
educativo
com o objetivo
de conscientizar
os condutores
para que não
misturem álcool
com direção,
nesse período
carnavalesco.
"O nosso
departamento
de educação
fez todo planejamento
para o trabalho
de educação
no trânsito
e nos próximos
dias vamos
começar
a fazer essas
ações
juntos aos
condutores
de veículos.
Serão
blitz educativas
em vários
pontos da
nossa capital,
com distribuição
de material
educativo
e de orientação.
Sabemos que
nesse período
as pessoas
tendem a se
exceder no
consumo de
bebidas e
infelizmente,
quando isso
acontece o
resultado
não
é dos
melhores.
Então,
além
de garantir
a sinalização
e fazer a
fiscalização,
vamos trabalhar
também
essa parte
educativa
como forma
de prevenção
de acidentes
e de salvar
vidas no nosso
trânsito"
enfatiza Jair.
|
| Pescap realiza primeira feira do peixe
popular de 2012 |
| |
A Agência
de Pesca do
Amapá
(Pescap) iniciou
nesta sexta-feira,
3, mais uma
edição
do Projeto
Peixe Popular
nas feiras
e colônias
de pescadores
da capital.
A ação
vai até
domingo, 5,
e o órgão
alerta sobre
a comercialização
no período
de defeso,
que vai de
outubro a
fevereiro,
onde diversas
espécies
continentais
são
proibidas
de serem vendidas
sem autorização.
As espécies
a serem comercializadas
A chefe de
Assessoria
de Desenvolvimento
Institucional
da Pescap
(Adin), Vanda
Alves, lembra
novamente
que as espécies
permitidas
para a comercialização
são
filhote, dourada,
pescada, pirapitinga
e corvina.
"Algumas
espécies
que estejam
no período
de defeso
serão
comercializadas,
desde que
tenham sido
armazenadas
com antecedência
e com a devida
documentação
que comprove
a procedência
desse pescado",
enfatiza Vanda.
Multa
Quem for flagrado
pela fiscalização
ambiental
fica sujeito
às
penalidades
de multa e
apreensão
do produto.
A fiscalização
será
realizada
pelo Ibama,
Imap, Batalhão
Ambiental
e os órgãos
ambientais
ligados às
prefeituras.
Locais de
venda
A venda do
pescado é
realizada
na feira do
Pacoval, no
Infraero II
(na avenida
Carlos Lins
Cortes, 115),
na Colônia
de Pescadores
Z 1 localizada
no bairro
Perpétuo
Socorro, incluindo
o ponto de
venda localizado
na 7ª
Avenida dos
Congós.
A ação
tem como objetivo
a venda de
peixe para
a população
a preços
acessíveis.
É apoiada
pelo Governo
do Estado
do Amapá,
desenvolvida
pela Agência
de Pesca do
Amapá
e executada
pelas colônias
e empreendedores
do setor pesqueiro.
|
| Projeto discute identidade da mulher negra
no Amapá |
| |
A Secretaria
Extraordinária
de Políticas
para o Afrodescendente
(Seafro) promoveu
nesta quinta-feira,
2, uma reunião
para apresentar
e discutir o
planejamento
do projeto "Afro
Mulher: identidade
da mulher negra
do Amapá".
A finalidade
é instrumentalizar
as mulheres
negras para
que atuem efetivamente
na sociedade
como agentes
políticos,
além
da construção
de uma agenda
de ações
e atividades
com foco na
valorização
dando visibilidade
para a real
identidade da
mesma.
A proposta pretende
ainda qualificar
lideranças
negras e organizações,
em especial
as mulheres,
e possibilitar
sua participação
ativa na formulação,
negociação
e monitoramento
de diferentes
políticas
e ações
voltadas para
a superação
das desigualdades
no Estado.
Participaram
das primeiras
discussões
a respeito do
projeto representantes
das Secretarias
de Estado da
Inclusão
e Mobilização
Social (SIMS),
do Turismo (Setur),
da Comunicação
(Secom), Extraordinária
de Políticas
para as Mulheres
(SEPM) e do
Centro de Referência
e Atendimento
à Mulher
(Cram).
Segundo a servidora
da Seafro, Rejane
Soares, investir
na organização
e na valorização
das mulheres
negras é
incentivar a
mudança
no cenário
social, cultural
e, sobretudo,
econômico
no Estado.
O projeto será
realizado nos
dias 29 e 30
de março,
mês que
se comemora
o Dia Internacional
das Mulheres.
Na ocasião,
ficou decido
que todas as
entidades envolvidas
no projeto farão
um levantamento
de suas ações
e de que forma
cada uma irá
inserir o plano
em suas atividades.Um
novo encontro
será
promovido para
que seja definida
uma agenda de
trabalho específica
sobre o projeto. |
Números confirmam:Lacen realizou
mais de 500 mil
exames |
| |
De janeiro a
dezembro de
2011, o Laboratório
de Análises
Clínicas
(LAC), vinculado
ao Hospital
Estadual de
Clínicas
Alberto Lima
(HCAL), realizou
mais de 500
mil exames.
A instituição
oferece cerca
de 60 tipos
de análises
diferentes e
atende pacientes
ambulatoriais
e internados
na rede hospitalar
do Estado. Entre
exames hormonais
e sorológicos
foram aproximadamente
16,5 mil. Para
este ano, a
expectativa
é que
a oferta aumente
em até
25%.
Segundo a chefe
do LAC, farmacêutica
bioquímica
Mílria
de Fátima
da Costa Brabo,
a maioria dos
exames realizados
no Laboratório
de Análises
Clínicas
são de
rotina, porém,
a instituição
já oferece
análises
mais complexas
que antes só
eram feitas
fora do Estado.
O tempo médio
de entrega de
resultado é
de três
dias. "Existem
exames que conseguimos
entregar o resultado
em até
45 minutos,
principalmente
os casos mais
urgentes".
Mílria
Brabo explicou
que o Laboratório
recebe demandas
de exames de
paciente ambulatorial
da rede hospitalar,
Abrigo São
José,
Projeto Visão
para Todos,
Instituto de
Administração
Penitenciária
do Amapá
(Iapen), Casa
do Índio,
Centro de Referência
em Tratamento
Natural (CRTN)
e das Unidades
Básicas
de Saúde
da capital e
do interior.
O serviço
também
atende pacientes
internados no
Hospital Estadual
Alberto Lima,
Hospital Estadual
da Mulher Mãe
Luzia (HMML),
Hospital Estadual
da Criança
e do Adolescente
(HCA) e do Pronto
Atendimento
Infantil (PAI).
Tecnologia
O laboratório
dispõe
de um equipamento
de automação
capaz de realizar
800 exames/hora,
o mesmo que
é utilizado
pelos principais
laboratórios
do Brasil e
de países
da Europa e
dos Estados
Unidos. "Isso
torna o laboratório
um grande centro
diagnóstico
em análises
clínicas",
comparou Mílria
Brabo.
A interligação
do sistema de
informatização
do Laboratório
de Análises
Clínicas,
por meio de
fibra óptica
com o Hospital
de Clínicas
Alberto Lima,
Hospital da
Mulher Mãe
Luzia e o Hospital
da Criança
e do Adolescente,
agiliza a liberação
do resultado
dos exames.
Os laudos são
impressos diretamente
nos referidos
hospitais. A
intenção
é interligar
ainda este ano
o sistema com
a Clínica
de Nefrologia
do Amapá
e com o Hospital
Estadual de
Emergência. |
| |
| Prefeitura inicia entrega de cestas suplementares
de alimentos para
31 mil alunos |
| |
A iniciativa
da entrega da
cesta suplementar
de alimentos
faz parte do
programa Escola
Viva, de acordo
com a Lei nº
1751/2009 PMM.
Em 2011 foram
entregues 20
mil cestas,
onde os critérios
estabelecidos
para o acesso
ao benefício
era ser aluno
matriculado
na rede de ensino
do município,
está
inserido no
Programa Bolsa
Família
Federal e ter
idade máxima
de 16 anos.
Em 2012, a Prefeitura
de Macapá
e a Secretaria
de Educação
do Município
estabeleceram
a meta em atender
todos os alunos
da rede municipal
de ensino, inclusive
os alunos da
Educação
de Jovens e
Adultos (EJA).
A distribuição
da cesta suplementar
de alimentos
garante ao estudante
do município
de Macapá
a complementação
alimentar. Cada
cesta contém
16 itens que
complementam
a alimentação
dos alunos mesmo
no período
das férias
escolares.
A entrega das
31 mil cestas
será
realizada no
período
de07 a 27 de
fevereiro. Na
área
urbana da capital
a cerimônia
de entrega acontecerá
na zona norte
da cidade no
dia 07 de fevereiro,
às 9h,
na Escola Municipal
José
Leoves Teixeira,
na Rua Renascimento
no Bairro Renascer
s/nº. As
23 escolas desta
zona da cidade
atenderão
12.103 alunos.
Na zona sul
de Macapá
a cerimônia
de entrega acontecerá
no dia 9 de
fevereiro, às
9h, na Escola
Municipal Amapá,
localizada na
Rua Jovino Dinoá,
Bairro do Trem.
As 31 escolas,
da zona sul
atenderão
15.063 alunos.
Na zona rural
da capital a
entrega nas
localidades
de Curralinho,
Campina Grande,
Tessalônica
São Joaquim
do Rio Pedreira
e Maruanum será
dia 15 de fevereiro.
Para região
do Pacuí
as datas previstas
para a distribuição
da cesta será
nos dias 16
e 17 de fevereiro.
Para as escolas
da região
ribeirinha e
Arquipélago
do Bailique
as datas estão
previstas para
o período
de 23 a 27 de
fevereiro de
2012. |
| Convênio com Governo Federal permite
repasse de novas
viaturas à
segurança
pública |
| |
|
O governador
Camilo Capiberibe
entregou na
manhã
desta quinta-feira,
2, onze novas
viaturas para
a Segurança
Pública.
Os veículos
são resultados
de convênios
entre o Governo
do Estado do
Amapá
(GEA) e o Governo
Federal, por
meio do Ministério
da Justiça.
Para adquirir
as viaturas,
o GEA investiu
R$ 531.690,90
e o Governo
Federal entrou
com R$ 1,8 milhão.
Os veículos
entregues serão
destinados ao
Corpo de Bombeiros
Militar do Amapá
(CBM/AP), Centro
de Atendimento
à Mulher
(Cram) e Núcleos
Biopsicossocial
da Segurança
Pública,
da Polícia
Civil, Polícia
Militar e CBM/AP.
Para o Corpo
de Bombeiros
foram entregues
dois caminhões
Ford, modelo
Cargo 712. Para
o Cram foram
entregues quatro
Ford Fiesta
Heatch 1.6,
que atenderão
as unidades
do Centro nos
municípios
de Santana,
Laranjal do
Jari, Amapá
e Oiapoque.
O restante dos
veículos
foi destinado
ao Núcleo
Biopsicossocial
da Segurança
Pública.
O secretário
de Estado da
Justiça
e Segurança
Pública,
Marcos Roberto,
diz que o investimento
feito pelo GEA
vem para apoiar
a criação
de quatro novos
Crams que estão
sendo criados.
"Além
dos municípios
para onde serão
destinados,
os veículos
vão dar
apoio aos Centros
que serão
criados em Porto
Grande, Oiapoque,
Laranjal do
Jari e Mazagão",
disse o secretário.
"Esse é
mais um ganho
para a Segurança
Pública
do Amapá,
pois esse investimento
é uma
das formas de
garantir melhores
condições
de trabalho
para os servidores
e um melhor
atendimento
à população",
destacou Marcos
Roberto.
Camilo Capiberibe
destacou que
durante o ano
2011 o GEA entregou
vários
equipamentos
à Segurança
Pública
Estadual. "Os
veículos
entregues não
atenderão
somente a segurança,
mas também
outras áreas
do go-verno.
Também
conseguimos
salvar alguns
convênios
repassados,
com contrapartida
do Estado",
afirmou o governador.
"O GEA
se empenhou
em garantir
a contrapartida
e comprar as
viaturas porque
isso se mostrou
algo de extrema
necessidade.
Mas as viaturas
não andam
so-zinhas, elas
precisam de
recursos humanos,
e para isso
convocamos os
concursados
da Polícia
Militar",
completou Camilo
Capiberibe.
O governador
afirmou ainda
que o esforço
do go-verno
é garantir
que a sociedade
perceba que
os investimentos
estão
sendo feitos
e o resultado
deles estão
nas ruas. "Hoje,
a sociedade
percebe que
existe uma política
de Segurança
Pública
e mais importante
que o investimento,
é a população
entender que
atualmente a
Segurança
Pública
do Amapá
tem rumo",
destacou. |
| Paralisação de obras da
Caesa completa
15 dias sem qualquer
solução |
|
Duas semanas
após
a determinação
da prefeitura
de Macapá
em paralisar
as obras de
readequação
e ampliação
das redes de
água
e esgoto em
Macapá,
realizadas com
recursos do
Programa de
Aceleração
do Crescimento
(PAC) do Governo
Federal, em
parceria com
o Governo do
Estado, a Companhia
de Água
e Esgoto do
Amapá
(Caesa) continua
impedida de
autorizar a
retomada dos
serviços.
A Caesa vem
tentando resolver
a situação
junto ao secretário
de obras do
Município,
Carlos Aragão,
desde a intervenção
nas obras, porém
ainda não
ouve avanços.
De acordo com
o presidente
da companhia,
engenheiro Ruy
Smith, o plano
de obras e ação
foi enviado
ao município
na expectativa
de uma solução,
ainda assim
não houve
resposta.
A prefeitura
mandou paralisar
os serviços
alegando que
as empresas
construtoras
não vinham
recuperando
o asfalto das
ruas e avenidas
da capital,
mas de acordo
com o presidente
da Caesa, dos
20 km de obras
do PAC, já
realizadas,
falta repor
menos de 1km
de asfalto.
O Governo do
Estado permanece
impedido de
retomar o cronograma
de execução,
atrasando as
obras já
prejudicadas
pelo período
do inverno.
O atual governo
corre ainda
contra o tempo
para corrigir
o atraso nos
projetos que
deveriam se
encontrar na
fase de conclusão,
pois os convênios
de repasses
de recursos
do PAC, entre
o Estado e a
União,
foram assinados
em 2007. Desde
então,
apenas 2% das
foram realizadas.
No caso das
obras de rede
de distribuição
de água,
o presidente
Ruy Smith lamenta
que a paralisação
esteja impedido
o Estado de
continuar levando
o serviço
à população
que ainda não
dispõe
do líquido
nas torneiras.
A Caesa entrou
com um recurso
judicial para
tentar retomar
os trabalhos.
|
| Superfácil discute gestão
participativa
para aprimorar
atendimento em
2012 |
|
Visando o planejamento
das ações
a serem implementadas
no decorrer
do ano de 2012,
o Sistema Integrado
de Atendimento
ao Cidadão,
Siac Super Fácil
, realizou nas
dependências
do Ceta Ecotel,
o Planejamento
Participativo
da instituição.
O evento aconteceu
em parceria
com a Escola
de Administração
Pública-EAP,
que disponibilizou
facilitadores
para a exposição
de conteúdos
relacionados
às atividades
e construção
do planejamento.
A diretoria,
gerentes e coordenadores
de unidades
estiveram reunidos
com o objetivo
de definir as
metas e diretrizes
que irão
nortear as atividades
que serão
desenvolvidas
pelo Super Fácil,
tanto nas ações
administrativas
quanto nas itinerantes.
Segundo o diretor
Dário
Nascimento,
o Planejamento
é a continuação
do Diagnóstico
Participativo
ocorrido em
setembro de
2011, que identificou
as necessidades
do órgão
para a melhoria
das atividades.
"Com esse
encontro, estamos
dando continuidade
ao Diagnóstico
Participativo
que realizamos
com nossos funcionários
e buscaremos
salientar nossas
metas de acordo
com o planejamento
do governo do
Estado, visando
os anseios da
população",
diz Dário. |
Direção do HCAL afirma que
100 médicos
especialistas
estão atuando
em sistema de
revezamento no
Hospital
de Clínicas |
|
O
serviço
de ambulatório
do Hospital
Estadual de
Clínicas
Alberto Lima
(HCAL) é
um dos mais
utilizados diariamente
pelos milhares
de usuários
do Sistema Único
de Saúde
(SUS). O Ambulatório
reúne
três blocos
de atendimento
(A, B e C),
com os serviços
de consulta
médica
especializada
e oferta de
exames de endoscopia
e eletrocardiograma.
Atualmente são
oferecidos cerca
de 20 tipos
de consultas
especializadas.
As especialidades
mais requisitadas
pelos usuários
são cardiologia,
ortopedia, cirurgia
geral, urologia,
gastroentereologia
e oftalmologia.
Aproximadamente
100 médicos
especialistas
realizam consultas
diariamente
no Ambulatório
do HCAL.
Segundo a responsável
pelo Ambulatório,
enfermeira Nêmora
Brito, na área
de cardiologia
são contabilizadas
até 900
consultas/mês.
Nas áreas
de cirurgia
geral e otorrinolaringologia
os números
também
são expressivos
e somam 500
e 700 consultas/mês,
respectivamente.
A oferta de
exames é
outro serviço
bastante requisitado.
A enfermeira
Nêmora
Brito ressaltou
que o Ambulatório
realiza em média
mil exames de
eletrocardiograma
por mês
e 250 endoscopias
no mesmo período.
"Recebemos
requisição
de exames para
pacientes vindos
das unidades
de Atenção
Primária,
dos hospitais
públicos
do Estado e
de pacientes
agendados".
O Ambulatório
funciona de
segunda a sexta-feira,
das 7h às
19h. O atendimento
de emergência
funciona 24
horas com atendimento
específico
nas áreas
de oftalmologia,
otorrinolaringologia
e endoscopia
para retirada
de corpo estranho. |
Programa social quer ressocializar menor
infrator
através
da música |
|
Fundação
da Criança
e do Adolescente
(Fcria), em
parceria com
o Comando da
Polícia
Militar do Estado
(PM/AP), trabalha
na criação
de um projeto
musical, voltado
para a capacitação
dos jovens e
adolescentes
atendidos pelo
Núcleo
de Medida Socioeducativa
de Internação
Masculina (Cesein).
O projeto, denominado
"Banda
na Praça",
visa à
qualificação
profissional
destes jovens
e a criação
de uma banda
de música
dentro da instituição.
O primeiro passo
para a concretização
do projeto foi
a visita do
Tenente Caldas
e de membros
da Banda de
Música
da PM ao Cesein,
para conhecer
o espaço
físico
e avaliar os
instrumentos
musicais que
o Núcleo
possui.
O passo seguinte
será
a apresentação
do projeto aos
adolescentes,
que dará
início
ao processo
de seleção
dos mesmos,
por meio da
avaliação
e do interesse
de cada adolescente
para a participação
no projeto.
A parceria com
a Polícia
Militar se dará
por intermédio
da realização
de oficinas
de música,
com instrumentos
de sopro e corda,
que serão
ministradas
pelos músicos
da PM.
De acordo com
a diretora da
Fcria, Dinete
Regina Pantoja,
a finalidade
maior do projeto
é qualificar
os jovens da
instituição,
por meio da
música,
uma vez que
muitos adolescentes
já demonstraram
interesse na
arte.
"Nosso
objetivo com
a realização
desse projeto
é valorizar
as aptidões
apresentadas
pelos socioeducandos
que cumprem
medidas socioeducativas
dentro da instituição
e despertar
o interesse
dos mesmos pela
criação
de uma banda
musical dentro
da instituição,
fortalecendo
o interesse
destes adolescentes.
Haja vista que,
ao se envolverem
com os ensaios
musicais, os
mesmos podem
se identificar
com a arte e
quando estiverem
fora da instituição
ter despertado
dentro deles
o interesse
pela busca de
uma formação
profissional
no segmento
musical",
declarou a diretora. |
| Pais de alunos denunciam exorbitância
de preços
em colégio
particular e exigência
da compra de livros
na própria
instituição;
direção
nega |
|
A
matrícula
de alunos para
o ano letivo
de 2012 não
tem causado
descontentamento
apenas para
pais da rede
pública
de ensino. O
sistema particular
também
tem sido alvo
de várias
denúncias,
principalmente
no que diz respeito
ao reajuste
de preços
– considerados
abusivos em
alguns educandários,
além
da suposta obrigatoriedade
da compra de
livros na própria
instituição.
Ontem, 2, um
grupo de pais
de alunos do
Colégio
Santa Batoloméa
Capitanio, no
centro de Macapá,
fez várias
denúncias
contra a instituição
de ensino. Segundo
eles, o colégio
estaria exigindo
que os livros
didáticos
dos ensinos
infantil e fundamental,
que custam entre
R$ 173,50 (maternal
I) e R$ 790,10
(8ª série
- 2º ciclo
fundamental)
fossem adquiridos
na própria
escola.
"Eles estão
dizendo que
esses livros
só serão
encontrados
lá mesmo.
Acho um absurdo
não termos
o direito à
livre escolha.
Além
disso, ainda
afirmam que
existe urgência
na compra, pois
os alunos já
estão
fazendo trabalhos
a partir dos
livros e os
que não
tiverem ficarão
sem notas",
declarou a mãe
de um aluno
que preferiu
se manter anônima.
Por telefone,
ontem à
tarde, a diretora
da escola, Neurizete
Colares, negou
as denúncias,
afirmando que
no momento em
que os pais
buscam a relação
de livros eles
são informados,
sim, de que
existem os exemplares
no colégio,
mas que podem
ser encontrados
em outras livrarias,
ou via internet.
"Em momento
algum existe
a imposição
de que os livros
sejam comprados
aqui, salvo
quando se trata
de ensino médio
cujos volumes
são repassados
pela editora
diretamente
aos estabelecimentos
credenciados
na região,
como é
o nosso caso.
Fora isso os
pais podem comprar
os livros em
outras livrarias
ou até
mesmo pela internet.
Porém,
sempre alertamos
para que verifiquem
se aquela edição
pleiteada via
internet é
a versão
atualizada do
livro",
afirmou Neurizete.
Ela explicou
ainda que recentemente
o Procon-AP
esteve fiscalizando
a empresa e
não identificou
qualquer tipo
de irregularidade.
Quanto à
forma de pagamento,
a diretora disse
que as parcelas
no cartão
são em
até cinco
vezes iguais.
"Já
tivemos experiência
com cheques
pré-datados,
mas isso não
funcionou. O
valor repassado
pela editora
não sofre
qualquer sobretaxa
aqui, ou seja,
o mesmo valor
repassado por
eles é
o que chega
até o
consumidor final",
concluiu. |
| Eu gosto de tudo o que vem da música |
|
Osmar
Júnior
Gonçalves
de Castro ou
Osmar Jr., o
Poetinha do
cancioneiro
amapaense. Um
artista musical
de mão
cheia –
pesquisador,
compositor e
cantor. Autor
de uma produção
gigantesca,
em se tratando
de um iluminado
do extremo norte
do Brasil. Osmar
Jr., por enquanto,
tem quatro CDs
na praça,
dois DVDs, várias
coletâneas
em parceria
com outras expressões
da música
local e já
se deu ao luxo
de fazer uma
opereta. Osmar
é um
artista antenado
não só
no “latifúndio
musical”
amazônico;
ele curte sons
universais,
e também
faz da política
alvo de uma
das suas veias
de protesto.
Acompanhe a
entrevista feita
com Osmar Jr.
Diário
do Amapá
– O senhor
é casado?
Osmar Jr. –
Sou. E pai de
dois filhos,
um menino e
uma menina.
Diário
– Quantos
anos nas costas?
Osmar Jr. –
47.
Diário
– Desde
quando é
artista?
Osmar Jr. –
Aí pelos
14 anos. Eu
já compunha
às escondidas.
Diário
– Como
assim?
Osmar Jr. –
Olha, parece
incrível,
mas Igarapé
das Mulheres
eu compus, botei
a música,
aos 14 anos
de idade. Mas
tinha vergonha
de apresentá-la
aos meus colegas,
ao público.
Diário
– Logo
o seu maior
sucesso...
Osmar Jr. –
Né que
parece incrível?
Diário
– Mas
por que essa
vergonha?
Osmar Jr. –
Eu tinha pra
mim que era
uma música
careta.
Diário
– Pô...
Osmar Jr. –
Só aos
21 anos é
que saquei que
Mulheres do
Igarapé
era uma obra
fácil
de ser popularizada.
Diário
– Como
foi essa sacada?
Osmar Jr. –
Percebi que
a música
vem de clássicos
como o minueto
e a guaranha.
Diário
– É
mesmo?
Osmar Jr. –
Verdade.
Diário
– Que
bom.
Osmar Jr. –
É uma
música
da Idade Média.
Diário
– O senhor
tem um grande
conhecimento
musical.
Osmar Jr. –
Ah, gosto de
tudo o que é
música,
do que vem da
música.
Diário
– Dá
pra se exibir
a respeito disso?
Osmar Jr. –
Sou pesquisador
do cancioneiro
amazônico,
tive formação
de rock, passei
pelo folclorismo,
curti Evaldo
Braga, entrei
na boemia, zook
love. Quer mais?
Diário
– Não.
Chega. O senhor
é daqueles
que considera
a música
universal...
Osmar Jr. –
É verdade.
Eu não
tenho limites
a respeito da
música;
aliás
que nunca vou
ter limite.
Diário
– Mas
como o senhor
hoje se limita
aos ritmos mais
nossos, amazônicos?
Osmar Jr. –
É que
eu nasci num
tempo em que
ninguém
fazia isso.
Diário
– Dá
para explicar?
Osmar Jr. –
Sim. A juventude
estava impregnada
pelo dance e
pelos rocks
internacional
e nacional.
Diário
– E daí?
Osmar Jr. –
Então
quando eu descobri
isso, fui firmando
primeiro, pesquisando,
depois virei
compositor e
posteriormente
cantor.
Diário
– Agora
é um
artista nortista
completo.
Osmar Jr. –
Olha, quando
eu fiz a opereta
Sentinela Nortente,
em 1989, logo
de início
tive a percepção
do movimento,
que aquilo era
do jeito do
Amadeu Cavalcante.
Ali eu percebi
que a nossa
música
evoluiria, chegaria
onde nós
estamos, mas
eu quero muito
mais.
Diário
– O senhor
realmente merece
ir muito além;
o senhor e todos
os artistas
musicais amapaenses...
Osmar Jr. –
Tomara.
Diário
– Infelizemente
o espaço
do jornal já
foi todo ocupado
com essa conversa...
Osmar Jr. –
Uma pena, né?
Muito obrigado
por esse espaço
limitado.
(Risos, aperto
de mãos) |
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