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Empresas de ônibus firmam Termo
de Compromisso com a PMM
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Prefeito
de Macapá, Roberto Góes,
dá entrevista após assinatura
de Termo de Acordo, ontem
A prefeito de Macapá, Roberto
Góes, assinou na tarde de ontem,
2, na sala de reuniões da PMM,
Termo de Acordo firmado com as empresas
que exploram o serviço de transporte
coletivo na capital. Participaram
da assinatura os representantes das
empresas e os diretores da EMTU e
Setap. De acordo com o prefeito, esse
termo é assinado após
seis meses de muitas conversações.
O gestor municipal declarou que a
intenção da Prefeitura
é oferecer um serviço
de qualidade aos usuários do
sistema. Dentro das exigências
da Prefeitura em relação
às empresas estão a
colocação de novos veículos;
regularidade nos horários;
recolhimento do Imposto Sobre Serviço
(ISS), cujas dívidas hoje dessas
empresas junto à Prefeitura
chegam a um total de R$ 11 mi-lhões,
dentre outros pontos.
Roberto Góes disse que os técnicos
estão revendo essas dívidas
que devem ser compensadas com a assinatura
do Termo de Compromisso. "É
possível que haja essa compensação
uma vez que as empresas se disponibilizaram
em ajudar na sinalização
e na compra de novos semáforos.
Parte dessa compensação
será feita com a compra de
20 novos e modernos semáforos
que serão comprados por essas
empresas e repassados ao município.
De acordo com o documento eles tem
30 dias a partir desta data para fazer
a compra desses equipamentos. Também
ficou acordado que as empresas irão
efetuar a compra de tinta asfáltica
bem como de placas sinalizadoras"
disse o prefeito.
As empresas também, segundo
o do-cumento, se comprometeram em
recuperar e zelar pelos terminais
de passageiros de todos os bairros
de Macapá. Outro anuncio importante
é o lançamento de 50
novos carros na praça que estarão
rodando até o dia 15 de julho.
Na conversação também
está estabelecido que a venda
de bilhetes eletrônicos será
descentralizada, ou seja, serão
implantados postos de atendimento
na zona sul (Siac-Superfácil),
no centro da cidade e ainda em lojas,
supermercados e casas lotéricas
que serão devidamente credenciados
pra realizar o trabalho. Hoje essa
venda está concentrada unicamente
no Setap.
O prefeito concluiu a entrevista coletiva
afirmando que estão em andamento
a construção de 200
terminais de passageiros. A dívida
de R$ 11 milhões das empresas
sofreram corte nas multas e juros
e ficaram em R$ 8 milhões.
Esse di-nheiro será aplicado
na construção do terminal
de integração onde todas
as linhas terão que passar
obrigatoriamente. "São
avanços importantes que estamos
tendo. Mas é preciso que haja
esse entendimento. Estamos fazendo
nossa parte para que a população
possa de fato usufruir de um transporte
eficiente e humanizado" concluiu
o prefeito. (Elden Carlos)
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Preço dos combustíveis
cai novamente em junho, aponta ANP
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O preço médio da maioria
dos combustíveis nos postos
teve novo recuo em maio na comparação
com o mês anterior, segundo
dados do levantamento nacional de
preços feito pela ANP (Agência
Nacional de Petróleo, Gás
e Biocombustíveis).
Com exceção ao GLP (gás
de cozinha), todos os combustíveis
pesquisados pela ANP tiveram preços
reduzidos ao longo do mês passado,
em comportamento semelhante aos apresentados
desde março.
Apesar da redução de
preços feita pela Petrobras
na gasolina e no diesel no início
de junho – minimizado em parte
pelo aumento na cobrança do
Cide (Contribuição de
Intervenção do Domínio
Econômico, tributo incidente
sobre os combustíveis) –
os combustíveis não
foram os que tiveram as maiores quedas
de preços na bomba.
O preço médio que mais
caiu no mês foi o do GNV (gás
natural veicular), com recuo de 3,24%,
para R$ 1,612 por metro cúbico.
Os menores preços médios
foram encontrados nos estados de Amazonas
(R$ 1,399), Rio de Janeiro (R$ 1,48)
e Rio Grande do Norte (R$ 1,508),
e os maiores no Piauí (R$ 2,09),
Mato Grosso (R$ 1,853) e Rio Grande
do Sul (R$ 1,847). O preço
médio em São Paulo em
maio foi de R$ 1,609 – queda
de 6,78% sobre maio.
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Governo coloca lista com 1 milhão
de devedores da União na internet
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Os contribuintes que possuem dívidas
com a União sendo executadas
na Justiça terão, a
partir de agora, seus nomes colocados
na internet. A lista com o nome de
1,034 milhão de empresas e
pessoas físicas já está
disponível no site da PGFN
(Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).
De acordo com o último dado
divulgado pela Procuradoria, estão
em execução as dívidas
de mais de 2 milhões de contribuintes,
em um total de R$ 650 bilhões.
Mas nem todos foram incluídos
nessa lista. Ficam de fora, por exemplo,
aqueles que estão inscritos
em algum programa de pagamento parcelado
ou que conseguiram suspender o processo
na Justiça.
De acordo com a PGFN, a divulgação
desse tipo de lista está prevista
no Código Tributário
Nacional e no Código de Defesa
do Consumidor.
Consulta – Os dados podem ser
consultados por qualquer pessoa e
incluem nome do devedor principal
e dos corresponsáveis e respectivos
números de CPF e CNPJ.
Os detalhes sobre a dívida,
no entanto, só podem ser acessados
pelo próprio devedor, por meio
do site da PGFN.
A Procuradoria ainda prepara a inclusão
da lista dos devedores do INSS, devido
à necessidade de retirada dos
débitos prescritos há
mais de cinco anos.
No começo do ano, o go-verno
já havia perdoado também
1 milhão de contribuintes com
dívidas antigas de até
R$ 10 mil.
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Preço ao consumidor recua em
seis de sete capitais
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O IPC-S (Índice de Preços
ao Consumidor - Semanal) apresentou
recuo em seis das sete capitais pesquisadas
para a formação do indicador,
informou nessa quinta-feira a FGV
(Fundação Getulio Vargas).
O dado consolidado, divulgado ontem,
apontou inflação de
0,12% na quadrissemana até
30 de junho, abaixo do 0,39% registrado
em maio e do 0,20% na última
pesquisa, encerrada em 22 de junho.
Com esse resultado, o IPC-S acumula
no ano variação de 2,66%
e, nos últimos 12 meses, de
4,87%. Em 2008, a taxa acumulada pelo
índice entre janeiro e junho
foi de 3,84% e nos 12 meses até
junho de 2008, 5,96%.
As seis capitais que apresentaram
desacele-rações ante
a leitura de 22 de junho foram Belo
Horizonte (de 0,24% para 0,19%), Porto
Alegre (de 0,19% para 0,09%), Recife
(de -0,03% para -0,12%), Rio de Janeiro
(de 0,32% para 0,24%), Salvador (de
0,68% para 0,28%) e São Paulo
(de 0,04% para 0,02%).
A única capital que não
registrou decréscimo na variação
do índice foi Brasília.
Na capital federal, os preços
ao consumidor se mantiveram em alta
de 0,25%.
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Indústria recupera perdas,
mas produção retorna
aos níveis de 2006
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O resultado da produção
industrial de maio, que avançou
1,3% sobre abril, confirma o quadro
de recuperação da indústria,
mas as perdas frente ao período
pré-crise ainda são
significativas.
Embora registre cinco altas seguidas
neste ano, a indústria retrocedeu,
desde setembro, a níveis de
produção semelhantes
aos que eram verificados em junho
de 2006, segundo dados da PIM (Pesquisa
Industrial Mensal) divulgados nesta
quinta-feira pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística).
Ao se avaliar o quadro desde o agravamento
da crise econômica, pode-se
considerar que a indústria
está em evolução.
Nos primeiros baques da produção,
no fim do ano passado, a indústria
retornou a patamares de 2004. No mês
retrasado, o nível de produção
já era semelhante ao que era
observado em abril de 2005.
“Isso mostra que a indústria
está andando. Há uma
recuperação, e ela é
contínua, o que é mais
importante”, afirmou a gerente
da PIM, Isabella Nunes. Ela frisou
que o desempenho de maio foi puxado
pela produção de bens
duráveis e de intermediários.
Desde setembro, a indústria
acumula perdas de 13,8%. Ao longo
de 2009, no entanto, as seguidas taxas
positivas resultam num ganho de 7,8%
frente a dezembro. Esta recuperação
vem sendo puxada pela indústria
automobilística, que responde
pela maior parte do crescimento de
64,9% na produção de
veículos automotores (inclui
ainda motos, ônibus e caminhões)
observada de janeiro a maio. Se for
levado em consideração
os dados desde setembro, a produção
deste segmento ainda tem perdas de
24,9%.
A retomada da produção
automobilística, na esteira
de desonerações fiscais
dadas pelo governo, fez com que a
produção de bens duráveis
acumulasse ganho de 63,5% este ano.
Desde setembro, no entanto, tal produção
tem queda acumulada de 16%.
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Nível de ocupação
cai mais entre mulheres no período
de crise
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O nível de ocupação
entre as mulheres caiu mais que entre
os homens nesta crise econômica.
Estudo divulgado nessa quinta-feira
pela Secretaria Especial de Políticas
para as Mulheres do governo federal
mostra que de outubro de 2008 a abril
deste ano a queda foi de 3,1% para
as mulheres e de 1,6% para os homens.
A maior queda na ocupação
feminina ocorreu entre as empregadas
sem carteira assinada no setor privado
(-13,53%, contra uma queda de 10,1%
entre homens na mesma situação),
conforme o estudo intitulado "A
Crise Econômica Internacional
e os (Possíveis) Impactos sobre
a Vida das Mulheres". Entre os
trabalhadores com carteira assinada,
a taxa de ocupação caiu
0,6% entre mulheres e cresceu 0,82%
entre homens.
Por outro lado, cresceu 8,9% a ocupação
feminina sem remuneração,
contra uma queda de 13,7% nesse tipo
de trabalho executado por homens.
"Uma das hipóteses é
a de que as mulheres antes empregadas
em outras ocupações,
desempregadas ou inativas tenham tido
que se inserir nos empreendimentos
familiares, talvez substituindo trabalhadores
que tiveram que ser desligados, na
condição de colaboradoras,
que trabalham, mas não têm
renda própria", informa
a pesquisa.
Setores – Na análise
dos setores mais atingidos pela crise,
a indústria de transformação
teve redução de 7,41%
na mão de obra masculina e
de 4,22% na feminina, mas com grandes
variações entre os diferentes
segmentos da indústria.
Na construção civil,
houve queda de 3,54% na ocupação
masculina e elevação
de 2,96% na ocupação
feminina. Na agropecuária,
foi registrada redução
de 22,48% nos postos de trabalho femininos
e de 10,71% entre os homens.
Os setores de comércio e serviços
foram aparentemente menos afetados
pela crise econômica internacional,
com crescimento do emprego formal,
ainda que em menor ritmo do que nos
meses anteriores à crise.
No comércio, entre ou-tubro
de 2008 e abril de 2009 foram criadas
52.278 vagas, contra 247.568 entre
outubro de 2007 e abril de 2008. No
setor de serviços, foram abertos
126.839 postos de trabalho, contra
399.394 no ano anterior.
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Inscrições do programa
Minha Casa, Minha Vida são
encerradas hoje
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As inscrições do programa
Minha Casa, Minha Vida do go-verno
federal são encerradas oficialmente
nesta sexta-feira, 3, no Amapá.
Até ontem, quinta-feira, 2,
a Secretaria de Estado da Infra-estrutura
(Seinf) havia recebido cerca de 23
mil inscrições nos três
postos de atendimento que foram instalados
para receber os candidatos ao sonho
da casa própria. A informação
é da Coordenadora de Habitação
da Seinf, Anna Izabel Albuquerque.
Inicialmente o programa está
prio-rizando pessoas com renda de
zero a três salários
mínimos e que não tenham
nenhum imó-vel ou cadastro
em programas habitacionais dos Governos
Fe-deral, Estadual ou Municipal.
Desde o inicio das inscrições
no dia 8 de junho, a Seinf contabilizou
uma média de 1,2 mil inscritos
por dia. Os postos de inscrições
funcionam no Centro de Ensino Profissionalizante
do Amapá (Cepa), no Buritizal;
Centro de Convenções
Azevedo Picanço, no Centro;
e no Superfácil da zona norte.
Anna Izabel ressaltou que nesta sexta-feira,
3, último dia de inscrição,
o atendimento será o mesmo
estabelecido nos dias anteriores,
das 8 às 18 horas. Izabel citou
que o Governo do Estado estuda a possibilidade
de estender as inscrições
pela internet através do site
oficial do Estado: www.amapa.gov.br
que está recebendo inscrições
desde quarta-feira,1.
A Coordenadora de Habitação
explicou que o papel do Governo do
Estado no programa Minha Casa, Minha
Vida, se restringe à realização
das inscrições das pessoas
interessadas em comprar os imóveis
e a doação à
Caixa Econômica Federal (CEF)
dos loteamentos onde as casas serão
construídas. As áreas
previstas ficam localizadas no Marabaixo
e BR-156. A seleção
dos beneficiados pelo programa Minha
Casa, Minha Vida será feita
exclusivamente pela CEF.
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Unifap e MPBA celebram convênio
em favor da história e da cultura
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A Mineração Pedra Branca
do Amapari firmou convênio com
a Universidade Federal do Amapá
(Unifap) para garantir a continuidade
do trabalho de registro, análise
e guarda de todo material arqueológico
encontrado na área do projeto
Amapari. Esse trabalho teve início
em 2005. O convênio celebra
a contratação de mais
dois profissionais para compor a equipe
de arqueologia.
O coordenador das atividades, o arqueólogo
Prof. Edinaldo Pinheiro Nunes, selecionou
dentre os alunos de arqueologia da
UNIFAP dois técnicos que vão
contribuir na agilidade e qualidade
do trabalho de seleção,
cadastramento e guarda dos materiais.
Todos os vestígios arqueológicos,
como fragmentos cerâmicos e
artefatos de pedra polida resgatados
em trabalho de campo estão
sendo catalogados e analisados no
laboratório do Centro de Estudos
e Pesquisas Arqueológicas da
universidade.
Lâmina – No convênio,
a MPBA é responsável
por fornecer todos os recursos financeiros
e materiais necessários para
realização do trabalho.
Em contrapartida a Unifap disponibiliza
o recurso intelectual, ou seja, profissio-nais
capacitados e especializados em arqueologia
para coordenar, acompanhar, dar apoio
técnico em todas as etapas
do plano de resgate arqueológico.
Durante as atividades no Projeto Amapari,
já foram identificados 19 sítios
arqueológicos do tipo pré-colonial
a céu aberto.
Todo este trabalho é parte
integrante dos estudos ambientais
realizados pela MBPA e apresentados
e aprovados aos órgãos
ambientais do Estado. Além
disso, em 2005 a empresa adquiriu
a permissão do Instituto do
Patrimônio Histórico
e Artístico Nacional (Iphan)
para realização de coleta,
análise e guarda do material
arqueológico da área
de seu empreendimento.
De acordo com Marta Rocha, gerente
de meio ambiente da MPBA, "todo
o trabalho, de resgate arqueológico
é rea-lizado com total cumprimento
às normas e procedimentos legais
exigidos pelas instituições
responsáveis, o que garante
a legitimidade e a credibilidade de
todo o processo".
Para a MPBA o resgate arqueológico
é uma importante contribuição
para a preservação e
o fortalecimento da história
e da cultura amapaense, vindo, portanto
confirmar seu compromisso com o Estado
onde está instalada.
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Dupla | Graça Creão
e Dílson Ferreira foi eleita
com larga margem de vantagem
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A eleição para escolha
dos novos representantes da classe
médica do Amapá no Conselho
Fe-deral de Medicina (CFM) foi realizada
durante essa quarta-feira (01/07).
A eleição ocorreu por
meio do voto direto. Duas chapas concorreram
ao cargo, a dos médicos: Dardeg
de Souza Aleixo (efetivo) e Edward
Eyi Foster (suplente) e a dos médicos
Maria das Graças Creão
Salgado (efetivo) e Dílson
Ferreira da Silva (suplente).
A chapa composta pela médica
Graças Creão Salgado
e pelo médico Dílson
Ferreira da Silva foi eleita com 239
votos. A chapa dos médicos
Dardeg de Souza Aleixo e Edward Eyi
Foster obteve 94 votos. O mandato
dos novos membros do CFM terá
a duração de cinco anos
e se iniciará em outubro de
2009, com término em setembro
de 2014.
A eleição ocorreu em
todo o Brasil. Cada Estado da Federação
e o Distrito Federal elegeram um conselheiro
federal efetivo e um conselheiro federal
suplente. O CFM é um órgão
que possui atribuições
constitucionais de fiscalização
e normatização da prática
médica. Criado em 1951, sua
competência inicial reduzia-se
ao registro profissional do médico
e à aplicação
de sanções do Código
de Ética Médica.
Atualmente, o Conselho Federal de
Medicina exerce um papel político
muito importante na sociedade, atuando
na defesa da saúde da população
e dos interesses da classe médica.
De acordo com o presidente do Cremap,
Dorimar dos Santos Barbosa, os novos
conselheiros vão ajudar na
importante missão de preservar
o exercício da Medicina. “Eles
terão um trabalho de fundamental
importância, que será
a colaboração na hora
de supervisionar as normas de ética
profissional e zelar pelo perfeito
desempe-nho da profissão”,
ressaltou o presidente do Cremap.
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Estado e Caixa Econômica assinam
documento que beneficia as 322 famílias
da EGO
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Terminou na manhã de ontem,
2, o sofrimento e a dura bata-lha
das 322 famílias do Conjunto
da EGO que buscavam uma alternativa
justa para poder financiar seus imóveis
que, aos olhos da Caixa Econômica
Federal, estavam inadimplentes. O
governador do Estado do Amapá,
Waldez Góes, e o vice-presidente
nacional da Caixa Econômica
Federal, Carlos Borges, assinaram
durante cerimônia realizada
no Palácio do Setentrião
o contrato que repassa esses imóveis
em definitivo para essas famílias.
A assinatura do contrato coloca fim
a um impasse que começou na
década de 90. As casas começaram
a ser construídas pela Empresa
Geral de Obras, do Ceará. Porém,
problemas financeiros levaram a empresa
a de-cretar falência e, consequentemente,
a abandonar a obra. Por conta disso,
os imóveis foram ocupados.
A partir daí, iniciou-se uma
batalha judicial para determinar a
propriedade dos imóveis.
A superintendente regional da Caixa
no Amapá, Maria Celeste, disse
que um dos maiores entraves nas negociações
com o Estado foi criar mecanismos
que pudessem contemplar as famílias
que não tinham renda declarada,
ou seja, aos olhos do banco, não
tinham condições de
fazer o financiamento.
As autoridades que se pronunciaram
foram categóricas ao afirmar
que esse impasse só começou
a ser sanado a partir do momento em
que se comprovou que essa era uma
questão social muito séria.
O presidente da Associação
dos Moradores do Residencial Jardim
Marco Zero, Wladimir Cu-nha, destacou
a intervenção do senador
da República, Gilvam Borges,
que atuou diretamente como mediador
no caso. Após muitas reuniões
finalmente o impasse foi resolvido.
De acordo com o vice-presidente nacional
da Caixa, das 322 famílias
que moram no conjunto, 20 irão
pagar à vista. As demais poderão
financiar os imóveis em até
20 anos. Sendo que 67 delas vão
ter as unidades financiadas com apoio
do Estado. Ou seja, o governo vai
depositar uma caução
no valor do imóvel. Uma espécie
de garantia do pagamento da dívida.
Cada casa foi avaliada em R$ 20 mil
sem considerar o tempo e nem os investimentos
feitos nos imóveis. Muitas
famílias vão utilizar
o FGTS como forma de pagamento, garantindo
com isso parcelas ainda menores.
O governador Waldez Góes anunciou
também que as custas cartorárias
serão pagas pelo Estado, fazendo
com isso que nenhum empecilho pre-judique
o processo.
O governador declarou que agora vai
começar uma outra corrida.
Ele se referia a outras dezenas de
famílias que se instalaram
em áreas dentro do conjunto.
Waldez deverá sentar com o
prefeito de Macapá, Roberto
Góes, para juntos criarem ferramentas
necessárias para resolver a
regularização também
dessas famílias que estavam
fora do projeto original.
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Governador diz que agora começa
segunda fase de negociações
para benefício de outros moradores
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O governador do Amapá, Waldez
Góes, declarou em seu discurso
que vencida a primeira etapa na qual
estão sendo devidamente beneficiadas
322 famílias, o governo já
se organiza para sentar à mesa
com o prefeito de Macapá, Roberto
Góes, onde juntos irão
em busca de soluções
o caso de outros imóveis que
surgiram posteriormente dentro da
área. O governador disse ter
interesse em regularizar esses imóveis.
"Esse problema está totalmente
resolvido. Nós traba-lhamos
em cima de três pontos fundamentais
nesse processo que foram à
questão da infraestrutura para
que os lotes fossem considerados urbanizados;
o posicionamento do Estado como avalista
das famílias que ocupavam muitos
imóveis mais não tinham
como comprovar renda e ainda a questão
cartorária. Hoje estamos pagando
essas custas cartorárias no
sentido de que nenhuma família
fique de fora das linhas de crédito
e financiamento por falta de documentação"
explicou o governador.
Quanto às demais famílias
que surgiram "pós-invasão",
Waldez foi convicto em afirmar que
o problema também será
tratado com a mesma seriedade. "Primeiro
resolvemos o problema das 322 famílias
que estavam dentro desses imóveis.
O segundo passo será dar solução
para os outros lotes. Creio que tudo
será resolvido, sim, e muito
em breve estaremos com essa área
totalmente regularizada e reordenada"
concluiu o governador.
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Vice-presidente nacional da Caixa
Econômica diz que novas linhas
de crédito serão abertas
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Carlos Borges, vice-pre-sidente nacional
da Caixa Econômica Federal que
veio ao Amapá exclusivamente
para assinar o documento, disse que
a partir desse momento a Caixa estará
abrindo várias linhas de crédito
com modalidades de juros diferenciadas
que são consideradas hoje no
mercado financeiro as mais baixas
do país. "Essa é
uma data histórica para todos
nós. Hoje estamos devolvendo,
após muitos entendimentos,
a tranqulidade e principalmente a
dignidade a essas famílias
que conviviam com esse impasse por
longos anos. Além do ato que
repassa os imóveis para as
famílias beneficiadas, nós
estamos anunciando ainda um pacote
de linhas de credito que poderão
ser acessadas por essas pessoas a
juros muito reduzidos. Assim elas
poderão realizar, por exemplo,
as sonhadas reformas ou ampliações
necessárias. Elas sabem que
a partir de agora vão estar
investindo de fato em algo que é
seu e isso é muito gra-tificante
para a Caixa também. Creio
que estamos cumprindo com nosso papel
social, que, aliás, é
uma das principais bandeiras da Caixa"
encerrou o vice-presidente nacional.
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Gilvam declara ter convivido com o
drama pelo qual as famílias
passaram nesse período
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O senador Gilvam Borges (PMDB) declarou
estar em estado de graça pelo
momento que, segundo ele, é
de congraçamento entre as famílias
e os agentes públicos. "Estamos
comungando dessa felicidade que se
espa-lha por entre essas famílias.
Quando fui procurado pelo grupo de
moradores eu fiquei muito sensibilizado
com o drama que cada família,
na sua intimidade individual vinha
passando. Naquele momento eu assumi
o compromisso de buscar entendimentos
com os órgãos públicos.
Graças a Deus nós tivemos
o emprenho do Estado através
do governador Waldez Góes que
conduziu o processo com maestria.
Ele chamou para si a responsabilidade
e isso foi decisivo. Quero aqui reconhecer
o trabalho da Justiça Federal
que atuou, sobretudo, de forma humana
nesse caso.
O Juiz Anselmo tomou uma decisão
que de imediato parecia prejudicar
essas famílias, mas ao final
todos entenderam qual era sua real
intenção. Muitas foram
às reuniões, aqui no
Estado, em Brasília para que
esse momento se consolidasse. E já
estamos sendo convocados pelo governador
para abraçar a causa das outras
famílias que se instalaram
dentro da área e que também
precisam ter a situação
regula-rizada. De forma que essa é
a nossa missão e todas as vezes
que o povo chamar nos vamos atender
esse chamado de imediato, por que
entendemos que fomos eleitos para
isso, para buscar as melhorias necessária
para o cidadão e para o nosso
Estado" encerrou o senador.
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Para a Associação de
Moradores, assinatura significa o
dia da “Liberdade”
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"Hoje é o dia da consagração
e da real liberdade". Foram essas
as primeiras palavras proferidas pelo
presidente da Associação
de Moradores do Residencial Jardim
Marco Zero, Wladimir Cunha. Num discurso
emocionado ele retratou as dificuldades
e sobressaltos que as famílias
envolvidas no processo passaram no
decorrer desses anos de batalha judicial.
"Hoje só podemos comemorar
por que há alguns meses atrás
estávamos na eminência
de sermos despejados por força
de uma ação judicial.
Felizmente a Justiça Federal
teve essa sensibi-lidade de se posicionar
a favor do social. Após esses
quinze anos de luta finalmente essa
noite de hoje será a primeira
vez que vamos deitar a cabeça
no travesseiro sem imaginar que a
qualquer hora vamos receber uma ordem
de despejo" disse o presidente.
Ele reconheceu o emprenho do governo
do Estado, da Justiça Federal,
da bancada federal através
do senador Gilvam Borges, da Assembleia
Legislativa que teve na figura do
deputado Dalto Martins um papel muito
importante, e, de tantos outros órgãos
e pessoas que se uniram para que esse
momento pudesse finalmente ser consagrado.
Wladimir declarou que sempre acreditou
na seriedade e no compromisso com
o social que a Caixa Econômica
tem com o país. "Esse
documento nos dá o direito
de viver com dignidade a partir de
agora" disse Wladimir.
Entrega
A primeira família a receber
a certidão de quitação
da Caixa Econômica Federal foi
a de Maria de Nazaré. A entrega
ocorreu durante a cerimônia
ontem. Ela recebeu o documento das
mãos do governador Waldez Góes
e do vice-presidente da CEF, Carlos
Borges. Muito emocionada, ela relatou
em poucas palavras o sentimento ora
vivido. Como a se-nhora poderia resumir
esse dia? " Dignidade. Vivemos
por todo esse tempo atormentados pelo
fantasma do despejo e agora passamos
a ter a certeza de que vivemos uma
nova vida. É só alegria.
Posso dizer agora que vou sair daqui
para a minha casa" relatou com
os olhos transbordantes de lágrimas.
Maria de Nazaré mora com o
marido no imóvel. Ela foi uma
das pessoas que optou por fazer o
pagamento à vista do imóvel.
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Sete divulga balanço final
do Arraiá no Meio do Mundo
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Aconteceu no período de 21
a 28 de junho, no Parque de Exposições
da Fazendinha, o II Arraiá
no Meio do Mundo realizado pelo governo
do Estado. Sob coordenação
da Secretaria de Estado Trabalho e
Empreendedorismo (Sete), 225 empreendedores
participaram do evento, entre eles
empreendedores da alimentação,
artesanato e vendedores ambulantes
diversos e, de acordo com os relatórios
de venda apresentado pelos mesmos,
a movimentação econômica
da maior festa ju-nina da Amazônia
foi de 282 mil. Além da renda
extra obtida pelos empreendedores
a Sete também comemora o significativo
número de 448 ocupações
temporárias geradas pelo evento.
A Sete fomenta em todos os eventos
de curto prazo e festivais os micro
empreendedores através da linha
de crédito Hot Money do Fundo
de Apoio ao Microempreendedor e ao
Desenvolvimento do Artesanato do Amapá
(Fundmicro). Para o Arraiá
no Meio do Mundo 11 empreendedores
foram financiados, no montante de
R$ 9.200,00, recurso que está
contribuindo para a elevação
do faturamento desses traba-lhadores.
Na área do trabalho a Sete
esteve presente com os serviços
do Sistema Nacional de Emprego (Sine-Ap),
com a intermediação
de mão-de-obra. Neste evento
já foram colocados 177 trabalhadores
com a prestação de serviços
temporários entre eles, segurança,
estacionamento, parque de diversões,
pedreiros, encanador, eletricistas
serviços gerais, artesanato,
dentre outros. Além das intermediações
pelo Sine, foram geradas 271 ocupações
pelos empreendedores que comercializaram
espaço para participar do evento
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Obras do Superfácil zona sul
ficam prontas em setembro
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O governo do Amapá intensifica
as obras de construção
do prédio do Sistema Integrado
de Atendimento ao Cidadão –
Siac Superfácil, na zona sul
da capital Macapá. A obra está
sendo erguida no bairro Novo Buritizal,
próximo a popular Feira Maluca.
O investimento na obra ultrapassa
de R$ 1, 5 mi-lhão (Recursos
do Go-verno do Estado). A construtora
é a empresa Santa Rita Engenharia
Ltda.
Conforme a Secretaria de Estado da
Infra-estrutura (Seinf) a obra do
Superfácil zona sul terá
o mesmo padrão de construção
do prédio da instituição
instalado no bairro centro. A enge-nheira
civil da Seinf, Paloma Mont’Alverne,
responsável pela obra, calculou
que mais de 60% da construção
já está pronta. A estimativa
é que os serviços sejam
finalizados até o mês
de setembro deste ano. O prédio
da Superfácil zona sul possui
cerca de 1,7 mil metros quadrados
de área construída.
A obra gera cerca de 50 empregos diretos.
Para a diretora-pre-sidente do Superfácil,
Zenaide Dutra Caldas, o novo prédio
da instituição, que
está sendo construído
na zona sul, vai permitir a ampliação
do atendimento de excelência
e eficaz que hoje é prestado
pelo sistema Siac a milhares de cidadãos
no Estado.
Zenaide Dutra relembrou que atualmente
o Governo do Estado dispõe
de atendimentos Superfácil
nos bairros Centro e São Lázaro,
em Macapá, Santana e Laranjal
do Jari. Em breve, o Governo do Estado
inaugura o Superfácil de Tartarugalzinho.
Modelo – Outra importante obra
que o governo do Estado está
construindo na zona sul é uma
escola estadual com 16 salas de aula.
O investimento chega a R$ 4, 3 milhões.
Trata-se de um prédio amplo
e moderno com dois blocos de oito
salas de aula cada, bloco administrativo,
refeitório, banheiros e quadra
poliesportiva. A obra é de
responsabilidade da empresa Elos Enge-nharia
Ltda. A previsão de entrega
da escola é para o final deste
ano.
Além da escola no bairro Universidade,
o Governo do Estado está construindo
mais três escolas estaduais
modelos com padrões semelhantes
nos bairros Araxá, em Macapá,
orçada em R$ 4,2 milhões,
Elesbão, em Santana, estimada
em R$ 3,6 milhões e no bairro
Vale Verde, em Fazendinha, obra de
R$ 3,5 milhões. As quatro obras
estão em andamento.
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Sepi realiza curso de capacitação
de manejo de açaí em
aldeias indígenas
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A Secretaria Extraordinária
dos Povos Indígenas (Sepi)
em parceria com Instituto Estadual
de Floresta do Amapá (IEF)
realizam no período de 13 a
19 deste mês o Curso de Capacitação
de Manejo de Açaí nas
aldeias Açaizal e Samauma,
no município de Oiapoque.
A ação tem o objetivo
de for-talecer e incentivar a produção
do açaí naquela região
com qualidade e eficiência através
de teoria e prática de manejo
do produto. A capa-citação
vai beneficiar cerca de 60 indígenas
do município de Oiapoque.
O curso também oferece técnicas
de como explorar melhor os produtos
e armazena-los, além de oferecer
condições à comunidades
indígena de buscar fonte de
financiamento e comercialização
do produto.
De acordo com secretário dos
Povos Indígenas, João
Neves, o Governo do Estado busca cada
vez mais estreitar a relação
com os povos indígenas, prova
disso foi à criação
de um órgão especifico
para atender as necessidades da comunidade
indígena, promovendo assim
a elevação da qualidade
de vida. No inicio do ano, o Governo
do Amapá ofereceu capacitação
por meio do Programa Terceiro Forte
e também inaugurou na comunidade
de Kumarumã uma usina termoelétrica,
além de promover investimentos
nas áreas da saúde e
educação.
O Amapá possui aproximadamente
12 mil índios e dez povos indígenas,
cerca de 70% deles se concentram no
município de Oiapoque.
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