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Ausência de juízes da
Comarca pode caracterizar improbidade
administrativa
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Presidente
da Ordem dos Advogados do Brasil no
Amapá promete processar juízes
Brasília (Da Sucursal)
– O presidente da OAB do Amapá,
Washington Caldas, anunciou, ontem,
23, que os juízes trabalhistas
que atuam no Amapá, mas que
por morarem em Belém deixam
de trabalhar às sextas-feiras,
podem responder por ato de improbidade
administrativa: “Receber salários
sem trabalhar é muito grave,
e isso está acontecendo, porque
o local de trabalho deles é
aqui (em Macapá). A Lei Orgânica
da Magistratura (Loman), determina
que os juízes morem nas Comarcas
em que trabalham, o que é também
corroborado pelo Conselho Nacional
da Magistratura (CNM) e isso não
está acontecendo no Estado
com relação aos juízes
trabalhistas".
Washington Caldas faz o alerta ao
criticar declarações
públicas feitas na semana passada,
em Macapá, pelo Diretor de
Prerrogativas da Associação
dos Magistrados Trabalhistas da 8ª
Região (Amatra8), ao rebater
denúncia feita pela OAB do
Amapá de que os juízes
traba-lhistas não estão
trabalhando nas sextas-feiras, o que,
na opinião dele, em muito está
prejudicando a celeridade das audiências
e por via de conseqüência,
os julgamentos dos processos na justiça
do traba-lho: "Isso é
muito grave, e já oficializamos
a denúncia junto à Corregedoria
e presidência do Tribunal Regional
do Trabalho, mas os juízes,
através da Amatra8, resolveram
partir para o confronto em vez de
optarem pelo diálogo com a
OAB para que o problema seja resolvido.
Deveria o diretor da Amatra8 ter conhecimento
de que enquanto Presidente da Ordem
dos Advogados do Brasil – Seccional
do Amapá, nos termos dos artigos
27 e 52 da mesma Lei Complementar
nº 35 (Loman), referidos dispositivos
nos dar competência para iniciarmos
procedimento à decretação
da perda do cargo de qualquer ma-gistrado,
inclusive, contra membros do Tribunal”,
destaca.
A afirmação feita pelo
diretor de Prerrogativas da Amatra8,
juiz Pedro Tupinambá, de que
“para um juiz é muito
desgastante exercer a atividade no
Amapá”, porque segundo
ele cada juiz realiza em média
60 audiências por semana, o
que soma a média de 240 audiências
no mês para cada vara também
é alvo de críticas do
presidente da OAB: “Isso é
muito pouco, considerando que, se
a semana deles (juízes trabalhistas)
é até quinta-feira,
eles poderiam produzir muito mais
em benefício dos advogados
e advogadas amapaenses, bem como aos
jurisdicionados, porque se rea-lizassem
audiências às sextas-feiras,
com 15 audiências por dia, levando
em consideração a média
apontada pelo douto Juiz Diretor de
Prerrogativas da Associação
dos Magistrados, no mês teriam
produzidos 60 audiências (15x4
semanas) cada vara. Ora, se são
quatro Varas x 60, realizariam mais
240 audiências no mês,
que, multiplicadas por doze, resultaria
em 2.880 audiências por ano,
número de audiências
que deixam de ser realizadas, o que
afeta a produtividade e por certo
causa sérios prejuízos
para a celeridade dos processos, e
faz com que os jurisdicionados e advogados
esperem no mínimo dois meses
para a realização das
audiências”, exemplifica.
Ainda em contraponto à alegação
do juiz Pedro Tupinambá, ao
dizer que “o trabalho dos juízes
não se restringe à realização
de audiências, apontando que
o juiz tem que ouvir as partes (defesa
e acusação), inquirição
de testemunhas, proferir despachos
e sentenças”, Washington
Caldas reage: “Isso não
justifica as ausências dos juízes
no serviço, pois esses serviços
são inerentes ao processo e
ao cargo que exercem”, assevera.
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Caldas
rechaça críticas e condena
corporativismo
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Brasília
(Da Sucursal) – Em decla-rações
dadas à imprensa, semana passada,
o diretor de Direitos e Prerrogativas
da Associação, juiz
federal do Trabalho, Pedro Tupinambá,
acusou o presidente da OAB de ser
"ignorante" e disse que
as críticas de Caldas são
"aleatórias" quando
denuncia que os juízes trabalhistas,
por morarem em Belém, não
dão expediente no fórum
trabalhista às sextas-feiras,
o que na opinião de Washington
Caldas gera “sérios prejuízos”
à celeridade dos processos.
Para o presidente da OAB, a reação
dos magistrados, através da
Amatra8, é “no mínimo,
condenável”. E justifica:
“Em vez da Associação
mandar seus diretores para duelar
verbalmente com o presidente da OAB,
a Associação de-veria,
sim, reunir os juízes, ouvir
os funcionários e abrir um
canal de diálogo com os advogados,
para que a questão seja solucionada.
Mas, lamentavelmente eles (os juízes)
preferiram o duelo verbal, ofendendo
o presidente da OAB e, consequentemente,
todos os advogados trabalhistas, se
aproveitando da minha ausência
do Estado, naquele período”.
Washington Caldas diz que a reação
da Amatra8 foi corporativista: “A
denúncia ofertada por nós
à Corregedoria do Tribunal
Regional do Trabalho da 8ª Região
e ao Presidente do TRT, e levada ao
conhecimento público, foi relativa
aos DEVERES dos magistrados. Não
tratei de PRERROGATIVAS dos magistrados.
Veja que eles foram buscar apoio na
Amatra8, notadamente junto à
diretoria de prerrogativas. Quando
nós nos posicionamos, foi quanto
a ausência de juízes
na sexta-feira, por deixarem eles
de realizar as audiências nesse
dia da se-mana, faltando ao serviço,
recebendo para não trabalharem,
residindo fora da sede da comarca,
ferindo princípios da moralidade,
da pontualidade, e podendo até
estarem incidindo em ato de improbidade
administrativa, pelos recebimentos
indevidos dos dias não trabalhados.
E eu digo isso baseado na Lei Complementar
nº. 35, de 14 de março
de 1979 (Lei Orgânica da Magistratura
– Loman, mais exatamente o artigo
35, incisos V e VI”, explica
Caldas.
Os dispositivos da Lei citada por
Caldas determinam o seguinte: “Art.
35. São Deveres do Magistrado:
V – Residir, na sede da Comarca,
salvo autorização do
órgão disciplinar a
que estiver subordinado; V I- Comparecer
pontualmente à hora de iniciar-se
o expediente ou sessão e não
se ausentar injustificadamente antes
de seu término. Art. 42. São
penas disciplinares: I – advertência;
II – censura; III – remoção
compulsória; IV – disponibilidade
com vencimentos proporcionais ao tempo
de serviço; V – aposentadoria
compulsória com vencimentos
proporcionais ao tempo de serviço;
VI – demissão.
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Caldas
reclama que juiz foi “deselegante”
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Brasília
(Da Sucursal) – Ao comentar
a reação do juiz Pedro
Tupinambá, o presidente da
OAB, Washington Caldas, afirma que
o diretor de Prerrogativas da Associação
dos Magistrados da 8ª Região
foi “deselegante em sua entrevista
e notas, ao ponto de afrontar o princípio
da urba-nidade, que deve ter o ma-gistrado
e qualquer outro cidadão. Ele
rotulou o presidente da Ordem dos
Advogados de ‘ignorante e de
não ter conhecimento de causa’,
fazendo crer à sociedade amapaense
que tudo que denunciamos não
seria verdade, quando pelo contrário,
tudo que denunciamos foi reclamado
por vários advogados e detectado
por este presidente e com o acompanhamento
da imprensa local. Na realidade, o
douto magistrado diretor da Amatra8
só veio a Macapá fa-zer
críticas e tentar defender
atos não permitidos por lei,
pois não justificou a ausência
dos magistrados nas sextas-feiras,
e também não tomou nenhuma
providência para que essa ilegalidade
não continue acontecendo”.
Washington Caldas reclama, também,
que está faltando servidores
para agendar as reclamações
protocolizadas na sede da Justiça
do Traba-lho: “Aquelas reclamações,
escritas ou verbal, reclamadas e protocolizadas
na sede da Justiça do Trabalho,
não estão sendo agendadas
por falta de servidores para realizarem
os serviços. Cito como exemplo
o fato de um advogado ter protocolizado
diversas reclamações
no dia três deste mês
e até hoje não teve
a sua reclamação distribuída,
tampouco agendada, e quando o advogado
pergunta aos servidores quando as
audiências vão ser agendadas,
eles dizem que não há
previsão. Isto é fato,
basta a Corregedoria do TRT8 conferir”,
conclui o presidente da OAB.
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Prédio
da Promotoria de Justiça de
Santana está sendo ampliado
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Dando
continuidade ao amplo projeto de modernização
dos prédios do Mi-nistério
Público, estão em plenas
atividades as reformas da Promotoria
de Justiça de Santana.
Serão cinco novos gabinetes
para promotores de justiça,
estacionamento coberto com 20 vagas,
instalação de telefonia
e de rede lógica, novo mobiliário
e equipamentos de informática
de última geração.
A ampliação da infra-estrutura
e ainda a aquisição
de equipamentos de apoio resultarão
em melhores condições
de atendimento à população
do Estado do Amapá.
Já foram inauguradas duas promotorias
nos municípios de Amapá
e Tartarugalzinho, e a Promotoria
da Cidadania, em Macapá, todas
no mesmo padrão arquitetônico.
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Setec
abre edital para o programa Jovens
Pesquisadores
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A
Secretaria de Estado da Ciência
e Tecnologia (Setec) lançou
oficialmente nessa terça-feira,
22, o Edital que abre inscrições
para apresentação de
projetos de pesquisas sobre o Programa
de Infra-Estrutura para Jovens Pesquisadores
- Programa Primeiros Projetos (PPP).
O evento aconteceu às 9 horas,
na sala de reuniões da Se-cretaria
Especial de Desenvolvimento Econômico
(Sede). O projeto recebe parceria
do Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico (CNPq).
O secretário de Estado da Ciência
e Tecnologia, Aristóteles Viana
Fernandes, citou que a proposta é
garantir à fixação
de jovens pesquisadores em áreas
do conhecimento indicadas e priorizadas
pela Rede Integrada de Pesquisa do
Amapá. Além da aquisição,
instalação, ampliação
e recuperação da infra-estrutura
de pesquisa científica e tecnológica
nas instituições públicas
de ensino superior ou de pesquisa.
O investimento nos projetos soma R$
600 mil. São R$ 450 mil do
Governo Federal e R$ 150 mil de contrapartida
do Governo do Amapá. Uma média
de até R$ 60 mil por cada projeto,
cujo prazo de execução
será de dois anos. Sendo liberado
em parcelas, a primeira de 50% no
primeiro ano e o restante no segundo.
Aristóteles destacou que o
edital contempla pesquisa de doutores
em diversos temas, que tenham no mínimo
10 anos de formados com a proposta
de beneficiar o Amapá em áreas
estratégicas.
O chefe de Pesquisa da Embrapa no
Amapá, José Antônio
Leite de Queiroz, explicou que a instituição
tem parceria com todos os órgãos
fe-derais e estaduais que atuam no
setor agropecuário. "Temos
uma rede de laboratório, campos
experimentais à disposição
e frequentemente utilizados por pesquisadores",
disse José Antônio.
O reitor da Universidade do Estado
do Amapá (UEAP), José
Maria da Silva, avaliou que o Governo
do Amapá tem proporcionado
um avanço considerável
no financiamento à pesquisa.
Ele disse que nos últimos cinco
anos, o Amapá tem avançado
na produção de pesquisa
no Estado. Para ele, os resultados
virão a médio e longo
prazo. Porém, destacou que
recentemente o Amapá apresentou
a Vela do Urucuri, lançada
pelo Instituto de Pesquisas do Amapá
(Iepa).
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Sema
realiza ação educativa
na Festa de São Tiago
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Encerra
neste domingo, 27, a ação
educativa realizada pela Secretaria
do Estado do Meio Ambiente (SEMA)
durante a festa de São Tiago.
As atividades educacionais e operacionais
envolvem também o levantamento
sócio-ambiental no município
de Mazagão Velho.
A ação foi dividida
em três etapas, envolvendo 50
agentes multiplicadores, formados
pela SEMA, dois técnicos em
educação ambiental da
Coordenadoria de Educação
e Informação Ambiental,
e seis técnicos administrativos
do Núcleo Administrativo e
Financeiro.
A primeira etapa aconteceu entre os
dias 16 e 19 deste mês. Os agentes
multiplicadores tiveram a missão
de informar e sensibilizar os moradores
quanto a limpeza, conservação
e preservação ambiental
e do patrimônio. Foram realizados
também mutirões de limpeza,
principalmente nos arredores da festa.
Para a segunda etapa, foi montado
um stand do Governo do Estado, onde
a equipe da Sema exibiu vídeos
ambientais e expõe cartazes,
a fim de promover a importância
dos recursos naturais. A segunda etapa
foi realizada de 20 a 23.
Na última etapa, que será
de 24 a 27, a equipe realizará
um trabalho de orientação
e sensibilização junto
aos comerciantes e ambulantes sobre
os cuidados com os produtos comercializados.
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Macapá recebe oficiais da Esquadrilha
da Fumaça
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Estão em Macapá desde
ontem, 23, os capitães de aviação
Gil Eduardo Lima e Silva e Líbero
Onoda Luiz Caldas, pertencentes à
Esquadrilha da Fumaça da Força
Aérea Brasileira. Os oficiais
vieram a convite do prefeito de Macapá,
João Henrique Pimentel, para
acertar os últimos detalhes
da apresentação que
vai acontecer no dia 26 de agosto.
Os detalhes da apresentação
das aeronaves estão sendo acertados
com uma equipe nomeada pelo prefeito
de Macapá, sob a coordenação
do secretário Edir Pacheco
que fez questão de lembrar
que a volta dos oficiais aconteceu
em razão do sucesso que a esquadrilha
fez durante a última apresentação.
Durante entrevista à imprensa,
os oficiais informaram que um dos
objetivos da esquadrilha da fumaça
é divulgar as atividades da
Força Aérea Brasileira
e divulgar principalmente o profissionalismo
da Aeronáutica em todo o Brasil.
De acordo com os oficiais da FAB e
a equipe de coordenação
do evento, a idéia é
atrair o máximo de pessoas
possível para a apresentação
da esquadrilha que será rea-lizada
no dia 26 de agosto em horário
a ser divulgado posteriormente.
A lista de eventos da esquadrilha,
disponível na internet, informa
que antes de vir ao Amapá,
os pilotos se apresentam na cidade
de Georgetown - Guiana - no dia 24
de agosto. Em Macapá os oficiais
farão a apresentação
de número 3.190. As manobras
aéreas deverão ser executadas
com aviões Tucano T-27 da Força
Aérea Brasileira, utilizados
pela esquadrilha para esse tipo de
evento.
Os dois pilotos que vêm ao Amapá
são considerados de alto grau
técnico. O capitão e
piloto de patrulha Líbero Onoda,
33 anos, é ala direita externa.
Tem 3.450h de vôo; já
participou de 50 apresentações.
O também capitão de
patrulha Gil Eduardo Lima e Silva,
33 anos, atua como ala esquerda externa.
Ele já tem 3.850h de vôos.
Ele já participou de 120 demonstrações.
A Esquadrilha da Fumaça: Em
14 de maio de 1952, após um
intenso treinamento, nos intervalos
de almoço e nas folgas de instrução
de vôo de um seleto grupo de
instrutores, o Comandante da Escola
de Aeronáutica decidiu apresentá-los
publicamente, quando da realização
de uma cerimônia cívico-militar
que seria assistida por uma numerosa
delegação de oficiais
estrangeiros. Acontecia então
naquela data, o primeiro vôo.
Era o nascimento do Esquadrão
de Demonstração Aérea.
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ENTREVISTA
- Ronaldo Modesto
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EMTU
BUSCA PARCERIAS COM
O EMPRESARIADO LOCAL
Apesar de inúmeras reclamações
de empresários e condutores
de veículos de Macapá,
as mudanças que estão
sendo realizadas no trânsito
da capital têm como principal
objetivo levar melhorias para o sistema,
já que o índice de acidentes
na cidade é muito grande. Para
o presidente da Empresa Municipal
de Transportes Urbanos (EMTU), Ronaldo
Modesto, toda mudança gera
um certo desconforto, mas as mudanças
são necessárias e devem
ter o apoio de toda a comunidade.
Mudanças
no trânsito
Diário
do Amapá:
- Como estão as atividades
da EMTU?
Ronaldo Modesto:
- Olha, nossas atividades estão
centradas nas mudanças determinadas
pelo prefeito no trânsito de
Macapá para trazer melhorias
à capital.
Diário do Amapá:
- Na EMTU, há cinco meses,
houve avanços em sua administração?
Ronaldo Modesto:
- Com certeza, podemos dizer que os
principais foram a implantação
de novas sinalizações
e as mudanças em alguns trechos
considerados complicados, como sinalização
em áreas de conflito.
Diário do Amapá:
- Como é que funciona esse
sistema?
Ronaldo Modesto:
- Esse tipo de sinalização
foi criada para facilitar a travessia
em vias coletoras. Temos várias,
como: Santos Dumont e Leopoldo Machado.
O condutor deve aguardar o sinal para
fazer a travessia de forma segura.
Diário do Amapá:
- E as rotatórias?
Ronaldo Modesto:
- O sistema de rotatórias criado
no Araxá e na Rua Hildemar
Maia serve para esvaziar o amontoado
de veículos em locais e ainda
reduzir o número de acidentes
fatais. Apesar do impacto, o sistema
vem dando certo.
Diário do Amapá:
- O trânsito próximo
à Vila dos Oliveiras está
complicado, você tem conhecimento?
Ronaldo Modesto:
- Sim, um contorno na área
próxima à Vila dos Oliveiras
e a implantação de um
semáforo estão sendo
pro-videnciados para facilitar o acesso
aos arredores.
Diário do Amapá:
- As mudanças vêm contrariando
empresários. É verdade?
Ronaldo Modesto:
- Estamos viabilizando uma grande
parceria com empresários para
que as mudanças sejam respaldadas
e efetivamente com justiça.
Diário do Amapá:
- E os guardas municipais vêm
dando muito trabalho?
Ronaldo Modesto:
- Os pro-blemas são muitos,
mas é preciso que as pessoas
denunciem. Só assim poderemos
tomar as medidas necessárias.
Nós não podemos ser
coniventes com isso.
Diário do Amapá:
- O que pensa a EMTU sobre o trânsito
próximo à Lagoa dos
Índios e as Faculdades alí
existentes?
Ronaldo Modesto:
- Está sendo estudada a implantação
de um binário (sistema moderno
de escoamento do trânsito).
Várias opções
estão sendo analisadas, mas
temos que contar com uma parceria
entre o Gea e a PMM.
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Diagro
cadastra profissionais da cadeia produtiva
da carne
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Agência
de Defesa e Inspeção
Agropecuária do Amapá
(Diagro) iniciará no dia primeiro
de agosto o cadastramento de profissionais
e empresas que atuam na cadeia produtiva
da carne e de seus subprodutos no
Estado.
A medida faz parte do controle da
sanidade animal, visando garantir
a procedência da carne que vai
para a mesa do consumidor.
O credenciamento é direcionado
para todos os profissionais que trabalham
na produção e comercialização
de carne no Estado, como donos de
açougues, marchantes, matadouros
e ainda donos de ca-minhões
boiadeiros, caminhão-baú,
lanchas e barcos que transportam gado.
A partir do cadastro a Diagro vai
poder intensificar a fiscalização.
Os profissionais e empresas que não
fizer o seu cadastramento junto à
Diagro serão impedidos de comercializar.
Quanto aos esta-belecimentos que vendem
ao consumidor final, a fiscalização
ficará a cargo da vigilância
sanitária.
De acordo com o responsável
pelo cadastramento Álvaro Renato
da Silva, após o cadastramento,
a Diagro em parceria com o Conse-lho
de Medicina Veterinária do
Estado do Amapá, realizará
um treinamento de boas práticas
de fabricação (BPT)
para quem atua na cadeia produtiva
da carne, após a conclusão
do treinamento os mesmos irão
receber um certificado de qualidade
e terão acompanhamento da Agência.
Renato informou também que
serão realizadas palestras
educativas sobre higiene e inspeção
de alimentos de produto animal, nas
escolas, faculdades e universidades,
para orientar a população,
sobre o que deve ser observado quando
forem comprar carnes.
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Governo
do Amapá promove Ação
Educativa em museus
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O
Governo do Amapá, por meio
da Secretaria de Estado da Cultura
e do Departamento de Museus e Centros
Culturais do Iphan/Minc, promoverá
a Oficina Ação Educativa
em Museus. O evento acontecerá
de 28 a 30 deste mês nos horários
de 8h às 12h e das 14h às
18h no auditório do Museu Sacaca,
na avenida Feliciano Coelho, 1509,
bairro do Trem.
A oficina tem como objetivo construir
propostas de ação conjunta
a partir da realidade e da experiência
dos participantes e elaborar um cronograma
de ação de atividades
conjuntas a serem desenvolvidas entre
museus, escolas, Secretaria de Estado
da Educação (Seed) e
demais instituições
convidadas: UEAP, Seafro, Sinsepeap,
IPHAN-AP, Conselho Estadual de Educação
do Amapá, Conselho Permanente
de Valorização dos Profissionais
da Educação Básica,
Seicom, Iepa, Radio Difusora, Secretaria
Municipal de Cultura de Serra do Navio
e de Mazagão e Coordenadoria
Municipal de Cultural de Macapá.
A oficina será ministrada pela
museóloga, Maria Célia
Teixeira Moura Santos, que é
referência nacional na temática
de Educação Patrimonial.
Maria Célia é Mestre
e Doutora em Educação
e professora de Pós Graduação
da Universidade de Lusófona
de Humanidades e Tecnologias, em Lisboa-Portugal.
Conteúdo – Teoria e Prática
da Ação Educativa em
Museus; Museus, Educação
e Patrimônio: Desafios Contemporâneos;
Antecedentes históricos da
relação entre Educação
e Museu; Ações Educativas
nos Museus e Correntes Pedagógicas;
Programas Museus e Escolas, Museus
e Professores, Museus e Comunidades;
Os Museus e o Ensino das Artes, dos
Ofícios e das Ciências;
Museu, Educação e Cidadania:
o Compromisso Social.
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