Empresas de ônibus firmam Termo de Compromisso com a PMM

Fátima Pelaes atua na Câmara Federal em defesa dos enfermeiros brasileiros  Prefeito de Macapá, Roberto Góes, dá entrevista após assinatura de Termo de Acordo, ontem

A prefeito de Macapá, Roberto Góes, assinou na tarde de ontem, 2, na sala de reuniões da PMM, Termo de Acordo firmado com as empresas que exploram o serviço de transporte coletivo na capital. Participaram da assinatura os representantes das empresas e os diretores da EMTU e Setap. De acordo com o prefeito, esse termo é assinado após seis meses de muitas conversações. O gestor municipal declarou que a intenção da Prefeitura é oferecer um serviço de qualidade aos usuários do sistema. Dentro das exigências da Prefeitura em relação às empresas estão a colocação de novos veículos; regularidade nos horários; recolhimento do Imposto Sobre Serviço (ISS), cujas dívidas hoje dessas empresas junto à Prefeitura chegam a um total de R$ 11 mi-lhões, dentre outros pontos.
Roberto Góes disse que os técnicos estão revendo essas dívidas que devem ser compensadas com a assinatura do Termo de Compromisso. "É possível que haja essa compensação uma vez que as empresas se disponibilizaram em ajudar na sinalização e na compra de novos semáforos. Parte dessa compensação será feita com a compra de 20 novos e modernos semáforos que serão comprados por essas empresas e repassados ao município. De acordo com o documento eles tem 30 dias a partir desta data para fazer a compra desses equipamentos. Também ficou acordado que as empresas irão efetuar a compra de tinta asfáltica bem como de placas sinalizadoras" disse o prefeito.
As empresas também, segundo o do-cumento, se comprometeram em recuperar e zelar pelos terminais de passageiros de todos os bairros de Macapá. Outro anuncio importante é o lançamento de 50 novos carros na praça que estarão rodando até o dia 15 de julho. Na conversação também está estabelecido que a venda de bilhetes eletrônicos será descentralizada, ou seja, serão implantados postos de atendimento na zona sul (Siac-Superfácil), no centro da cidade e ainda em lojas, supermercados e casas lotéricas que serão devidamente credenciados pra realizar o trabalho. Hoje essa venda está concentrada unicamente no Setap.
O prefeito concluiu a entrevista coletiva afirmando que estão em andamento a construção de 200 terminais de passageiros. A dívida de R$ 11 milhões das empresas sofreram corte nas multas e juros e ficaram em R$ 8 milhões. Esse di-nheiro será aplicado na construção do terminal de integração onde todas as linhas terão que passar obrigatoriamente. "São avanços importantes que estamos tendo. Mas é preciso que haja esse entendimento. Estamos fazendo nossa parte para que a população possa de fato usufruir de um transporte eficiente e humanizado" concluiu o prefeito. (Elden Carlos)

w

Preço dos combustíveis cai novamente em junho, aponta ANP

O preço médio da maioria dos combustíveis nos postos teve novo recuo em maio na comparação com o mês anterior, segundo dados do levantamento nacional de preços feito pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis).
Com exceção ao GLP (gás de cozinha), todos os combustíveis pesquisados pela ANP tiveram preços reduzidos ao longo do mês passado, em comportamento semelhante aos apresentados desde março.
Apesar da redução de preços feita pela Petrobras na gasolina e no diesel no início de junho – minimizado em parte pelo aumento na cobrança do Cide (Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico, tributo incidente sobre os combustíveis) – os combustíveis não foram os que tiveram as maiores quedas de preços na bomba.
O preço médio que mais caiu no mês foi o do GNV (gás natural veicular), com recuo de 3,24%, para R$ 1,612 por metro cúbico. Os menores preços médios foram encontrados nos estados de Amazonas (R$ 1,399), Rio de Janeiro (R$ 1,48) e Rio Grande do Norte (R$ 1,508), e os maiores no Piauí (R$ 2,09), Mato Grosso (R$ 1,853) e Rio Grande do Sul (R$ 1,847). O preço médio em São Paulo em maio foi de R$ 1,609 – queda de 6,78% sobre maio.

w

Governo coloca lista com 1 milhão de devedores da União na internet

Os contribuintes que possuem dívidas com a União sendo executadas na Justiça terão, a partir de agora, seus nomes colocados na internet. A lista com o nome de 1,034 milhão de empresas e pessoas físicas já está disponível no site da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).
De acordo com o último dado divulgado pela Procuradoria, estão em execução as dívidas de mais de 2 milhões de contribuintes, em um total de R$ 650 bilhões.
Mas nem todos foram incluídos nessa lista. Ficam de fora, por exemplo, aqueles que estão inscritos em algum programa de pagamento parcelado ou que conseguiram suspender o processo na Justiça.
De acordo com a PGFN, a divulgação desse tipo de lista está prevista no Código Tributário Nacional e no Código de Defesa do Consumidor.
Consulta – Os dados podem ser consultados por qualquer pessoa e incluem nome do devedor principal e dos corresponsáveis e respectivos números de CPF e CNPJ.
Os detalhes sobre a dívida, no entanto, só podem ser acessados pelo próprio devedor, por meio do site da PGFN.
A Procuradoria ainda prepara a inclusão da lista dos devedores do INSS, devido à necessidade de retirada dos débitos prescritos há mais de cinco anos.
No começo do ano, o go-verno já havia perdoado também 1 milhão de contribuintes com dívidas antigas de até R$ 10 mil.

w

Preço ao consumidor recua em seis de sete capitais

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) apresentou recuo em seis das sete capitais pesquisadas para a formação do indicador, informou nessa quinta-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas).
O dado consolidado, divulgado ontem, apontou inflação de 0,12% na quadrissemana até 30 de junho, abaixo do 0,39% registrado em maio e do 0,20% na última pesquisa, encerrada em 22 de junho.
Com esse resultado, o IPC-S acumula no ano variação de 2,66% e, nos últimos 12 meses, de 4,87%. Em 2008, a taxa acumulada pelo índice entre janeiro e junho foi de 3,84% e nos 12 meses até junho de 2008, 5,96%.
As seis capitais que apresentaram desacele-rações ante a leitura de 22 de junho foram Belo Horizonte (de 0,24% para 0,19%), Porto Alegre (de 0,19% para 0,09%), Recife (de -0,03% para -0,12%), Rio de Janeiro (de 0,32% para 0,24%), Salvador (de 0,68% para 0,28%) e São Paulo (de 0,04% para 0,02%).
A única capital que não registrou decréscimo na variação do índice foi Brasília. Na capital federal, os preços ao consumidor se mantiveram em alta de 0,25%.

w

Indústria recupera perdas, mas produção retorna aos níveis de 2006

O resultado da produção industrial de maio, que avançou 1,3% sobre abril, confirma o quadro de recuperação da indústria, mas as perdas frente ao período pré-crise ainda são significativas.
Embora registre cinco altas seguidas neste ano, a indústria retrocedeu, desde setembro, a níveis de produção semelhantes aos que eram verificados em junho de 2006, segundo dados da PIM (Pesquisa Industrial Mensal) divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Ao se avaliar o quadro desde o agravamento da crise econômica, pode-se considerar que a indústria está em evolução. Nos primeiros baques da produção, no fim do ano passado, a indústria retornou a patamares de 2004. No mês retrasado, o nível de produção já era semelhante ao que era observado em abril de 2005.
“Isso mostra que a indústria está andando. Há uma recuperação, e ela é contínua, o que é mais importante”, afirmou a gerente da PIM, Isabella Nunes. Ela frisou que o desempenho de maio foi puxado pela produção de bens duráveis e de intermediários.
Desde setembro, a indústria acumula perdas de 13,8%. Ao longo de 2009, no entanto, as seguidas taxas positivas resultam num ganho de 7,8% frente a dezembro. Esta recuperação vem sendo puxada pela indústria automobilística, que responde pela maior parte do crescimento de 64,9% na produção de veículos automotores (inclui ainda motos, ônibus e caminhões) observada de janeiro a maio. Se for levado em consideração os dados desde setembro, a produção deste segmento ainda tem perdas de 24,9%.
A retomada da produção automobilística, na esteira de desonerações fiscais dadas pelo governo, fez com que a produção de bens duráveis acumulasse ganho de 63,5% este ano. Desde setembro, no entanto, tal produção tem queda acumulada de 16%.

w

Nível de ocupação cai mais entre mulheres no período de crise

O nível de ocupação entre as mulheres caiu mais que entre os homens nesta crise econômica. Estudo divulgado nessa quinta-feira pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do governo federal mostra que de outubro de 2008 a abril deste ano a queda foi de 3,1% para as mulheres e de 1,6% para os homens.
A maior queda na ocupação feminina ocorreu entre as empregadas sem carteira assinada no setor privado (-13,53%, contra uma queda de 10,1% entre homens na mesma situação), conforme o estudo intitulado "A Crise Econômica Internacional e os (Possíveis) Impactos sobre a Vida das Mulheres". Entre os trabalhadores com carteira assinada, a taxa de ocupação caiu 0,6% entre mulheres e cresceu 0,82% entre homens.
Por outro lado, cresceu 8,9% a ocupação feminina sem remuneração, contra uma queda de 13,7% nesse tipo de trabalho executado por homens.
"Uma das hipóteses é a de que as mulheres antes empregadas em outras ocupações, desempregadas ou inativas tenham tido que se inserir nos empreendimentos familiares, talvez substituindo trabalhadores que tiveram que ser desligados, na condição de colaboradoras, que trabalham, mas não têm renda própria", informa a pesquisa.
Setores – Na análise dos setores mais atingidos pela crise, a indústria de transformação teve redução de 7,41% na mão de obra masculina e de 4,22% na feminina, mas com grandes variações entre os diferentes segmentos da indústria.
Na construção civil, houve queda de 3,54% na ocupação masculina e elevação de 2,96% na ocupação feminina. Na agropecuária, foi registrada redução de 22,48% nos postos de trabalho femininos e de 10,71% entre os homens.
Os setores de comércio e serviços foram aparentemente menos afetados pela crise econômica internacional, com crescimento do emprego formal, ainda que em menor ritmo do que nos meses anteriores à crise.
No comércio, entre ou-tubro de 2008 e abril de 2009 foram criadas 52.278 vagas, contra 247.568 entre outubro de 2007 e abril de 2008. No setor de serviços, foram abertos 126.839 postos de trabalho, contra 399.394 no ano anterior.

w

Inscrições do programa Minha Casa, Minha Vida são encerradas hoje

As inscrições do programa Minha Casa, Minha Vida do go-verno federal são encerradas oficialmente nesta sexta-feira, 3, no Amapá. Até ontem, quinta-feira, 2, a Secretaria de Estado da Infra-estrutura (Seinf) havia recebido cerca de 23 mil inscrições nos três postos de atendimento que foram instalados para receber os candidatos ao sonho da casa própria. A informação é da Coordenadora de Habitação da Seinf, Anna Izabel Albuquerque. Inicialmente o programa está prio-rizando pessoas com renda de zero a três salários mínimos e que não tenham nenhum imó-vel ou cadastro em programas habitacionais dos Governos Fe-deral, Estadual ou Municipal.
Desde o inicio das inscrições no dia 8 de junho, a Seinf contabilizou uma média de 1,2 mil inscritos por dia. Os postos de inscrições funcionam no Centro de Ensino Profissionalizante do Amapá (Cepa), no Buritizal; Centro de Convenções Azevedo Picanço, no Centro; e no Superfácil da zona norte.
Anna Izabel ressaltou que nesta sexta-feira, 3, último dia de inscrição, o atendimento será o mesmo estabelecido nos dias anteriores, das 8 às 18 horas. Izabel citou que o Governo do Estado estuda a possibilidade de estender as inscrições pela internet através do site oficial do Estado: www.amapa.gov.br que está recebendo inscrições desde quarta-feira,1.
A Coordenadora de Habitação explicou que o papel do Governo do Estado no programa Minha Casa, Minha Vida, se restringe à realização das inscrições das pessoas interessadas em comprar os imóveis e a doação à Caixa Econômica Federal (CEF) dos loteamentos onde as casas serão construídas. As áreas previstas ficam localizadas no Marabaixo e BR-156. A seleção dos beneficiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida será feita exclusivamente pela CEF.

w

Unifap e MPBA celebram convênio em favor da história e da cultura

A Mineração Pedra Branca do Amapari firmou convênio com a Universidade Federal do Amapá (Unifap) para garantir a continuidade do trabalho de registro, análise e guarda de todo material arqueológico encontrado na área do projeto Amapari. Esse trabalho teve início em 2005. O convênio celebra a contratação de mais dois profissionais para compor a equipe de arqueologia.
O coordenador das atividades, o arqueólogo Prof. Edinaldo Pinheiro Nunes, selecionou dentre os alunos de arqueologia da UNIFAP dois técnicos que vão contribuir na agilidade e qualidade do trabalho de seleção, cadastramento e guarda dos materiais.
Todos os vestígios arqueológicos, como fragmentos cerâmicos e artefatos de pedra polida resgatados em trabalho de campo estão sendo catalogados e analisados no laboratório do Centro de Estudos e Pesquisas Arqueológicas da universidade.
Lâmina – No convênio, a MPBA é responsável por fornecer todos os recursos financeiros e materiais necessários para realização do trabalho. Em contrapartida a Unifap disponibiliza o recurso intelectual, ou seja, profissio-nais capacitados e especializados em arqueologia para coordenar, acompanhar, dar apoio técnico em todas as etapas do plano de resgate arqueológico.
Durante as atividades no Projeto Amapari, já foram identificados 19 sítios arqueológicos do tipo pré-colonial a céu aberto.
Todo este trabalho é parte integrante dos estudos ambientais realizados pela MBPA e apresentados e aprovados aos órgãos ambientais do Estado. Além disso, em 2005 a empresa adquiriu a permissão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para realização de coleta, análise e guarda do material arqueológico da área de seu empreendimento.
De acordo com Marta Rocha, gerente de meio ambiente da MPBA, "todo o trabalho, de resgate arqueológico é rea-lizado com total cumprimento às normas e procedimentos legais exigidos pelas instituições responsáveis, o que garante a legitimidade e a credibilidade de todo o processo".
Para a MPBA o resgate arqueológico é uma importante contribuição para a preservação e o fortalecimento da história e da cultura amapaense, vindo, portanto confirmar seu compromisso com o Estado onde está instalada.

w

Dupla | Graça Creão e Dílson Ferreira foi eleita com larga margem de vantagem

A eleição para escolha dos novos representantes da classe médica do Amapá no Conselho Fe-deral de Medicina (CFM) foi realizada durante essa quarta-feira (01/07). A eleição ocorreu por meio do voto direto. Duas chapas concorreram ao cargo, a dos médicos: Dardeg de Souza Aleixo (efetivo) e Edward Eyi Foster (suplente) e a dos médicos Maria das Graças Creão Salgado (efetivo) e Dílson Ferreira da Silva (suplente).
A chapa composta pela médica Graças Creão Salgado e pelo médico Dílson Ferreira da Silva foi eleita com 239 votos. A chapa dos médicos Dardeg de Souza Aleixo e Edward Eyi Foster obteve 94 votos. O mandato dos novos membros do CFM terá a duração de cinco anos e se iniciará em outubro de 2009, com término em setembro de 2014.
A eleição ocorreu em todo o Brasil. Cada Estado da Federação e o Distrito Federal elegeram um conselheiro federal efetivo e um conselheiro federal suplente. O CFM é um órgão que possui atribuições constitucionais de fiscalização e normatização da prática médica. Criado em 1951, sua competência inicial reduzia-se ao registro profissional do médico e à aplicação de sanções do Código de Ética Médica.
Atualmente, o Conselho Federal de Medicina exerce um papel político muito importante na sociedade, atuando na defesa da saúde da população e dos interesses da classe médica. De acordo com o presidente do Cremap, Dorimar dos Santos Barbosa, os novos conselheiros vão ajudar na importante missão de preservar o exercício da Medicina. “Eles terão um trabalho de fundamental importância, que será a colaboração na hora de supervisionar as normas de ética profissional e zelar pelo perfeito desempe-nho da profissão”, ressaltou o presidente do Cremap.

w

Estado e Caixa Econômica assinam documento que beneficia as 322 famílias da EGO

Terminou na manhã de ontem, 2, o sofrimento e a dura bata-lha das 322 famílias do Conjunto da EGO que buscavam uma alternativa justa para poder financiar seus imóveis que, aos olhos da Caixa Econômica Federal, estavam inadimplentes. O governador do Estado do Amapá, Waldez Góes, e o vice-presidente nacional da Caixa Econômica Federal, Carlos Borges, assinaram durante cerimônia realizada no Palácio do Setentrião o contrato que repassa esses imóveis em definitivo para essas famílias.
A assinatura do contrato coloca fim a um impasse que começou na década de 90. As casas começaram a ser construídas pela Empresa Geral de Obras, do Ceará. Porém, problemas financeiros levaram a empresa a de-cretar falência e, consequentemente, a abandonar a obra. Por conta disso, os imóveis foram ocupados. A partir daí, iniciou-se uma batalha judicial para determinar a propriedade dos imóveis.
A superintendente regional da Caixa no Amapá, Maria Celeste, disse que um dos maiores entraves nas negociações com o Estado foi criar mecanismos que pudessem contemplar as famílias que não tinham renda declarada, ou seja, aos olhos do banco, não tinham condições de fazer o financiamento.
As autoridades que se pronunciaram foram categóricas ao afirmar que esse impasse só começou a ser sanado a partir do momento em que se comprovou que essa era uma questão social muito séria. O presidente da Associação dos Moradores do Residencial Jardim Marco Zero, Wladimir Cu-nha, destacou a intervenção do senador da República, Gilvam Borges, que atuou diretamente como mediador no caso. Após muitas reuniões finalmente o impasse foi resolvido. De acordo com o vice-presidente nacional da Caixa, das 322 famílias que moram no conjunto, 20 irão pagar à vista. As demais poderão financiar os imóveis em até 20 anos. Sendo que 67 delas vão ter as unidades financiadas com apoio do Estado. Ou seja, o governo vai depositar uma caução no valor do imóvel. Uma espécie de garantia do pagamento da dívida. Cada casa foi avaliada em R$ 20 mil sem considerar o tempo e nem os investimentos feitos nos imóveis. Muitas famílias vão utilizar o FGTS como forma de pagamento, garantindo com isso parcelas ainda menores.
O governador Waldez Góes anunciou também que as custas cartorárias serão pagas pelo Estado, fazendo com isso que nenhum empecilho pre-judique o processo.
O governador declarou que agora vai começar uma outra corrida. Ele se referia a outras dezenas de famílias que se instalaram em áreas dentro do conjunto. Waldez deverá sentar com o prefeito de Macapá, Roberto Góes, para juntos criarem ferramentas necessárias para resolver a regularização também dessas famílias que estavam fora do projeto original.

w

Governador diz que agora começa segunda fase de negociações para benefício de outros moradores

O governador do Amapá, Waldez Góes, declarou em seu discurso que vencida a primeira etapa na qual estão sendo devidamente beneficiadas 322 famílias, o governo já se organiza para sentar à mesa com o prefeito de Macapá, Roberto Góes, onde juntos irão em busca de soluções o caso de outros imóveis que surgiram posteriormente dentro da área. O governador disse ter interesse em regularizar esses imóveis.
"Esse problema está totalmente resolvido. Nós traba-lhamos em cima de três pontos fundamentais nesse processo que foram à questão da infraestrutura para que os lotes fossem considerados urbanizados; o posicionamento do Estado como avalista das famílias que ocupavam muitos imóveis mais não tinham como comprovar renda e ainda a questão cartorária. Hoje estamos pagando essas custas cartorárias no sentido de que nenhuma família fique de fora das linhas de crédito e financiamento por falta de documentação" explicou o governador.
Quanto às demais famílias que surgiram "pós-invasão", Waldez foi convicto em afirmar que o problema também será tratado com a mesma seriedade. "Primeiro resolvemos o problema das 322 famílias que estavam dentro desses imóveis. O segundo passo será dar solução para os outros lotes. Creio que tudo será resolvido, sim, e muito em breve estaremos com essa área totalmente regularizada e reordenada" concluiu o governador.

w

Vice-presidente nacional da Caixa Econômica diz que novas linhas de crédito serão abertas

Carlos Borges, vice-pre-sidente nacional da Caixa Econômica Federal que veio ao Amapá exclusivamente para assinar o documento, disse que a partir desse momento a Caixa estará abrindo várias linhas de crédito com modalidades de juros diferenciadas que são consideradas hoje no mercado financeiro as mais baixas do país. "Essa é uma data histórica para todos nós. Hoje estamos devolvendo, após muitos entendimentos, a tranqulidade e principalmente a dignidade a essas famílias que conviviam com esse impasse por longos anos. Além do ato que repassa os imóveis para as famílias beneficiadas, nós estamos anunciando ainda um pacote de linhas de credito que poderão ser acessadas por essas pessoas a juros muito reduzidos. Assim elas poderão realizar, por exemplo, as sonhadas reformas ou ampliações necessárias. Elas sabem que a partir de agora vão estar investindo de fato em algo que é seu e isso é muito gra-tificante para a Caixa também. Creio que estamos cumprindo com nosso papel social, que, aliás, é uma das principais bandeiras da Caixa" encerrou o vice-presidente nacional.

w

Gilvam declara ter convivido com o drama pelo qual as famílias passaram nesse período

O senador Gilvam Borges (PMDB) declarou estar em estado de graça pelo momento que, segundo ele, é de congraçamento entre as famílias e os agentes públicos. "Estamos comungando dessa felicidade que se espa-lha por entre essas famílias. Quando fui procurado pelo grupo de moradores eu fiquei muito sensibilizado com o drama que cada família, na sua intimidade individual vinha passando. Naquele momento eu assumi o compromisso de buscar entendimentos com os órgãos públicos. Graças a Deus nós tivemos o emprenho do Estado através do governador Waldez Góes que conduziu o processo com maestria. Ele chamou para si a responsabilidade e isso foi decisivo. Quero aqui reconhecer o trabalho da Justiça Federal que atuou, sobretudo, de forma humana nesse caso.
O Juiz Anselmo tomou uma decisão que de imediato parecia prejudicar essas famílias, mas ao final todos entenderam qual era sua real intenção. Muitas foram às reuniões, aqui no Estado, em Brasília para que esse momento se consolidasse. E já estamos sendo convocados pelo governador para abraçar a causa das outras famílias que se instalaram dentro da área e que também precisam ter a situação regula-rizada. De forma que essa é a nossa missão e todas as vezes que o povo chamar nos vamos atender esse chamado de imediato, por que entendemos que fomos eleitos para isso, para buscar as melhorias necessária para o cidadão e para o nosso Estado" encerrou o senador.

w

Para a Associação de Moradores, assinatura significa o dia da “Liberdade”

"Hoje é o dia da consagração e da real liberdade". Foram essas as primeiras palavras proferidas pelo presidente da Associação de Moradores do Residencial Jardim Marco Zero, Wladimir Cunha. Num discurso emocionado ele retratou as dificuldades e sobressaltos que as famílias envolvidas no processo passaram no decorrer desses anos de batalha judicial. "Hoje só podemos comemorar por que há alguns meses atrás estávamos na eminência de sermos despejados por força de uma ação judicial. Felizmente a Justiça Federal teve essa sensibi-lidade de se posicionar a favor do social. Após esses quinze anos de luta finalmente essa noite de hoje será a primeira vez que vamos deitar a cabeça no travesseiro sem imaginar que a qualquer hora vamos receber uma ordem de despejo" disse o presidente.
Ele reconheceu o emprenho do governo do Estado, da Justiça Federal, da bancada federal através do senador Gilvam Borges, da Assembleia Legislativa que teve na figura do deputado Dalto Martins um papel muito importante, e, de tantos outros órgãos e pessoas que se uniram para que esse momento pudesse finalmente ser consagrado. Wladimir declarou que sempre acreditou na seriedade e no compromisso com o social que a Caixa Econômica tem com o país. "Esse documento nos dá o direito de viver com dignidade a partir de agora" disse Wladimir.

Entrega
A primeira família a receber a certidão de quitação da Caixa Econômica Federal foi a de Maria de Nazaré. A entrega ocorreu durante a cerimônia ontem. Ela recebeu o documento das mãos do governador Waldez Góes e do vice-presidente da CEF, Carlos Borges. Muito emocionada, ela relatou em poucas palavras o sentimento ora vivido. Como a se-nhora poderia resumir esse dia? " Dignidade. Vivemos por todo esse tempo atormentados pelo fantasma do despejo e agora passamos a ter a certeza de que vivemos uma nova vida. É só alegria. Posso dizer agora que vou sair daqui para a minha casa" relatou com os olhos transbordantes de lágrimas. Maria de Nazaré mora com o marido no imóvel. Ela foi uma das pessoas que optou por fazer o pagamento à vista do imóvel.

w

Sete divulga balanço final do Arraiá no Meio do Mundo

Aconteceu no período de 21 a 28 de junho, no Parque de Exposições da Fazendinha, o II Arraiá no Meio do Mundo realizado pelo governo do Estado. Sob coordenação da Secretaria de Estado Trabalho e Empreendedorismo (Sete), 225 empreendedores participaram do evento, entre eles empreendedores da alimentação, artesanato e vendedores ambulantes diversos e, de acordo com os relatórios de venda apresentado pelos mesmos, a movimentação econômica da maior festa ju-nina da Amazônia foi de 282 mil. Além da renda extra obtida pelos empreendedores a Sete também comemora o significativo número de 448 ocupações temporárias geradas pelo evento.
A Sete fomenta em todos os eventos de curto prazo e festivais os micro empreendedores através da linha de crédito Hot Money do Fundo de Apoio ao Microempreendedor e ao Desenvolvimento do Artesanato do Amapá (Fundmicro). Para o Arraiá no Meio do Mundo 11 empreendedores foram financiados, no montante de R$ 9.200,00, recurso que está contribuindo para a elevação do faturamento desses traba-lhadores.
Na área do trabalho a Sete esteve presente com os serviços do Sistema Nacional de Emprego (Sine-Ap), com a intermediação de mão-de-obra. Neste evento já foram colocados 177 trabalhadores com a prestação de serviços temporários entre eles, segurança, estacionamento, parque de diversões, pedreiros, encanador, eletricistas serviços gerais, artesanato, dentre outros. Além das intermediações pelo Sine, foram geradas 271 ocupações pelos empreendedores que comercializaram espaço para participar do evento

w

Obras do Superfácil zona sul ficam prontas em setembro

O governo do Amapá intensifica as obras de construção do prédio do Sistema Integrado de Atendimento ao Cidadão – Siac Superfácil, na zona sul da capital Macapá. A obra está sendo erguida no bairro Novo Buritizal, próximo a popular Feira Maluca. O investimento na obra ultrapassa de R$ 1, 5 mi-lhão (Recursos do Go-verno do Estado). A construtora é a empresa Santa Rita Engenharia Ltda.
Conforme a Secretaria de Estado da Infra-estrutura (Seinf) a obra do Superfácil zona sul terá o mesmo padrão de construção do prédio da instituição instalado no bairro centro. A enge-nheira civil da Seinf, Paloma Mont’Alverne, responsável pela obra, calculou que mais de 60% da construção já está pronta. A estimativa é que os serviços sejam finalizados até o mês de setembro deste ano. O prédio da Superfácil zona sul possui cerca de 1,7 mil metros quadrados de área construída. A obra gera cerca de 50 empregos diretos.
Para a diretora-pre-sidente do Superfácil, Zenaide Dutra Caldas, o novo prédio da instituição, que está sendo construído na zona sul, vai permitir a ampliação do atendimento de excelência e eficaz que hoje é prestado pelo sistema Siac a milhares de cidadãos no Estado.
Zenaide Dutra relembrou que atualmente o Governo do Estado dispõe de atendimentos Superfácil nos bairros Centro e São Lázaro, em Macapá, Santana e Laranjal do Jari. Em breve, o Governo do Estado inaugura o Superfácil de Tartarugalzinho.
Modelo – Outra importante obra que o governo do Estado está construindo na zona sul é uma escola estadual com 16 salas de aula. O investimento chega a R$ 4, 3 milhões. Trata-se de um prédio amplo e moderno com dois blocos de oito salas de aula cada, bloco administrativo, refeitório, banheiros e quadra poliesportiva. A obra é de responsabilidade da empresa Elos Enge-nharia Ltda. A previsão de entrega da escola é para o final deste ano.
Além da escola no bairro Universidade, o Governo do Estado está construindo mais três escolas estaduais modelos com padrões semelhantes nos bairros Araxá, em Macapá, orçada em R$ 4,2 milhões, Elesbão, em Santana, estimada em R$ 3,6 milhões e no bairro Vale Verde, em Fazendinha, obra de R$ 3,5 milhões. As quatro obras estão em andamento.

w

Sepi realiza curso de capacitação de manejo de açaí em aldeias indígenas

A Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi) em parceria com Instituto Estadual de Floresta do Amapá (IEF) realizam no período de 13 a 19 deste mês o Curso de Capacitação de Manejo de Açaí nas aldeias Açaizal e Samauma, no município de Oiapoque.
A ação tem o objetivo de for-talecer e incentivar a produção do açaí naquela região com qualidade e eficiência através de teoria e prática de manejo do produto. A capa-citação vai beneficiar cerca de 60 indígenas do município de Oiapoque.
O curso também oferece técnicas de como explorar melhor os produtos e armazena-los, além de oferecer condições à comunidades indígena de buscar fonte de financiamento e comercialização do produto.
De acordo com secretário dos Povos Indígenas, João Neves, o Governo do Estado busca cada vez mais estreitar a relação com os povos indígenas, prova disso foi à criação de um órgão especifico para atender as necessidades da comunidade indígena, promovendo assim a elevação da qualidade de vida. No inicio do ano, o Governo do Amapá ofereceu capacitação por meio do Programa Terceiro Forte e também inaugurou na comunidade de Kumarumã uma usina termoelétrica, além de promover investimentos nas áreas da saúde e educação.
O Amapá possui aproximadamente 12 mil índios e dez povos indígenas, cerca de 70% deles se concentram no município de Oiapoque.