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| Mantega diz que Brasil vai consolidar posto
de sexta maior
economia |
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O ministro
da Fazenda,
Guido Mantega,
comentou nesta
segunda-feira
(26), a pesquisa
que revelou
que o Brasil
ultrapassou
a do Reino Unido
e agora ocupa
o posto de sexta
maior economia
do mundo.
Na avaliação
do ministro,
o país
vai consolidar
essa posição
nos próximos
anos, mas pode
levar de 10
a 20 anos para
que os brasileiros
tenham um padrão
de vida semelhante
ao dos europeus.
Para o ministro,
o Brasil ainda
precisa aumentar
os investimentos
na área
social.
“Isso
significa que
nós vamos
ter continuar
crescendo mais
do que esses
países,
aumentar o emprego
e a renda da
população.
Nós temos
um grande desafio
pela frente”,
disse Mantega.
Segundo ele,
o país
caminha “a
passos largos”
para conquistar
esses objetivos.
Em nota divulgada
pelo Ministério
da Fazenda,
Mantega diz
que a economia
brasileiracontinuará
a crescer em
um ritmo maior
do que a dos
países
desenvolvidos,
principais afetados
pela crise financeira
mundial.
“Os países
que mais vão
crescer são
os emergentes
como o Brasil,
a China, a Índia
e a Rússia",
afirmou.
Para Mantega,
o Brasil tem
condições
de aumentar
a média
de crescimento
acima de 4%
nos próximos
anos, posicionando-se
ao lado da China,
Índia,
Rússia
e Coreia. Por
outro lado,
avalia que os
países
da Europa crescerão
entre 1,5% e
2% e os Estados
Unidos terão
dificuldade
em crescer mais
do que 2%.
"Dessa
maneira, essa
posição
vai ser consolidada
e a tendência
é de
que o Brasil
se mantenha
entre as maiores
economias do
mundo nos próximos
anos”,
disse o ministro
em nota divulgada
no site do Ministério
da Fazenda.
Mantega afirmou
que o desempenho
da economia
faz do Brasil
um país
“respeitado
e cobiçado”
por investidores
estrangeiros.
De acordo com
ele, os investimentos
estrangeiros
diretos no país
em 2011 devem
somar US$ 65
bilhões.
O ministro lembrou
que no período
de 2003 a 2010,
a economia brasileira
cresceu, em
média,
4% ao ano, incluindo
dois anos de
estagnação
(2003 e 2009).
Ele avalia que
em 2012 o país
começará
crescendo algo
em torno de
3,3% e mais
do que isso
nos próximos
anos. |
| Jornais britânicos registram que
PIB do Brasil
passou o do Reino
Unido |
| |
O Brasil ultrapassou
o Reino Unido
e conquistou
o posto de sexta
maior economia
do mundo, de
acordo com pesquisa
noticiada pelos
principais sites
e jornais britânicos
nesta segunda-feira
(26). É
a primeira vez
que o país
europeu fica
atrás
de uma nação
sul-americana,
destaca o "Daily
Mail".
O "crash"
bancário
de 2008 e a
subsequente
recessão
foram fatores
determinantes
para a queda
do Reino Unido,
segundo o "The
Guardian".
A publicação
ainda destaca
que a América
do Sul tem crescido
a partir das
exportações
para a China
e o Oriente.
"O Brasil
tem batido os
países
europeus no
futebol por
um longo tempo,
mas batê-los
na economia
é um
fenômeno
novo",
comparou Douglas
McWilliams,
CEO do Centro
de Pesquisas
para Economia
e Negócios
(CEBR, em inglês),
consultoria
responsável
pela pesquisa.
"O poder
de penetração
do Brasil como
um todo ultrapassou
a Grã-Bretanha
por causa do
enorme potencial
econômico
das pessoas
que ali vivem,
disse ao Daily
Mail o ex-conselheiro
de política
econômica
do governo britânico,
Peter Slowe.
"O Brasil
tem uma variedade
de recursos
naturais para
contar, bem
como do petróleo
e minerais na
Amazônia",
acrescentou.
Os Estados Unidos
encabeçam
a tabela atual
dos países
com os maiores
PIBs, à
frente de China,
Japão
e Alemanha.
Previsão
de Mantega
O ministro da
Fazenda, Guido
Mantega, disse
na quinta-feira
(22) que o crescimento
do Produto Interno
Bruto (PIB)
de 2011 deve
ficar entre
3% e 3,5%.
De acordo com
o ministro,
o Brasil terminará
este ano como
o sexto maior
PIB mundial,
com US$ 2,4
trilhões.
Ele informou
que o país
conseguirá
ultrapassar
a Itália
e ficará
atrás
dos Estados
Unidos, China,
Alemanha, Japão
e França.
Em 2010, o Brasil
foi a sétima
maior economia
do mundo. Para
2012, o BC estima
um crescimento
de 3,5%, enquanto
o ministro da
Fazenda prevê
uma expansão
entre 4% e 5%. |
| Balança comercial tem superávit
de US$ 740 milhões
na parcial do
mês |
| |
|
A balança
comercial registrou
um saldo positivo
(exportações
maiores do que
importações)
na quarta semana
de dezembro
no valor de
US$ 740 milhões,
entre os dias
19 e 25 de dezembro,
segundo números
divulgados pelo
Ministério
do Desenvolvimento,
Indústria
e Comércio
Exterior (MDIC)
nesta segunda-feira
(26).
o período,
as exportações
somaram US$
5,286 bilhões
-- com média
de US$ 1,057
bilhão
por dia útil
-- e as compras
do exterior
totalizaram
US$ 4,546 bilhões,
ou média
de US$ 909,2
milhões
por dia útil.
Pela média
diária,
as vendas externas
apresentaram
alta de 6,2%
sobre dezembro
do ano passado,
de acordo com
dados do Ministério
do Desenvolvimento.
Parcial de dezembro
Com o resultado
da balança
comercial da
semana passada,
o saldo parcial
de dezembro
até o
dia 25 deste
mês está
positivo (com
mais vendas
externas do
que importações)
no valor de
US$ 870 milhões.
Acumulado de
2011
Na parcial de
janeiro a 25
de dezembro
deste ano, de
acordo com o
governo, o superávit
da balança
comercial brasileira
somou US$ 26,844
bilhões.
Com isso, houve
crescimento
de 43,1% sobre
o mesmo período
do ano passado,
quando somou
US$ 16,58 bilhões.
O aumento do
saldo comercial
neste ano está
relacionado,
principalmente,
com a elevação
dos preços
das chamadas
"commodities"
(produtos básicos
com cotação
internacional,
como alimentos,
petróleo
e minério
de ferro, entre
outros) no mercado
externo. Com
o preço
em alta, as
vendas externas
se tornam mais
rentáveis
- o que aumenta
o valor das
exportações.
As exportações
brasileiras,
de acordo com
o Ministério
do Desenvolvimento,
somaram US$
250,333 bilhões
no acumulado
deste ano, com
crescimento
de 26,4% sobre
igual período
de 2010. Ao
mesmo tempo,
as importações
totalizaram
US$ 223,489
bilhões
na parcial de
2011, com elevação
de 24,7% sobre
o mesmo período
do ano passado.
Ano de 2010
e previsões
Em 2010, com
o forte crescimento
das importações,
fruto do elevado
ritmo de crescimento
da economia
brasileira (7,5%)
e do dólar
baixo - fator
que encarece
as vendas externas
e tornam as
compras do exterior
mais baratas
- o saldo comercial
ficou positivo
em US$ 20,27
bilhões,
o valor mais
baixo em oito
anos.
O desempenho
da balança
comercial em
2011 tem surpreendido
os analistas,
visto que, no
início
deste ano, o
mercado financeiro
acreditava que
o superávit
ficaria abaixo
de US$ 9 bilhões.
Com os bons
números
dos últimos
meses, este
dado tem sido
constantemente
revisado para
cima.
Os economistas
de instituições
financeiras
acreditam atualmente
que, mesmo com
um crescimento
menor da economia
(cerca de 2,9%)
e com um dólar
baixo registrado
em boa parte
deste ano, a
balança
comercial brasileira,
principalmente
por conta da
alta dos preços
das "commodities",
deve registrar
um saldo positivo
de US$ 29 bilhões
neste ano.
il. |
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