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São-paulinos
querem usar experiências anteriores
para novo título
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Atacante
aponta favoritos ao título
e relembra dois últimos anos
Uma semana depois de serem eliminados
pelo Fluminense na Copa Li-bertadores,
os jogadores do São Paulo já
encontraram uma maneira de se motivarem
para o decorrer do Campeonato Brasileiro.
As experiências vividas em 2006
e 2007, segundo os atletas, servirão
de combustível para a seqüência
da equipe na temporada.
Em 2006, o São Paulo perdeu
a final do torneio continental para
o Internacional. Aquele foi o primeiro
momento de pressão vivido pelo
técnico Muricy Rama-lho e o
grupo de atletas. No ano seguinte,
nova tensão após a eliminação
para o Grêmio, nas oitavas-de-final
da Libertadores.
Coincidentemente, nas duas ocasiões
o São Paulo conseguiu reagir
após os fracassos, terminando
o ano com os títulos do Campeonato
Brasileiro.
"Todo Brasileiro é difícil.
Aconteceu em 2006, 2007. Por que não
em 2008? Se o São Paulo pegar
isso como motivação,
podemos lutar pelo título",
comentou o atacante Borges.
Os títulos, além de
darem uma resposta aos fracassos e
va-lorizarem o elenco, também
colocaram a equipe novamente na disputa
da Libertadores do ano seguinte.
"Eu sofri bastante [com a eliminação],
fiquei um tempo mal, sem dormir, mas
aos poucos a gente volta à
rotina normal. Não podemos
ficar pensando nisso pelo resto da
vida. O caminho mais próximo
para vencer isso é vencendo
e, assim, disputar a Li-bertadores
novamente", finalizou o volante
Zé Luís.
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Com
pressa, diretoria do Peixe intensifica
contatos com Paulo Autuori
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A
diretoria do Santos tem pressa para
definir logo a contratação
de seu novo treinador e intensificou
os contatos com o técnico Paulo
Autuori, que está trabalhando
no Al Rayaan, do Catar. O diretor
de futebol do Peixe, Luiz Antônio
Ruas Capella, confirma que conversou
por telefone com o treinador e aguarda
que ele resolva sua situação
com os dirigentes do Al Rayaan. Cuca,
do Botafogo, é outro nome que
agrada o dirigente alvinegro. Mas
ele garante que não conversou
com o treinador nos últimos
dias para não atrapalhar o
clube carioca, que está envolvido
na semifinal da Copa do Brasil. E
como corre contra o tempo, a diretoria
santista deixou o nome de Cuca em
segundo lugar.
Autuori tem contrato com o clube do
Catar até junho, mas assinou
uma prorrogação por
mais dois anos - o novo acordo passaria
a valer a partir do próximo
mês. Se conseguir convencer
o Al Rayaan a liberá-lo desse
novo vínculo, Autuori chega
ao Brasil para assinar contrato com
o Alvinegro.
O primeiro contato com Autuori aconteceu
na última segunda-feira. O
dirigente santista ligou para o treinador
apenas para sondá-lo. Mas a
contratação não
aconteceria agora, pois os santistas
não esperavam que Leão
fosse pedir demissão na terça.
Logo depois que Leão entregou
o cargo, Capella voltou a conversar
com Autuori, que ficou de retornar
ao Catar para saber do seu clube a
possibilidade de liberação
do novo contrato.
Cauteloso, Capella prefere aguardar,
pois ainda acha difícil que
o clube do Catar libere o treinador
sem o pagamento de multa. A diretoria
santista não vê dificuldades
em acertar salários com Autuori,
mas não irá bancar nenhum
tipo de multa rescisória.
- Conversei com o Autuori e há
algumas questões a serem resolvidas.
É um treinador de ponta, vencedor
e que tem o perfil que o Santos deseja.
Mas estamos em compasso de espera
- comenta o dirigente.
Em 1999, quando Leão deixou
a Vila Belmiro, após sua primeira
passagem pelo clube, Paulo Autuori
foi seu substituto, mas acabou saindo
ainda naquele ano.
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Joel Santana deixa estrela da África
do Sul afastada da seleção
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O técnico Joel Santana mostrou
pulso firme no início do trabalho
à frente da seleção
da África do Sul. Isso porque
o treinador brasileiro anunciou nesta
quarta-feira o afastamento de um dos
principais jogadores do país,
o atacante Benni McCarthy, que faltou
ao treinamento da equipe alegando
"problemas pessoais".
Há dez dias no cargo, Joel
descartou levar o atleta do Blackburn
para as pró-ximas quatro partidas
das Eliminatórias da Copa Africana
de Nações. McCarthy
não compareceu ao treino do
time na última segunda-feira
para o jogo contra a Nigéria,
o que deixou o treinador pouco contente.
Joel Santana ainda revelou ter conversado
com o atacante e disse ter compreendido
seus motivos. No entanto, descartou
dar nova oportunidade ao jogador a
tempo dos próximos jogos da
seleção.
"Benni é um dos melhores
do mundo e isso não pode ser
ignorado. A porta está aberta
para ele no futuro, mas isso também
dependerá dele", comentou
o técnico da África
do Sul.
McCarthy, por sua vez, afirmou estar
desapontado por não defender
o país nas Eliminatórias,
mas disse entender Joel Santana e
não quer atrapalhar a preparação
do restante do elenco.
"Isso me dá a oportunidade
de acertar meus problemas pessoais
e espero ser convocado novamente no
futuro", destacou o atleta.
Esta não foi a primeira vez
que Benni McCarthy teve problemas
na seleção. Ele chegou
a ficar 18 meses afastado por conta
própria depois de ser acusado
de causar má influência
ao restante do time. O técnico
Carlos Alberto Parreira o convenceu
a retornar à equipe no início
do ano.
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Jogadores rubro-negros não
reclamam de 'obrigação'
imposta pela torcida
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Ela estreou no último jogo,
contra o Internacional, e promete
acompanhar o Flamengo em todas as
partidas no Maracanã no campeonato
nacional. São apenas quatro
palavras, mas o recado é direto,
sem dupla interpretação:
"O Brasileiro é obrigação".
Esta faixa expressa o sentimento da
torcida rubro-negra depois da eliminação
na Taça Libertadores e a condição
para o time reconquistá-la.
O técnico Caio Júnior
não vê a mensagem como
prejudicial. Ele sequer conversou
com o grupo sobre a faixa.
- Temos objetivos curtos, metas de
pontuação pré-estabelecidas.
A ma-nifestação da torcida
não é algo ruim ou que
vá nos atrapalhar - diz o treinador.
Mas e os jogadores? O discurso de
Juan e Toró é de compreensão
com a atitude da torcida. A derrota
para o América-MEX, por mais
repetitivo que possa parecer, ainda
repercute.
- O torcedor está magoado (com
a eliminação) e só
as vitórias vão apagar
isso. Defender o Flamengo já
é uma obrigação
conseguir vencer todos os jogos. (A
faixa) é um estímulo
a mais - garante Toró.
Por enquanto, o Rubro-Negro está
caminhando próximo à
missão imposta pela torcida.
Depois de três rodadas, o Flamengo
é o vice-líder do Campeonato
Brasileiro, com sete pontos. O próximo
jogo será no domingo, contra
o Fluminense, no Maracanã.
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