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Joel diz 'até logo' ao Bahia e avisa
que o império do Fla já está montado |
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Cinco meses após a chegada ao Bahia, Joel Santana encerrou nesta sexta-feira a sua terceira passagem pelo clube. Após se despedir dos jogadores, em um encontro que durou mais de meia hora, o treinador desceu para a sala de imprensa e aproveitou o microfone para agradecer a todos no clube pelo carinho recebido nos últimos meses. Também avisou, já falando como treinador rubro-negro, que o 'império do Fla já está montado'.
Ao ser questionado se faltou ética na negociação com o Flamengo, uma vez que o acerto aconteceu antes da saída de Vanderlei Luxemburgo, Joel negou e disse que só conversou com o clube rubro-negro depois do desligamento de Luxa.
- A Patricia Amorim não tem nem meu telefone, mas existe o convite. Ainda não sei quando assumo lá, precisamos ver. Não estou me despedindo, é um até logo. É a quinta vez que estou voltando ao Flamengo. Eles têm o mesmo carinho comigo que o Bahia tem. Eu só conversei com as pessoas do Flamengo quando o Luxemburgo não estava mais no cargo. Conheço o Luxemburgo desde a Arábia. Ele não era nem treinador. O Melo, preparador do Luxemburgo, é como um irmão pra mim. A coisa aconteceu nesta quinta-feira. Me ligaram e pediram - disse Joel, que antes falou sobre o adeus ao Bahia.
- Vim me despedir. Quero deixar claro meu agradecimento ao presidente por todo o apoio. Jantei com o presidente ontem (quinta-feira), ele foi um gentleman. Queria que eu ficasse, mas ele entende o que eu estava fazendo. Queria agradecer à torcida pelo apoio nesta longa jornada – disse.
Joel fez juras de amor ao time baiano e deixou claro que sai com portas abertas para um possível retorno.
- Isso é o momento do futebol. Estou indo, mas posso voltar. Nada vai separar a paixão que nós temos. Nada vai acabar com o meu carinho pelo Bahia. O mundo do futebol muda a todo momento. Estou indo lá para uma missão. Mas se não der certo, quem sabe, se o Bahia quiser, e eu estiver disponível, eu volto. Não é um adeus, é um até logo – disse o treinador.
Longe de polêmica, Joel tratou de equiparar Bahia e Flamengo na importância para o futebol brasileiro. Além disso, o treinador mostrou gratidão pelo clube baiano, citando que chegou ao Bahia “quando ainda não era ninguém”, e disse que o Tricolor é um time que dá sorte à sua carreira. |
| Federação Amapaense de Beach Soccer realiza o 4º Torneio Cidade de Macapá |
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A Federação Amapaense de Beach Soccer (FABS), inicia seu calendário de 2012 com o 4º torneio Cidade de Macapá de Futebol de Areia, neste Sábado, 4, em comemoração aos 254 anos da capital, na praia do Araxá, com os quatro clubes filiados a federação sendo; Santos, Atlético, Canário e Cruzeiro. O torneio começa as 9h.
O presidente da Federação Amapaense de Beach Soccer, Carlos Alves, falou sobre a premiação. "O campeão receberá o troféu e R$ 500,00; o vice R$ 300,00 mais troféu. O evento é realizado todos os anos sempre em parceria com a prefeitura de Macapá" destacou. O Atlético Amapaense é o atual campeão. Conquistou o titulo de 2011 em cima do Santos.
Na final, O futebol de areia é uma modalidade esportiva que vem crescendo muito em Macapá, desde quando a federação começou a realizar torneios nos bairros da cidade. Este ano a FABS estará realizando torneios em Santana e Ferreira Gomes. Ainda no cronograma para 2012 o presidente Carlos Alves está levando uma proposta para Confederação Brasileira de Beach Soccer, para sediar em Macapá o desafio Brasil X Argentina de Futebol de Areia no meio do mundo. |
| Luis Alvaro critica agentes e espera contato de Ganso para fazer proposta |
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O Santos não venceu, mas a atuação do meia Paulo Henrique Ganso foi bastante elogiada após o empate por 1 a 1, quinta-feira, em Barueri, pelo Campeonato Paulista. Para o presidente do Peixe, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, as boas exibições serão fundamentais para que clube e jogador entrem em acordo. Após recusar uma oferta do Porto-POR, o dirigente mostrou sua irritação com quem gerencia a carreira e disse aguardar um contato do armador para negociar o aumento salarial.
- Procurei o Paulo Henrique três vezes, apresentei por escrito propostas muito interessantes, que ele preferiu não responder e adiar para janeiro. Ele está empenhado a voltar a jogar. Voltando, é natural que venha o reajuste e que se candidate a propostas do exterior. Estou pensando que ele não me procurou por isso.
Laor acredita que a proposta do Porto pelo jogador tenha sido apresentada para tumultuar o ambiente entre o clube e o meio-campista. O dirigente não cita nomes, mas dá seu recado ao Grupo DIS, dono de 55% dos direitos do atleta. A diretoria do Santos recusou a oferta de 8 milhões de euros e a tratou como “cômica” por consi-derar o valor extremamente baixo. |
| De volta ao Timão, Douglas diz que não vê a hora de reencontrar a Fiel |
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Sem poder contar com Montillo, que deve permanecer no Cruzeiro apesar de todos os esforços da diretoria corintiana, a torcida do Timão ganhou o reforço de um velho co-nhecido na noite da última quinta-feira. O meia Douglas acertou seu retorno ao Parque São Jorge e não esconde sua empolgação para reencontrar a Fiel alvinegra.
Depois de entrar em polêmica com a direção do Grêmio, o jogador acertou a saída do clube gaúcho e não vê a hora de entrar em campo e reestrear com a camisa do Corinthians.
- Estou muito feliz por poder voltar. Te-nho uma grande identificação com o Corinthians e a torcida. Não vejo a hora de entrar em campo e ajudar os companheiros a conquistar títulos - disse Douglas o jogador, por intermédio de sua assessoria.
Pelo Timão, Douglas foi um dos principais nomes da equpe na conquista do Campeonato Brasileiro da Série B, em 1998. No ano seguinte, comandou o meio de campo alvinegro ao lado de Cristian e Elias nas conquistas do Paulistão e da Copa do Brasil. |
Poucos países tiveram a sorte de revelar tantos jogadores como o Brasil. Nossos estádios serviram de palco para o desfile de talentos do naipe de Garrincha, Didi, Ademir Menezes, Pepe, Zagallo, Rivelino, Falcão, Sócrates, Zico e tantos outros. Não vou citar Pelé porque não foi jogador, foi gênio e único.
Toda essa bagagem deu ao Brasil a conquista de cinco copas do mundo. Somos o único país a participar de todas as copas realizadas. O futebol brasileiro é o maior exportador de jogadores do planeta.
Essa brilhante história deu ao Brasil por longas décadas o título de "O Melhor Futebol do Mundo".
Entretanto, os tempos mudaram, o futebol deixou de ser espetáculo e se transformou em um grande negócio, com um apelo de mídia fantástico. Não podemos negar que essa transformação teve o lado positivo, principalmente, na valorização dos jogadores e na sua relação com os clubes.
A plástica do futebol brasileiro encantava o Mundo. Todos queriam ver de perto nossa seleção, e esse era nosso maior orgulho.
Todavia, tem se questionado nos meios futebolísticos que esse título de melhor futebol do mundo já não nos pertence mais. E não são poucos os motivos que têm levado a esse questionamento. A cúpula da CBF banalizou o futebol brasileiro e transformou nossa seleção em mercadoria que enche os cofres da instituição, mesmo que para isso tenhamos que enfrentar seleções como Gabão, Zimbabwe, Irã, Tanzânia, Finlândia e outros menos qualificados.
A seleção brasileira era digna de estádios como Wimbledon, Parque dos Príncipes, Monumental de Nunes e Maracanã. Nossos adversários já não respeitam nosso futebol como antes.
O futebol brasileiro precisa urgente ser repensado, ainda possuímos grandes jogadores, precisamos de organização dentro e fora de campo. Nunca se viu tantos treinadores ganhando salários milionários e com super poderes como nos dias atuais, mas que em nada tem contribuído para uma evolução tática e técnica. Exemplos mais degradantes são os últimos treinadores de nossa seleção, Dunga e Mano Menezes.
Ou fazemos uma grande revolução ou jogaremos na lama toda nossa história ou seremos simplesmente uma referência de um brilhante passado; de um presente preocupante e de um futuro nebuloso. |
Ulisses Laurindo - E-mail: ulisseslaurindo@bol.com.br
Blog: ulisses.laurindo.zip.net |
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Luto no Futebol
Como aconteceu lá no Egito, felizmente os torcedores brasileiros só acompanharam à distância, embora emocionalmente, a tragédia vivida pelo povo daquele país africano, quando, numa partida de futebol, em que se vai a procura do lazer, 74 pessoas morreram e centenas ficaram feridas. O melhor retrato para analisar acontecimentos como esses é usar a expressão de um Jornalista paulista, que definiu como "desumanização da humanidade". Realmente, hoje a vida do ser humano vale muito pouco e se há de perguntar até onde vai o destino da humanidade, às vezes, violentada por guerras fora dos limites da capacidade humana? Vale à pena plagiar, ou melhor, citar alguns dos filósofos e cientistas da vida quando abordam os sentimentos de uma pessoa, alertando que o subconsciente que motiva esses atos não foi ainda suficientemente disciplinado, resultando na tristeza ora acontecida. Realmente, a violência não é só causa da falta de educação mas também produto da índole não orientada na constante do que o ser humano nasce com dois sentimentos, de bondade e maldade.
Esses autores de vandalismo, infelizmente, agem pelos instintos do mal. O esporte é fonte de alegria e prazer, e nesse painel o futebol ocupa lugar prioritário, com adesão das grandes massas. Exatamente nessas concentrações a maldade de espalha e é motivos para lamentar. Por isso, o estádios de futebol cada vez mais vivem vazios. Além da atração da televisão, que oferece comodidade ao torcedor, a violência como essa do Estádio Port Said, no Egito. Ali jogavam, nesta quarta-feira, os times do Masry, contra o Al Ahly, pelo campeonato nacional. Mesmo com o sabor da vitória, os torcedores do Masry proporcionaram as cenas de violências, atirando, nos torcedores adversários, pedras e outros materiais mortais. E lá é comum esses tipo de acontecimentos e a violência continua vingando.
A amostragem é que o país veio de uma ditadura, onde os direitos das pessoas são subtraidos, parte dos motivos que levam o cidadão a agir de acordo com as regras do impulso de seu subconsciente, sem a ajuda do consciente, impotente para refrear a explosão de violência.Em parte o futebol brasileiro está a salvo desse tipo de tragédia, embora já tenha havido a algum tempo um arremedo do exemplo do país africano. Nunca, porém, é tarde para prevenir e evitar esse modelo nefasto que provoca a indignação do mundo inteiro e a reprovar os seus autores.
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