França e Bélgica, na primeira semi

A Bélgica, por exemplo, participou da Copa de 2014, no Brasil, com as honras de uma das mais fortes para o título. Não vingou, mas amadureceu para 2018, e agora está em situação privilegiada.

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Hoje, às 15 horas, em São Petersburgo, será disputada a primeira semifinal da Copa do Mundo, da Rússia. Estarão frente à frente França e Bélgica, seleções que tiveram destacados desempenho nas fases anteriores. De acordo com as forças mostradas até agora não haverá favoritos e, tanto franceses como belgas, têm categorias para chegar à vitória e disputarem o título, previsto pra Moscou, domingo, 15, contra as seleções da Inglaterra e Croácia. O duelo coloca uma equipe que já conquistou o título de 1998, e outra que nunca chegou a ser campeã. Ambas, porém, se destacaram nas disputas anteriores. A Bélgica, por exemplo, participou da Copa de 2014, no Brasil, com as honras de uma das mais fortes para o título. Não vingou, mas amadureceu para 2018, e agora está em situação privilegiada. Quanto à França o otimismo é grande e desde o inicio da competição recebeu dos analistas o voto de grande favorita.

Tite
Desclassificado na parte final da Copa do Mundo, Tite voltou ao Brasil e como justificativa disse “ o futebol tem o ganhar mais do que o resultado em campo”. É uma declaração polêmica, mas induz a uma revelação das dificuldades que ele enfrentou durante o período em que preparou a seleção para a disputa na Rússia. Alguns analistas concluem que o treinador encarou a missão com mensagem de superioridade e seus conceitos colocavam como certos o sucesso na jornada, atitude fantasiosa tendo vista as dificuldades de todos envolvidos na tarefa. O ganho do futebol vai além do resultado dentro de campo. Isso sugere que ele não quis ou não pôde fazer críticas à CBF, por razões de hierarquia, mas, pelo visto discordava de muitos fatos. Com o prestígio em alta, mesmo depois da derrota na Copa, Tite deve continuar no comando da seleção, e para isso e ele disse que dará uma resposta em 10 dias. O Brasil terá uma partida amistosa em setembro, no dia 8, em Nova Yorque, contra os Estados Unidos. Provavelmente contará com os mesmos jogadores da jornada da Rússia. Até lá ele não terá tempo para reformular alguns pontos que possa discordar, como de ter apenas quatro dias para treinamento da equipe, às vezes, para jogos importante.


 
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