França no pódio mais alto

Domingo, em Moscou, os franceses firmaram compromisso, de que, em mais quatro anos, poderão repetir o feito no Catar, quando poderá ter a maioria dos atletas de 2018 porque a média de idade da equipe agora era a menor de todas as outras seleções, com apenas 26 anos, e apoiada em grande filosofia de jogo, como ficou provado nos campos de Moscou.

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De forma categórica a França conquistou o título de bicampeã mundial de futebol impondo-se, por 4 a 2 a Croácia, em partida final, domingo, em Moscou. Desde os primeiros jogos dos franceses que ficou bem claro a sua superioridade em relação a várias outras seleções, o que, de fato aconteceu, na disputa final com os croatas, valentes e organizados, mas sem forças para conter o adversário. Domingo, em Moscou, os franceses firmaram compromisso, de que, em mais quatro anos, poderão repetir o feito no Catar, quando poderá ter a maioria dos atletas de 2018 porque a média de idade da equipe agora era a menor de todas as outras seleções, com apenas 26 anos, e apoiada em grande filosofia de jogo, como ficou provado nos campos de Moscou.

A partida final terminou França 4 Croácia 2, depois de desenrolar empolgante que contemplaram os torcedores presentes em Moscou e também os restante do mundo ligado no jogo. Mesmo não ganhando o título, a Croácia saiu louvada como a grande estrela da competição, tendo, como recompensa, a indicação de Modric, como o melhor jogador de toda a Copa. Além do segundo lugar, vários outros prêmios foram conferidos a equipe vice-campeã. Igualmente vitoriosa em vários setores a França teve no jogador Mpabbé o mais laureado. Com 19 anos de idade foi aclamado como a revelação da Copa, igualando-se ao Rei Pelé, que, em 1958, foi autor de um gol brasileiro na Copa da Suécia, antes e completar 18 anos.

Brasil
A seleção brasileira que deixou o país com o prestígio de favorita, acabou naufragando não conseguindo passar das quartas de final, quando perdeu para a Bélgica que, ao final, obteve a terceira colocação em disputa com a Inglaterra. O treinador Tite que já foi homologado para trabalhar até 2022, no Catar, se obriga a colocar em prática planos que levem à seleção apresentar a bom padrão até aquele período. O sonho do hexa que alimenta o futebol brasileiro não virá apenas pela vontade e, sim, por trabalho sério sem permitir intromissão política na formação da equipe. A primeira medida é valorizar os clubes, amparando-os financeiramente para não perderem seus melhores jogadores para outros centros, fato que enfraquece o conjunto nacional que acaba abdicando do seu estilo de jogo nacional, incorporando ao do estrangeiro.


 
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