Luto em Barcelona

Um jogador corre para colocar a bola no lugar marcado. Finge que vai bater, sugerindo que outro venha movimentar o lance. Qual objetivo tirar a concentração da defesa, que se dispersa.

Compartilhe:

Imaginando possuir uma força invencível baseando-se no resultado anterior de 3 a 0, placar do primeiro jogo contra o Liverpool, pela Liga dos Campeões, o time do Barcelona sofreu terça-feira, na cidade inglesa de Liverpool, talvez a maior decepção em toda sua trajetória vitoriosa pelos campos de futebol do mundo. Na decisão entre as duas equipes, para a escolha do finalista da Copa dos Campeões, o Barcelona sempre com o formidável grupo que passeou no primeiro de 3 a 0, como sempre com o brilhantismo de todo elenco, no qual sempre se sobressai o grande Messi. Com a vantagem mais fictícia do que real, o time do treinador Valverde foi a Liverpool confiando nessa vantagem e se deu muito mal.

É ilusão que serve para alertar os futuros candidatos a título de o time que sai na frente no primeiro jogo com um placar cômodo representa de fato um passo rumo à vitória final, tendo que tomar muito cuidado, o que não aconteceu em Liverpool, o Barça que amargou o incrível resultado de 4 a 0, quando tinha a ser favor a vantagem três gols. Conclui-se que o time espanhol confiou demais no placar e durante o jogo foi surpreendido, com o primeiro, o segundo, o terceiro e o quarto, e o mérito do time vencedor. Quem acompanha o Barcelona em sua rotina viu que a noite inglesa estava muito escura para os jogadores que foram dominados por completo pelo adversário. A bola entrava no gol do Barça com muita facilidade, principalmente o terceiro e o quarto, um sem resistência nenhuma, porque o atacante saltou sozinho sem qualquer resistência. O quarto foi uma pintura de armação em cima de um adversário quase morto. A cena não foi acidental. Provavelmente, o treinador Jurgens Klopp ensaiou a jogada. Foi assim: corner contra o Barça.

Um jogador corre para colocar a bola no lugar marcado. Finge que vai bater, sugerindo que outro venha movimentar o lance. Qual objetivo tirar a concentração da defesa, que se dispersa. O mesmo jogador volta correndo para executar a cobrança, já com um companheiro dentro da pequena área, atrás de um defensor para não caracterizar impedimento e aí o gol, no jogo o quarto que alijava o adversário da competição.É pena que o episódio puna o grande astro Messi, que não merecia tal castigo. Serve então de advertência, quando vencer o primeiro jogo, todo cuidado é pouco, no segundo.


 
Compartilhe: