Como funciona o mecanismo de fomento cultural?

O objetivo da lei é incentivar a produção cultural. Para isso, a União abre mão de uma parte do Imposto de Renda, a fim de que esses recursos sejam aplicados em projetos aprovados pelo Ministério da Cultura (MinC).

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Principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil, a Lei Rouanet permite que empresas e pessoas físicas destinem, a projetos culturais, parte do Imposto de Renda (IR) devido. Para pessoas físicas, o limite da dedução é de 6% do IR a pagar; para pessoas jurídicas, 4%.

O objetivo da lei é incentivar a produção cultural. Para isso, a União abre mão de uma parte do Imposto de Renda, a fim de que esses recursos sejam aplicados em projetos aprovados pelo Ministério da Cultura (MinC). A seleção é feita com base em critérios técnicos, já que a lei proíbe o MinC de qualquer avaliação subjetiva quanto ao valor artístico ou cultural das propostas apresentadas.

Todo projeto cultural, de qualquer artista, produtor ou agente cultural brasileiro, pode se beneficiar da Lei Rouanet e se candidatar à captação de recursos de renúncia fiscal. Pessoas físicas e jurídicas de direito público ou privado, com ou sem fins lucrativos, podem propor projetos.

Depois que o projeto cultural é admitido pelo MinC, o proponente deve buscar apoio financeiro diretamente junto aos investidores culturais (pessoas físicas ou jurídicas). Os recursos destinados ao projeto poderão, então, ser abatidos do Imposto de Renda. No caso de pessoas jurídicas, somente poderão se beneficiar da isenção fiscal aquelas que declaram o Imposto de Renda pelo regime do lucro real.

Além do abatimento no IR, pessoas jurídicas contam com outros dois atrativos: a inserção da própria marca nas peças de divulgação do projeto e até 10% do produto cultural resultante, na forma de ingressos, vagas (em cursos ou seminários) e publicações, entre outros, o que também serve para ações de marketing das empresas.
A apresentação de propostas culturais ao MinC deve ser feita entre 1º de fevereiro e 30 de novembro de cada ano. (www.cultura.gov.br).

 

  • Estação Lunar

Quinta, 12, tem o 2º Estação Lunar fazendo parte da agenda do Macapá Verão 2018, em Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações: Amadeu Cavalcante, Mayara Braga, Eudes Fraga, Brenda Melo, Marabaixo da Juventude, Popetas Azuis e Grupo Pilão.

 

  • Agenda

Sexta, 13, tem show especial no palco do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), com “Alan Gomes Cantando Djavan”, a partir das 22h.
Informações: 98140-4980.

 

  • “Expotchê”

Título da exposição do artista plástico amapaense, Ralfe Braga, acontecendo até 15 de julho, em Brasília (DF), no Parque da Cidade.
Na 26ª Expotchê.

 

  • Lotado

Quinta passada (5) o balneário de Fazendinha estava lotado de gente que foi ver e ouvir nossos artistas regionais cantando nossa aldeia.
Foi o projeto Estação Lunar dando início ao Macapá Verão 2018. Show.

 

  • Campeã

Quadrilha Junina Simpatia da Juventude (bairro do Laguinho) foi a campeão, com nota máxima, do Arraiá no Meio do Mundo, encerrado no sábado (7), no sambódromo. É o novo estadual conquistado.
Revelação e Sorriso Cristalino, também ocuparam o trono. Parabéns.

 

  • Carnaval

Diariamente sou indagado sobre o desfile das escolas de samba de 2019, “se vai rolar ou não”.Todos nós queremos que aconteça, mas a realidade não alimenta nosso querer.

 

  • Destaque

Amigo artista Finéias Neluty, que recentemente retornou de Cabo Verde (África) com uma bela notícia. É Embaixador da música amapaense (regional) na ONU.
Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.


 
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