Hernani Vitor Guedes: o criador de “Os Mocambos”

O mestre Hernani Vitor, tem dois filhos que seguiram seus passos na música, Nonato Santos e Nivito Guedes, os dois já tem registros de suas obras, gravadas em CD’s.

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Sabe daquelas pessoas que você olha e logo observa sua genialidade, por tudo o que ela lhe passa de positividade? Pois é, eu conheço uma dessas, é o músico Hernani Vítor Guedes, o mesmo que criou o projeto musical amapaense, “Os Mocambos”, pioneiro nos anos 1970 na gravação do Marabaixo (ritmo tradicional afro-amapaense, quando não era muito bem visto pela sociedade). Foi o primeiro “conjunto” a gravar um LP com músicas locais, ou regionais, como queiram, registrando as cantorias do folclore tucuju como: o Marabaixo, o Batuque e as folias dos santos, nos festejos das comunidades do estado. Intimamente assim chamando-o de “seu Hernani”, que nasceu exatamente no dia 12 de abril de 1924, na cidade de Cametá (PA), há 89 anos, e hoje podemos dizer que, hoje, a música amapaense está em festa, comemorando mais um ano de vida de seu precursor.

Hernani Victor foi integrante como primeiro violino da Orquestra Primavera, tendo se apresentado no Teatro Nacional do Distrito Federal (Brasília), no Teatro das Docas do Pará e na Inauguração do Teatro Pinheiros (Sesc), em São Paulo. Ele realizou apresentações em shows institucionais e particulares como: Feira Agropecuária, Macapá Verão, feiras culturais em escolas públicas, Teatro das Bacabeiras, Convenções do Rotary Internacional e outros eventos.

O mestre Hernani Vitor, tem dois filhos que seguiram seus passos na música, Nonato Santos e Nivito Guedes, os dois já tem registros de suas obras, gravadas em CD’s.

Suas apresentações são marcadas pela irreverência das melodias apaixonadamente envolventes, que vibram no bailar do arco nas cordas do seu violino mágico, mostrando em suas apresentações um estilo próprio e único desse artista erudito para tocar a música brasileiramente Amapaense.
Hoje, Hernani Vitor está recebendo todas as homenagens do cancioneiro brasileiro e principalmente do amapaense, que mora às margens do maior rio de água doce do mundo, o Amazonas, que banha Macapá, a capital do meio do mundo, cortada pela linha imaginária do Equador, que possui várias reservas naturais que protege todas as nossas riquezas ambientais. Esse poeta continua nos alimentando com suas obras musicais em nome da arte brasileira.

 

  • De volta

Depois de várias apresentações por cidades brasileiras, o espetáculo teatral amapaense, “Lugar da Chuva”, está de volta pra casa e na sexta (30) já tem agenda fechada.
No espaço In Cena, do Shopping Garden, às 20, com entrada franca. Patrocínio do Banco da Amazônia.

 

  • Festa dos Povos

Na sexta (30) tem programação especial no Museu Sacaca, a partir das 9h, com a Festa dos Povos entregando três casas indígenas e mais duas novas ambientações à sociedade.

 

  • “A Vida Invisível”

O filme brasileiro indicado para concorrer ao Oscar 2020 é A Vida Invisível, de Karim Ainouz, adaptação do livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha. Na torcida. (www.cultura.gov.br).

 

  • Urgente

Teatro das Bacabeiras está necessitando de uma reforma urgente para melhor atender as programações artísticas de sua agenda.

 

  • Cênicos

A Funarte está com inscrições abertas, até 21 de setembro, para cursos permanentes e gratuitos dedicados à formação de artistas cênicos. (www.cultura.gov.br).

 

  • Raiz

Sambistas se organizando para a criação do Movimento Raiz do Samba, que logo terá o primeiro encontro e o seu batizado.

 

  • História

A palavra carnaval é originária do latim, “carnis levale”, cujo significado é ‘retirar a carne’. Está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos.
Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã. (https://brasilescola.uol.com.br).


 
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