Joinville é a capital nacional da dança

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, e o título foi publicado no Diário Oficial da União.

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, e o título foi publicado no Diário Oficial da União. Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • “Curiaú”

É o nome de uma das músicas do novo disco do maestro, Manoel Cordeiro, já em processo de gravação.
O 2º disco instrumental do artista se chamará “Guitar Hero Brasil”. Ele esteve está semana em Macapá gravando o clipe da música, na maloca da Tia Chiquinha, no Curiaú.

 

  • Forrozão

Dia 11 de maio vai acontecer a 19ª edição do Forrozão Simpatia da Juventude, na sede do Trem Desportivo Clube (av: Feliciano Coelho – Trem), a partir das 20h.
São 10 quadrilhas juninas na disputa do cobiçado título.

 

  • A volta

O projeto Pagode do Josimar está de volta, dia 4 (sábado), a partir das 18h, na inauguração da casa de shows Beija Flor Festas e Eventos (rua Hamilton Silva, entre as avs: Felipe Camarão e 13 de Setembro).
Os sambistas Luciano Cachorrão e Cafú Rota Samba estarão lá dividindo o palco com Josimar.

 

  • Desafio

Nova presidência da Liesap, Lizete Jardim, tem um grande desafio pela frente, pra resgatar os desfiles das escolas de samba, há quatro anos sem acontecer.
Um deles é convencer as escolas de que elas necessitam estarem legalizadas para receberem os possíveis investimentos públicos.

 

  • Em estúdio

Banda Negro de Nós está em estúdio gravando seu novo disco, ainda sem nome anunciado, mas com rítmica e temática de valorização às raízes e costumes regionais da Amazônia, com destaque para o Amapá.

 

  • Talentando

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) está em busca de novos talentos em todos os segmentos artístico-cultural.
Entre em contato com a gente pelo email: heraldocalmeida@bol.com.br e 96 98132-8231 (whatsap).

 

  • Destaque

Artista plástico amapaense, Wagner Ribeiro, tem um belo trabalho que retrata o cotidiano do povo tucuju, e no comando da Galeria de Artes Samaúma (Araxá).
Merece o destaque e registro da coluna. Parabéns.


 
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