O sabor do cancioneiro tucuju

A linguagem da musicalidade tucuju, nas letras e melodias, são características verdadeiras de quem vive em um lugar com riquezas regionais espetaculares e verdadeiras, no meio da floresta amazônica e com uma matéria prima abundante e satisfatória.

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São muitos os estilos e sabores das composições musicais, produzidas no Amapá, que retratam em seus sons e ritmos o que de mais belo existe nesse estado ao norte do Brasil, que faz fronteira com a Guiana Francesa e às margens do maior rio do mundo, o Amazonas. Mas a temática é a mesma, o Amapá.

A linguagem da musicalidade tucuju, nas letras e melodias, são características verdadeiras de quem vive em um lugar com riquezas regionais espetaculares e verdadeiras, no meio da floresta amazônica e com uma matéria prima abundante e satisfatória.

O sabor das canções que cantam as coisas existentes no Amapá é degustado e aprovado pelos maiores e mais exigentes críticos da música brasileira, que já ouviram a beleza do cancioneiro tucuju. Produtores, músicos, compositores letristas, cantores e diretores brasileiros (de bom gosto), já provaram desse tempero musical regional, de um povo privilegiado que tem o seu lugar destacado em belas canções.

Os rios, povo, costumes, tradição, cultura, floresta e lugares existentes no Amapá são exaltados com sensibilidade por quem olha para cada peculiaridade e vê o que há de mais valor na alma e no coração do povo que mora nesse caldeirão cultural. Cada uma das pessoas é parte fundamental desse belo e natural cenário cultural amazônico. Bem no meio do mundo.

Temperar as canções amapaenses com boa letra, melodia, ritmo forte, poesia, ouvir os sons das caixas de mar-a-baixo, batucar os tambores de um lugar e de um povo, é privilégio de poucos que conseguem provar do sabor do cancioneiro tucuju. Pra completar o cardápio, uma boa pitada da voz dos cantadores que fazem ecoar pelo mundo o som que o Amapá produz.

Festival
Festival de Música da Juventude da Amazônia, uma bela iniciativa da Unifap, que aconteceu no auditório da UEAP na quarta, 10.
O festival foi específico para jovens que são dos municípios e áreas rurais do estado.
Classificação: 1° lugar: Thalia – Meu Aconchego, 2° lugar: Paulo Adllei – Menino Moleque,
3° lugar: Sou do Rio, Sou do Mato – Adaize e Zenaide.

Showzaço
Sábado, 13, o cantor e compositor Nilson Chaves, faz show no Bar Vitruviano, a partir das 23:30h.
Av: Machado de Assis, entre as Ruas Leopoldo Machado e Hamilton Silva – Centro.

Novidade
Banda “Macacos Pelados” “já gravou sua primeira música e logo será lançada no programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 909).
É a nova geração da música amapaense chegando forte. Aguardem.

Música
Sábado, 13, tem show musical no projeto Sesc Amazônia das Artes, às genda desta quinta, 11, da 9ª edição do projeto Sesc Amazônia das Artes.
Com Irineu de Palmira e Banda” (TO), “Traduções”, às 20h, no Salão de eventos do Sesc Araxá (Beira Rio). Entrada franca.

Exposição
“Momentos” é o nome da exposição coletiva que está acontecendo na Galeria de Artes Trokkal, na Praça Veiga Cabral, das 16h às 21h. Até o dia 19 de agosto.
Artistas: Ronaldo Picanço, Sebastian Campos, Jeriel, Miguel Arcanjo, Célio Souza, M. Silva, Grimualdo, Derlon Santana, Márcia Braga, Ecinildo e Marconi.

 Agenda
Nesta sexta, 12, será a vez da cantora Brenda Melo soltar a voz na Tenda Cultural do Rod’s Bar, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), às 10 da noite.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.


 
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