Patrimônio Arqueológico Brasileiro

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias.

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Reconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da União. Também são considerados sítios arqueológicos os locais onde se encontram vestígios positivos de ocupação humana, os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento, “estações” e “cerâmicos”, as grutas, lapas e abrigos sob rocha. Além das inscrições rupestres ou locais com sulcos de polimento, os sambaquis e outros vestí gios de atividade humana.

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias. Todos os sítios arqueológicos têm proteção legal e quando são reconhecidos devem ser cadastrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA). Com a criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) o Iphan atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da gestão desse patrimônio, normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009. Cabe ao CNA, a elaboração de políticas e estratégias para a gestão do patrimôni o arqueológico, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico), a autorização e a permissão para realização, acompanhamento e fiscalização de pesquisas arqueológicas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. O instrumento central para orientação dessas ações é o Plano Diretor Estratégico, que deve estabelecer a política nacional para o patrimônio arqueológico quanto à identificação, pesquisa, proteção, promoção e socialização, incluindo um modelo institucional de gestão e um p rograma de tombamento de bens de natureza arqueológica, dentre outras ações. (http://portal.iphan.gov.br).

 

  • Sarau

Projeto Zimba Cultura apresenta o sarau Pretas Suzys, neste sábado (28), no Barracão Tia Zefa, na rua Piauí – 110 – Pacoval, às 14h.

 

  • Maracatu

Dia 18 de agosto Maracatu da Favela vai lançar seu projeto do carnaval 2019, com o show “Maracatu Sou Mais Você”, trazendo o sambista carioca Ranjel.
Quadra da escola, na av: Padre Júlio – Santa Rita.

 

  • Pavulagem

Ronaldo Silva e Júnior Soares, do projeto Arraial do Pavulagem, me presentearam com o novo disco (CD) do Arraial do Pavulagem “Caeté Camará”. Obrigado.

 

  • “Realeza”

Título no novo disco dos paraenses Allan Carvalho e Ronaldo Silva, “Realeza do Guamá”.
Projeto de cultura popular.

 

  • Destaque

O repórter fotográfico paraense, Ray Nonato, com 27 anos de profissão é um dos profissionais mais respeitados no cenário amazônico.
Tem contrato com a Agência Globo (RJ), Jornal O Liberal (PA) e outros veículos de comunicação da região. Merece o destaque e registro da coluna.

 

  • Estação Lunar

Na quinta (2) tem a última edição do Estação Lunar encerrando o Macapá Verão 2018, no balneário de Fazendinha, às 19h.
Atrações: Banda Barrecos Land (instrumental), Beto 7 Cordas (guitarrada), Rambolde Campos, Finéias Nelluty, Marabaixo da Favela, Osmar Júnior, Yes Banana e Negro de Nós.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data. Aguardem.


 
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