Preservação do patrimônio cultural mobiliza cidades históricas brasileiras durante o carnaval

Para garantir a preservação desses patrimônios, as prefeituras anualmente informam ao Iphan o percurso dos blocos de rua, e o órgão, por sua vez, orienta os cuidados a serem tomados em cada caso.

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As brincadeiras realizadas durante o carnaval, uma das mais importantes e populares festas brasileiras, exigem também cuidados para preservar os patrimônios materiais espalhados por diversas cidades que hospedam os festejos. Cidades como Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Olinda (PE), São Luís (MA), Diamantina (MG), Ouro Preto (MG) e Salvador (BA) abrigam cenários reconhecidos como símbolos históricos e que também são patrimônio cultural. Essas e muitas outras são conjuntos urbanos tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão vinculado ao Ministério da Cidadania, e em alguns casos reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como patrimônio mundial.

Para garantir a preservação desses patrimônios, as prefeituras anualmente informam ao Iphan o percurso dos blocos de rua, e o órgão, por sua vez, orienta os cuidados a serem tomados em cada caso. No procedimento usual, os organizadores solicitam autorização da prefeitura municipal para promover o evento, informando o tipo de estrutura que será montado, local, som, estimativa de público, colocação de faixas, banners, banheiros químicos, formato do evento completo. Com todas as informações em mãos, o Iphan solicita à prefeitura, por exemplo, a colocação de tapumes protegendo um monumento ou indica a distância que deve ser guardada entre o monumento e os trios elétricos, palcos, barracas, arquibancadas, caixas de som, telões e equipamentos em geral. É papel da prefeitura também garantir a colocação de banheiros químicos, a fiscalização das instalações elétricas e a utilização de materiais inflamáveis, como botijões de gás e fogos de artifício. Depois do carnaval, técnicos do Iphan vão até as cidades fiscalizar o estado dos monumentos.

O procedimento se baseia no Decreto Lei 25, de 1937, que organiza a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. O artigo 17 diz que “as coisas tombadas não poderão, em caso nenhum, ser destruídas, demolidas ou mutiladas, nem, sem prévia autorização especial do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual Iphan), ser reparadas, pintadas ou restauradas, sob pena de multa de cinquenta por cento do dano causado”.

O diretor de Patrimônio Material e Fiscalização do Iphan, Andrey Schlee, comemora: “Não tem acontecido danos nas cidades com grandes carnavais nos últimos anos, o que reflete a boa comunicação do Iphan com a sociedade ao longo de todo o ano, não apenas na véspera do carnaval, para conscientizar sobre a importância dos cuidados com o patrimônio”.

 

  • Empreendedores

O carnaval nos municípios de Laranjal do Jari, Amapá e Mazagão tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete). Foram cedidas 50 barracas para abrigar os empreendedores populares que vão vender alimentos, bebidas e outros produtos. A ação faz parte das programações do Bloco da Responsa, lançado pelo Governo do Amapá com ações integradas para os foliões.

 

  • Festival

É hoje domingo, (3), tem festival de samba de enredo dos carnavais inesquecíveis e a escolha da melhor bateria 2019.
Oito escolas na disputa: Boêmios do Laguinho, Maracatu da Favela, Piratas Estilizados, Embaixada de Samba, Emissários da Cegonha, Império da Zona Norte.
Em frente ao colégio Azevedo Costa, na av: José Antônio Siqueira, entre as ruas Gal. Rondon e Eliezer levy – Laguinho, às 21h. Entrada franca.

 

  • Costa Norte

Nome do Movimento criado nos anos 80 pelos artistas Osmar Júnior, Amadeu Cavalcante, Zé Miguel e Val Milhomem.
A valorização dos ritmos do Marabaixo e Batuque, letra e melodias que retratam nossa aldeia, é a grande “sacada” deles. Estão voltando. Título do projeto musical da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), que estará de volta mais fortalecido. Tem como objetivo a valorização da música amapaense regionalizada.

 

  • Bloco A Banda

O presidente do Centro Cultural A Banda, José Figueiredo de Souza, o Savino, afirmou neste sábado (02) no programa Togas&Becas (Diário FM 90,9) apresentado pelo advogado Helder Carneiro, que já está tudo preparado para o desfile do bloco A Banda, que ocorrerá na próxima terça-feira gorda em Macapá.

 

  • Meta

O Brasil atingiu três anos antes do prazo a meta de lançar ao menos 150 filmes por ano. Parte do Plano Nacional de Cultura (PNC), a meta estabelecida pelo governo federal em 2010 e com prazo para 2020 foi alcançada em 2017, quando foram lançados 160 filmes com um público de 17 milhões de pessoas, segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Em 2018, o número de películas brasileiras chegou a 171. O total ultrapassa em 14% a meta estabelecida e representa um crescimento de 131% em relação a 2010, quando foram lançados 74 filmes.

 

  • Coreógrafos

A quadrilha junina Simpatia da Juventude contratou cinco coreógrafos, para a quadra junina 2019.
Igor Brendo, Kauê Modesto, Adriano Lima, Walace Brito e Júnior Coveiro, estão realizando um belo projeto. Parabéns.

 

  • Voltando

Projeto “Bandaia” coordenado pelo cantor e compositor João Amorim, está voltando com a temporada 2019. No aguardo.


 
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