Bandalheira geral

Temos quase 14 milhões de desempregados, gente passando fome, e muita, além de uma educação deseducada, saúde doente e segurança insegura, mas para o governo e arautos dele tudo vai bem.

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A crise brasileira, que por ser ética e moral, atinge todos os segmentos da sociedade, está longe de acabar. Os metidos a otimistas, geralmente falsos, posto apoiarem os interesses do governo federal, tentam camuflar a situação difícil da Nação, apontando indicadores econômicos que não condizem com a realidade. Só mentiras! Por isso que gosto de lembrar do governo militar, que impediu a entrada do comunismo no Brasil. Naquele tempo, quando a situação do país ia difícil, os ministros das áreas de economia e planejamento iam à imprensa dizer para o povo que era ‘hora de apertar o cinto’, ‘hora de panela vazia’. Falavam a verdade. De Lula pra cá, o respeito e consideração governamentais para com a população mudaram radicalmente. Temos quase 14 milhões de desempregados, gente passando fome, e muita, além de uma educação deseducada, saúde doente e segurança insegura, mas para o governo e arautos dele tudo vai bem. Descaramento! E além disso tudo, cada vez mais se encontra dinheiro escondido, roubado do povo.

 

Males do cigarro

Fumantes estão sendo advertidos a não ignorar sintomas aparentemente inofensivos, como a tosse, que poderiam estar por trás de doenças graves.

Em nova campanha, o Departamento de Saúde Pública do Reino Unido alerta sobre o desconhecimento, por muitos fumantes, dos riscos de doenças incapacitantes como a doença pulmonar obstrutiva crônica (Dpoc).

A enfermidade, que estreita as vias aéreas, pode fazer com que pessoas tenham grande dificuldade para realizar tarefas simples, como subir escadas.

As estatísticas mostram que o problema atinge mais de 1 milhão de pessoas na Inglaterra – em cada dez casos, nove são causados pelo cigarro.

Para entender melhor a gravidade do problema, é preciso considerar que a Dpoc é, na verdade, um conceito ‘guarda-chuva’ que abrange uma série de doenças pulmonares crônicas, como bronquite e enfisema.

Quem desenvolve o problema passa a ter dificuldades para respirar, sobretudo em decorrência do estreitamento das vias aéreas e da destruição do tecido que compõe os pulmões.

 

Não visto, mas amado
Como outros da comunidade de blogueiros, eu nunca havia conhecido o homem que chamávamos de BruceC. Contudo, quando sua esposa postou uma nota ao grupo comunicando o falecimento de seu marido, uma série de respostas de lugares distantes mostrou que todos nós tínhamos perdido um amigo.

Ele abria o seu coração com muita frequência. Falava livremente sobre a sua preocupação pelos outros e sobre o que lhe era importante. Muitos de nós sentíamos como se o conhecêssemos. Sentiríamos falta da suave sabedoria vinda dos seus anos na aplicação da lei e de sua fé em Cristo.

Ao recordar nossas conversas on-line com BruceC, compreendi melhor as palavras escritas por uma testemunha ocular de Jesus. Em sua primeira carta do Novo Testamento, o apóstolo Pedro escreveu aos leitores espalhados por todo o Império Romano: “…a quem [Cristo], não havendo visto, amais…” (1 Pedro 1:8).

Como amigo pessoal de Jesus, Pedro estava escrevendo para pessoas que só haviam ouvido falar daquele que lhes tinha dado um motivo para tanta esperança em meio aos seus problemas. Entretanto, como parte da comunidade de cristãos, eles o amavam. E sabiam que, pelo preço de Sua própria vida, Ele os havia levado à eterna família de Deus. Nosso amor por Cristo só é verdadeiro se tivermos amor pelo próximo. — Mart De Haan


 
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