Descrédito

Política, no seu significado etimológico, é a arte ou ciência de bem governar o povo; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Ora, a respeitabilidade dada à ciência é decorrente do seu critério de funcionamento: abordagem, experimentação e conclusão. Neste país, parlamentar condenado, recolhido na cadeia, continua tendo o cargo […]

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Política, no seu significado etimológico, é a arte ou ciência de bem governar o povo; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Ora, a respeitabilidade dada à ciência é decorrente do seu critério de funcionamento: abordagem, experimentação e conclusão. Neste país, parlamentar condenado, recolhido na cadeia, continua tendo o cargo e o status de deputado. O pior: além da população pagar esses elementos como presidiários, ainda tiramos do bolso recursos para os remunerar como parlamentares. “É uma vergonha”, diria Boris Casoy. Mas há quem diga que isso acontece porque vivemos numa democracia que, por sua vez, significa governo do povo, para o povo e pelo povo. Outra falácia: o povo não manda nada. Só faz votar. Quem manda, quem governa, são os eleitos que não estão nem aí para os significados de política e democracia. E assim o Brasil continua desacreditado pelo mundo. A grande Elza Soares, que tem percorrido o continente europeu mostrando a música brasileira, fala que lá fora se referem ao nosso país em tom de chacota, como se aqui não fôssemos um país sério.

Divagação

Discutir o Plano de Deus para a Humanidade é terrível! Deus é muito perfeito, perfeitíssimo. Costumo dizer que Ele é o maior enxadrista de todos os tempos. Eu ainda não consigo entender, plenamente, porque para seguir o Criador o cristão tem que sofrer. A hagiografia católica é prenhe de pessoas que por optarem em levar a vida de acordo com os ensinamentos divinos, tiveram mortes horríveis. Todos os discípulos de Jesus Cristo, com exceção de João, foram martirizados. Por quê? Ah, só mesmo Deus em sua Santíssima Sapiência é capaz de explicar. Racionalmente, o certo seria esses homens serem arrebatados, levados para o Céu. Mas não, como o próprio Cristo, alguns foram crucificados, outros queimados, apedrejados. Quer dizer, tiveram morte feia! Mas quem é o homem com a sua racionalidade para explicar as coisas, os desígnios de Deus? Aqui, vem a calhar aquela máxima ‘nem mesmo Freud explica’. Isso mesmo, porque só o Divino explica, e Ele, com o seu silêncio, não explica nada, deixa que o homem se descubra ou redescubra, seguindo-o ou preferindo outros caminhos, aqueles que não levam ao Céu.

Mudando a história
Hoje podemos telefonar e enviar emails para qualquer lugar do mundo e baixar imagens através do espaço em nossos computadores. Por isso, é difícil imaginar a importância de um pequeno satélite.
Com o lançamento do Sputnik I — o primeiro satélite artificial do mundo, pela União Soviética, em 1957, iniciou-se a Era Espacial Moderna e o curso da História mudou. Acelerou-se o desenvolvimento tecnológico, e o medo e a esperança se alternaram com relação ao significado daquilo.

Mas há eventos que alteram o presente e o futuro e que ocorrem, às vezes, no anonimato. Foi isso o que aconteceu com o Nascimento de Jesus — um bebê, nascido de um casal comum, numa pequena cidade. Esse Nascimento, porém, mudou o curso da História. As palavras de um anjo ditas aos pastores começaram a se espalhar: “…é que hoje vos nasceu, na Cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:11). E dezenove séculos mais tarde, Phillips Brooks escreveu a respeito de Belém: “As esperanças e os temores de todos os anos [séculos] se encontram em ti [Belém], nesta noite”.

Quando abrimos nossas vidas para Cristo, o Senhor, e o reconhecemos como nosso Salvador, o curso da História de nosso futuro muda para sempre. Essas “boas-novas de grande alegria” (v.10) são para todos, em qualquer lugar. Na porta do estábulo de Belém encontramos a dobradiça da História. — David C. McCasland


 
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