Em que mãos estamos!

Os egípcios ofereceram um tapete a Júlio César, o imperador romano, mas ele gostou mesmo foi de Cleópatra enrolada na peça. E assim vai…

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Apesar de todas as prisões, escândalos, conduções coercitivas, vexames e escutas telefônicas propiciados primeiramente pelo Mensalão e, agora, pela Operação Lava Jato, a classe política continua a mesmíssima de todos os tempos, com raras, raríssimas exceções. Aliás que é bom nem falar das exceções, porque elas estão suprimidas pela grande desfaçatez que impera no país. A cabeça do povo, não sei como está no acompanhamento de tudo isso, mas a dos políticos continua voraz, nem aí para os destinos do país; querem apenas sobreviver, lotar ainda mais os seus currais. Neste ano teremos eleições gerais. Será que o povo vai deixar a política continuar assim?

 

Inversão
Sabe aquela história ‘Papagaio come milho, periquito leva fama? Pois é. O diplomata brasileiro Carlos Alves de Souza Filho disse que ‘O Brasil não é um país sério’, mas a frase ficou como se fosse de Charles de Gaulle. Nero ateou fogo em Roma, e colocou a culpa nos cristãos. Quando estive fazendo jornalismo no estado do Amazonas, aqui escreveram algo contra João Capiberibe e tacaram meu nome como autor do artigo. Santos Dumont voou pela primeira vez num aparelho mais pesado que o ar, o 14 BIS, mas os irmãos Wright (foto), dos Estados Unidos, são citados como os ‘Pais da Aviação’. Há gente que aparece bem na imprensa, como se autora de textos fosse, mas quem escreve é outra pessoa. Os egípcios ofereceram um tapete a Júlio César, o imperador romano, mas ele gostou mesmo foi de Cleópatra enrolada na peça. E assim vai…

 

Surpreendido pela graça
Certa mulher adormeceu no sofá após seu marido ir para a cama. Um intruso passou pela porta deslizante, que o casal havia se esquecido de fechar, e entrou na casa. Ele foi ao quarto onde o marido estava dormindo e pegou o televisor. O homem adormecido acordou, viu uma figura em pé e sussurrou: “Querida, venha para a cama”. O ladrão entrou em pânico, deixou a TV, pegou uma pilha de dinheiro na cômoda e correu para fora.

O ladrão teria uma grande surpresa! Aqueles papéis eram panfletos cristãos parecidos com uma nota de 100 reais em um lado e, no anverso, uma explicação sobre o amor e o perdão que Deus concede às pessoas que se opõem a Cristo. Em vez do dinheiro que esperava, o intruso recebeu a história do amor de Deus por ele.

Fico imaginando: o que Saulo esperou ao perceber que era Jesus que lhe apareceu no caminho para Damasco, dado que ele havia perseguido e até matado os Seus seguidores? (Atos 9:1-9). Saulo, mais tarde chamado Paulo, deve ter sido surpreendido pela graça de Deus para com ele, a qual ele chamou “um presente”: “…fui constituído ministro conforme o dom da graça de Deus a mim concedida segundo a força operante do seu poder” (Efésios 3:7).

Você é surpreendido pelo dom da graça de Deus em sua vida à medida que Ele lhe mostra o Seu amor e perdão? Nunca meça o poder ilimitado de Deus pelas suas expectativas limitadas. — Anne Cetas


 
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