Êta crise!

No tal aparelho televisivo ele só consegue sintonizar a Difusora, a única rádio AM do estado. Então, tá.

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A crise está braba, mesmo. A cada dia a Polícia Federal, embalada por denúncias dos ministérios públicos aceitas pela Justiça enceta operações com mandados de busca, apreensão e prisão. Figurões vão para o xilindró. Bem, já está suficientemente claro que grande parte do dinheiro que deveria circular no país está ou estava nas mãos desses tais figurões e afins. O Ivan, um grande amigo meu de mais de 20 anos sumiu de repente de meu contato. Ele já foi gente da pesada, lá da zona norte, pessoa do mal. Mas se converteu há uns oito meses, chegando a pastor de uma denominação evangélica local. Nessa condição de homem de Deus, há três meses dei a ele 50 reais para comprar merenda pra mim, aqui perto, no Largo dos Inocentes. Nunca mais voltou nem foi visto. Lá atrás, na época de trevas, ele nunca, jamais me enganara. Pra citar outro exemplo de crise, meu nobre amigo Gibran, o artista plástico, confidenciou-me que sua televisão led não mais acessa nenhum canal de TV. No tal aparelho televisivo ele só consegue sintonizar a Difusora, a única rádio AM do estado. Então, tá.

 

Sonho
O sonho é inerente ao ser humano. Há quem diga que os animais chamados irracionais também sonham. O ser humano é racional, quer dizer, possui a razão, mas também é animal. Por isso, tem os seus momentos de irracionalidade. Já o bicho, o animal pra valer, age pelo instinto, o homem também tem o seu instinto. O instinto de fidelidade do cachorro é impressionante. Não diria o mesmo do instinto do homem. O gato é de uma gratidão maravilhosa. A quem lhe dá comida, ele sempre acompanha com carinho de dar inveja a qualquer ser humano. Mas o sonho é um fenômeno do homem e da mulher. Tem o sonho físico, que afeta a mente com imagens, pensamentos e fantasias. Especialistas dizem que o sonho tem a ver com o dia a dia das pessoas, mas também podem ser premonições. São famosos os sonhos interpretados por José do Egito e o profeta Daniel. E há o sonho da aspiração, da realização pessoal ou coletiva. Ah, esse tipo de sonho mexe com todos. Todos sonham conseguir alguma coisa. Abraham Lincoln, depois de muitos reveses, conseguiu ser Presidente dos Estados Unidos; Ghandi sonhou ser livre sem violência, e a Índia dele conseguiu se livrar da Inglaterra sem dar sequer um tiro; Martin Luther King Jr.. sonhou dias melhores para o homem negro da América do Norte, conseguiu. Esses três grandes homens foram assassinados. Sim, mas não mataram os sonhos deles. Como também a grande maioria dos atuais políticos brasileiros não matará os sonhos do nosso povo de um dia virmos a ser uma Nação próspera, ordeira e feliz, independente deles.

 

Doces lembretes
Ao ser descoberta em 1922, a tumba do rei egípcio Tutancâmon estava cheia de coisas que os antigos egípcios acreditavam ser necessárias na vida após a morte. Entre santuários de ouro, joias, roupas, móveis e armas havia um pote cheio de mel — ainda comestível após 3.200 anos!

Hoje, pensamos em mel primariamente como adoçante, mas no mundo antigo ele tinha muitos outros usos. O mel é um dos únicos alimentos que contêm todos os nutrientes necessários para sustentar a vida; por isso, era ingerido como nutrição. Além disso, tem valor medicinal, pois é um dos mais antigos curativos conhecidos para feridas, por ter propriedades antiinfecciosas.

Ao tirar os filhos de Israel do cativeiro egípcio, Deus prometeu levá-los a uma “…terra que mana leite e mel” (Êxodo 3:8,17), uma metáfora para abundância. Quando a viagem foi estendida devido ao pecado, Deus os alimentou com pão (maná), que tinha o sabor de mel (16:31). Os israelitas murmuraram por ter de comer o mesmo alimento durante tanto tempo, mas é provável que Deus os estivesse lembrando gentilmente do que eles desfrutariam na Terra Prometida.

Deus ainda usa mel para nos lembrar de que os Seus caminhos e palavras são mais doces do que o mel (Salmo 19:10). Assim, as palavras que falamos também devem ser como o mel que comemos — doces e curativas. Invista o tempo contando as suas bênçãos, em vez de queixando-se. — Julie Ackerman Link


 
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