Fotografia

Paulo Gil (na foto tirada por Gabriel Penha) começa a divulgar o Dia do Fotógrafo no Amapá, a transcorrer em 8 de janeiro do próximo ano. A data está longe? Sim, mas para Paulo, um dos profissionais do setor mais preocupados com a categoria, nada se perde em logo mobilizar os colegas e despertar na […]

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Paulo Gil (na foto tirada por Gabriel Penha) começa a divulgar o Dia do Fotógrafo no Amapá, a transcorrer em 8 de janeiro do próximo ano. A data está longe? Sim, mas para Paulo, um dos profissionais do setor mais preocupados com a categoria, nada se perde em logo mobilizar os colegas e despertar na população a importância da fotografia. Ele antecipa que uma programação especial será levada a efeito, dia 8 de janeiro, na Biblioteca Pública ‘Elcy Lacerda’, das 9h às 10h30min. O evento será aberto a todos os fotógrafos do Amapá e de fora, que porventura estiverem em Macapá, bem como à população em geral. Na Biblioteca Pública serão homenageados, in memoriam, os fotógrafos Samuel Silva e Paparazzo. Samuel labutou aqui no Diário do Amapá, por mais de 20 anos, sendo uma legenda do jornalismo fotográfico amapaense. Paparazzo, por sua vez, era freelance, mas morreu em serviço quando pertencia à Secretaria de Comunicação do governo estadual. O acontecimento na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, como informa Paulo Gil, será a entrada da Semana Amapaense de Fotografia, realizada pelo Grupo de Energias Renováveis da Amazônia (Gera), por meio da coordenação de Ações Artístico Culturais, juntamente com o Fotoclube de Macapá. Toda a programação será na própria Biblioteca.

 

Espantando fantasmas

Vi-me circunstancialmente numa brincadeira entre quatro pessoas que à minha observação eram amigas. Todas elas, homens. A conversa girava sobre a intenção de um deles parar com a venda itinerante de água mineral, que realiza, para se estabelecer num comércio, e que para isso estava à procura de um ponto. De repente, como num passe de mágica, um deles saiu dizendo que um dos seus interlocutores era mandado pela mulher, coisa que, segundo o retirante, é típico do amapaense. Ao se distanciar um pouco mais do centro da conversa, tendo-me como testemunha, um dos que conversavam, e ficara no local, largou: “Ele fala em amapaense mandado pela mulher, mas ele é que é assim. Certa vez ele estava bebendo, aqui, quando a fêmea dele chegou, dizendo eu só quero que tu chegues porre, em casa, pra ver o que vai te acontecer. Logo ele parou de beber alegando estar sentindo alguma coisa no estômago; depois disso nunca mais colocou um gole na boca, sob vários argumentos, um deles que até se convertera, mas nunca vai a qualquer igreja. “Tô com medo de ir embora, porque sei que o próximo na língua de vocês vai ser eu, assim como estão fazendo com o negão que se foi”, reagiu a pessoa que quer ter comércio próprio. Eu, de minha parte, fiquei a imaginar: “A vida é assim mesmo. Como diz o filósofo, o hábito de falar mal dos outros pelas costas é próprio de mentes inseguras, que com palavras sobre seus conhecidos ou não procuram espantar fantasmas’.

 

Rãs e mais rãs
Maria recebeu uma rã de cerâmica como presente de aniversário de um colega, e colocou-a em sua mesa, para ser vista por todos. Alguns de seus colegas de trabalho acharam que ela gostava de rãs e, por isso, começaram a dar-lhe itens em formato de rãs no Natal, aniversários e celebrações especiais. Seu escritório logo se encheu de “rãs”: canetas, velas, adesivos, cartazes, canecas.
Depois que Maria deixou a companhia, uma amiga perguntou-lhe o que ela havia feito com as rãs. Ela respondeu: “Bem, na verdade não gosto de rãs, por isso doei todas”.
Os outros têm boas intenções, mas nem sempre nos conhecem muito bem. E nunca nos conhecerão como Deus nos conhece. Somos um livro aberto para Ele — não há nada a nosso respeito que possa ser escondido do Senhor. O Salmo 139 nos ensina:
• Deus sabe tudo o que fazemos (v.2). Ele conhece todas as atividades do nosso dia e cada detalhe de nossa agenda.
• Deus sabe tudo o que pensamos (v.2) — o bem e o mal, o que é benéfico e o que é impuro.
• Deus conhece todos os lugares onde vamos — “…conheces todos os meus caminhos” (v.3).
• Deus sabe tudo o que dizemos (v.4).
Ele nos conhece melhor do que nós mesmos. É confortante saber que somos conhecidos de maneira tão íntima por nosso Senhor — mesmo com todas as nossas falhas — e ainda assim sermos tão amados! Cristo conhece suas necessidades, seu nome e seu rosto. — Anne Cetas


 
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