Geriatria, profissão do futuro

Com população de idosos triplicando, geriatria já é considerada profissão do futuro. Segundo o IBGE, a população idosa brasileira não vai parar de crescer. Em 2050, o Brasil vai contar com 66,5 milhões de idosos. Ao longo dos últimos 50 anos, a população idosa brasileira mais que triplicou: passou de 3,3 milhões em 1960, o […]

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Com população de idosos triplicando, geriatria já é considerada profissão do futuro. Segundo o IBGE, a população idosa brasileira não vai parar de crescer. Em 2050, o Brasil vai contar com 66,5 milhões de idosos. Ao longo dos últimos 50 anos, a população idosa brasileira mais que triplicou: passou de 3,3 milhões em 1960, o que representava 4,7% da população, para 14,5 milhões em 2000, passando a representar 8,5%. Na última década o salto foi ainda maior. Em 2010, a representação passou para 10,8% do total de habitantes. Ou seja, já eram 20,5 milhões de brasileiros com 60 anos ou mais. E segundo o IBGE, essa população não vai parar de crescer. De acordo com as pesquisas do instituto, em 2050, o Brasil vai contar com 66,5 milhões de idosos (29,3%). O envelhecimento da população é uma tendência e pode ser consequência de vários fatores, como maior desenvolvimento social, da expectativa de vida, de melhorias nas condições de saneamento nas cidades e da diminuição da taxa de fecundidade, por exemplo. Com essa longevidade dos brasileiros, algumas áreas já têm sido consideradas profissões do futuro, como é o caso da geriatria. E para os médicos que já atuam ou que querem atuar e se qualificar no atendimento a esse público, já existem cursos voltados para médicos de todo o Brasil.

 

A vontade de Deus

Cada pessoa é diferente da outra, na índole. Em traços físicos, nem tanto. Aquele ensinamento religioso de que todos nascemos com pecado, em virtude da desobediência de Adão e Eva, no Paraíso, sem dúvida é verdade. O homem é mau por natureza. E bom, também por natureza. É o ambiente dele que dita que caminho ele segue – o do bem ou o do mal. Mas Deus escolhe pessoas. Veja que de todas as mulheres do mundo Ele escolheu uma simples menina da simples região da Galileia, na também simples Palestina, para ser a Mãe de Jesus. Essas escolhas de Deus, que somente Ele mesmo compreende, salvam o mundo. Pessoas como Maria, Abraão, José do Egito, Madre Teresa de Calcutá, Santo Agostinho e uma variedade de anônimos são exemplos de como se deve proceder para o bem da Humanidade, da vida e da paz. Porém, aí mais uma vez uma coisa que só Deus compreende, os escolhidos geralmente têm uma existência difícil, é o caso, por exemplo, dos discípulos de Jesus. Todos eles, com exceção de João, foram martirizados, ou seja, mortos pelo homem porque eram arautos do bem. Para concluir, como só Deus compreende, resta-nos a fé para aceitar e admitir que o que Ele faz é para o bem de todos nós. Afinal, isto também é verdade: o bem sempre vence; o mal só ganha batalhas, não a guerra.

 

O rastejar do camaleão
Quando pensamos no camaleão, provavelmente pensamos na sua capacidade de mudar de cor conforme o ambiente ao seu redor. Mas esse lagarto tem outra característica interessante. Em várias ocasiões, ao ver um camaleão andar por um caminho, imaginei como ele chegou ao seu destino. Relutante, o camaleão estende uma perna, parece mudar de ideia, tenta novamente e, então, planta cuidadosamente um pé hesitante, como se temesse o chão desabar sob ele. Por isso, não pude deixar de rir quando ouvi alguém dizer: “Não seja um membro de igreja camaleão, que diz: ‘Vou à igreja hoje; não, irei na próxima semana; não, esperarei algum tempo!’”

“A Casa do Senhor”, em Jerusalém, era o lugar de adoração do rei Davi, e ele estava longe de ser um adorador “camaleão”. Em vez disso, ele se alegrou com aqueles que disseram: “…Vamos à Casa do Senhor” (Salmo 122:1). O mesmo se aplicava aos cristãos da igreja primitiva. “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações […]. Diariamente perseveravam unânimes no templo…” (Atos 2:42,46).

Que alegria é unir-se a outros em adoração e comunhão! Orar e adorar juntos, estudar as Escrituras juntos, e cuidar um do outro são essenciais para nosso crescimento espiritual e unidade como cristãos.

Adorar juntos traz força e alegria. — acharles


 
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