Mal coletivo

Carl Gustav Young , o criador da psicologia analítica, revela que quanto mais se fala de algo, esse algo impregna na consciência coletiva, e como que sem perceber todos estão praticando aquele algo. É o que ocorre no Brasil. Falo do Brasil, só pra localizar meu comentário, mas acontece no mundo inteiro. Nunca a mulher brasileira […]

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Carl Gustav Young , o criador da psicologia analítica, revela que quanto mais se fala de algo, esse algo impregna na consciência coletiva, e como que sem perceber todos estão praticando aquele algo. É o que ocorre no Brasil. Falo do Brasil, só pra localizar meu comentário, mas acontece no mundo inteiro. Nunca a mulher brasileira apanhou tanto como agora na era da Lei Maria da Penha. Nunca tivemos tanto menores de idade marginais como desde quando vigora o Estatuto da Criança e do Adolescente. Quanto mais se fala e se faz campanha contra as drogas, mais o uso de drogas se dissemina. E assim vai. Então vamos falar de amor, misericórdia e perdão, porque se isso fizermos, mais e mais pessoas terão essas virtudes.

 

Bagunça oficial

A crise brasileira, que por ser ética e moral, atinge todos os segmentos da sociedade, está longe de acabar. Os metidos a otimistas, geralmente falsos, posto apoiarem os interesses do governo federal, tentam camuflar a situação difícil da Nação, apontando indicadores econômicos que não condizem com a realidade. Só mentiras! Por isso que gosto de lembar do governo militar (foto), que impediu a entrada do comunismo no Brasil. Naquele tempo, quando a situação do país ia difícil, os ministros das áreas de economia e planejamento iam à imprensa dizer para o povo que era ‘hora de apertar o cinto’, ‘hora de panela vazia’. Falavam a verdade. De Lula pra cá, o respeito e consideração governamentais para com a população mudaram radicalmente. Temos quase 14 milhões de desempregados, gente passando fome, e muita, além de uma educação deseducada, saúde doente e segurança insegura, mas para o governo e arautos dele tudo vai bem. Descaramento!

 

Surpresos!
Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610) era um artista italiano, conhecido por seu temperamento ardente e técnica não convencional. Ele usava trabalhadores comuns como modelos para os seus santos e conseguiu fazer os espectadores das suas pinturas sentirem-se como se fizessem parte da cena. A Ceia em Emaús mostra um estalajadeiro em pé enquanto Jesus e dois dos Seus seguidores estão sentados à mesa quando eles o reconhecem como o Senhor ressuscitado (Lucas 24:31). Um discípulo está se pondo em posição ereta, enquanto os braços do outro estão estendidos e as mãos abertas de espanto.

Lucas, que registra esses eventos em seu evangelho, nos diz que os dois homens voltaram imediatamente a Jerusalém, onde encontraram os 11 discípulos e outros reunidos e dizendo: “O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão. Então os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão” (vv.33-35).

O autor Oswald Chambers disse: “Raramente Jesus vem onde nós o esperamos; Ele aparece onde menos o esperamos, e sempre nas conexões mais ilógicas. A única maneira de um obreiro manter-se fiel a Deus é estar pronto para visitas surpresas do Senhor”.

Seja qual for o caminho em que estivermos hoje, que possamos estar prontos para que Jesus se manifeste a nós de maneiras novas e surpreendentes. Para encontrar o Senhor Jesus Cristo, precisamos estar dispostos a buscá-lo. — David C. McCasland


 
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