Mal coletivo

Quer dizer, lembrando Jung, corrupção está impregnada no coletivo brasileiro. Não vê agora, há menos de 15 dias de implantação do Cartão Escola pelo governo do Amapá, contra fraudes no sistema de merenda escolar do estado, gestores estão sendo flagrados e já levados à polícia por tentarem burlar o novo sistema.

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Carl Gustav Young foto), o criador da psicologia analítica, revela que quanto mais se fala de algo, esse algo impregna na consciência coletiva, e como que sem perceber todos estão praticando aquele algo. É o que ocorre no Brasil. Falo do Brasil, só pra localizar meu comentário, mas acontece no mundo inteiro. Nunca a mulher brasileira apanhou tanto como agora na era da Lei Maria da Penha. Nunca tivemos tanto menores de idade marginais como desde quando vigora o Estatuto da Criança e do Adolescente. Quanto mais se fala e se faz campanha contra as drogas, mais o uso de drogas se dissemina. E assim vai. Então vamos falar de amor, misericórdia e perdão, porque se isso fizermos, mais e mais pessoas terão essas virtudes. Mas voltando às coisas más: em tudo que é canto deste país se fala de corrupção. Quer dizer, lembrando Jung, corrupção está impregnada no coletivo brasileiro. Não vê agora, há menos de 15 dias de implantação do Cartão Escola pelo governo do Amapá, contra fraudes no sistema de merenda escolar do estado, gestores estão sendo flagrados e já levados à polícia por tentarem burlar o novo sistema.

 

Felicidade
Ao chegar no jornal, abri meu e-mail e deparei com duas preciosidades. A primeira, das Edições Paulinas, que diz: ‘A automotivação é um processo diário. Sua força beira a magia’. A outra, do ‘Pão Diário’, com o título ‘Como ser feliz’. Fala sobre a felicidade, alinhando dez dicas para se viver mais contente. Vou partilhar estas dicas: 1ª – Doe algo; 2ª – Faça uma gentileza; 3ª – Agradeça sempre; 4ª – Trabalhe com disposição e vigor; 5ª – Visite os idosos e aprenda com as experiências deles; 6ª – Olhe com atenção para o rosto de um bebê e maravilhe-se; 7ª – Ria com frequência — é o lubrificante da vida; 8ª – Ore para conhecer o caminho de Deus; 9ª – Planeje como se você fosse viver para sempre — você viverá; 10ª – Viva como se hoje fosse seu último dia de vida na Terra. Essas são excelentes ideias para se ter uma vida feliz. Reforce cada uma dessas dicas com louvor, e sua felicidade será completa. ‘Aleluia! Louva, ó minha alma, ao Senhor. Louvarei ao Senhor durante a minha vida…’ (Salmo 146:1,2).

 

Forasteiros e estrangeiros
Estacionei minha bicicleta, folheando o mapa de Cambridge para localizar-me. Com pouca habilidade para orientar-me, seria fácil eu me perder no labirinto de ruas repletas de edifícios históricos.
A vida deveria parecer idílica, porque eu acabara de me casar com um inglês e mudar para o Reino Unido, mas me sentia à deriva. De boca fechada eu parecia comum, mas, ao falar, sentia-me imediatamente marcada como turista americana. Eu ainda não tinha me familiarizado com minha nova situação e logo percebi que juntar duas pessoas teimosas para compartilhar o cotidiano era mais difícil do que eu imaginava.

Eu me identificava com Abraão, que deixou tudo que conhecia ao obedecer ao chamado do Senhor para viver como estrangeiro e forasteiro em uma nova terra (Gênesis 12:1). Ele enfrentou os desafios culturais, guardando a fé em Deus e, 2 mil anos depois, o escritor de Hebreus o chamou de herói (11:9). Assim como os outros homens e mulheres citados neste capítulo, Abraão viveu por fé, ansiando pelas promessas, desejando e esperando por seu lar celestial.

Talvez você tenha vivido sempre na mesma cidade, mas como seguidores de Cristo, somos todos estrangeiros e forasteiros nesta terra. Por fé avançamos, sabendo que Deus nos conduzirá e guiará, e por fé cremos que Ele nunca nos deixará nem abandonará. Por fé, ansiamos pelo nosso lar. Deus nos chama a viver por fé, crendo que Ele cumprirá as Suas Promessas. – Amy Boucher Pye


 
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