Um jovem de bem na política

O pré candidato acha que o trabalho dignifica o homem e dá dignidade à pessoa. A foto mostra um momento do lançamento da pré candidatura, com a presença do próprio doutor Cícero e dos pesos pesados empresário Jaime Nunes e ex deputado federal Luiz Carlos, entre outros.

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Doutor Cícero Bordalo Júnior, que ensaiou uma guinada na disputa eleitoral deste ano, para a Assembleia Legislativa, lançou em evento bastante concorrido, recentemente, a pré candidatura de um dos filhos dele, Marcus Vinícius, àquele propósito que ele deixou de lado: um assento de deputado estadual. Marcus Vinícius leva jeito para a política. É um jovem centrado, tanto que vê a política como uma forma de viabilizar a vida das pessoas, coletivamente. Marcus observa que a sua geração, até agora, não ocupa nenhum espaço político. E quer isso, com o compromisso de retomar a moralização e a honestidade na classe que tem a missão de conduzir os destinos da população, mas que infelizmente tem mais se preocupado em tomar decisões que apenas lhe favoreçam em detrimento do bem geral. Marcus Vinícius é formado em administração e ciências gerenciais. Ele ainda apresenta como bandeiras de luta apoio aos deficientes físicos e incremento ao empreendedorismo, para que a população consiga sua independência. O pré candidato acha que o trabalho dignifica o homem e dá dignidade à pessoa. A foto mostra um momento do lançamento da pré candidatura, com a presença do próprio doutor Cícero e dos pesos pesados empresário Jaime Nunes e ex deputado federal Luiz Carlos, entre outros.

 

Inversão de significados

Política, no seu significado etimológico, é a arte ou ciência de bem governar o povo; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Ora, a respeitabilidade dada à ciência é decorrente do seu critério de funcionamento: abordagem, experimentação e conclusão. Neste país, parlamentar condenado, recolhido na cadeia, continua tendo o cargo e o status de deputado. O pior: além da população pagar esses elementos como presidiários, ainda tiramos do bolso recursos para os remunerar como parlamentares. “É uma vergonha”, diria Boris Casoy. Mas há quem diga que isso acontece porque vivemos numa democracia que, por sua vez, significa governo do povo, para o povo e pelo povo. Outra falácia: o povo não manda nada. Só faz votar. Quem manda, quem governa, são os eleitos que não estão nem aí para os significados de política e democracia. E assim o Brasil continua desacreditado no mundo.

 

O que está feito está feito
Eu não poderia desfazer meus atos. Uma mulher havia estacionado seu carro e bloqueado meu acesso à bomba de combustível. Ela saiu do carro para deixar alguns recicláveis e eu não estava a fim de esperar, então buzinei para ela. Irritada, engatei a marcha à ré e entrei pelo outro lado. Imediatamente, senti-me mal por ser impaciente e não querer esperar 30 segundos (no máximo) para ela sair. Pedi perdão a Deus. Sim, ela devia ter estacionado na área reservada, mas eu poderia ter espalhado bondade e paciência em vez de aspereza. Infelizmente, era tarde demais para pedir-lhe perdão — ela havia ido embora.

Muitos provérbios nos desafiam a pensar sobre como reagir quando as pessoas atrapalham os nossos planos. Há aquele que diz: “A ira do insensato num instante se conhece…” (Provérbios 12:16). E “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas” (20:3). Depois, há esse que vai direto ao coração: “O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime” (29:11).

Às vezes, crescer em paciência e bondade parece bastante difícil. Mas o apóstolo Paulo diz que isso é obra de Deus, o “fruto do Espírito” (Gálatas 5:22,23). Ao cooperarmos com Ele e dependermos dele, Ele produz esse fruto em nós. Por favor, transforma-nos, Senhor.
Deus testa nossa paciência para ampliar o nosso coração. — Anne Cetas


 
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