Voo alto

Político habilidoso, simpático e apaziguador, o diretor presidente da Companhia de Transportes e Trânsito de Macapá (CTMac), André Lima, dia 6 de abril deixará o cargo. Vereador licenciado da capital, que é, voltará para a Câmara Municipal, porque a lei permite, no entanto executando plano mais alto. André se lançará candidato a deputado federal. Ele […]

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Político habilidoso, simpático e apaziguador, o diretor presidente da Companhia de Transportes e Trânsito de Macapá (CTMac), André Lima, dia 6 de abril deixará o cargo. Vereador licenciado da capital, que é, voltará para a Câmara Municipal, porque a lei permite, no entanto executando plano mais alto. André se lançará candidato a deputado federal. Ele é desses nordestinos que contribuem, e muito, para o progresso da localidade que escolhem para morar. Todos sabemos, nordestino é ‘cabra da peste’, ou seja, homem valente, corajoso, batalhador. Isso André Lima tem demonstrado ao longo destes 25 anos em que se encontra no Amapá, procedente de Recife (PE). Tudo o que tem feito, é bem feito. Academicamente, formou-se em Administração. Sem dúvida bom nome a ser apreciado para representar o Amapá em Brasília.

 

O Rei que voltará
Nós admiramos todos os que “dão a volta por cima” depois de um fracasso e derrota. Em 2001, uma revista de esportes apresentou um artigo sobre as maiores “voltas por cima” de todos os tempos. É surpreendente! Eles selecionaram a ressurreição de Jesus como o número um de tais eventos. A afirmação dizia o seguinte: “Jesus Cristo — 33 d.C., — desafia e deixa os romanos atônitos com a Sua ressurreição.”

Que compreensão! Em qualquer uma das listas de “voltas por cima” na história, a vitória de Jesus sobre a morte merece o primeiro lugar. Sua ressurreição está acima de qualquer outro acontecimento.

Em última instância, a morte triunfa sobre a vida. Quando uma pessoa morre, não há a possibilidade de uma nova existência — pelo menos não neste mundo. Mas esse não foi o caso de Jesus. Ele havia prometido aos Seus discípulos que depois de ser crucificado por Seus inimigos, voltaria a viver — triunfando sobre a morte. Mateus registra isso em seu evangelho: “…começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas […] ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (16:21). E foi isso o que aconteceu com o nosso Salvador.
O retorno de Jesus nos assegura que nós também, pela fé nele, voltaremos quando ressuscitarmos (João 11:25,26). O túmulo vazio é o fundamento da nossa fé.— Vernon C. Grounds

 

Por favor, entre
A casa de Janete fica em uma estradinha rural, muito utilizada nos horários de maior tráfego por motoristas que querem evitar as rodovias principais próximas e os semáforos. Semanas atrás, os operários chegaram para reparar a superfície bastante danificada da estrada, trazendo grandes barreiras móveis e placas de “Não Entre”. “Fiquei realmente preocupada no início”, disse ela, “pensando que não conseguiria tirar o meu carro da garagem até que a obra estivesse concluída. Mas daí, fui olhar as placas mais atentamente e percebi que diziam: ‘Não Entre: Acesso somente para residentes’. Não havia barreira para mim. Eu tinha o direito de entrar e sair sempre que quisesse, porque morava lá. Senti-me muito especial!”

No Antigo Testamento, o acesso a Deus no tabernáculo e no templo era estritamente limitado. Somente o sumo sacerdote podia entrar pela cortina e oferecer sacrifícios no Santíssimo Lugar, uma vez por ano (Levítico 16:2-20; Hebreus 9:25,26). Mas, no exato momento em que Jesus morreu, o véu do templo foi rasgado em dois de cima abaixo, mostrando que a barreira entre o homem e Deus fora destruída para sempre (Marcos 15:38).

Devido ao sacrifício de Cristo pelos nossos pecados, todos os que o amam e o seguem podem entrar em Sua presença a qualquer momento. Ele nos deu o direito de acesso. O acesso ao trono de Deus está sempre liberado.— Marion Stroud


 
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