Moro, a Lava-Jato e o COAF

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Ele foi aplaudido de pé no estádio Mané Garrincha, em Brasília, quarta-feira, 12 de junho, durante o cerimonial de abertura do jogo Flamengo e CSA. Falo do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, quase unanimidade nacional como grande protagonista da Operação Lava-Jato. Ao que se vê e ao que se sabe agrande maioria da população brasileira não está nem aí para o festival de sensacionalismo criado em torno do breve bate-papo do ministro com os responsáveis diretos pela Operação Lava-Jato. E o que tem de “anormal” no bate-papo do ministro? Como ele mesmo disse nada, absolutamente nada demais. O ministro Veloso também acha o mesmo. Mas continuam apelando até para a vitimização, uma clara construção teatral com o objetivo de publicamente desmoralizar a Lava-Jato, o que por si só já configura um claro desrespeito a cerca de 1,6 milhões de brasileiros que assinaram o Projeto Ficha-Limpa, a Lei Complementar nº 135, de 2010, projeto idealizado pelo jurista Márlon Reis.

Mas, afinal de contas, qual é a deles, a dos sensacionalistas, escamoteados, camuflados e declarados opositores a Operação Lava-Jato? O que é certo estaria errado e o que é errado estaria correto? Estariam estas pessoas querendo inverter valores?

Qual é a deles? A deles é temeridade pura, de não passar um alfinete sequer…

Somente um grande tolo ou inocente útil é incapaz de perceber que a continuidade da Lava-Jato, surgida em 2014, muito preocupa corruptos e corruptores, corrompidos e laranjas, “malacos e vilhacos”. Mostrando profunda indignação, o general Heleno assim se manifestou:

“A presidência da República é quase uma instituição sagrada. Presidente corrupto devia pegar prisão perpétua”.

Corretíssimo o general!

Quantas laranjas maduras “seus meninos”, e que cor são elas?

Bom, domingo, 17 de junho a Lava-Jato completou cinco anos. O resultado de sua contabilidade operacional já somou 2.252 anos fixados em condenações para 159 réus. Ela mantém 11% dos seus 426 denunciados na cadeia. Os condenados cumprem pena no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Distrito Federal. A procuradoria já fez 183 acordos de delação premiada. A maioria das delações é de empresários e de operadores financeiros envolvidos num esquema que desviou R$ 6 bilhões da Petrobrás. Das 242 condenações, proferidas em Curitiba, somente duas foram declaradas prescritas. Após expor esta estatística digna de aplausos de grande parte da maioria da sociedade brasileira,“mui desejosa” em ver um Brasil passado a limpo, eu pergunto:

O que o COAF, considerado o núcleo central de combate à corrupção neste Brasil varonil tem a ver com o Ministério da Economia se ele, o COAF, é uma estrutura ou uma ferramenta de justiça com explícita competência para analisar casos “escabrosos” através da justa jurisprudência nacional contra corruptos, corruptores, corrompidos, laranjas, “malacos e vilhacos” deste solo verde e amarelo? E porque a Justiça Eleitoral passa a ter competência para julgar crimes comuns relacionados a delitos eleitorais se a sua principal responsabilidade física e operacional continua sendo com a organização e acompanhamento de pleitos eleitorais, em todo o território nacional? Procuradores do Ministério Público Federal, em Curitiba, e a Procuradora-Geral, Raquel Dodge, são da opinião de que a Justiça Eleitoral não possui estrutura para julgar crimes complexos e que alguns casos acabariam caducando por falta de pessoal para análise e julgamento da questão, consequentemente acarretando impunidade aos acusados. O senador Randolfe Rodrigues (Rede Sustentabilidade/AP) luta junto com outros parlamentares para tentar fazer retornar o COAF ao seu correto local de origem, o Ministério da Justiça.

Mas, o que diria Tim Maia? Chama o síndico?


Jarbas Ferreira Gato

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Jarbas Ferreira Gato nasceu em Oriximiná, no estado do Pará, no dia 02 de dezembro de 1931. Em 1951 chega a Macapá a convite do chefe de polícia da cidade, Tenente Charone, e é contratado como mecânico e motorista da Guarda Territorial. Em 1955 a sorte para ele sorri ao ganhar o maior prêmio pago pela loteria federal, no norte do Brasil. Logo se torna um próspero empresário no ramo de transportes e de combustíveis e funda, juntamente com amigos, a União Beneficente dos Motoristas do Amapá – UBMA. Em 1960 manda edificar seu primeiro posto de combustível, privilegiadamente localizado ao lado do Mercado Central. Em 1964, juntamente com o saudoso Amujacy, Savino e demais amigos, fundam a Banda, considerada até hoje um dos maiores blocos de sujos do carnaval nacional. Tempos depois cria a Estrela de Ouro, empresa de transporte coletivo. Faz fortuna e realiza a compra de caminhões e kombis para prestar serviços às empresas Icomi e Brumasa, ambas localizadas no município de Santana. Em 1970 conclui o curso de Técnico em Contabilidade e logo depois é eleito presidente do Grêmio Literário Rui Barbosa.

Jarbas Gato viveu num tempo em que a palavra era tudo e o ato de servir aos outros, de maneira desinteressada, era natural.Uma época em que tudo por aqui ainda estava por fazer. E assim era o ambiente das relações humanas,nos anos 70, em Macapá, capital do extinto território federal do Amapá, uma região bucólica e insulada.A edilidade mirim, e sua atividade política propriamente dita, a de vereador da Câmara Municipal de Macapá, não tinha remuneração alguma. Vereador não tinha recurso público, verba de gabinete, não tinha salário, não tinha assessores e não tinha gabinete. Ser vereador, nos anos 70, era simplesmente um ato de boa vontade de servir, ajudar, socorrer os mais pobres e necessitados, enfim, olhar as comunidades mais carentes e tentar de alguma forma obter ajuda do governo local e federal. É neste começo do começo de tudo que Jarbas Gato obtém uma das mais expressivas votações para a escolha de vereadores do município de Macapá. Após a realização do primeiro processo eleitoral,para escolha da edilidade macapaense,Jarbas Gato é por 3 vezes eleito presidente da Câmara Municipal de Macapá. Chegou a assumir, por diversas vezes, a função de governador substituto, de vice e de prefeito interino da cidade de Macapá. Como deputado estadual constituinte atuou ativamente para formatação da constituição amapaense, após a promulgação da Carta Magna do Brasil, em 1988. Ainda em meados dos anos 80, funda o Jornal Combate, e depois passa o comando da direção do jornal a seu filho, Ranolfo Gato. Anos depois, se aposenta da política, com 30 anos de serviços prestados a nossa região. Ele historicamente é um dos políticos desta terra com maior número de mandatos, sempre detentor de expressiva votação. Na área do esporte, sua atuação sempre esteve muito voltada ao seu clube e time do coração, o Amapá Clube, onde foi por diversas vezes presidente.

 

 


O que é o Imposto Sobre Bens e Serviços – IBS?

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O Imposto Sobre Bens e Serviços – IBS pode ser uma grande sacada se ele não se tornar apenas uma ferramenta jurídica para substituir 9 impostos por apenas um. A proposta de reforma tributária, apresentada pelo líder do MDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), seria unificar dentro do novo imposto o PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Em seus argumentos, Rossi afirma que as principais características do IBS será a incidência não cumulativa sobre a base ampla de bens e serviços, desoneração completa das exportações, ressarcimento tempestivo de créditos, crédito integral e imediato para investimentos, crédito amplo (exceção: consumo pessoal), adoção opcional para as empresas do Simples, arrecadação centralizada e distribuição dereceita para a União, Estados e municípios.

Em meio a todo esse processo de discussão que envolve a Reforma Tributária e da Previdência, governadores e prefeitos das regiões Norte e Nordeste se articulam para cobrar uma melhor e mais justa distribuição de receita para estados e municípios pobres. Eles reclamam que a União Federal comete injustiças quando distribui e até às vezes sensivelmente diminui valores ao autorizar repasse do Fundo de Participação dos Estados, o FPE.

A nossa atual carga nacional de impostos incide sobre cerca de 500 mil itens, oriundos de 96 setores da economia. Dizem que uma das vantagens do IBS seria o fim das diferenças na cobrança de ICMS entre um estado e outro. Falam que ele, o novo imposto, poderá até ter faixas de cobrança, contudo, o texto da proposta não detalha quais seriam as alíquotas e que critério de classificação seria adotado. O IBS também prevê o fim da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), cobrada sobre o lucro das empresas. Esse imposto seria incorporado pelo Imposto de Renda e não pelo IBS. O texto da proposta também esclarece que sete setores da economia podem ficar isentos do novo imposto. São eles: energia elétrica, combustíveis, telecomunicações, cigarros, bebidas, veículos, pneus e autopeças. Justificativa: tais setores, dizem, “são muito tributados”.

Sinceramente creio que o grande cerne da questão é seriamente discutir e aprovar uma política de incentivos fiscais destinada a médios, pequenos e micros empresários que comprovadamente contribuam para o desenvolvimento regional e gerem empregos e renda, consequentemente contribuindo também para a redução do desemprego no Brasil. É assim e sempre funcionou bem nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Empresários e contribuintes reclamam que aqui, no Brasil, se paga muito imposto e historicamente poucos benefícios físicos se vê nas áreas de saúde, educação, rodovias, portos e infraestrutura urbana, por exemplo. É, de muito já somos considerados no mundo um dos maiores “pagões” de excessiva carga tributária em nossos bolsos. Refletir é preciso!


Reflexões sobre o Sistema de Capitalização na Reforma da Previdência

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Evidente que a Reforma da Previdência é imperativa, necessária e urgente. Qualquer governo ou parlamento eleito ou reeleito teria que realizar à tão falada Reforma da Previdência. Discutível, para muitos especialistas, é a forma que está sendo proposta para apreciação plenária no Congresso Nacional, pois ela prevê a criação do chamado sistema de capitalização.

E o que é esse sistema de capitalização?

Uma espécie de contribuição previdenciária que é diretamente descontada do salário bruto do trabalhador. Tal contribuição vai para uma conta individual do mesmo para poupança e essa poupança será usada para bancar a sua aposentadoria no futuro.

Pergunto, como um trabalhador, com sua carteira de trabalho registrada, há tempos desempregado, sem dinheiro, pode se capitalizar e contribuir para capitalizar um sistema previdenciário previsto e proposto pelo estado brasileiro se ele não tem recursos, a autoestima está baixa e ele não tem quase nada no momento? Como 13 milhões de desempregados podem contribuir para um sistema de capitalização da previdência?

Não dá, não cola, é injusto e desumano.

Quando se é pobre e está desempregado, ao aparecer um “bico” ou nova oportunidade, você fica na chamada informalidade ou formalidade. A sua atividade informal como profissional liberal autônomo, por exemplo, de nada vai adiantar para sua conta capitalizada. No trabalho formal, apesar de ser recolhido depósito em conta, ele pode ser insuficiente como valor médio final para sua aposentadoria, incapaz até de sustentar a vida do idoso. O cerne da questão, da Reforma da Previdência, não é a capitalização e sim a mudança de regras do regime que já existe, ou seja, a idade mínima, mudança no cálculo de benefício e os necessários, normais e legais ajustes para sua sustentabilidade.

O dito modelo de sistema previdenciário de capitalização, proposto no Brasil, já falhou em 60% dos países. Oschilenos, que resolveram implantar a pura capitalização previdenciária,em meados dos anos 80, sentiram no bolso a consequência da precarização em sua aposentadoria. A saída mais racional para o Brasil, na avaliação de especialistas, seria um sistema misto, ou seja, a capitalização coexistindo com o regime de repartição ou regime solidário. A pura capitalização não é nada recomendável para o Brasil.

Qual é, na verdade a ideia ou intenção:

Proteger o trabalhador ou beneficiar o sistema financeiro?


O túmulo perdido de Jesus

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O que teria na verdade acontecido ao Divino Mestre, após a crucificação?

Achados arqueológicos antigos, encontrados em meados dos anos 80 no bairro de Talpiot, na Jerusalém Oriental, vem desencadeando acirrado debate arqueológico e teológico, nestes últimos anos.

O centro da discussão reside no fato da descoberta de artefatos com antigas inscrições. Tais inscrições levam pesquisadores a sugerir que Jesus de Nazaré casou-se com Maria Madalena e teve um filho, descartando assim a sua ressurreição. O assunto é polêmico, divide opiniões, mas tem caráter eminentemente científico para descortinar brumas do tempo de um passado bem interessante a humanidade. Trata-se do mais atual e significativo estudo do momento com base nas mais significativas relíquias cristãs da época de Jesus. O estudo pode até ser negado por teólogos e céticos radicais, acusando pesquisadores de interpretação errônea e precipitada especulação, contudo, jamais pode ser ignorado pela comunidade científica e por livres pensadores.

Mas o que são na verdade esses achados arqueológicos?

Caixas de ossos, com uma série de inscrições. Em seu interior, restos mortais, pura matéria óssea. As pesquisas dizem provavelmente ser de Jesus de Nazaré. Outra caixa de ossos, também encontrada em Talpiot, pode ter pertencido a Maria Madalena, enquanto que a seguinte, traz a inscrição:

“Judá, filho de Jesus”

Em 1980, dez ossários são descobertos e desenterrados em Talpiot, mas, apenas nove permaneceram intactos. Na época, arqueólogos argumentaram que o décimo era apenas uma caixa simples e quebrada, e por não ter nenhum valor científico de estudo, jogaram-na fora. Isso provocou perguntas e teorias da conspiração, tais como o ossário de Tiago era o décimo, e teria propositalmente desaparecido.

De pensar que tudo começou em 1980 após a descoberta de um antigo túmulo localizado em um canteiro de obras no bairro de Talpiot. Após as pesquisas, surge um documentário, visto em boa parte mundo, intitulado The Lost Tombo of Jesus (O Túmulo Perdido de Jesus), produzido por James Cameron (Titanic) e roteirizado por Simcha Jacobovici, exibido no Discovery Channel, pela primeira vez em 2007. O incrível nesta história toda é o fato das entranhas da própria terra Santa vir revelando ao mundo segredos escondidos de antiguidades bem controversas. E o conhecido geólogo de Jerusalém, Aryeh Shimron, afirma:

“Pode ser um túmulo da família de Jesus de Nazaré, sua esposa Maria Madalena e seu filho Judá, além de Maria e Tiago, irmão de Cristo e filho de José.”

Alguns céticos e teólogos dizem que na época do Cristo existiu vários Jesus, madalenas, judás e tiagos, descartando assim as teorias de Shimron.

Aryeh Shimron acredita ter estabelecido uma relação entre os achados como resultado de uma pesquisa séria. Para ele, todo o acervo somente reforça argumentos para sua tese científica. E eu particularmente creio que o gênio Leonardo da Vinci não inseriu Maria Madalena na Santa Ceia à toa, ao lado do Divino Mestre, com a cabeça posta em seu ombro esquerdo. Da Vinci, além de gênio, dizem estudiosos, tinha envolvimento com sociedade esotérica.

Pergunto: Em que isso diminui a minha, a sua e a nossa fé no Divino Mestre? Para mim, em nada, absolutamente nada. E que venham novas revelações no campo da pesquisa arqueológica.

 


Vamos falar de Educação?

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Eis que repentinamente resolvem quebrar as pernas das principais universidades brasileiras, cortando recurso e bolsas, bolsas consideradas estratégicas como custo benefício à pesquisa de ponta.

Aos olhos da sociedade brasileira, o inesperado corte verbas do ensino superior não cai nada bem, pega mal e merece melhores explicações. Nunca é demais lembrar que educação superior é formação de conhecimento para o futuro. Portanto, o uso do bom conhecimento, sem radicalismos, extremismos, e mais ismos e ismos, te leva à evolução moral, intelectual e de tabela à sabedoria.

A liberdade de pensamento e expressão, no campo das ideias, da pesquisa e da extensão é e sempre será o grande motor gerador do desenvolvimento intelectual do estudante acadêmico, isso em qualquer canto do chamado mundo livre. Necessário é reaprender com Sócrates, Platão e Confúcio e formatar um bom direcionamento mental.

Numa democracia, aprender a conviver com os contrários, sem radicalismos, e respeitar as liberdades individuais e coletivas é altamente pop e bom e salutar para todos. Isso não representa fraqueza e sim bom senso e sabedoria. Saber ouvir com sensibilidade e se esforçar para falar usando a razão e não a desenfreada emoção ideológica, já tão ultrapassada, deve ser a pauta neste momento tão delicado que o país atravessa. Desejam combater ideologias totalitárias nas faculdades e universidades? Não mintam, não exagerem e falem a verdade. Mostrem em sala de aula vídeos impactantes e dados reais sobre regimes totalitários de esquerda e direita.

Historicamente, extremos de esquerda e direita nunca caíram bem e jamais se saíram bem em nenhum canto do planeta. Pela educação e para a educação, a hora é de diálogo, bom senso e prudência. Falar nisso, especialistas em educação comenta aquilo que vem ultimamente observando, ou seja, de muito o Planalto Central do Brasil não deseja ou não quer enxergar o quão distantes estamos no quesito ensino aprendizagem em relação a outros países, isso quando falamos e debatemos sobre a precária situação do ensino superior no Brasil. Apenas 14% dos adultos brasileiros chegam ao ensino superior, percentual considerado baixo se comparado à média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 35%. O índice brasileiro é bem menor se comparado a outros países latino-americanos tais como o Chile (21%), Colômbia (22%) e Costa Rica (23%).

O que diria Chico Buarque? O que será que será?

Digo-vos:

Vamos sinceramente falar de educação!?


S.O.S. Terra

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Nossos rios, ruas, estradas, avenidas, ar, mares e oceanos estão virando verdadeiros depósitos de lixo. E isso é no mundo todo. De quem é a culpa? Do governo? Não, a culpa é de todos nós. Cidadãos mal educados, que não tem a dimensão do problema que causam, achando que apenas um saco de lixo, uma garrafa plástica, um copo plástico ou um simples canudinho jogado na rua ou na praia “não tem nada haver”.

A ver e não haver todos nós temos. Simplesmente a responsabilidade óbvia de enxergar a desgraça que está sendo causada, anualmente, nos quatro cantos do planeta Terra. Somente no Brasil exemplos aterradores estão ocorrendo como respostas imediatas da natureza as inconsequências do homem.  Logicamente, prédios e casas desmoronam quando são construídos em áreas impróprias, como morros compostos por terras moles ou argilosas.Então vemos construções irregulares, sem nenhuma segurança ou aval arquitetônico que o valha nesta hora, inesperadamente se desmancharem.

E porque, cada vez mais as grandes metrópoles brasileiras, anualmente, estão sendo vítimas de grandes enchentes? Porque anualmente pessoas entopem as ruas, avenidas, esgotos e bueiros de lixo, muito e muito lixo,como se já não bastasse os maus feitos projetos para esgotamento sanitário e para vazão das águas da chuva.

Brumadinho é outro triste exemplo a que ponto a ganancia e a inconsequência de pessoas pode resultar em tragédia a vidas humanas e a Mãe Natureza. É um grave Sinal de Alerta de como uma porcaria de projeto, uma gigantesca barragem de contenção de rejeitos, pode rapidamente se romper e destruir tudo a seu redor e mais além a vários quilômetros. Mas não é só isso. Os danos ao meio ambiente não ocorre só aqui no Brasil. Os maus ares de Londres, dos Estados Unidos, cidade de Detroit (EUA) e China, por exemplo, de muito andam por lá bem poluídos.

E o que temos a ver com isso?Eu e você tudo a ver, pois somos cidadãos do mundo. E em se tratando de poluição atmosférica do ar, que é muito grave, mais o exagerado lixo das cidades, das ruas, morros, avenidas, praças, praias, mares, rios e oceanos, tudo, absolutamente tudo anualmente soma negativamente contra a saúde da Mãe Natureza e de tabela contra nós mesmos.

Por favor, anotem aí os dados:

A poluição mundial já causa 12,6 milhões de mortes por ano. A informação ou fonte vem da Agência Ambiental da ONU. Em 80% das cidades, a qualidade do ar não atinge parâmetros adequados de saúde. Oitenta por cento do esgotamento sanitário, em todo o mundo, é despejado na natureza sem nenhum tratamento.A poluição do ar vem matando 6,5 milhões de pessoas por ano. Cerca de 3,5 bilhões de seres humanos no planeta dependem de mares poluídos para se alimentar.Uma média de 2 bilhões de pessoas não tem acesso a banheiros adequados.Os 50 maiores lixões do planeta vem trazendo riscos à vida para 64 milhões de indivíduos. Por ano, 600 mil crianças sofrem danos cerebrais devido à presença de chumbo em tintas.Hoje, os oceanos possuem 500 “zonas mortas”, cuja concentração de oxigênio é tão pequena que torna inviável a presença de vida marinha. Depósitos de substâncias químicas ameaçam poluir ainda mais gravemente a natureza e colocar a vida de mais seres humanos em risco. Portanto, refletir é preciso! E que a ONU tome as providências necessárias que cada caso requer.


Um Brasil superior com boa formação superior

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Qual a base cultural das grandes civilizações, na Idade Antiga?

A filosofia.

E quem são estas civilizações, verdadeiros berçários culturais da humanidade, irradiadores de uma base profunda de conhecimento?

Os sumérios, egípcios, gregos, indianos e chineses.

De onde veio todo este conhecimento?

Do Oriente.

Para onde migrou tal conhecimento?

Para o Ocidente.

Onde surgiu a base conceitual da democracia e quem as disseminou?

Na Grécia Antiga, através de Sócrates e Platão.

E Sócrates nos diz que “a sabedoria começa na reflexão”.

Senhores, não lhes parecem um despropósito desmedido, insensato, imaturo e ignorante culpar a boa e velha filosofia pela “balbúrdia” ideológica tola, inconveniente e tão fora de moda nestes tempos bicudos de índices tão negativos para o Brasil, herança de governos passados?

Precisamos é gerar um Brasil superior com boa formação superior.

Mais atual que nunca, Platão nos faz refletir o seguinte:

– O ignorante afirma. O sábio duvida. O sensato reflete.

Por favor, anotem aí os dados:

De acordo com o IBGE, apenas 15% dos brasileiros possui ensino superior completo, sendo pretos ou pardos 8,8% e brancos 22%. Pessoas no Brasil com ensino superior de graduação: 25,7%, e com mestrado e doutorado, 32,9%. Os melhores índices de pessoas com formação superior concentram-se nas regiões Centro-Oeste (17,4%), onde está Goiás, e Sudeste (18,6%). A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE aponta que mais da metade dos brasileiros entre 25 e 64 anos não tem ensino médio. Uma média de 11,2% da população de 25 anos ou mais não possui qualquer instrução, mas não chegam a ser analfabetos. As taxas são mais altas nas regiões Norte e Nordeste, com 14,5% e 19,9%, respectivamente. O Brasil possui 11,8 milhões de analfabetos (Fonte: IBGE 2016). Entre os 46 países pesquisados pela OCDE, a Nação verde amarelo registrou o segundo maior nível de desigualdade de renda. O governo federal gasta cerca de US$ 3,8 mil por estudante no ensino fundamental e médio. Isso representa menos da metade do que os países pesquisados pela OCDE gasta.

Reduzir gastos com educação, principalmente a superior, não parece ser uma medida insensata contra o desenvolvimento moral, intelectual e de boa qualidade de vida do povo brasileiro?

 


Estamos sós no Universo?

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Seria muita pretensão de qualquer mortal pretencioso achar que somente nós, seres humanos imperfeitos cheios de defeitos, somos os únicos seres inteligentes em estágio de evolução a habitar nesta imensa vastidão do universo. E olha que nossa galáxia é apenas um grão de areia se comparada a inimaginável dimensão do universo.

Já faz algum tempo, pesquisas e estudos comparativos chegaram a evidente conclusão da inegável existência de outras galáxias e consequentemente de outros mundos. Basta estudar e ver com olhos de ver os hieróglifos egípcios, as mensagens sumérias, maias e astecas, por exemplo. Todas elas concidentemente fazem grandes referências ao celeste e ao espacial e a visitantes que disseminaram uma cultura superior vinda de mundos bem superiores ao nosso.

Quero chamar a atenção aqui é como a forma cultural de antigas culturas perpetua-se no tempo, influencia gerações e procura sempre o mesmo: A evolução na busca da Luz. A página 73, da antológica obra Os Exilados de Capela, de Edgard Armond, com mais de 300 mil exemplares vendidos, em sua 4ª edição, 5ª reimpressão (fevereiro/2014), narra sobre a tradição religiosa dos hindus. E H.P. Blavatsky, na parte divulgada ao Ocidente, revela:

– Seres gloriosos, aos quais seu aspecto brilhante valeu o título de Filhos do Fogo, constituem uma Ordem Sublime entre os Filhos de Manas. Eles tomaram sua habitação sobre a Terra como instrutores divinos da jovem humanidade.”

Percebam um conceito original do puro antigo egípcio a englobar as seguintes ideias:Verdade, justiça, harmonia e retidão moral:
Ma’at-neb-men-aa, ma’at-ba-aa
Para pesquisadores, seu significado é:
Grande é o Mestre da Retidão, Grande é o espírito da Retidão.

O grande ufólogo Giorgio Tsoukalos, considerado uma celebridade mundial, indaga o seguinte:

“As pessoas religiosas dizem que somos os únicos no universo e que Deus nos criou e que somos os melhores. Fantástico! Mas o que é tão grande quanto Deus para ter apenas uma espécie e um planeta com vida na vastidão do universo? A comprovação de vidas em outros planetas faz de Deus ainda mais magnífico se não estivermos sozinhos.”

Ao longo da história, milhares e milhares de pessoas já tiveram contatos extraterrestres. São civis, marinheiros, soldados e pilotos da força aérea de vários cantos do planeta, cada um com sua história, cada um com seu relato, cada qual com sua verdade. Negar tais fatos, documentos, fotos e vídeos comprobatórios não parecem o mesmo que tentar tapar o sol com a peneira e ignorar o óbvio da existência da vida em outros planetas?


Enfim, o aeroporto entra em operação!

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Finalmente podemos comemorar. O Aeroporto Internacional de Macapá já está em operação após 15 anos de espera, pequenas obras e paralisações. A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) entregou ao povo amapaense um novo terminal de cargas e de passageiros com amplo estacionamento para aeronaves e veículos. O cumprimento da segunda etapa da tão esperada obra de ampliação do pátio para aeronaves veio possibilitar um salto na prestação de serviços de empresas aéreas, oportunizando novas agendas de voos domésticos.

Todo o complexo físico que compreende o Aeroporto Internacional de Macapá, a começar pelas bem concebidas pistas de entrada e saída para veículos, possui boa acessibilidade. A infraestrutura física interna e externa do aeroporto possui design moderno e futurista, além de rampas móveis para acoplagem de aeronaves com a finalidade de facilitar a entrada ou saída de passageiros com segurança, conforto e comodidade.

No amplo salão térreo para agendamento ou confirmação de passagem aérea nota-se um belíssimo painel assinado pelo conceituado artista plástico amapaense Ronaldo Picanço. É uma lídima expressão cultural com fortes cores e tons da nossa história, costumes e tradições: O Marabaixo. No outro canto do salão térreo, o histórico painel do saudoso decano da pintura amapaense, R.Peixe, mostrando nossa imponente e secular Fortaleza de São José de Macapá.

A obra do Aeroporto Internacional de Macapá foi iniciada em 2004 e paralisada em 2007 em função de denúncias e de movimentação jurídica de processos para apurar irregularidades. De 2007 em diante o amapaense esperou anos, décadas e viu e ouviu notícias desagradáveis sobre o futuro do aeroporto. Agora, a bem da verdade, justiça se faça:

Se historicamente existe um “desata nós” no projeto da obra do Aeroporto Internacional de Macapá, com papel político decisivo e determinante no processo, este alguém é nada mais e nada menos que José Sarney, que merece respeitosamente ser lembrado. Uma gafe lamentável do cerimonial e uma deselegância desajeitada com a história desta terra.