A Mãe Terra chora…


Imagens que chegam e são divulgadas no mundo, do Satélite Sentinel-5, da Agência Espacial Europeia (ESA), mostram uma sensível queda nos níveis de poluição na China e Itália após o isolamento social determinado pelas autoridades de saúde, por conta do coronavírus.

O Satélite Sentinel-5 possui a capacidade de rastrear diferentes níveis de poluição provocadas pelo homem, em especial a emissão de dióxido de nitrogênio oriunda do escapamento de veículos automotores e de centrais elétricas alimentadas a carvão.

Inicialmente, cientistas notaram enorme queda de poluição na China, cenário bem visível do espaço. Fei Liu, pesquisador da NASA e estudioso da qualidade do ar disse ser a primeira vez a observar “ uma queda tão dramática em uma área tão ampla para um evento específico”.

Na Itália, o mesmo fenômeno está ocorrendo na região norte, o que vem provocando atenção de pesquisadores do mundo todo.

Imagens feitas por Santiago Gassó, pesquisador de ciências atmosféricas da NASA evidencia a grande diferença entre o antes e o depois do surto de COVID-19 na Itália e China. As imagens mostram emissões de dióxido de nitrogênio em 7 de março e 7 de fevereiro para comparação visual e estudo. O pesquisador informou que os dados ainda precisam de mais análise, contudo, comunicou que colegas pesquisadores tem ultimamente postado tendências similares de outros sensores:

“ A ESA exibiu um vídeo confirmando o que eu apontei. Então, de fato, a tendência parece real”.

O vídeo apresenta uma queda extremamente rápida na poluição. Os dados do Sentinel-5, no vídeo da ESA,são de janeiro a meados de março. Ele mostra que a mancha vermelha e laranja de poluição sobre o norte da Itália vai diminuindo pouco a pouco depois do governo ter emitido as ordens de confinamento social.

Até os canais de Veneza, por onde as tradicionais “gôndolas” diariamente passeavam com turistas, está mais limpo.

Mas a que preço!?

Quantas vítimas o coronavírus ainda fará?

Mamãe, Laura Josefa, do alto dos seus 81 anos bem vividos, me deu mais uma lição de vida após comentarmos tudo isso e a sensação ruim e sinistra de que algo incomum e horrível está no ar!Ela me olhou em lágrimas e disse:

“ Meu filho, parece que a Terra está chorando…

O mundo todo está chorando…

Deus está chorando por nós”!

Então, que Deus tenha piedade da humanidade para que possamos construir um mundo melhor de paz, harmonia, respeito, limites, de liberdade com responsabilidade e de igualdade e fraternidade entre todos que habitam este planeta porque, a Mãe Terra chora seu lamento por todos nós…

 

 

 

 


Coronavírus: Reflexões sobre a pandemia e a crise


A grande discussão nacional do momento é:

Que providências econômicas tomar para enfrentamento durante e após a quarentena do coronavírus?

O governo federal responde com o chamado Pacote Emergencial Contra o Coronavírus, no valor de R$ 98 bilhões. Então, se fizermos uma matemática lógica ou de base de dados teremos os seguintes elementos para reflexão:

O que fazer com tanto dinheiro?

Temos uma população atual de 247.014.042 brasileiros (última leitura do Relógio da População do Brasil) e 11 milhões de desempregados, novamente se aproximando da casa dos 12 milhões.Levando-se em consideração os desempregados, arredondados para 12 milhões, daria R$ 7 mil reais para cada desempregado.

Se realmente for colocado em pauta e depois aprovada a proposta do Congresso Nacional de utilizar o Fundo Partidário para enfrentamento da crise, então teremos recursos para ajudar desempregados, trabalhadores informais, moradores de rua, doentes, ampliação de leitos hospitalares, melhoria e ampliação dos serviços do SUS. E ainda tem a proposta de instituição do imposto sobre grandes fortunas, já aberta no Senado Federal para apreciação e posterior votação. Evidentemente daria para fazer muita coisa com o Pacote Emergencial Contra o Coronavírus, o Fundo Partidário, e o Imposto Sobre Fortunas, isso se bem planejado, distribuído e rigorosamente investido em cada unidade da federação brasileira.

Lamentavelmente percebemos pessoas mais preocupada se predispostas ao discurso da economia e do capital do que com vidas humanas, o que no momento é fundamental. A estes, faço o seguinte questionamento:

Quais são os maiores legados de Deus a humanidade?

A vida, o direito à vida e a liberdade!

Como viver ou sobreviver nestes tempos sombrios de pandemia do Covid-19 se de repente todos renegarmos os cuidados devidos e pensarmos somente no capital, no dinheiro, na economia?

Logicamente, mais pessoas seriam contaminadas e a desgraça seria muito pior!

Portanto, não temos escolha e o mundo todo não tem escolha!

Ou seguimos as recomendações médicas de especialistas ou nos “lasquemos” todos abrindo fronteiras, aeroportos e todos comprando e vendendo, até vir o caos total.

Sabem porque Kublai Khan foi mais longe que seu famoso avô, Gengis Khan, em suas aventuras de conquista da China?

Porque apesar de cruel e teimoso, ele ouviu um homem inteligente e de profunda visão estratégica, obviamente forçado pelas circunstâncias políticas:

Marco Polo, com a engenharia de suas gigantescas catapultas, que derrubaram as monumentais muralhas do Império da Dinastia Song.O resto da história muitos conhecem…

O Covid-19 não é uma gripezinha qualquer que só enxerga idosos como alvo. Vários atletas no mundo, cada qual com seu depoimento, lutaram, estiveram à beira da morte e sobreviveram. Pega mal a um Chefe de Estado não dar a devida importância para a gravidade de uma situação tão divulgada e tão alertada por especialistas no assunto, nos quatro cantos do planeta Terra.

Agora, bem pior é pessoas darem ouvidos a afirmações absurdas do senhor Olavo, afirmadas em rede social e no Carta Capital, edição de 25 de março de 2020, declarando que “esta pandemia não existe”.Felizmente esta desgraça foi retirada do YouTube. Loucura perde. Caso para a Interpol!

Isso é incentivar pessoas a crerem que o coronavírus não é letal e não faz mal a ninguém. Até parece propaganda de Joseph Goebbels (ministro da propaganda nazista):Persistente na mentira para parecer verdade, a fim de atingir alvos políticos, não importando os meios e os fins.

Olavo é um crime contra a humanidade!

Coronavírus?

Todo cuidado é pouco!

 

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Covid-19: Dias em que a Terra parou!


A pandemia do coronavirus avança assustadoramente no mundo, e o mundo, governos, ciência, incansavelmente buscam a cura para debelar este vírus mortal que tem a rápida capacidade de impregnar qualquer ambiente, rua, bairro, avenidas, cidades, parte da população de um país.Importante observar que a Índia, com uma população de 1.391.064.870 (última leitura), apresenta apenas mais de cem casos de Covid-19. A República Democrática Socialista do Sri Lanka, país insular asiático localizado ao largo da extremidade sul do subcontinente indiano, apresentou bem menos: apenas 53 casos.O Cazaquistão, país localizado na Ásia Central, habitado desde a Idade da Pedra, tendo como vizinhos a Rússia, a China, o Quirguistão, o Uzbequistão e o Turquemenistão, apresentou somente 44 casos (Fonte: Wikipédia).

A pergunta é:

Quais fatores influenciam para que estes países não tenham altas taxas de contaminação do Covid-19 como as ocorridas na Europa?

Quase em todo o mundo, ruas estão desertas. Isso nos faz repensar a clarividência de Raul Seixas em O Dia em Que a Terra Parou. Ele não diz a causa, mas mostra na composição os efeitos “ no dia em que a Terra parou…”

Em As Profecias, Raul claramente é um instrumento do Plano Superior e dá sinais:

“ A fuga geral dos ciganos, os séculos de Nostradamus … Está em qualquer profecia que o mundo se acaba um dia …”

Mas não será hoje e nem amanhã que o mundo ou a humanidade acabará. Para piorar as coisas, malucos postaram na internet imagens de fim do mundo,com sons “arranjados” para criar um clima de terror apocalíptico, trombetas soando no céu da China e anjos aparecendo em suas nuvens. Isso é o absurdo dos absurdos! Maluquice tem limites!

Graças a pesquisas avançadas de cientistas brasileiros, no campo de combate contra a dengue, febre amarela e H1N1, por exemplo, abre-se janelas com grandes perspectivas de sucesso para a apresentação de uma vacina efetiva que imunize pessoas. Cientistas americanos diuturnamente trabalham e também seguem na ponta, cruzando informações com nossos incansáveis cientistas brasileiros. Uma luta inglória que exige vários testes e obviamente tempo. E o vírus não espera o tempo do relógio neste plano temporal terreno de vida. Ele, infelizmente age em meio ao descuido das populações e governos e espalha sua mortalidade. E, a bem da verdade, fronteiras já deveriam estar fechadas a muito tempo, fundamentalmente inserida na lista a nossa, que faz fronteira entre Oiapoque e Guiana Francesa.

Todo cuidado é pouco!

Grande aglomeração em transportes coletivos, metrôs, ambientes públicos, supermercados e shopping, por exemplo, deve ser urgentemente evitada.

Em todo o território nacional brasileiro apenas quatro laboratórios estão devidamente capacitados para análise e diagnóstico de pessoas infectadas por coronavirus:

A Fundação Osvaldo Cruz (Rio de Janeiro), Instituto Osvaldo Lutz (São Paulo), e o Instituto Evandro Chagas, em Belém do Pará. Em Goiânia, técnicos da vigilância em saúde e do Laboratório Central de Análises Clínicas fazem a coleta de amostra de secreção nasal e garganta de pacientes.

Preocupado com esta situação o poder público estadual ultimou providências para credenciar o Estado do Amapá e capacitar técnicos do Lacen (Laboratório Central do Amapá), sob a orientação e apoio do Instituto francês Pasteur, sediado na Guiana Francesa. Em contrapartida, laboratórios de grande porte do País já estão oferecendo apoio no combate ao Covid-19.

No Brasil, existem os seguintes laboratórios de excelência mundial:

Genoa Biotecnologia (especialista em genética molecular), Richet (fundado em 1947, da família Richet), Albert Einstein (referência em saúde na América Latina), CEDAP, DASA, Fleury, Hospital das Clínicas, Grupo LCA, Santa Luzia.

Na Austrália, cientistas declararam ter identificado pela primeira vez como o sistema imunológico humano combate a infecção do coronavírus.A pesquisa, publicada na revista médica Nature Medicine, mostra que pessoas estão se recuperando da infecção da mesma forma como se recuperam de uma gripe. Cerca de 80 mil infectados já se recuperaram. Para especialistas no assunto determinar quais células do sistema imunológico atuam no combate ao vírus pode ajudar no desenvolvimento de uma vacina. Outros especialistas afirmam que a pesquisa do Instituto Peter Doherty para Infecção e Imunidade, sediado em Melbourne, EUA, é “um grande avanço”.

Que Deus livre o mundo deste mal…


Porque naufrágios ocorrem no Amapá?


Nem é preciso ser especialista em acidentes náuticos ou perito para de bate-pronto logo perceber o que mostra o vídeo amador feito por um tripulante nervoso e preocupado, visto por muita gente de Macapá, da grave fatalidade a porvir com o Ana Karoline III:

Grande lotação de passageiros e excesso do excesso de cargas no porão e corredores, até o teto, quase sem espaço para a tripulação circular, e a água com suas correntezas já dando sinais para invadir e tombar a embarcação visivelmente desequilibrada por toneladas. Lamentavelmente, este era o triste cenário do inevitável sinistro, o que com certeza poderia ter sido evitado se houvesse o mínimo de bom senso, prudência e mais respeito as vidas humanas.

Evidentemente, o excesso do excesso de cargas colocadas no Ana Karoline III são cargas para transporte de balsa e não para uma simples embarcação antiga e mal desenhada para transporte de passageiros. De acordo com levantamento feito, já divulgado na imprensa local, tal embarcação começou a navegar nos rios da Amazônia em 1955, com outro nome do atual: Sobral Santos I.

Pelo visto, continuam mandando sucatas maquiadas para cá, “ guaribadas”, por assim dizer, com pinta de “nuvisco”, não importando o risco que pessoas possam correr nos caudalosos rios da nossa região. Não sabemos que tipo de cálculo fizeram para desenhar tal embarcação, entretanto, qualquer leigo e bom observador pode perceber que o improvisado andar acima, sustentado por um casco inadequado, ultrapassado e “fino”, não possuía capacidade para suportar muito peso e manter nivelamento nas correntezas inconstantes de nossos rios.

Isso está muito claro!

Tem mais:

Infelizmente, num momento delicado como este, pessoas acabam politizando a situação para apontar culpas em quem não tem nenhuma.

O poder público amapaense não deve ser responsabilizado pelos abusos, absurdos e excessos cometidos pelos proprietários e responsáveis diretos pela embarcação, muito menos, pela omissão da fiscalização marítima. Foi assim com Barcellos, em 1981, quando da ocorrência do naufrágio do Novo Amapá, e pelos mesmos motivos e razões óbvias: excesso de lotação, de carga e omissão da fiscalização. Na época, lembro que a situação foi extremamente politizada, acabando por criar uma certa cortina de fumaça sobre os responsáveis diretos e indiretos.

Quanto ao trabalho de içamento do navio muitos concordam que seria mais racional o poder público local, Ministério Público Federal, por exemplo, ter acionado a Petrobrás. A empresa possui equipamentos e know-how suficiente para trabalhos deste tipo e até muito mais complicados, em águas revoltas. Por se tratar de um trabalho altamente emergencial envolvendo famílias e vítimas o custo poderia ser zero para a região.

Agora, espera-se que a empresa responsável pelo Ana Karoline III dê o devido apoio as famílias e depois faça ressarcimento aos cofres públicos do dispêndio de R$ 2,7 milhões, pagos a empresa especializada, para içamento do navio.

Ao encerrar este texto vi fotos de outras embarcações conhecidas que sempre navegam em nossos rios, sempre lotadas de pessoas e carga.

Até quando !?

 


Cassilda Barreto


Maria Cassilda Barreto de Souza nasceu no dia 20 de dezembro de 1937, no município de Amapá. Faleceu no dia 13 de fevereiro deste ano, aos 83 anos, na capital do Estado, Macapá, moradora que era do bucólico bairro Jesus de Nazaré.Filha de Genésio Vicente de Souza e Maria Barreto de Souza, era dotada de um intelecto notável. Ainda muito jovem, em 1964 já lecionava no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, em Macapá. Sempre apaixonada por livros e grandes autores, em sala de aula tinha um jeito todo especial ao repassar conhecimento a seus alunos, observadora que era do nível de rendimento de cada um após bate-papo bem descontraído para simplesmente observar o que tinham armazenado como informação.

Sua dedicação a educação amapaense, durante a fase do extinto território federal do Amapá, a faz merecidamente figurar como uma das melhores educadoras deste rico torrão do Amapá numa época em que tudo estava por fazer. No campo histórico, suas pesquisas destacam-na justamente por imprimir resultados de grandes registros documentais como legado para nossa região. Na Zona Rural do município de Amapá, como jovem educadora, se “virava nos trinta”, como se dizia tempos atrás e ela mesmo falava.

Entre 1957 e 1958 foi a primeira professora da Escola Santo Antônio, interior do município de Amapá. Missão: alfabetizar crianças, jovens, adolescentes e adultos assim como fazer com que seus alunos aprendessem a somar, diminuir, multiplicar e dividir. Em 1959 passa a lecionar no Grupo Escolar Veiga Cabral e em meados dos anos 60 atua no Ginásio do Amapá.

Ainda nos anos 60, após cumprir de forma exitosa a missão de educadora no município de Amapá, Cassilda passa a dar aulas na capital do extinto território, Macapá, na Escola Getúlio Vargas, e depois, em 1964, no Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Em meados dos anos 70 leciona no Colégio Amapaense (C.A.) e depois no Colégio Comercial do Amapá (C.C.A.) atualmente denominado Escola Comercial Professor Gabriel de Almeida Café.

A partir de 1977 em diante, na capital federal, presta relevantes serviços na Representação do Amapá em Brasília procurando sempre defender bandeiras em prol do interesse público amapaense. Em 1980, com muito esforço e dedicação, consegue completar o curso de Licenciatura Plena e Bacharelado em Geografia na Universidade de Brasília-UNB. Seguidamente faz Pós-Graduação Relações Internacionais na América Latina tendo como monografia temática O Mar Territorial, sob a orientação de Antônio Carlos C. Trindade. Em 1986, em seu Curso de Mestrado de Ciências Sociais na UNB destaca-se na metodologia científica sobre políticas públicas através do trabalho de conclusão de curso intitulado Governo/Icomi, Dois Grandes Investimentos no Amapá.

Em 1992 dá entrada no seu processo de aposentadoria e se aposenta definitivamente do serviço público como Professora do Ensino do Segundo Grau Classe E-2. É justamente a partir daí que se torna uma pesquisadora incansável como coletora de informações para a produção de importantes obras sobre a história do Amapá. São elas:

A Rebelião Rural do Amapá, lançado em 1999; o antológico Pássaros Máquinas no Céu do Amapá, lançado em 2000, e a necessária e aprofundada pesquisa sobre o Contestado: A Boca Escancarada de Ouro das Guianas, lançado em 2014.

Em 2010 resolve lançar candidatura a deputada federal pelo Partido Verde (PV). Incomoda pela sua popularidade e irreverência muito em função de suas expressões de verdade. Logo é aconselhada por caciques do partido a abandonar a ideia e tentar a próxima para a edilidade mirim (vereança macapaense).

Já imaginaram nossa querida Mestra na Câmara Federal?


Lições do carnaval


Muito feliz na escolha e desenvolvimento de seu enredo, a Viradouro dessa vez conquistou o título do carnaval carioca após realizar uma apresentação perfeita na apoteose do samba. Pediu passagem à memória ancestral de nossas mulheres negras, que viviam às margens do Abaeté, e fez justa homenagem as que já estão inseridas na História e Cultura do Brasil tais como Dercy Gonçalves, Tereza de Benguela, Anita Garibaldi e Bibi Ferreira. Com um enredo intitulado Viradouro de Alma Lavada, criação dos carnavalescos Tarcísio Zanon e Marcus Ferreira, ela conquistou não só o público presente na Marquês de Sapucaí como também os jurados. A Escola de Niterói apresentou sabiamente seis artes: Devoção à Orixá da doçura, deusa das águas doces. Segunda, a cor da comida, onde a pimenta é a base típica na feitura da comida dessas mulheres quituteiras. Depois, os seus amuletos, artefatos e peças que balançam ao vento ao quarar a roupa. A quarta arte é o atabaque! Ele que dá o ritmo às danças e festejos religiosos. A quinta são as flores que perfumam, purificam e sacramentam seus filhos. A sexta imagem é a visualização da irmandade emoldurada. A escola foi simplesmente show de bola no início, meio e fim. Mas, por falar em início, meio e fim, diga-se, bem construídos ou desenvolvidos, a Beija-Flor, apesar de belíssima na Marques de Sapucaí, se perdeu no desenvolvimento e se perdeu no “carteado” temático, por assim dizer. Quis dizer muita coisa, ao mesmo tempo, e se perdeu no meio do caminho…

Mas o desfile das Escolas de Samba, tanto do Rio de Janeiro como de São Paulo, deixaram profundas reflexões, principalmente quando falamos da Águia de Ouro, de São Paulo, com desenvolvimento NOTA 10 em seu enredo intitulado “ O Poder do Saber”, sacada genial do carnavalesco Sidnei França. Mostrou com muita propriedade o lado bom e ruim do conhecimento e o quanto ele pode ser ao mesmo tempo útil e evolutivo para a humanidade ou como belicamente pode se tornar uma grande desgraça para o mundo. Com início, meio e fim muito bem enfocados, inicialmente a escola fez uma viagem ao começo do começo da história da humanidade, a pré-história, para depois passar as primeiras indagações do homem, a descoberta da roda, do fogo, a Idade Antiga e a era do aço, o período medieval, as viagens marítimas, as caravelas, o poder da escrita, grandes pensadores e escritores, as grandes invenções, Santos Dumont (Pai da Aviação) até chegar na grande questão do poder destrutivo que a tecnologia pode causar quando ela é usada para fins destrutivos tais como as funestas bombas de Hiroshima e Nagasaki, por exemplo. Agora, o grande ponto comovente do desfile foi o perfeito enfileiramento de crianças em um carro alegórico, muito bem elaborado, do ponto de vista criativo, todo cercado por lápis de cor, e a ala dos formandos, criações de cenários de profunda significação, sem apelação ideológica, mostrando que a capacidade do conhecimento pode evidentemente mudar e transformar uma comunidade, uma cidade, estado, país, o mundo inteiro…

O belíssimo samba enredo da campeã do carnaval paulista é assinado por Marcelo Casa Nossa, Armênio Poesia, Darlan Alves, Fredy Viana, Xandinho Nocera e Chanel. Uma verdadeira louvação ao conhecimento e aos mestres, com todo o carinho:

“Águia em suas asas vou voar e no caminho da sabedoria páginas da história desvendar! Sou eu? No elo perdido um desbravador! O tempo é meu senhor, em busca da evolução. Criar e superar limites da imaginação, a mente dominar, jamais deixar de acreditar! Brincar de Deus? Recriar a vida, desafiar, surpreender! Na explosão a dor, uma lição ficou. Sou aprendiz do Criador! Em cada traço que rabisco, no papel vou desenhando meu destino. No horizonte vejo um novo alvorecer, ao mestre meu respeito e carinho. É a nova era, o futuro começou. É tempo de paz, resgatar o valor! Águia, razão do meu viver”!

Por tudo isso, a Águia de Ouro é digna de Nota Mil, já se equiparando ao nível de qualidade do carnaval carioca.


Nossos heroicos e valorosos servidores


Não é de hoje que o funcionalismo público é alvo de ataques do Planalto Central do Brasil apenas para servir de pretexto como instrumento de sacrifício para cobrir rombos financeiros de governos passados. Cada região tem suas típicas peculiaridades, e muitos desconhecem como foi no passado e como é no presente a luta diária desses servidores na Amazônia, aqui no Amapá, por exemplo, no exercício de servir o público, honrosamente, cumprir a missão e lutar dignamente por seus direitos. Eis alguns exemplos:

 

EPISÓDIO 1: A EDUCADORA

O dia já estava amanhecendo e ela, no trapiche, contemplava o horizonte até onde a vista podia alcançar. Homens acostumados a navegar nas águas caudalosas do rio Amazonas desenrolavam as velas, esperando um bom vento. Logo a jovem e elegante professora Vitória Chagas é convidada a embarcar, pois suas malas e livros já estavam devidamente agasalhados na embarcação para o destino da viagem:

Arquipélago do Bailique!

O velho marítimo exclama:

– A senhora tem coragem professora!

Ela responde:

– É a minha missão! Tenho de cumprir essa missão!

A viagem segue seu ritmo, velas ao vento, com a jovem professora Vitória Chagas por vezes sentindo medo, em vários momentos, ao sabor da forte maresia do rio, até chegar seguramente ao seu destino, tudo graças a maestria do navegador como profundo conhecedor da área de navegação. Quando chega, é recebida com festa pelos moradores. Curiosos aglomeram-se na beira do cais. Dias depois, já tem uma boa plateia de alunos, todos interessados em aprender.Cansada, nas suas orações agradece a Deus por ter valido a pena ser um instrumento, em local tão distante.

 

EPISÓDIO 2: O MÉDICO DOS POBRES

Doutor Iacy Alcântara era conhecido como o médico dos pobres, pois o que ele mais gostava de fazer, como grande profissional de sua área, era visitar e clinicar nas comunidades ribeirinhas, agrícolas, etc. Percorria as mais distantes terras do interior do Amapá, fosse de puc-puc (“rabetinha”, pequena embarcação), a cavalo ou mesmo a pé para examinar, diagnosticar e medicar as pessoas mais humildes deste rico torrão do Amapá. Foi eleito vereador numa época em que o cargo não tinha remuneração alguma. Histórico exemplo que fica para os mais novos.

 

EPISÓDIO 3: OS DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO

Nuvens carregadas formavam-se no horizonte enquanto que eu, cinegrafista Leonai Sampaio e fotógrafo Ita Nascimento nos organizávamos para embarcar nas voadeiras dos bombeiros, ancoradas próximas a Rampa do Santa Inês.

Destino: Bailique!

Um bombeiro olhou para mim cautelosamente e perguntou:

– Sabes nadar?

Respondi que sim e perguntei:

– Tem colete salva-vidas?

Ele me entregou o colete e logo embarcaram eu, cinegrafista Leonai Sampaio e o bombeiro navegador da embarcação uma vez que o governador já havia partido noutra embarcação. Fotógrafo Ita Nascimento já havia se adiantado, partido noutra voadeira do bombeiro. Não demorou, “arriou pancadão” de chuva após perdermos de vista à frente da cidade. Foi assim até o final da viagem, com muita chuva pela “cara” e no “lombo”. Eis que não mais que de repente o potente motor Yamaha “engasga”, e logo no meio da viagem! O bombeiro, trêmulo, fica nervoso pela responsabilidade que tinha com duas vidas. Aí eu falo:

– Fica calmo, tranquilo, sabemos nadar, estamos de colete, tem remo, é dia e tem uma ilha ali próximo. Estamos aqui para te ajudar!

Procuramos um banco de areia para averiguar o que houve, onde a água dava no joelho para saltar. Após várias e diversas tentativas o motor finalmente começa a dar sinal de vida, fumaça e pega. Seguimos viagem e chegamos no Arquipélago do Bailique espirrando que nem pintos “goguentos” para simplesmente cumprir mais uma missão.

 

EPISÓDIO 4: UMA LUTA FEDERAL

A partir de 2014 nossa luta começa em Brasília, sob a liderança da advogada Raimunda Barral da Luz, provocados juridicamente a lutar pelo colega Economista Manoel Álvaro Santos da Silva. Dias e noites mal dormidas dominam a cena de nossa luta na capital federal.Visitamos gabinetes parlamentares na Câmara Federal e Senado.Entregamos pleitos não só do Grupo Planejamento Amapá como também das diversas categorias que solicitavam transposição definitiva para o Quadro da União. Junto com sindicalistas do Amapá e servidores de Roraima e Rondônia éramos fortes e persistentes em uma caravana que paulatinamente conquistou apoios não só das bancadas federais do Amapá, Roraima e Rondônia como também de outros estados. Nesta valorosa e necessária luta alguns colegas nos deixam e vão para o “andar de cima”. A eles nossa sincera homenagem, principalmente a saudosa colega Áurea, do Grupo Planejamento Amapá, responsável pela coleta de dados do IPC. Ela que quase sempre estava lado a lado conosco, lutando incansavelmente por nossos direitos.

The End!

Quem quiser que conte outra ou outras neste espaço de livre pensar…


Quem são os parasitas?


Pegou muito mal no seio da opinião pública nacional, principalmente para os barnabés, a fala do Ministro da Economia, Paulo Guedes, contra os servidores públicos, generalizando “geral” a situação e chamando os funcionários públicos de parasitas.

No calor da emoção e na empolgação de sua fala acabou sendo extremamente deselegante na sua generalização,misturando todos num grande balaio de gatos e ratos.

Mas, o que disse o ministro?

Disse, na Fundação Getúlio Vargas, “que o funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação. Tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita. Não dá mais”.

Aconselhável seria ouvir a área jurídica e conhecer a legislação nacional (Lei 8.112/90, direito administrativo) para chegar a óbvia conclusão do que é direito legal e adquirido, tempo de serviço, conceito de estabilidade e como em verdade funciona todo este universo jurídico não só no Brasil como no mundo.

Mas, quem são e onde estariam estes tais parasitas?

Já que falou e “generalizou geral”seria de bom tom indicar ao menos aonde eles se encontram e em que órbitas ou poderes tais “figuras parasitas” gravitam.

Seriam eles, os parasitas, vários fantasmas encastelados principalmente no planalto central do Brasil, os “ilustres” que nem sequer assinam ponto diário? Estariam eles em alguns sindicatos ou em gabinetes parlamentares, no Executivo, Judiciário e na área de segurança pública e militar não só em BSB como em alguns estados da federação?

Diversas reportagens já foram feitas mostrando estas “ilustres figuras”, muitas no exterior recebendo polpudos salários que variam de R$ 17 mil a mais de R$ 20 ou R$ 30 mil reais, por exemplo, ou bem mais que isto.

Indignado com toda esta situação o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado comunicou que fará representação ao Conselho de Ética da Presidência da República contra a “agressão gratuita” e “verdadeiro assédio institucional” proferidos pelo ministro.

Perguntinha básica:

Quem movimenta os três poderes na capital federal e nos estados e municípios deste país senão o nosso heroico e valoroso funcionalismo público, servidores de carreira que já prestaram e continuam prestando relevantes serviços a nação e a sua região?

Não é de hoje que o funcionalismo público é alvo de ataques. No passado tivemos a ilusão ou “canto da sereia” do Programa de Demissão Voluntária e tempos depois novas ameaças aos direitos e garantias legais tão duramente conquistados via luta jurídica.

O funcionalismo público jamais pode ser responsabilizado pelos problemas do país e pelos desmandos irresponsáveis de governos passados.

Por favor, separem o joio do trigo, identifiquem os parasitas, identifiquem os fantasmas!


O que é o Coronavírus?


A pandemia que vem ocorrendo no mundo, por conta do Coronavírus, já preocupa governos e a população mundial em função do potencial infecioso e epidemiológico que ele pode rapidamente causar em uma comunidade.

Mas, o que é o coronavírus?

Ele deriva de uma família de vírus que causam infecção respiratória grave, podendo levar a morte se não cuidado a tempo. Com um período de incubação de 2 a 14 dias, os sintomas observados são:

Febre, tosse, falta de ar,dores musculares, dor de cabeça,confusão mental, irritação na garganta e pneumonia aguda que chega a afetar os pulmões.

Quais são as formas de transmissão do coronavírus?

A transmissão do coronavírus pode se dar por meio de contato com a pessoa que tosse ou espirra, por contato pessoal próximo, toque ou aperto de mão e contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Os chamados grupos de risco são quaisquer pessoas que tenham cuidado de um paciente sem as precauções devidas de higiene (lavar sempre as mãos e usar constantemente o álcool, luvas, máscara) quer sejam profissionais de saúde ou familiares que tenham mantido contato físico com o paciente e principalmente permanecido no local de tratamento do doente.

O novo coronavírus,o nCoV-2019, foi descoberto no dia 31 de dezembro de 2019 após casos diagnosticados e tratados na China. Atualmente, são 563 mortes registradas e o país já tem mais de 28 mil infecções confirmadas.Houve também casos no Japão, Tailândia, Coréia do Sul, França e Estados Unidos, todos relacionados a pessoas que estiveram recentemente na China.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) já são 14,5 mil casos identificados em 18 países. A pandemia do coronavírus vem mobilizando organismos internacionais e comunidade científica em busca de formas efetivas de prevenção e combate a esse novo tipo de vírus potencialmente nocivo à saúde humana. No Brasil, até o dia 03 de fevereiro de 2020, já foram identificados 15 casos suspeitos, em sete estados, entretanto, nenhum caso foi confirmado. São Paulo é o estado que vem apresentando mais casos suspeitos. No Amapá, seria prudente e necessário os governos federal e estadual ficarem de olho e controlar a linha de fronteira do município de Oiapoque com a Guiana Francesa. Falo da ponte binacional que em muito facilita acesso de franceses a nosso território.

Tendo sua origem epidemiológica surgido na China, ano passado, estudos recentes sugerem que “ o vírus tenha divergido da versão que parasita morcegos e transmitido aos humanos por um animal”.

Antes, um estudo genético inicial sugeriu “que o 2019-nCoV tenha divergido do coronavírus de cobras”. Vários cientistas divergiram e questionaram esta primeira hipótese.Ultimamente, cientistasnorte-americanosvem trabalhando no desenvolvimento de uma vacina que pode conter o coronavírus. Se tudo ocorrer como programado, dentro de poucos meses a vacina finalmente poderá ser testada.Quem está responsável pela pesquisa é o laboratório da farmacêutica Inovio, localizado na cidade de San Diego, Califórnia. Os cientistas esperam ter o produto pronto para teste no início do verão, e já com um nome: “INO-4800”.

Agora, uma coisa é certa:

Em pleno século XXI, globalização, avanços tecnológicos, pesquisas espaciais, etc, ainda é inadmissível que o mundo, a humanidade, as pessoas, ainda tenham de ver e conviver em cenários primitivos de pobreza extrema e se alimentar de tudo para sobreviver e não morrer de fome, hipótese maior de causa e efeito do coronavírus, no corpo humano.


Sobre as enchentes e a pandemia do coronavírus


Somos causa e efeito de tudo o que pensamos e fazemos e também causa primeira, segunda e terceira de tudo aquilo que já fizemos de errado contra a Mãe Terra. Ou será Mãe Terra Atômica?

E para piorar ainda mais as coisas, sempre aparece, nestes momentos críticos, os ditos “profetas de fim de mundo”para criar um ambiente de alarmismo de “sinais de fim dos tempos”, citando e interpretando emocionalmente a Bíblia Sagrada ao pé da letra, com passagens apocalípticas exageradas, sem pé e nem cabeça.

A bem da verdade, somos causa e efeito de tudo o que já fizemos contra a Terra porque sem nenhum estudo científico sério altera-se cursos d’água de rios, sem avaliar seus impactos. Constrói-se gigantescas, péssimas e baratas barragens para contenção de rejeitos, bem acima de vilas e bairros, e simplesmente vira-se as costas para vidas humanas e o meio ambiente, mesmo sabendo do sério risco que uma porcaria de um projeto deste tipo pode causar, como realmente causou. Polui-se praias, rios e igarapés, e não se vê a necessidade da boa prática cultural da higiene,da boa educação ambiental. Habita-se em morros onde o tipo de solo é inadequado para suportar sucessivas e improvisadas intervenções de construção de moradia. E tem mais! Vez por outra ocorrem testes em oceanos para avaliar o potencial da desgraça que pode causar uma perversa bomba atômica.

Nas áreas urbanas, pessoas não tem o devido cuidado com o lixo, daí entupindo canais, bueiros, sujando vias públicas e poluindo áreas de ressaca. O poder público, por seu turno, em grandes capitais como Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, governo após governo, não tem o devido cuidado de investir em grandes obras de prevenção para escoar todo este grande volume d’água, proveniente das enchentes,que evidentemente traz consigo volumes de lama e muito lixo. Quem mais tem sofrido com a situação das enchentes, em função de sua geografia diferenciada, são os mineiros. Todos sabem que a capital mineira foi construída ao redor de morros e no pé dos morros, por assim dizer. Observem que os castelos, fortificações e construções da Idade Antiga, Média e dos séculos XVI, XVII e XVIII estão no mesmo lugar, imponentes e resistentes ao tempo. Projetos inteligentes, muito bem pensados, feitos por gente inteligente que pensava no futuro e conhecia geografia e solo.

A pergunta desafiante é:

Para onde escoar tanta água, lama e lixo com uma enchente da proporção que ocorreu em Minas, Espírito Santo e Rio?

A questão central a ser discutida, como prevenção para o futuro, é de sobremaneira a educação ambiental e a imediata construção de projetos bem pensados para escoamento de grandes volumes d’água. Estes são o grande X da questão.

E ainda temos o coronavírus!

E porque estas coisas aparecem?

Imaginem que as grandes metrópoles, como as cidades chinesas, são habitadas por milhares de pessoas, e comem de tudo. As áreas periféricas de lá são como as daqui. Muita gente vivendo em espaços insalubres, em palafitas, com esgoto a céu aberto, vivendo na pobreza e abaixo da linha de pobreza. Estes cenários periféricos, muito insalubres, nada mais são do que reproduções, no tempo e no espaço, de como viviam algumas comunidades na Idade Antiga e Média. E alguém tem conhecimento de grandes epidemias nas civilizações asteca, maia, grega e romana?Suas cidades possuíam inteligentes canais de saneamento básico, canais de coleta de água da chuva para irrigação da lavoura e uma agricultura avançada para a época.

Hoje fala-se muito no carro elétrico como alternativa sustentável para diminuir a emissão de gases poluentes na camada atmosférica.

E por que?

Em muitos países, como na China e Estados Unidos, já não se consegue respirar direito. Para quem não sabe, o carro elétrico foi patenteado por Thomas Edison, em Cleveland, Ohio, em 1.899. A fabricante foi a Baker Motor Vehicle Company. Outros apontam Nykola Tesla como mentor intelectual da invenção, pois Tesla e Edison trabalhavam juntos, tendo Edison se apropriado da ideia.

E alguns historiadores dizem o seguinte:

“Na verdade, foi o húngaro Ányos Jedlik que inventou o motor elétrico, cerca de 50 anos antes de Tesla”.

O certo é que é muito tempo de espera para finalmente o homem chegar a feliz conclusão de que o carro elétrico é uma boa, é sustentável e não polui o meio ambiente. Falta tão somente ele se tornar um produto popular, barato e acessível!

Portanto, vamos juntos pensar e cuidar direito da Mãe Terra, do nosso meio ambiente, antes que seja tarde demais para todos nós!