O submundo da Deep Web

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O que é a deep web?

Ela costumeiramente é acessada por usuários criminosos, assassinos, terroristas, pedófilos, membros de seitas satânicas e de grupos extremistas que apregoam o preconceito racial, social e religioso.É a chamada zona profunda da internet. Não é facilmente detectada pelos tradicionais motores de busca. Infelizmente, só através de determinados programas, descobertas de senhas ou códigos de acesso é que se consegue descobrir esses criminosos. É uma ferramenta que temporariamente oferece garantias de privacidade e anonimato a usuários criminosos. De acordo com investigações do FBI, Interpol e outras agências mundiais de inteligência, a Deep Web é formada por um conjunto de sites, fóruns e comunidades que costumam debater temas de caráter ilegal e imoral.

Deep web, uma expressão inglesa, significa literalmente “Internet Profunda”. Também é conhecida como Undernet ou Darknet. Não é considerada uma “internet visível” porque todo o conteúdo disponível em seu interior não é de fácil acesso para a maioria dos internautas. Os produtores desses conteúdos optam pela manutenção de anonimato e usam softwares que dificultam sua identificação.As imagens e textos são excêntricos e bizarros,com fotos de pessoas sendo torturadas, práticas de comércio escravo e sexual,armas, crianças estupradas e demais artigos violentos e sádicos, coisas típicas de mentes destruidoras, perversas e doentias, espíritos zombeteiros e atrasados, drogados e psicologicamente anormais.

Alguns usuários anônimos, que inclusive usam redes sociais normais, não chegam a tanto,entretanto, sentem prazer em covardemente expor a imagem de pessoas com mentiras, calúnias e difamações.Estes com toda certeza são motivados pelo sentimento de inveja e da má realização social e amorosa. Não passam de criaturas com completa e total deformação moral, sem limites e sem nenhum respeito pelo próximo.

O FBI vem unindo esforços com outras agências de inteligência no mundo para vigiar a deep web, capturar criminosos e solucionar crimes que são expostos nos fóruns da chamada “internet invisível”. Particularmente penso que a deep web deveria ser utilizada somente para objetivos estratégicos de inteligência das forças de segurança civil e militar, acabando de vez com esse submundo do crime, do absurdo e do bizarro. Para tanto é necessário que conhecidos sites tenham um pouco de humanidade na consciência.Do jeito que está a Deep Web somente atrasa o natural processo evolutivo da raça humana e de tabela contamina a mente de jovens mentes frágeis rebeldes, delinquentes, aculturadas, desinformadas e socialmente desagregadas.  Hora vazia é oficina do diabo. Um bom livro e a prática de esporte ainda são as coisas mais saudáveis que a humanidade inventou.


Filmes, jogos e brinquedos assassinos

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A forma brutal ocorrida com educadores, jovens e adolescentes em Suzano deixou o Brasil e o mundo estarrecidos, tamanho foi o grau de violência praticado por Guilherme Taucci Monteiro, 17 anos, e Luís Henrique de Castro, 25 anos, inesperadamente, contra pessoas indefesas na Escola Estadual Raul Brazil, em São Paulo.

E porque estas coisas acontecem?

Penso que a imaginação humana encorpada em pessoas que vivem em ambientes sem limites, sem respeito e sem amor possui faces ocultas e obscuras que a própria razão desconhece e até o diabo duvida e se espanta. Então voltamos às velhas questões culturais sobre família, base construtiva da sociedade, e sobre educação, única e principal razão moral de evolução da raça humana. Mas, haveremos de nos perguntar:

O que está acontecendo com a nossa sociedade e com os nossos valores morais?

Por conta dos prós e contras de uma era tecnológica materialista, gerada a partir do século XXI, estaremos vivendo apenas o começo de um tempo de inversão e de aversão aos verdadeiros valores morais que tanto nossos antepassados apregoavam? Estará a sociedade perdendo o verdadeiro valor da vida e de tabela perdendo o sentido da vida e do amor ao próximo, em família, entre amigos e colegas? O que realmente motivou estes jovens a praticarem tamanha barbaridade?

Para o Delegado de Polícia do Amapá, Ronaldo Coelho, jogos de violência, como o ‘free-fire’, que ensina a matar, pode ter tido uma grande influencia mental nos adolescentes suicidas. Entretanto ele ressalta que apenas as investigações irão determinar a motivação real dos crimes praticados. Para nós está evidente a completa ausência familiar na vida destes jovens e a potencialidade de influência que filmes e jogos de extrema violência podem incutir em jovens mentes frágeis e depressivas. Segurança nas escolas é preciso assim como acompanhamento diário dos pais na educação dos filhos também é preciso. Quem educa é a família. A escola é apenas uma ministradora de conteúdo curricular para quem realmente se interessa em aprender e vencer na vida.  É preciso que haja não só no Brasil como no mundo um controle sobre conteúdos bestiais de revistas, filmes e jogos game. Se assim não o fizermos estaremos confundindo liberdade de expressão com indução à libertinagem extremista e suicida. Mentes frágeis e depressivas costumam replicar aquilo que costumeiramente observam como exemplos de medidas extremas de resolutividade para seus problemas. Refletir é preciso!


Contenção de gastos na máquina pública estadual

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O mundo do século XXI mudou e mudou muito e a situação financeira de vários estados brasileiros não está nada boa financeiramente. A regra básica é simples, já dizia o saudoso economista Roberto Campos:

– Não se pode gastar mais do que arrecada.

Se você ganha mil ou dois não pode gastar quatro, cinco e muito menos dez mil reais. O diagnóstico da situação financeira de vários estados brasileiros envolve excessivo inchaço na folha de pagamento, muita despesa com a manutenção administrativa e excessos de contratos que vão dos vultosos contratos de locação de imóveis a locação de veículos, de máquinas e equipamentos. Mas a coisa não para por aí. Alguns acordos políticos acabam engasgando a debilitada saúde da máquina pública. São os serviços, justamente a prestação de serviços via licitação pública dirigida pós e após que superfatura os preços e cada vez mais compromete o orçamento público. Como o empresário obviamente vive de lucro e precisa sobreviver e receber o valor contratado do órgão público estadual ele logo se vê obrigado a majorar o preço do valor contratado após esperar seis meses, um ano ou mais para receber. O resultado é uma ciranda de erros onde o protocolo ou a falta de controle interno somente gera problemas e mais problemas. Então os anos passam, novamente ocorrem eleições e a administração que sai dá de presente a que assume carrinhos de compras de abacaxis.

A situação financeira do Estado do Amapá exige profunda reflexão para que nosso estado não caia em abismos como já aconteceu com outros estados da unidade federativa. Somos um estado novo, pobre e dependente de recursos federais, recursos esses cada vez mais escassos e em vias de corte. Nesse particular nossa bancada federal tem um importante papel: o de defender a credibilidade e os interesses do estado e suas potencialidades econômicas e naturais.

Se todos os órgãos de governo coletivamente realizarem esforço e incorporarem na prática o discurso de uma verdadeira política de contenção de gastos e de cumprimento de metas e prazos, com toda certeza, já estará se dando um grande passo. Tudo é, historicamente, uma questão cultural.

 


Deponham Maduro

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Diariamente assistimos na televisão e com muita preocupação a postura inaceitável de um maldito covarde que se vale do assumido poder ditatorial para oprimir, espezinhar e atirarem seu próprio povo. Vemos um ditador encastelado, embebido e entorpecido em discursos mentirosos, completamente desconectados da dura realidade venezuelana, realidade que ele no seu eu mais íntimo com certeza não consegue mais esconder.

A revolta do povo venezuelano com o regime da Venezuela está nas ruas e está na fronteira com o Brasil em Pacaraima, área territorial de Roraima, região Norte da Amazônia.

E o que fazemos, o que o mundo faz?
Assistimos televisão e mandamos ajuda humanitária que não chega porque o maldito regime não permite. Enquanto isso o tempo passa, as tensões aumentam e venezuelanos morrem de fome e de balas disparadas por soldados venezuelanos. Se assim continuar chegará um ponto em que não haverá outra solução a não ser a urgente necessidade de intervenção militar dos países da América Latina e dos Estados Unidos. A grande esperança continua residindo no fato de que cada vez mais militares, e principalmente generais, desistam desta genocida loucura de Maduro, tenham piedade de seu próprio povo e abdiquem do comando de ataque à população indefesa, desempregada e faminta.

Embora tenha grande admiração pelas culturas chinesa e russa me pergunto o que China e Rússia fazem na grande plenária da Organização das Nações Unidas – ONU se são contra as liberdades individuais e coletivas e de tabela são contra eleições livres e diretas na Venezuela de Nicolas Maduro?

Sinceramente, como humilde cidadão do mundo, não vejo razão racional legal no poder de veto das duas potências mundiais, posturas que atentam contra o maior legado da humanidade: A LIBERDADE. Como pode regimes que teoricamente se dizem defensores das massas, dos desvalidos e do proletariado defenderem um maldito regime que diariamente viola os direitos humanos e agride seu próprio povo com extrema violência, como Maduro faz com os venezuelanos?

Por favor, deponham Maduro!


A importância do Sítio Arqueológico do Calçoene

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O pesquisador e ufólogo GiogioTsoukalos, para quem não sabe, é uma celebridade mundial quando o assunto ufologia, descobertas e arqueologia são cientificamente levados a sério. Foi ele que com muita propriedade comentou na mídia mundial o que denominou de “Stonehenge da Amazônia”, isto é, o nosso Sítio Arqueológico do Calçoene, um círculo de rochas composto por 127 blocos de granito, com cerca de três metros de altura cada um, colocados por uma inteligente civilização com a intenção de observar os solstícios de inverno e verão. Tal conclusão não é minha, ela é científica. Segundo cientistas, essa construção data de, no mínimo, mil anos atrás.

Diria mais:

O Sítio Arqueológico do Calçoene é bem mais do que o Stonehenge da Inglaterra. Comprovadamente e cientificamente até hoje não se sabe o que o Stonehenge é apesar do turismo inglês alimentar fantasias de curiosos. Aqui, no Estado do Amapá, já cientificamente comprovado por pesquisadores sérios, onosso complexode 127 blocos de granito foi intencionalmente posicionado, calculado, quem sabe para observar o tempo, as estações, as colheitas.

O que impressiona é a exatidão do raio do sol penetrar o centro de um perfeito círculo vazio aberto em um dos 127 blocos de granito, como se fosse um relógio temporal.

Giorgio Tsoukalos esteve no Brasil para divulgar a nova temporada do programa Alienígenas do Passado, do HistoryChannel. A nova temporada inicialmente abordou uma pesquisa de Giorgio e Erich Von Daniken (autor do clássico Eram os Deuses Astronautas) sobre a Cunha de Aiud, um objeto feito de puro alumínio encontrado na década de 60 e que dizem ter mais de 12 mil anos. O referido objeto é cercado por uma camada de oxidação que é muito antiga. Foi testado e é mais puro que qualquer alumínio que temos hoje. Observem que o alumínio só foi descoberto no século 19.O renomado ufólogo acredita que o País é um importantíssimo lugar para a comunidade ufóloga mundial e afirma:

“As pessoas religiosas dizem que somos os únicos no universo e que Deus nos criou e que somos os melhores. Fantástico! Mas, o que é tão grande quanto Deus para ter apenas uma espécie e um planeta com vida na vastidão do universo?”

E continua:

“Astrônomos e cientistas que estão trabalhando nisso, há muito mais tempo que eu, afirmam que existem mais galáxias no universo do que grãos de areia. Imagine que cada grão não é um planeta, mas sim uma galáxia, com bilhões de planetas. Para mim, explorar a teoria dos Ets não muda minha crença em Deus. Pelo contrário, acho que faz de Deus ainda mais magnífico se não estivermos sozinhos.”


A missão de Davi

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Observando vídeos na Internet me pergunto quem, em sã consciência, teria tamanha paciência de Jó para aguentar um Golias altamente deselegante e mal educado, muito mal acostumado a humilhar e acuar adversários políticos como se fosse o galo do terreiro? Mesmo derrotado, ele ainda pode dar trabalho,e por vezes é preciso cortar o mal pela raiz e extrair o veneno, como se diz no velho adágio popular. Agora, aguentar serenamente gritos e insultos de uma mulher mal educada, não é saco pra qualquer um, por mais que a necessidade de eleição para presidência do senado tenha de ser regimentalmente presidida pelo senador mais velho, no caso, o senador Magalhães.

Sem confetes e serpentinas, o amapaense Davi Alcolumbre, senador do Amapá (DEM) teve paciência de Jó. De que adiantou tanto barulho contra o jovem senador amapaense se ele foi aclamado por esmagadora maioria como presidente do Senado Federal? Só restou o ranger de dentes do“figuraço” Golias, velho articulador da corrupção, portador de mais de 10 processos com tramite na Justiça.Após enfrentar e tranquilamente vencer adversários o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem agora como pautas grandes desafios. Soluções para a questão da segurança pública e seus graves problemas nacionais, a necessária Reforma da Previdência assim como a necessária Reforma Fiscal são temas fundamentais para a manutenção da paz, da saúde da economia, do equilíbrio fiscal do comércio brasileiro.

Entender a mecânica do déficit público, as reais razões da dívida da previdência pública eas dívidas dos estados exigirá massa encefálica para produzir soluções aos gargalos ou pontos de estrangulamentos. As boas fórmulas de solução exigirão um grande esforço e boa vontade política tanto do governo federal como do Congresso Nacional. O Brasil não aguenta mais sofrer o continuísmo de soluções paliativas. O trabalhador do serviço público não pode pagar esta pesada conta petista. Os servidores públicos federais da Seplan do Amapá, por exemplo, de muito aguardam que seus processos sejam devidamente analisados pelo Ministério do Planejamento, amparados que estão pelo artigo 29 da Lei nº 13.681, sancionada pelo presidente Michel Temer. Os tempos são outros! Arregacemos as mangas! Vamos à luta! Vamos ao trabalho!


Projetos esquecidos

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Algumas coisas nesta terra a gente sinceramente procura entender, tenta e não consegue uma explicação lógica e técnica para o engavetamento histórico de importantes projetos de suma importância ao desenvolvimento regional.Alguns analistas consideram que o que realmente atrapalha são as velhas divergências políticas.

Interesses pessoais e políticos, dizem, acabam por sobrepor o interesse regional. Outros argumentam que o advento do parque do Tumucumaque, criado no dia 22 de agosto 2002, acabou engessando municípios e inviabilizando importantes projetos regionais como o Programa de Rochas Ornamentais.

Parido na Coordenadoria Estadual de Indústria, Comércio e Mineração, ainda na década de 90, o programa seria uma excelente ferramenta de geração de empregos e renda com agregação de valor ao produto transformado, a matéria prima. Instalação de fábricas de mármores e granitos no Distrito Industrial seria o resultado final da exploração de jazidas em Porto Grande. Medidas preservacionistas de proteção ao meio ambiente, imbróglios políticos “i otrascositas” acabaram soterrando este importante projeto. Outra grande sacada genial foi à criação do Programa de Fomento à Indústria de Confecções, o Profic.

Havia uma importante articulação com o mercado chinês para trabalhar no Amapá a seda chinesa, aqui produzindo produtos Made in Amapá, para exportação. Seria expressivo o número de empregos gerados no Amapá após o funcionamento das fábricas viabilizadas pelo Profic. Infelizmente, até hoje, este importante projeto não saiu do papel. O que caminhou um pouco embora não o necessário foi o Programa do Mobiliário e o Oleiro Cerâmico.

O primeiro, o Programa do Mobiliário, carece de mais incentivos e apoio técnico ao setor. O segundo, o Oleiro Cerâmico, deu mais uns passos seguros, mas ainda necessita firmar-se no mercado nacional. O trabalho artesanal feito com cipó titica, cadeiras e móveis de vime que tanto encantam turistas de outros países e pessoas do sul maravilha também carecem de atenção especial tanto da turma do meio ambiente como do órgão incentivador.

Os artesãos precisam de apoio e viabilizar licenças para a retirada da matéria prima da MãeNatureza, assim como de fontes seguras de financiamento. Tudo necessita de apoio, palavrinha mágica que faz as coisas realmente funcionarem.


Brumadinho, Amapá e os povos da Idade Média

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Quando se fala em atividade de mineração no Brasil o principal, o essencial e o fundamental é mudar velhos conceitos, métodos e regras desastrosas. A prevalência empresarial da regra básica Tempo + Custo + Benefício = Multiplicação dos Lucros deve dar lugar a uma séria reflexão sobre a funesta fórmula Zona de Perigo + Atividade de Risco = Desastre Eminente.

Está claro para qualquer leigo e bom observador que a natural geografia da região de Brumadinho foi completamente ignorada pela Vale ao construir restaurante, escritório e vilas em áreas baixas muito abaixo das imensas e altíssimas barragens. Cedo ou tarde essas imensas barragens de lama e rejeitos iriam arrebentar. O epicentro da tragédia, a barragem 1, foi construída em 1976. Nenhum laudo, em sã consciência, pode considerar tecnicamente normal uma barragem de lama e rejeitos com mais de 80 metros de altura, cheia de lama e água até a boca. Uma porcaria de projeto. Uma monstruosidade química contaminante. Após muita pressão popular, da mídia e da justiça, outras monstruosidades serão, dizem tecnicamente, DESCOMISSIONADAS. Tradução livre: desativadas, desmanteladas, desfeitas…

Previsão de Geraldo, 90 anos, sobrevivente e antigo morador de Brumadinho, um ano antes da tragédia:

“Se um dia a barragem romper, tudo isso aqui vai embora, não vai sobrar nada”.

O que preocupa no Amapá, de acordo com o empresário Bruno Cei, são as velhas barragens de rejeitos abandonadas pela Mineradora Zamin, que já foram da Icomi. O descuido com o acúmulo exagerado de minérios, próximo à embocadura do rio, no Porto de Santana,acabou dando em desastre, sim porque a arrebentação das marés fatalmente gera desmoronamento de terra. Cedo ou tarde o desastre iria acontecer e poderia ser evitado, edificando no local obra adequada para estocagem de minério. Temos de ter cuidado com nossas barragens. Nesse perigoso ramo de atividade só se evita desastres e vítimas fatais com estudos e investimentos em obras de segurança.

Beiradão, em Laranjal do Jari, é outro exemplo inadequado de área comercial e habitação. Todo ano aquela área é alvo de enchente do rio Jari e todos sabem que o local seguro para habitação são as partes altas da região.Sinceramente, temos de reaprender com os povos da Idade Média. A regra básica de ocupação de área desses povos era muito simples. Habitação nas partes altas, com construção de castelo e vila nos arredores, e pastoreio, pesca e banho nas partes baixas. De cima se tinha a visão do todo, do tempo, das estações, dos aldeões, das plantações, das colheitas e da proximidade do inimigo. É, temos muito de reaprender com os povos da Idade Média…


Os corais são nossos?

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Alô, alô Greenpeace sinceramente responda uma perguntinha básica:

Os corais são nossos? Porque tanto barulho por causa de nossa riqueza petrolífera?

Está claro para qualquer leigo que a claríssima intenção do Greenpeace é criar factoide para impedir a exploração de petróleo em nossa costa marítima. A estratégia é engessar qualquer perspectiva de potencializar o desenvolvimento econômico regional com a desculpa furada e mentirosa de que aqui existe umparaíso de corais. Qual o preço? Bom, o preço, se ficarmos inertes, é o atraso, o subdesenvolvimento, a dependência e a continuação da submissão a outros países.

Os corais são nossos?

Estudos de pesquisadores da Universidade Federal do Pará dizem que não. Eles contestam a existência de corais na foz do rio Amazonas amplamente divulgados pelo Greenpeace. Os cientistas paraenses dizem que as teses defendidas “são inconclusivas e rasas” e que as fotos e vídeos divulgados pela ONG em todo o mundo “não são da região amazônica”.

O professor Luís Ercílio, PhD em Geologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) afirma que as pesquisas realizadas na foz do rio Amazonas, na costa do Amapá e Pará, já são feitas há mais de 30 anos. Portanto, corais em nossas costas marítimas nunca existiram. Aliás, qualquer ribeirinho ou marítimo que bem conhece a Mãe Natureza amazônica acharia graça de uma informação tão absurda. Aqui, em nossas águas turvas, temos mururés e velhas troncos de árvores por conta da arrebentação das marés.

A não ser que essa turma do Greenpeace tenha despejado toneladas e mais toneladas de cloro, sulfato e barrilha para nossas barrentas águas ficarem bem azuis, e então resolveramrealizar plantação de corais em alguma praia rasa para fazer belas fotos e belas imagens.

Senhores, convenhamos, as imagens mais parecem de alguma praia paradisíaca do Pacífico Sul ou algo parecido de tão dissociada que estão da nossa natural realidade geográfica.

Para o pesquisador paraense Luís Ercílio “O Greenpeace adotou uma informação que não é de reconhecimento científico e fez um mapa como se tivesse uma barreira de corais.Isso não existe! As fotos e as filmagens que eles apresentam não são dessa região [Amazônia].Um professor do Sul do Brasil compilou dados que nós [pesquisadores] tínhamos dessa plataforma e inventou um mapa. Eles [Greenpeace] estão cometendo um grande equívoco”.


De que nos vale o Parque do Tumucumaque?

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De que nos vale o Parque do Tumucumaque? Que retorno social, econômico e científico ele proporcionou ao Estado do Amapá desde que fora criado no dia 22 de agosto de 2002?

Eis uma pergunta que até hoje não só eu como muitos indagam, conhecedores que somos de tantos “bastidores” da história da nossa terra.

Atualmente administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o maior do Brasil e o maior em florestas tropicais do mundo, abrange uma área de 38.874 quilômetros quadrados. São nada mais e nada menos que 8,78 milhões de acres, algo um pouco menor que a Suíça. Sua área territorial é tão grande que compreende os municípios de Almeirim (PA), Amapá, Calçoene, Ferreira Gomes, Laranjal do Jari, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Pracuúba e Serra do Navio. Pra se ter uma ideia do grau de ocupação territorial em nosso estado, no município de Laranjal do Jari o Parque ocupa uma área de 182 km, no município de Calçoene 85, Pedra Branca do Amapari 65 km, Serra do Navio 52 km e Oiapoque 45 km.

Em que isso implica?

Implica substancialmente no impedimento ou engessamento da atividade econômica desses municípios uma vez que a teoria “legal” do preservacionismo impede a implantação e desenvolvimento de projetos econômicos em áreas preservadas.

A teoria da preservação é a teoria da intocabilidade, mesmo que tal teoria submeta uma comunidade inteira à submissão, ao atraso, isolamento ou miséria.

Para separar o joio do trigo, o desafio do novo governo é justamente fazer um pente fino na atividade de controle dessas imensas áreas de preservação ambiental, onde nem o Exército Brasileiro podia entrar.

É possível conservar a Mãe Natureza, racionalmente, associando atividade econômica com conservação ambiental. Conservar é um conceito bem menos radical do que preservar, que se baseia na teoria da intocabilidade.

A fome não espera, assim como a qualidade de vida e o futuro de nossas crianças não pode esperar e muito menos continuar a se submeter a vitrine europeia, cenários de crianças esquálidas e desvalidas.

Novamente pergunto:

De que nos vale o Parque do Tumucumaque?