Deponham Maduro

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Diariamente assistimos na televisão e com muita preocupação a postura inaceitável de um maldito covarde que se vale do assumido poder ditatorial para oprimir, espezinhar e atirarem seu próprio povo. Vemos um ditador encastelado, embebido e entorpecido em discursos mentirosos, completamente desconectados da dura realidade venezuelana, realidade que ele no seu eu mais íntimo com certeza não consegue mais esconder.

A revolta do povo venezuelano com o regime da Venezuela está nas ruas e está na fronteira com o Brasil em Pacaraima, área territorial de Roraima, região Norte da Amazônia.

E o que fazemos, o que o mundo faz?
Assistimos televisão e mandamos ajuda humanitária que não chega porque o maldito regime não permite. Enquanto isso o tempo passa, as tensões aumentam e venezuelanos morrem de fome e de balas disparadas por soldados venezuelanos. Se assim continuar chegará um ponto em que não haverá outra solução a não ser a urgente necessidade de intervenção militar dos países da América Latina e dos Estados Unidos. A grande esperança continua residindo no fato de que cada vez mais militares, e principalmente generais, desistam desta genocida loucura de Maduro, tenham piedade de seu próprio povo e abdiquem do comando de ataque à população indefesa, desempregada e faminta.

Embora tenha grande admiração pelas culturas chinesa e russa me pergunto o que China e Rússia fazem na grande plenária da Organização das Nações Unidas – ONU se são contra as liberdades individuais e coletivas e de tabela são contra eleições livres e diretas na Venezuela de Nicolas Maduro?

Sinceramente, como humilde cidadão do mundo, não vejo razão racional legal no poder de veto das duas potências mundiais, posturas que atentam contra o maior legado da humanidade: A LIBERDADE. Como pode regimes que teoricamente se dizem defensores das massas, dos desvalidos e do proletariado defenderem um maldito regime que diariamente viola os direitos humanos e agride seu próprio povo com extrema violência, como Maduro faz com os venezuelanos?

Por favor, deponham Maduro!


A importância do Sítio Arqueológico do Calçoene

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O pesquisador e ufólogo GiogioTsoukalos, para quem não sabe, é uma celebridade mundial quando o assunto ufologia, descobertas e arqueologia são cientificamente levados a sério. Foi ele que com muita propriedade comentou na mídia mundial o que denominou de “Stonehenge da Amazônia”, isto é, o nosso Sítio Arqueológico do Calçoene, um círculo de rochas composto por 127 blocos de granito, com cerca de três metros de altura cada um, colocados por uma inteligente civilização com a intenção de observar os solstícios de inverno e verão. Tal conclusão não é minha, ela é científica. Segundo cientistas, essa construção data de, no mínimo, mil anos atrás.

Diria mais:

O Sítio Arqueológico do Calçoene é bem mais do que o Stonehenge da Inglaterra. Comprovadamente e cientificamente até hoje não se sabe o que o Stonehenge é apesar do turismo inglês alimentar fantasias de curiosos. Aqui, no Estado do Amapá, já cientificamente comprovado por pesquisadores sérios, onosso complexode 127 blocos de granito foi intencionalmente posicionado, calculado, quem sabe para observar o tempo, as estações, as colheitas.

O que impressiona é a exatidão do raio do sol penetrar o centro de um perfeito círculo vazio aberto em um dos 127 blocos de granito, como se fosse um relógio temporal.

Giorgio Tsoukalos esteve no Brasil para divulgar a nova temporada do programa Alienígenas do Passado, do HistoryChannel. A nova temporada inicialmente abordou uma pesquisa de Giorgio e Erich Von Daniken (autor do clássico Eram os Deuses Astronautas) sobre a Cunha de Aiud, um objeto feito de puro alumínio encontrado na década de 60 e que dizem ter mais de 12 mil anos. O referido objeto é cercado por uma camada de oxidação que é muito antiga. Foi testado e é mais puro que qualquer alumínio que temos hoje. Observem que o alumínio só foi descoberto no século 19.O renomado ufólogo acredita que o País é um importantíssimo lugar para a comunidade ufóloga mundial e afirma:

“As pessoas religiosas dizem que somos os únicos no universo e que Deus nos criou e que somos os melhores. Fantástico! Mas, o que é tão grande quanto Deus para ter apenas uma espécie e um planeta com vida na vastidão do universo?”

E continua:

“Astrônomos e cientistas que estão trabalhando nisso, há muito mais tempo que eu, afirmam que existem mais galáxias no universo do que grãos de areia. Imagine que cada grão não é um planeta, mas sim uma galáxia, com bilhões de planetas. Para mim, explorar a teoria dos Ets não muda minha crença em Deus. Pelo contrário, acho que faz de Deus ainda mais magnífico se não estivermos sozinhos.”


A missão de Davi

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Observando vídeos na Internet me pergunto quem, em sã consciência, teria tamanha paciência de Jó para aguentar um Golias altamente deselegante e mal educado, muito mal acostumado a humilhar e acuar adversários políticos como se fosse o galo do terreiro? Mesmo derrotado, ele ainda pode dar trabalho,e por vezes é preciso cortar o mal pela raiz e extrair o veneno, como se diz no velho adágio popular. Agora, aguentar serenamente gritos e insultos de uma mulher mal educada, não é saco pra qualquer um, por mais que a necessidade de eleição para presidência do senado tenha de ser regimentalmente presidida pelo senador mais velho, no caso, o senador Magalhães.

Sem confetes e serpentinas, o amapaense Davi Alcolumbre, senador do Amapá (DEM) teve paciência de Jó. De que adiantou tanto barulho contra o jovem senador amapaense se ele foi aclamado por esmagadora maioria como presidente do Senado Federal? Só restou o ranger de dentes do“figuraço” Golias, velho articulador da corrupção, portador de mais de 10 processos com tramite na Justiça.Após enfrentar e tranquilamente vencer adversários o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem agora como pautas grandes desafios. Soluções para a questão da segurança pública e seus graves problemas nacionais, a necessária Reforma da Previdência assim como a necessária Reforma Fiscal são temas fundamentais para a manutenção da paz, da saúde da economia, do equilíbrio fiscal do comércio brasileiro.

Entender a mecânica do déficit público, as reais razões da dívida da previdência pública eas dívidas dos estados exigirá massa encefálica para produzir soluções aos gargalos ou pontos de estrangulamentos. As boas fórmulas de solução exigirão um grande esforço e boa vontade política tanto do governo federal como do Congresso Nacional. O Brasil não aguenta mais sofrer o continuísmo de soluções paliativas. O trabalhador do serviço público não pode pagar esta pesada conta petista. Os servidores públicos federais da Seplan do Amapá, por exemplo, de muito aguardam que seus processos sejam devidamente analisados pelo Ministério do Planejamento, amparados que estão pelo artigo 29 da Lei nº 13.681, sancionada pelo presidente Michel Temer. Os tempos são outros! Arregacemos as mangas! Vamos à luta! Vamos ao trabalho!


Projetos esquecidos

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Algumas coisas nesta terra a gente sinceramente procura entender, tenta e não consegue uma explicação lógica e técnica para o engavetamento histórico de importantes projetos de suma importância ao desenvolvimento regional.Alguns analistas consideram que o que realmente atrapalha são as velhas divergências políticas.

Interesses pessoais e políticos, dizem, acabam por sobrepor o interesse regional. Outros argumentam que o advento do parque do Tumucumaque, criado no dia 22 de agosto 2002, acabou engessando municípios e inviabilizando importantes projetos regionais como o Programa de Rochas Ornamentais.

Parido na Coordenadoria Estadual de Indústria, Comércio e Mineração, ainda na década de 90, o programa seria uma excelente ferramenta de geração de empregos e renda com agregação de valor ao produto transformado, a matéria prima. Instalação de fábricas de mármores e granitos no Distrito Industrial seria o resultado final da exploração de jazidas em Porto Grande. Medidas preservacionistas de proteção ao meio ambiente, imbróglios políticos “i otrascositas” acabaram soterrando este importante projeto. Outra grande sacada genial foi à criação do Programa de Fomento à Indústria de Confecções, o Profic.

Havia uma importante articulação com o mercado chinês para trabalhar no Amapá a seda chinesa, aqui produzindo produtos Made in Amapá, para exportação. Seria expressivo o número de empregos gerados no Amapá após o funcionamento das fábricas viabilizadas pelo Profic. Infelizmente, até hoje, este importante projeto não saiu do papel. O que caminhou um pouco embora não o necessário foi o Programa do Mobiliário e o Oleiro Cerâmico.

O primeiro, o Programa do Mobiliário, carece de mais incentivos e apoio técnico ao setor. O segundo, o Oleiro Cerâmico, deu mais uns passos seguros, mas ainda necessita firmar-se no mercado nacional. O trabalho artesanal feito com cipó titica, cadeiras e móveis de vime que tanto encantam turistas de outros países e pessoas do sul maravilha também carecem de atenção especial tanto da turma do meio ambiente como do órgão incentivador.

Os artesãos precisam de apoio e viabilizar licenças para a retirada da matéria prima da MãeNatureza, assim como de fontes seguras de financiamento. Tudo necessita de apoio, palavrinha mágica que faz as coisas realmente funcionarem.


Brumadinho, Amapá e os povos da Idade Média

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Quando se fala em atividade de mineração no Brasil o principal, o essencial e o fundamental é mudar velhos conceitos, métodos e regras desastrosas. A prevalência empresarial da regra básica Tempo + Custo + Benefício = Multiplicação dos Lucros deve dar lugar a uma séria reflexão sobre a funesta fórmula Zona de Perigo + Atividade de Risco = Desastre Eminente.

Está claro para qualquer leigo e bom observador que a natural geografia da região de Brumadinho foi completamente ignorada pela Vale ao construir restaurante, escritório e vilas em áreas baixas muito abaixo das imensas e altíssimas barragens. Cedo ou tarde essas imensas barragens de lama e rejeitos iriam arrebentar. O epicentro da tragédia, a barragem 1, foi construída em 1976. Nenhum laudo, em sã consciência, pode considerar tecnicamente normal uma barragem de lama e rejeitos com mais de 80 metros de altura, cheia de lama e água até a boca. Uma porcaria de projeto. Uma monstruosidade química contaminante. Após muita pressão popular, da mídia e da justiça, outras monstruosidades serão, dizem tecnicamente, DESCOMISSIONADAS. Tradução livre: desativadas, desmanteladas, desfeitas…

Previsão de Geraldo, 90 anos, sobrevivente e antigo morador de Brumadinho, um ano antes da tragédia:

“Se um dia a barragem romper, tudo isso aqui vai embora, não vai sobrar nada”.

O que preocupa no Amapá, de acordo com o empresário Bruno Cei, são as velhas barragens de rejeitos abandonadas pela Mineradora Zamin, que já foram da Icomi. O descuido com o acúmulo exagerado de minérios, próximo à embocadura do rio, no Porto de Santana,acabou dando em desastre, sim porque a arrebentação das marés fatalmente gera desmoronamento de terra. Cedo ou tarde o desastre iria acontecer e poderia ser evitado, edificando no local obra adequada para estocagem de minério. Temos de ter cuidado com nossas barragens. Nesse perigoso ramo de atividade só se evita desastres e vítimas fatais com estudos e investimentos em obras de segurança.

Beiradão, em Laranjal do Jari, é outro exemplo inadequado de área comercial e habitação. Todo ano aquela área é alvo de enchente do rio Jari e todos sabem que o local seguro para habitação são as partes altas da região.Sinceramente, temos de reaprender com os povos da Idade Média. A regra básica de ocupação de área desses povos era muito simples. Habitação nas partes altas, com construção de castelo e vila nos arredores, e pastoreio, pesca e banho nas partes baixas. De cima se tinha a visão do todo, do tempo, das estações, dos aldeões, das plantações, das colheitas e da proximidade do inimigo. É, temos muito de reaprender com os povos da Idade Média…


Os corais são nossos?

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Alô, alô Greenpeace sinceramente responda uma perguntinha básica:

Os corais são nossos? Porque tanto barulho por causa de nossa riqueza petrolífera?

Está claro para qualquer leigo que a claríssima intenção do Greenpeace é criar factoide para impedir a exploração de petróleo em nossa costa marítima. A estratégia é engessar qualquer perspectiva de potencializar o desenvolvimento econômico regional com a desculpa furada e mentirosa de que aqui existe umparaíso de corais. Qual o preço? Bom, o preço, se ficarmos inertes, é o atraso, o subdesenvolvimento, a dependência e a continuação da submissão a outros países.

Os corais são nossos?

Estudos de pesquisadores da Universidade Federal do Pará dizem que não. Eles contestam a existência de corais na foz do rio Amazonas amplamente divulgados pelo Greenpeace. Os cientistas paraenses dizem que as teses defendidas “são inconclusivas e rasas” e que as fotos e vídeos divulgados pela ONG em todo o mundo “não são da região amazônica”.

O professor Luís Ercílio, PhD em Geologia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) afirma que as pesquisas realizadas na foz do rio Amazonas, na costa do Amapá e Pará, já são feitas há mais de 30 anos. Portanto, corais em nossas costas marítimas nunca existiram. Aliás, qualquer ribeirinho ou marítimo que bem conhece a Mãe Natureza amazônica acharia graça de uma informação tão absurda. Aqui, em nossas águas turvas, temos mururés e velhas troncos de árvores por conta da arrebentação das marés.

A não ser que essa turma do Greenpeace tenha despejado toneladas e mais toneladas de cloro, sulfato e barrilha para nossas barrentas águas ficarem bem azuis, e então resolveramrealizar plantação de corais em alguma praia rasa para fazer belas fotos e belas imagens.

Senhores, convenhamos, as imagens mais parecem de alguma praia paradisíaca do Pacífico Sul ou algo parecido de tão dissociada que estão da nossa natural realidade geográfica.

Para o pesquisador paraense Luís Ercílio “O Greenpeace adotou uma informação que não é de reconhecimento científico e fez um mapa como se tivesse uma barreira de corais.Isso não existe! As fotos e as filmagens que eles apresentam não são dessa região [Amazônia].Um professor do Sul do Brasil compilou dados que nós [pesquisadores] tínhamos dessa plataforma e inventou um mapa. Eles [Greenpeace] estão cometendo um grande equívoco”.


De que nos vale o Parque do Tumucumaque?

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De que nos vale o Parque do Tumucumaque? Que retorno social, econômico e científico ele proporcionou ao Estado do Amapá desde que fora criado no dia 22 de agosto de 2002?

Eis uma pergunta que até hoje não só eu como muitos indagam, conhecedores que somos de tantos “bastidores” da história da nossa terra.

Atualmente administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o maior do Brasil e o maior em florestas tropicais do mundo, abrange uma área de 38.874 quilômetros quadrados. São nada mais e nada menos que 8,78 milhões de acres, algo um pouco menor que a Suíça. Sua área territorial é tão grande que compreende os municípios de Almeirim (PA), Amapá, Calçoene, Ferreira Gomes, Laranjal do Jari, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Pracuúba e Serra do Navio. Pra se ter uma ideia do grau de ocupação territorial em nosso estado, no município de Laranjal do Jari o Parque ocupa uma área de 182 km, no município de Calçoene 85, Pedra Branca do Amapari 65 km, Serra do Navio 52 km e Oiapoque 45 km.

Em que isso implica?

Implica substancialmente no impedimento ou engessamento da atividade econômica desses municípios uma vez que a teoria “legal” do preservacionismo impede a implantação e desenvolvimento de projetos econômicos em áreas preservadas.

A teoria da preservação é a teoria da intocabilidade, mesmo que tal teoria submeta uma comunidade inteira à submissão, ao atraso, isolamento ou miséria.

Para separar o joio do trigo, o desafio do novo governo é justamente fazer um pente fino na atividade de controle dessas imensas áreas de preservação ambiental, onde nem o Exército Brasileiro podia entrar.

É possível conservar a Mãe Natureza, racionalmente, associando atividade econômica com conservação ambiental. Conservar é um conceito bem menos radical do que preservar, que se baseia na teoria da intocabilidade.

A fome não espera, assim como a qualidade de vida e o futuro de nossas crianças não pode esperar e muito menos continuar a se submeter a vitrine europeia, cenários de crianças esquálidas e desvalidas.

Novamente pergunto:

De que nos vale o Parque do Tumucumaque?


O Brasil, Prisão Perpétua e Pena de Morte em outros países

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Quanto um simples preso ou um perigoso criminoso reincidente custa para o Brasil, e para que, se a teoria da ressocialização, na prática, não apresentaíndices satisfatórios. Como recuperar reincidentes ladrões de bancos, traficantes, estupradores, assassinos, psicopatas, etc e tal, se já são reiteradas vezes reincidentes?

Uns dizem que é R$ 2,5 mil e outros, que a despesa mensal com algumas ilustres figuras do crime chega a R$ 5 mil ou mais. Quanto custa, no somatório geral, despesas com a manutenção de presídios e com a corrupção?

Estudiosos do assunto apontam que o preocupante índice nacional de mais de 12 milhões de desempregados vem empurrando cada vez mais jovens a aderirem às falsas e ilusórias vantagens materiais que o crime organizado temporariamente oferece.

A maior adesão desses jovens, desorientados e desiludidos, é para o tráfico de drogas. Esse é um cenário que não ocorre somente no Brasil, mas também em alguns países ricos ou emergentes, como o México.

A grande diferença do Brasil para outros países, quando se fala em violência, é que os outros primeiramente possuem leis rígidas de combate ao crime enquanto que por aqui elas são demais brandas.

O segundo ponto e o principal é a dimensão territorial. O Brasil é um país de dimensão continental e como tal apresenta índices preocupantes de violência do crime organizado em vários estados, como em Fortaleza, capital do Estado do Ceará, cidade paradisíaca com belas praias, população assustada e uma bela atividade turística implodida pelo crime organizado.

O que fazer?
Bom, nunca é demais lembrar que a grande maioria dos estados americanos nem pensam em abolir a prisão perpétua e a pena de morte. E porque? Para as autoridades americanas, controlar crimes em um país de dimensão continental como os EUA não é tarefa fácil.

Os velhos métodos dos caçadores de recompensas, da cadeira elétrica, do gás e da injeção letal, por exemplo, ainda intimidam e muito muitos criminosos por lá.

Dos 50 estados americanos, 34 ainda mantêm a pena de morte. Lá, em 15 anos, o número de execuções caiu 64%. Entre 1973 e 2002, por exemplo, 176 presos americanos tiveram a pena comutada para prisão perpétua e 2.403 foram soltos ou novamente julgados. Entre 1975 e 2015 151 presos condenadas à pena de morte foram posteriormente inocentados.

Em matéria de execução de criminosos quem lidera a lista é a China, onde por sinal a polícia é temida. O Irã vem logo atrás, seguido do Iraque e depois a Arábia Saudita, Sudão e Iêmen. Os métodos de execução utilizados nesses países incluem decapitação, enforcamento e injeção letal.Lembrete: No dia 18 de janeiro de 2015, o brasileiro Marco Archer, 53 anos, foi fuzilado na Indonésia por ter entrado no País com drogas em sua asa delta.

Antes, em 2004, o brasileiro Rodrigo Gulartefoi preso por tráfico e depois fuzilado. Passarão cinco anos ou mais para um brasileiro novamente fazer tal besteira em solo indonésio e depois encontrar a morte como pena capital.

Sinceramente, o Brasil não é um “barato” muito caro para nós?


Prisão perpétua e pena de morte no Brasil

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Bandido bom é bandido morto! Diz o velho adágio global. Fosse feito hoje um plebiscito nacional por um Instituto de pesquisa,para saber quem é contra ou a favor da prisão perpétua e da pena de morte no Brasil, com toda certeza, 70% dos brasileiros ou mais responderiam que sim, que são favoráveis. Pesquisas encomendadas já apontaram um índice percentual de 69%, com tendência favorável nas principais capitais do País.Despesas com tornozeleiras eletrônicas e com a simples manutenção de presídiossão recursos suficientes para ajudar jovens, aposentados, construir escolas de tempo integral e principalmente indenizar vítimas de criminosos.Quanto vale a vida perdida de uma pessoa de bem? Bem, para muitas famílias a dita ou maldita “cláusula pétrea constitucional” que proíbe no Brasil a prisão perpétua e a pena de morte tem somente causado destruição, sofrimento, dor e sérios problemas psicológicos.

 

Veja e analise 10 motivos para que você seja favorável à prisão perpétua e a pena de morte no Brasil:

1- A pena de morte garante que o criminoso não cometa crimes. Dificilmente o sistema prisional recupera criminosos. Os índices são desanimadores. Pra que alimentar um sistema prisional falido e corrompido? É muito difícil regenerar uma pessoa que não quer se regenerar.Ao tolerar a existência de criminosos estamos facilitando a perpetuação de atos criminosos. Eles retornam às ruas e fazem pior.

2- Criminosos negam direitos humanos, o direito à vida.

3- A pena de morte tem um custo, mas muito mais caro é a vida ceifada de inocentes. Quanto custa a vida de um trabalhador?

4- A pena de morte só ajudaria a reduzir a lotação nos presídios,dando lugar a quem realmente tem condições de ser recuperado. Atualmente presos comuns ficam lado a lado com criminosos perigosos, o que só gera más influências.

5 – Ninguém pode ser contra pena de morte imputada à brancos, negros, pardos, índios, pobres ou ricos quando a lei é igual para todos.

6 – Porque o criminoso não pode ter sua vida responsabilizada por seus atos hediondos se a vida ceifada de inocentes é de sua inteira responsabilidade?

7- Socialização da culpa é a coisa mais cretina e estapafúrdia que já inventaram nesse País. A culpa é individual. A sociedade não pode ser culpada pelo ato monstruoso de indivíduos que desobedecem à razão e as leis

8- Crimes hediondos não se relacionam a pobreza, a dome, a legítima defesa, a carência material ou a falta de educação. Esses crimes são relacionados à perversidade e ao desprezo a vida alheia.

9- O psicopata é incapaz de sentir pena e muito menos remorso de sua vítima. Logo, novamente solto, vai reincidir sempre que tiver chance.

10 – O Fator Psicológico: Com a instauração da pena de morte,muitos bandidos pensariam mil vezes antes de cometer um crime. Quando um estado premia criminosos com a vida e regalias, dá indenização a famílias de criminosos, pune e constrange policiais no cumprimento do dever e permite que inocentes morram esquecidos, esse estado somentealimentaa injustiça e perpetua a impunidade.


Mestre Lopes

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Um vencedor em tempos difíceis! Assim se pode definir, em síntese, o início da carreira do jovem médico paraense Raimundo dos Santos Lopes, natural de Cametá, nascido aos 11 dias do mês de dezembro de 1938, filho de Silvano Lopes e de dona Joventina dos Santos Lopes.

Em meados dos anos 60 a necessidade de afastamento do seio familiar bateu cedo à porta. Foi um período difícil, época de faculdade, de muita pesquisa, convulsões sociais e de intervenção militar no Brasil.Mas, só uma certeza dominava sua determinação na capital paraense apesar do rio de saudades dos entes queridos e dos amigos: formar-se médico, orgulhar a família e vencer na grande capital. E foi em 1969 que orgulhosamente levanta canudo na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará, sendo aclamado como um dos melhores acadêmicos de sua turma.

No período de 1970 a 1975 atua como Cirurgião Geral e Traumatologista do Hospital Coronel Mota e como membro do Conselho Regional de Medicina de Boa Vista (RR). Em 1975 Foi fundador e primeiro presidente da Associação Médica de Roraima e membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. A partir de 1976 muda-se para Macapá, capital do Amapá, para assumir a função de Diretor do Hospital de Pronto Socorro Osvaldo Cruz.

No período de 1998 a 2002 atua como Chefe do Serviço de Traumato-Ortopedia do Hospital de Especialidades.Em 2000 torna-se Especialista em Traumatologia e em2002 Especialista em Fraturas Expostas. Depois torna-se membro efetivo do Conselho Regional de Medicina, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e membro da Federación Latino Americana de Medicina y Cirurgía Del Pie y La Pierna. Possui título honorífico de Cidadão de Macapá, outorgado em 2000, e de Cruz da Perfeição Maçônica, outorgado pela Maçonaria. É também membro da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.

Se a medicina opera milagres ela operou milagres nas mãos do doutor Lopes. O caso mais emblemático de incrível restauração de nervos, músculos e de mobilidadedeu-se com um senhor por nome Pedro, atualmente residente em Itaubal, vítima de esmagamento das pernas por uma caçamba. O cuidado incansável do médico foi que possibilitou a mobilidade de seu paciente quando tudo estava quase perdido. Até hoje, quando se fala no doutor Lopes, a palavra deste senhor é gratidão.

Raimundo Lopes foi iniciado na Maçonaria em 1971, elevado a Companheiro em 1972, Mestre Maçom em 1972 e a Grau 33 em 2007. Em 1989 ajudou a fundar o Grande Oriente do Brasil no Amapá. Anos depois articula perante o prefeito Papaléo Paes a doação de um terreno onde atualmente funciona a Loja Maçônica Tiradentes. Em 2008, idealiza e funda com outros irmãos a Academia Amapaense Maçônica de Letras-AAML. Recentemente comemorou com familiares, amigos, médicos e velhos irmãos de Maçonaria seus oitenta anos no Lions Club Centro ao som da grande Orquestra Bahamas. Um exemplo de pai, maçom e bom profissional médico.