O Brasil, Prisão Perpétua e Pena de Morte em outros países

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Quanto um simples preso ou um perigoso criminoso reincidente custa para o Brasil, e para que, se a teoria da ressocialização, na prática, não apresentaíndices satisfatórios. Como recuperar reincidentes ladrões de bancos, traficantes, estupradores, assassinos, psicopatas, etc e tal, se já são reiteradas vezes reincidentes?

Uns dizem que é R$ 2,5 mil e outros, que a despesa mensal com algumas ilustres figuras do crime chega a R$ 5 mil ou mais. Quanto custa, no somatório geral, despesas com a manutenção de presídios e com a corrupção?

Estudiosos do assunto apontam que o preocupante índice nacional de mais de 12 milhões de desempregados vem empurrando cada vez mais jovens a aderirem às falsas e ilusórias vantagens materiais que o crime organizado temporariamente oferece.

A maior adesão desses jovens, desorientados e desiludidos, é para o tráfico de drogas. Esse é um cenário que não ocorre somente no Brasil, mas também em alguns países ricos ou emergentes, como o México.

A grande diferença do Brasil para outros países, quando se fala em violência, é que os outros primeiramente possuem leis rígidas de combate ao crime enquanto que por aqui elas são demais brandas.

O segundo ponto e o principal é a dimensão territorial. O Brasil é um país de dimensão continental e como tal apresenta índices preocupantes de violência do crime organizado em vários estados, como em Fortaleza, capital do Estado do Ceará, cidade paradisíaca com belas praias, população assustada e uma bela atividade turística implodida pelo crime organizado.

O que fazer?
Bom, nunca é demais lembrar que a grande maioria dos estados americanos nem pensam em abolir a prisão perpétua e a pena de morte. E porque? Para as autoridades americanas, controlar crimes em um país de dimensão continental como os EUA não é tarefa fácil.

Os velhos métodos dos caçadores de recompensas, da cadeira elétrica, do gás e da injeção letal, por exemplo, ainda intimidam e muito muitos criminosos por lá.

Dos 50 estados americanos, 34 ainda mantêm a pena de morte. Lá, em 15 anos, o número de execuções caiu 64%. Entre 1973 e 2002, por exemplo, 176 presos americanos tiveram a pena comutada para prisão perpétua e 2.403 foram soltos ou novamente julgados. Entre 1975 e 2015 151 presos condenadas à pena de morte foram posteriormente inocentados.

Em matéria de execução de criminosos quem lidera a lista é a China, onde por sinal a polícia é temida. O Irã vem logo atrás, seguido do Iraque e depois a Arábia Saudita, Sudão e Iêmen. Os métodos de execução utilizados nesses países incluem decapitação, enforcamento e injeção letal.Lembrete: No dia 18 de janeiro de 2015, o brasileiro Marco Archer, 53 anos, foi fuzilado na Indonésia por ter entrado no País com drogas em sua asa delta.

Antes, em 2004, o brasileiro Rodrigo Gulartefoi preso por tráfico e depois fuzilado. Passarão cinco anos ou mais para um brasileiro novamente fazer tal besteira em solo indonésio e depois encontrar a morte como pena capital.

Sinceramente, o Brasil não é um “barato” muito caro para nós?


Prisão perpétua e pena de morte no Brasil

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Bandido bom é bandido morto! Diz o velho adágio global. Fosse feito hoje um plebiscito nacional por um Instituto de pesquisa,para saber quem é contra ou a favor da prisão perpétua e da pena de morte no Brasil, com toda certeza, 70% dos brasileiros ou mais responderiam que sim, que são favoráveis. Pesquisas encomendadas já apontaram um índice percentual de 69%, com tendência favorável nas principais capitais do País.Despesas com tornozeleiras eletrônicas e com a simples manutenção de presídiossão recursos suficientes para ajudar jovens, aposentados, construir escolas de tempo integral e principalmente indenizar vítimas de criminosos.Quanto vale a vida perdida de uma pessoa de bem? Bem, para muitas famílias a dita ou maldita “cláusula pétrea constitucional” que proíbe no Brasil a prisão perpétua e a pena de morte tem somente causado destruição, sofrimento, dor e sérios problemas psicológicos.

 

Veja e analise 10 motivos para que você seja favorável à prisão perpétua e a pena de morte no Brasil:

1- A pena de morte garante que o criminoso não cometa crimes. Dificilmente o sistema prisional recupera criminosos. Os índices são desanimadores. Pra que alimentar um sistema prisional falido e corrompido? É muito difícil regenerar uma pessoa que não quer se regenerar.Ao tolerar a existência de criminosos estamos facilitando a perpetuação de atos criminosos. Eles retornam às ruas e fazem pior.

2- Criminosos negam direitos humanos, o direito à vida.

3- A pena de morte tem um custo, mas muito mais caro é a vida ceifada de inocentes. Quanto custa a vida de um trabalhador?

4- A pena de morte só ajudaria a reduzir a lotação nos presídios,dando lugar a quem realmente tem condições de ser recuperado. Atualmente presos comuns ficam lado a lado com criminosos perigosos, o que só gera más influências.

5 – Ninguém pode ser contra pena de morte imputada à brancos, negros, pardos, índios, pobres ou ricos quando a lei é igual para todos.

6 – Porque o criminoso não pode ter sua vida responsabilizada por seus atos hediondos se a vida ceifada de inocentes é de sua inteira responsabilidade?

7- Socialização da culpa é a coisa mais cretina e estapafúrdia que já inventaram nesse País. A culpa é individual. A sociedade não pode ser culpada pelo ato monstruoso de indivíduos que desobedecem à razão e as leis

8- Crimes hediondos não se relacionam a pobreza, a dome, a legítima defesa, a carência material ou a falta de educação. Esses crimes são relacionados à perversidade e ao desprezo a vida alheia.

9- O psicopata é incapaz de sentir pena e muito menos remorso de sua vítima. Logo, novamente solto, vai reincidir sempre que tiver chance.

10 – O Fator Psicológico: Com a instauração da pena de morte,muitos bandidos pensariam mil vezes antes de cometer um crime. Quando um estado premia criminosos com a vida e regalias, dá indenização a famílias de criminosos, pune e constrange policiais no cumprimento do dever e permite que inocentes morram esquecidos, esse estado somentealimentaa injustiça e perpetua a impunidade.


Mestre Lopes

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Um vencedor em tempos difíceis! Assim se pode definir, em síntese, o início da carreira do jovem médico paraense Raimundo dos Santos Lopes, natural de Cametá, nascido aos 11 dias do mês de dezembro de 1938, filho de Silvano Lopes e de dona Joventina dos Santos Lopes.

Em meados dos anos 60 a necessidade de afastamento do seio familiar bateu cedo à porta. Foi um período difícil, época de faculdade, de muita pesquisa, convulsões sociais e de intervenção militar no Brasil.Mas, só uma certeza dominava sua determinação na capital paraense apesar do rio de saudades dos entes queridos e dos amigos: formar-se médico, orgulhar a família e vencer na grande capital. E foi em 1969 que orgulhosamente levanta canudo na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Pará, sendo aclamado como um dos melhores acadêmicos de sua turma.

No período de 1970 a 1975 atua como Cirurgião Geral e Traumatologista do Hospital Coronel Mota e como membro do Conselho Regional de Medicina de Boa Vista (RR). Em 1975 Foi fundador e primeiro presidente da Associação Médica de Roraima e membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. A partir de 1976 muda-se para Macapá, capital do Amapá, para assumir a função de Diretor do Hospital de Pronto Socorro Osvaldo Cruz.

No período de 1998 a 2002 atua como Chefe do Serviço de Traumato-Ortopedia do Hospital de Especialidades.Em 2000 torna-se Especialista em Traumatologia e em2002 Especialista em Fraturas Expostas. Depois torna-se membro efetivo do Conselho Regional de Medicina, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e membro da Federación Latino Americana de Medicina y Cirurgía Del Pie y La Pierna. Possui título honorífico de Cidadão de Macapá, outorgado em 2000, e de Cruz da Perfeição Maçônica, outorgado pela Maçonaria. É também membro da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos.

Se a medicina opera milagres ela operou milagres nas mãos do doutor Lopes. O caso mais emblemático de incrível restauração de nervos, músculos e de mobilidadedeu-se com um senhor por nome Pedro, atualmente residente em Itaubal, vítima de esmagamento das pernas por uma caçamba. O cuidado incansável do médico foi que possibilitou a mobilidade de seu paciente quando tudo estava quase perdido. Até hoje, quando se fala no doutor Lopes, a palavra deste senhor é gratidão.

Raimundo Lopes foi iniciado na Maçonaria em 1971, elevado a Companheiro em 1972, Mestre Maçom em 1972 e a Grau 33 em 2007. Em 1989 ajudou a fundar o Grande Oriente do Brasil no Amapá. Anos depois articula perante o prefeito Papaléo Paes a doação de um terreno onde atualmente funciona a Loja Maçônica Tiradentes. Em 2008, idealiza e funda com outros irmãos a Academia Amapaense Maçônica de Letras-AAML. Recentemente comemorou com familiares, amigos, médicos e velhos irmãos de Maçonaria seus oitenta anos no Lions Club Centro ao som da grande Orquestra Bahamas. Um exemplo de pai, maçom e bom profissional médico.


O Ijoma e o Hospital de Amor

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Vivas à saúde pública amapaense!

Sim, porque a população acaba de receber o Hospital de Amor com a estrutura física necessária para tratar com dignidade paciente diagnosticado com câncer. Mas não podemos esquecer a luta de Padre Paulo antes e após a fundação/inauguração do Instituto de Prevenção do Câncer Joel Magalhães, o Ijoma, em 10 de maio de 2010, devidamente registrado no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Brasil, localizado na AvenidaDr Silas Salgado, 3586, bairro Alvorada, na capital, Macapá.

Sua atuação, em síntese, funciona como um centro de apoio a pacientes com câncer e AIDS.

O Ijoma realiza atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares, odontologia, serviço clínico de laboratório,serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação ionizante (exceto ressonância), fisioterapia e atividades de fornecimento de infraestrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio.

Em 2017, 140 pessoas foram diagnosticadas com câncer. Só no primeiro trimestre desse ano, 36 casos já foram registrados. A pesquisa e os dados apresentados são do Ijoma.

Considerando que a prevenção contra a doença é a melhor maneira de combate, vemos no Hospital de Amor, recentemente inaugurado, mais uma defesa na somatória de esforços, ao lado do Ijoma, para agilizar antecipadamente o diagnóstico de uma doença que não espera, proporcionando tratamento imediato ao paciente.

Seguindo o modelo da linha hospitalar de Barretos, o Hospital de Amor, em Macapá, é o nono inaugurado no Brasil.
O serviço de atendimento será integrado às unidades básicas de saúde e hospitais dos municípios do Estado do Amapá.

A nova unidade de combate ao câncer no estado contará com 45 profissionais, entre médicos, enfermeiros e técnicos administrativos.

Para exames de mamografia, inicialmente serão atendidas mulheres na faixa etária de 40 a 60 anos, e de Papa Nicolau, mulheres de 25 a 64 anos.

Mulheres que desejarem obter atendimento precisam estar munidas de documentos pessoais e o cartão do SUS.

O Hospital do Amor fica localizado na Rodovia Norte Sul, próximo ao Ministério do Trabalho, na zona norte de Macapá. A administração do hospital informa que o atendimento iniciará em fevereiro de 2019.


Obras essenciais

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Podem comemorar! O Aeroporto Internacional de Macapá finalmente vai funcionar após 15 anos de espera, obras e paralisações.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) garante que o novo terminal de cargas e de passageiros e o estacionamento para veículos serão entregues até o final deste mês de dezembro.

A segunda etapa da tão esperada obra será a ampliação do pátio para aeronaves, serviço que provavelmente terá início em julho de 2019.

Quando o novo terminal de passageiros iniciar sua atividade é que será demolido o antigo, o chamado “puxadinho”, espaço considerado insuficiente para atender a demanda de voos domésticos para Macapá.

O novo terminal de cargas e passageiros terá considerável espaço físico e por consequência boa acessibilidade, com design moderno e futurista, além de rampas móveis para acoplagem em aeronaves com a finalidade de facilitar a entrada ou saída de passageiros com segurança, conforto e comodidade.

A obra do Aeroporto Internacional de Macapá foi iniciada em 2004 e paralisada em 2007 em função de denúncias e de movimentação jurídica de processos para apurar irregularidades.

Outra importante obra esperada pelos amapaenses é o Hospital Universitário que está sendo construído em uma área localizada entre a Universidade Federal do Amapá (Unifap) e o Estádio Zerão.

Sua capacidade de internação é de 300 leitos, sendo 240 para internação e 60 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de 10 salas para cirurgia. Significa também dizer que sua capacidade de serviços, de média e alta complexidade, é três vezes maior que a do Hospital das Clínicas Alberto Lima, antigo Hospital Geral de Macapá, projeto edificado no governo de Janary Gentil Nunes entre as décadas de 40 e 50.

Quando entrar em atividade o Hospital Universitário terá capacidade de realizar uma média de 800 consultas diárias.

Haverá também um heliporto para atender casos de emergência. Sua operacionalidade finalmente integrará o Amapá a Rede de Transplantes da Região Norte, o que é muito bom para amapaenses obrigados a deslocarem-se a outras capitais e sofrerem em longas filas de espera para obtenção da doação do órgão e do agendamento de cirurgia.

A gestão do hospital ficará a cargo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares e a parte acadêmica caberá à Unifap. Cerca de 1,5 mil profissionais irão trabalhar no Hospital Universitário.


A necessária união da bancada federal

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Deputados federais Camilo Capiberibe, Acácio Favacho, Vinícius Gurgel, Aline Gurgel, Marcivânia, Luiz Carlos, André Abdon, Leda Sadala e senadores Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto, uni-vos!

A união faz a força, diz o velho adágio popular. Portanto, as diferenças político partidárias e questões pessoais devem ser esquecidas.

A partir de 2019, busquema formação de uma frente única visando o necessário desenvolvimento de nossa região.

Quem já viu, conviveu ou convive com o ambiente político em Brasília bem sabe que não é nada fácil aprovar uma emenda parlamentar e logo conseguir destinar recursos para seu estado. Lá, no Planalto Central do Brasil, bancada parlamentar é como peso na balança: vale quanto pesa!

E quem é que pesa mais na balança na Câmara Federal e no Senado?

Bom, por ordem de pesagem, temos os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e mais o restante do eixo pesado da região sudeste.

Com uma pequena população de menos de 800 mil habitantes, Waldez Góes (PDT) elegeu-se governador do Amapá, em segundo turno, com 191.741 mil votos. Somente o governador eleito de São Paulo, João Dória (PSDB), obteve 10.990.160 milhões de votos. Perceberam a gritante diferença numérica do eleitorado paulista para o amapaense?

O que nos resta fazer?
Existe a bancada Nordestina que a cada eleição procura se fortalecer para conseguir aprovar seus pleitos formando uma frente única aos pesos pesados da política nacional. Resta-nos, inicialmente, nos fortalecermos tecnicamente para seguidamente buscar o fortalecimento geral de toda a bancada da região Norte. Tudo logicamente emprol da qualidade de vida do povo amazônico e não de meros interesses pessoais. Fazeis sempre isso e serás digno e merecedor de reeleição na urna eletrônica.


A Ficha Limpa e a Lei Anticorrupção 12.846

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Foi por pouco! Graças à rápida reação de senadores o Senado Federal votou contra a proposta de regime de caráter de urgência presentado pelo senador Dalirio Beber (PSDB/SC), o Projeto de Lei PLS 396/2017, que tinha a intenção “benevolente” de tentar tirar do raio de alcance da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135 de 5 de maio de 2010) políticos condenados por crimes anteriores a 2010, ano em que a referida Lei foi criada pelo jurista Márlon Jacinto Reis (Rede Sustentabilidade), após a adesão de milhares e milhares de brasileiros. Ele foi relator da matéria e idealizador da expressão Ficha Limpa. É importante enfatizar que o texto PLS 396 vai de encontro à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determina oito anos de inelegibilidade aos condenados, com base na citada Lei da Ficha Limpa.

Na avaliação do senador do Amapá, Randolfe Rodrigues, da Rede Sustentabilidade, que realizou um grande movimento e se posicionou totalmente contrário à matéria em pauta, “é um jeitinho que se daria para enfraquecer a Lei da Ficha Limpa”.

Pronunciaram-se contra a proposta os senadores Raimundo Lira (PSD-PB), Jorge Viana (PT-AC), Ana Amélia (PP-RS), Simone Tebet (MDB-MS), Lídice da Mata (PSB-BA), Reguffe (sem partido-DF), Romero Jucá (MDB-RR), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Lasier Martins (PSD-RS), Armando Monteiro (PTB-PE), Otto Alencar (PSD-BA) e outros.

A senadora gaúcha Ana Amélia declarou que “a Lei da Ficha Limpa precisa ser preservada. A sociedade brasileira está hoje imbuída de uma prioridade: combate duro à corrupção, que fez escorrer pelo ralo o dinheiro que faltou para muitos setores importantes”.

Já a Lei 12.846/2013, denominada de Lei Anticorrupção, após cinco anos de promulgada, parece encontrar resistência em alguns estados para sua regulamentação, Amapá no meio. A conclusão é resultado de um estudo preliminar que mostra todo um cenário da aplicação ou não da Lei Anticorrupção nas unidades federativas. O estudo também indica que mais da metade dos estados federados já regulamentaram e instituíram regras jurídicas para responsabilizar empresas que por ventura lesem a administração pública. Trocando em miúdos, a Lei 12.846 dispõe sobre a responsabilização objetiva administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.
Portanto, de acordo com o Capítulo II, Dos Atos Lesivos à Administração Pública Nacional ou Estrangeira, em seu artigo 5º e devidos parágrafos, constituem atos lesivos à administração pública, por exemplo,prometer, oferecer ou dar, direta ou indiretamente, vantagem indevida a agente público, ou a terceira pessoa a ele relacionada; financiar, custear, patrocinar ou de qualquer modo subvencionar a prática dos atos ilícitos previstos nesta Lei; impedir, perturbar ou fraudar a realização de qualquer ato de procedimento licitatório público; fraudar licitação pública ou contrato dela decorrente; criar, de modo fraudulento ou irregular, pessoa jurídica para participar de licitação pública ou celebrar contrato administrativo; dificultar atividade de investigação ou fiscalização de órgãos, entidades ou agentes públicos, ou intervir em sua atuação.Assim diz, em síntese, a lei. Sua excelência o povo contribuinte ansiosamente aguarda sua devida aplicabilidade em todo o território nacional brasileiro.


Progressistas, republicanos ou entreguistas?

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Qual será o nosso caminho? Republicano, progressista ou entreguista?

Ainda muito jovem, ouvindo uma conversa, tempos atrás, vi e ouvi um conhecido professor e intelectual falar a um velho conhecido meu, que já está no andar de cima:
– Meu irmão, nós temos que ser progressistas!

Depois que o conhecido professor se foi, perguntei:

– O que ele quis dizer com isso?
E o velho amigo, talvez sem conhecimento de causa, ideologicamente temperado pelo radicalismo, respondeu:
– Ele quer que a gente seja comunista!

 

Mas, afinal de contas, o que é ser progressista?
De acordo com o Dicionário Online de Português ser progressista é a pessoa que defende o progresso social e político, que é a favor do progresso, das transformações políticas ou de reformas sociais. A Wikipédia esclarece mais e diz que “Progressismo é um conjunto de doutrinas filosóficas, éticas e econômicas baseado na ideia de que o progresso, entendido como avanço científico, tecnológico, econômico e social, é vital para o aperfeiçoamento da condição humana. Essa ideia de progresso integra o ideário iluminista e tem, como corolário, a crença de que as sociedades podem se desenvolver mediante o fortalecimento das bases do conhecimento empírico. O progressismo está ligado à ideia de “progresso infinito” mediante transformações da sociedade, da economia e da política. A ideia de progresso, por sua vez, é frequentemente relacionada com o evolucionismo e o positivismo.”

 

E o que é ser republicano?
Afirma Luiz Flávio Gomes (JusBrasil) que ser republicano é crer na igualdade civil de todos, sem distinção de qualquer natureza”. “É não perguntar: ‘Você sabe com quem está falando?” “É crer na lei como garantia da liberdade”. “É saber que o Estado não é uma extensão da família, um clube de amigos, um grupo de companheiros”.

 

Ser um conservador extremista e ser republicano é a mesma coisa?
Na visão de muitos analistas, como a da minha, não, absolutamente não, embora algumas posturas políticas conhecidas, como a de Trump, acabem embaralhando a cabeça da comunidade mundial. Portanto, ser um republicano progressista é pensar na qualidade de vida de todos.

E o que é entreguismo?
Modernamente o entreguismo consiste na desnacionalização sistemática da indústria, especialmente de setores considerados por determinados segmentos ideológicos e políticos como setores-chave da indústria de produção, mediante a transferência de seu controle para capitais estrangeiros.A Wikipédia esclarece que“entreguismo, também chamado, no Brasil, de cosmopolitismo, em sentido estrito, é o preceito, mentalidade ou prática político-ideológica de entregar recursos naturais de uma nação para exploração por entidades, empresas etc. de outro país e de capital internacional. É um dos instrumentos de auto-reprodução de uma sociedade de elite, e de manutenção da acumulação entravada.”

 

Nosso grave problema histórico está na velha e perversa política entreguista que sempre define e direciona rumos ou caminhos contrários ao desenvolvimento real de uma Nação livre, soberana e economicamente independente. Americanos, europeus e asiáticos praticam uma política protecionista e fixam tarifas alfandegárias elevadas e seletivas para proteger a sua indústria. Eles concedem subsídios para favorecer o crescimento de empresas que comprovadamente geram empregos, renda e desenvolvimento e realizam ótimos investimentos em ferrovias, rodovias, hidrovias, portos, energia e saneamento, imperativo dever de casa para nós brasileiros. Lamentavelmente, a política entreguista brasileira, por décadas na contramão, inversa e ao contrário da política norte-americana e de muitos países europeus e asiáticos, promoveu a desnacionalização sistemática da indústria, principalmente de setores considerados por determinados segmentos ideológicos e políticos como setores-chave da indústria de produção, transferindo seu controle a capitais estrangeiros. É a delegação de controle interno e administrativo de setores estratégicos da economia de um país que define seu rumo para o desenvolvimento ou para o buraco. Oxalá o presidente consiga mudar esta perversa e triste realidade, retirando o verdadeiro nó da forca em prol da melhoria da saúde da economia brasileira.


Arguição sobre o atentado a Jair Bolsonaro

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O número dele é 17. Na Cabala Hebraica, sete mais um é igual a oito. Oito é o infinito e o Infinito é Deus, Onisciente, Onividente e Onipresente. Coincidentemente, meu número astrológico também é oito. O oito é tudo e o todo, pois tudo que está dentro está fora e tudo o que está fora está dentro. Não se pode simplesmente eliminar ou abortar uma missão determinada pelo Povo do Andar de Cima. Lembram da lenda da Fênix ressurgida das cinzas?Bem, muita coisa precisa ser elucidada sobre o atentado a Jair Messias Bolsonaro, presidente eleito da República Federativa do Brasil. O cenário do crime, o “solitário” (será?) ator do crime e o fato como ocorreu o crime ainda suscita dúvidas na cabeça de muita gente, principalmente da vítima, a maior interessada na questão.Se o ator solitário do crime agiu sozinho, como arguiu o órgão investigativo, como ele, o criminoso, sabia que Jair Bolsonaro estava sem colete à prova de balas para poder optar por uma arma branca e atacá-lo rápido e quase fulminantemente, não fosse à rápida ação médica?Quem ou o que fez “adiantar o expediente” ao criminoso para que ele tivesse certeza da fragilidade física de Bolsonaro, sem proteção alguma?

 

Outra questão:
Em uma ação de ataque e defesa, como é o caso, reflexo, ação e reação, a primeira coisa a fazer é a técnica de mobilidade, ou seja, a triangulação da área. Com um razoável efetivo se faz com três ou mais, com um ou mais batedores na frente, observadores nas laterais e no fundão. No caso do ataque ao candidato do PSL à presidência da República, um ou dois cinturões humanos de defesa seria o ideal em meio àquela imensa multidão como medida protetiva. Ocorre que à frente do candidato em movimento estava coberta de jornalistas, situação de grande facilidade para a investida do criminoso. Foi num piscar de olhos que ele cobriu com um pano a arma branca (faca) e penetrou esta no abdômen da vítima girando-a propositalmente para ceifar sua vida. Tudo friamente planejado. Se Bolsonaro estivesse no chão teria sido muito pior. Agora, ele, o criminoso, estava sozinho nessa? Muitos já acham que não. Particularmente, eu não acho nada, só tenho certeza. Ah! maldito fanatismo político e religioso!

 

Em nome do fanatismo político e religioso, da inveja e da maldita ambição humana muita desgraça já houve na história da humanidade. O assassinato do presidente americano John Fitzgerald Kennedy, ocorrido no dia 22 de novembro de 1963 na cidade de Dallas, Texas, 35º presidente dos Estados Unidos da América, abortou a trajetória de uma das grandes personalidades do século XX. Isso só foi possível graças a grande facilidade do cenário apresentado ao criminoso, o ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald. O carro em que Kennedy estava era aberto. De nada adiantou guarda-costas ao seu redor. O tiro preciso do alto de um prédio arrebentou sua cabeça. O criminoso foi preso e dias depois acusado de assassinato. Inesperadamente, Oswald foi assassinado por John Ruby. Queima de arquivo? A Comissão Warren concluiu que Oswald agiu sozinho no assassinato. Em 1979 o Comitê da Câmara sobre Assassinatos descobriu que talvez tenha havido uma conspiração contra o jovem presidente americano. Sabe-se que John Kennedy queria acabar com a Guerra do Vietnã e com o excesso de gastos com a indústria bélica, a chamada indústria da morte. Conseguiu obter durante sua gestão 70% de aprovação do povo americano. Ele continua sendo avaliado como um dos melhores presidentes dos EUA.Ainda jovem, em 1943, em plena 2ª Guerra Mundial, recebeu a Medalha da Marinha e dos Fuzileiros Navais por ajudar 10 colegas de farda a escapar e sobreviver em uma ilha, vítimas de um inesperado ataque do destroier japonês Amagiri, mesmo com sua coluna machucada. John Fitzgerald Kennedy era comandante do barco patrulha PT-109, que fora avariado.

 

Outro caso importante:
Na noite de 8 de dezembro de 1980 quando voltava para o apartamento onde morava em New York (edifício Dakota), frente ao Central Park, John Lennon é abordado por um rapaz que durante o dia lhe havia pedido autógrafo. Esse rapaz era Mark David Chapman, um provável (fã?) dos Beatles e de John. Fã? Ele disparou cinco tiros contra Lennon com um revólver calibre 38. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos intitulado O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, e logo foi preso. John Lennon morreu após perder cerca de 80% de sangue, aos quarenta anos de idade. Em seu julgamento Chapman declarou que na obra O apanhador no Campo de Centeio havia uma mensagem que dizia para matar John Lennon. Foi condenado à prisão perpétua e até hoje é mantido em cela separada de outros presos devido às ameaças de morte que sempre recebe. Motivação de Chapman: declarações do ex-Beatle consideradas por ele como blasfêmia, tais como se declararem mais populares que Cristo (1966). Sabe-se que JohnKennedy e John Lennondefendiam a paz, combatiam a indústria bélica e desejavam o fim da Guerra do Vietnã. Pergunta: Mark Chapman estava só ou foi apenas um louco inocente útil? Penso que a melhor segurança é tentar antecipadamente pensar como uma mente criminosa pensa ao planejar um ataque. Qual o melhor momento para o ataque? Que arma usar? Um drone, ultimamente muito usual para passar celulares, armas e drogas sobre os muros dos presídios? Qual a melhor posição de tiro, como friamente analisou Oswald? Um prédio abandonado? Tudo deve ser criteriosamente observado. Vigilância, vigilância,vigilância! Cuidado com o Presidente!


Bolsonaro e seus fiéis da balança

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A se confirmar nas urnas o que dizem as pesquisas eleitorais, ou seja, 59% Bolsonaro e 41% Fernando Haddad, Jair Bolsonaro certamente será o novo presidente da República Federativa do Brasil. Agora, o que está sendo guardado a sete chaves pela sua equipe de planejamento é justamente o Plano de Governo Bolsonaro, informação que a sociedade brasileira, a quem se deve servir, deseja muito saber.

Legalista, tranquilíssimo, equilibradíssimo e sereníssimo, o general de Exército Augusto Heleno, Comandante Militar da Amazônia, me parece ser um cidadão brasileiro verde amarelo muito centrado e bem pé no chão quando fala do Brasil com suas realidades regionais e dificuldades sociais e econômicas. Das entrevistas que vi, argumenta sempre com segurança e conhecimento de causa e nunca diz impropriedades e ilegalidades. Possui o que nós historiadores e jornalistas da velha guarda chamamos de leitura acumulada. Defende que o governo Bolsonaro tenha um tripé básico: AUSTERIDADE, TRANSPARÊNCIA e HONESTIDADE. É ele quem coordena um grupo de estudos para discutir ideias que podem ser formuladas como propostas de um plano de governo. E é bom discutir ideias quando elas finalmente venham a atender os interesses da sociedade brasileira. O grupo tem discutido bastante sobre a ideia de revitalizar o Projeto Rondon no país. Lançado em 1967, o Projeto Rondon tinha por objetivo encaminhar jovens estudantes ao interior do país para ajudar populações carentes. Bolsonaro disse que dará prioridade máxima à revitalização deste projeto. Para a área de educação o general falou em “valorização dos professores, motivação dos alunos, prevalência do mérito, revisão dos processos curriculares, atualização pedagógica e a correta aplicação dos recursos financeiros”. Se eleito o governo Bolsonaro pretende dar uma mexida na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Outra figura importante da equipe de governo de Jair Bolsonaro é o economista Paulo Guedes, muito conhecido no meio acadêmico e entre economistas e especialistas no assunto não só no Brasil como no exterior.
A velha questão central do Brasil, quando se fala de economia, logo imprime a discussão da velha política entreguista lamentavelmente aqui praticada por décadas. Os crimes de lesa pátria estão nos anais da história com seus heróis esquecidos. Contrato do Manganês do Amapá, Projeto Jari, Serra Pelada, Vale do Rio Doce, Petrobrás, Petrolão, etc…

Quem se lembra do saudoso advogado, poeta e jornalista Álvaro da Cunha, autor da bem fundamentada obra Quem Explorou Quem no Contrato do Manganês do Amapá?Quem se lembra do saudoso Almirante Roberto Gama e Silva, autor da bem fundamentada obra São Mesmos Nossos os Minerais Energéticos e não Energéticos? Quem já leu tais obras? Quem tem conhecimento que foi Gama e Silva que lutou pela nacionalização do Projeto Jari?

A política entreguista brasileira, por décadas na contramão e ao contrário do que dita à política norte-americana e de muitos países europeus e asiáticos, que são protecionistas, vem promovendo no Brasil a desnacionalização sistemática da indústria e principalmente de setores considerados estratégicos por determinados segmentos ideológicos e políticos como setores-chave da indústria de produção, transferindo seu controle a capitais estrangeiros. A remessa de lucros dessa velha política entreguista, como a dos combustíveis, atualmente se constitui uma política perversa a saúde da economia nacional. É justamente a delegação de controle interno e administrativo de setores estratégicos da economia de um país que define rumos para o desenvolvimento ou para o buraco. Se não é protecionista e é entreguista, eis que as empresas multinacionais dominam o ambiente econômico nacional e impedem o surgimento de forças internas que eliminem entraves de seu desenvolvimento pleno ou libertação econômica, para ser mais claro. É uma questão de regulação interna, da formulação de leis protecionistas sobre nosso natural patrimônio nacional.

Outra pessoa chave chama a atenção como fiel da balança do futuro governo Bolsonaro, caso eleito: A advogada, Professora Doutora Janaína Pascoal. Legalista, tranquilíssima, Janaína Pascoal é uma pessoa para ser permanentemente ouvida.

Quanto às reformas, elas são necessárias como a Trabalhista e a da Previdência. O que preocupa é o fato de quererem crucificar os servidores públicos para pagar a conta dos estragos da corrupção e dos desmandos praticados por governos petistas. Estabilidade no emprego, 13º salário, férias e vantagens adicionais são regras jurídicas legais imexíveis, como se diz no velho jargão popular. Viria por aí uma nova edição do famigerado Programa de Demissão Voluntária, o PDV?