Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.
“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

 

  • Campeão

Grupo de dança amapaense, Âmago, é campeão do Festival Internacional de Dança da Amazônia, realizado em Belém (PA), de 17 a 21 de outubro.
A conquista veio em duas categorias: Duo Contemporâneo e Conjunto Contemporâneo. O bailarino, coreógrafo e professor de dança, Pablo Sena, é o responsável pelo elenco tucuju. Parabéns.

 

  • Em estúdio

O cantor e compositor amapaense, Jean Carmo, está gravando seu segundo disco, denominado de “Outras Canções”. A gravação está acontecendo no estúdio Zarolho Records. Logo estaremos lançando esse projeto. Boa sorte.

 

  • Guitarrada

Dia 10 de novembro o músico amapaense, Beto 7 Cordas, estará homenageando o mestre Vieira, o rei da guitarrada, num show imperdível.
No Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 22h.

 

  • Conquista

Ministério da Cultura divulgou, nesta segunda (22), o resultado final do Prêmio Culturas Populares 2018, onde quatro projetos do Amapá foram contemplados.
Festival Cantando Marabaixo nas Escolas (Movimento Nação Marabaixeira), História da Comunidade do Curiaú Contada e Cantada Através da Oralidade (Esmeraldina dos Santos), Grupo Cultural Afro Ameríndia Tucujus (Ana Zilda) e Grupo Encontro de Casais de Mestre Sala e Porta Bandeira no Meio do Mundo (Alessandra Azevedo).

 

  • Gravação

Movimento Nação Marabaixeira vai gravar um disco (CD) de Marabaixo, e que será lançamento agendado para novembro (mês da consciência negra).
A gravação inicia dia 1º de novembro, no Studio Soledade. Sexta (26) tem reunião com representantes das comunidades, às 9h, na Secretaria de Turismo (Setur).

 

  • Carnaval

Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, já em processo de gravação, ao vivo, do DVD com os sambas das escolas do grupo especial de 2019.

 

  • “Armadilha”

Título da nova música de trabalho do cantor e compositor, Jorginho do Cavaco, que já está no repertório do novo disco do sambista. Parabéns.


A política de Edital valoriza o artista anônimo?

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Nessas minhas andanças por muitas paragens, sempre encontro uns artistas anônimos possuidores de puro talento, mas que ainda não ganharam os aplausos merecidos. Porque será?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc. Mas como podemos enxergar aqueles fantásticos jovens que não aparecem e constroem artes maravilhosas? O que falta para que o talento desses seres seja notado, conhecido e valorizado?

Geralmente nos deparamos com os artistas atuando em algum lugar, mas nada de novo nos é apresentado, pois as obras desses chamados “medalhões” já são de conhecimento público, mas as dos muitos artistas, digamos escondidos, esses não conhecemos e nunca os vimos em atuação.
Será que eles não querem aparecer, se tornarem conhecidos, ou as ações é que não chegam até eles? Já ouvi que muitos que até querem ser vistos, mas a condição para isso não lhes é favorável, pois para que eles participem de eventos, shows, atividades, contratações, etc, tem que ser crivados pela política do “Edital”. Esse exige demais e eles jamais passarão pelo crivo, já que é preciso e necessário que eles tenham um trabalho já conceituado para se inscreverem. A famosa experiência. Mas sem a oportunidade de poder mostrar o seu trabalho, como esses jovens talentos anônimos poderão ter suas artes notadas? É preciso fazer com que as ações públicas cheguem até esses jovens artistas anônimos brasileiros, para que ele s tenham oportunidades e mais tarde sejam incluídos e valorizados na política de Edital.

 

  • “Canoinha”

Título da nova música do cantor e compositor paraense, Ronaldo Silva, gravada pelo projeto Arraial do Pavulagem.
Faz parte da 5ª edição do disco (CD) Prêmio Grão de Música.

 

  • Em novembro

Anote logo na agenda que esse show será imperdível, com dois ícones da boa música popular brasileira, dia 3 de novembro.
Eudes Fraga e Paulinho Pedra Azul, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), 22h. Informações: 99193-8466 e 98110-5404.

 

  • “Xangô”

Nome do enredo do Salgueiro para o carnaval de 2019, Rio de Janeiro, que já está sendo considerado destaque entre os demais.
O primeiro refrão do samba diz: “Mora na Pedreira o Dono da Terra, Vem de Aruanda Pra Vencer a Guerra. Eis o Justiceiro da Nação Nagô, Samba Corre Gira, Gira Pra Xangô…”

 

  • Bateria

Vem aí o 1º Festival de Baterias das Escolas de Samba do Amapá, agendado para acontecer dia 5 de janeiro de 2019.
A realização é da agremiação Piratas Estilizados e outros parceiros. Na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho, a partir das 20h.

 

  • Esperança

Vamos aguardar dos dois candidatos ao governo do Amapá (2º turno), Capiberibe e Waldez, propostas viáveis e verdadeiras para os segmentos artísticos culturais.

 

  • Destaque

Cantor e compositor nordestino (Natal-RN), Rambolde Campos, já com 38 anos cantando, 36 morando em Macapá (AP), onde fincou seu coração e aqui expandiu e consolidou sua carreira.
Com vários discos gravados, participações em festivais, belas canções suas e com parceiros, muitos shows e viagens levando suas músicas. Merece o destaque. Parabéns.

 

  • Dança

Dia 8 de novembro a Graham CIA. de Dança vai realizar o espetáculo, “De Corpo e Alma”.
No Teatro das Bacabeiras, às 19h30.


Ocupação da Galeria de Arte Antônio Munhoz

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O Sesc Amapá lançou uma ótima oportunidade para quem é artista e quer montar sua própria exposição. Já está lançado o edital de inscrições para ocupação da Galeria de Arte Antônio Munhoz Lopes, localizada na unidade Sesc Araxá (orla de Macapá).

Serão selecionados 4 projetos em artes visuais para integrar a agenda de exposições da galeria durante 2019. As propostas podem ser individuais ou coletivas, de artistas residentes ou não no Estado do Amapá.

O edital aceita propostas em diversas linguagens, entre elas desenho, colagem, fotografia, gravura, pintura, escultura, instalação, entre outras, desde que as exposições consigam se adequar ao espaço físico da galeria e que não tenham realizado exposição individual na Galeria de Arte Antônio Munhoz Lopes em 2018.

As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas até 30 de novembro de 2018, pelos correios ou pessoalmente no setor de Cultura do Sesc Amapá. (www.sescamapa.com.br).

 

  • Prêmio

Recebo com carinho, da produtora Cais Cultura (Tati Pugliesi), o disco “Prêmio Grão de Música 2018”. A cantora amapaense, Oneide Bastos, está na relação dos quinze artistas homenageados no projeto, com a música “Flor da Ausência”, do compositor amapaense, Paulinho Bastos e do paraense Leandro Dias, que está no disco. O Prêmio Grão de Música é um espaço de valorização e promoção da música brasileira de todas as regiões e, principalmente, dos e das artistas que a representam. Idealizado pela cantora e compositora Socorro Lira, em 2014, realizado anualmente e atualmente acontece em São Paulo. A identidade visual é assinada por Elias Andreato. A entrega das estatuetas vai acontecer sábado (20), em São Paulo, na sala Olido – Centro.

 

  • Seminário

O Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) vai promover seminário para discutir licenciamento ambiental e preservação do patrimônio cultural. As inscrições estão abertas e o evento está agendado para acontecer nos dias 22 e 23 de outubro, em Brasília na Confederação Nacional do Comércio de Bens (Quadra 2 – Bloco N – Asa Norte), das 8h às 18h30. O objetivo é discutir e reforçar a importância da preservação do patrimônio cultural e outros aspectos relevantes do licenciamento ambiental. (www.cultura.gov.br).

 

  • Silêncio total

Nem a Liga e nem as escolas de samba se manifestam a respeito do desfile do carnaval de 2019.
Com isso o tempo passa e “eles” continuam em silêncio total. #Guá!

 

  • Toada

Dia 3 de novembro o grupo de dança Essência da Amazônia, vai realizar o Festival de Rituais Indígenas. Na quadra do colégio Azevedo Costa, a partir das 10 da noite. A coordenação é do coreógrafo e estilista, Franco Santana.

 

  • Destaque

Músico, compositor e produtor, Alan Gomes, é um excelente artista amapaense e grande profissional da música. Com mais de 20 anos de carreira, muitos festivais e shows no Amapá e em outras cidades do país, e fora dele. Merece o destaque e o nosso respeito. Parabéns.

 

  • Agenda MPA

Duas mulheres, mãe e filha, juntas cantando nossa aldeia no palco do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), dia 26, às 9 da noite. Nani Rodrigues e Loren Cavalcante estão prepararam um repertório especial refinado da boa música feita em casa. Convidados: Fátima Teixeira, Poetas Azuis, Hannah Cavalcante e Os Pinducos. Informações: 99111-0201 e 99187-7067.

 

  • “Timbres e Temperos”

Título do disco de Enrico Di Miceli, Patrícia Bastos e Joãozinho Gomes, que está sendo finalizado em São Paulo. Enrico e Joãozinho seguem para Sampa, na sexta (19), onde está residindo Patrícia, para fechar a obra.


Eliakin Rufino: Poeta e cantador amazônico

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Nascido em Boa Vista, capital do Estado de Roraima, em 27 de maio de 1956. Faz shows de música e poesia falada, com banda ou no formato voz e violão. Muitas são as atividades que desenvolve, entre elas está a de escrever, que considera uma das preferidas. Escreve textos curtos, gosta de texto conciso, da audácia, da síntese, de dizer com o mínimo de meios.

Eliakin Rufino começou sua carreira artística nos anos de 1980 e tem seu primeiro livro publicado em 1984, Pássaros Ariscos. Nesse mesmo ano com forte influência do Modernismo e do Tropicalismo, junto com os amigos Zeca Preto e Neuber Uchoa, criou o Movimento Roraimeira, que por quase duas décadas referenciou e revelou artistas nas artes plásticas, culinária, literatura, dança, fotografia e na música, contribuindo para a construção da identidade cultural de vozes e feições para o povo de Roraima, calcado, sobretudo, nos elementos da cultura e da paisagem natural existente na região.

Tem vários livros publicados, entre eles: Pássaros Ariscos (1984), Poemas (1987), Escola de Poesia (1990), Brincadeira (1991), Poeta de água doce (1993), Versão Poética do Estatuto da Criança e do Adolescente (1995), Poesia para ler na cama (1997), Poeta de Água Doce (1999). Tem também poemas publicados em antologias e sites de poesia nacionais e internacionais.
Além de escritor, ele é musico, cantor, compositor, filósofo, produtor cultural e jornalista.

 

  • Agenda

Sexta e sábado (19 e 20) vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, que é o maior Festival de Música Instrumental da Amazônia.
Atrações: Dia 19 (19h): Carvô Jazz, Elias Coutinho – Amazon Music e Ricardo Pereira. Dia 20 (19h): Ariel Moura, Homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição – Big Band e Mestre Solano da Guitarrada.
No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Coordenação e realização têm a marca do cantor, compositor e produtor, Finéias Nelluty. Imperdível.

 

  • Show

Dia 26 de outubro o maestro Elias Sampaio e a cantora Deize Pinheiro, vão apresentar o show “Meu Coração Não Sei Porque”, no Kitanda Café (esquina da av: Antonio Coelho de Carvalho com a rua Jovino Dinoá) – Trem, às 21h30.
Convidado especial é o Trio Choro na Veia (Beto 7 Cordas, Gabriel do Cavaco e César do Pandeiro). Informações: 99160-6744 e 98408-1254.

 

  • Agenda MPA

Duas mulheres, mãe e filha, juntas cantando nossa aldeia no palco do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), dia 26, às 9 da noite.
Nani Rodrigues e Loren Cavalcante estão prepararam um repertório especial refinado da boa música feita em casa.
Convidados: Fátima Teixeira, Poetas Azuis, Hannah Cavalcante e Os Pinducos. Informações: 99111-0201 e 99187-7067.

 

  • “Meu Jeito”

Título da nova música do cantor e compositor, Rambolde Campos, que tem uma linguagem bem regional na sua temática.
Já no repertório do novo disco que logo vem aí. Parabéns.

 

  • Patrimônio

Iphan abriu inscrição (Edital de chamada pública) para instrução do Forró como Patrimônio Cultural do Brasil.
As Organizações da Sociedade Civil interessadas na parceria com o Instituto, poderão enviar, até o dia 12 de novembro, propostas de pesquisa e documentação sobre este bem cultural, símbolo da cultura nordestina e do Brasil. (www.cultura.gov.br).

 

  • “Timbre e Temperos”

Título do disco de Enrico Di Miceli, Patrícia Bastos e Joãozinho Gomes, que está sendo finalizado em São Paulo.
Enrico e Joãozinho seguem para Sampa, na sexta (19), onde está residindo Patrícia, para fechar a obra.

 

  • Clipe

Cantor e compositor tucuju, João Amorim, gravou seu primeiro clipe “Passa Tchonga”.
A direção é de Henrique Santos. Logo será lançado nas redes sociais. Parabéns.


Conheça o beija flor Brilho-de-Fogo

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O beija-flor-brilho-de-fogo (Topaza pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor-brilho-de fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica.

Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda. O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível. O macho mede cerca de 20 cm de comprimento (mais da metade corresponde à cauda) e a fêmea 12 cm. O macho tem duas penas da cauda muito alongadas e cruzadas, garganta dourada ou verde-metálica e barriga vermelha-metálica e a fêmea é verde-amarronzada com garganta vermelha-metálica. (pt.wikipedia.org).

 

  • É hoje

Chegou o dia do grande show de Osmar Jr. e Rambolde Campos, nesta sexta (12), no Projeto MPA, a partir das 21h.
Com o cantor Nathal Villar abrindo o evento. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 98136-1942, 98400-1972 e 99146-1947.

 

  • Dança

Projeto “BH Zouk Conexão Norte” está chegando a Macapá, dias 27 e 28 de outubro. Serão dois dias de Workshop de dança (curso de aprofundamento.
Com os professores: Johny Aviz (PA), Angélica Rodrigues (MG), Rodrigo Delano (MG) e DJ Wilton Show (PA).
O evento vai acontecer no Sebrae (av: Enestino Borges – Laguinho), às 14h. Informações: 96 99114-1843 (Ricardo Marinho).

 

  • “Niranaê”

Título da segunda edição do livro do escritor e historiador amapaense, Edgar Rodrigues, ainda sem data para o lançamento.
Ele promete quem em breve já estará no mercado. No aguardo.

 

  • Típicas

Domingo (14), no almoço após a procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré (Macapá – AP e Belém – PA), as famílias irão “apreciar” as delícias da tradicional culinária regional.
Pato no tucupi, maniçoba e outras guloseimas. Bom apetite (huum).

 

  • Carnaval

No Rio de Janeiro as escolas de samba (grupo especial) continuam escolhendo seus sambas enredos, através de festivais.
Mais três estão definindo nesse final de semana, como: Unidos da Tijuca e Mangueira, no sábado, 13/10. Boa sorte.

 

  • Patrimônio

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) oficializou, quarta – 10, o pedido de registro para que o Marabaixo seja reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil. Merecido.

 

  • Agenda

Dias 19 e 20 de outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, que é o maio festival de música instrumental da Amazônia.
Dia 19 (19h): Carvô Jazz, Elias Coutinho – Amazon Music e Ricardo Pereira. Dia 20 (19h): Ariel Moura, Homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição – Big Band e Mestre Solano da Guitarrada.


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões.

Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • Louvre

Artista plástico, Augusto Leite, vai expor duas obras de sua autoria, no Louvre (Paris – França), considerado o maior museu de artes do mundo.
São elas: ”Sinfonia do Amapá” e “O Remanso da Fortaleza Antiga” estarão nos dias 19, 20 e 21 de outubro naquele fantástico cenário. Parabéns.

 

  • Lançamento

No sábado (13), será o lançamento do livro “Amores do Sol”, do escritor e poeta, Lucão.
No Macapá Shopping (Livraria Acadêmica), às 8 da noite. Boa pedida.

 

  • Barca

Nesta quinta (11), é dia da 3ª edição do projeto Barca do Iraguany, na casa de cultura Sankofa, na Orla do Santa Inês, a partir das 16h, começando com oficina de Marabaixo pelo Banzeiro do Brilho-de-Fogo. A partir das 20h, o show será por conta dos artistas: Enrico Di Miceli, Nel Pureza, Nonato Santos, Finéias Nelluty, Banzeiro do Brilho-de-Fogo, Roni Moraes, Erick Pureza, Beto Oscar, Paulinho Bastos, Adelson Preto, Oneide Bastos, Mayara Braga, Andréia Lopes, Mulheres que Gigam, Nani Rodrigues, Peterson Assim, Eloá Cyrus, Gerinaldo Pinheiro, Tico Baixista e Neilton Pezão. Informações: 98109-0563 e 99113-7083.

 

  • Beleza

Dia 21 de outubro a beleza da mulher tucuju vai entrar em cena com o Concurso “A Mais Bela Amapaense 2018”.
No Teatro das Bacabeiras, a partir das 20h. Informações: 98131-8039 e 98118-4810.

 

  • Destaque

Poeta amapaense Ricardo Pontes, já tem um belo trabalho reconhecido na literatura amapaense, com obras registradas em vários livros.
Nascido no bairro da cultura popular, o Laguinho, o artista expressa em seus textos, todo o seu sentimento ao berço negro, onde foi parido. Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Reinauguração

Conselho Estadual de Cultura (Cepec) está de casa nova e a reinauguração está agendada para esta quinta (11), às 16h.
Av: Cora de Carvalho – Sta. Rita.

 

  • Jazz

Dias 19 e 20 de outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, que é o maio festival de música instrumental da Amazônia. Dia 19 (19h): Carvô Jazz, Elias Coutinho – Amazon Music e Ricardo Pereira. Dia 20 (19h): Ariel Moura, Homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição – Big Band e Mestre Solano da Guitarrada.

 

  • Agenda MPA

Sexta, 12, tem show de Osmar Júnior e Rambolde Campos no Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no palco do Norte das Águas.
O espetáculo começa, às 9 da noite, com Nathal Vilar (voz e violão), e mais o balcão cultural, artes plásticas e o Momento Lennon.
No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 98400-1872 e 99146-1947.


A importância da Lei de incentivo à cultura

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O desmantelo praticado pelo governo anterior em diversas áreas, com uma sucessão de escândalos de corrupção e desvios, só fez agravar na sociedade brasileira o sentimento de descrença generalizada em relação à administração dos recursos públicos. Como resultado de tamanho descrédito, até mesmo algumas boas instituições existentes há muito tempo passaram a ser duramente criticadas por parcela significativa da opinião pública. É o caso, por exemplo, da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet, uma importante iniciativa para fomentar a atividade cultural no país.
Ao contrário do que muitos brasileiros imaginam, a lei de incentivo à cultura é um avanço que deve ser preservado. É evidente que vários ajustes são necessários para que se corrijam distorções, mas a legislação tem uma importância inquestionável. Nesse curto período à frente do Ministério da Cultura, constatamos que os mecanismos de fiscalização e controle em relação aos projetos viabilizados pela lei estão desatualizados e precisam ser aperfeiçoados com urgência. É exatamente a partir de tal deficiência que surgem os maiores problemas envolvendo irregularidades ou desvios de finalidade dos mais variados tipos. Entretanto, é possível corrigir os rumos sem acabar com a Lei Rouanet, o que só prejudicaria a cultura brasileira.
Há algumas semanas, o Ministério da Cultura divulgou uma lista com 96 projetos realizados via Lei Rouanet que tiveram suas prestações de contas aprovadas e outros 31 reprovados. Esse último grupo terá de devolver aos cofres públicos, por meio de um depósito na conta do Fundo Nacional da Cultura (FNC), mais de R$ 4,7 milhões, o que corresponde ao valor total reprovado acrescido da atualização pelos índices da caderneta de poupança. Entre os motivos para a reprovação, estão o descumprimento do objeto ou do objetivo do projeto, omissão na prestação de contas, falha na análise financeira, entre outros. (www.cultura.gov.br).

 

  • Esperança

Dos 24 deputados estaduais e 8 federais, eleitos e reeleitos, domingo (7), qual deles irão representar os segmentos artísticos culturais do Amapá? São 32 parlamentares (estadual-federal) que são promessa de esperança para abraçar os artistas e suas obras. Assim seja.

 

  • “Virgem Morena”

Título da música de Oneide Bastos, em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, feita para o Círio. O arranjo é de Paulinho Bastos, com participação no vocal de: Patrícia Bastos, Poliana Bastos, Felipe Bastos, e Clarinha Cadena. Parabéns.

 

  • Vinil

O disco Zulusa, premiado projeto musical de Patrícia Bastos, agora está gravado em Vinil (antigo LP). Logo será lançado pelo “Selo Circus” em todo o Brasil, ainda sem data definida.

 

  • Círio em Sampa

Domingo (14) o maestro Manoel Cordeiro convidou vários artistas da região norte para um show em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré, em São Paulo.
São eles: Felipe Cordeiro (PA), Patrícia Bastos (AP), Silvan Galvão (PA), Karine Aguiar (AM), Antônio Novaes (PA), dança de Carimbó e DJ’s de são Paulo. Além das comidas típicas da época. Na Confraria das Aldeias, rua Mourato Coelho – Vila Madalena, das 14h às 22h. Entrada franca.

 

  • Cantando Marabaixo

O movimento Nação Marabaixeira, que realiza o festival Cantando Marabaixo nas Escolas, agora com apoio da secretaria de educação do estado, participou da abertura do 2º Encontro de Educação Inovadora.
Ontem (9) no Museu Sacaca, com participação do Colégio Edgar Lino – Laguinho.

 

  • Literatura

Dia 26, sexta, será o lançamento o livro “Versos Insanos”, da escritora Cláudia Almeida. No Sesc Centro, esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes – Centro, às 8 da noite. Entrada Franca.

 

  • Jazz

Dias 19 e 20 de outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, que é o maio festival de música instrumental da Amazônia. Dia 19 (19h): Carvô Jazz, Elias Coutinho – Amazon Music e Ricardo Pereira. Dia 20 (19h): Ariel Moura, Homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição – Big Band e Mestre Solano da Guitarrada.

 

  • Agenda MPA

Sexta, 12, tem show de Osmar Júnior e Rambolde Campos no Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no palco do Norte das Águas.
O espetáculo começa, às 9 da noite, com Nathal Vilar (voz e violão), e mais o balcão cultural, artes plásticas e o Momento Lennon. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 98400-1872 e 99146-1947.


Incentivo a Projetos Culturais

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Sancionada em 1991, a Lei 8.313, conhecida como Lei Rouanet, instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que estabelece as normativas de como o Governo Federal deve disponibilizar recursos para fomentar a cultura no Brasil. Para cumprir este objetivo, um dos mecanismos criados foi o “Incentivo a projetos culturais”, também chamado de “Incentivo fiscal”.

O incentivo é um mecanismo em que a União faculta às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, no apoio direto a projetos culturais ou em contribuições ao Fundo Nacional da Cultura (FNC). Ou seja: o Governo Federal oferece uma ferramenta para que a sociedade possa decidir aplicar, e como aplicar, parte do dinheiro de seus impostos em ações culturais. Desta maneira, o incentivo fiscal estimula a participação da iniciativa privada, do mercado empresarial e dos cidadãos no aporte de recursos para o campo da cultura, diversificando possibilidades de financiamento, ampliando o volume de recursos destinados ao setor, atribuindo a ele mais potência e mais estratégia econômica.

Todo projeto cultural, de qualquer artista, produtor e agente cultural brasileiro, pode se beneficiar desta Lei e se candidatar à captação de recursos de renúncia fiscal.

A proponência pode ser feita por: Pessoas físicas com atuação comprovada na área cultural; Pessoas jurídicas de natureza cultural com, no mínimo, dois anos de atividade, podendo ser: Pessoas jurídicas públicas da administração indireta (autarquias, fundações culturais etc.)

Pessoas jurídicas privadas com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONGs, organizações culturais etc.). (www.cultura.gov.br).

 

  • “Pássaros Noturnos”

Título da música de Enrico Di Miceli e do mineiro Caio Duarte, campeão do 1º Sescanta Amapá, há 15 anos.
A interpretação é da cantora amapaense Nel Pureza.

 

  • Luau

Dia 26 de outubro (última sexta de outubro) vai acontecer o terceiro Luau da Samaúma, dessa segunda temporada. Na Praça da Samaúma, em frente ao Ministério Público, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, a partir das 18h.
Música, exposições diversas, gastronomia, feira, artesanato, fotografia e outras atrações.

 

  • Sescanta 2018

Saiu a relação das músicas selecionadas para a 15ª edição da mostra de música Sescanta, marcada para acontecer dia 7 de dezembro, Sesc Araxá (orla da cidade). Entrada franca. Rio Vila Nova (Alan Gomes), Sou Índio Sim (Amadeu Cavalcante e Wilson Cardoso), Desejo de Mar (Brenda Melo), Beija-Flor (Carla da Silva), Fé Menina (Cássio Pontes), Desnuda (Frank Cardoso), Brinquei em Macapá (Josivaldo dos Santos), Negra da Luz (Mayara Braga), Flor do Porto (Nice Sales), Mar de Estrelas (Nitai Santana), Desvairada Utopia (Nonato Santos), Currutelas (Osmar Júnior), Mandala Aberta (Sabrina Poleze), Inspira-me (Sandoval Júnior), Caminhada (Willian Cardoso).

 

  • Jazz

Dias 19 e 20 de outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, que é o maio festival de música instrumental da Amazônia.
Dia 19 (19h): Carvô Jazz, EliasCoutinho – Amazon Music e Ricardo Pereira. Dia 20 (19h): Ariel Moura, Homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição – Big Band e Mestre Solano da Guitarada.

 

  • Destaque

Cantora Brenda Melo é uma artista que encanta com sua voz aveludada, cantando belas músicas com temáticas amazônicas. Já na seleção do repertório do seu segundo disco. Merece destaque e o registro da coluna.

 

  • Promessa

Aos eleitos (estaduais, federais e senadores), um toque necessário: reúnam com os artistas e ouçam o que eles tem a propor.
Acho que isso será viável para a construção do tão esperado Projeto de Política Pública Cultural para o Amapá. Dica.

 

  • Agenda MPA

Sexta, 12, tem show de Osmar Júnior e Rambolde Campos no Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no palco do Norte das Águas. O espetáculo começa, às 9 da noite, com Nathal Vilar (voz e violão), e mais o balcão cultural, artes plásticas e o Momento Lennon. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 98400-1872 e 99146-1947.


O samba-enredo na avenida

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“A década de 30 foi a primeira com desfiles oficiais. Cantavam na avenida mais de um samba, que não eram feitos especificamente para o desfile. A primeira parte da música era fixa e improvisavam a segunda parte na hora. Na década de 40, saiu um regulamento dizendo que era proibido improvisar versos, e isso é decisivo para o samba-enredo, porque aí ele já chega pronto na avenida”, conta a pesquisadora Rachel Valença, do Museu da Imagem e do Som (MIS).

Rachel revela ainda curiosidades sobre a história do samba no Brasil no período da Segunda Guerra Mundial. “Na primeira parte da década de 40, os desfiles foram muito irregulares. Em alguns momentos, foram suspensos ou nem todas as escolas puderam participar, porque havia racionamento de comida e materiais. Só na segunda metade da década eles voltaram a acontecer. O interessante é que, em 1946, no primeiro carnaval após os tratados de paz, todas as escolas fizeram um acordo de que fariam um enredo sobre o fim da guerra”, explica.

De acordo com a pesquisadora, o primeiro samba-enredo foi Exaltação a Tiradentes, do Império Serrano, feito em 1949, mas gravado em 1955. A década de 50 é marcada pelos sambas chamados lençóis, grandes composições que contavam a “história oficial”, aquela já registrada em livros didáticos.

“Já na década de 60 houve uma revolução, com a chegada de Fernando Pamplona ao Salgueiro. Ele era acadêmico e se apaixonou pelos desfiles da vermelho e branco. Pamplona vai ser carnavalesco sem ganhar nada, e começa a desenvolver enredos sobre a história dos negros. Houve uma reação dos salgueirenses, eles não queriam usar fantasias de palha, por exemplo, queriam se vestir como príncipes.

O negro buscava reconhecimento na sociedade. Vem o Pamplona e fala de Zumbi do Palmares. Houve essa virada, o negro começa a falar de si próprio. Na década de 70, surge outro padrão, o samba curtinho com refrão forte, já fruto do momento que o samba começa a ser gravado”, explica a pesquisadora, que está terminando a segunda edição do livro Serra, Serrinha, Serrano: o império do samba, a ser lançado em 2017, quando a escola comemora 70 anos de existência. (www.cultura.gov.br).

 

  • Agenda MPA

Sexta, 12, tem show de Osmar Júnior e Rambolde Campos no Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no palco do Norte das Águas.
O espetáculo começa, às 9 da noite, com Nathal Vilar (voz e violão), e mais o balcão cultural, artes plásticas e o Momento Lennon. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 98400-1872 e 99146-1947.

 

  • Revista

Revista Diário de outubro está destacando a arte do poeta amapaense, Dinho Araújo, com entrevista “O Eu Sozinho Coletivo”.
Um dos melhores performáticos e declamadores de poesias do Amapá, que encanta com suas apresentações solitárias nos palcos. Confira www.revistadiario.com.br.

 

  • Popular

O artista amapaense José Barbosa, é um cantor popular de rua, que há cinco anos começou esse trabalho, com repertório variado da música brasileira e internacional.
Todo sábado de manhã, ele monta seus equipamento (teclado e som) na esquina da av: FAB com a rua Gal. Rondon (Praça da Bandeira), das 8h às 13. Pura diversão e amor à arte de cantar e tocar.

 

  • Evento ou cultura?

No geral os candidatos ao governo do Amapá estão falando que, se eleitos, vão fazer várias ações artísticas e culturais. Deveriam repensar, pois o que precisamos é de um projeto definitivo de política pública cultural, que não temos. Eventos sabemos fazer.

 

  • Silêncio

O Festival Nacional de Qualdrilhas Juninas, marcado para acontecer no Amapá, logo após o concurso de junho 2018, não aconteceu e nenhuma justificativa oficial chegou à imprensa. Com a palavra a Federação das Entidades Folclóricas do Amapá (Fefap), instituição que realizaria o evento.

 

  • Jazz

A 10ª edição do projeto musical “Amapá Jazz Festival” está agendado para acontecer nos dias 19 e 20 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), a partir das 19h. Dia 19 – Carvô Jazz, Elias Coutinho e Amazon Music, e Ricardo Pereira. Dia 20 – Ariel Moura, homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição e Big Band, mestre Solano da Guitarada.

 

  • Oficina

O projeto de cultura popular Banzeiro do Brilho-de-Fogo, vai realizar oficina ensinando a tocar caixa de Marabaixo, dia 11, às 16h, fazendo parte da programação da Barca do Iraguany.
No bar Sankofa, na orla do bairro Santa Inês. O convite é aberto.


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • É hoje

Show imperdível de Enrico Di Miceli e Brenda Melo, nesta sexta (5), no Projeto MPA, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a partir das 21h.
A jovem e talentosa cantora amapaense, Nara Lima, é quem abre o espetáculo. Informações: 99913-1818 e 98119-2970.

 

  • No ar

Nesta sexta (5), o programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) será apresentado do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 16h. Bom de ouvir.

 

  • Bibliotecas

Ministério da Cultura divulgou, nesta quinta (4), o resultado final do Edital de Bibliotecas Digitais 2018.
Dezenove bibliotecas públicas receberão R$ 100 mil cada para aplicar em projetos de uso em seus espaços de tecnologias de informação e comunicação. (www.cultura.gov.br).

 

  • Sambas

Escolas de samba do Rio de Janeiro estão escolhendo, através de festivais, seus sambas enredos para o carnaval 2019.

 

  • “Égua”

Título da nova música do cantor e compositor paraense, Jerry Santos, com arranjo de Pedrinho Calado.
“Égua, guá, égua”.

 

  • Jazz

A 10ª edição do projeto musical “Amapá Jazz Festival” está agendado para acontecer nos dias 19 e 20 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), a partir das 19h. Dia 19 – Carvô Jazz, Elias Coutinho e Amazon Music, e Ricardo Pereira. Dia 20 – Ariel Moura, homenagem ao mestre Espíndola, Ney Conceição e Big Band, mestre Solano da Guitarada.

 

  • Oficina

O projeto de cultura popular Banzeiro do Brilho-de-Fogo, vai realizar oficina ensinando a tocar caixa de Marabaixo, dia 11, às 16h, fazendo parte da programação da Barca do Iraguany.
No bar Sankofa, na orla do bairro Santa Inês. O convite é aberto.