Lambada de Serpente: a estranha música de Djavan

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Um amigo riu quando eu disse que Djavan tem um estilo musical estranho e belíssimo. Mas é isso mesmo que penso. Ele diz coisas e canta em melodias inusitadas, cheias de beleza.

Vejam só que expressão: “Lambada de serpente”. Penso que ninguém nunca disse isso antes.

Nosso imaginário se acostumou com o sentido brega, folclórico, que foi emprestado ao termo lambada. Logo pensamos naquelas músicas de ritmo quente, comuns em festas populares de um passado não muito distante.

Impulsionados pela curiosidade que Djavan nos causou, descobrimos que lambada significa “golpe aplicado com pau, chicote ou objeto flexível”, e no sentido figurado, “crítica severa; descompostura”. Claro que também significa “dança e música sensual e em ritmo rápido”, sentido com o qual estávamos acostumados.

“Nunca ninguém falou como este homem”. Assim disseram a respeito de Jesus Cristo. Poderíamos dizer algo semelhante à obra de Djavan: “Nunca ninguém cantou como este homem”.

Em uma de suas entrevistas na TV, o cantor se mostrou familiarizado e despreocupado com a aplicação do adjetivo “estranho” à sua obra. Diz ele: “Quando fui ser ouvido pela primeira vez, já houve essa polêmica. “Você tem algum talento, mas a música que você faz é muito estranha. Não se sabe onde está a primeira parte, é complicado, você tem que mudar isso, fazer uma coisa mais acessível para facilitar sua própria vida”. Tinham razão os que falavam assim, mas outros também disseram: Não, essa coisa estranha é o seu trunfo, não mexa nisso. Você vai sofrer mais, vai ter mais proble mas, mas vá em cima disso”.

A estranheza se dá, obviamente, pelo fato de estarmos a ouvir algo que nos parece inédito. Também, por estarmos a ver uma coisa que, à primeira leitura-escrita, não nos penetra o entendimento. Quando nos pomos a tentar acompanhá-lo, sentimo-nos como se nos expressássemos num outro idioma. Sentimo-nos papagaios repetindo o que alguém disse. Todavia, aquilo que só entendemos a custo, nos soa belíssimo e extremamente poético. Por ser poético, compreendemos, trata-se de algo indizível. Temos que nos contentar com o pouco que conseguimos ver, mas que nos faz tanto bem.
“Cuidá dum pé de milho que demora na semente – meu pai disse: meu filho, noite fria, tempo quente. Lambada de Serpente, a traição me enfeitiçou – quem tem amor ausente já viveu a minha dor. No chão da minha terra um lamento de corrente – um grão de pé de guerra pra colher dente por dente”. (www.apoesc.blogspot.com.br).

 

  • Musa

Dia 10 de fevereiro o Bloco Carnavalesco Auê vai lançar seu projeto pro carnaval 2019 e realizar o concurso pra eleger a Musa do Bloco e a Porta Estandarte.
Na sede de Boêmios do Laguinho, às 18h. Informação: 99149-1672.

 

  • Aniversário

Dia 4 de fevereiro é o aniversario de 261 da cidade de Macapá, com programação agendada pra acontecer na Praça Floriano Peixoto, a partir das 9 da manhã.
Muitos artistas estarão se apresentando pra comemorar a data.

 

  • “Cantando Macapá”

Nome do show que vai acontecer no Museu Sacaca, dia 1º de fevereiro pra comemorar o aniversário de Macapá.
Vários artistas que cantam a nossa cidade estarão se apresentando, a partir das 18h.
Serão três dias de evento, 1, 2 e 3 de fevereiro.

 

  • Alternativa

Com a não realização do desfile oficial das escolas de samba e dos blocos carnavalescos, outras instituições estão criando alternativas para abrigar foliões.
Muitos eventos individuais estão sendo agendados para acontecer.

 

  • Destaque

Poetisa amapaense Annie Carvalho vem se destacando no cenário literário com seus projetos poéticos regionais.
Em 2018 venceu um concurso nacional e se prepara para lançar seu primeiro livro. Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Banzeiro

Dias 25 e 26 (sexta e sábado) tem ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.
Preparação para o Cortejo de aniversário dos 261 anos de Macapá, em 4 de fevereiro.

 

  • 1º Semestre

Aniversário de Mazagão, aniversário de Macapá, carnaval, ciclo do marabaixo, festa do padroeiro São José, quadra junina e outras agendas.


A política de Edital valoriza o artista anônimo?

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Nessas minhas andanças por muitas paragens, sempre encontro uns artistas anônimos possuidores de puro talento, mas que ainda não ganharam os aplausos merecidos. Porque será?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc. Mas como podemos enxergar aqueles fantásticos jovens que não aparecem e constroem artes maravilhosas? O que falta para que o talento desses seres seja notado, conhecido e valorizado?

Geralmente nos deparamos com os artistas atuando em algum lugar, mas nada de novo nos é apresentado, pois as obras desses chamados “medalhões” já são de conhecimento público, mas as dos muitos artistas, digamos escondidos, esses não conhecemos e nunca os vimos em atuação.
Será que eles não querem aparecer, se tornarem conhecidos, ou as ações é que não chegam até eles? Já ouvi que muitos que até querem ser vistos, mas a condição para isso não lhes é favorável, pois para que eles participem de eventos, shows, atividades, contratações, etc, tem que ser crivados pela política do “Edital”. Esse exige demais e eles jamais passarão pelo crivo, já que é preciso e necessário que eles tenham um trabalho já conceituado para se inscreverem. A famosa experiência. Mas sem a oportunidade de poder mostrar o seu trabalho, como esses jovens talentos anônimo s poderão ter suas artes notadas? É preciso fazer com que as ações públicas cheguem até esses jovens artistas anônimos brasileiros, para que eles tenham oportunidades e mais tarde sejam incluídos e valorizados na política de Edital.

 

  • Hoje tem

Ensaio tem ensaio do projeto de cultura popular, Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.
É um movimento criado para todas as famílias. Participe.

 

  • Cortejo

Dia 4 de fevereiro vamos comemorar o aniversário de 261 anos da cidade de Macapá, com o Cortejo do Banzeiro do Brilho-de-Fogo, pelas ruas e avenidas da cidade.
Participe dos ensaios, às sextas e sábados, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.

 

  • “Bandeira do Samba”

Nome do primeiro grupo de samba do Amapá, criado no ano de 1987, com a seguinte formação: Carlos Pirú, Bibi, Pedro Ramos, Carlinhos Bababá, Nena Silva, Adelson Preto e Aureliano Neck.

 

  • “Tum-Tá-Tá”

Título da música dos paraenses, Nilson Chaves e Vital Lima, também gravada pela cantora amapaense Patrícia Bastos, com arranjo do Trio Manari. Simplesmente genial.

 

  • “Rainha das Rainhas”

Tradicional concurso que elege a Rainha do carnaval amapaense a cada ano, com realização do Trem Desportivo Clube.
O coquetel de lançamento do projeto, com apresentação das candidatas, está marcado para acontecer dia 26 de janeiro, no Hotel Atalanta (av: Coaracy Nunes – Centro) às 20h.
A 38ª edição do concurso vai acontecer no dia 16 de fevereiro, no Maison Nuance, às 22h.

 

  • Destaque

Cantora amapaense Mayara Braga, já está selecionando repertório para gravação de seu primeiro CD, com temática e linguagem amazônica.
O nome do disco já foi escolhido e se chamará “Negra da Luz”. Ela merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • “Xangô”

Nome do enredo do Salgueiro para o carnaval de 2019, Rio de Janeiro, que já está sendo considerado destaque entre os demais.
O primeiro refrão do samba diz: “Mora na Pedreira o Dono da Terra, Vem de Aruanda Pra Vencer a Guerra. Eis o Justiceiro da Nação Nagô, Samba Corre Gira, Gira Pra Xangô…”.


Centro Nacional de Arqueologia

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A proteção dos bens de natureza arqueológica está presente, desde a criação do Iphan, no texto do Decreto-Lei nº 25, de 1937, e são reconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216.

A criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) – como Unidade Especial e integrante do Comitê Gestor do Instituto – atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da área de gestão do patrimônio arqueológico, no Iphan, sendo normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009.

Cabe ao CNA a elaboração de políticas e estratégias para a gestão do Patrimônio Arqueológico Brasileiro, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico); a autorização e a permissão para realização de pesquisas arqueológicas, o acompanhamento e fiscalização dessas pesquisas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. (www.portal.iphan.gov.br)

 

  • Confirmado

Não haverá desfile oficial das escolas de samba no Amapá, em 2019. Será o 4º ano consecutivo sem essa festa: 2016, 2017, 2018 e 2019. Com essa ausência na avenida fica mais distante a reorganização dessa programação. Lamentável.

 

  • Samba

Domingo, 20, tem o “Pagode do Panamá”, a partir das 20h, na casa de shows Panamá Eventos (Trav. Julião Ramos entre as avs: Mãe Luzia e José Tupinambá) – Jesus de Nazaré.
Atrações: grupo Sensação do Samba, Vitinho Oliveira, Zeca Mazagão, Marcelinho do Cavaco e Catatau. Informações: 99121-8977.

 

  • “Carnaboi”

Nome do evento que está marcado para acontecer dia 9 de fevereiro, na sede da escola de samba Solidariedade (av: Marcílio Dias – Jesus de Nazaré), às 21h.
Atrações: DJ Tony, Banda Canto Amazônico e a eleição da Rainha Carnaboi Diversidade. A realização é do grupo de toada Galibi Marworno.

 

  • Temática

Quadrilha junina Simpatia da Juventude vai apresentar, na quadra junina 2019, o tema, “Sonhos”, baseado nos 25 anos que o grupo completa esse ano.
Os ensaios iniciam dia 18 de fevereiro, na sede de Boêmios do Laguinho (av: Gal. Rondom – Laguinho), às 22h.

 

  • Beleza natural

O DVD que o poetinha Osmar Júnior gravou no projeto “Pirtuba a Cantoria no Lago”, na reserva do lago do Piratuba e rio Araguari, em 2011, é um verdadeiro espetáculo. Quem ainda não teve a oportunidade de assistir, não sabe o que está perdendo. Vale a pena.

 

  • Samba da Matriz”

Nome do projeto que acontece todo domingo, às 17h, na casa de show “Dona Antônia” (av: Gal. Gurjão – Centro), ao lado do Teatro das Bacabeiras.
Dia 20 (domingo) a casa vai completar 1 ano e a atração é a cantora amapaense Jéssica Wanny com Júnior Santarém e convidados. Informações: 99126-6869.

 

  • Banzeiro

Nesta sexta (18) e sábado (19) tem ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto, às 19h. Em preparação para o Cortejo do aniversário de 261 anos da cidade de Macapá, 4 de fevereiro.

 

  • “Mestiçaria”

Nome do novo disco (CD) do consagrado cantor e compositor paulista, Lula Barbosa, parceiro de Joãozinho Gomes nesse projeto, com a música “O Dobrador de Obá”. A canção é uma homenagem a Tia Chiquinha, quando o artista esteve em Macapá, em 2007. Lula é autor de “Mira Ira”, 2ª colocada no Festival dos Festivais, em 1985, promovido pela TV Globo.


Quando o samba vai ao cinema

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O samba foi personagem de momentos gloriosos do cinema nacional. Do bom humor das chanchadas às dramáticas tramas do realismo do Cinema Novo, o gênero musical teve papel de protagonista, tanto na composição de personagens quanto na ambientação de tramas passadas no País.

O maior elo entre os universos do cinema e do samba foi sem dúvida a cantora Carmem Miranda. Ao ir para Hollywood, Carmem ajudou a disseminar a música popular brasileira mundo afora. Muitos foram os sambistas que viram suas carreiras deslancharem depois de tocarem na sala escura. A lista de notáveis inclui Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi e Zé Keti.

Com a popularização do rádio e a chegada dos filmes sonoros ao cinema, nos anos 30, o samba ganhou de vez as casas e a vida dos brasileiros. Os dois novos meios de comunicação ajudaram a fomentar a indústria da música no país. Com enorme popularidade, os filmes produzidos por estúdios como Cinédia e Atlântida deram visibilidade a cantores, compositores e temas de sambas e de gêneros carnavalescos, como as marchinhas. Artistas, técnicos, músicos e sambistas conseguiram se estabelecer profissionalmente com seus trabalhos artísticos. Nesta época áurea da música, o desfile das escolas de samba foi incluído no calend&aac ute;rio de festas oficiais do Distrito Federal.

O cineasta, crítico e professor de cinema Sérgio Moriconi destaca o papel das comédias musicais brasileiras como primeiro espaço ocupado pelo samba no cinema. “Nesses primórdios, esse estilo ainda nem era conhecido como chanchada. Chamavam de filmes carnavalescos. Abriam espaço para as marchinhas, mas também traziam sambas, como os de Ismael Silva e Ataulpho Alves. Mário Reis era figura constante nas telas”, conta.
Após conquistar o território brasileiro, o samba ganhou o mundo e muito disso se deve à projeção de Carmen Miranda no exterior, após chegar à Broadway, em 1939, e, em seguida, a Hollywood, consagrando-se como estrela das telas. “No plano internacional, Carmen Miranda legitimou o samba como expressão da nossa cultura”, observa Moriconi.

A relação que Carmem estabeleceu entre o Brasil e os Estados Unidos foi tão forte que levou o empresário Walt Disney a criar o personagem Zé Carioca, apresentado na animação Você Já Foi a Bahia? (www.cultura.gov.br).

 

  • “Idade Não é Documento”

Título da nova música de Enrico Di Miceli e Eliakin Rufino que está no repertório do 1º disco de Enrico, “Todo Música, com lançamento previsto para depois do carnaval.
“Tem gente que ainda acha estranho um homem de meia idade com uma jovem mulher…”.

 

  • Banzeiro

Os ensaios para o cortejo de 4 de fevereiro (aniversário de Macapá), iniciaram na sexta (11), na Praça Floriano Peixoto, 19h.
Todas as sextas e sábados tem. Vamos valorizar o que é nosso.

 

  • Confirmado

As escolas de samba estarão presentes na programação de aniversário de 261 anos da cidade de Macapá (4 de fevereiro), na Praça Floriano Peixoto, a partir das 19h30.

 

  • “Ilhas Que Bailam”

Título de uma das músicas de Osmar Júnior e Fernando Canto, que está no disco “Piratuba a Cantoria no Lago”, de Osmar Júnior, e que será gravada por Cléverson Baía em seu novo álbum. Bela música.

 

  • “Sinai”

Nome do show que o cantor e compositor amapaense Cley Lunna, vai apresentar, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), dia 26 de janeiro, às 22h.
Convidados: André Fernandes, Jair Mattos e João Cavalcanti. Boa pedida.

 

  • “Último Chá”

Título da música de Paulinho Bastos gravada em seu 1º disco (CD), “Batuqueiros”, com participação especial do cantor e compositor, Nico Cadena, sobrinho do artista. Uma bela canção.

 

  • Instrumental

Toda quinta, o Grupo Amazon Music se apresenta no Norte das Águas, a partir das 9 da noite, com vários convidados.
Formado por Paulinho Queiroga (bateria), Vinícius Bastos (guitarra), Hian Moreira (baixo) e o idealizador do projeto, Finéias Nellut (teclado). Tocando clássicos da boa música instrumental. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá.


Henrique Pires é empossado o Secretário Especial da Cultura

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O jornalista gaúcho Henrique Medeiros Pires foi empossado como secretário especial da Cultura do Ministério da Cidadania. “Estou extremamente honrado em ascender a este posto. Vou me dedicar o máximo que puder e seguramente honrar esta cadeira. Acompanho desde o início o trabalho do Ministério. Espero contar com a colaboração de todos os servidores do quadro, efetivos, servidores anistiados, de todos os que estão compondo a equipe do antigo Ministério da Cultura, agora Secretaria Especial. Muito obrigado”, afirmou, logo após assinatura, no gabinete do antigo Ministério da Cultura, em Brasília.

Pires tem histórico de atuação na área. Na Universidade Federal de Pelotas (UFPel – RS), foi diretor do Departamento de Arte e Cultura e atuou na criação dos cursos superiores de Cinema e Animação e Teatro. Também foi secretário municipal de comunicação de Pelotas e dirigiu fundações de cultura, entre elas o Instituto João Simões Lopes Neto. Presidiu a extinta Funda pel e foi coordenador de feiras de livros, festivais de teatro, dança e artes visuais, e um dos responsáveis pela preservação de sítios históricos no Rio Grande do Sul.

Desde 2016,Pires atuava como chefe de gabinete do ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Osmar Terra, atual ministro da Cidadania. É graduado em Estudos Sociais pelo Instituto de Ciências Humanas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel –RS), com especialização em formulação de políticas públicas pela Universidade de Salamanca (Espanha). (www.cultura.gov.br).

 

  • Ensaio

Iniciou ontem (11), a agenda de ensaios e oficinas do projeto de cultura popular, Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça floriano Peixoto, 19h, toda sexta e sábado.
É preparação para o cortejo do dia 4 de fevereiro, aniversário da cidade de Macapá.

 

  • “Toada Solidária”

Nome do evento que vai acontecer dia 19 de janeiro, na sede do Império Solidariedade (av: Marcílio Dias – Jesus de Nazaré), a partir das 20h.
O evento será em prol da saúde do toadeiro Ricardo Pegueiti. Participe.

 

  • Sambando

As dez escolas de samba do Amapá estarão se apresentando na programação de aniversário da cidade de Macapá, 4 de fevereiro, na Praça Floriano Peixoto, 19h.
Cada agremiação vai receber o cachê de 6 mil pela participação no evento.

 

  • Bloco Auê

Dia 10 de fevereiro o bloco carnavalesco Auê vai lançar seu projeto de carnaval, na sede de Boêmios do Laguinho (av: General Osório – Laguinho), a partir das 18h.
Haverá a escolha da musa do bloco, porta estandarte e musa diversidade.

 

  • “Língua Intrusa”

Título da música de Enrido Di Miceli e Joãozinho, já no repertório do 1º disco de Enrico “Todo Música”, marcado para ser lançado depois do carnaval.
“Tira com a boca a minha blusa – Usa o meu corpo e abusa – Me arranha a pele andaluza – Com a barba mal feita que tu usas…”

 

  • Esclarecimento

Funcionários da Fundação de Cultura de Macapá reuniram com artistas, ontem (11), na sede da Fumcult (rua Eliezer Levy – Centro), para esclarecer sobre o preenchimento dos formulários, fases do certame e direcionamentos da documentação necessária para o edital de credenciamento da programação dos 261 anos de Macapá.

 

  • Literatura

O escritor amapaense, Marven Június, seu primeiro livro infantil, “O Pequeno Caçador de Girassóis”. Lançamento em breve.


Eu sou do Laguinho

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Sou laguinense, então cresci no meio do samba, merengue, marabaixo, batuque, folia , ladainhas e ritmos guianenses. Cedo me inseri na música autoral após conhecer e conviver com grandes instrumentistas.

Após intensa pesquisa ainda nos anos 80, escrevi algumas canções, algumas em parceria e outras que cantei compostas por outros compositores que traziam a influência literária e percussiva da música Black no Amapá. Convivi com os mestres mãos de couro ainda menino e toquei percussão, aprendi com tantos instrumentistas que passaram na minha vida que seria injusto citar.

Músicas como Ainda Laguinho (Heraldo Almeida e Osmar Júnior), Tajá (Fernando Canto e Osmar Júnior) Coração Pescador, Andor, Zimbábue, açucena…cantadas por Amadeu Cavalcante, Festejo (Rambolde Campos Joel Elias) Kizomba e outras …estão registradas no meu trabalho.

Então junto a Raimunda Ramos reativamos a UNA, aí compus a 1°- missa dos quilombos rezada na praça do colégio Azevedo Costa, sou comendado embaixador da nação negra pela Universidade de Samba Boêmios do Laguinho, tenho pesquisado o mistério dos ancestrais cantadores do ladrões de marabaixo, e compus um recente musical baseado na vida cultural do bairro do Laguinho.  Eu sou do Laguinho da casa dos Ramos. (Osmar Jr.)

 

 

CABOCLO E CABOCO: A gente se acostumou a usar as palavras indígenas metendo sempre um “r” no meio para corrompê-la na sua origem. E assim chamamos tracuá (para taraquá, espécie de formiga), traíra (taraíra, peixe de água doce). Os portugueses colocaram um “L” no meio da palavra caboclo, que ficou meio feinha, mesmo assim ela não perdeu o significado original.

 

Vou navegar entre os meus rios
Meu bronze é fruto de um sol amigo
Que nasce em cima
Mora em cima de Macapá
Osmar Júnior e Zé Miguel

  1. Carnaval

Escola de samba Piratas da Batucada vai realizar seu primeiro evento de 2019, a “Levada Zona Sul, no domingo (13), na Orla do bairro Santa Inês.
A concentração está marcada, às 16h, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano).

 

  1. “Dançando Com a Sereia”

Música nova de Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes que está no repertório do 1º disco de Enrico, “Todo Música”.
O lançamento do CD está agendado para acontecer depois do carnaval.

 

  1. Secult

Nome de Evandro Milhomem (ex deputado federal) é o mais cotado para assumir a secretaria de cultura do estado (Secult).

 

  1. Níver de Macapá

Fundação de Cultura de Macapá (Fumcult) lançou edital, nesta terça (8), para atividades artísticas e culturais na programação de aniversário de 261 anos da cidade de Macapá, em 4 de fevereiro.
Os interessados devem, obrigatoriamente, estar cadastrados no Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais e com seus perfis atualizados.
As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 8 a 18 de janeiro de 2019. (www.fumcult.macapa.ap.gov.br).

 

  1. Destaque

Estilista e coreógrafo, Franco Santana, é um artista com vários trabalhos reconhecidos no carnaval, quadra junina, toada e outros segmentos.
Merece o destaque e registro da coluna. Parabéns.

 

  1. 10 anos

Programa “O Canto da Amazônia vai completar 10 anos no ar, sempre valorizando o artista e sua arte.
De segunda à sexta, 16h, na Diário FM 90,9.

 

  1. Literatura

O escritor amapaense, Marven Június, seu primeiro livro infantil, “O Pequeno Caçador de Girassóis”. Lançamento em breve.


Conheça a dança do Siriá

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A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária.

Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.

Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam “cafezá” para plantação de café, “arrozá” para plantação de arroz, “canaviá” para a plantação de cana, passaram a chamar de “síria”, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário.

Com um ritmo que representa uma variante do batuque africano, a “dança do siriá” começa com um andamento lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, a velocidade cresce, atingindo ao final um ritmo quase frenético. A “dança do siriá” apresenta uma rica coreografia que obedece às indicações dos versos cantados sendo que, no refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado para os dois lados.

Tal como a “dança do carimbó”, os instrumentos típicos utilizados são dois tambores de dimensões diferentes: para os sons mais agudos (tambor mais estreito e menor) e para os sons graves (tambor mais grosso e maior). Os passos são animados ainda por ganzá, reco-reco, banjo, flauta, pauzinhos, maracá e o canto puxado por dois cantadores.

Também chamada pelos estudiosos como “a dança do amor idílico”, a “dança do siriá” apresenta os dançarinos com trajes enfeitados, bastante coloridos. As mulheres usam belas blusas de renda branca, saias bem rodadas e amplas, pulseiras e colares de contas e sementes, além de enfeites floridos na cabeça. Já os homens, também descalços como as mulheres, vestem calças escuras e camisas coloridas com as pontas das fraldas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores que as damas retiram, em certos momentos, para demonstrar alegria, fazendo volteios. (www.cdpara.pa.gov.br).

 

CARICATURA: É um desenho de uma personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Ser caricato é ser objeto de comicidade, ironia ou ter algo peculiar na face ou no corpo, levados ao exagero, à sátira jocosa ou como crítica de costumes. Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).

Meu coração tropical
Amanheceu batucando por você
Eu não sou anormal
Aqui do outro lado do Brasil
Osmar Júnior
 

 

  1. “Rita Santana”

Título da música de Enrico Di Miceli e José Inácio de Melo, que está no 1º disco solo de Enrico “Todo Música”. Parabéns.

 

  1. Show beneficente

Artistas de vários segmentos se mobilizando para realizar um show beneficente em prol da saúde do cantor Lula Gerônimo, que está enfermo precisando de tratamento especial.
O evento está agendado para o dia 3 de fevereiro, 12h, na sede da Assemp (Rod. Duca Serra – Alvorada). Mais de 30 artistas confirmados.

 

  1. 4º ano

Pelo quarto ano consecutivo não teremos desfile oficial das escolas de samba em Macapá, 2016, 2017, 2018 e 2019.

 

  1. Expectativa

Continua a expectativa de quem será o novo secretário de cultura, com indicação exclusiva do governador Waldez Góes, dito por ele próprio
“O secretário de cultura será uma escolha exclusiva minha”, disse WG.

 

  1. “Estrangeiro”

Nome do EP da banda musical amapaense, “Macacos Pelados”, já disponível nas redes sociais (plataformas) do grupo.

 

  1. Edital

Fundação de Cultura de Macapá (Fumcult) lançou edital, nesta terça (8), para atividades artísticas e culturais na programação de aniversário de 261 anos da cidade de Macapá, em 4 de fevereiro.
Os interessados devem, obrigatoriamente, estar cadastrados no Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais e com seus perfis atualizados.
As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 8 a 18 de janeiro de 2019. (www. fumcult.macapa.ap.gov.br).

 

  1. Solí

Dia 15 de janeiro o Grêmio Império de Samba Solidariedade vai festejar seu aniversário de 36 anos de carnaval.
Na sede da agremiação, na av: Marcílio Dias – Jesus de Nazaré.


Mestre Vieira: o criador da “Guitarrada”

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A Guitarrada é um gênero musical paraense instrumental surgido da fusão do choro com carimbó, cúmbia e jovem guarda, entre outros. É também chamado de lambada instrumental. O seu criador é o Mestre Vieira. Neste estilo a guitarra elétrica é solista. Os principais representantes da atualidade são os grupos: Mestres da Guitarrada, Cravo Carbono e La pupuña.

Joaquim de Lima Vieira, o Mestre Vieira, nasceu em 29/10 de 1934, é um músico brasileiro, tem 20 discos solo gravados. A música “Lambada Jamaicana” (lançada em 82, vinil “Melô da Cabra”) é seu maior sucesso. Desde 2003 integra também o grupo Mestres da Guitarrada, tendo 2 cds lançados: Mestres da Guitarrada (2004, selo Funtelpa) e Música Magneta (2008, Selo Candeeiro Records). Em 2008 recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem ao Mérito Cultural pelo seu relevante serviço prestado à cultura brasileira.

É um gênero musical único no mundo. Criado por Mestre Vieira, natural de Barcarena, o ritmo musical surgiu em Belém (PA), a guitarra faz sempre o solo em ritmos como cúmbia, carimbó e merengue. A guitarrada tem como marco o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas” (1978). A inovação do disco foi apresentar temas instrumentais para guitarra, sempre valorizando os ritmos amazônicos e caribenhos. Mestre Vieira, tem seu trabalho fortemente influenciado pelo choro e revelou-se virtuose ainda criança. Depois de ter tocado bandolim, banjo, cavaquinho, violão e instrumentos de sopro, ele só teve contato com a guitarra elétrica na década de 70.

Mestre Curica, também está ligado à tradição musical paraense. Ao lado de Verequete e Pinduca, é um dos importantes artistas que tocam carimbó. Ele foi o principal arranjador dos discos de Verequete e participou do primeiro registro de carimbó em disco, no ano de 1971. Curica também fabrica seus instrumentos e é considerado um dos responsáveis pela popular utilização do banjo nos arranjos de carimbó.

Aldo Sena, conta que se apaixonou pela guitarrada quando ouviu o disco “Lambadas das Quebradas”, de Mestre Vieira. No mesmo ano, Aldo Sena já estava apresentando ao público o seu trabalho autoral, feito com a banda “O Popular de Igarapé Mirim”.

 

AMULETO: É um objeto que um indivíduo acredita que pode trazer sorte ou proteção. Está muito vinculado ao imaginário popular. Muitos indivíduos costumam ter seu amuleto da sorte como algo que garante sucesso, ou imune a determinadas situações. É geralmente dado como presente por uma pessoa ou entidade de grande importância para o recebedor.

 

Para afagar seu rosto fino
E fazer com que você me ame
Xingo o avatar do Virgulino
Surfo de barriga em tsunami
Enrico Di Miceli & Joãozinho Gomes

 

  1. “Beijo Clandestino”

Título da música de Enrico Di Miceli em parceria com Joãozinho Gomes, que está no repertório do primeiro disco solo de Enrico, “Todo Música”.
O lançamento do projeto está agendado para depois do carnaval.

 

  1. Show beneficente

Artistas de vários segmentos se mobilizando para realizar um show beneficente em prol da saúde do cantor Lula Gerônimo, que está enfermo precisando de tratamento especial.
O evento está agendado para domingo (13), 12h, na sede da Assemp (Rod. Duca Serra – Alvorada). Mais de 30 artistas confirmados.

 

  1.   Carnaval

E agora os olhares se voltam para o carnaval, próxima agenda festiva do calendário brasileiro, que esse ano será na primeira semana de março.
Em Macapá – AP, será o quarto ano consecutivo que não teremos o desfile oficial das escolas de samba (2016, 2017, 2018 e 2019).
Nenhuma manifestação foi feita, por parte da instituição realizadora do evento, na tentativa de tentar realizar o evento.

 

  1. “Então, Foi Assim?”

Título do livro do escritor, Ruy Godinho, sobre os bastidores da criação musical brasileira – amapaense.
O lançamento está agendado para o início de fevereiro. Um belo registro da música regional tucuju.

 

  1. Banzeiro

Logo começarão os ensaios e oficinas do projeto Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.
Em preparação para o Cortejo de 4 de fevereiro, aniversário da cidade de Macapá. Aguardem.

 

  1. 10 anos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) vai completar 10 anos no ar. De segunda à sexta, 16h
Sempre renovando o seu compromisso de valorizar e divulgar a cultura artística tucuju.

 

  1. “Caia na Folia”

Nome do tradicional baile de carnaval de salão, esse ano marcado para acontecer, dia 23 de fevereiro, na sede da Aseel (Rodovia JK). Informações: 98114-0202.


O mestre violonista Nonato Leal

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Raimundo Nonato Barros Leal (Nonato Leal). No dia 23 de julho 192, nasceu na cidade da Vigia (PA). O professor, músico e compositor Nonato Leal aos 8 anos de idade inicia com seu pai sua vida musical. Com 10 anos se apresentava ao público pela primeira vez tocando violino. Aos 13 anos começa a tocar banjo e aos 15, bandolim, violão tenor e viola. Aos 18 anos inicia o aprendizado de violão. Com 19 anos, compõe a primeira música chamada “Tauaparanassu”.

Foi para Belém aos 20 anos onde tomou parte do Cast. Artístico da PRC-5 Rádio Clube do Pará. Em 1945 se apresenta na radio nacional – RJ no programa Papel Carbono (Renato Murce) e tira nota 10, imitando o violonista Dilermano Reis com a música “Se Ela Perguntar”. Em 1950, ingressa na rádio Marajoara (PA) e excursiona pelo interior do Pará com os músicos e cantores do Cast. da emissora.

Em fevereiro de 1952, chega a Macapá (onde reside até hoje) a convite do seu irmão Oleno Leal, onde é convidado a fazer parte da rádio Difusora de Macapá. Em 1953 conhece Paracy Jucá Leite, com quem se casa, em 1954.

Tocou com artistas renomados como Ângela Maria, Nelson Gonçalves, Waldick Soriano, Carmem Costa, Carlos Galhardo, João do Valle, Luiz Gonzaga, Arnaldo Rayol, Agnaldo Rayol. Também com o Trio Muiraquitã, Sebastião Tapajós, Nilson Chaves, Walter Bandeira, Lucinha Bastos, entre outros.

Excursionou pelo interior do Amapá sob o patrocínio do Governo. Participou da Semana de Arte Amapaense em 1981 e 1984. Em 1958 fez vários programas nas RÁDIOS DRAGÃO DO MAR, VERDES MARES E UIRAPURU no estado do Ceará. Compôs vários sambas- enredo para diversas escolas de samba do Amapá. Em 1982 e 1983 participou dos recitais de violão da REDE NACIONAL DA MÚSICA (FUNARTE). Em 1987 participou também do recital didático VILLA-LOBOS, curso de violão do SESC. Foi professor de violão na escola “WALQUIRIA LIMA” de 1970 a 1988.

O músico lançou 2 CD’s, sob a direção de Manoel Cordeiro, chamados de “Lamento Beduino” e “Coração Popular”. Atualmente tem um programa de televisão chamado “De Pai Pra Filho”, com o seu filho Venilton Leal, com quem, também lançou um CD. Todos com estilo instrumental.

 

 

GAFIEIRA: É o local onde, por volta do fim do século XIX e início do século XX em diante, tradicionalmente as classes mais humildes podiam freqüentar para praticar as danças de casal, ou danças de salão. Não chegava a ser um clube e sim uma alternativa para essas pessoas e, pelo que consta a história, as gafieiras sempre existiram no município do Rio de Janeiro.

 

Voa pássaro feito de poesia
Leva nas tuas asas
A palavra escrita, bendita
A palavra que também tem asas como o dia
Aroldo Pedrosa/Willian Cardoso

 

  1. Esperança

Como a chegada do ano novo chega, também, a esperança de dias melhores para os projetos dos artistas e suas artes.
Que sejam valorizados e contemplados pelos belos trabalhos que realizam. Esperança.

 

  1. 20 anos

Nesta sexta (4), meu filho Leandro Almeida, está completando 20 anos de idade.
Desejo todo sucesso do mundo e muita luz em sua promissora jovem trajetória. Deus te abençoe.

 

  1. Samba

Sábado (5) é aniversário de 45 anos da escola de samba Piratas Estilizado é uma grande programação foi montada pra festejar a data.
Direto do Rio de Janeiro: Bakaninha da Beija Flor e a passista Luana Bandeira da Viradouro. De Macapá: Cantora Carol Carvalho e as baterias de Piratas da Batucada e Boêmios do Laguinho.
Na quadra do colégio Azevedo Costa, a partir das 20h. Informações: 99151-0817.

 

  1. Incêndio

Na quarta (2), pela manhã, houve um incêndio no barracão da escola de samba Piratas da Batucada, na Cidade do Samba. Felizmente a equipe do Corpo de Bombeiros chegou a tempo de conter as chamas.
A diretoria da agremiação informou que o fogo queimou boa parte do material de fantasia e adereços que estavam guardados no local.

 

  1. Abandonado

Já faz tempo que a Cidade do Samba está sem o serviço de vigilância responsável pela segurança daquele patrimônio.
Com a falta desse serviço toda a fiação elétrica dos barracões foram tiradas e algumas portas estão sem trancas.
Com a palavra os responsáveis pelo zelo do local.

 

  1. Extinção

Com o modelo do novo governo do Brasil, a Cultura perde o status de Ministério e passa a ser uma secretaria especial integrada ao Ministério da Cidadania.
A preocupação dos segmentos é a maior dificuldade para fomentação da cultura.

 

  1. 10 anos

O programa “O Canto da Amazônia” vai completar em março, 10 anos de cultura no ar.
De segunda à sexta, às 16, na Diário FM 90,9.

 

 


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.

Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro lançou, em 2012, o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

 

JOÃOZINHO GOMES: Nasceu em Belém do Pará, no dia 20 de outubro de 1957. Aos 12 anos escreveu algo que imaginou ser um poema, descobrindo assim, sua vocação para apoesia. A vida o guiou para a música popular brasileira. Hoje é autor de mais de quinhentas músicas compostas ao lado de vários parceiros, alguns consagrados no cenário musical do país.

 

Vem cá conhecer Macapá
Curtir esse lugar
Que é bom pra se viver
Vem cá
Finéias Nelluty

  1. É hoje

Nesta sexta (28), tem show de encerramento da temporada 2018 do Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 21h. Informações 99963-6670 e 99126-6262.
São 23 cantores: Amadeu Cavalcante, Cléverson Baía, Banda Negro de Nós, Rambolde Campos, Mayara Braga, Nonato Santos, Val Milhomem, Banda Afro Brasil, Roni Moraes, Brenda Melo, Paulinho Bastos, Enrico Di Miceli, Nani Rodrigues, Sabrina Zahara, Joãozinho Gomes, Loren Cavalcante, Beto Oscar, Osmar Júnior, Helder Brandão, Nivito Guedes, Finéias Neluty, Zé Miguel, José Espíndola (pré-show), além da poesia de Annie Carvalho.

 

  1. Gravação DVD

No show de encerramento da temporada 2018, do Projeto MPA, na noite desta sexta (28), no Norte das Águas – Araxá, será gravado um DVD para registrar o maior movimento da música regional amazônica, realizado hoje, no Amapá.

 

  1. Réveillon Nota 10

Quatro escolas de samba vão realizar o “Réveillon Nota 10 – Show das Campeãs”, dia 31, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 23h.
Piratas da Batucada, Maracatu da Favela, Piratas Estilizados e Império do Povo. O show de abertura é do grupo “Papo de Samba Raiz”. Informações: 98110-5404 e 98121-6515.

 

  1. Audiovisual

O Ministério da Cultura divulgou nesta quinta (27), o resultado de dez editais da primeira etapa do programa #AudiovisualGeraFuturo, lançado em fevereiro deste ano.
Os dez editais representam avanço na política inclusiva e de desconcentração regional implantada pela secretaria do Audiovisual em 2018. Foram R$ 64 milhões em investimentos, nos 153 projetos audiovisuais selecionados e 1.745 projetos inscritos. (www.cultura.gov.br).

 

  1.  Show da virada

O tradicional Réveillon da Beira Rio, da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), na segunda (31), vai acontecer com a participação de vários artistas amapaenses.

 

  1. Destaque

Carlos Augusto, popular “Carlitão”, criador junto com seu mano Álvaro Gomes, do projeto Banda Placa, com mais de 30 anos de carreira musical e outros projetos, merece todo respeito e reconhecimento pela atitude. Parabéns.

 

  1. “Encontro dos Tambores”

Título da música de Enrico Di Miceli, Leandro Dias e Joãozinho Gomes, que está no repertório do 1º disco (CD) de Enrico, lançada recentemente nas redes sociais.