Nega Laura: “O Marabaixo faz parte da minha vida”

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Uma cabocla pérola negra, amapaense da gema que defende a bandeira da cultura do Marabaixo como a sua própria família, afinal, ela veio desse meio. Nasceu, cresceu e se educou ouvindo os “velsos bandaiados” (ladrões), as chamadas músicas e canções desse segmento, que é a maior e mais autêntica manifestação folclórica do povo tucuju, o Marabaixo. Se esfregando aos foliões e tropeçando em caixas espalhadas por toda a casa onde se tocava e se dançava esse ritmo trazido da mãe África pelos negros escravos para a construção da Fortaleza de Macapá.

Estamos falando de “Laura do Marabaixo”, uma descendente da família “Julião”, neta de Tia Biló e bisneta do mestre do Marabaixo, Julião Ramos, sendo sua avó a única filha viva do mestre. Laura era uma das tantas artistas anônimas, repleta de talento, que precisava estar sempre presente nesse segmento que também é seu. Hoje a sociedade conhece mais uma estrela do Marabaixo do Amapá.

“Nega Laura”, como também é conhecida, é uma artista completa, pois, além de dançar, tocar e compor as músicas, ela é cantadeira dos “ladrões” de Marabaixo. Seu cantar é forte, firme que ecoa pelos ares e ouvidos dos foliões, com os homens marcando e arrastando os pés e as mulheres girando e rodando as saias pelo salão. Quando Laura entoa o seu canto com as perguntas dos versos, todos respondem num só momento, bem alto, pra marcar mais um momento especial da noite de cantorias do Marabaixo.

Além dessas virtudes, Laura é integrante do Grupo de Dança Baraká, tocadora de tambor de Batuque, é palestrante desse segmento, ensina as crianças a dançar e tocar a caixa de Marabaixo, é fundadora e coordenadora do bloco Ancestrais (que realiza eventos voltados à cultura amapaense), militante do carnaval e de outros movimentos.
“Tenho orgulho de ser negra e de poder contribuir com o desenvolvimento cultural do meu estado, pois, o Marabaixo está no meu sangue, na minha alma, no meu coração e na minha vida”. Disse Laura.

 

  • Festival

Os cantores e compositores Chermont Júnior e seu filho Rodrigo Chermont, foram classificados na 33ª edição do Festival da Canção de Itacoatiara, marcado para acontecer nos dias 5, 6 e 7 de setembro.
As músicas dos amapaenses são: Do Sertão a Amazônia (Chermont Jr.) e Podre Poder (Rodrigo Chermont). Na cidade de Itacoatiara (AM). Boa sorte.

 

  • Luau

Dia 31 de agosto (sexta) marcará o início da segunda temporada do Luau Samaúma.
Na sede do Ministério Público, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 18 horas. Vários segmentos artísticos estão confirmados.

 

  • Destaque

Músico e compositor, Lolito do Bambolim, com mais de 80 anos, já está finalizando seu 1º disco (CD) de chorinho.
Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Jazz

A 10ª edição do Amapá Jazz Festival está agendada para acontecer em outubro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá).
A realização é do músico e produtor Finéias Nelluty.

 

  • É hoje

Nesta sexta (24), o Conselho Estadual de Cultura vai realizar o Seminário Memorial do Amapá – Sem Memória Não Há Futuro.
No Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem), às 8h.

 

  • Fábrica Cultural

Em novembro vai acontecer o 1º Festival de Música no Meio do Mundo. Serão três semanas de evento, iniciando dia 15 de novembro.
A realização é do governo do estado, através da Secult.

 

  • Exposição

A exposição “Percepções” vai acontecer até o dia 20 de agosto a 19 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h.
Do artista piauiense Gabriel Archanjo.


Clic: Exposição fotográfica Minha Aldeia

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O Sesc Amapá promove, dia 24 de agosto (sexta), a partir das 19h, na unidade Sesc Centro (esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes – Centro), o lançamento da exposição “Minha Aldeia”, do artista visual Floriano Lima.

A exposição revela fotografias que mostram as belezas escondidas no estado do Amapá, com um novo olhar proporcionado através de suas lentes por meio de seu trabalho, onde o que está em evidencias são as nossas riquezas culturais. O artista Floriano Lima é um fotografo amapaense que faz registro do cotidiano de Macapá. Suas fotografias revelam sobre recortes da cidade em cenas simples às mais complexas de nossa cidade. Utilizando cores vibrantes, suas imagens se assemelham a uma pintura.

A exposição Minha Aldeia segue de 27 de agosto a 20 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h ás 11h e das 15 às 17h.

Autor de um acervo de imagens diversas sobre o Amapá, “Floripa” segue sua trilha de todos os dias palmilhando pedaço por pedaço desse chão, devotando tempo e prazer na colheita de novas e belas imagens fotográficas que revelam de maneira surpreendente as belezas naturais do Amapá, a vida urbana e o interior do Estado. Um compromisso fortalecido pelo amor a arte da fotografia e pela doce companhia de milhares de seguidores irremediavelmente apaixonados por sua vasta e bela obra. (www.sescamapa.com.br).

 

  • Dissertação

Dia 29 de agosto a dissertação de mestrado de ensino de história, da professora Joaciany do Carmo Nascimento da Paixão, será defendida na Universidade Federal (Unifap), às 9h.
O tema á “Os Ladrôes de Marabaixo: o Legado das Canções dos Descendentes de Escravos no Amapá. Música, Ensino e Aprendizagem Histórica”.

 

  • Exposição

A exposição “Percepções” está acontecendo desde o dia 20 de agosto a 19 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h.
Do artista piauiense Gabriel Archanjo.

 

  • “Bacabeira”

Título da música de Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes e Cléverson Baia, que vai embalar o projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9), em 2019.

 

  • Fotografia

Lançamento da exposição fotográfica “Minha Aldeia”, do fotógrafo amapaense Floriano Lima, no Sesc Centro, sexta (24), às 19h.
Vai acontecer de 27 de agosto a 20 de setembro, a partir das 9h. Na esquina da rua Tiradentes com a av: Mendonça Júnior – Centro.

 

  • Poemas

Prefeitura de Macapá lançou edital para o concurso de poemas do projeto Escolas de Leitores.
Serão poemas feitos por estudantes da rede municipal de ensino. A ideia é valorizar as produções escritas de pequenos escritores. Informações no portal da PMM. www.macapa.ap.gov.br.

 

  • Foi assim

Foi em Piratas Estilizados meu primeiro desfile em escola de samba, em 1975, como passista mirim, com 10 anos de idade. Quem tem história, conta.

 

  • Samba Verão

Piratas Estilizados vai realizar a 2ª edição do projeto Vem Pro Meu Samba Verão, dia 14 de setembro, na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho.
Atrações do carnaval carioca estão confirmadas.


Pela preservação do patrimônio histórico brasileiro

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Criado para assegurar a preservação do patrimônio cultural do Brasil, o PAC Cidades Históricas integra o Programa de Aceleração do Crescimento e é fruto da preocupação do governo federal com os sítios históricos urbanos protegidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Coube à octogenária instituição, uma das mais respeitadas do País e a primeira na América Latina dedicada à proteção de bens materiais e imateriais, a concepção do programa, que hoje está em pleno andamento, por meio da cooperação e de parcerias com estados, municípios, universidades e outros órgãos federais.

O PAC Cidades Históricas vai além da recuperação de monumentos e tem na preservação do patrimônio um de seus principais eixos indutores para a geração de renda, o desenvolvimento e a inclusão social, a integração e a afirmação da identidade cultural brasileira. Ao todo, são 425 ações que vêm beneficiando sítios urbanos de relevância histórica e diversos bens que simbolizam a diversidade cultural do Brasil. O governo federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para as obras de restauração de edifícios e espaços públicos levadas a cabo pelo programa, que já está presente em 44 cidades de 20 estados do País. Trata-se do maior investimento em patrimônio cultural de nossa história.

Um dos diferenciais que tornam o programa ainda mais dinâmico e eficiente é o apoio aos estados e municípios para a contratação de projetos. Além disso, a execução é compartilhada – há ações sob responsabilidade dos governos estaduais, das prefeituras, de universidades federais e do próprio Iphan, que acompanha o andamento das obras e aprova os projetos e orçamentos.
Entre as regiões contempladas pelas ações do PAC Cidades Históricas, evidentemente, estão importantes municípios de Minas Gerais, como Belo Horizonte, Congonhas, Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del Rei e Serro. Em Congonhas, por exemplo, a restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição será a 20ª obra concluída pelo programa. Além dela, estão em andamento na cidade a restauração da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, a requalificação da Alameda das Palmeiras e a construção do Parque Natural da Romaria. (www.cultura.gov.br).

 

  • “Fábrica Cultural”

O Programa Fábrica Cultural vai beneficiar quinze (15) projetos, valorizando os artistas regionais do Amapá, com 7 milhões disponíveis para os segmentos. Secretário de cultura, Dilson Borges, informa que a realização será neste segundo semestre.
O lançamento aconteceu, ontem (20), no Teatro das Bacabeiras.

 

  • Regularização

Liga das Escolas de Samba – AP (Liesap) baixou resolução para as 10 escolas se regularizem no prazo de 30 dias.
A data limite foi prorrogada por mais 15 dias.

 

  • “Mãe Preta”

Título da música do cantor e compositor carioca, Rangel (que fez show em Macapá no sábado – 18).
Está sendo trabalhada pra ser gravada no ritmo do batuque com o grupo Raízes do Bolão (Curiaú). Deu Samba-Tuque. Boa sacada.

 

  • Foi assim

Minha trajetória no carnaval amapaense iniciou em 1974, quando junto com o amigo carnavalesco, Rosendo Souza e Vagner Pantoja, confeccionava os chapéus dos batuqueiros (ritmistas) e baianas, para Boêmios do Laguinho.
Não desfilávamos na escola. Íamos pra arquibancada assistir ao desfile de Boêmios e ver o efeito causado, do nosso trabalho na avenida…

 

  • Enredo

Escola de Samba Maracatu da Favela lançou o nome de seu enredo para o carnaval 2019: “A Sinfonia da Amazônia”.
“No ritmo da região norte brasileira, a Verde Rosa é o Uirapuru da Amazônia”, disse o carnavalesco Sandro Macapá.

 

  • Saudade

Dia 6 de setembro, na Maloca da Tia Chiquinha (Curiaú), vai acontecer o Baile da Saudade, com Batan e banda, e outras atrações. Informações: 99128-0635.

 

  • No ar

Programa “O Canto da Amazônia” na Diário FM (90,9), de segunda à sexta, às 16h. Um canal que se comunica diretamente com os segmentos artísticos culturais de toda região norte do Brasil, principalmente do Amapá. É 100% regional com linguagem amazônica no que faz.


Fundação Palmares celebra 30 anos de atividades

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Exposição fotográfica, filmes, apresentação de capoeira, roda de samba e debates ligados à cultura, educação, religiosidade e culinária foram as formas de expressão escolhidas para as comemorações de aniversário da Fundação Cultural Palmares (FCP), instituição vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), que completa 30 anos na próxima quarta-feira (22). As atividades serão realizadas de 20 e 24 de agosto na sede da Fundação e no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília.

“É uma data muito importante. São 30 anos de luta, de desafios, de busca de uma sociedade mais igualitária. Tivemos algumas conquistas e continuaremos empenhados no avanço da mobilidade social das comunidades afrodescentes e do apreço ao povo negro”, destaca o presidente da FCP, Erivaldo Oliveira. “A programação retrata um pouco desse contexto e do nosso objetivo de gerar uma mudança completa na sociedade, em que não haja apenas tolerância, mas também respeito. Para isso, a Fundação tem trabalhado com projetos estruturantes, que toquem o coração das pessoas”, ressalta.

A abertura oficial das comemorações será na segunda-feira (20), com a exposição Herança Viva, do fotógrafo Januário Garcia. O fotógrafo registra, há 40 anos, imagens que retratam os aspectos social, político, cultural e econômico das populações negras do Brasil. A mostra fica aberta até sexta (24), das 10h às 18h, na sede da fundação. (www.cultura.gov.br).

 

  • Riqueza

Quem ainda não teve a oportunidade de assistir ao projeto musical do cantor e compositor, Osmar Júnior, em DVD, “Piratuba a Cantoria no Lago”, vai se emocionar quando ver as maravilhas da reserva biológica do Lago do Piratuba e do rio Araguari. Gravado em 2011.
São filmagens belas e inéditas de um cenário natural que não existe mais, devida a construção da última hidrelétrica no meio do rio Araguari.

 

  • “Múltiplos Olhares”

Nome da exposição fotográfica coletiva que será aberta no sábado (18), no Shopping Vila Nova, às 19h.
O encerramento será dia 30 de agosto.

 

  • Maracatu

Contagem regressiva para o lançamento do projeto de Maracatu da Favela para o carnaval 2019, com a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 2h.
Atrações: Direto do Rio de Janeiro o sambista Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar), grupo de dança regional Galibi Marworno e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • Cultura Viva

O Ministério da Cultura está com inscrições abertas para o edital IberCulturaViva 2018. O objetivo é fomentar a articulação das redes culturais de base comunitária e projetos de trabalho colaborativo dos países-membros do programa. (www.cultura.gov.br).

 

  • Campanha

Maracatu da Favela vai lançar sua campanha de massificação de quem ama a escola: “Maracatu Sou Mais Você”.
No sábado (18), na quadra da Verde Rosa, na av: Padre Júlio (Santa Rita), a partir das 20h. Uma vasta programação foi planejada para festejar a iniciativa.

 

  • Prorrogação

As inscrições do Edital Paralelos Artes Visuais foram prorrogadas até 30 de setembro.
Processo seletivo vai gerar cadastro reserva de projetos para atividades em espaços da Funarte em Brasília, São Paulo e Belo Horizonte. (www.cultura.gov.br).

 

  • Talento

A jovem cantora amapaense da nova geração da boa música popular brasileira, Ariel Moura, já está gravando seu 1º disco (CD). Boa sorte.


Conheça o que é Arte

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O termo Arte deriva do latim Ars, ou Artis, cujo significado é Habilidade. Arte, em palavras simples, é o ato de fazer, produzir ou criar algo. A arte é mutável, ou seja, cada sociedade, cultura e época produz estilos artes diferentes. Apesar do conceito atual de arte nos remeter a algo que serve para ser apreciado ou decorar, seu sentido é muito mais amplo e antigo, pois a habilidade de criar objetos e ferramentas de sobrevivência que o Homem primitivo possuía também é arte! Desde uma faca confeccionada com osso até os desenhos encontrados nas paredes das cavernas.

A arte é também multifuncional: ela pode ter um sentido sagrado, quando religiosa. Pode ser uma crítica a algo. Pode ser simplesmente decorativa também. Ela expõe as ideias e pensamentos de seu criador fazendo uso de estilos e estéticas distintas. O Estilo é a sua forma e a Estética é o seu fundamento. Cada movimento artístico ou escola literária representa a interpretação dos cenários, objetos, cotidiano e visão de mundo de determinada sociedade ou grupo.

Dentre os inúmeros movimentos de arte, podemos citar o Arcadismo, a Arte Bizantina, a Arte Cristã Primitiva, a Arte Egípcia, a Arte Grega, a Arte Romana, o expressionismo, o Movimento Barroco, o Minimalismo, a Art Déco, a Art Nouveau, o Movimento Renascentista, o Romantismo, o Futurismo, o Dadaísmo, o Cubismo e o Tropicalismo, dentre muitos outros.

A arte pode se manifestar através da simbologia dos objetos e esculturas, através de uma performance artística, através da música, através dos sinais e de muitas outras maneiras. É possível criar pontes que conectam as diversas manifestações artísticas. Os aspectos de um povo podem ser conhecidos por nós através da arte, e por isso a sua preservação é de extrema importância. Ela revela a pluralidade da humanidade através da multivisão da mesma. A arte não possui início e nem fim, pois ela é o meio. (www.multarte.com.br).

 

  • É hoje

Nesta quarta (15) será o lançamento do livro “Climatologia do Amapá – Quase Um Século de História”. Autoria de Jefferson Vilhena, Raullyan Borja e João Freitas.
No auditório do Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem), às 18h. Convite feito.

 

  • Três acordes

Uma das mais belas canções do poetinha Vinicius de Moraes e Baden Powell, “Samba da Bênção”, de bela melodia e arranjos, além da poética letra, tem apenas três acordem musicais.
São eles: Em7, A7 e D6F#. fácil de tocar.

 

  • Luto

Faleceu, ontem (14), em Belém (PA), o amigo e jornalista amapaense Euclides Farias, vítima de Leucemia.

 

  • Agenda

Contagem regressiva para o lançamento do projeto de Maracatu da Favela para o carnaval 2019, com a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 2h.
Atrações: Direto do Rio de Janeiro o sambista Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar), grupo de dança regional Galibi Marworno e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • “Samba Show”

Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.

 

  • MCN

Todos gostariam de ver o retorno do Movimento Costa Norte nos palcos amapaenses.
Os criadores do projeto, Val Milhomem, Amadeu Cavalcante, Osmar Júnior e Zé Miguel, não descartam essa possibilidade. Continuo na expectativa.

 

  • “Múltiplos Olhares”

Nome da exposição fotográfica coletiva que será aberta no sábado (18), no Shopping Vila Nova, às 19h.
O encerramento será dia 30 de agosto.


O que é música popular?

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Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.

São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.

Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro.

Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.

Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.

 

  • Dívida

Presidente de Piratas Estilizados, Diego Armando, diz que a Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesap), tem uma dívida com a escola desde 2015

 

  • Dança

Nesta terça (14), a Comissão Setorial da Dança do Amapá vai ler e entregar ao Conselho estdual de Cultura, o Plano Estadual de Dança (documento base). Na Biblioteca Elcy Lacerda, às 9h. O convite é geral.

 

  • Livro

Na quarta (15) será o lançamento do livro “Climatologia do Amapá – Quase Um Século de História”. Autoria de Jefferson Vilhena, Raullyan Borja e João Freitas. No auditório do Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem), às 18h. Convite feito.

 

  • DNA Musical

Título do novo disco (CD e DVD) do cantor Alexandre Pires, com todas as músicas no ritmo do samba. Todas as canções são grandes clássicos da MPB, já de conhecimento de todos. Aconselho.

 

  • Agenda

Contagem regressiva para o lançamento do projeto de Maracatu da Favela para o carnaval 2019, com a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 2h.
Atrações: Direto do Rio de Janeiro o sambista Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar), grupo de dança regional Galibi Marworno e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • “Samba Show”

Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.

 

  • Pintura

Galeria de Artes Samaúma está com exposição no Garden Shoping (Rodovia JK) de vários artistas plásticos: Wagner Ribeiro, Coaracy Fonseca, Miguel Arcânjo, Grimualdo Barbosa, Jader carneiro e Joel Sousa.
A exposição fica até 31 de agosto. Visite.


Conheça o poeta Ferreira Gullar

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Nascido em São Luís, no Maranhão, Ferreira Gullar (pseudônimo de José de Ribamar Ferreira) foi poeta, crítico, ensaísta e líder do movimento literário conhecido como Neoconcretismo, surgido no Rio de Janeiro na década de 50. Os neoconcretistas acreditava que a arte tinha sensibilidade, expressividade e subjetividade próprias e eram contrários às atitudes cientificistas e positivistas nas manifestações artísticas.

Gullar iniciou a poesia concreta com o livro A Luta Corporal, publicado em 1954. Em 1956, participou da primeira exposição de poesia concretista, que foi realizada em São Paulo, da qual Lígia Clark e Hélio Oiticica foram alguns dos destaques. Algum tempo depois, rompeu com os concretistas e passou a ligar-se ao pensamento progressista do período, passando a ter forte envolvimento político. Filiado ao Partido Comunista Brasileiro, Gullar chegou a ser preso e exilado durante o regime militar. Nesse período, publicou Poema Sujo (1975), quando estava no exílio em Bueno Aires. Voltou ao Brasil em 1977.

O poeta escreveu diversas peças teatrais, em parceria com outros dramaturgos, como Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, e Dias Gomes. Recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção de 2007, com Resmungos. Em 2010, recebeu o Prêmio Camões e, quatro anos mais tarde, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. No ano passado, foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC) no grau máximo Grão Cruz. Oferecida pelo MinC, a OMC é a principal condecoração pública da área da cultura no Brasil. (www.cultura.gov.br).

 

  • Agenda

Amanhã (11) tem a cantora Ariel Moura soltando a voz no show Soul Pop, com dois convidados da pesada, Enrico Di Miceli, Judas Sacaca e João Amorim.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, às 10 da noite. Informações: 98109-5560 e 99193-8466.

 

  • Afastamento

Fernando Canto, presidente da Boêmios do Laguinho, entregou ao Conselho Deliberativo uma carta comunicando seu afastamento das atividades da escola.
No documento ele alega que é por problemas pessoais.

 

  • Gravando

Cantora amapaense Ariel Moura já está em estúdio gravando seu primeiro disco (CD). Todas as músicas são inéditas.
Ela informa que em setembro vai lançar seu 2º Clipe. Boa sorte.

 

  • Audiovisual

O Ministério da Cultura por meio da Agência Nacional do Cinema abriu as inscrições para chamada pública de coinvestimentos regionais, que serão feitos em parceria com órgãos e entidades da administração pública, estadual, municipal e o Distrito Federal. O objetivo é desenvolver o setor audiovisual a partir do lançamento de ações locais conjuntas. Ao todo, serão investidos R$ 90 milhões em recursos. (www.cultura.gov.br).

 

  • Sambando
Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019 e a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.  Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.
  • “Samba Show”
Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.
  • Pintura
Galeria de Artes Samaúma está com exposição no Garden Shoping (Rodovia JK) de vários artistas plásticos: Wagner Ribeiro, Coaracy Fonseca, Miguel Arcânjo, Grimualdo Barbosa, Jader carneiro e Joel Sousa.
A exposição fica até 31 de agosto. Visite.


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.
Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro lançou, em 2012, o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

  • “Sumano”

Título do disco (CD) “Primeiro Verso” do cantor e compositor amapaense, Américo Brasil.
Um estilo bem popular da cultura de massa.

 

  • Exposição

Galeria de Artes Samaúma está com exposição no Garden Shoping (Rodovia JK) de vários artistas plásticos: Wagner Ribeiro, Coaracy Fonseca, Miguel Arcânjo, Grimualdo Barbosa, Jader carneiro e Joel Sousa.
A exposição fica até 31 de agosto. Visite.

 

  • Agenda

Sábado (11) a cantora amapaense Ariel Moura vai soltar a voz com o show “Soul Pop”, com dois cantores da pesada, Enrico Di Miceli e João Amorim.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, às 10 da noite. Informações: 98109-5560 e 99193-8466.

 

  • Débito

Artistas amapaenses que participaram do projeto “Virada Afro”, ainda não receberam o pagamento do cachê dos shows.
O evento aconteceu no município de Santana, dias 29 e 30 de julho e 1 de julho 2018.

 

  • Mapeamento

Ministério da Cultura vai mapear todos os Pontos de Cultura do país, que fa parte do projeto Cultura Viva.
O objetivo é identificar problemas e distorções, além de traçar um diagnóstico que possa orientar a adoção de medidas de aperfeiçoamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • Sambando

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019 e a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • “Samba Show”

Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.


Pela preservação do patrimônio histórico brasileiro

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Criado para assegurar a preservação do patrimônio cultural do Brasil, o PAC Cidades Históricas integra o Programa de Aceleração do Crescimento e é fruto da preocupação do governo federal com os sítios históricos urbanos protegidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Coube à octogenária instituição, uma das mais respeitadas do País e a primeira na América Latina dedicada à proteção de bens materiais e imateriais, a concepção do programa, que hoje está em pleno andamento, por meio da cooperação e de parcerias com estados, municípios, universidades e outros órgãos federais.

O PAC Cidades Históricas vai além da recuperação de monumentos e tem na preservação do patrimônio um de seus principais eixos indutores para a geração de renda, o desenvolvimento e a inclusão social, a integração e a afirmação da identidade cultural brasileira. Ao todo, são 425 ações que vêm beneficiando sítios urbanos de relevância histórica e diversos bens que simbolizam a diversidade cultural do Brasil. O governo federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para as obras de restauração de edifícios e espaços públicos levadas a cabo pelo programa, que já está presente em 44 cidades de 20 estados do País. Trata-se do maior investimento em patrimônio cultural de nossa história.

Um dos diferenciais que tornam o programa ainda mais dinâmico e eficiente é o apoio aos estados e municípios para a contratação de projetos. Além disso, a execução é compartilhada – há ações sob responsabilidade dos governos estaduais, das prefeituras, de universidades federais e do próprio Iphan, que acompanha o andamento das obras e aprova os projetos e orçamentos.

Entre as regiões contempladas pelas ações do PAC Cidades Históricas, evidentemente, estão importantes municípios de Minas Gerais, como Belo Horizonte, Congonhas, Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del Rei e Serro. Em Congonhas, por exemplo, a restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição será a 20ª obra concluída pelo programa. Além dela, estão em andamento na cidade a restauração da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, a requalificação da Alameda das Palmeiras e a construção do Parque Natural da Romaria. (www.cultura.gov.br).

 

  • Nacional

Quadrilha junina amapaense Guerreiros de Fogo, campeã do festival da Fejufap, já está em Brasília participando do concurso nacional.
A realização é da Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas (Conaqj). Boa sorte.

 

  • The Voice

Amapaense, 19 anos, Alícia Sá, do município de Pedra Branca (AP), foi classificada no programa musical The Voice Brasil, de quinta (2).
Ela defendeu a música “When I Was Your Man”, de Bruno Mars, onde Lulu Santos e Ivete Sangalo viraram a cantor. Ela escolheu o time da cantora. Parabéns.

 

  • “Sou Pop”

Nome do show que a cantora amapaense Ariel Moura vai apresentar dia 11 de agosto, no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 10 da noite.
Informações: 98109-5560.

 

  • Cantador

Nonato Santos, o cantador da Amazônia, é autor da música “Canto do Urutaí”, que faz parte do disco (CD) “Quixote Caboco”. Bela canção.

 

  • Teatro

A Cia. Teatro Ribalta apresenta o espetáculo “Sujeira Nunca Mais”, neste sábado (4), no Garden Shoping, às 17h.

 

  • Agenda

Músico amapaense Tom Campos vai apresentar o projeto “Amapari Instrumental”, Sesc Amazônia das Artes, dia 7 de agosto, no Sesc Araxá, 21h. Entrada franca.

 

  • Verde Rosa

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.


Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.

Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

 

  • É hoje

Nesta quinta, 2, é o encerramento do Macapá Verão 2018 com o projeto Estação Lunar, a partir das 7 da noite, no balneário de Fazendinha.
Atrações: Osmar Júnior, Beto 7 Cordas, Finéias Neluty, Marreco’s Land, Negro de Nós, Marabaixo da Favela, Banda Yes Banana e Rambolde Campos.

 

  • Verde Rosa

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • Novidade

Mais uma cantora da nova geração surge para o mundo da música amapaense.
A jovem Sabrina Zahara tem uma bela voz que está conquistando quem ouve seu cantar. Seu repertório é uma mistura de regional com popular.

 

Carentes

Maioria da juventude do estado está carente de projetos artísticos culturais. Pouquíssimos conhecem nossos artistas e nossas músicas.
Assim fica difícil o gosto pela arte produzida em casa. Como resolver isso?

 

  • Destaque

Artista cineasta e incentivadora de todos os segmentos, Ana Vidigal, é uma guerreira e sempre esteve presente em todas as discussões nacionais, em busca do melhor para o audiovisual amapaense. Merece o registro e o destaque da coluna.

 

  • Baterista

Músico baterista, Fábio Mont’alverne, é um dos artistas de destaque no cenário da música amapaense. Já tocou com quase todos os cantores e cantoras tucujus, além de gravar vários discos.
Há 18 anos é fundador, baterista e um dos produtores da Banda Negro de Nós. Merece nosso respeito e admiração.

 

  • Agenda

Sesc Araxá está com agenda lotada de projetos culturais que valorizam os segmentos artísticos tucujus. Parabéns.