A importância do livro

comentários

A grande importância do livro, desde os antigos papiros, tábuas de argilas e outros suportes se estende até os dias de hoje, quando novas mídias digitais colocam ao alcance de qualquer pessoa com acesso a dispositivos eletrônicos (smartphones, tablets, PCs) bibliotecas imensas.

Vivenciamos hoje uma verdadeira avalanche de publicações, tanto impressas como digitais, o que requer dos leitores, bibliotecários, professores e demais leitores critérios para selecionar e filtrar o que realmente vale a pena ser lido e até ser arquivado. Por incrível que pareça, apesar dos avanços tecnológicos, da expansão das editoras e bibliotecas (estas fazem poucas aquisições), muita gente está excluída desse universo das letras.

Geralmente trabalham nas bibliotecas escolares aqueles professores com problemas de saúde, prestes a se aposentar e raramente esses ambientes conseguem atender à demanda e contribuir de forma eficaz na formação de leitores. E essa falha se mostra contundente, como por exemplo nos exames do Enem e nos concursos de redações! Já em muitas casas, mesmo de classes mais privilegiadas, se prioriza os espaços de jogos e lazer, com equipamentos eletrônicos sofisticados, mas bem poucos possuem livros ou têm o hábito de comprá-los ou frequentar bibliotecas.

Quando no mundo inteiro se faz esta reflexão sobre a importância do livro, nós brasileiros deveremos também questionar as políticas públicas para o livro e a leitura, que ao menor sinal de crise são imediatamente penalizadas. Os municípios brasileiros dão pouca ou nenhuma atenção ao livro. As informações que temos é de que em todo o Brasil as bibliotecas públicas, que deveriam ser o centro irradiador de cultura e conhecimento, estão sempre relegadas, sem aquisição de novos livros e publicações informativas, sem equipamentos modernos de informática e internet, mobiliários e espaços de convivência adequados para que se adaptem ao imenso fluxo de cultura e arte que existe por todas as cidades brasileiras.

O livro, seja impresso ou digital, é possivelmente a invenção mais genial do homem. Fico com o grande escritor argentino Jorge Luis Borges: “O livro é a grande memória dos séculos. Se os livros desaparecessem, desapareceria a história e, seguramente, o homem”. E, como Borges, sempre digo: tenho mais orgulho dos livros que li dos que dos livros que escrevi! (Texto: Paulo Tarso Barros – escritor, professor e editor. Autor, dentre outros livros, de “Poemas de Aço”, “O Benzedor de Espingardas”, História de um Sino” e “Os Silêncios da Eternidade”). (www.opiniaoepalavras.com).

 

  • Clássicos

O sambista Alexandre Pires gravou seu novo disco (CD), com um repertório clássico da boa música popular brasileira, no ritmo do samba.
Deu o nome de “DNA Musical”. Bela iniciativa.

 

  • Samba regional

Grupo de samba amapaense, Gente de Casa, está selecionando repertório de música regional para uma temporada de shows.
É o único grupo de samba com essa temática. Parabéns.

 

  • Respeito

O artista recebe o dom de Deus para criar e desenvolver suas obras, em diversos segmentos, mas no momento em que precisa de apoio para realizar o projeto, não tem.
Respeitem o artista.

 

  • Audiovisual

Artistas, do Audiovisual amapaense, continuam aguardando do GEA a liberação do recurso, garantido em edital, para realizarem seus projetos.

 

  • Dança

De 12 a 14 de abril vai acontecer o I Seminário de estudos e Pesquisas em Dança em Macapá.
O evento vai acontecer na Biblioteca Pública Elcy Lacerda – Centro.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.


Saiba o que é cultura de massa

comentários

A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).

 

  • Homenagem

Consagrado cantor e compositor, Lulu Santos, faz homenagem à Rita Lee, gravando o disco “Baby”, com 12 faixas dos clássicos da artista.
Lulu diz: “A Rita é uma nave mãe de todos os meus desejos”. Bela referência.

 

  • Novidade

Poetinha Osmar Júnior, já finalizando a gravação de seu novo disco e prepara um grande show para lançar a obra.
Não deixou escapar o título do novo filho, mas imagine logo que vem coisa boa por aí, com o jeito Osmar júnior de ser.

 

  • Exposição

Continua a exposição do projeto Art Amazon, no Garden Shopping (Rodovia JK), durante o horário comercial.
Vários artistas plásticos estão com suas obras por lá. Visite.

 

  • Destaque

Cantora e compositora amapaense, Oneide Bastos, com quase 40 anos de carreira, discos gravados, participação em muitos shows e festivais, dentro e fora do Amapá, além do exterior.
Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Sintonize

Ouça o programa “O Canto da Amazônia”, na Diário FM 90,9, de segunda à sábado, às 16h.
Uma linguagem amazônica de valorizar a arte de nossa aldeia.

 

  • Dança

De 12 a 14 de abril vai acontecer o I Seminário de estudos e Pesquisas em Dança em Macapá.
O evento vai acontecer na Biblioteca Pública Elcy Lacerda – Centro.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.


História do carnaval no Brasil

comentários

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no Período Colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas, mas era bastante popular.

Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem com os escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço, havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes.

Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.

A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas. (www.brasilescola.uol.com.br).

 

  • Valorizando

O cantor e compositor paraense, Jerry Santos, no início dos anos 90, morou uns 20 anos no município de Laranjal do Jarí (AP), onde gravou um disco e deu o título de “Águas do Jarí.
A temática das canções é toda valorizando o lugar. Parabéns.

 

  • Posse

Marina Backman foi empossada, ontem (9), a nova coordenadora da Fundação de Cultura de Macapá (Fumcult). Boa sorte.

 

Reconhecendo

O Ministério da Cultura defende o reconhecimento legal das profissões de artista, técnico de espetáculo e músico, fundamental para a consolidação da economia criativa no Brasil.
A exigência de registro para o exercício profissional de atividades artísticas é importante não só para garantir a qualidade da produção, mas principalmente, permitir que os profissionais da cultura tenham seus direitos garantidos. (www.cultura.gov.br).

 

  • Carnaval

Já estamos no mês de abril, e não vemos nenhuma manifestação sobre o desfile das escolas de samba de 2019.
A Lida das Escolas (Liesap) ainda não divulgou o seu calendário de eventos. No aguardo.

 

  • Dança

De 12 a 14 de abril vai acontecer o I Seminário de estudos e Pesquisas em Dança em Macapá.
O evento vai acontecer na Biblioteca Pública Elcy Lacerda – Centro.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.


A grande importância do livro

comentários

A grande importância do livro, desde os antigos papiros, tábuas de argilas e outros suportes se estende até os dias de hoje, quando novas mídias digitais colocam ao alcance de qualquer pessoa com acesso a dispositivos eletrônicos (smartphones, tablets, PCs) bibliotecas imensas.

Vivenciamos hoje uma verdadeira avalanche de publicações, tanto impressas como digitais, o que requer dos leitores, bibliotecários, professores e demais leitores critérios para selecionar e filtrar o que realmente vale a pena ser lido e até ser arquivado. Por incrível que pareça, apesar dos avanços tecnológicos, da expansão das editoras e bibliotecas (estas fazem poucas aquisições), muita gente está excluída desse universo das letras.Geralmente trabalham nas bibliotecas escolares aqueles professores com problemas de saúde, prestes a se aposentar e raramente esses ambientes conseguem atender à demanda e contribuir de forma eficaz na formação de leitores. E essa falha se mostra contundente, como por exemplo nos exames do Enem e nos concursos de redações! Já em muitas casas, mesmo de classes mais privilegiadas, se prioriza os espaços de jogos e lazer, com equipamentos eletrônicos sofisticados, mas bem poucos possuem livros ou têm o hábito de comprá-los ou frequentar bibliotecas.

Quando no mundo inteiro se faz esta reflexão sobre a importância do livro, nós brasileiros deveremos também questionar as políticas públicas para o livro e a leitura, que ao menor sinal de crise são imediatamente penalizadas. Os municípios brasileiros dão pouca ou nenhuma atenção ao livro. As informações que temos é de que em todo o Brasil as bibliotecas públicas, que deveriam ser o centro irradiador de cultura e conhecimento, estão sempre relegadas, sem aquisição de novos livros e publicações informativas, sem equipamentos modernos de informática e internet, mobiliários e espaços de convivência adequados para que se adaptem ao imenso fluxo de cultura e arte que existe por todas as cidades brasileiras. O livro, seja impresso ou digital, é possivelmente a invenção mais genial do homem. Fico com o grande escritor argentino Jorge Luis Borges: “O livro é a grande memória dos séculos. Se os livros desaparecessem, desapareceria a história e, seguramente, o homem”. E, como Borges, sempre digo: tenho mais orgulho dos livros que li dos que dos livros que escrevi! (Texto: Paulo Tarso Barros – escritor, professor e editor. Autor, dentre outros livros, de “Poemas de Aço”, “O Benzedor de Espingardas”, História de um Sino” e “Os Silêncios da Eternidade”).

 

  • Comemoração

O Grupo de Artes Integradas Pena e Pergaminho está completando seis anos e vai comemorar a data em grande estilo, neste sábado (7).
Com poesia, música, oficinas, intervenções, café literário e outras atrações. No Sesc Centro (esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes), à 17h. Entrada franca.

 

  • Concurso

Quadrilha junina Simpatia da Juventude, vai realizar dois concursos: Garoto Junino e Miss Caipira Gay. Neste sábado, 7, na sede de Boêmios do Laguinho (av: Gal. Osório – entre as ruas Eliezer Levy e Gal. Rondom – Laguinho), a partir das 21h. Informações: 98119-4589.

 

  • Agenda

Neste sábado, 7, tem o show “Travessia”, com o cantor e compositor amapaense, Cley Luna e Max Viana (filho de Djavan).
No Sesc Araxá, às 8h. Entrada Franca.

 

  • Dança

De 12 a 14 de abril vai acontecer o I Seminário de estudos e Pesquisas em Dança em Macapá.
O evento vai acontecer na Biblioteca Pública Elcy Lacerda – Centro.

 

Dia 6 de maio vai acontecer a 2ª Corrida Para a Fé, do Santuário Nossa Senhora de Fátima (Bairro Santa Rita).
As inscrições sendo feitas pelo site www.chiptiming.com.br, no valor de R$ 50,00. Largada, às 6h.

 

  • Música

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.


Conheça quem é o poeta Ferreira Gullar

comentários

Nascido em São Luís, no Maranhão, Ferreira Gullar (pseudônimo de José de Ribamar Ferreira) foi poeta, crítico, ensaísta e líder do movimento literário conhecido como Neoconcretismo, surgido no Rio de Janeiro na década de 50. Os neoconcretistas acreditava que a arte tinha sensibilidade, expressividade e subjetividade próprias e eram contrários às atitudes cientificistas e positivistas nas manifestações artísticas.

Gullar iniciou a poesia concreta com o livro A Luta Corporal, publicado em 1954. Em 1956, participou da primeira exposição de poesia concretista, que foi realizada em São Paulo, da qual Lígia Clark e Hélio Oiticica foram alguns dos destaques. Algum tempo depois, rompeu com os concretistas e passou a ligar-se ao pensamento progressista do período, passando a ter forte envolvimento político. Filiado ao Partido Comunista Brasileiro, Gullar chegou a ser preso e exilado durante o regime militar. Nesse período, publicou Poema Sujo (1975), quando estava no exílio em Bueno Aires. Voltou ao Brasil em 1977.

O poeta escreveu diversas peças teatrais, em parceria com outros dramaturgos, como Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, e Dias Gomes. Recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção de 2007, com Resmungos. Em 2010, recebeu o Prêmio Camões e, quatro anos mais tarde, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. No ano passado, foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC) no grau máximo Grão Cruz. Oferecida pelo MinC, a OMC é a principal condecoração pública da área da cultura no Brasil. (www.cultura.gov.br).

 

  • Teatro

Nesta sexta, 6, tem o espetáculo teatral “Seu Bonfim”, no Teatro das Bacabeiras, às 15h.
Entrada franca, exclusiva, para alunos da rede pública de ensino. A realização é do MinC e Petrobras.

 

  • Dança

De 12 a 14 de abril vai acontecer o I Seminário de estudos e Pesquisas em Dança em Macapá.
O evento vai acontecer na Biblioteca Pública Elcy Lacerda – Centro.

 

  • Patrimônio

O Complexo Cultural Bumba Meu Boi, no Maranhão, pode se tornar Patrimônio Cultural da humanidade.
O primeiro passo para o reconhecimento foi dado, ontem (5), pela Unesco, com a entrega do dossiê de candidatura do bem cultural ao Ministério das Relações Exteriores. (www.cultura.gov.br).

 

  • É hoje

Na sexta (6), completa 16 anos da Exposição a Céu Aberto, no Museu Sacaca, das 9h às 17h. Fazendo parte da campanha “Vem Pro Museu. Valorize, Que é Nosso.
Na programação terá Contação de Estória, Oficinas de Bonecas, galeria de artes Samaúma, Cortejo de Marabaixo e outras atrações. Entrada gratuita.

 

Dia 6 de maio vai acontecer a 2ª Corrida Para a Fé, do Santuário Nossa Senhora de Fátima (Bairro Santa Rita).
As inscrições sendo feitas pelo site www.chiptiming.com.br, no valor de R$ 50,00. Largada, às 6h.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.


Mais de 500 mil livros formam os acervos do Iphan

comentários

Desde sua fundação, em 1937, o Iphan tem constituído e conservado um dos maiores acervos bibliográficos, documentais e iconográficos do Brasil. Esse conjunto é referência nacional e internacional no que se refere à gênese e ao desenvolvimento da cultura brasileira. O Iphan reuniu extenso material histórico entre os anos 1940 e 1960, resultado da ampliação de sua atuação e, nas décadas seguintes, recebeu inumeras doações de pessoas físicas e jurídicas. A partir de 2011, priorizou-se a digitalização dos acervos e suas condições de guarda e conservação.

Ao todo, são 13 bibliotecas que guardam mais de 500 mil livros e periódicos, e estão interligadas entre si e às principais bibliotecas do país. Nos arquivos do Iphan estão 5,5 km lineares de textos, 411 mil imagens, mapas e fotografias e, aproximadamente, 2.000 títulos de audiovisuais, entre os quais os documentários do Etnodoc. Estes últimos, formam uma coleção de documentários etnográficos que apresentam diversidade de estilos e narrativas e despertam o interesse de instituições educacionais e culturais, bibliotecas comunitárias e cineclubes.

Um dos mais importantes acervos do Iphan é o Arquivo Central que reúne os dados registrados sobre os bens tombados como Patrimônio Material, nos Livros do Tombo (Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico; Histórico; das Belas Artes; e das Artes Aplicadas). O Patrimônio Imaterial está agrupado por categoria e inscrito nos Livros de Registro (dos Saberes; das Celebrações; das Formas de Expressão; e dos Lugares).

As Cartas Patrimoniais compõem outro acervo de grande valor e apresentam as recomendações referentes à proteção e preservação do Patrimônio Cultural, elaborados em encontros em diferentes épocas e partes do mundo. Somam-se a esses acervos, os títulos publicados pelo Iphan que proporcionam ao público em geral o acesso a obras essenciais ao conhecimento do Patrimônio Cultural Brasileiro. Ao longo de quase oito décadas de trabalho, foram editadas mais de 1.500 obras relacionadas às atividades de preservação, tombamento, registro e valorização desse patrimônio e a projetos de restauração e recuperação de centros históricos em todas as regiões do Brasil. (portal.iphan.gov.br).

 

  • Exposição

Na sexta (6), completa 16 anos da Exposição a Céu Aberto, no Museu Sacaca, das 9h às 17h. Fazendo parte da campanha “Vem Pro Museu. Valorize, Que é Nosso.
Na programação terá Contação de Estória, Oficinas de Bonecas, galeria de artes Samaúma, Cortejo de Marabaixo e outras atrações. Entrada gratuita.

 

  • Agenda

Hoje tem o projeto Quinta do Jazz no quiosque Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 21h.
Quinteto Amazon Music e convidados estarão tocando o melhor repertório da música instrumental. Vá lá.

 

  • Escuridão

Cidades do Samba está na escuridão total e isso vem deixando a população mais assustada.
O local sem atividades e como está, contribui com a insegurança dos moradores e de quem passa por lá. Quem resolve?

 

  • Promessa

O Amapá foi um dos três estados onde não houve captação de recursos via Lei Rouanet em 2017. Os outros foram Acre e Roraima.
“Queremos mudar esse cenário e ampliar o uso dos mecanismos de fomento à cultura em todas as regiões.
Vamos capacitar e estimular proponentes e gestores públicos, qualificar projetos e atrair mais patrocinadores, disse o ministro Sérgio Leitão, no lançamento do circuito “Cultura Gera Futuro”, em Macapá (segunda 2).

 

  • Mudança

Marina Beckmam é a nova coordenadora da Fundação de Cultura de Macapá, em substituição a Sérgio Lemos (Teco), que foi para o gabinete civil.
Marina estava como diretora adjunta da Fumcult. Sua posse está agendada pra semana que vem. Boa sorte.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.


Conheça a dança do Siriá

comentários

A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária.

Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.

Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam “cafezá” para plantação de café, “arrozá” para plantação de arroz, “canaviá” para a plantação de cana, passaram a chamar de “síria”, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário.

Com um ritmo que representa uma variante do batuque africano, a “dança do siriá” começa com um andamento lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, a velocidade cresce, atingindo ao final um ritmo quase frenético. A “dança do siriá” apresenta uma rica coreografia que obedece às indicações dos versos cantados sendo que, no refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado para os dois lados.

Tal como a “dança do carimbó”, os instrumentos típicos utilizados são dois tambores de dimensões diferentes: para os sons mais agudos (tambor mais estreito e menor) e para os sons graves (tambor mais grosso e maior). Os passos são animados ainda por ganzá, reco-reco, banjo, flauta, pauzinhos, maracá e o canto puxado por dois cantadores.

Também chamada pelos estudiosos como “a dança do amor idílico”, a “dança do siriá” apresenta os dançarinos com trajes enfeitados, bastante coloridos. As mulheres usam belas blusas de renda branca, saias bem rodadas e amplas, pulseiras e colares de contas e sementes, além de enfeites floridos na cabeça. Já os homens, também descalços como as mulheres, vestem calças escuras e camisas coloridas com as pontas das fraldas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores que as damas retiram, em certos momentos, para demonstrar alegria, fazendo volteios. (www.cdpara.pa.gov.br).

 

  • Novidade

Cantor e compositor, Enrico Di Miceli, está gravando em Belém (PA), seu primeiro disco (CD) solo, ainda sem nome definido.
Pelo quilate do artista podemos anunciar que vem mais um belo projeto de valorização do regionalismo amazônico.

 

  • Banzeiro

Coordenação do Banzeiro do Brilho-de-Fogo reuniu para planejar as atividades de 2018.
No calendário, oficinas (caixa e adereços), ensaios, músicas, cortejos e outras ações.

 

  • Presente

Durante a visita do Ministro Sérgio Leitão (Cultura), no lançamento do circuito Cultura Gera Futuro (segunda 2), o artista plástico, Wagner Ribeiro, presenteou o gestou com uma de suas obras de arte.

 

  • Agenda

Dia 4 de maio tem show nacional “Todo Caminho é Sorte, em Macapá, da cantora Roberta Campos.
Na casa de show Prime (antiga Green). Informações: 98137-3130.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.

 

  • Reabertura

Museu Joaquim Caetano reabrirá ainda este mês de abril, assim anunciou o governador Waldez Góes, ontem (2), durante lançamento do circuito “Cultura Gera Futuro”.

 

  • “Mal de Amor”

Nome do novo disco do cantor e compositor, Val Milhomem, já gravado e logo será lançado. No aguardo.


Joinville é a capital nacional da dança

comentários

Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville. Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • Música

Governador Waldez Góes anunciar o curso de música na nova escola Walquíria Lima, que será transformada em Faculdade.
Inauguração ainda este ano.

 

  • Corrida

A 1ª Corrida da Polícia Civil vai acontecer dia 22 de abril, em comemoração a semana do policial civil, de 16 a 22 deste mês.
Inscrições ao preço de R$ 50,00, pelo www.chiptiming.com.br.

 

  • Falha

Ministro da Cultura Sérgio Leitão, que veio a Macapá, ontem (2), lançar o circuito “Cultura Gera Futuro”, não participou do Fórum com os artistas, à tarde.
A atitude indignou a classe, e o Conselho Estadual de Cultura já anunciou que encaminhará carta de repúdio ao MinC.

 

  • Furo

O ministro da Cultura Sérgio Leitão, deveria ouvir os artistas para saber das dificuldades dos segmentos, com relação a Lei Rouanet e seu acesso e outras problemáticas da classe.
Voltou à Brasília imaginando que por aqui está tudo maravilhoso, nas não está.

 

  • Reabertura

Museu Joaquim Caetano reabrirá ainda este mês de abril, assim anunciou o governador Waldez Góes, ontem (2), durante lançamento do circuito “Cultura Gera Futuro”.

 

  • Reforma?

Teatro de Santana, inaugurado no final de 2012, mas que nunca funcionou, vai receber R$ 7,5 milhões para reforma, adaptação e compra de material.
O recurso vem do MinC, através de emenda parlamentar do senador Davi Alcolumbre. O anúncio foi dado pelo ministro da cultura Sérgio Leitão, ontem (2), durante o lançamento do circuito “Cultura Gera Futuro”, em Macapá.

 

  • Respeito

Artistas amapaenses continuam sendo tratados com certo descaso por algumas autoridades, que insistem maquiar a miss para disfarçar.
Governador Waldez Gões deveria assumir pessoalmente esse diálogo com os segmentos.


O que é música instrumental

comentários

A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo< span class=”apple-converted-space”> Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões. Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • Representação

A sede da regional norte do Ministério da Cultura funciona em Belém (PA), e tem o paraense Rodrigo Viana, como representante dos sete estados.

 

  • O Messias

O espetáculo teatral “O Messias” será encenado, nesta sexta (30), na área da igreja Santa Cruz, bairro Jardim felicidade I (zona norte), às 20h. A realização é da Associação Cultural Santa Art’s, que há 22 anos realiza o evento. Entrada franca.

 

  • Seminário

Ministro da Cultura Sérgio Leitão, estará em Macapá, dia 2 de abril, para participar do seminário “Cultura Gera Futuro”. Macapá é a primeira capital do país.
O evento é para capacitar produtores culturais e gestores públicos para utilizarem os mecanismos de fomento à cultura, disponibilizados pelo governo federal.

 

  • Fórum

Fórum Permanente dos Gestores e Conselhos Estadual e Municipal de Cultura do Amapá, com a presença do Ministro da Cultura Sérgio de Sá Leitão.
Dia 2 de abril, às 15h, no Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem).

 

  • Ciclo

O ciclo do Marabaixo 2018 vai começar no bairro da Fevela, dia 31 de março e encerra dia 3 de junho.
O barracão da Tia Gestrudes Saturnino, na av: Duque de Caxias, entre as ruas Manoel Eudóxio Pereira e Professor Tostes. Participe.

 

  • Bom de ouvir

Programa “O Canto da Amazônia” na Diário FM 90,9, de segunda à sexta, às 16h.
Valorizando a cultura tucuju. Bom de ouvir.

 

  • Conquista

Artesãos e mestres de comunidades tradicionais, que produzem artesanato no Brasil, ganharam um portal para expor seus trabalhos.
Trocar experiências e profissionalizar o setor, a nova plataforma faz parte da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro e foi financiada com incentivos fiscais da Lei Rouanet. (www.cultura.gov.br).


A Arte da Guerra

comentários

A Arte da Guerra é um tratado militar escrito durante o século IV a.C pelo estrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, cada qual abordando um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combate racional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militares através da história como Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, Vo Nguyen Giap e Mao Tse Tung.

Desde 1772 existem edições europeias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco em inglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira edição ocidental tida como uma tradução fidedigna data de 1927.

O livro A Arte da Guerra foi traduzido para o português por Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia (1995).

Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa.

Hoje, A Arte da Guerra parece destinado a secundar outra guerra: a das empresas no mundo dos negócios. Assim, o livro migrou das estantes dos estrategistas para as do economista e do administrador.

Embora as táticas bélicas tenham mudado desde a época de Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, certos estrategistas modernos como Mao Tsé-Tung, em sua luta contra os japoneses e os chineses nacionalistas.

Inclusive encontra-se nos escritos militares de Mao-Tse-Tung citações do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu.

O general brasileiro, Alberto Mendes Cardoso, chamou o livro do Sun Tzu de clássico militar. (pt.wikipedia.org).

 

 

  • Artesanato

Artesãos e mestres de comunidades tradicionais, que produzem artesanato no Brasil, ganharam na terça (27), um portal para expor seus trabalhos.
Trocar experiências e profissionalizar o setor, a nova plataforma faz parte da Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro e foi financiada com incentivos fiscais da Lei Rouanet. (www.cultura.gov.br).

 

  • Visita

Ministro da Cultura Sérgio Leitão, estará em Macapá, dia 2 de abril, para participar do seminário “Cultura Gera Futuro”.
O evento é para capacitar produtores culturais e gestores públicos para utilizarem os mecanismos de fomento à cultura, disponibilizados pelo governo federal. (www.cultura.gov.br).

 

  • Marabaixo

A 3ª edição do festival Cantando Marabaixo está marcada para acontecer de abril a junho, com participação de várias escolas públicas.
A realização é do Movimento Nação Marabaixeira.

 

  • Vem Pro Museu

Nome do show musical, lançado na última sexta (23), no Museu Sacaca, prossegue no dia 6 de abril, às 17h30. Esse evento faz parte da campanha “Vem Pro Museu. Valorize, Que é Nosso”.
O calendário com as atrações está sendo definido pela equipe artística do MS.

 

  • Ciclo

O ciclo do Marabaixo 2018 vai começar no bairro da Fevela, dia 31 de março e encerra dia 3 de junho.
O barracão da Tia Gestrudes Saturnino, na av: Duque de Caxias, entre as ruas Manoel Eudóxio Pereira e Professor Tostes. Participe.

 

  • Respeito

Nossos artistas precisam ser mais respeitados pelas autoridades, que acham que realizando shows e outros eventos estão fazendo cultura.
Enganam-se os que imaginam que o cargo é para sempre. Acorda.

 

  • Agenda

Nesta quinta (29) é dia de ouvir a boa música instrumental, com o quinteto Amazon Music, no restaurante Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano), Araxá, a partir das 21h.