Nega Laura: “O Marabaixo faz parte da minha vida”

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Uma cabocla pérola negra, amapaense da gema que defende a bandeira da cultura do Marabaixo como a sua própria família, afinal, ela veio desse meio. Nasceu, cresceu e se educou ouvindo os “velsos bandaiados” (ladrões), as chamadas músicas e canções desse segmento, que é a maior e mais autêntica manifestação folclórica do povo tucuju, o Marabaixo. Se esfregando aos foliões e tropeçando em caixas espalhadas por toda a casa onde se tocava e se dançava esse ritmo trazido da mãe África pelos negros escravos para a construção da Fortaleza de Macapá.

Estamos falando de “Laura do Marabaixo”, uma descendente da família “Julião”, neta de Tia Biló e bisneta do mestre do Marabaixo, Julião Ramos, sendo sua avó a única filha viva do mestre. Laura era uma das tantas artistas anônimas, repleta de talento, que precisava estar sempre presente nesse segmento que também é seu. Hoje a sociedade conhece mais uma estrela do Marabaixo do Amapá.

“Nega Laura”, como também é conhecida, é uma artista completa, pois, além de dançar, tocar e compor as músicas, ela é cantadeira dos “ladrões” de Marabaixo. Seu cantar é forte, firme que ecoa pelos ares e ouvidos dos foliões, com os homens marcando e arrastando os pés e as mulheres girando e rodando as saias pelo salão. Quando Laura entoa o seu canto com as perguntas dos versos, todos respondem num só momento, bem alto, pra marcar mais um momento especial da noite de cantorias do Marabaixo.

Além dessas virtudes, Laura é integrante do Grupo de Dança Baraká, tocadora de tambor de Batuque, é palestrante desse segmento, ensina as crianças a dançar e tocar a caixa de Marabaixo, é fundadora e coordenadora do bloco Ancestrais (que realiza eventos voltados à cultura amapaense), militante do carnaval e de outros movimentos.

“Tenho orgulho de ser negra e de poder contribuir com o desenvolvimento cultural do meu estado, pois, o Marabaixo está no meu sangue, na minha alma, no meu coração e na minha vida”. Disse Laura.

 

  • Volume 2

Novo disco do maestro Manoel Cordeiro “Sonora Amazônia 2” está sendo gravado e logo estará no mercado. Muita rítmica amazônica no repertório e uma gravação especial da música “Mel de Melaço” (Manoel Cordeiro), gravada pela cantora amapaense Patrícia Bastos e o cantor e compositor Zé Renato (Banda Boca Livre).

 

  • “O Canto da Amazônia”

Um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9. É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.

 

  • “Monemucal”

Movimento Negro do Município de Calçoene precisa de parceria para realizar seus muitos projetos artísticos culturais.
São 13 anos de existência valorizando a cultura negra do município. O movimento não recebe nenhum aporte financeiro do poder público.

 

  • MPA

O Projeto Música Popular Amapaense está de volta com a temporada 2018, com muita música amazônica. Dia 21 de setembro (sexta), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) Araxá, a partir das 9 da noite.

 

  • Corrida

Domingo, 9, o Sesc Amapá vai realizar o 1º Circuito Sesc de Corrida, com largada, às 6 da manhã, em frente a instituição (rua Jovino Dinoá – Beirol).
Inscrições presenciais até esta quinta (6), na escola Sesc.

 

  • “Amazônidas”

Título do 1º disco (CD) do cantor e compositor amapaense, Jean Carmo, com seis músicas autorais e que ainda não foi lançado. Mais um projeto musical tucuju com linguagem amazônica no cantar e tocar. Boa sorte.

 

  • Agenda

Sexta (7) tem o show “Para Dançar e Se Apaixonado”, com Mauro Cota e Manoel Cordeiro. No Norte das Águas, Araxá (Complexo Marlindo Serrano), a partir das 10 da noite.

 

  • Duas Telas

Sexta (7) é o aniversário da produtora de eventos artísticos culturais “Duas Telas Produções. Parabéns.


Eliakin Rufino: Poeta e cantador amazônico

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Nascido em Boa Vista, capital do Estado de Roraima, em 27 de maio de 1956. Faz shows de música e poesia falada, com banda ou no formato voz e violão. Muitas são as atividades que desenvolve, entre elas está a de escrever, que considera uma das preferidas. Escreve textos curtos, gosta de texto conciso, da audácia, da síntese, de dizer com o mínimo de meios.

Eliakin Rufino começou sua carreira artística nos anos de 1980 e tem seu primeiro livro publicado em 1984, Pássaros Ariscos. Nesse mesmo ano com forte influência do Modernismo e do Tropicalismo, junto com os amigos Zeca Preto e Neuber Uchoa, criou o Movimento Roraimeira, que por quase duas décadas referenciou e revelou artistas nas artes plásticas, culinária, literatura, dança, fotografia e na música, contribuindo para a construção da identidade cultural de vozes e feições para o povo de Roraima, calcado, sobretudo, nos elementos da cultura e da paisagem natural existente na região.

Tem vários livros publicados, entre eles: Pássaros Ariscos (1984), Poemas (1987), Escola de Poesia (1990), Brincadeira (1991), Poeta de água doce (1993), Versão Poética do Estatuto da Criança e do Adolescente (1995), Poesia para ler na cama (1997), Poeta de Água Doce (1999). Tem também poemas publicados em antologias e sites de poesia nacionais e internacionais.

Além de escritor, ele é musico, cantor, compositor, filósofo, produtor cultural e jornalista.

 

  • Venha

Que as manhãs de setembro nos embale para termos dias sublimes com sucesso nesse mês abençoado de número 9.

 

  • Poesia

Artista plástico e poeta, Augusto Leite, me presenteou com seu livro “Poesia Me Tira o Sono”. Sua primeira obra literária. Parabéns e obrigado.

 

  • 5 ponto 3

Durante esses anos aprendi que a educação cultural pousou em mim e me convidou para grande batalha do desafio. Aceitei.
Defender, valorizar, propagar e amar o que se produz em casa e em nossa região. O desafio é grande, mas não existe conquista sem luta. To vivo.

 

  • Agenda

Sexta (7) tem o show “Para Dançar e Se Apaixonado”, com Mauro Cota e Manoel Cordeiro. No Norte das Águas, Araxá (Complexo Marlindo Serrano), a partir das 10 da noite.

 

  • “Sonora Amazônia”

Nome do disco do maestro Manoel Cordeiro, que está sendo gravado o segundo volume. É um projeto musical instrumental, mas com exceção para uma cantoria.

 

  • História

Na noite de domingo (2) o Museu Nacional no, Rio de Janeiro, foi destruído pelo fogo. Lá se foram mais de 20 milhões de itens (peças) da história e memória do Brasil em dois séculos de vida.

 

  • Música

Dia 5 de setembro (quarta) o Sesc Amapá vai realizar o concerto “Dois Violões da Amazônia”, com Ricardo Smith e José Maria Bezerra. Participação especial da orquestra de violões Nonato Leal. Na escola Walquiria Lima (rua Eliezer Levy – Centro), às 19h. Entrada franca.

 

  • Blog

Em breve o programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) vai assinar uma página na internet (redes sociais) com informações artísticas culturais, reafirmando o que já faz nas ondas do rádio.
O endereço é www.ocantodaamazonia.blogspot.com. Aguardem.


Saga da Amazônia

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O cantador e compositor brasileiro, Vital Farias, que nasceu no sítio Pedra D’Água, município de Taperoá, estado da Paraíba, expressa na canção Saga da Amazônia, todo seu sentimento de amor à Amazônia e conta para o mundo, através de música, o sofrimento daquele povo com o crime causado pelo homem sobre a natureza.

Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta, mata verde, céu azul, a mais imensa floresta, no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas e os rios puxando as águas.

Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores, os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores, sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir era: fauna, flora, frutos e flores. Toda mata tem caipora para a mata vigiar, veio caipora de fora para a mata definhar e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar, prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar: se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá. O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar? Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar, igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.

Mas o dragão continua a floresta devorar e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar? Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá, tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura. No lugar que havia mata, hoje há perseguição. Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão, castanheiro, seringueiro já viraram até peão, afora os que já morreram como ave-de-arribação. Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão: Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região ficou tão penalizado que escreveu essa canção e talvez, desesperado com tanta devastação, pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção, com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração.

Aqui termina essa história para gente de valor, pra gente que tem memória, muita crença, muito amor, pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta, era uma vez uma floresta na Linha do Equador.

 

  • Setembro

Chegou setembro e com ele as manhãs de sol. Mês que tenho a maior “virginialização” (isso existe rs).
Que marca a data de meu aniversário.

 

  • “Mel de Melaço”

Título de uma música gravada pelo Grupo Pilão, na voz de Bi Trindade (saudoso) que será gravada por Patrícia Bastos, com participação especial de Zé Renato (Boca Livre).
A canção vai fazer parte do 2º disco de Manoel Cordeiro (em estúdio), autor da obra. Parabéns.

 

  • Registro

Em passagem por Macapá, esta semana, o professor de dança de salão Carlinhos de Jesus (RJ), se encantou com a coleção “Marabaixeiras”, do artista plástico Augusto Leite.
Ele fez questão de registrar uma foto ao lado de uma das obras. Reconhecimento e valorização.

 

  • Agenda

Dia 5 de setembro o Sesc Amapá vai realizar o concerto “Dois Violões da Amazônia”, com Ricardo Smith e José Maria Bezerra.
Participação especial da orquestra de violões Nonato Leal. Na escola Walquiria Lima (rua Eliezer Levy – Centro), às 19h. Entrada franca.

 

  • Blog

Em breve o programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) vai assinar uma página na internet (redes sociais) com informações artísticas culturais, reafirmando o que já faz nas ondas do rádio.
O endereço é www.ocantodaamazonia.blogspot.com. Aguardem.

 

  • Feira

Neste sábado (1) tem exposição e venda de produtos artesanais da feira Mulheres que Fazem.
Na Praça Floriano Peixoto, rua Gal. Rondon – Centro, a partir 16h.

 

  • Festividade

Comunidade de Campina Grande (Macapá) vai realizar uma programação da festividade em louvor a Nossa Senhora das Dores.
Dia 15 de setembro, a partir das 5 da manhã no Espaço Cultural Filho e Del.


O que é música popular?

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Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.

São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.

Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro. Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.

Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.

 

  • Igarapé

O projeto musical essencialmente amazônico “Igarapé dos Currais”, do cantor e compositor parintinense, Pedro César Ribeiro, reúne 13 canções que retratam a vida cotidiana do cenário da Amazônia.
A mistura de sons e ritmos é um convite a uma viagem que se inicia num ambiente de rios navegando ao encontro da música universal. Aconselho.

 

  • É hoje

Luau da Samaúma acontece nesta sexta (31), na Praça da Samaúma, em frente ao prédio do Ministério Público –AP, no Araxá, a partir das 5 da tarde. Apresentação de artistas de diversos segmentos, exposição e gastronomia. Vamos lá.

 

  • Blog

Em breve o programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9) vai assinar uma página na internet com informações artísticas culturais, reafirmando o que já faz nas ondas do rádio.
O endereço é www.ocantodaamazonia.blogspot.com. Aguardem.

 

  • Barca

É hoje (31) A Barca do Iraguany, na casa de show Sankofa, na orla do bairro Santa Inês, a partir das 20h.
Música, poesia, teatro artes visuais e outras atrações. Vamos prestigiar.

 

  • Poesia

O lançamento do livro Rio Oiapoque (In Blues) está agendado para esta sexta (31), a partir das 19h, no Sesc Centro, esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes (Centro). Entrada franca.

 

  • “Xamã Babalaô”

Nome da música de Ricardo Iraguany em homenagem ao Dr. Das plantas medicinais, Sacaca. A canção participou do 3º Festival amapaense da Canção, em 1999, interpretada pela cantora Maria Ely.

 

  • Festividade

Comunidade de Campina Grande (Macapá) vai realizar uma programação da festividade em louvor a Nossa Senhora das Dores.
Dia 15 de setembro, a partir das 5 da manhã no Espaço Cultural Filho e Del.


Samaúma: a rainha da floresta

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Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.

Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura.

Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.

A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.

Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também são usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).

 

  • Iniciativa

Um grupo do Laguinho, amantes de Boêmios do Laguinho, se reuniu e foi conversar com a diretoria da escola para tentar encontrar uma maneira de contribuir com a agremiação. A ideia é planejar e realizar ações viáveis de atividades artísticas culturais. Boa sacada.

 

  • Luau

Será na sexta, 31, o início da segunda temporada do projeto Luau da Samaúma, a partir das 5 da tarde, em frente ao prédio do Ministério Público – AP, no Araxá.
Uma vasta programação artística cultural está definida. Prestigie.

 

  • Paradas

A maioria das escolas de samba está sem atividades no calendário de eventos. Nada bom para as comunidades.
É preciso manter viva a chama do carnaval e do samba. Reflita.

 

  • Sou do Norte

Título do disco (CD) do jovem cantor e compositor amapaense, Leandro Sheike, que acaba de ser gravado pela gravadora Zarolho Record.
São 6 faixas com as músicas: Sou do Norte, Macapá (minha raiz),Oiapoque, É Fácil Dizer, Eterno Sonhador e Coisas a Dizer, todas de sua composição e com linguagem Amazônia na temática.

 

  • Festividade

Comunidade de Campina Grande (Macapá) vai realizar uma programação da festividade em louvor a Nossa Senhora das Dores. Dia 15 de setembro, a partir das 5 da manhã no Espaço Cultural Filho e Del.

 

  • Barca

Sexta (31) tem o Arraial da Música Brasileira com a Barca do Iraguany, na casa Sankofa (Orla de Macapá), às 21h.
Artistas confirmados: Laura do Marabaixo, Annie de Carnavalo, Peterson, Gerinaldo Pinheiro, Neilton Pezão, Eloá Cyrus, Michel Richard, Andréa Lopes e Tico Baixista. Informações: 991012881.

 

  • Solidariedade

Show beneficente “Luz de Mayara” com mais de 40 artistas confirmados de vários segmentos, em prol da saúde da cantora Mayara Braga.
Dia 5 de setembro, a partir das 7 da noite no Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Mais informações: 98109-0563 e 99164-3611. Contribua.


Belezas naturais do Amapá

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Amapá fica localizado no extremo norte do Brasil e é referência quando se fala em cobertura florestal, pois se trata da mais preservada do país. O seu ecossistema é rico, com belezas naturais formadas por florestas, várzeas, igapós, manguezais e cerrados. Além de fazer fronteira com o estado do Pará, é vizinha do Suriname, Guiana Francesa e também do Oceano Atlântico, o que explica sua incrível diversidade. Veja alguns destinos interessantes para visitar em Amapá e contemplar toda sua beleza natural!

Macapá. Trata-se da capital do Amapá e a cidade mais próxima do Rio Amazonas. Só se chega na cidade de barco ou avião vindo direto de Belém do Pará que faz fronteira com a cidade que possui imensos lugares para caminhadas, espaços ao ar livre para realização de piquenique e decks panorâmicos que descortinam paisagens do rio Amazonas.

A sua localização privilegiada fornece cenários incríveis aos visitantes que podem passear pelos lagos e observar a rica biodiversidade da fauna e a flora flúvio-marinha, com espécies interessantes de peixes e aves. Pelo entorno também está o Arquipélago do Bailique que é formado por 8 ilhas que é o refúgio de aves migratórias e possui atividades de ecoturismo.

Maracá. Ali fica Mazagão com rios e cachoeiras propícias para banho. Pracuúba ali próximo permite a observação de pássaros como marrecas, garças, gavião-real e guarás, além de peixes típicos da região como o tucunaré e pirarucu. Adeptos da pesca esportiva podem se divertir com essas espécies.
Serra do Navio. Como o nome já indica, ali na região se destaca as serras cobertas por vegetação nativa de floresta. Aproveite para apreciar o Rio Amapari com corredeiras que encantam desavisados.

RDS do Iratapuru. Trata-se da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru que abriga uma variedade de ecossistemas e é habitado por população tradicional. A reserva busca o equilíbrio ecológico e a exploração sustentável através do extrativismo da castanha-do-pará que é transformada em farinha, óleo e biscoitos nas fábricas lá implantadas. (belezasnaturais.com.br).

 

  • Barca

Sexta (31) tem o Arraial da Música Brasileira com a Barca do Iraguany, na casa Sankofa (Orla de Macapá), às 21h.
Artistas confirmados: Laura do Marabaixo, Annie de Carnavalo, Peterson, Gerinaldo Pinheiro, Neilton Pezão, Eloá Cyrus, Michel Richard, Andréa Lopes e Tico Baixista. Informações: 991012881.

 

  • Solidariedade

Show beneficente “Luz de Mayara” com mais de 40 artistas confirmados de vários segmentos, em prol da saúde da cantora Mayara Braga. Dia 5 de setembro, a partir das 7 da noite no Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Mais informações: 98109-0563 e 99164-3611. Contribua.

 

  • Luau

Sexta (31) inicia a segunda temporada do Luau na Samaúma, na praça da Samaúme no Araxá, em frente a sede do Ministério Público Estadual, a partir das 5 da tarde. Várias atrações artísticas culturais estão confirmadas. Vá lá.

 

  • “Sambinha do Mar”

Título da música de Deize Pinheiro em parceira com Pedro Stkls. Um fortalecimento à cultura do samba nosso de cada dia.

 

  • Nova geração

O amapaense Leandro Sheike é promessa da nova geração da boa música da produzida na Amazônia. A música “Sou do Norte”, lançada no programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) é prova da valorização por sua terra. Ele mora em Oiapoque. Vai longe.

 

  • Corrida

Sesc –AP vai realizar o 1º Circuito Sesc de Corridas, dia 9 de setembro, com saída, às 6 da manhã, em frente à escola (av: Jovino Dinoá – Beirol).
Inscrições pelo site www.sescamapa.com.br. São 5KM.

 

  • Amapá Jazz

Dias 18, 19 e 20 outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, o maior divulgador da música instrumental da Amazônia. No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, a partir das 9 da noite.

 

  • Agenda

Cantor Mauro Cota e o maestro Manoel Cordeiro têm agenda marcada dia 7 de setembro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a parir das 10 da noite.


Saiba o que é cultura de massa

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A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).

 

  • Sem apoio

O Movimento Negro do Município de Calçoene (Monemucal), que há 13 anos realiza atividades da cultura negra do Amapá.
Oficinas diversas, palestras, grupo infantil de Zimba, concurso do Mais Belço Negro e Mais Bela Negra, além de outros projetos.
Detalhe: O projeto nunca recebeu nenhum recurso público para realizar as atividades.

 

  • MPA

Projeto Musica Amapaense (MPA) está definindo agenda para acontecer até dezembro, no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano (Araxá).
É a valorização das músicas e artistas que cantam a nossa aldeia. Aguardem.

 

  • Cobrança

Os artistas que se apresentaram na programação da festa de São Tiago, em Mazagão Velho, estão cobrando os cachês dos shows.

 

  • Corrida

Sesc –AP vai realizar o 1º Circuito Sesc de Corridas, dia 9 de setembro, com saída, às 6 da manhã, em frente à escola (av: Jovino Dinoá – Beirol).
Inscrições pelo site www.sescamapa.com.br. São 5KM.

 

  • Amapá Jazz

Dias 18, 19 e 20 outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, o maior divulgador da música instrumental da Amazônia.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, a partir das 9 da noite.

 

  • Agenda

Cantor Mauro Cota e o maestro Manoel Cordeiro têm agenda marcada dia 7 de setembro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a parir das 10 da noite.
Participações especiais de Patrícia Bastos e Felipe Cordeiro.

 

  • Imperdível

Vá agendando aí. Dia 3 novembro tem show dos cantores Paulinho Pedra Azul e Eudes Fraga, no palco do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a parir das 10 da noite.


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, e o título foi publicado no Diário Oficial da União. Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • Fanfarra

A Secretaria de Juventude do Estado vai realizar o 1º Festival de Banda de Fanfarra do Amapá.
Bela iniciativa de valorização e resgate à nossa memória. Parabéns.

 

  • Repercussão

Já conquistou o mundo das redes sociais a música do cantor da nova geração, Leandro Sheike, lançada quinta (23), na Diário FM (90,9), no programa O Canto da Amazônia.
A canção “Sou do Norte”, é a primeira música gravada do cantor. Parabéns.

 

  • Destaque

Artista plástico Augusto Leite irá à Paris (França), em outubro, participar de uma exposição no Louvre, o maior museu de arte do mundo e monumento histórico.
Foi convidado por uma empresa conceituado da França. Parabéns.

 

  • Samba Verão

Escola de samba Piratas Estilizados vai realizar a 2ª edição do projeto Vem Pro Meu Samba Verão.
Dia 14 de setembro, na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho, a partir das 20h. Passistas e intérpretes do Rio de Janeiro estão confirmados.

 

  • Jazz na calçada

Neste sábado (25), tem a volta do projeto “Jazz na Calçada do Mestre Tiago, na av: Clodóvio Coelho, entre as ruas Hamilton Silva e Leopoldo Machado – Trem.
A partir das 17h.

 

  • Amapá Jazz

Dias 18, 19 e 20 outubro vai acontecer a 10ª edição do Amapá Jazz Festival, o maior divulgador da música instrumental da Amazônia.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, a partir das 9 da noite.

 

  • Agenda

Cantor Mauro Cota e o maestro Manoel Cordeiro têm agenda marcada dia 7 de setembro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a parir das 10 da noite.
Participações especiais de Patrícia Bastos e Felipe Cordeiro.

 

  • Imperdível

Vá agendando aí. Dia 3 novembro tem show dos cantores Paulinho Pedra Azul e Eudes Fraga, no palco do Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a parir das 10 da noite.


Nega Laura: “O Marabaixo faz parte da minha vida”

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Uma cabocla pérola negra, amapaense da gema que defende a bandeira da cultura do Marabaixo como a sua própria família, afinal, ela veio desse meio. Nasceu, cresceu e se educou ouvindo os “velsos bandaiados” (ladrões), as chamadas músicas e canções desse segmento, que é a maior e mais autêntica manifestação folclórica do povo tucuju, o Marabaixo. Se esfregando aos foliões e tropeçando em caixas espalhadas por toda a casa onde se tocava e se dançava esse ritmo trazido da mãe África pelos negros escravos para a construção da Fortaleza de Macapá.

Estamos falando de “Laura do Marabaixo”, uma descendente da família “Julião”, neta de Tia Biló e bisneta do mestre do Marabaixo, Julião Ramos, sendo sua avó a única filha viva do mestre. Laura era uma das tantas artistas anônimas, repleta de talento, que precisava estar sempre presente nesse segmento que também é seu. Hoje a sociedade conhece mais uma estrela do Marabaixo do Amapá.

“Nega Laura”, como também é conhecida, é uma artista completa, pois, além de dançar, tocar e compor as músicas, ela é cantadeira dos “ladrões” de Marabaixo. Seu cantar é forte, firme que ecoa pelos ares e ouvidos dos foliões, com os homens marcando e arrastando os pés e as mulheres girando e rodando as saias pelo salão. Quando Laura entoa o seu canto com as perguntas dos versos, todos respondem num só momento, bem alto, pra marcar mais um momento especial da noite de cantorias do Marabaixo.

Além dessas virtudes, Laura é integrante do Grupo de Dança Baraká, tocadora de tambor de Batuque, é palestrante desse segmento, ensina as crianças a dançar e tocar a caixa de Marabaixo, é fundadora e coordenadora do bloco Ancestrais (que realiza eventos voltados à cultura amapaense), militante do carnaval e de outros movimentos.
“Tenho orgulho de ser negra e de poder contribuir com o desenvolvimento cultural do meu estado, pois, o Marabaixo está no meu sangue, na minha alma, no meu coração e na minha vida”. Disse Laura.

 

  • Festival

Os cantores e compositores Chermont Júnior e seu filho Rodrigo Chermont, foram classificados na 33ª edição do Festival da Canção de Itacoatiara, marcado para acontecer nos dias 5, 6 e 7 de setembro.
As músicas dos amapaenses são: Do Sertão a Amazônia (Chermont Jr.) e Podre Poder (Rodrigo Chermont). Na cidade de Itacoatiara (AM). Boa sorte.

 

  • Luau

Dia 31 de agosto (sexta) marcará o início da segunda temporada do Luau Samaúma.
Na sede do Ministério Público, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 18 horas. Vários segmentos artísticos estão confirmados.

 

  • Destaque

Músico e compositor, Lolito do Bambolim, com mais de 80 anos, já está finalizando seu 1º disco (CD) de chorinho.
Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Jazz

A 10ª edição do Amapá Jazz Festival está agendada para acontecer em outubro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá).
A realização é do músico e produtor Finéias Nelluty.

 

  • É hoje

Nesta sexta (24), o Conselho Estadual de Cultura vai realizar o Seminário Memorial do Amapá – Sem Memória Não Há Futuro.
No Museu Sacaca (av: Feliciano Coelho – Trem), às 8h.

 

  • Fábrica Cultural

Em novembro vai acontecer o 1º Festival de Música no Meio do Mundo. Serão três semanas de evento, iniciando dia 15 de novembro.
A realização é do governo do estado, através da Secult.

 

  • Exposição

A exposição “Percepções” vai acontecer até o dia 20 de agosto a 19 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h.
Do artista piauiense Gabriel Archanjo.


Clic: Exposição fotográfica Minha Aldeia

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O Sesc Amapá promove, dia 24 de agosto (sexta), a partir das 19h, na unidade Sesc Centro (esquina da av: Mendonça Júnior com a rua Tiradentes – Centro), o lançamento da exposição “Minha Aldeia”, do artista visual Floriano Lima.

A exposição revela fotografias que mostram as belezas escondidas no estado do Amapá, com um novo olhar proporcionado através de suas lentes por meio de seu trabalho, onde o que está em evidencias são as nossas riquezas culturais. O artista Floriano Lima é um fotografo amapaense que faz registro do cotidiano de Macapá. Suas fotografias revelam sobre recortes da cidade em cenas simples às mais complexas de nossa cidade. Utilizando cores vibrantes, suas imagens se assemelham a uma pintura.

A exposição Minha Aldeia segue de 27 de agosto a 20 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h ás 11h e das 15 às 17h.

Autor de um acervo de imagens diversas sobre o Amapá, “Floripa” segue sua trilha de todos os dias palmilhando pedaço por pedaço desse chão, devotando tempo e prazer na colheita de novas e belas imagens fotográficas que revelam de maneira surpreendente as belezas naturais do Amapá, a vida urbana e o interior do Estado. Um compromisso fortalecido pelo amor a arte da fotografia e pela doce companhia de milhares de seguidores irremediavelmente apaixonados por sua vasta e bela obra. (www.sescamapa.com.br).

 

  • Dissertação

Dia 29 de agosto a dissertação de mestrado de ensino de história, da professora Joaciany do Carmo Nascimento da Paixão, será defendida na Universidade Federal (Unifap), às 9h.
O tema á “Os Ladrôes de Marabaixo: o Legado das Canções dos Descendentes de Escravos no Amapá. Música, Ensino e Aprendizagem Histórica”.

 

  • Exposição

A exposição “Percepções” está acontecendo desde o dia 20 de agosto a 19 de setembro, com visitações públicas de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 11h e das 15 às 17h.
Do artista piauiense Gabriel Archanjo.

 

  • “Bacabeira”

Título da música de Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes e Cléverson Baia, que vai embalar o projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9), em 2019.

 

  • Fotografia

Lançamento da exposição fotográfica “Minha Aldeia”, do fotógrafo amapaense Floriano Lima, no Sesc Centro, sexta (24), às 19h.
Vai acontecer de 27 de agosto a 20 de setembro, a partir das 9h. Na esquina da rua Tiradentes com a av: Mendonça Júnior – Centro.

 

  • Poemas

Prefeitura de Macapá lançou edital para o concurso de poemas do projeto Escolas de Leitores.
Serão poemas feitos por estudantes da rede municipal de ensino. A ideia é valorizar as produções escritas de pequenos escritores. Informações no portal da PMM. www.macapa.ap.gov.br.

 

  • Foi assim

Foi em Piratas Estilizados meu primeiro desfile em escola de samba, em 1975, como passista mirim, com 10 anos de idade. Quem tem história, conta.

 

  • Samba Verão

Piratas Estilizados vai realizar a 2ª edição do projeto Vem Pro Meu Samba Verão, dia 14 de setembro, na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho.
Atrações do carnaval carioca estão confirmadas.