O que é cultura?

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É comum dizermos que uma pessoa não possui cultura quando ela não tem contato com a leitura, artes, história, música, etc. Se compararmos um professor universitário com um indivíduo que não sabe ler nem escrever, a maior parte das pessoas chegaria à conclusão de que o professor é “cheio de cultura” e o outro, desprovido dela. Mas, afinal, o que é cultura?

A cultura é do povo e vem do povo para o povo. Ela não tem nome dono e nem sobrenome, é popular e é uma manifestação de um todo reunido em prol de mantê-la sempre viva e presente entre todos. É uma manifestação voluntária sem regras de comportamento, livre e capaz de envolver o mundo.

Para o senso comum, cultura possui um sentido de erudição, uma instrução vasta e variada adquirida por meio de diversos mecanismos, principalmente o estudo. Quantas vezes já ouvimos os jargões “O povo não tem cultura”, “O povo não sabe o que é boa música”, “O povo não tem educação”, etc.? De fato, esta é uma concepção arbitrária e equivocada a respeito do que realmente significa o termo “cultura”.

Não podemos dizer que um índio que não tem contato com livros, nem com música clássica, por exemplo, não possui cultura. Onde ficam seus costumes, tradições, sua língua?

O conceito de cultura é bastante complexo. Em uma visão antropológica, podemos o definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Essa rede engloba um conjunto de diversos aspectos, como crenças, valores, costumes, leis, moral, línguas, etc.

Nesse sentido, podemos chegar à conclusão de que é impossível que um indivíduo não tenha cultura, afinal, ninguém nasce e permanece fora de um contexto social, seja ele qual for. Também podemos dizer que considerar uma determinada cultura (a cultura ocidental, por exemplo) como um modelo a ser seguido por todos é uma visão extremamente etnocêntrica.

 

  • Lançamento

Nesta sexta (23) acontece o lançamento do livro, “Então, Foi Assim?” (os bastidores da criação da música brasileira – amapaense), na Praça Veiga Cabral, às 16h.

 

  • “Des-Concerto”

A agenda desta sexta (23), tem Des-Concerto, atrás do Teatro das Bacabeiras (estacionamento), às 18h, com participação dos artistas Heluana Quintas, Thais Oliveira, Colibris, Nitai Santana e Phernan.

 

  • Em Fortaleza

A cantora amapaense Patrícia Bastos faz show nesta sexta (23) e no domingo (25), em Fortaleza (CE), praia de Iracema – av: Pessoa anta, 287. Esse evento faz parte do projeto Caixa Cultural.

 

  • Arte da palavra

O Sesc-AP vai realizar o projeto Arte da Palavra, de 23 a 27 de setembro, das 18h às 22h, na sala de Audiovisual do Sesc Araxá.
As inscrições serão pelo site www.sescamapa.com.br e custarão 1 kg de alimento não perecível, por pessoa.

 

  • Choro e Samba

Chegou o final de semana e nesta sexta (23) tem o tradicional Choro e Samba, com o grupo Vou Vivendo e seu repertório de grandes sucessos da MPB.
No Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a partir de 21h. Com os artistas Humberto Moreira, Lindomar, Gabriel do Cavaco, Walcimam e Ruan.

 

  • Fecani

Mais uma vez o festivaleiro, Chermont Júnior, vai participar do Festival da Canção de Itacoatiata (AM), de 4 a 7 de setembro, com duas músicas classificadas, “Nhanderuvuçu” e “Declamo Aqui Minha Indignação”.
Ele já venceu esse festival em 2013 com a música, Festivaleiro Alma de Cantador. Boa sorte.

 

  • Pesquisa

O amapaense Joel Elias faz parte de um grupo de pesquisa, do curso de licenciatura em música, da Universidade Federal de Rondônia, que trabalha na elaboração de trilha sonora para cinema e peças teatrais. Parabéns.


Oneide Bastos: a rainha da música da Amazônia

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Uma cantora de voz aveludada e timbre perfeito que mora bem no meio da floresta verde esperança, com um jeito tucuju de gente da beira do rio, que tem um cantar que se confunde com as vozes dos pássaros cantadores que nos saúdam a cada amanhecer nos convidando para mais um dia de vida livre.

Oneide Bastos é amapaense da gema e faz questão de falar: “eu não tenho vergonha de dizer que sou amapaense e assumir minha identidade artística de caboca tucuju”. Oneide mergulhou na vida musical desde criança, nos festivais e bailes infantis já cantarolava as canções que eram sucesso no movimento da MPB. Ela passou por vários grupos musicais, corais(Vozes do Amapá) e outros. De 1977 a 1982 emprestou sua voz ao grupo Seomo, mas nunca deixou de participar de outros momentos. Em 1989 realizou um vôo mais alto em uma turnê pela Guiana Francesa.

Em 1992, Oneide Bastos gravou seu primeiro ensaio musical com parceiros paraenses no disco, em LP, intitulado “Tempero Regional”. Em 1994, surge seu primeiro disco, “Mururé”, gravado inicialmente em LP e depois prensado numa edição em CD. O disco recebeu inúmeros prêmios e elogios do público e da crítica, tendo merecido até um poema do escritor e poeta Luiz Alberto Costa Guedes, da Academia Amapaense de Letras. Em 1996 participou do 1º Especial de Música Popular da Amazônia, produzido pela Amazon Sat e Amapá FM. Em 1997, teve participação especial no show “As mulheres cantam o Amapá”, idealizado pelo produtor Luc iano Santos.

Oneide Bastos também foi intérprete dos grupos Trio da Terra, Sonora Brasil e do Projeto Água. Entre 1991 e 2002, foi uma das protagonistas do musical “Meu último tango”, onde contracenou com o bailarino de nível internacional, Agessandro Rego.

Em 2001, com o espetáculo “O show”, resgata e valoriza a música brasileira produzida entre 1930 e 2000.

O último disco de Oneide Bastos se chama “Quando Bate o Tambor”, em homenagem aos sons e ritmos da musicalidade amazônica.

 

  • Oscar 2020

São 12 filmes brasileiros inscritos para disputar uma vaga entre os indicados ao prêmio de Melhor Longa-Metragem Internacional (anteriormente Melhor Filme em Língua Estrangeira) da Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar 2020.
O anúncio do resultado da seleção será no dia 27 de agosto. (www.cultura.gov.br).

 

  • Quinta musical

Nesta quinta (22) tem um show especial, “D’Quinta Lilás – Alternativa”, de quadro vozes icônicas da música amapaense.
Lady Púrpura, Sandra Lima, Rafael Steffans e Nhara Lima. Na casa de shows Dona Antônia (av: General Gurjão – Centro), 22h. Informações: 99200-3533. A realização é de Inês Vale Ramos.

 

  • Sambando

Dia 31 (sábado) a cantora amapaense, Deize Pinheiro, vai soltar a voz no show “Por Todos os Sambas”, às 21h, na casa de shows Dona Antônia (av: General Gurjão – Centro). Informações: 98137-3130/98141-7486.

 

  • Em Fazendinha

É nesta quinta (22) o show do cantor Mauro Cota, em Fazendinha, no restaurante do Chefe Burico, às 20h.
Recordando os bregas de todos os tempos que marcaram gerações. Entrada franca.

 

  • Mister Black

Pela primeira vez será realizado em Macapá, o concurso de beleza negra Mister Black Amapá, com 23 jovens, no Teatro das Bacabeiras, às 21h.
O ganhador irá representar o estado num concurso nacional, em novembro, na Bahia. A realização do evento é do renomado produtor Ray Balieiro.

 

  • Curiosidades

Foi a Mangueira quem criou a Ala das Baianas no carnaval brasileiro, com as características atuais, com 125 baianas coordenadas por D. Neuma, no desfile das campeãs em 1970.

 

  • Raiz do Samba

Vem aí o Movimento Raiz do Samba, pela valorização do samba de raiz e pela história das belas obras de compositores imortais. Aguardem.


Conheça a história do Violão

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O violão é um instrumento de cordas, com uma caixa geralmente feita de madeira, que gera uma acústica facilitando a propagação do som. Em alguns países de língua espanhola ele é conhecido como guitarra. A história do violão nos remete há quase 2.000 A.C. Os atuais violonistas aceitam atualmente duas teorias:

O violão é um instrumento derivado do alaúde árabe, levado pelos mulçumanos para a península Ibérica e adaptando-se muito bem as atividades da corte; o violão derivou-se da “Cítar a romana”, tendo seu uso expandindo com a dominação do império romano.

No Brasil temos a introdução da viola (instrumento de 10 ou 5 cordas duplas) trazida pelos portugueses durante a colonização do país. Por certo tempo ainda houve uma confusão em relação aos termos viola /violão no país, hoje, porém a discrepância entre os dois instrumentos é notória.

A utilização do violão é umas das mais diversificadas, podendo ser utilizado tanto na música instrumental (orquestras), quanto em acompanhamento da voz (canções solo). Por um período da história o violão foi difamado devido a ser instrumento preferido dos boêmios e seresteiros, levando o título de “instrumento marginal”, “coisa de vagabundo”, no entanto esse fato já foi superado.

O país cultivou sua própria safra de violonistas, podendo citar entre eles: Clementino Lisboa – iniciou as apresentações de violão em público, apresentando o instrumento para a elite carioca; Joaquim Santos – fundado r da revista “O violão”; Aníbal Sardinha – precursor da bossa-nova. Podemos citar ainda, Jorge do Fusa, Américo Jacomino, Nicanor Teixeira, Egberto Gismonti.

A música brasileira para violão tem por base a pequena obra de Villa-Lobos (importante violonista nacional que teve até sua vida adaptada para o cinema), que conta basicamente com 12 estudos de violão. (Marcos Duarte – www.infoescola.com).

 

  • Fecani

Mais uma vez o festivaleiro, Chermont Júnior, vai participar do Festival da Canção de Itacoatiata (AM), de 4 a 7 de setembro, com duas músicas classificadas, “Nhanderuvuçu” e “Declamo Aqui Minha Indignação”.
Ele já venceu esse festival em 2013 com a música, Festivaleiro Alma de Cantador. Boa sorte.

 

  • Pesquisa

O amapaense Joel Elias faz parte de um grupo de pesquisa, do curso de licenciatura em música, da Universidade Federal de Rondônia, que trabalha na elaboração de trilha sonora para cinema e peças teatrais. Parabéns.

 

  • Fotografia

O Sesc-AP vai realizar a oficina de capacitação audiovisual, “Fototaxia – o Elo Perdido”, que será ministrada por Miguel Takao Chikaoka (PA). De 2 a 6 de Setembro, no Sesc Araxá, às 14h.
O objetivo é compartilhar práticas e abordagens do que constitui a gênese do processo fotográfico. Vagas limitadas. (www.sescamapa.com.br).

 

  • Destaque

Músico (baixista), compositor e produtor, Taronga, é um dos profissionais mais respeitados quando o assunto é música.
Artista há mais de 30 anos já gravou com vários cantores e grupos, além do intenso trabalho realizado na Banda Negro de Nós com 20 anos.

 

  • Alerta

Só um toque para os cantores que estão surgindo cheio de boas intenções. Não precisa tentar imitar seus ídolos.
Vocês têm talentos suficientes para criar o próprio estilo de cantar.

 

  • Decisão

Santos e Ypiranga decidem o campeonato amapaense de futebol profissional, em duas partidas. A primeira será no sábado (24), às 19h, no Estádio Zerão.

 

  • Raiz do Samba

Vem aí o Movimento Raiz do Samba, pela valorização do samba de raiz e pela história das belas obras de compositores imortais. Aguardem.


Conheça o Beija-Flor Brilho-de-Fogo

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O beija-flor-Brilho-de-Fogo (Topaza Pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor Brilho-de Fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica. Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda.

O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível. (pt.wikipedia.org).

 

  • Luau

Ministério Público e Prefeitura de Macapá renovaram parceria para a 3ª temporada do projeto Luau da Samaúma, que inicia já em setembro com o Luau da Primavera.
O Luau acontece desde 2017, sempre valorizando diversos segmentos da cultura artística amapaense, como a música, artesanato, dança, literatura, poesia, além da gastronomia tucuju, etc. As agendas vão acontecer uma vez por mês, nas sextas de lua cheia.

 

  • “Kalamazoo”

Nome do 1º clipe solo do maestro Manoel Cordeiro, em 52 anos de música e que faz parte do seu novo disco “Manoel Cordeiro Guitarriro Brasil”, que será lançado dia 5 de setembro, no Teatro Margarida Schivasappa (Belém/PA). Parabéns.

 

  • Confirmado

O lançamento do livro “Então, Foi Assim? Os bastidores da criação musical brasileira – amapaenses”, do escritor Ruy Godinho, está agendado para acontecer, sexta 23, na Praça Veiga Cabral, às 16h.
O autor destaca que a ideia para este volume veio a pedido do prefeito de Macapá, Clécio Luís.

 

  • Empreendedorismo

Neste sábado (17) vai rolar uma oficina de empreendedorismo e tecnologia a serviço da música, com o grupo Cerrado Novo (TO), no Sesc (rua Jovino Dinoá – Beirol), às 14h.
Vai rolar boas dicas aos artistas amapaenses que pretendem sobreviver no mecado com a própria arte. Mais informações pelo site www.sescamapa.com.br.

 

  • Raiz

Grupo Raízes do Bolão é o maior representante do Amapá quando o assunto é o ritmo do Batuque.
Esses meninos do Curiaú, liderado por Adelson Preto, dão um show de musicalidade e rítmica.

 

  • Destaque

Poetisa amapaense, Annie Carvalho, vem se destacando no cenário literário brasileiro com seus belos projetos poéticos.
Ela já conquistou concurso nacional e se prepara para lançar seu primeiro livro solo. Merece o destaque e o registro da coluna.

 

  • Saudade

Confesso que sinto falta daqueles belos sambas de raiz, dos bons tempos em que se valorizava a essência e a poesia.
Tudo bem que a nova geração cante os sambas mais atuais e da moda, mas não esqueçamos de como chegamos até aqui.


Saga da Amazônia

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O cantador e compositor brasileiro, Vital Farias, que nasceu no sítio Pedra D’Água, município de Taperoá, estado da Paraíba, expressa na canção Saga da Amazônia, todo seu sentimento de amor à Amazônia e conta para o mundo, através de música, o sofrimento daquele povo com o crime causado pelo homem sobre a natureza.

Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta, mata verde, céu azul, a mais imensa floresta, no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas e os rios puxando as águas.

Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores, os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores, sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir era: fauna, flora, frutos e flores. Toda mata tem caipora para a mata vigiar, veio caipora de fora para a mata definhar e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.

Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar, prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar: se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá. O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar? Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar, igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.

Mas o dragão continua a floresta devorar e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar? Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá, tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura. No lugar que havia mata, hoje há perseguição. Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão, castanheiro, seringueiro já viraram até peão, afora os que já morreram como ave-de-arribação. Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão: Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrange iro roubou seu lugar

Foi então que um violeiro chegando na região ficou tão penalizado que escreveu essa canção e talvez, desesperado com tanta devastação, pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção, com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração.
Aqui termina essa história para gente de valor, pra gente que tem memória, muita crença, muito amor, pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta, era uma vez uma floresta na Linha do Equador.

 

  • Banzeiro

O projeto Banzeiro do Brilho-de-Fogo foi convidado pela Prefeitura de Macapá e participará no desfile de 5 de setembro (Dia da Raça), na av: FAB.
Os ensaios iniciam nesta sexta (16), na Praça Floriano Peixoto, às 19h.

 

  • Oficina

Dias 22 e 23 de agosto, na escola de música Walquíria Lima, vai acontecer a oficina de música, “Onde o Choro Encontra o Marabaixo”, com orientação do renomado músico e professor, Paulo Flores. As inscrições podem ser feitas pelo site www.brasilinstrumental.com.

 

  • Bregaço

Nesta sexta (16) tem Bregaço-Aço de Raiz na casa de shows Dona Antônia (av: Gal. Gurjão – Centro), às 21h, com Rodolfo Santos e Bena, recordando os maiores sucessos do brega. Informações: 99200-3533/98409-0611.

 

  • “Nós e Os Nus”

Domingo (18) será a abertura da exposição fotográfica, “Nós e Os Nus II”, dos artistas Adson Rodrigues, Eude Rocha, Jopaquina Araújo, Glauber Khan e Erich Macias, com curadoria do fotógrafo e Paulo Gil.
Na Galeria de Artes da Fortaleza de São José, às 18h, com entrada franca. A exposição vai encerrar no dia 30 de agosto.

 

  • Adoniran

O sambista Adoniran Barbosa é tema de painel sobre transmídia no Festival de Cinema de Gramado.
O documentário sobre a identidade por trás do sambista “Meu Nome é João Rubinato”, estreia nos cinemas este semestre. Justa homenagem.

 

  • No Rodapé

Nesta sexta (16) tem show do cantor Nivito Guedes, no Boteco do Rodapé (esquina da rua Hildemar Maia com a av: Presidente Vargas – Santa Rita), às 21h.

 

  • Tia Biló

Mais uma agenda musical, nesta sexta (16), e é no Sankofa Eco Casa (Orla do Araxá), a partir das 20h, com a Banda Tia Biló do cantor e compositor, Ozy Rodrigues.


Patrimônio Arqueológico Brasileiro

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sReconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da União. Também são considerados sítios arqueológicos os locais onde se encontram vestígios positivos de ocupação humana, os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento, “estações” e “cerâmicos”, as grutas, lapas e abrigos sob rocha. Além das inscrições rupestres o u locais com sulcos de polimento, os sambaquis e outros vestígios de atividade humana.

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias. Todos os sítios arqueológicos têm proteção legal e quando são reconhecidos devem ser cadastrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA). Com a criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) o Iphan atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da gestão desse patrimônio, normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009. Cabe ao CNA, a elaboração de pol&iacut e;ticas e estratégias para a gestão do patrimônio arqueológico, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico), a autorização e a permissão para realização, acompanhamento e fiscalização de pesquisas arqueológicas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. O instrumento central para orientação dessas ações é o Plano Diretor Estratégico, que deve estabelecer a política nacional para o patrimônio arqueológico quanto à identificação, pesquisa, proteção, promoção e socialização, incluindo um modelo institucional de gestão e um p rograma de tombamento de bens de natureza arqueológica, dentre outras ações. (http://portal.iphan.gov.br).

 

  • Piratuba nas Escolas

Poetinha Osmar Júnior criou o projeto “Piratuba Ciranda nas Escolas”, com o objetivo de conscientizar os estudantes do estado sobre a preservação do meio ambiente, incluindo música, poesia e cultura. O projeto já percorreu os municípios de Ferreira Gomes, Porto Grande, Mazagão, Santana e agora está em Macapá. “Além do desafio político-social, nós temos o desafio cultural, de mostrar pra eles que eles tem algo pra construir, e que nós viemos até aqui, mas que eles tem que construir daqui pra frente”, disse Osmar.

 

  • Agenda aí

Dia 14 de setembro, 21h, tem Marabaixo estilizado com o Grupo Guá, na casa de shows Dona Antônia (Av: Gal. Gurjão – Centro) , numa noite exclusiva para a nossa cultura mãe, patrimônio cultura do Brasil. Informações: 99149-8653/98119-5784.

 

  • Coreografia

Vai rolar um festival de coreografias de Toada, dia 14 de setembro, na sede do império Solidariedade (Av: Marcílio Dias – Jesus de Nazaré), a partir das 20h.
A atração musical é com a Banda Canto Amazônico, com um repertório refinado das melhores toadas.

 

  • Destaque

Ele é conhecido como O Cantador da Amazônia, que tem no currículo musical mais de 30 anos de carreira cantando sua aldeia e sua gente. Registra muitas participações em festivais, composições, vários discos gravados, um estilo regional que é só seu e uma linguagem amazônica bem peculiar. Merece nosso destaque e nosso respeito.

 

  • Campeões

Os irmãos dançarinos do segmento da Toada, Paulo Santos e Luana Santos, são vencedores de vários concursos e festivais que participaram durante anos, como dupla e individual. Sempre os primeiros lugares por onde passavam. Donos de uma qualidade técnica refinada e de expressões que encantavam e contagiavam a quem os assistiam, os manos toadeiros deixaram marcado um legado de conquistas jamais ocupado, hoje, vivo somente na memória. Eternos campeões.

 

  • Samba

Sábado (17), às 21h, tem samba de qualidade no projeto “Pagode do Josimar”, na casa de shows Beija Flor Festas & Eventos, na rua Hamilton Silva, entre as avs: 13 de Setembro e Felipe Camarão – Beirol.
Atrações: Charlinho, Marcos Pago 10 e Josimar (aniversariante do dia).

 

  • Jovem talento

Cantor e compositor amapaense da nova geração, Nitai Santana, já vem se destacando no cenário musical amazônico, cantando e tocando violão.
O jovem talento está com repertório próprio que faz parte de seu 1º disco (CD), já em processo de gravação. Parabéns.


Para onde vai o carnaval amapaense?

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Depois da empolgação trazida pelos carnavais da segunda metade da década de 1990 e de grande parte da década de 2000, a década de 2010 está conseguindo consumir todas as conquistas acumuladas desde os primórdios dos desfiles das escolas de samba na Praça Barão, depois na Avenida FAB e no Sambódromo.

No carnaval dos quatro últimos anos não só o Sambódromo ficou em silêncio e sem o desfile das escolas de samba. Também as comissões de frente, mestres-salas e porta-bandeiras deixaram de evoluir, os carros alegóricos não saíram dos barracões, a rainha de bateria não se apresentou e as próprias baterias calaram e não permitiram que os enredos fossem desenvolvidos e os intérpretes pudessem cantar a todo fôlego.

Os brincantes não desfilaram e os torcedores não torceram. As equipes de apoio não apoiaram e os ambulantes não venderam. A imprensa não registrou, os espectadores ficaram em casa, mas todos se perguntando: para onde vai o carnaval amapaense?

O carnaval do Amapá que chegou a ser classificado como o mais importante da Amazônia, e um dos mais qualificados do Brasil encolheu, murchou e só não desapareceu completamente porque o calendário não permite e por ter, os foliões, ido atrás de alternativas e inventado o carnaval de Santana e mantido o carnaval de blocos, embora sem maiores pretensões a não ser brincar o carnaval. Não faz tempo que a pista da Avenida Ivaldo Veras era disputada por muitos e, pelo menos 40 mil pessoas participavam, diretamente, do carnaval amapaense e movimentavam valores que eram significantes para os grandes, médios e pequenos empresários e para aqueles que exerciam a atividade comercial apenas no período do carnaval – os ambulantes. Além desses as costureiras e costureiros, os coreógrafos e tantos outros profissionais participavam do projeto carnaval, impulsionando a economia, a cultura e dando oportunidade para os lazeres particulares.

Nos últimos quatro anos a criatividade dos carnavalescos do Estado do Amapá foi congelada por um grupo que está tendo dificuldades para justificar a interrupção, a falta de compreensão da realidade e, principalmente, deixando de reconhecer a capacidade criativa daqueles que poderiam estar comandando o carnaval no Amapá e se deixaram dominar por aqueles que nunca vão interpretar o carnaval como uma festa do povo e sim como uma janela para mostrar seu egoísmo, vaidades e seus sonhos.

Mas a situação tem muito a ver com a interpretação da realidade de parte daqueles que assumiram a responsabilidade pela gestão dos interesses da população. Não é possível que não haja a percepção da importância do evento que no resto do Brasil só cresce e o setor público não tenha interesse em colocar-se parte do ambiente favorável para proporcionar oportunidade de festa para um povo que está desaprendendo a comemorar suas próprias conquistas.

Colocar a desculpa na crise é desconhecer a capacidade de superação de uma população que precisa apenas de oportunidades. Não dá para aceitar a punição da população só porque ela reclama dos serviços de saúde pública, de educação pública e da segurança pública.

Confundir essas coisas é encomendar a tristeza para os mais carentes, aqueles que não têm voz, mas que tem a maior dependência das decisões dos governantes.

O carnaval amapaense pode ficar reduzido à A Banda, aos poucos blocos e às muitas reclamações daqueles que querem apenas um motivo para ver que podem ser iguais aos outros e que crises se vence com alegria, competência e compromisso, não com abandono, descaso ou desculpa. (Rodolfo Juarez).

 

  • Dúvidas

A falta de atitudes e ações das escolas de samba e Liesap deixam dúvidas e interrogações a respeito da realização de mais um carnaval sem as escolas de samba no sambódromo, pelo quinto ano seguido, 2016/2017/2018/2019 e 2020.

 

  • Nova direção

A nova presidência da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesap), eleita recentemente, ainda não se manifestou, oficialmente, sobre o calendário de eventos da instituição e não informa se está havendo reuniões com as escolas.

 

  • Projeto

Recentemente tomamos conhecimento por vídeo (whatsap), que a presidente da Liesap, Lizete Jardim, acompanhada de alguns dirigentes de escolas de samba, entregou ao governador Waldez Góes (durante um evento), o projeto do carnaval 2020.
Ficaria bem mais elegante, organizado e planejado, se a Liesap e escolas, agendassem um encontro exclusivo com o gestor estadual, como sempre aconteceu, e apresentassem oficialmente o projeto.

 

  • Festival

Chegando a informação que a Unifap vai realizar um festival de música, em dezembro, para melhor valorizar os artistas tucujus do segmento da música (compositores, músicos, cantores, produtores, etc). Bravo.

 

  • Vice

Bailarina e professora de dança, Cleide Façanha, é a nova vice-presidente do Conselho Estadual de Política Cultura-AP.
Ela foi reeleita, no último pleito, como Conselheira da cadeira da dança, agora também como a segunda pessoa do CEPC. Tem competência pra exercer a função. Parabéns.

 

  • Instrumental

Nesta quarta (14) tem o show “Amazônia Instrumental” na programação do projeto Sesc Amazônia das Artes, no salão de eventos do Sesc Araxá, às 20h. a entrada vale 1 kg de alimento não perecível.

 

  • É hoje

Nesta quarta (14) tem o espetáculo teatral, “Lugar da Chuva”, no Teatro das Bacabeiras, às 20h30 – um mergulho poético na Amazônia amapaense. Entrada franca.


O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar

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Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os mora dores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.

O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.

Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.

Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.

 

  • Videoclipe

Cantor paraense, Juca Culatra, lança seu novo Videoclipe “Caçador de Likes”, que tem a parceria da cantora e compositora paraense, Thais Badu e do compositor e cantor manauara, Marcelo Nakamura. O clipe pode ser assistido no canal do artista, no youtube.

 

  • Convidado

Cantor e compositor amapaense, Finéias Neluty, foi convidado pelo prefeito de Kourou, François Ringuet, para abrir o show da Banda Kassav (considerada a melhor manda musical de Zouk e Cacicó do mundo).
O evento vai acontecer no dia 18 de agosto, em Kourou. Parabéns.

 

  • Teatro

O espetáculo teatral “Lugar da Chuva” será apresentado na quarta (14), no Teatro das Bacabeiras, às 20h. Entrada franca.

 

  • Samba

No sábado (17) tem samba no projeto “Tardezinha Roda de Samba”, com os artistas Zeca Mazagão, Vitinho Oliveira e Júnior Madureira, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, às 17h.

 

  • Novidade

Cantor e compositor Rambolde Campos anuncia que está gravando seu novo disco e que vem novidades por aí. E nós já estamos aguardando ansiosos.

 

  • Raiz

Sambistas se organizando para a criação do Movimento Raiz do Samba, que logo terá o primeiro encontro e o seu batizado.

 

  • História

A palavra carnaval é ori ginária do latim, “carnis levale”, cujo significado é ‘retirar a carne’. Está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos.
Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã. (https://brasilescola.uol.com.br).


História do carnaval e suas origens

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O carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira, nem tampouco realizado apenas neste país. A História do Carnaval remonta à antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.

A palavra carnaval é originária do latim, “carnis levale”, cujo significado é “retirar a carne”. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã. Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono. O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter de subversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os ho mens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica. (www.brasilescola.uol.com.br).

 

 

  • Show

Ontem teve o show “Nossa Tribo” com as cantoras Brenda Melo, Nani Rodrigues Mayara Braga e Loren Cavalcante, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, às 21h.

 

  • Black

Dia 22 de agosto vai acontecer, pela primeira vez, o concurso Black Amapá, no Teatro das Bacabeiras, às 21h.
São 23 candidatos negros na disputa. A realização é do premiado produtor Ray Balieiro.

 

  • Museus

Estão abertas as inscrições para a 13ª Primavera de Museus, até o dia 25 de agosto. É a temporada nacional de eventos coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus.
O evento está agendado para acontecer de 23 a 29 de setembro e é voltado para museus, instituições de memória, espaços e centros culturais brasileiros. (www.cultura.gov.br).

 

  • Poluição

Muitas residências, em Macapá, alugadas para menores de idade (jovens e adolescentes) realizarem festas, mas sem controle de horário e do volume da sonorização. Isso vem incomodando a vizinhança e poluindo o meio ambiente.
Se autorização para funcionamento desses espaços, os órgãos responsáveis precisam proibir esses crimes ambientais.

 

  • Carnaval

Saiu a ordem de apresentação dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro 2020.
Dia 23/2 : Estácio de Sá, Viradouro, Mangueira, Paraíso do Tuiuti, Grande Rio, União da Ilha e Portela. Dia 24/2: São Clemente, Vila Isabel, Salgueiro, Unidos da Tijuca, Mocidade e Beija Flor.

 

  • Enredo

A escola de samba carioca campeã do grupo especial no carnaval 2019, Mangueira, anunciou seu enredo para 2020: “A Verdade Vos Fará Livre”.

 

  • Novidade

Banda Negro de Nós está gravando seu novo disco pra homenagear os 20 anos de sucesso, que o grupo está completando em 2019.


Samba aposta na fusão de ritmos

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Nascido no início do século 20 nas casas de baianas que se mudaram para o Rio de Janeiro, como a lendária Tia Ciata, o samba ganhou o mundo. Um dos ritmos mais populares do Brasil, conquistou gerações de fãs e extrapolou as próprias fronteiras, fundindo-se com estilos tão diversos quanto o jazz, o funk, o soul, o rock, o pop e até mesmo a música eletrônica.

A mundialmente famosa bossa nova, com seu balanço, surgiu nos anos 50, com raízes no samba e influência do jazz. Porém, foi com o som instrumental conhecido como samba jazz ou jazz samba que a fusão se aprofundou. De um lado, a batida cheia de suingue, e de outro, improvisos e harmonias jazzísticos. Moacyr Silva, Sérgio Mendes, J.T.Meirelles, Edison Machado, Dom Um Romão, Zimbo Trio, João Donato e Milton Banana Trio deram vid a a essa escola. Com a explosão da bossa e a imigração de muitos músicos brasileiros para os Estados Unidos, o samba jazz ganhou adeptos na terra do Tio Sam, como o guitarrista Charlie Byrd e o saxofonista Stan Getz, que flertaram com o estilo.

Para o sambista e compositor carioca Nei Lopes, as fusões são positivas quando acontecem de forma espontânea. “No caso do samba e do jazz, há uma grande familiaridade. São músicas irmãs, que compartilham origens comuns, como ocorre também entre o samba e a música afro-cubana”, destaca. (www.cultura .gov.br).

 

  • O Inferno é Aqui

Os demônios foram parar nas páginas do livro “O Inferno é Aqui”, do escritor, cineasta e publicitário André Schuck, publicado no Brasil pela Editora Coerência.
O enredo desta perturbadora história gira em torno de um psicopata que convive com demônios. Ele e sua esposa sequestram uma garota que acreditam ser a reencarnação da filha que perderam ainda na gravidez, devido ao abuso de drogas. (www.lcagencia.com.br).

 

  • Bregaço-Aço

Na sexta (9) vai rolar o “Bregaço-Aço de Raiz”, em homenagem aos dias dos pais, na casa de eventos Dona Antônia (av: Gal. Gurjão – Centro), a partir das 22h, com Mauro Cotta e Batan. Informações: 99200-3533.

 

  • Clássicos do Samba

Sambista Jorginho do Cavaco está preparando a segunda edição do show “Jorginho do Cavaco Canta Clássicos do Samba”, ainda sem data definida.
Será uma bela homenagem aos grandes compositores brasileiros do samba de raiz.

 

  • Oscar

Inscrições abertas, até 16 de agosto, para a seleção de filmes brasileiros candidatos ao Oscar 2020. As inscrições deverão ser feitas por meio do formulário disponível no portal oscar.cultura.gov.br. maiores informações no site www.cultura.gov.br.

 

  • Direito

Prorrogado, até 15 de setembro, o prazo para consulta pública sobre a necessidade de se reformar a Lei de Direitos Autorais no Brasil.
É o primeiro passo para a construção de um anteprojeto de lei para a LDA com a formulação de uma política pública destinada ao setor, incluindo a participação da sociedade civil. (www.cultura.gov.br).

 

  • Patrimônio

O Dia do Patrimônio Cultural é celebrado em 17 de agosto em homenagem ao nascimento do primeiro presidente do Instituto do Iphan: Rodrigo Melo Franco de Andrade.

 

  • Destaque

A porta bandeira amapaense, Alessandra Azevedo, vai realizar a 3ª edição do Encontro de Casais de Mestre Sala e Porta Bandeira no Meio do Mundo e o 1º Prêmio Maria Lina & Falconeri, de 5 a 7 de setembro, com participação de renomados artistas brasileiros, desse quesito e intérpretes. Parabéns.