Patrimônio Arqueológico Brasileiro

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Reconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da União. Também são considerados sítios arqueológicos os locais onde se encontram vestígios positivos de ocupação humana, os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento, “estações” e “cerâmicos”, as grutas, lapas e abrigos sob rocha. Além das inscrições rupestres ou locais com sulcos de polimento, os sambaquis e outros vestí gios de atividade humana.

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias. Todos os sítios arqueológicos têm proteção legal e quando são reconhecidos devem ser cadastrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA). Com a criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) o Iphan atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da gestão desse patrimônio, normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009. Cabe ao CNA, a elaboração de políticas e estratégias para a gestão do patrimôni o arqueológico, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico), a autorização e a permissão para realização, acompanhamento e fiscalização de pesquisas arqueológicas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. O instrumento central para orientação dessas ações é o Plano Diretor Estratégico, que deve estabelecer a política nacional para o patrimônio arqueológico quanto à identificação, pesquisa, proteção, promoção e socialização, incluindo um modelo institucional de gestão e um p rograma de tombamento de bens de natureza arqueológica, dentre outras ações. (http://portal.iphan.gov.br).

 

  • Sarau

Projeto Zimba Cultura apresenta o sarau Pretas Suzys, neste sábado (28), no Barracão Tia Zefa, na rua Piauí – 110 – Pacoval, às 14h.

 

  • Maracatu

Dia 18 de agosto Maracatu da Favela vai lançar seu projeto do carnaval 2019, com o show “Maracatu Sou Mais Você”, trazendo o sambista carioca Ranjel.
Quadra da escola, na av: Padre Júlio – Santa Rita.

 

  • Pavulagem

Ronaldo Silva e Júnior Soares, do projeto Arraial do Pavulagem, me presentearam com o novo disco (CD) do Arraial do Pavulagem “Caeté Camará”. Obrigado.

 

  • “Realeza”

Título no novo disco dos paraenses Allan Carvalho e Ronaldo Silva, “Realeza do Guamá”.
Projeto de cultura popular.

 

  • Destaque

O repórter fotográfico paraense, Ray Nonato, com 27 anos de profissão é um dos profissionais mais respeitados no cenário amazônico.
Tem contrato com a Agência Globo (RJ), Jornal O Liberal (PA) e outros veículos de comunicação da região. Merece o destaque e registro da coluna.

 

  • Estação Lunar

Na quinta (2) tem a última edição do Estação Lunar encerrando o Macapá Verão 2018, no balneário de Fazendinha, às 19h.
Atrações: Banda Barrecos Land (instrumental), Beto 7 Cordas (guitarrada), Rambolde Campos, Finéias Nelluty, Marabaixo da Favela, Osmar Júnior, Yes Banana e Negro de Nós.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data. Aguardem.


O sabor do cancioneiro tucuju

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São muitos os estilos e sabores das composições musicais, produzidas no Amapá, que retratam em seus sons e ritmos o que de mais belo existe nesse estado ao norte do Brasil, que faz fronteira com a Guiana Francesa e às margens do maior rio do mundo, o Amazonas. Mas a temática é a mesma, o Amapá.

A linguagem da musicalidade tucuju, nas letras e melodias, são características verdadeiras de quem vive em um lugar com riquezas regionais espetaculares e verdadeiras, no meio da floresta amazônica e com uma matéria prima abundante e satisfatória.

O sabor das canções que cantam as coisas existentes no Amapá é degustado e aprovado pelos maiores e mais exigentes críticos da música brasileira, que já ouviram a beleza do cancioneiro tucuju. Produtores, músicos, compositores letristas, cantores e diretores brasileiros (de bom gosto), já provaram desse tempero musical regional, de um povo privilegiado que tem o seu lugar destacado em belas canções.

Os rios, povo, costumes, tradição, cultura, floresta e lugares existentes no Amapá são exaltados com sensibilidade por quem olha para cada peculiaridade e vê o que há de mais valor na alma e no coração do povo que mora nesse caldeirão cultural. Cada uma das pessoas é parte fundamental desse belo e natural cenário cultural amazônico.

Temperar as canções amapaenses com boa letra, melodia, ritmo forte, poesia, ouvir os sons das caixas de mar-a-baixo, batucar os tambores de um lugar e de um povo, é privilégio de poucos que conseguem provar do sabor do cancioneiro tucuju. Pra completar o cardápio, uma boa pitada da voz dos cantadores que fazem ecoar pelo mundo o som que o Amapá produz.

 

  • Parabéns

Todas as felicitações para o aniversariante do mês que completou 91 anos de muita vida, nesta semana.
Salve mestre da música Nonato Leal.

 

  • “Bacabeira”

Título da música composta por Enrico Di Miceli, Cléverson Baia e Joãozinho Gomes, já gravada pelo grupo Senzala e outros cantores.
Agora por Enrico Di Miceli e Nilson Chaves, que vai embalar o projeto dos 10 anos de criação do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM).

 

  • Showzaço

Toda quinta de julho, em Fazendinha, está acontecendo o projeto Estação Lunar, como parte da programação do Macapá Verão.
São shows de artistas que cantam nossa aldeia, com nossa linguagem amazônica de ser. Parabéns.

 

  • “Amor Por Macapá”

Nome da nova música da cantora e compositora Sandra Lima e do ator Jô Sales.
Mais uma declaração de amor pela cidade de Macapá. Parabéns.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data, e eu também (rs).

 

  • Clipe

Cantora e compositora amapaense, Brenda Zeni, está lançando nas redes sociais seu novo clipe musical “Dublar”.

 

  • Lançamento

Escola de samba Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019.
Show “Maracatu, Sou Mais Você!”, com o sambista Rangel (diretamente do rio de Janeiro), dia 18 de agosto na quadra da escola, na rua Padre Júlio – Santa Rita, a partir das 20h.


América do Sul conhece corredor cultural da Avenida Paulista

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Antes do início da cerimônia de lançamento do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, apresentou nesta segunda-feira (23), pela manhã, a representantes de sete países da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai) alguns dos principais pontos de cultura da Avenida Paulista, que farão parte da programação cultural do MicBR, em novembro.

O grupo visitou primeiro a Casa das Rosas, casarão dedicado a apresentações culturais de literatura e poesia, onde foi recebido por Marcelo Tapia, diretor da Rede de Museus Casa (composto também pela Casa Guilherme de Almeida e pela Casa Mario de Andrade) e pelo coordenador de programação cultural David Moreira.

“Recebemos cerca de 150 mil visitantes por ano, e a quantidade de público é cada vez maior”, disse Tapia. Ele explica que a Casa das Rosas é uma construção de 1935, época em que a Avenida Paulista era composta apenas por mansões. O local abrigará, durante o MicBR, um encontro dos 19 museus de São Paulo, que terão stands com parte de suas exposições no belo jardim da Casa. Atualmente a Casa das Rosas abriga duas exposições, uma permanente sobre Haroldo de Campos, e uma temporária, do poeta Guilherme Mansur.

Em seguida, o grupo visitou o Itaú Cultural – instituto de pesquisa, mapeamento, incentivo e proteção de conteúdo cultural do banco privado Itaú – e se encantou com a exposição de móveis do arquiteto Sérgio Rodrigues. “É muito importante esta iniciativa do Brasil. Tenho certeza que fortaleceremos a parceria entre nós, países sul-americanos”, disse Andres Zenega Alvarez, analista de Gestão, Criação e Promoção Cultural e subsecretário de Empreendimentos, Artes e Inovação do Equador. Participaram ainda do passeio: Nelson Gonzales Zalazar, diretor de Economia da Cultura da Secretaria Nacional de Cultura (Paraguai); Sofia Lobos Araya, secretária-executiva do Comite Interministerial de Fomento e Economia do Ministério da Cultura (Chile); Máximo Jacoby, diretor nacional de economia criativa de Buenos Aires (Argentina); Lina Ruiz Montanes, do Grupo de Empreendimento Cultural do Ministério da Cultura, e Natália Avila Guevara, do departamento de Assuntos Internacionais e Cooperação do Ministério da Cultura (Colômbia); Andres Zenega Alvarez, analista de Gestão, Criação e Promoção Cultural e subsecretário de Empreendimentos, Artes e Inovação (Equador); Jair Perez, coordenador de Gestão de Políticas e Articulação Territorial (Peru); e Rodrigo Marquez, Coordenador Nacional e Internacional de Indústrias Criativas (Uruguai). (http://www.cultura.gov.br/)

 

  • “Luz”

Título do livro da Banda Placa, que conta a trajetória dos 35 anos de história do projeto criado pelos irmãos Álvaro Gomes e Carlitão.
O lançamento está agendado para antes do fim deste ano.

 

  • Estação Lunar

Na quinta, 26, o projeto Estação Lunar vai receber mais seis shows regionais, no balneário de Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações: Zé Miguel, Sabrina Zahara, Cássio Pontes, Banda Suite Popular, Oneide Bastos e Arraial do Pavulagem.

 

  • “Bloco dos Máscaras”

Nome de mais um projeto da Banda Placa marcado para acontecer dia 29 (domingo) na comunidade de Mazagão Velho.
Vai sair em arrastão pelas ruas da vila.

 

  • Nacional

Está confirmado para acontecer em Macapá o Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, dias 17, 18 e 19 de agosto. Local a confirmar.

 

  • Confirmado

Escola de samba Maracatu da Favela confirmou o show do sambista carioca Rangel, dia 18 de agosto, na quadra da verde rosa (av: Padre Júlio – Santa Rita).
Na oportunidade será apresentado o projeto do carnaval 2019.

 

  • Prêmio

Cantora Lia Sophia foi indicada a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, com seu último disco “Não Me Provoca”. Parabéns.
A solenidade de entrega será no dia 15 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h.

 

  • Novos talentos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) já está trabalhando no projeto de um festival de música regional (linguagem amazônica).
O objetivo é a descobertas de novos artistas: compositores (música e letra), arranjadores, músicos etc. É a valorização da cultura amazônica amapaense.


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo< span class=”apple-converted-space”> Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões.

Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • “Luz”

Título do livro da Banda Placa, que conta a trajetória dos 35 anos de história do projeto criado pelos irmãos Álvaro Gomes e Carlitão.
O lançamento está agendado para antes do fim deste ano.

 

  • Estação Lunar

Na quinta, 26, o projeto Estação Lunar vai receber mais seis shows regionais, no balneário de Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações: Zé Miguel, Sabrina Zahara, Cássio Pontes, Banda Suite Popular, Oneide Bastos e Arraial do Pavulagem.

 

  • “Bloco dos Máscaras”

Nome de mais um projeto da Banda Placa marcado para acontecer dia 29 (domingo) na comunidade de Mazagão Velho.
Vai sair em arrastão pelas ruas da vila.

 

  • Nacional

Está confirmado para acontecer em Macapá o Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, dias 17, 18 e 19 de agosto. Local a confirmar.

 

  • Confirmado

Escola de samba Maracatu da Favela confirmou o show do sambista carioca Rangel, dia 18 de agosto, na quadra da verde rosa (av: Padre Júlio – Santa Rita).
Na oportunidade será apresentado o projeto do carnaval 2019.

 

  • Prêmio

Cantora Lia Sophia foi indicada a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, com seu último disco “Não Me Provoca”. Parabéns.
A solenidade de entrega será no dia 15 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h.

 

  • Novos talentos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) já está trabalhando no projeto de um festival de música regional (linguagem amazônica).
O objetivo é a descobertas de novos artistas: compositores (música e letra), arranjadores, músicos etc. É a valorização da cultura amazônica amapaense.


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • Jovem Guarda

Nesta sexta (20), a casa de shows Dona Antônia vai apresentar A Noite da Jovem Guarda, com a banda Don Juan’s.
Av: Gal. Gurjão – Centro, ao lado do Teatro das Bacabeiras, às 21h. Boa pedida.

 

  • É hoje

Samba e Chorinho no palco do Norte das Águas, nesta sexta (20), a partir das 20h. Artistas: Lolito do Bandolim, Humberto Moreira e Beto 7 Cordas. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá.

 

  • Musa

Dia 29 de julho vai acontecer o tradicional concurso Musa Verão, no balneário de Fazendinha.
Como parte da programação do Macapá Verão 2018.

 

  • Sucesso

O projeto musical Estação Lunar, que acontece toda quinta de julho em Fazendinha (durante o Macapá Verão) é sucesso garantido de público.
Cerca de 6 shows a cada noite, sempre iniciando, às 19h. É a valorização da música e do artista regional tucuju.

 

  • Aprovado

O povo amapaense aprovou a música Jeito Tucuju gravada no ritmo do samba, pelo cantor e compositor carioca, Rangel.
Segunda (16), na Lapa (RJ), ele gravou ao vivo seu novo disco (CD), incluindo Jeito Tucuju (hino cultural do Amapá). Obrigado.

 

  • Cinema

O Ministério da Cultura, por meio da Agência Nacional do Cinema, lançou a Chamada Pública Fluxo Contínuo Produção para Cinema 2018.
SãoR$ 150 milhões projetos de longas-metragens de ficção, documentário e animação apresentados por produtoras brasileiras e distribuidoras brasileiras independentes. (www.cultura.gov.br).

 

  • Estação Lunar

Na quinta (26) tem mais Estação Lunar no balneário de Fazendinha, a partir das 7 da noite, com artistas regionais cantando nossa aldeia.
Atrações: Marrecos Land, Sabrina Zahara, Cássio Pontes, Banda Suíte Popular, Oneide Bastos, Arraial do Pavulagem e Zé Miguel.


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.
Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro gravou o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

  • Jeito Tucuju

Música de Joãozinho Gomes e Val Milhomem, agora gravada no ritmo de samba pelo sambista carioca Ranjel, em show na Lapa (segunda 16).

 

  • É hoje

Nesta quinta (19) tem mais uma edição do projeto Estação Lunar, no balneário de Fazendinha, a partir das 19, com 9 shows. Faz parte da programação do Macapá Verão.
Atrações: Nani Rogrigues e Loren Cavalcante; Nonato Santos, Cley Luna, Álvaro Gomes; Helder Brandão e Beto Oscar; Grupo Tia Sinhá; Marabarista Flor, Patrícia Bastos e Mauro Cota.

 

  • Prêmio

Cantora Lia Sophia foi indicada a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, com seu último disco “Não Me Provoca”. Parabéns. A solenidade de entrega será no dia 15 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h.

 

  • Carnaval

Saiu a ordem de desfile das 14 escolas de samba do Rio de Janeiro, do grupo especial, para o carnaval 2019. Dia 3 de março (domingo): Império Serrano; Viradouro; Grande Rio, Salgueiro; Beija-Flor; Imperatriz e Unidos da Tijuca. Dia 4 de março (segunda): São Clemente; Vila Isabel, Portela; União da Ilha; Paraíso do Tuiuti; Mangueira e Mocidade Independente.

 

  • Coletânea

Escola de samba Piratas da Batucada vai lançar uma coletânea (CD) com os melhores sambas da escola.
Informação repassada pelo presidente Marcelo Zona Sul.

 

  • Aniversário

Galeria de Arte Samaúma vai comemorar cinco anos de criação, na sexta (20), e preparou uma programação para comemorar a data, a partir das 19h.
No Complexo Marlindo Serrano – Araxá, em sua sede.

 

  • Instrumental

Nesta quinta (18) tem música instrumental de qualidade no palco do Norte das Águas, a partir das 9 da noite.
Quarteto Amazon Music e convidados. Recomendo.


A política de Edital valoriza o artista anônimo?

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Nessas minhas andanças por muitas paragens e lugares, sempre encontro uns artistas anônimos possuidores de puro talento, mas que ainda não ganharam os aplausos merecidos. Porque será?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc. Mas como podemos enxergar aqueles fantásticos jovens que não aparecem e constroem artes maravilhosas? O que falta para que o talento desses seres seja notado, conhecido e valorizado? Geralmente nos deparamos com os artistas atuando em algum lugar, mas nada de novo nos é apresentado, pois as obras desses chamados “medalhões” já são de conhecimento público, mas as dos muitos artistas, digamos escondidos, esses não conhecemos e nunca os vimos em atuação.

Será que eles não querem aparecer, se tornarem conhecidos, ou as ações é que não chegam até eles? Já ouvi que muitos que até querem ser vistos, mas a condição para isso não lhes é favorável, pois para que eles participem de eventos, shows, atividades, contratações, etc, tem que ser crivados pela política do “Edital”. Esse exige demais e eles jamais passarão pelo crivo, já que é preciso e necessário que eles tenham um trabalho já conceituado para se inscreverem. A famosa experiência. Mas sem a oportunidade de poder mostrar o seu trabalho, como esses jovens talentos anônimos poderão ter suas artes notadas? É preciso fazer com que as ações públicas cheguem até esses jovens artistas anônimos brasileiros, para que ele s tenham oportunidades e mais tarde sejam incluídos e valorizados na política de Edital.

 

  • Edital

A Fundação de Artes abriu inscrições para o edital Paralelos Artes Visuais Funarte. O processo seletivo vai gerar cadastro reserva de projetos e programas, para realização nas galerias e espaços da entidade nas cidades de Brasília (DF), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).
Válido para todo o Brasil, o prazo de inscrições termina no dia 16 de agosto. (www.cultura.gov.br).

 

  • Incentivo

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura vai realizar até quinta (19), em Brasília, sua 279ª reunião ordinária. Em pauta, 97 projetos culturais pela Lei Rouanet. Os projetos pertencem às seguintes áreas: artes cênicas (22), artes visuais (11), audiovisual (7), humanidades (19), música (28), e patrimônio cultural (10). (www.cultura.gov.br).

 

  • Atração

Cantor e compositor paraense, Mauro Cota, vai encerrar o projeto Estação Lunar de quinta (19), em Fazendinha.
O artista é um dos ícones do ritmo brega nortista no país. Imperdível.

 

  • Instrumental

Quinta (18) tem música instrumental de qualidade no palco do Norte das Águas, a partir das 9 da noite.
Quarteto Amazon Music e convidados. Recomendo.

 

  • Até hoje

Inscrições abertas até esta quarta (18), para o tradicional concurso Musa Verão, marcado para acontecer dia 29 de julho, em Fazendinha.
No Macapatur, na av: Rio Vila Nova – Centro, das 8h às 16h.

 

  • Valorização

Os artistas que estão se apresentando no Macapá Verão estão se sentindo valorizados e respeitados.
Recebem seus cachês logo depois de cada apresentação.

 

  • Carnaval

O Salgueiro manteve a liderança do Ranking Liesa no carnaval brasileiro (2014-2018), totalizando 64 pontos, 2 a mais que a Portela, que passou para a 2ª colocação, com 62 pontos.
Salgueiro vai para o carnaval 2019 com o enredo, “Xangô”, do carnavalesco Alex de Souza.


Saiba o que é cultura de massa

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A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).

 

  • Revista

Chegou a edição de julho da Revista Diário, já nas bancas, com a manchete de capa: Operação Eclésia – Seis anos de investigações, denúncias e processos, mas apenas 5 presos e muito dinheiro desviado da Assembleia Legislativa a recuperar (www.revistadiario.com.br).

 

  • Estação Lunar

Quinta (19) tem mais uma edição do projeto Estação Lunar, em Fazendinha, a partir das 7 da noite, com vários artistas regionais cantando nossa aldeia. Faz parte da programação do Macapá verão 2018.

 

  • Nova geração

Uma grande promessa da nova geração da boa música brasileira, principalmente do Amapá, Ana Flor, com seus 15 anos de idade já está compondo suas obras e tocando violão.
Talento herdado do pai Enrico Di Miceli (cantor e compositor) e da mãe Clícia Di Miceli (produtora cultural).

 

  • Musa Verão

Inscrições até dia 18 (quarta), para o tradicional concurso Musa Verão, marcado para acontecer dia 29 de julho, em Fazendinha.
No Macapatur, na av: Rio Vila Nova – Centro, das 8h às 16h.

 

  • Sorteio

A Liesa –RJ vai realizar, nesta terça (17), o sorteio para a definir a ordem de desfiles das Escolas de Samba do Grupo Especial para o Carnaval 2019, que acontecerão nos dias 03 e 04 de março, Domingo e Segunda-Feira.
O sorteio acontecerá na Cidade do Samba, a partir das 20h30. (www.liesa.com.br).

 

  • Salvação

Governo do estado está tentando outra forma de ajudar a salvar o desfile das escolas de samba do Amapá para 2019, já há 3 anos sem acontecer (2016, 2017, 2018).

 

  • Patrimônio

Amapá e Pará são destaques nos 81 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como patrimônio cultural do norte do Brasil. Além de expressões culturais como o Círio de Nazaré, no Pará, e a Arte Gráfica Wajãpi, do Amapá, que são, ainda, Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. (www.portal.iphan.gov.br).


O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar

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Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.

Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades – Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.

O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.

Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.

Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.

 

  • Musa

Inscrições para o concurso Musa Verão, de 16 a 18 de Julho, na sede do Macapatur (av: Rio Vila Nova – Centro), das 8h às 16h.
O concurso vai acontecer dia 29 de julho, em Fazendinha. Faz parte da programação do Macapá Verão 2018.

 

  • “Estação Criança”

Domingo (15) tem programação para a criançada, na Praça Floriano Peixoto, a partir das 16h.
Projeto Estação Criança fazendo parte do Macapá Verão, com várias apresentações de grupos de diversos segmentos da arte tucuju.

 

  • Festividade

Programação da festa de São Tiago, em Mazagão Velho, já está acontecendo com novenas e imagem do santo peregrinando por órgãos públicos e outras instituições.
Dia 25 é o dia do padroeiro.

 

  • “Samba Verão”

Dia 14 de setembro a escola de samba Piratas Estilizados, vai realizar a 2ª edição do projeto “Vem Pro Meu Samba Verão”.
Com várias atrações do carnaval do Rio de Janeiro. Na quadra do colégio Azevedo Costa – Laguinho, 20h. Informações: 99151-0817 e 98124-8371.

 

  • Miss

Dia 22 de julho, no Teatro das Bacabeiras, está agendado para acontecer o Concurso Miss Amapá Model.
São 14 candidatas concorrendo ao título. A coordenação é da modelo amapaense Tharcila Helen.

 

  • Municípios

O 1º concurso de Miss Amapá Model, que vai acontecer dia 22 de julho, no Teatro das Bacabeiras, 19h, terá 14 candidatas representando 14 dos 16 municípios do Amapá.

 

  • Repertório

Cantora Brenda Melo está na escolha do repertório para gravação de seu 2º disco.
Muitas músicas inéditas estão na lista. No aguardo.


A influência da cultura na formação do cidadão

comentários

Mais do que uma característica essencial de uma sociedade, a cultura pode ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir, fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. A palavra cultura deriva do latim, colere, que tem como significado literal “cultivar”. Partindo desse princípio, percebemos que se trata de uma herança acumulada ao longo dos anos, e que deve ser preservada.

Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias: Cultura segundo a Filosofia: trata-se de um conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, e que condizem com a realidade. Cultura segundo a Antropologia: o termo deve ser compreendido como uma soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano. Cultura Popular: associa-se a algo criado por um determinado grupo de pessoas que possuem participação ativa nessa criação. Música, arte e literatura são exemplos que podem ser utilizados.

Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Entretanto, é necessário lembrar que essa percepção individual tem grande influência por parte do grupo. As escolhas selecionadas ou valorizadas pelo grupo tendem a ser selecionadas na percepção pessoal. Além disso, a cultura possui quatro processos que têm participação ativa na influência do indivíduo:

O Agente Cultural: Seja qual for a forma de expressão artística que ele promove, trata-se de alguém que se sente valorizado pelo que é capaz de fazer e, mesmo na velhice, é muitas vezes procurado para transmitir seus conhecimentos aos mais jovens. O Propagador Cultural: É aquele que não cria, mas que valoriza e ajuda a difundir determinados tipos de arte. Muitas vezes, dedica sua vida a esse propósito. Dentro desse grupo, estão incluídos os indivíduos que compram e comercializam produtos culturais.

O Espectador Cultural: Grupo formado por pessoas que não criam e nem difundem a arte, mas que são apreciadores do gênero e que se identificam com outros de pensamento semelhante. Um exemplo do gênero e que pode ser citado é a formação dos fã-clubes, que interagem entre si promovendo o ídolo de diversas maneiras. O Alienado Cultural: Trata-se de alguém ou determinado grupo que denuncia as formas de expressão cultural. Presente muitas vezes em regimes ditatoriais evidencia a exclusão social e oprime movimentos artísticos menos poderosos, mas nem por isso, com menos influência na sociedade. (www.institutofilantropia.org.br).

 

  • É hoje

Nesta sexta (13), show imperdível “Alan Gomes Canta Djavan”, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 10 da noite.
Informações: 98140-4980.

 

  • Show

Foi tudo de bom, ontem, no balneário de Fazendinha com o projeto Estação Lunar. Artistas regionais sendo valorizados e respeitados. Coordenação do Macapá Verão dando um show. Parabéns. Quinta (19) tem mais.

 

  • Talento

Cantor e compositor amapaense da nova geração, Niko Cadena, desponta como um dos jovens talentos da música brasileira.
Um rockeiro com swing especial e qualidade no cantar. Promete.

 

  • Carnaval

No Rio de Janeiro, dez escolas já anunciaram enredos para o carnaval de 2019: Imperatriz Leopoldinense – “Me dá Um Dinheiro Aí”; Império Serrano – “O Que é, o Que é?”; Mangueira – “História Para Ninar Gente Grande”; Mocidade Independente – “Eu Sou o Tempo. Tempo é Vida”; Paraíso do Tuiuti – “O Salvador da Pátria”; Portela – “Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar Uma Sabiá”; Salgueiro – “Xangô”; São Clemente – “E o Samba Sambou…”; Vila Isabel – “Em Nome do Pai, Dos Filhos e Dos Santos. A Vila Canta a Cidade de Pedro”; Viradouro – “Viraviradouro”.

 

  • Concurso

O Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico nacional) prorrogou até 16 de julho (segunda-feira), as inscrições do concurso da instituição.A seleção oferece 411 vagas, distribuídas em todo o país, sendo 104 para Analista I (nível superior), 176 para Técnico I (nível superior) e 131 para Auxiliar Institucional (nível médio), em todos os estados do país e no Distrito federal. (www.cultura.gov.br).

 

  • Samba

Nesta sexta (13) tem o projeto “Estação do Samba”, no estacionamento do Mercado Central (ao lado da Fortaleza de São José), com vários grupos de samba de Macapá. O evento faz parte da programação do Macapá Verão.

 

  • Miss

Dia 22 de julho, no Teatro das Bacabeiras, está agendado para acontecer o Concurso Miss Amapá Nóbel. São 14 candidatas concorrendo ao título. A coordenação é da modelo amapaense Tharcila Helen.