O Curiaú está dentro de mim e do meu negro olhar

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Conhecido com o endereço e a inspiração dos poetas e compositores tucujus. Curiaú ou cri-a-ú, uma criação de bois.Distante a 8 km da capital Macapá, é formada por dois pequenos núcleos populacionais “Curiaú de Dentro e Curiaú de Fora”. Constitui-se em uma das raras comunidades negras existentes no País. O Curiaú é também uma área de preservação ambiental (APA), que tem como objetivo a proteção e conservação dos recursos naturais e ambientais da região. Embora muitos espaços de sua área já tenha sido invadidos pelos homens da cidade. Mesmo assim os moradores da APA do Rio Curiaú lutam para preservar além da beleza natural da região, que ali habita, da memória dos antigos escravos trazidos no séc. XVIII para a construção da Fortaleza de São José. Foram eles os formadores dos pequenos núcleos familiares que originaram a Vila do Curiaú (antigo quilombo) e as demais comunidades existentes na área.

Residem atualmente na Área de Proteção Ambiental no Rio Curiaú, cerca de 1.500 pessoas divididas em quatro comunidades – Curiaú de Dentro, Curiaú de Fora, Casa Grande e Curralinho. Para essas pessoas a preservação da beleza local é uma questão de sobrevivência: é preciso manter os peixes, as garças e a graça do lugar.

O negro está presente na história do Amapá desde o começo da ocupação em meados do século XVIII. Os primeiros chegaram à região em 1751, trazidos como escravos por famílias do Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia e Maranhão, que vinham povoar Macapá. Em seguida começaram a ser importados da Guiné Portuguesa, principalmente para a cultura do arroz. O maior contingente veio a partir de 1965 para a construção da Fortaleza São José de Macapá. Em abril desse mesmo ano, o governo do Grão-Pará mantinha 177 negros escravos trabalhando no forte. Alguns morreram de doenças como o sarampo e a malária e por acidente do trabalho. Outros conseguiram fugir aventurando-se pelo Lado do Curiaú.

Nessa região o português Manoel Antônio Miranda, mantinha propriedade, na chamada Lagoa de Fora e não se importou de acolher os escravos. Também os franceses que procuravam fixar-se na margem direita do Rio Araguari estimularam a formação de quilombos. Em 1862, quando a população de Macapá era de 2.780 habitantes, os negros escravos somavam 722, cerca de 25%. A comunidade negra sempre contribuiu para a formação cultural, econômica, social e política do Amapá. O Curiaú é um exemplo dessa contribuição.

Agora falando da poesia do lugar, lá no chamado “quilombo”, moram pessoas maravilhosas, e as que visitam o lugar se encantam com tanta beleza, capaz de dizer que ali é um paraíso, e é mesmo. Nossos letristas-compositores chegam a dizer que o velho Curiaú serve de fonte inspiradora para suas obras musicais e literárias. Como o cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, que destacou em uma de suas canções, “Pras Minhas Paixões”, que “O Curiaú não é no sul, está dentro de mim, do meu negro olhar e da minha solidão”. Emoção profunda pelo orgulho de assumir sua identidade e reconhecer a importância daquele lugar diante do mundo e dizer que esse canto do Brasil é no Amapá e não do lado de lá.

Agenda
Nesta sexta, 5, tem show musical em Santana, no Espaço Red, esquina da Av: Ubaldo Figueira com a Rua Coelho Neto.
“Cley Lunna e Max Viana Cantam Djavan”. Informações: 99142-2061.

Teatro
Dias 6, 7 e 8 deste mês, tem o espetáculo Bar Caboclo – “Você Continua na Pindaíba”, no Teatro das Bacabeiras, às 9 da noite.
Realização do Grupo Língua de Trapo.

Exposição
“Momentos” é o nome da exposição coletiva marcada para acontecer de 6 a 19 de agosto, na Galeria de Artes Trokkal, na Praça Veiga Cabral, das 16h às 21h.
Artistas: Ronaldo Picanço, Sebastian Campos, Jeriel, Miguel Arcanjo, Célio Souza, M. Silva, Grimualdo, Derlon Santana, Márcia Braga, Ecinildo e Marconi.

Tenda cultural
Inicia nesta sexta, 5, o Projeto Tenda Cultural do mês de agosto, no Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 22h, no quiosque Rod’s Bar.
Osmar Júnior e Zé Miguel abrem a temporada com músicas autorais que valorizam os costumes e tradição do povo da Amazônia.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

“Quaquarela”
Ministério da Cultura e Petrobras estão apresentando pelas capitais brasileiras o espetáculo teatral e oficinas “Quaquarela”.
Em Macapá o espetáculo será exibido no Teatro das Bacabeiras e na Fortaleza de São José, de 16 a 19 de agosto, a partir das 14h.

Micsul
Encerraram as inscrições para o edital que selecionará representantes brasileiros para a 2ª edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul).
Será realizada em Bogotá (Colômbia), de 17 e 20 de outubro. O evento é voltado para mercados culturais e criativos da América do Sul.
O Micsul é promovido por ministérios da Cultura de 10 países sul-americanos, entre eles o Brasil. Espera-se que neste ano o evento reúna mais de 3 mil pessoas dos países participantes.
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela, além de compradores da América do Norte, Europa, Ásia e África. (www.cultura.gov.br).


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

Luto
Faleceu em Barretos (SP), na noite de terça, 2, o amigo radialista Valdemir Tavares, com quem trabalhei durante 15 anos na Rádio Difusora de Macapá.
A viagem para a eternidade é garantida. Vai fazer falta por aqui.

Teatro
Dias 6, 7 e 8 deste mês, tem o espetáculo Bar Caboclo – “Você Continua na Pindaíba”, no Teatro das Bacabeiras, às 9 da noite.
Realização do Grupo Língua de Trapo.

Ampliação
Ministério da Cultura quer ampliar a presença do livro brasileiro no exterior e para isso vai realizar várias ações, que incluem a participação de autores e ilustradores brasileiros em eventos e feiras internacionais de literatura.
Investimentos em bolsas de tradução, edição de obras brasileiras em outros idiomas, exportação de livros nacionais e a indicação de autores do país para prêmios internacionais, entre outras. (www.cultura.gov.br).

Premiação
A Fundação Nacional de Artes abriu inscrições para o edital do Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais.
Serão selecionados dez projetos de exposições de pequeno porte a serem realizadas nos espaços da Funarte em Brasília, São Paulo e Minas Gerais, inicialmente.
As premiações variam de R$ 180 mil a R$ 250 mil e as inscrições estarão abertas até 15 de setembro. (www.cultura.gov.br).

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Oficina
Na sexta, 5, tem Oficina de Turbantes na Praça Veiga Cabral, 17h, com inscrições a R$ 10,00.
Informações: 99137-8028.

Essa não
Com respeito a quem curte, mas o Brasil tem outras forças culturais mais fortes e importantes para mostrar pro mundo, através das Olimpíadas.
Escolher Wesley Safadão pra cantar na cerimônia de abertura da competição, como atração nacional, é desrespeitar a boa música popular brasileira, conhecida e respeitada em todo o planeta terra.


Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.

Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

Agenda
Nesta quarta, 3, tem música instrumental, no Bar O Barril, na esquina da Av: Procópio Rola com a Rua Hamilton Silva – Centro, às 9 da noite.
Com o quinteto Marreco’s Land, formado por Alan Gomes (baixo), Fabinho Costa (guitarra), Jeffrei Redig (teclados), Hian Moreira (bateria) e Beto (sopro).

Teatro
Dias 6, 7 e 8 deste mês, tem o espetáculo Bar Caboclo – “Você Continua na Pindaíba”, no Teatro das Bacabeiras, às 9 da noite.
Realização do Grupo Língua de Trapo.

Lançamento
Paulinho Bastos está lançando sua mais nova música, “Não, Zé!”. Já selecionando repertório para a gravação de seu primeiro CD.

MPA
‘Tenda cultural do Rod’s Bar, no Araxá, inicia seu calendário de agosto com agenda fechada até o final do mês.
Dia 5 (sexta) tem show de Zé Miguel e Osmar Júnior, abrindo a temporada.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Oficina
Na sexta, 5, tem Oficina de Turbantes na Praça Veiga Cabral, 17h, com inscrições a R$ 10,00.
Informações: 99137-8028.

Festividade
Vigienses radicados no Amapá estão realizando a semana de festividade em honra à sua padroeira, Nossa Senhora das Neves (1 a 5).
Novenário acontecendo na sede da Avra (esquina da Rua Odilardo Silva com a Av: Ataíde Teive – Trem), até quinta, 4, e a procissão e confraternização, na sexta, 5, às 17h.
São 71 anos de tradição e fé (1945-2016).


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões. Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil.

Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

Concluindo
Carlos Matias informou que está concluindo sua missão na Secult, onde foi designado pelo governador Waldez para “arrumar a casa”.
Até o final desta semana o gestor interino da cultura poderá entregar seu relatório e retornar suas atividades na Controladoria Geral Estadual, onde está há mais de 20 anos.

Agenda
Tenda cultural do Rod’s Bar, no Araxá, inicia seu calendário de agosto com agenda fechada até o final do mês.
Dia 5 (sexta) tem show de Zé Miguel e Osmar Júnior, abrindo a temporada.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Oficina
Na sexta, 5, tem Oficina de Turbantes na Praça Veiga Cabral, 17h, com inscrições a R$ 10,00.
Informações: 99137-8028.

Internacional
De 08 a 23 de Agosto na cidade de Yvetot Normandie, na França, o maestro Elias Sampaio irá ministrar uma Oficina de Performance em Música Popular Brasileira, na 8a Edição do Stage Nômade.
Elias é regente da Orquestra Essência, no Amapá.

Show
Cantor e compositor, Zeca Baleiro, tem show agendado em Macapá, dia 30 de setembro, no Ceta Ecotel.

Agenda
Na quarta, 3, é dia de ouvir a boa música instrumental, no ar O Barril, na esquina da Av: Procópio Rola com a Rua Hamilton Silva – Centro, às 9 da noite.
O show fica por conta do quinteto Marreco’s Land, formado por Alan Gomes (baixo), Fabinho Costa (guitarra), Jeffrei Redig (teclados), Hian Moreira (bateria) e Beto (sopro).


Ações de Salvaguarda do Carimbó

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Estão abertas, desde 04 de julho a 04 de agosto de 2016, as inscrições para o edital Chamamento Público para a seleção de Entidade da Sociedade Civil para firmar Termo de Colaboração para a realização de ações de Salvaguarda do Carimbó: Encontro Estadual do Carimbó e Manutenção do Comitê Gestor de Salvaguarda do Carimbó.

A ideia é fortalecer e garantir a autonomia dos carimbozeiros para a gestão do patrimônio, no sentido de empoderá-los para a ampliação da participação no campo das políticas públicas.

Os procedimentos e requisitos necessários para a participação no processo seletivo deverão ser consultados na íntegra do edital, disponível no sítio eletrônico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). (www.iphan.gov.br).

 

Reconhecimento
Projeto “Estação Lunar”, que aconteceu às quintas de julho na programação do Macapá Verão, foi espetacular e aprovado pela população que se fez presente, toda semana, lotando o balneário de Fazendinha.
Bela iniciativa da Prefeitura Municipal de Macapá, reconhecendo a importância da cultura musical amapaense.

Lamentável
Autoridades continuam insistindo em não apoiar a cultura musical amapaense, chegando até a ignorar apoio aos projetos dos artistas.
A prova de que a música produzida no Amapá é viável e que a população aprova é o “Estação Lunar”.
Projeto que aconteceu pelo segundo ano consecutivo (2015-2016), todas às quintas-feitas no balneário de Fazendinha

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patrícia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Qualidade
É impressionante a qualidade musical que está sendo produzida no Amapá e se espalhando pelo Brasil.
Só não ver quem não quer. Isso é fato.

41 anos
Grupo Pilão vai completar 41 anos cantando a cultura tucuju. São quatro décadas de pesquisa musical em favor do povo amapaense.

Show
Cantor e compositor Zeca Baleiro tem show agendado em Macapá para 30 de setembro, no Ceta Ecotel.


Saiba o que é cultura de massa

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A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicaçã o de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).

Agenda
Nesta quinta, 28, será a última edição do projeto Estação Lunar de 2016, no balneário Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações musicais: Helder Brandão, Grupo Filhos do Curiaú (batuque), Grupo Pilão, João Amorim, Banda Negro de Nós, Nilson Chaves. Faz parte da programação do Macapá Verão.

Desaparelhando
Ministro da Cultura, Marcelo Calero, publicou no portal do MinC (www.cultura.gov.br) que “a partir da próxima semana o Ministério da Cultura abre processo seletivo para cargos de confiança que deverão preferencialmente ser preenchidos por servidores de carreira.
Esse é o primeiro passo para posicionar a cultura como eixo estratégico de desenvolvimento econômico e agente efetivo de inclusão social.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Segredo
Presidente de Boêmios do Laguinho, Jocildo Lemos, informou que já tem o nome do novo intérprete da escola, mas que ainda mantém em segredo.
A comunidade não entende o motivo de tanto segredo. Se anunciar logo ganha tempo para iniciar os ensaios. Dica.

Silêncio
Das 10 escolas de samba do Amapá, 9 estão caladas e sem nenhuma atividade sendo realizada.
Apenas a bateria de Piratas Estilizados está ensaiando, às terças e quintas, na quadra do colégio Azevedo Costa (Laguinho), às 21h.

Homenagem
Grupo Pilão será o homenageado do Estação Lunar, na quinta, 28, no balneário de Fazendinha,a partir das 19h. A Programação faz parte do Macapá Verão 2016.
Em setembro o grupo completará 41 anos cantando e massificando a cultura amapaense pelo Brasil.


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.
Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro gravou o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

Luto
Morreu na segunda, 25, o músico, professor e violonista Sebastição Mont’Alverne, que já se encontrava doente.
A cultura musical do Amapá perde um excepcional artista.

Agenda
Nesta quarta, 27, é dia de ouvir música instrumental de qualidade com os “Marreco’s Land”, no bar “O Barril”, na esquina da Av: Procópio Rola com a Rua Hamilton Silva – Centro, às 21h.
O grupo é formado pelos fantásticos músicos: Alan Gomes (baixo); Jeffrei Redig (teclados); Fabinho Costa (guitarra); Hian Moreira (bateria); Miguel Neto (sopro).

Indeferido
O Iphan indeferiu o pedido do “Bailão do Forte”, marcado para acontecer no Museu da Fortaleza de São José de Macapá, na Semana da Cultura Country, de 29 de julho a 6 de agosto.
O Instituto esclarece que os eventos para serem realizados na Fortaleza de São José de Macapá precisam estar compatíveis com as diretrizes e objetivos do Patrimônio Tombado, como é o caso.

Estação Lunar
Quinta, 28, será a última edição do projeto Estação Lunar de 2016, no balneário Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações musicais: Helder Brandão, Grupo Filhos do Curiaú (batuque), Grupo Pilão, João Amorim, Banda Negro de Nós, Nilson Chaves. Faz parte da programação do Macapá Verão.

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Homenagem
Grupo Pilão será o homenageado do Estação Lunar, na quinta, 28, no balneário de Fazendinha,a partir das 19h. A Programação faz parte do Macapá Verão 2016.
Em setembro o grupo completará 41 anos cantando e massificando a cultura amapaense pelo Brasil.

Caricaturas
Exposição J. Márcio e Amigos Caricaturas, acontecendo na Praça Veiga Cabral, Galeria Trokkal– Centro, até 30 de julho. A partir das 10h.


Ciclo de Debates: Cultura e Política

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A Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) promove, a partir de segunda-feira (25), o ciclo de debates Cultura e Política. O evento, com entrada franca, será desenvolvido levando-se em conta cinco eixos temáticos: Cultura política brasileira; Judiciário e democracia; Poder Legislativo, cultura e democracia; Mídia, cultura e política e Políticas públicas de cultura, arte e ciência.

Levantamento recente feito pelo Ibope aponta que 83% dos brasileiros estão “pouco ou nada satisfeitos com o funcionamento do sistema político”. Entre as questões, verificou-se que 40% afirmaram que a democracia “é preferível a qualquer outra forma de governo” e 15% consideraram que, “em algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser preferível a um governo democrático”.

Destaca-se que um índice cresceu quando comparado com levantamento realizado em 2014. Trata-se da concordância com a seguinte frase: “Para as pessoas em geral, dá na mesma se um regime é democrático ou não”. Tal resultado passou de 18%, em 2014, para 34%, em 2016, ou seja, praticamente dobrou.

Diante do contexto político atual, torna-se ainda mais relevante refletir a respeito da democracia e das instituições que deveriam sustentá-la. Quais são os desafios e obstáculos para promoção de uma cultura política democrática no Brasil?

Nesse sentido, o objetivo da realização do evento é analisar categorias que possam ser acionadas para compreensão do atual contexto político brasileiro e que possam contribuir para reflexão acerca dos desafios envolvidos na construção de uma cultura política democrática. (www.cultura.gov.br).

“Batom Bacaba”
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Estação Lunar
Na quinta, 28, será a última edição do projeto Estação Lunar de 2016, no balneário Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações musicais: Helder Brandão, Grupo Filhos do Curiaú (batuque), Grupo Pilão, João Amorim, Banda Negro de Nós, Nilson Chaves. Faz parte da programação do Macapá Verão.

Iphan
Segundo a direção da Fortaleza de São José de Macapá, está com o Iphan a decisão de aprovar ou não a realização da Semana Cultural do Country, no Museu daquele Patrimônio.
É objetivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional: “preservar, divulgar e fiscalizar os bens culturais brasileiros, além de garantir a utilização desses bens pela atual e futuras gerações”.

Audiovisual
Produtores de audiovisual brasileiros já podem se inscrever no Prêmio Manaus de Audiovisual. www.cultura.gov.br.

Ibermúsica
A Fundação Nacional de Artes abriu nova convocatória para a edição de 2016 do Ibermúsica, até 31 de outubro. www.cultura.gov.br.
Programa desenvolvido pela instituição em parceria com a Diretoria de Relações Internacionais, do Ministério da Cultura.
O Ibermúsica promove a criação musical, residências artísticas, a difusão e a produção das obras dos compositores ibero-americanos.

Caricaturas
Exposição J. Márcio e Amigos Caricaturas, acontecendo na Praça Veiga Cabral, Galeria Trokkal– Centro, até 30 de julho.
A partir das 10h.

Show
Dia 29 de setembro tem show com Fafá de Belém e o Padre Fábio de Melo, no Ceta Ecotel, em Macapá.


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.

Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 “Canta Brasil”
Hoje é dia de ouvir a boa música popular brasileira, na Diário FM 90,9, das 6 às 8 da noite.
Programa “Canta Brasil” apresenta repertório refinadíssimo do cancioneiro brasileiro. Sintonize.

Estação Lunar
Na quinta, 28, será a última edição do projeto Estação Lunar de 2016, no balneário Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações musicais: Helder Brandão, Grupo Filhos do Curiaú (batuque), Grupo Pilão, João Amorim, Banda Negro de Nós, Nilson Chaves. Faz parte da programação do Macapá Verão.

Homenagem
O Grupo Pilão será o homenageado na última noite do Estação Lunar, na quinta, 28, no balneário de Fazendinha.
Em setembro o Pilão vai completar 41 anos de valorização e massificação da música amapaense.

Caricaturas
Exposição J. Márcio e Amigos Caricaturas, acontecendo na praça Veiga Cabral, Galeria Trokkal– Centro, até 30 de julho.
A partir das 10h.

Show
Dia 29 de setembro tem show com Fafá de Belém e Padre Fábio de Melo, no Ceta Ecotel, em Macapá.

‘Batom Bacaba’
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, Batom Bacaba já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.


Mestre Vieira: o criador da “Guitarrada”

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A Guitarrada é um gênero musical paraense instrumental surgido da fusão do choro com carimbó, cúmbia e jovem guarda, entre outros. É também chamado de lambada instrumental. O seu criador é o Mestre Vieira. Neste estilo a guitarra elétrica é solista. Os principais representantes da atualidade são os grupos: Mestres da Guitarrada, Cravo Carbono e La pupuña.

Joaquim de Lima Vieira, o Mestre Vieira, nasceu em 29/10 de 1934, é um músico brasileiro, tem 20 discos solo gravados. A música “Lambada Jamaicana” (lançada em 82, vinil “Melô da Cabra”) é seu maior sucesso. Desde 2003 integra também o grupo Mestres da Guitarrada, tendo 2 cds lançados: Mestres da Guitarrada (2004, selo Funtelpa) e Música Magneta (2008, Selo Candeeiro Records). Em 2008 recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem ao Mérito Cultural pelo seu relevante serviço prestado à cultura brasileira.

É um gênero musical único no mundo. Criado por Mestre Vieira, natural de Barcarena, o ritmo musical surgiu em Belém (PA), a guitarra faz sempre o solo em ritmos como cúmbia, carimbó e merengue. A guitarrada tem como marco o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas” (1978). A inovação do disco foi apresentar temas instrumentais para guitarra, sempre valorizando os ritmos amazônicos e caribenhos. Mestre Vieira, tem seu trabalho fortemente influenciado pelo choro e revelou-se virtuose ainda criança. Depois de ter tocado bandolim, banjo, cavaquinho, violão e instrumentos de sopro, ele só teve contato com a guitarra elétrica na década de 70.

Mestre Curica, também está ligado à tradição musical paraense. Ao lado de Verequete e Pinduca, é um dos importantes artistas que tocam carimbó. Ele foi o principal arranjador dos discos de Verequete e participou do primeiro registro de carimbó em disco, no ano de 1971. Curica também fabrica seus instrumentos e é considerado um dos responsáveis pela popular utilização do banjo nos arranjos de carimbó.

Aldo Sena, conta que se apaixonou pela guitarrada quando ouviu o disco “Lambadas das Quebradas”, de Mestre Vieira. No mesmo ano, Aldo Sena já estava apresentando ao público o seu trabalho autoral, feito com a banda “O Popular de Igarapé Mirim”.

Contrassenso
Tem uma programação agendada para acontecer no Museu da Fortaleza de São José de Macapá, de 29 de julho a 6 de agosto. A “Semana da Cultura Country”.
Aquele patrimônio não é para realizar esse estilo de evento, pois fere o seu propósito. Referência da memória cultural do Amapá, o maior patrimônio cultural do povo tucuju, eleito uma das 7 maravilhas do Brasil, tombado pelo Iphan.
Com a palavra os responsáveis pela liberação e autorização do espaço para o evento. O parque de exposições de Fazendinha é mais adequado para acontecer essa programação.

Caricaturas
Exposição J. Márcio e Amigos Caricaturas, acontecendo na Praça Veiga Cabral, Galeria Trokkal– Centro, até 30 de julho.
A partir das 10h.

Agenda
Nesta sexta, 22, a cantora Deize Pinheiro vai soltar a voz cantando o melhor da Música Popular Brasileira (MPB), num repertório pra lá de especial.
No Chocolate com Tapioca. Esquina da Rua Santos Dumont com a Av: Almirante Barroso – Santa Rita. 20h.

“Na Feira”
Título da nova música de Paulinho Bastos, lançada na quarta, 20, no programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 909).
O artista anunciou que logo irá gravar seu primeiro CD com suas bela autorias.

Lançamento
Novo CD da cantora amapaense Patricia Bastos, “Batom Bacaba” já tem data de lançamento em Macapá. Dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras.
Dia 29 de setembro – Rio de Janeiro (Solar do Botafogo), dia 2 de outubro – Campinas, São Paulo (Concha Acústica do Parque Taquaral) e dia 6 no Centro Cultural Rio Verde, capital.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Caricaturas
Exposição J. Márcio e Amigos Caricaturas, acontecendo na Praça Veiga Cabral, Galeria Trokkal– Centro, até 30 de julho.
A partir das 10h.

Show
Dia 29 de setembro tem show com Fafá de Belém e o Padre Fábio de Melo, no Ceta Ecotel, em Macapá.