A influência da cultura na formação do cidadão

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Mais do que uma característica essencial de uma sociedade, a cultura pode ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir, fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. A palavra cultura deriva do latim, colere, que tem como significado literal “cultivar”. Partindo desse princípio, percebemos que se trata de uma herança acumulada ao longo dos anos, e que deve ser preservada.

Cada pessoa pertencente a uma determinada nação agrega valores culturais, os quais a levarão a fazer ou expressar-se de forma específica. Esse mecanismo de adaptação é um dos principais elementos da cultura, e torna-se ainda mais importante quando se alia ao fator cumulativo. As modificações que se desenvolveram e que foram trazidas por uma geração passam para a geração seguinte, e se implementam ao melhorar aspectos para futuras gerações.

Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias: Cultura segundo a Filosofia: trata-se de um conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, e que condizem com a realidade. Cultura segundo a Antropologia: o termo deve ser compreendido como uma soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano. Cultura Popular: associa-se a algo criado por um determinado grupo de pessoas que possuem participação ativa nessa criação. Música, arte e literatura são exemplos que podem ser utilizados.

Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Entretanto, é necessário lembrar que essa percepção individual tem grande influência por parte do grupo. As escolhas selecionadas ou valorizadas pelo grupo tendem a ser selecionadas na percepção pessoal. Além disso, a cultura possui quatro processos que têm participação ativa na influência do indivíduo:

O Agente Cultural: Seja qual for a forma de expressão artística que ele promove, trata-se de alguém que se sente valorizado pelo que é capaz de fazer e, mesmo na velhice, é muitas vezes procurado para transmitir seus conhecimentos aos mais jovens. O Propagador Cultural: É aquele que não cria, mas que valoriza e ajuda a difundir determinados tipos de arte. Muitas vezes, dedica sua vida a esse propósito. Dentro desse grupo, estão incluídos os indivíduos que compram e comercializam produtos culturais. O Espectador Cultural: Grupo formado por pessoas que não criam e nem difundem a arte, mas que são apreciadores do gê;nero e que se identificam com outros de pensamento semelhante. Um exemplo do gênero e que pode ser citado é a formação dos fã-clubes, que interagem entre si promovendo o ídolo de diversas maneiras. O Alienado Cultural: Trata-se de alguém ou determinado grupo que denuncia as formas de expressão cultural. Presente muitas vezes em regimes ditatoriais, evidencia a exclusão social e oprime movimentos artísticos menos poderosos mas, nem por isso, com menos influência na sociedade. (www.institutofilantropia.org.br)

Cadastro
Negociante de obras de arte tem até 31 de dezembro para inscrição no Cadastro Nacional de Negociantes de Obras de arte e Antiguidade.
O recado vem do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). www.portal.iphan.gov.br.

Batom Bacaba
Está chegando a hora do lançamento do novo CD da cantora amapaense Patrícia Bastos, “Batom Bacaba”.
Participação especial de Brenda Melo, Nena Silva e exposição do Centro Cultural Raízes do Bolão. Sexta, 11, no Teatro das Bacabeiras, 21h.

Sim ou não
O presidente da União dos Negros do Amapá (UMA), licenciado para disputar a eleição, Iury Soledade, disse (ontem, 8, na Diário FM) que a programação da Semana da Consciência Negra está mantida, de 17 a 20 de novembro.
Encontro dos Tambores, Missa dos Quilombos, concursos Mais Belo Negro e Mais Bela Negra, palestras, exposições, apresentação das comunidades, etc.
Aí o presidente em exercício, Jardel Rosário, diz que não haverá. Seria bom ouvir as comunidades. Eu, heim!

Agenda MPA
Na sexta, 11, é a vez do cantor e compositor, Cléverson Baía, fazer show no projeto da Música Popular do Amapá (MPA).
Seus convidados especiais são: Bebeto Nandes, Daniela Ramos, Marcelo Dias, Sabrina Zahara, Marcelo Dias e Nara Lima.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva, 21h. Informações: 99148-5866 e 98111-8512.

Marabaixo
Inscrições abertas até 25 de novembro, para o “Festival Cantando Marabaixo”, marcado para acontecer dias 3, 4 e 17 de dezembro.
Na Maloca da Tia Chiquinha, no Curiaú. Informações: 99175-9142 e 99186-0313.

Show
Dia 18 de novembro tem shoé Miguel e Osmar Júnior “Vida Amores e Canções”.
No Amapá Garden Shopping (Rodovia JK), às 21h.

“Fim de Tarde”
Nome de um belo projeto cultural, já existente, mas que está de volta, dia 12 de novembro (sábado), às 20h. Música, dança, poesia e gastronomia.
Artistas convidados: grupo Flor Pequena, Cássio Pontes, Maria Eli, Finéias Nelluty, Celine Guedes, João Amorim, Mayara Braga, Cley Lunna e Alexandra Moraes.
Na rua Inspetor Aimoré (atrás da Unifap), bairro Universidade.


Lançamento do Festival Dançando Marabaixo

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O local escolhido para o lançamento do projeto Dançando Marabaixo foi o espaço cultural do Sistema Diário de Comunicação, dentro do programa “O Canto da Amazônia” (16h às 17h:30h), pela referência e valorização que tem com a arte feita em casa.

A ideia de realizar o Festival Dançando Marabaixo já vinha sendo planejada há cerca de três anos por Carlos Pirú, idealizador do projeto e principal organizador. Este ano resolveu retornar com as reuniões e convidou vários representantes de comunidades ligadas a esse segmento, criando o Movimento Nação Marabaixeira para realizar o evento.

Cada comunidade tem a sua representatividade dentro desse projeto, e com isso tornou mais fácil a organização das ações.

Foram dias de elaboração do regulamento, escolha das datas, local, formação das equipes, parceiros colaboradores e investidores. Era necessário juntar os esforços para que esse sonho se tornasse real.

Com as equipes formadas, foram em busca dos apoiadores do poder público e privado, tentando captar algum recurso para a realização do projeto. Secretaria Estadual do Turismo (Setur), Secretaria Extraordinária de Políticas para os Povos Afro Descendentes (Seafro), Secretaria Estadual de Cultura (Secult), Rádio Difusora de Macapá (RDM), Sistema Diário de Comunicação, Instituto Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Improir) e Assembleia Legislativa, através da deputada Cristina Almeida, entraram como parceiros do projeto.

O Festival Cantando Marabaixo é estadual e as inscrições iniciaram no dia 7 e irão até o dia 25 de novembro, na Seafro (rua Gal. Rondom entre as avenidas Raimundo Álvares da Costa e Enestino Borges – Centro, manhã e tarde. Informações: 99175-9142 e 99186-0313.

“As composições podem ser arranjadas com outros instrumentos musicais, além das caixas de Marabaixo, mas a essência e originalidade tem que estar bem presente na proposta”, disse o coordenador Carlos Pirú.

O local escolhido para acontecer o festival foi a Maloca da Tia Chiquinha, no quilombo do Curiaú, nos dias 3, 4 de dezembro (eliminatórias) e 17 a final, 19h.

Luto 
Na segunda, 7, perdi um grande amigo de infância e de escola, daqueles que era “pau pra toda obra”, era só chamar.
Parceiro, “Idevan da Sorveteria”, como era chamado, faleceu em São José do rio Preto (SP), onde estava hospitalizado. Agora vai morar no céu. Meus sentimentos à família.

Reflexo
O movimento da música amapaense, essa com a linguagem bem amazônica de cantar o que é nosso, está mais forte do que nunca.
Várias casas estão abrindo espaço para o cancioneiro tucuju. Isso é fruto da intensa campanha que vem sendo feita.
Nossos artistas vem sendo procurados por vários proprietários de bares e restaurante para fechar agenda, de quarta a sábado.
Confesso que o programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) tem uma parcela de contribuição bem conceituada nessa batalha.
É só lembrar, reconhecer e concordar que nos últimos 6 anos essa voz sempre esteve presente nesse projeto de massificação. Vamos avançar mais.

“Pororoca”
Como esse nome a comunidade laguinhense batizou a bateria de Boêmios do Laguinho, e assim ficou.
Um nome bem do jeito de nosso povo, mas com a força e a garra da nação negra, principalmente a que torce pela vermelha e branca. Coisas do Laguinho.

Batom Bacaba
Está chegando a hora do lançamento do novo CD da cantora amapaense Patrícia Bastos, “Batom Bacaba”.
Participação especial de Brenda Melo, Nena Silva e exposição do Centro Cultural Raízes do Bolão. Sexta, 11, no Teatro das Bacabeiras, 21h.

Tambores
União dos Negros do Amapá está anunciando a programação da semana da Consciência Negra, de 17 a 20 de novembro.
Missa dos Quilombos, Concurso a Mais Bela Negra e Mais Belo Negro, Rufar dos Tambores e shows artísticos, palestras, apresentação das comunidades, etc.

Agenda MPA
Na sexta, 11, é a vez do cantor e compositor, Cléverson Baía, fazer show no projeto da Música Popular do Amapá (MPA).
Seus convidados especiais são: Bebeto Nandes, Daniela Ramos, Marcelo Dias, Sabrina Zahara, Marcelo Dias e Nara Lima.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva, 21h. Informações: 99148-5866 e 98111-8512.

Marabaixo
Inscrições abertas até 25 de novembro, para o “Festival Cantando Marabaixo”, marcado para acontecer dias 3, 4 e 17 de dezembro.
Na Maloca da Tia Chiquinha, no Curiaú. Informações: 99175-9142 e 99186-0313.


Dona Ivone Lara: homenageada da Ordem do Mérito Cultural

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Não se sabe ao certo quando começaram a chamar a cantora e compositora Ivone Lara de “dona”. De qualquer forma, a reverência é sinal de merecido respeito por uma das grandes damas do samba. Sua importância transcende o gênero musical, uma vez que ela foi a primeira mulher a assinar sambas – em especial, sambas-enredos.

“Dona Ivone Lara foi pioneiríssima! Ela mesma já contou como era quando defendia seus sambas. Subia no banquinho e cantava, mas o sogro, que era policial [Alfredo Costa, presidente da escola de samba Prazer da Serrinha], ficava na beira do palco, armado, com cara de mau, fazendo a segurança dela… Isso no final dos anos 40. Claro que depois dela existiram outras cantoras, mas compositora, é outra história. Ela foi a primeira figura na história do samba que se notabilizou como cantora e compositora”, explica o diretor musical Luis Filipe de Lima.

Dona Ivone Lara é a grande homenageada na cerimônia da Ordem do Mérito Cultural 2016, que será realizada nesta segunda-feira (7), às 18h, no Palácio do Planalto, em Brasília. Deferência mais do que justa no ano em que se comemora o centenário do samba.

“Fico feliz e agradecida pelo reconhecimento à minha pessoa e por tudo que já fiz pelo samba”, diz a artista. Atualmente com 95 anos, Dona Ivone Lara nasceu no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Seu pai era violonista de sete cordas e a mãe cantava em ranchos carnavalescos tradicionais.

“Acho que tudo que eu faço é devido ao ambiente em que fui criada. Apesar de ter ido para um colégio interno, para mim continuou. Nesse colégio, conheci Dona Lucília Villa-Lobos, esposa do Maestro Villa-Lobos, e Zaíra Oliveira, primeira esposa de Donga. Elas foram minhas professoras de música e me puseram no Orfeão Artístico [Orfeão dos Apinacás, da Rádio Tupi, cujo regente era o próprio Villa-Lobos] e queriam até educar minha voz. Graças a Deus, não houve possibilidade, senão, como eu ia cantar samba?”, declarou, entre risadas, a artista em seu depoimento para posteridade no Museu da Imagem e do Som.

Em 1945, Dona Ivone mudou-se para Madureira, Zona Norte do Rio, e passou a frequentar a Escola de Samba Prazer da Serrinha. Nesse período, começou a compor sambas e partidos-altos, que eram mostrados para compositores por seu primo Fuleiro como se fossem dele – na ocasião, não era comum a presença feminina no meio musical. De acordo com a pesquisadora Rachel Valença, a artista só saiu na ala dos compositores da escola de samba no início dos anos 60, o que foi considerado um feito extraordinário. (www.cultura.gov.br).

Projeto MPA
Na sexta, 11, é a vez do cantor e compositor, Cléverson Baía, fazer show no projeto da Música Popular do Amapá (MPA).
Seus convidados especiais são: Bebeto Nandes, Daniela Ramos, Marcelo Dias, Sabrina Zahara, Marcelo Dias e Nara Lima.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva, 21h.

Agenda
Cantora Patrícia Bastos lança seu novo CD “Batom Bacaba”, dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras, 21h.
Esse projeto tem a assinatura da Natura Musical.

Teatro
Espetáculo teatral “Bonequinha de Pano”, do grupo “Ói Nóiz Akí”, será apresentado dias 5, 12, 19 e 26 de novembro.
No Teatro Centreventos, av: Paulo do espírito Santo – Jardim Felicidade II, 18h.

“Cantando Marabaixo”
Nome do festival que está agendado para acontecer em dezembro, com assinatura da Nação Marabaixeira que tem Carlos Pirú na coordenação.
Terça, 8, os organizadores irão lançar no projeto durante o programa “O Canto da Amazônia”, na Diário FM 90,9, às 16h.

“Amazônia Brasil”
“Amazônia Brasil Rádio Web” (www.chicoterra.com) vai completar 16 anos, dia 11 de novembro.
Dia 10 (quinta) vamos comemorar a data com muita música. Vários artistas já estão confirmados.
Na av: Pe. Júlio, entre as ruas Leopoldo Machado e Hamilton Silva – Centro. A partir das 21h.

“Revoada das Cores”
Título da exposição coletiva de artes visuais, que vai acontecer no Garden Shoping, de 10 a 13 de novembro, e lançamento do site www.arteamazon.com.
São dez artistas: Augusto Leite, Maciste Costa, Luiz Porto, Ralfe Braga, Ivan Amanajás, Wagner Ribeiro, Floriano Lima, Manoel Fonseca, Luciana Macedo e Ronaldo Picanço. Entrada franca.

Beneficente
Neste sábado, 5, tem show beneficente para contribuir com o músico, compositor e sambista “Espiga do Cavaco”, que está internado no Hospital Geral (Alberto Lima), vítima de câncer.
O show artístico vai acontecer na quadra da escola de samba Maracatu da Favela, na av: Pe. Júlio (Sta. Rita), às 12h.
Mais de 20 atrações estão confirmadas. Informações: 98112-3393 e 99153-3133. A realização é do Movimento Samba In Rio amazonas.


Oficina de Produção e Interpretação Cinematográfica

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O Sesc-AP está com as inscrições abertas para as oficinas de Produção e Interpretação Cinematográfica que serão realizadas pela produtora Ana Vidigal e o preparador de elenco e diretor Thomé Azevedo.

Os produtores, Ana Vidigal e Thomé Azevedo, trabalham desde o final dos anos 80 buscando aprimorar suas experiências com o audiovisual. Essa sintonia profissional começou quando atuavam no movimento teatral paraense e depois passaram a integrar a equipe de profissionais da TV Cultura do Pará, onde começaram a desenvolver atividades ligadas ao audiovisual.

No Amapá, já produziram os documentários “Marabaixo: Ciclo de amor, fé e esperança”; “Brasileiro Lindo”, “A Banda”, entre outros nesse gênero. Também já realizaram a produção, a preparação do elenco e a direção dos curtas “A Rosa” de Dominique Allan e do “Agora já foi” de Manuela Oliveira, esse realizado através de um convite da Federação Espirita do Amapá e premiado no V Festival de Cinema Transcendental de Brasília como melhor filme e melhor direção.

Nesse novo projeto, a ideia dos realizadores e dos técnicos do Sesc-AP é produzir um filme a partir do envolvimento dos participantes. O roteiro tem como espinha dorsal um romance que aborda questões sociais, os desafios da juventude, mas, sobretudo, é uma história de superação, de amor e de fé no futuro.

A produção do projeto busca atores e não atores de todas as idades, jovens envolvidos com arte para comporem o elenco do filme. Durante a oficina serão selecionados os atores e o núcleo de produção para a realização do projeto que tem como co-produção a Set Filmes. Os interessados devem procurar o Sesc-AP para as inscrições.

É hoje
Nesta sexta, 4, tem show de Nani Rodrigues e Loren Cavalcante (mãe e filha), no Projeto da Música Popular do Amapá (MPA).
Convidados especiais: Amadeu Cavalcante, Cléverson Baía Nitay Santana e Grupo Tamborearte.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro, às 21h. Informações: 99111-0201 e 99187-7067.

Cinema
Oficinas de capacitação audiovisual: Produção de Curta Metragem e Interpretação Cinematográfica.
De 7 a 11 de novembro, a partir das 14h, no Sesc Araxá. Informações: 3241-4440.

Agenda
Cantora Patrícia Bastos lança seu novo CD “Batom Bacaba”, dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras, 21h.
Esse projeto tem a assinatura da Natura Musical.

Samba
Nesta sexta, 4, tem Samba no Mercado Central, a partir das 19h, com várias atrações.
Marabaixo do Criaú, Marabaixo do Laguinho, bateria de Maracatu da Favela e grupo Samba na Veia.

“Revoada das Cores”
Título da exposição coletiva de artes visuais, que vai acontecer no Garden Shoping, de 10 a 13 de novembro, e lançamento do site www.arteamazon.com.
São dez artistas: Augusto Leite, Maciste Costa, Luiz Porto, Ralfe Braga, Ivan Amanajás, Wagner Ribeiro, Floriano Lima, Manoel Fonseca, Luciana Macedo e Ronaldo Picanço. Entrada franca.

Show
Dia 18 de novembro tem show de Wanderley Andrade e Banda Babilônia (Taty Taylor).
No Armazém Beer, 22h. Informações: 98137-3130.

Beneficente
Sábado, 5, tem show beneficente para contribuir com o músico, compositor e sambista “Espiga do Cavaco”, que está internado no Hospital Geral (Alberto Lima), vítima de câncer.
O show artístico vai acontecer na quadra da escola de samba Maracatu da Favela, na av: Pe. Júlio (Sta. Rita), às 12h.
Mais de 20 atrações estão confirmadas. Informações: 98112-3393 e 99153-3133. A realização é do Movimento Samba In Rio amazonas.

“Revoada das Cores”
Título da exposição coletiva de artes visuais, que vai acontecer no Garden Shoping, de 10 a 13 de novembro, e lançamento do site www.arteamazon.com.
São dez artistas: Augusto Leite, Maciste Costa, Luiz Porto, Ralfe Braga, Ivan Amanajás, Wagner Ribeiro, Floriano Lima, Manoel Fonseca, Luciana Macedo e Ronaldo Picanço. Entrada franca.


Mais 70 milhões para o cinema brasileiro

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A Agência Nacional do Cinema (Ancine) anunciou nesta segunda-feira (31) a abertura das inscrições para a Chamada Pública Ancine – FSA número 01-2016 – Arranjos Financeiros Estaduais e Regionais, que funciona na modalidade de fluxo contínuo, para parceria com governos de estados e prefeituras de capitais.

Com o edital, o Programa Brasil de Todas as Telas irá financiar de forma complementar, com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, projetos audiovisuais independentes selecionados em editais promovidos por órgãos e entidades da administração pública estadual, do Distrito Federal e das capitais das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul e dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Esta é a terceira edição da Linha, que neste ano traz uma importante novidade. Projetos de capacitação passam a ser objetos financiáveis. Pelas novas regras, os proponentes podem inscrever propostas de capacitação, como cursos técnicos e profissionalizantes, destinados aos profissionais da região, a serem financiados pelos órgãos ou entidades locais e contabilizados para o cálculo da complementação pelo FSA. As ações de capacitação deverão ser realizadas, preferencialmente, pelo Sebrae, por instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Cientifica e Tecnológica e pelas unidades de ensino de Serviços Nacionais de Aprendizagem, como Senai, Senac, Senar e Senat, entre outras instituições públicas de ensino.

“Com a expansão do mercado audiovisual, abre-se um conjunto de oportunidades também no mercado de trabalho. E foi sob essa perspectiva que decidimos ampliar esta Linha para abarcar também projetos de capacitação profissional. Esse era um desejo também dos agentes do mercado e dos nossos parceiros nos governos estaduais e prefeituras das capitais. O fomento à atividade audiovisual passa pelo incremento da economia local e pela geração de empregos qualificados, diretos e indiretos”, explica o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel.

Já os investimentos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) serão mantidos especificamente na produção ou distribuição de filmes e séries de televisão.  Por meio desses editais conjuntos, a Ancine e os governos locais estimulam a nacionalização da produção audiovisual, viabilizando que obras audiovisuais sejam realizadas em todo o País. (www.cultura.gov.br).

Beneficente
Sábado, 5, tem show beneficente para contribuir com o músico, compositor e sambista “Espiga do Cavaco”, que está internado no Hospital Geral (Alberto Lima), vítima de câncer.
O show artístico vai acontecer na quadra da escola de samba Maracatu da Favela, na av: Pe. Júlio (St. Rita), às 12h.
Mais de 20 atrações estão confirmadas. Informações: 98112-3393 e 99153-3133. A realização é do Movimento Samba In Rio amazonas.

“Revoada das Cores”
Título da exposição coletiva de artes visuais, que vai acontecer no Garden Shoping, de 10 a 13 de novembro, e lançamento do site www.arteamazon.com.
São dez artistas: Augusto Leite, Maciste Costa, Luiz Porto, Ralfe Braga, Ivan Amanajás, Wagner Ribeiro, Floriano Lima, Manoel Fonseca, Luciana Macedo e Ronaldo Picanço. Entrada franca.

Artes plásticas
Exposição “Sinfonia das Artes”, acontecendo no Teatro das Bacabeiras, até 5 de novembro, a partir das 8 da noite.
O renomado artista plástico Ivan Amanajás está expondo 23 obras inéditas.

Lançamento
Cantora Patrícia Bastos lança seu novo CD “Batom Bacaba”, dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras, 21h.
 Esse projeto tem a assinatura da Natura Musical.

Projeto MPA
Na próxima sexta, 4 de dezembro, é a vez das cantora Nani Rodrigues e Loren Cavalcante (mãe e filha), fazerem show no Projeto da Música Popular do Amapá (MPA).
Convidados especiais: Amadeu Cavalcante, Cléverson Baía Nitay Santana e Grupo Tamborearte.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton silva – Centro, às 21h. Informações: 99111-0201 e 99187-7067.

“Cantando Marabaixo”
Nome do festival de Marabaixo que está agendado para acontecer em dezembro.
A realização é do Movimento Nação Marabaixeira, Carlos Pirú e outros coordenadores.

“Amapá”
Título do novo CD do cantor e compositor, Mauro Guilherme, que já está prontinho e logo será lançado.
É o 3º disco desse artista cantador paraense que adora o  lugar onde mora, Macapá. Parabéns.

Show
Dia 14 de novembro acontecerão dois shows na Choperia da Lagoa (Rodovia Duca Serra).
Banda Bee Gees Alive (cover-SP) e Quarteto Casanova, 22h. Informações: 98109-2101.


Mestre Vieira: o criador da “Guitarrada”

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A Guitarrada é um gênero musical paraense instrumental surgido da fusão do choro com carimbó, cúmbia e jovem guarda, entre outros. É também chamado de lambada instrumental. O seu criador é o Mestre Vieira. Neste estilo a guitarra elétrica é solista. Os principais representantes da atualidade são os grupos: Mestres da Guitarrada, Cravo Carbono e La pupuña.

Joaquim de Lima Vieira, o Mestre Vieira, nasceu em 29/10 de 1934, é um músico brasileiro, tem 20 discos solo gravados. A música “Lambada Jamaicana” (lançada em 82, vinil “Melô da Cabra”) é seu maior sucesso. Desde 2003 integra também o grupo Mestres da Guitarrada, tendo 2 cds lançados: Mestres da Guitarrada (2004, selo Funtelpa) e Música Magneta (2008, Selo Candeeiro Records). Em 2008 recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem ao Mérito Cultural pelo seu relevante serviço prestado à cultura brasileira.

É um gênero musical único no mundo. Criado por Mestre Vieira, natural de Barcarena, o ritmo musical surgiu em Belém (PA), a guitarra faz sempre o solo em ritmos como cúmbia, carimbó e merengue. A guitarrada tem como marco o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas” (1978). A inovação do disco foi apresentar temas instrumentais para guitarra, sempre valorizando os ritmos amazônicos e caribenhos. Mestre Vieira, tem seu trabalho fortemente influenciado pelo choro e revelou-se virtuose ainda criança. Depois de ter tocado bandolim, banjo, cavaquinho, violão e instrumentos de sopro, ele só teve contato com a guitarra elétrica na década de 70.

Mestre Curica, também está ligado à tradição musical paraense. Ao lado de Verequete e Pinduca, é um dos importantes artistas que tocam carimbó. Ele foi o principal arranjador dos discos de Verequete e participou do primeiro registro de carimbó em disco, no ano de 1971. Curica também fabrica seus instrumentos e é considerado um dos responsáveis pela popular utilização do banjo nos arranjos de carimbó.

Aldo Sena, conta que se apaixonou pela guitarrada quando ouviu o disco “Lambadas das Quebradas”, de Mestre Vieira. No mesmo ano, Aldo Sena já estava apresentando ao público o seu trabalho autoral, feito com a banda “O Popular de Igarapé Mirim”.

Agenda
Sexta, 28, é a vez de Rambolde Campos se apresentar no palco do Projeto da Música Popular do Amapá (MPA), cantando suas composições que falam de nosso povo e de suas histórias.
Convidados especiais: Osmar Júnior, Nani Rodrigues, Zé Miguel e Cássio Pontes.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 99114-1300.

Lançamento
Cantora Patrícia Bastos lança seu novo CD “Batom Bacaba”, dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras, 21h.
Esse projeto tem a assinatura da Natura Musical.

Investimento
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival, que aconteceu no último final de semana, foi espetacular.
Pela valorização, resgate e oportunidade aos músicos, sobretudo, do Amapá, esse projeto já deveria estar no calendário do estado e recebendo investimento para sua realização.
O produtor e realizador do evento, Finéias Nelluty, informou que apenas a Prefeitura de Macapá investiu no festival.

Luto
Faleceu, ontem, 25, vítima de um infarto fulminante, o ex jogador do futebol, Carlos Alberto Torres (RJ). Capitão do tri campeonato mundial da seleção brasileiro (1970).
O esporte nacional está de luto.

“Conexão Amazônia”
Nome do projeto musical realizado pelo cantor e compositor, Zé Miguel, que em breve estará de volta.
É uma oportunidade de manter um intercâmbio musical com artistas da região amazônica. Ainda sem data definida

“Cantando Marabaixo”
Nome do festival de Marabaixo que está agendado para acontecer em dezembro.
A realização é do Movimento Nação Marabaixeira, Carlos Pirú e outros coordenadores.

Show
Dia 14 de novembro acontecerão dois shows na Choperia da Lagoa (Rodovia Duca Serra).
Banda Bee Gees Alive (cover-SP) e Quarteto Casanova, 22h. Informações: 98109-2101.

Presente
Compositor letrista mineiro, Caio Duarte, está em Macapá e me presenteou com seu 2º CD “Dito e Feito”, que lançará em breve.
Ele já morou em Macapá, na década de 1980 e conhece nossa musicalidade. Obrigado.


Conheça a história do Violão

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O violão é um instrumento de cordas, com uma caixa geralmente feita de madeira, que gera uma acústica facilitando a propagação do som. Em alguns países de língua espanhola ele é conhecido como guitarra. A história do violão nos remete há quase 2.000 A.C. Os atuais violonistas aceitam atualmente duas teorias:

O violão é um instrumento derivado do alaúde árabe, levado pelos mulçumanos para a península Ibérica e adaptando-se muito bem as atividades da corte; o violão derivou-se da “Cítara romana”, tendo seu uso expandindo com a dominação do império romano.

No Brasil temos a introdução da viola (instrumento de 10 ou 5 cordas duplas) trazida pelos portugueses durante a colonização do país. Por certo tempo ainda houve uma confusão em relação aos termos viola/violão no país, hoje, porém a discrepância entre os dois instrumentos é notória.

A utilização do violão é umas das mais diversificadas, podendo ser utilizado tanto na música instrumental (orquestras), quanto em acompanhamento da voz (canções solo). Por um período da história o violão foi difamado devido a ser instrumento preferido dos boêmios e seresteiros, levando o título de “instrumento marginal”, “coisa de vagabundo”, no entanto esse fato já foi superado.

O país cultivou sua própria safra de violonistas, podendo citar entre eles: Clementino Lisboa – iniciou as apresentações de violão em público, apresentando o instrumento para a elite carioca; Joaquim Santos – fundador da revista “O violão”; Aníbal Sardinha – precursor da bossa-nova. Podemos citar ainda, Jorge do Fusa, Américo Jacomino, Nicanor Teixeira, Egberto Gismonti.

A música brasileira para violão tem por base a pequena obra de Villa-Lobos (importante violonista nacional que teve até sua vida adaptada para o cinema), que conta basicamente com 12 estudos de violão. (Marcos Duarte – www.infoescola.com)

Projeto MPA
Sexta, 28, é a vez de Rambolde Campos se apresentar no palco do Projeto da Música Popular do Amapá (MPA), cantando suas composições que falam de nosso povo e de suas histórias.
Convidados especiais: Osmar Júnior, Nani Rodrigues, Zé Miguel e Cássio Pontes.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 99114-1300.

Novidade
Cantora Deize Pinheiro já se prepara pra trabalhar no projeto de seu primeiro CD autoral.
Será mais um projeto musical que vem por aí. Boa sorte.

Festivaleiro
Cantador Chermont Júnior ficou em 6º lugar no Festival da MPB de Ilha Solteira (SP).
Ele considera essa colocação uma conquista, pois foram 512 músicas inscritas.
O artista defendeu a canção “Sina de Cantador”, de sua autoria. Parabéns.

Batom Bacaba
Cantora Patrícia Bastos lança seu novo CD “Batom Bacaba”, dia 11 de novembro, no Teatro das Bacabeiras, 21h.
Esse projeto tem a assinatura da Natura Musical.

“Cantando Marabaixo”
Nome do festival de Marabaixo que está agendado para acontecer em dezembro.
A realização é do Movimento Nação Marabaixeira, Carlos Pirú e outros coordenadores.

Show
Dia 14 de novembro acontecerão dois shows na Choperia da Lagoa (Rodovia Duca Serra).
Banda Bee Gees Alive (cover-SP) e Quarteto Casanova, 22h. Informações: 98109-2101.

Conquista
Brasil está na lista das 22 bibliotecas mais bonitas do mundo, com a Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro.

“O Canto da Amazônia”
Programa que valoriza e respeita a cultura e a arte amapaense, de segunda à sexta, das 16h às 17:30h, na Diário FM 90,9. Bom de ouvir.


Lugares sagrados indígenas são tombados

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Os lugares indígenas sagrados denominados Kamukuwaká e Sagihengu, no Alto Xingu, no Mato Grosso, foram definitivamente tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O aviso foi publicado, nesta segunda-feira (17), no Diário Oficial da União.

Os dois lugares integram o Kuarup, a maior festa ritualística em homenagem a mortos ilustres entre os povos do Alto Xingu. Embora façam parte da festividade, ambos locais estão localizados fora da área do Parque Nacional, devido à redução dos limites originais do parque, inferiores ao território histórico de ocupação indígena.

Com o tombamento definitivo, cujo pedido foi realizado em 2008, o Iphan busca garantir a conservação e o direito de acesso das comunidades indígenas ao local. Outro objetivo é preservar a cultura nos aspectos espirituais e religiosos das comunidades que participam do rito.

O Kuarup é uma cerimônia anual, realizado no final da estação seca, entre agosto e setembro. O ritual presta homenagem póstuma a chefes e lideranças indígenas. A cerimônia estabelece o fim do luto e da tristeza, ao mesmo tempo em que restaura a alegria, a vida e o início de um novo ciclo vital.

Sagihengu é o lugar onde começa o Kuarup e onde as comunidades indígenas afirmam ter ocorrido o primeiro Kuarup em homenagem a uma mulher: a mãe. A cerimônia neste local homenageia a vida, apesar de ser uma cerimônia funerária. (www.cultura.gov.br).

Projeto MPA
Sexta, 21, é a vez de Enrico Di Miceli se apresentar no palco do Projeto da Música Popular do Amapá (MPA), cantando suas composições que falam de nosso povo e das histórias coisas tucujus.
Convidados especiais: Val Milhomem, Brenda Melo, Rambolde Campos, Joãozinho Gomes e Paulo de Tarso.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 99903-6440.

Festival
Quinta, 20, começa a 8ª edição do maior festival de música instrumental da Amazônia, o Amapá Jazz Festival.
Serão dois dias (20 e 21 de outubro), no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano, no Araxá, às 21h.
A realização é do cantor e compositor, Finéias Nelluty. O evento será em homenagem ao músico, Sebastião Mont’Alverne (In Memorian).

Agenda
Dia 14 de novembro acontecerá dois shows na Choperia da Lagoa (Rodovia Duca Serra).
Banda Bee Gees Alive (cover-SP) e Quarteto Casanova, 22h. Informações: 98109-2101.

“Cantando Marabaixo”
Nome do festival de Marabaixo que está agendado para acontecer em dezembro.
A realização é do Movimento Nação Marabaixeira, Carlos Pirú e outros coordenadores.

Filme
Naufrágio do barco Novo Amapá, ocorrido em 1981, vai virar filme. O projeto ainda em fase de pré-produção terá o cineasta paraense, Wagner Júnior, como diretor.

Cinema
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) investe mais R$ 70 milhões no projeto Brasil de Todas as Telas.
Os recursos serão para as produções de conteúdo para televisão e na complementação de recursos para obras de longa-metragem. (www.cultura.gov.br).

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.
No Teatro das Bacabeiras, 21h.

Teatro
Dias 18 e 19 de outubro tem espetáculo teatral “O Encantamento do Boi”, com a o grupo Pirlimpimpim.
No Teatro das Bacabeiras, às 18:30h.


Funarte divulga mapeamento da dança no país

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A Fundação Nacional de Artes divulga o Mapeamento Nacional da Dança, um estudo abrangente sobre a área que mobilizou 25 pesquisadores, um técnico e 59 alunos de graduação de dez universidades públicas e uma privada.

Uma parceria inédita entre a instituição e a Universidade Federal da Bahia. A iniciativa garante, pela primeira vez, o mapeamento de diversas instituições, organizações, associações e grupos de dança de oito capitais das cinco regiões do Brasil: Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Belém (PA).

Para a Funarte, o mapeamento não apenas fortalece o papel da instituição como articuladora das artes no Brasil, como também proporciona maior conhecimento sobre a dança nacional e uma aproximação direta da classe. Os indicadores serão utilizados como objeto de estudo na formulação de políticas públicas para o setor.

Através de um cadastro on-line, foi possível levantar, analisar e descrever qualitativa e quantitativamente indicadores da cadeia produtiva da dança, em suas dimensões social, econômica e artística. A proposta do mapeamento surgiu em 2010, durante reunião do Colegiado Setorial da Dança. (www.cultura.gov.br).

Instrumental
Vai começar a 8ª edição do maior festival de música instrumental da Amazônia, o Amapá Jazz Festival.
Dias 20 e 21 de outubro, no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano, no Araxá, às 21h.
A realização é do cantor e compositor, Finéias Nelluty. O evento será em homenagem ao músico, Sebastião Mont’Alverne (In Memorian).

Hip hop
Projeto de Lei 056/2015 do deputado estadual Da Lua institui o Hip Hop como movimento cultural e musical de caráter popular.
A partir de agora vai competir ao poder público assegurar a esse movimento a realização de suas manifestações próprias.

Cinema
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) investe mais R$ 70 milhões no projeto Brasil de Todas as Telas.
Os recursos serão para as produções de conteúdo para televisão e na complementação de recursos para obras de longa-metragem. (www.cultura.gov.br).

Chorões
Não se pode falar nada daqueles que deixam de fazer algo melhor pela nossa cultura tucuju, que logo vão às lágrimas.
Então parem de prometer aquilo que sabem que não vão cumprir. Ora, bolas.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.

Teatro
Dias 18 e 19 de outubro tem espetáculo teatral “O Encantamento do Boi”, com a o grupo Pirlimpimpim.
No Teatro das Bacabeiras, às 18:30h.

Momento Lennon 
Projeto MPA relembra o antigo Bar do Lennon (década de 80) onde se cantava e tocava a boa música popular brasileira. Esquina da rua Gal. Rondom com a av: Iracema Carvão Nunes (Centro).
Acontece toda sexta no bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva, 21h.


Conheça o beija flor Brilho-de-Fogo

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O beija-flor-brilho-de-fogo (Topaza pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor-brilho-de fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica.

Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda. O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível.

O macho mede cerca de 20 cm de comprimento (mais da metade corresponde à cauda) e a fêmea 12 cm. O macho tem duas penas da cauda muito alongadas e cruzadas, garganta dourada ou verde-metálica e barriga vermelha-metálica e a fêmea é verde-amarronzada com garganta vermelha-metálica. (pt.wikipedia.org).

É hoje
Nesta sexta, 14, tem show de Branda Melo no Projeto MPA, com participação especial de Enrico Di Miceli, Naldo Maranhão e Cley Lunna.
No bar “O Barril”, esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva (atrás da Seed), 21h. Informações: 98119-2790.]

Festival
Movimento Nação Marabaixeira vai realizar o Festival Cantando Marabaixo, em dezembro, mas ainda sem data e local definidos.
Bela iniciativa.

“Batom Bacaba”
Dia 11 de novembro tem show de lançamento do CD “Batom Bacaba”, da cantora amapaense Patrícia Bastos.

Teatro
Dias 18 e 19 de outubro tem espetáculo teatral “O Encantamento do Boi”, com a o grupo Pirlimpimpim.
No Teatro das Bacabeiras, às 18:30h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data definida para acontecer. Dias 20 e 21 de outubro no Norte das Águas – Complexo Marlindo Serrano (Araxá), em Macapá – AP.
É o maior festival de música instrumental da Amazônia. Produção de Finéias Nelluty.

Destaque
Enrico Di Miceli é um dos maiores compositores músicos da Amazônia, com obras autorais e em parcerias com vários artistas musicais brasileiros.
Merece o destaque e o registro.

Marabaixo
Nome da maior e mais autêntica manifestação artística cultural do povo amapaense.
Ritmo dançado pelas comunidades negras do estado.