Espetacular

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Músico, compositor, cantor e produtor Finéias Nelluty está de parabéns pela realização do 7º Amapá Jazz Festival, ocorrido no final de semana (Complexo do Araxá). 

Músicos amapaenses provaram competência e profissionalismo na arte de tocar. Merecido destaque e registro da coluna. Parabéns.


Projeto MPA

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Na sexta, 30, tem show do cantor e compositor Paulinho Bastos no Projeto MPA (Música Popular Amapaense). Choperia Chopp Center, a partir das 9 da noite.

Convidados: Patricia Bastos, Enrico Di Miceli, Paulo de Tarso, Joãozinho Gomes, Oneide Bastos e Tiago Quingosta (poesia).

Av: Presidente Vargas, entre as ruas Hamilton Silva e Manoel Eudóxio – Centro. Informações: 99178-6714.


Pavulagem

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Em Macapá o grupo musical paraense vem realizar o show “Céu da Camboinha”. No Projeto Botequim (Sesc Araxá), às 7 da noite. Entrada Franca.


Instrumental

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No complexo do Araxá (Norte das Águas), a partir das 8 da noite. 


Dia Internacional da Música

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Se pararmos para perceber os sons que estão a nossa volta, concluiremos que a música é parte integrante da nossa vida, uma linguagem de comunicação universal capaz de mudar o estado de humor, de reconduzir o espírito aos sentimentos mais sublimes.

A música sempre existiu como produção cultural, desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, como parte integrante do cotidiano das pessoas.

No dia 01 de outubro celebra-se o Dia Internacional da Música, instituído, em 1975, pelo International Music Council, organização não governamental fundada com o apoio da UNESCO, com o objetivo de promover valores de paz e amizade por intermédio da música, levando-a a todos os setores da sociedade.

Atualmente, após décadas passadas, a data continua a ser celebrada em todo o planeta com diversas iniciativas que visam divulgar e homenagear essa arte que penetra o mais fundo da essência humana. (Jessyca Moreira Borba – graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás).


“Curupira Club” reúne quatro artistas do meio do mundo

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Enrico Di Miceli, Osmar Júnior, Val Milhomem e Zé Miguel, artistas apaixonados pela vida musical e pela causa do povo que habita as terras amapaenses. Sempre defenderam suas origens, através de cada canção que nasce de um simples gesto, de um olhar diferente, de amar o que existe dentro de cada cidadão comum no projeto de Deus.

Todos eles, com mais de 30 anos de carreira, escolheram o seu povo para defender em suas poesias musicais. Já são muitas andanças pelo Brasil e exterior, levando na bagagem a voz, ritmo, estilos e linguagens com temática amazônica.

Osmar Júnior, Val Milhomem e Zé Miguel são amapaenses com muitos projetos coletivos e solos, registrados em discos, e Enrico Di Miceli, paraense, reside em Macapá há mais de 30 anos, onde fincou o seu coração de compositor cantador, também com inúmeras composições em parceria e individual registradas em discos. Todos com um único objetivo, que é valorizar e expandir para o mundo o que existe de mais belo na Amazônia, através da música, aquilo o que nem todos conseguem enxergar. A riqueza artística cultural de um lugar e de um povo.

O espetáculo musical “Curupira Club” é um coletivo formado pelos quatro compositores amazônicos do estado do Amapá, com notório conhecimento no cenário musical amapaense, repertório totalmente autoral, e com gêneros musicais representativos do Amapá e de toda a região amazônica. Além dos cantadores Enrico Di Miceli, Val Milhomem, Zé Miguel e Osmar Júnior, compõem o projeto os músicos Alan Gomes (direção musical e baixo); Fabinho Costa (guitarra e violão); Jeffrei Redig (teclado) e Hian Moreira (percuteria).

Curupira é uma figura do folclore brasileiro, uma entidade das matas, o guardião da fauna e da flora. Inspirado nesse simbolismo, surgiu o espetáculo com essa denominação. Uma vez que os compositores enveredam suas obras por questões ambientais e proteção da cultura popular, proporcionando uma grande festa na floresta amazônica.


Projeto Botequim

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O Sesc/AP anunciou que esse tradicional Projeto vai sofrer mudança. Passará a acontecer somente nas duas primeiras semanas de cada mês.


Trilogia

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Dias 3 e 4/10, no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém (PA). Esse é um projeto fantástico em defesa das coisas da Amazônia, através da música, principalmente do Pará.


40 anos

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Com três discos gravados: Quando o Pau Quebrar; Na Maré dos Tempos e Trevelê, o  grupo foi criado pelos irmãos Fernando Canto e Juvenal Canto e por Bi Trindade (falecido), hoje, também  fazem parte da tribo Leonardo Trindade, Orivaldo Azevedo e Eduardo Canto. Parabéns.


Lançamento

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Batizado de “Do Tamanho Certo Para o Meu Sorriso”, vai comemorar os 40 anos de carreira da artista. Tem música amapaense no projeto, “Os Passa Vida” (Osmar Júnior/Rambolde Campos).