Espetáculo “Se Deixar Ela Canta”

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A Companhia Cangapé apresenta o espetáculo “Se deixar, ela canta”, um trabalho artístico que resultou de pesquisas e experimentações na arte palhaçaria e que já circulou por Macapá e localidades vizinhas. Nesta quarta-feira (07), o espetáculo “Se deixar, ela canta” será apresentado, na Praça Veiga Cabral, às 18h30.

O trio de palhaços conta a história de Perualda, um das mais belas e talentosas cantoras de todos os tempos. Dona de uma voz brilhante e encantadora, Perualda rouba os holofotes das estrelas da música pop, de Beyoncé à Patrícia Bastos, não dá outra, é Perualda que o povo quer, mas seus parceiros, o Palhaço Chimbinha e o Molambo, armam a maior confusão, e Se Deixar, Ela Canta”.
Por meio deste espetáculo, a Cia Cangapé promove o Circuito do Chapéu, uma iniciativa cultural independente que visa a circulação de espetáculos teatrais e circenses no Amapá.

Filiada ao Coletivo de Artistas Produtores e Técnicos do Teatro do Amapá (Captta), a Cia Cangapé com sede no bairro do Araxá, visa difundir e socializar a artes em Macapá e outras localidades por meio da ocupação do espaço público com apresentação de espetáculos cênicos. Ao término de cada apresentação a Companhia “roda o chapéu” mantendo tradição do teatro de rua, onde o espectador pode contribuir espontaneamente para permitir que este trabalho chegue a outras comunidades. (Paulo Rocha).

Bolsa
Inscrições abertas até 19 de outubro para o edital “Bolsa Funarte Formação em Artes Cênicas 2016”.
Funarte vai proporcionar 19 bolsas a artistas brasileiros, no valor de R$ 46 mil.
O objetivo é dar apoio, parcial ou integral, ao desenvolvimento de programas de residência e aperfeiçoamento artístico nas áreas de circo, dança e teatro, por um período de seis a oito meses, em território nacional ou no exterior. (www.cultura.gov.br).

Projeto MPA
Está de volta o projeto Música Popular Amapaense, cantando a cultura artística tucuju, com nossa linguagem amazônica.
No bar “O Barril”, na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Dia 9 de setembro, a partir das 21h.
São 20 artistas confirmados: Amadeu Cavalcante, Marcelo Dias, Rambolde, Banda Negro de Nós, Rosane Rodrigues, Loren Cavalcante, Brenda Melo, Roni Moraes, João Amorim, Finéias Nelluty, Enrico Di Miceli, Mayara Braga, Paulinho Bastos, Nonato Santos, Carlos Pirú, Banda Afro Brasil, Jorginho do Cavaco, Helder Brandão, Beto Oscar e Chermont Júnior. Informações: 99126-6262.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Agenda
Sábado, 10, tem o show “Gigantes da MPA”, com Osmar Júnior e Zé Miguel, na V11 Gold, em Santana.
Na av: Princesa Izabel – Centro. Informações: 99162-2818.

Cantando
No sábado, 10, a cantora Loren Cavalcante vai soltar a voz no espaço cultural “Mão na Massa”, às 21h.
Rua 1 do ramal do Seringal, ao lado do Monumento Marco Zero do Equador. Informações: 99127-0368.

Identidade
As artes produzidas no Amapá chamam a atenção pelas temáticas que retratam a realidade da identidade tucuju.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


16 filmes disputam indicação nacional ao Oscar

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Dezesseis longas-metragens participarão da seleção que escolherá o representante brasileiro na disputa por uma vaga entre os candidatos ao Oscar 2017 de melhor filme em língua estrangeira. Os longas inscritos são A Despedida, de Marcelo Galvão;Mais Forte que o mundo, de Afonso Poyart; O outro lado do paraíso, de André Ristum; Pequeno segredo, de David Schurmann;Chatô – O rei do Brasil, de Guilherme Fontes; Uma loucura de mulher, de Marcus Ligocki Júnior; Aquarius, de Kleber Mendonça Filho; Nise – O coração da loucura, de Roberto Berliner; Vidas partidas, de Marcos Schetchman; O começo da vida, de Estela Renner; Menino 23: Infâncias perdidas no Brasil, de José Belisario Cabo Penna Franca;&nb sp;Tudo que aprendemos juntos, de Sérgio Machado; Campo Grande, de Sandra Kogut; A bruta flor do querer, de Andradina Azevedo e Dida Andrade; Até que a casa caia, de Mauro Giuntini; e O roubo da taça, de Caito Ortiz. O filme A Hora e a Vez de Augusto Matraga foi inabilitado por ter sido lançado fora do período exigido pela academia norte-americana, de 1° de outubro de 2015 a 30 de setembro de 2016.

O período de inscrições encerrou-se no dia 31 de agosto, quarta-feira, e, até sexta-feira, dia 2, foi aceito material postado até o término das inscrições. Após esse período, o MinC analisou a documentação recebida para a habilitação dos candidatos. “No ano passado, houve nove filmes inscritos. Já este ano foi quase o dobro”, afirmou o secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, Alfredo Bertini.

No dia 12 de setembro, após avaliação dos representantes da comissão especial, será anunciado o nome do filme escolhido, em cerimônia na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. A escolha da película é realizada por uma comissão nomeada pelo MinC especialmente para esse fim, composta por integrantes de “currículos robustos de diversas partes do Brasil” e que “integram diversas etapas da cadeia produtiva do audiovisual”, explicou Bertini.

O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforça sua confiança no trabalho da comissão avaliadora que vai indicar à Academia de Ciências e Artes Cinematográficas o representante brasileiro na disputa por uma vaga entre os indicados ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “A gente confia plenamente na isenção e na capacidade da comissão avaliadora. Será um trabalho difícil, pois a safra de filmes brasileiros está excelente”, afirmou. (www.cultura.gov.br – Camila Campanerut e Lara Aliano).

“O Grande Encontro”
“Corra não pare, não pense demais. Repare essas velas no cais que a vida é cigana…”.
Um dos maiores projetos de valorização da música brasileira, “O Grande Encontro”, vem aí.
Em novembro, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Alceu Valença, em Macapá. Aguardem.

Projeto MPA
Está de volta o projeto Música Popular Amapaense, cantando a cultura artística tucuju, com nossa linguagem amazônica.
No bar “O Barril”, na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Dia 9 de setembro, a partir das 21h.
São 20 artistas confirmados: Amadeu Cavalcante, Marcelo Dias, Rambolde, Banda Negro de Nós, Rosane Rodrigues, Loren Cavalcante, Brenda Melo, Roni Moraes, João Amorim, Finéias Nelluty, Enrico Di Miceli, Mayara Braga, Paulinho Bastos, Nonato Santos, Carlos Pirú, Banda Afro Brasil, Jorginho do Cavaco, Helder Brandão, Beto Oscar e Chermont Júnior..

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.

Reconhecendo
Jornalista Júlio Maria (O Estado de São Paulo) escreveu uma matéria no jornal citado com o título “O Elo Perdido do Norte do Brasil”.
Se referindo ao Marabaixo, cultura principal do Amapá. Confira no site www.alias.estadao.com.br.

Ignorância
A música feita no Amapá com essa linguagem amazônica de cantar o que é nosso, falando bem das riquezas daqui, é muito forte e prazeroso acreditar na viabilidade desse produto.
Pena que nossos representantes não reconhecem tanta riqueza, mas prefiro dizer que ignoram, pois já passou da hora de andar com o “pires na mão”, como se nossa arte fosse eternamente sobreviver como “pedinte”.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


Samaúma: a rainha da floresta

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Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.

Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura.

Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.

A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.

Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também são usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).

Cinco ponto um
Hoje estou registrando, em meu calendário, mais um dia de vida. A gente diz que não percebe a idade andar.
Já se passaram 51 setembros e estou aqui firme e forte pra continuar cumprindo a missão que a mim foi delegada por Deus.

Ignorância
A música feita no Amapá com essa linguagem amazônica de cantar o que é nosso, falando bem das riquezas daqui, é muito forte e prazeroso acreditar na viabilidade desse produto.
Pena que nossos representantes não reconhecem tanta riqueza, mas prefiro dizer que ignoram, pois já passou da hora de andar com o “pires na mão”, como se nossa arte fosse eternamente sobreviver como “pedinte”.

Projeto MPA
Está de volta o projeto Música Popular Amapaense, cantando a cultura artística tucuju, com nossa linguagem amazônica.
No bar “O Barril”, na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Dia 9 de setembro, a partir das 21h.
Mais de 20 artistas já confirmaram que vão cantar a nossa aldeia.

De olho
“O que vai acontecer, o que você tem pra dizer desses suicídios animais, dos litorais e das beiras de rio. Não pense só em você…” (Osmar Júnior).
Estamos de olhos bem abertos. Não vale do engana.

“Pêndulo”
Titulo da nova música do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando seu 1º CD.
Já estamos no aguardo.

Agenda
Movimento Unificado dos Grupos e Companhias de Dança do Amapá, que será lançado neste sábado, 3, e domingo, 4, no Teatro das Bacabeiras, 19h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Destaque
Cantor e compositor amapaense Amadeu Cavalcante, que com suas inúmeras obras musicais gravadas, continua nos proporcionando momentos maravilhosos, há mais de 30 anos.
Merece o destaque e o registro da coluna.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


Saga da Amazônia

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O cantador e compositor brasileiro, Vital Farias, que nasceu no sítio Pedra D’Água, município de Taperoá, estado da Paraíba, expressa na canção Saga da Amazônia, todo seu sentimento de amor à Amazônia e conta para o mundo, através de música, o sofrimento daquele povo com o crime causado pelo homem sobre a natureza.

Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta, mata verde, céu azul, a mais imensa floresta, no fundo d’água as Iaras, caboclo lendas e mágoas e os rios puxando as águas.

Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores, os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores, sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir era: fauna, flora, frutos e flores. Toda mata tem caipora para a mata vigiar, veio caipora de fora para a mata definhar e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira.

Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar, prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar: se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá. O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar? Depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar, igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar.

Mas o dragão continua a floresta devorar e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar? Corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá, tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura. No lugar que havia mata, hoje há perseguição. Grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão, castanheiro, seringueiro já viraram até peão, afora os que já morreram como ave-de-arribação. Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova, gente enterrada no chão: Pois mataram índio que matou grileiro que matou posseiro, disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro roubou seu lugar

Foi então que um violeiro chegando na região ficou tão penalizado que escreveu essa canção e talvez, desesperado com tanta devastação, pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção, com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa dentro do seu coração.

Aqui termina essa história para gente de valor, pra gente que tem memória, muita crença, muito amor, pra defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta, era uma vez uma floresta na Linha do Equador.

Referência
A radialista e produtora cultura, Rose Show, é uma grande referência da cultura do município de Afuá (PA).
Vários projetos estão sendo executados por ela, valorizando aquele lugar. Parabéns.

Projeto MPA
Está de volta o projeto Música Popular Amapaense, cantando a cultura artística tucuju, com nossa linguagem amazônica.
No bar “O Barril”, na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Dia 9 de setembro, a partir das 21h.
Mais de 30 artistas estarão juntos cantando o que é nosso.

Revisão
Representantes do Fórum Brasileiros pelos Direitos da Cultura, entregaram ao Ministério da Cultura, sugestões para a revisão da Lei Rouanet e para o fortalecimento da Fundação Nacional de Artes.
Durante encontro realizado no Museu Nacional da República, na terça, 30, em Brasília. (www.cultura.gov.br).

“Pêndulo”
Titulo da nova música do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando seu 1º CD.
Já estamos no aguardo.

UniDança
Movimento Unificado dos Grupos e Companhias de Dança do Amapá, que será lançado nos dias 3 e 4 (sábado e domingo), no Teatro das Bacabeiras, 19h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

Agenda
Nesta sexta, 2, tem programação do projeto Samba no Mercado Central, a partir das 19h.
A bateria da escola de samba Piratas Estilizados é uma das atrações do evento.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


Belezas naturais do Amapá

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Amapá fica localizado no extremo norte do Brasil e é referência quando se fala em cobertura florestal, pois se trata da mais preservada do país. O seu ecossistema é rico, com belezas naturais formadas por florestas, várzeas, igapós, manguezais e cerrados. Além de fazer fronteira com o estado do Pará, é vizinha do Suriname, Guiana Francesa e também do Oceano Atlântico, o que explica sua incrível diversidade. Veja alguns destinos interessantes para visitar em Amapá e contemplar toda sua beleza natural!

Macapá. Trata-se da capital do Amapá e a cidade mais próxima do Rio Amazonas. Só se chega na cidade de barco ou avião vindo direto de Belém do Pará que faz fronteira com a cidade que possui imensos lugares para caminhadas, espaços ao ar livre para realização de piquenique e decks panorâmicos que descortinam paisagens do rio Amazonas.

A sua localização privilegiada fornece cenários incríveis aos visitantes que podem passear pelos lagos e observar a rica biodiversidade da fauna e a flora flúvio-marinha, com espécies interessantes de peixes e aves. Pelo entorno também está o Arquipélago do Bailique que é formado por 8 ilhas que é o refúgio de aves migratórias e possui atividades de ecoturismo.

Maracá. Ali fica Mazagão com rios e cachoeiras propícias para banho. Pracuúba ali próximo permite a observação de pássaros como marrecas, garças, gavião-real e guarás, além de peixes típicos da região como o tucunaré e pirarucu. Adeptos da pesca esportiva podem se divertir com essas espécies.

Serra do Navio. Como o nome já indica, ali na região se destaca as serras cobertas por vegetação nativa de floresta. Aproveite para apreciar o Rio Amapari com corredeiras que encantam desavisados.

RDS do Iratapuru. Trata-se da Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Iratapuru que abriga uma variedade de ecossistemas e é habitado por população tradicional. A reserva busca o equilíbrio ecológico e a exploração sustentável através do extrativismo da castanha-do-pará que é transformada em farinha, óleo e biscoitos nas fábricas lá implantadas. (belezasnaturais.com.br).

Projeto MPA
Está de volta o projeto Música Popular Amapaense, cantando a cultura artística tucuju com linguagem amazônica.
No bar “O Barril”, na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro. Dia 9 de setembro, a partir das 21h.
Mais de 30 artistas estarão juntos cantando o que é nosso.

Revisão
Representantes do Fórum Brasileiros pelos Direitos da Cultura, entregaram ao Ministério da Cultura, sugestões para a revisão da Lei Rouanet e para o fortalecimento da Fundação Nacional de Artes.
Durante encontro realizado no Museu Nacional da República, na terça, 30, em Brasília. (www.cultura.gov.br).

 Travessias 2.0
Nome do projeto de experiência artística que será realizado na Casa das Palavras em Macapá, dia 2 (sexta), na av. Desidério Antônio Coêlho, entre as ruas Jovino Dinoá e Leopoldo – Trem, 19h.
Na comunidade de Tessalônica (Distrito), dias 3 e 4.

“Batuqueiro”
Titulo da nova música do cantor e compositor Paulinho Bastos, que já está em estúdio gravando seu 1º CD.

  UniDança
Movimento Unificado dos Grupos e Companhias de Dança do Amapá, que será lançado nos dias 3 e 4 (sábado e domingo), no Teatro das Bacabeiras, 19h.

Amapá Jazz
A 8ª edição do Amapá Jazz Festival já tem data para acontecer. Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Araxá), Complexo Marlindo Serrano.
A produção é do artista Finéias Nelluty.

 Samba
Na sexta, 2, tem programação do projeto Samba no Mercado Central, a partir das 19h.
A bateria da escola de samba Piratas Estilizados é uma das atrações do evento.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


O que é música popular?

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Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.

São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.

Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro.

Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.

Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.

Agenda
Nesta quarta, 31, tem show da banda “Marreco’s Land” com o melhor repertório da boa música instrumental.
Alan Gomes (baixo), Fábio Costa (guitarra), Hian Moreira (bateria), Jeffrei Redig (teclados) e Neto (sopro).
Na bar “O Barril”, na esquina da avenida Procópio Rola com rua Hamilton Silva – Centro, às 21h.

Show
Na sexta, 2, tem show da cantora Mayara Braga e banda, no Araxá (Complexo Marlindo Serrano), às 22h.

Edital
Inscrições abertas para autores brasileiros interessados em se candidatar a intercâmbio no exterior e tradutores estrangeiros que desejam fazer residência no Brasil.
Fundação Biblioteca Nacional informa que as inscrições irão até o início de setembro.
O objetivo da iniciativa é a internacionalização da cultura e da literatura brasileira. (www.cultura.gov.br).

Festejo
Dias 9 e 10 de setembro a comunidade de Ambé (distrito de Macapá) preparou uma programação para festejar São Roque, padroeiro do lugar, durante todo o dia.

Samba
Na sexta, 2, tem programação do projeto Samba no Mercado Central, a partir das 19h.
A bateria da Escola de Samba Piratas Estilizados é uma das atrações do evento.

Dança
Dias 3 e 4 de setembro será lançado UniDança (Movimento Unificado de Grupos e Companhias de Dança do Amapá).
O recurso arrecadado no evento será investido na reforma da sala de dança do Teatro das Bacabeiras.
O movimento UniDança inicia às 19h, naquela casa de cultura.

Homenagem
Dia 9 de setembro o cantor Roberto Carlos será homenageado no show “Ângelo Canta Roberto Carlos”, no V11, na avenida Princesa Isabel – Centro, em Santana, às 23h30.
Ângelo é conselheiro estadual de cultura, do segmento da música.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.


O que é música popular?

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Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.

São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.

Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro.

Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.

Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.

Agenda
Nesta terça, 30, tem o show “Cores da Amazônia”, dos cantores Nivito Guedes e Paulinho Mururé, no Bar O Barril.
Na esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro, às 19h.

Festejo
Dias 9 e 10 de setembro a comunidade de Ambé (distrito de Macapá) preparou uma programação para festejar São Roque, padroeiro do lugar, durante todo o dia.

Samba
Na sexta, 2, tem programação do projeto Samba no Mercado Central, a partir das 19h.
A bateria da escola de samba Piratas Estilizados é uma das atrações do evento.

Dança
Dias 3 e 4 de setembro o UniDança (Movimento Unificado de Grupos e Companhias de Dança do Amapá) será lançado.
O recurso arrecadado com no evento será investido na reforma da sala de dança do Teatro das Bacabeiras.
O movimento UniDança inicia, às 19h, naquela casa de cultura.

Homenagem
Dia 9 de setembro o cantor Roberto Carlos será homenageado no show “Ângelo Canta Roberto Carlos, no V11, na av: Princesa Isabel – Centro, em Santana, às 23:30h.
Ângelo é conselheiro estadual de cultura, do segmento da música.

Literatura
Com a carreira de cantor e compositor consolidada, Zé Miguel entra no mundo da literatura e já está escrevendo seu primeiro livro. Parabéns.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.

Show
Cantor e compositor Zeca Baleiro tem show agendado em Macapá, dia 30 de setembro, no Ceta Ecotel, às 22h.


Que políticas culturais?

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A cultura e a arte sempre ocuparam um plano secundário no Brasil, o que traz reflexos que se evidenciam ainda hoje. Essa posição trouxe, como corolário, o fato de que uma das características definidora da política cultural no Brasil foi sua total ausência. Em termos mínimos, para que se configure uma política cultural são necessárias intervenções conjuntas e sistemáticas, além de objetivos claros. A colônia foi marcada por um controle rígido da cultura, com a proibição de instalação da imprensa, a censura a livros e jornais estrangeiros, a falta de incentivo à educação e a ausência de universidades (90% da população brasileira era analfabeta em meados do século XIX), Mesmo com a vinda da família real para o Brasil, em 1808, fugindo das tropa s de Napoleão com a consequente instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro e o traslado de acervos reais que deram origem a instituições como a Biblioteca Nacional e o Museu de Belas Artes, não houve ações sistemáticas que configurassem uma política cultural, quadro inalterado com a independência e a proclamação da República.

O marco das políticas culturais no Brasil é a ‘Revolução de 1930’ que coloca Getúlio Vargas no poder e mais efetivamente com o Estado Novo (1937-1945), quando o poder ditatorial de Getúlio assume sua cara mais autoritária. O contexto em que a ‘revolução’ acontece é o de incorporação de novos atores sociais, mais especificamente uma burguesia emergente e um proletariado que adentrava a cena. Industrialização, urbanização, modernismo cultural, fortalecimento e centralização do Estado nacional eram os elementos que mudavam a face do país, convivendo com as velhas oligarquias que mantinham seu poder. Pela primeira vez o Estado brasileiro realizava um conjunto de intervenções sistemáticas na área da cultura, o que se refletia em práticas, legislações, organizações e instituições criadas para esse fim.

A política cultural desse período foi influenciada pela experiência inovadora de Mário de Andrade, artista e intelectual, à frente do Departamento Municipal de Cultura de São Paulo, intervenção pública pioneira que elevou a cultura a um patamar de destaque nas políticas públicas. O autoritarismo é mais uma das características definidora da política cultural brasileira. Na ditadura militar implantada em 1964, após um golpe que derrubou o presidente João Goulart, a política cultural também será percebida como instrumento fundamental da ação governamental para a construção e manutenção de uma nação homogênea, integrada, dentro do binômio segurança e desenvolvimento que guiava o projeto de nação gestado pelos militares. O documento ‘Política Nacional de Cultura’, de 1975, sistematiza uma política cultural no nível federal. Ações sistemáticas foram adotadas e vários órgãos foram criados para sua consecução, como a Embrafilme e a Funarte, conselhos foram criados para dar respaldo legal às ações empreendidas pelo governo. (Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira – Encontro com a Missão Holandesa EM 2009 – Centro Cultural São Paulo)

“Canta Brasil”
Hoje é dia de ouvir o “Canta Brasil” na Diário FM 90,9. Um repertório refinadíssimo da boa música popular brasileira (MPB).
Das 6 às 8 da noite. Sintonize.

Sem propostas
Nas entrevistas que já ouvimos (Diário FM), percebemos que os candidatos a prefeito (a) de Macapá não tem propostas definidas (ou nenhuma) para os segmentos artísticos e culturais.
Precisamos urgentemente de um plano de política pública cultural que seja verdadeiro e viável para o município de Macapá e para o estado.

 Literatura
Com a carreira de cantor e compositor consolidada, Zé Miguel entra no mundo da literatura e já está escrevendo seu primeiro livro. Parabéns.

Agenda
Neste sábado, 27, tem show de Nivito Guedes e Paulinho Mururé, no bar “O Barril”, às 19h.
Esquina da av: Procópio Rola com a rua Hamilton Silva – Centro.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.

Batom Bacaba
Novo álbum (CD) da cantora Patrícia Bastos “Batom Bacaba”, já está finalizado e pronto para ser lançado.
Dia 29 de setembro no Rio de Janeiro, 2 e 6 de outubro em São Paulo, e 11 de novembro em Macapá (Teatro das Bacabeiras).

“Amapá”
Título do novo CD do cantor e compositor Mauro Guilherme, já finalizado. Aguardamos a data de lançamento desse projeto musical.

Matriarca
Tia Zefa com seus lúcidos 100 anos de muita vida, continua nos alegrando nas rodadas de Marabaixo. Tirando “ladrões” e dançando.


Conheça o que é a viola caipira

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Viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas. Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos símbolos da música popular brasileira.

Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa. As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazidas por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas. Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra. Era o início da viola caipira. Existem várias denominações diferentes para Viola, utilizadas principalmente em cidades do interior: viola de pinho, viola caipira, viola sertaneja, viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de queluz, viola serena, viola brasileira, entre outras.

A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor. Existem diversos tipos de afinações para este instrumento, sendo utilizados de acordo com a preferência do violeiro. As mais conhecidas são Cebolão, Rio Abaixo, Boiadeira e Natural. É comum a utilização da afinação Paraguaçu pelos repentistas nordestinos, apesar de também ser encontrada na região do Vale do Paraíba.

A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas, dispostas em 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados na mesma nota e mesma altura, enquanto os demais pares são afinados na mesma nota, mas com diferença de alturas de uma oitava. Estes pares de cordas são tocados sempre juntos, como se fossem uma só corda.

Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada.

Agenda
NILSON CHAVES
Nesta sexta, 26, tem show do cantor e compositor da Amazônia, Nilson Chaves, no Vitruviano, às 23h. Com participação especial do violonista Nonato Leal.

Na av: Machado de Assis, entre as ruas Hamilton Silva e Leopoldo Machado – Centro. Imperdível.

Exposição
MAQUINAS ANTIGAS
Um grupo de artistas está realizando a mostra fotográfica “Imagens da Amazônia” na Galeria de Artes Trokkal, na praça Veiga Cabral – Centro.

Até o dia 30 de agosto.

Oficina
INTERPRETACAO
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.

De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.

Fantástica
MPA
É impressionante a aceitação da música produzida no Amapá pelas pessoas que ouvem pela primeira vez.

Com a temática amazônica de cantar o que é nosso, as pessoas se sentem valorizadas dentro das propostas. Fantástico.

Tenda Cultural
negrodenos
Nesta sexta, 26, tem show com a “Banda Negro de Nós”, na Tenda Cultural do Rod’s Bar, às 22h.

Complexo Marlindo Serrano (Araxá).

Batom Bacaba
PATY
Novo álbum (CD) da cantora Patrícia Bastos “Batom Bacaba”, já está finalizado e pronto para ser lançado.

Dia 29 de setembro no Rio de Janeiro, 2 e 6 de outubro em São Paulo, e 11 de novembro em Macapá (Teatro das Bacabeiras).

Homenagem
LINO   TIA ZEFA
Francisco Lino da Silva e Tia Zefa do Marabaixo serão homenageados nos 20 anos do Prêmio Amapá em Destaque, com o troféu Tucuju de Ouro.

Ensaios
ESTILIZADOS
Piratas Estilizados é a única escola de samba que está ensaiando sua bateria para o próximo carnaval.

As terças e quintas na quadra do colégio Azevedo Costa, 20h, no Laguinho.


Então, o que é música afinal

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Essa pergunta tem sido alvo de discussão há décadas. Alguns autores defendem que música é a combinação de sons e silêncios de uma maneira organizada. Vamos explicar com um exemplo: Um ruído de rádio emite sons, mas não de uma forma organizada, por isso não é classificado como música. Essa definição parece simples e completa, mas definir música não é algo tão óbvio assim.

Podemos classificar um alarme de carro como música? Ele emite sons e silêncios de uma maneira organizada, mas garanto que a maioria das pessoas não chamaria esse som de música.

Então, o que é música afinal? De uma maneira mais didática e abrangente, a música é composta por melodia, harmonia e ritmo.

Melodia é a voz principal do som, é aquilo que pode ser cantado. Harmonia é uma sobreposição de notas que servem de base para a melodia. Por exemplo, uma pessoa tocando violão e cantando está fazendo harmonia com os acordes no violão e melodia com a voz. Cada acorde é uma sobreposição de várias notas, por isso que os acordes fazem parte da harmonia.

Vale destacar que a melodia não necessariamente é composta por uma única voz; é possível também que ela tenha duas ou mais vozes, apesar de ser menos frequente essa situação. Para diferenciar melodia de harmonia nesse caso, podemos fazer uma comparação com um navio no oceano. O navio representa a harmonia e as pessoas dentro do navio representam a melodia. Tanto o navio quanto as pessoas estão se mexendo, e as pessoas se mexem dentro do navio enquanto ele navega pelo oceano. Repare que o navio serve de base, suporte, para as pessoas. Elas têm liberdade para se movimentar apenas dentro do navio. Se uma pessoa pular para fora do navio, será desastroso. Com melodia e harmonia, é a mesma coisa.

Ritmo é a marcação do tempo de uma música. Assim como o relógio marca as horas, o ritmo nos diz como acompanhar a música. Cada um desses três assuntos precisa ser tratado à parte. Um conhecimento aprofundado permite uma manipulação ilimitada de todos os recursos que a música fornece, e é isso o que faz os “sons e silêncios” ficarem tão interessantes para nosso ouvido. Afinal, mais importante do que saber o que é musica, é saber como trabalhar em cima dela. (www.descomplicandoamusica.com)

Conquistas
Na semana de aniversário dos 28 anos da Fundação Cultural Palmares (28 agosto), um balanço das grandes conquistas desses anos:
Políticas de promoção da igualdade, da memória da cultura afro-brasileira e as cotas raciais.
Dar mais visibilidade à Palmares e à cultura afro-brasileira, além de gerar oportunidades de mobilidade social pela cultura a jovens da periferia. (www.cultura.gov.br).

Projeto
Cantor e compositor Zé Miguel está gravando e produzindo um CD com o também, cantor e compositor Amado Amâncio.
“Estamos fazendo uma releitura das obras que o artista já possui há anos e está sendo muito prazeroso”, disse Zé Miguel.

Oficina
O Sesc Amapá está com inscrições abertas para as oficinas “Interpretação Cinematográfica” e “Produção de Curta Metragem”.
De 7 a 10 de outubro, no Sesc Araxá, ministradas por Tomé Azevedo e Ana Vidigal.

Imperdível
Na sexta, 26, tem show de Nilson Chaves no Bar Vitruviano, com participação especial do violonista Nonato Leal.
Na Av: Machado de Assis, entre as Ruas Hamilton Silva e Leopoldo Machado – Centro. Às 23h.

Música 
A agenda cultural desta quinta, 25, do circuito Sonora Brasil do Sesc Amapá, vai apresentar o show “Violas em Concerto”.
Com Benedito Deghi e Marcus Ferrer, no Sesc Araxá, 19h. Entrada franca.

Jazz 
Dias 20, 21 e 22 de outubro, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá)), vai acontecer a 8ª edição do Amapá Jazz Festival.
A realização é do produtor, cantor e compositor, Finéias Nelluty.

Tenda
Na sexta, 26, tem show com a “Banda Negro de Nós”, na Tenda Cultural do Rod’s Bar (Araxá), às 22h.

Bienal
A escritora e poetisa amapaense, Alcinéa Cavalcante, foi convidada pela Câmara Brasileira do Livro para participar da cerimônia de abertura da 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Na sexta, 26, no auditório Elis Regina – Parque Anhembi (SP).