Conheça a dança do Siriá

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A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária.

Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.

Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam “cafezá” para plantação de café, “arrozá” para plantação de arroz, “canaviá” para a plantação de cana, passaram a chamar de “síria”, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário.

Com um ritmo que representa uma variante do batuque africano, a “dança do siriá” começa com um andamento lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, a velocidade cresce, atingindo ao final um ritmo quase frenético. A “dança do siriá” apresenta uma rica coreografia que obedece às indicações dos versos cantados sendo que, no refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado para os dois lados.

Tal como a “dança do carimbó”, os instrumentos típicos utilizados são dois tambores de dimensões diferentes: para os sons mais agudos (tambor mais estreito e menor) e para os sons graves (tambor mais grosso e maior). Os passos são animados ainda por ganzá, reco-reco, banjo, flauta, pauzinhos, maracá e o canto puxado por dois cantadores.

Também chamada pelos estudiosos como “a dança do amor idílico”, a “dança do siriá” apresenta os dançarinos com trajes enfeitados, bastante coloridos. As mulheres usam belas blusas de renda branca, saias bem rodadas e amplas, pulseiras e colares de contas e sementes, além de enfeites floridos na cabeça. Já os homens, também descalços como as mulheres, vestem calças escuras e camisas coloridas com as pontas das fraldas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores que as damas retiram, em certos momentos, para demonstrar alegria, fazendo volteios. (www.cdpara.pa.gov.br).

 

CARICATURA: É um desenho de uma personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Ser caricato é ser objeto de comicidade, ironia ou ter algo peculiar na face ou no corpo, levados ao exagero, à sátira jocosa ou como crítica de costumes. Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).

Meu coração tropical
Amanheceu batucando por você
Eu não sou anormal
Aqui do outro lado do Brasil
Osmar Júnior
 

 

  1. “Rita Santana”

Título da música de Enrico Di Miceli e José Inácio de Melo, que está no 1º disco solo de Enrico “Todo Música”. Parabéns.

 

  1. Show beneficente

Artistas de vários segmentos se mobilizando para realizar um show beneficente em prol da saúde do cantor Lula Gerônimo, que está enfermo precisando de tratamento especial.
O evento está agendado para o dia 3 de fevereiro, 12h, na sede da Assemp (Rod. Duca Serra – Alvorada). Mais de 30 artistas confirmados.

 

  1. 4º ano

Pelo quarto ano consecutivo não teremos desfile oficial das escolas de samba em Macapá, 2016, 2017, 2018 e 2019.

 

  1. Expectativa

Continua a expectativa de quem será o novo secretário de cultura, com indicação exclusiva do governador Waldez Góes, dito por ele próprio
“O secretário de cultura será uma escolha exclusiva minha”, disse WG.

 

  1. “Estrangeiro”

Nome do EP da banda musical amapaense, “Macacos Pelados”, já disponível nas redes sociais (plataformas) do grupo.

 

  1. Edital

Fundação de Cultura de Macapá (Fumcult) lançou edital, nesta terça (8), para atividades artísticas e culturais na programação de aniversário de 261 anos da cidade de Macapá, em 4 de fevereiro.
Os interessados devem, obrigatoriamente, estar cadastrados no Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais e com seus perfis atualizados.
As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 8 a 18 de janeiro de 2019. (www. fumcult.macapa.ap.gov.br).

 

  1. Solí

Dia 15 de janeiro o Grêmio Império de Samba Solidariedade vai festejar seu aniversário de 36 anos de carnaval.
Na sede da agremiação, na av: Marcílio Dias – Jesus de Nazaré.


Mestre Vieira: o criador da “Guitarrada”

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A Guitarrada é um gênero musical paraense instrumental surgido da fusão do choro com carimbó, cúmbia e jovem guarda, entre outros. É também chamado de lambada instrumental. O seu criador é o Mestre Vieira. Neste estilo a guitarra elétrica é solista. Os principais representantes da atualidade são os grupos: Mestres da Guitarrada, Cravo Carbono e La pupuña.

Joaquim de Lima Vieira, o Mestre Vieira, nasceu em 29/10 de 1934, é um músico brasileiro, tem 20 discos solo gravados. A música “Lambada Jamaicana” (lançada em 82, vinil “Melô da Cabra”) é seu maior sucesso. Desde 2003 integra também o grupo Mestres da Guitarrada, tendo 2 cds lançados: Mestres da Guitarrada (2004, selo Funtelpa) e Música Magneta (2008, Selo Candeeiro Records). Em 2008 recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem ao Mérito Cultural pelo seu relevante serviço prestado à cultura brasileira.

É um gênero musical único no mundo. Criado por Mestre Vieira, natural de Barcarena, o ritmo musical surgiu em Belém (PA), a guitarra faz sempre o solo em ritmos como cúmbia, carimbó e merengue. A guitarrada tem como marco o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas” (1978). A inovação do disco foi apresentar temas instrumentais para guitarra, sempre valorizando os ritmos amazônicos e caribenhos. Mestre Vieira, tem seu trabalho fortemente influenciado pelo choro e revelou-se virtuose ainda criança. Depois de ter tocado bandolim, banjo, cavaquinho, violão e instrumentos de sopro, ele só teve contato com a guitarra elétrica na década de 70.

Mestre Curica, também está ligado à tradição musical paraense. Ao lado de Verequete e Pinduca, é um dos importantes artistas que tocam carimbó. Ele foi o principal arranjador dos discos de Verequete e participou do primeiro registro de carimbó em disco, no ano de 1971. Curica também fabrica seus instrumentos e é considerado um dos responsáveis pela popular utilização do banjo nos arranjos de carimbó.

Aldo Sena, conta que se apaixonou pela guitarrada quando ouviu o disco “Lambadas das Quebradas”, de Mestre Vieira. No mesmo ano, Aldo Sena já estava apresentando ao público o seu trabalho autoral, feito com a banda “O Popular de Igarapé Mirim”.

 

AMULETO: É um objeto que um indivíduo acredita que pode trazer sorte ou proteção. Está muito vinculado ao imaginário popular. Muitos indivíduos costumam ter seu amuleto da sorte como algo que garante sucesso, ou imune a determinadas situações. É geralmente dado como presente por uma pessoa ou entidade de grande importância para o recebedor.

 

Para afagar seu rosto fino
E fazer com que você me ame
Xingo o avatar do Virgulino
Surfo de barriga em tsunami
Enrico Di Miceli & Joãozinho Gomes

 

  1. “Beijo Clandestino”

Título da música de Enrico Di Miceli em parceria com Joãozinho Gomes, que está no repertório do primeiro disco solo de Enrico, “Todo Música”.
O lançamento do projeto está agendado para depois do carnaval.

 

  1. Show beneficente

Artistas de vários segmentos se mobilizando para realizar um show beneficente em prol da saúde do cantor Lula Gerônimo, que está enfermo precisando de tratamento especial.
O evento está agendado para domingo (13), 12h, na sede da Assemp (Rod. Duca Serra – Alvorada). Mais de 30 artistas confirmados.

 

  1.   Carnaval

E agora os olhares se voltam para o carnaval, próxima agenda festiva do calendário brasileiro, que esse ano será na primeira semana de março.
Em Macapá – AP, será o quarto ano consecutivo que não teremos o desfile oficial das escolas de samba (2016, 2017, 2018 e 2019).
Nenhuma manifestação foi feita, por parte da instituição realizadora do evento, na tentativa de tentar realizar o evento.

 

  1. “Então, Foi Assim?”

Título do livro do escritor, Ruy Godinho, sobre os bastidores da criação musical brasileira – amapaense.
O lançamento está agendado para o início de fevereiro. Um belo registro da música regional tucuju.

 

  1. Banzeiro

Logo começarão os ensaios e oficinas do projeto Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.
Em preparação para o Cortejo de 4 de fevereiro, aniversário da cidade de Macapá. Aguardem.

 

  1. 10 anos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) vai completar 10 anos no ar. De segunda à sexta, 16h
Sempre renovando o seu compromisso de valorizar e divulgar a cultura artística tucuju.

 

  1. “Caia na Folia”

Nome do tradicional baile de carnaval de salão, esse ano marcado para acontecer, dia 23 de fevereiro, na sede da Aseel (Rodovia JK). Informações: 98114-0202.


O mestre violonista Nonato Leal

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Raimundo Nonato Barros Leal (Nonato Leal). No dia 23 de julho 192, nasceu na cidade da Vigia (PA). O professor, músico e compositor Nonato Leal aos 8 anos de idade inicia com seu pai sua vida musical. Com 10 anos se apresentava ao público pela primeira vez tocando violino. Aos 13 anos começa a tocar banjo e aos 15, bandolim, violão tenor e viola. Aos 18 anos inicia o aprendizado de violão. Com 19 anos, compõe a primeira música chamada “Tauaparanassu”.

Foi para Belém aos 20 anos onde tomou parte do Cast. Artístico da PRC-5 Rádio Clube do Pará. Em 1945 se apresenta na radio nacional – RJ no programa Papel Carbono (Renato Murce) e tira nota 10, imitando o violonista Dilermano Reis com a música “Se Ela Perguntar”. Em 1950, ingressa na rádio Marajoara (PA) e excursiona pelo interior do Pará com os músicos e cantores do Cast. da emissora.

Em fevereiro de 1952, chega a Macapá (onde reside até hoje) a convite do seu irmão Oleno Leal, onde é convidado a fazer parte da rádio Difusora de Macapá. Em 1953 conhece Paracy Jucá Leite, com quem se casa, em 1954.

Tocou com artistas renomados como Ângela Maria, Nelson Gonçalves, Waldick Soriano, Carmem Costa, Carlos Galhardo, João do Valle, Luiz Gonzaga, Arnaldo Rayol, Agnaldo Rayol. Também com o Trio Muiraquitã, Sebastião Tapajós, Nilson Chaves, Walter Bandeira, Lucinha Bastos, entre outros.

Excursionou pelo interior do Amapá sob o patrocínio do Governo. Participou da Semana de Arte Amapaense em 1981 e 1984. Em 1958 fez vários programas nas RÁDIOS DRAGÃO DO MAR, VERDES MARES E UIRAPURU no estado do Ceará. Compôs vários sambas- enredo para diversas escolas de samba do Amapá. Em 1982 e 1983 participou dos recitais de violão da REDE NACIONAL DA MÚSICA (FUNARTE). Em 1987 participou também do recital didático VILLA-LOBOS, curso de violão do SESC. Foi professor de violão na escola “WALQUIRIA LIMA” de 1970 a 1988.

O músico lançou 2 CD’s, sob a direção de Manoel Cordeiro, chamados de “Lamento Beduino” e “Coração Popular”. Atualmente tem um programa de televisão chamado “De Pai Pra Filho”, com o seu filho Venilton Leal, com quem, também lançou um CD. Todos com estilo instrumental.

 

 

GAFIEIRA: É o local onde, por volta do fim do século XIX e início do século XX em diante, tradicionalmente as classes mais humildes podiam freqüentar para praticar as danças de casal, ou danças de salão. Não chegava a ser um clube e sim uma alternativa para essas pessoas e, pelo que consta a história, as gafieiras sempre existiram no município do Rio de Janeiro.

 

Voa pássaro feito de poesia
Leva nas tuas asas
A palavra escrita, bendita
A palavra que também tem asas como o dia
Aroldo Pedrosa/Willian Cardoso

 

  1. Esperança

Como a chegada do ano novo chega, também, a esperança de dias melhores para os projetos dos artistas e suas artes.
Que sejam valorizados e contemplados pelos belos trabalhos que realizam. Esperança.

 

  1. 20 anos

Nesta sexta (4), meu filho Leandro Almeida, está completando 20 anos de idade.
Desejo todo sucesso do mundo e muita luz em sua promissora jovem trajetória. Deus te abençoe.

 

  1. Samba

Sábado (5) é aniversário de 45 anos da escola de samba Piratas Estilizado é uma grande programação foi montada pra festejar a data.
Direto do Rio de Janeiro: Bakaninha da Beija Flor e a passista Luana Bandeira da Viradouro. De Macapá: Cantora Carol Carvalho e as baterias de Piratas da Batucada e Boêmios do Laguinho.
Na quadra do colégio Azevedo Costa, a partir das 20h. Informações: 99151-0817.

 

  1. Incêndio

Na quarta (2), pela manhã, houve um incêndio no barracão da escola de samba Piratas da Batucada, na Cidade do Samba. Felizmente a equipe do Corpo de Bombeiros chegou a tempo de conter as chamas.
A diretoria da agremiação informou que o fogo queimou boa parte do material de fantasia e adereços que estavam guardados no local.

 

  1. Abandonado

Já faz tempo que a Cidade do Samba está sem o serviço de vigilância responsável pela segurança daquele patrimônio.
Com a falta desse serviço toda a fiação elétrica dos barracões foram tiradas e algumas portas estão sem trancas.
Com a palavra os responsáveis pelo zelo do local.

 

  1. Extinção

Com o modelo do novo governo do Brasil, a Cultura perde o status de Ministério e passa a ser uma secretaria especial integrada ao Ministério da Cidadania.
A preocupação dos segmentos é a maior dificuldade para fomentação da cultura.

 

  1. 10 anos

O programa “O Canto da Amazônia” vai completar em março, 10 anos de cultura no ar.
De segunda à sexta, às 16, na Diário FM 90,9.

 

 


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.

Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro lançou, em 2012, o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

 

JOÃOZINHO GOMES: Nasceu em Belém do Pará, no dia 20 de outubro de 1957. Aos 12 anos escreveu algo que imaginou ser um poema, descobrindo assim, sua vocação para apoesia. A vida o guiou para a música popular brasileira. Hoje é autor de mais de quinhentas músicas compostas ao lado de vários parceiros, alguns consagrados no cenário musical do país.

 

Vem cá conhecer Macapá
Curtir esse lugar
Que é bom pra se viver
Vem cá
Finéias Nelluty

  1. É hoje

Nesta sexta (28), tem show de encerramento da temporada 2018 do Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 21h. Informações 99963-6670 e 99126-6262.
São 23 cantores: Amadeu Cavalcante, Cléverson Baía, Banda Negro de Nós, Rambolde Campos, Mayara Braga, Nonato Santos, Val Milhomem, Banda Afro Brasil, Roni Moraes, Brenda Melo, Paulinho Bastos, Enrico Di Miceli, Nani Rodrigues, Sabrina Zahara, Joãozinho Gomes, Loren Cavalcante, Beto Oscar, Osmar Júnior, Helder Brandão, Nivito Guedes, Finéias Neluty, Zé Miguel, José Espíndola (pré-show), além da poesia de Annie Carvalho.

 

  1. Gravação DVD

No show de encerramento da temporada 2018, do Projeto MPA, na noite desta sexta (28), no Norte das Águas – Araxá, será gravado um DVD para registrar o maior movimento da música regional amazônica, realizado hoje, no Amapá.

 

  1. Réveillon Nota 10

Quatro escolas de samba vão realizar o “Réveillon Nota 10 – Show das Campeãs”, dia 31, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), às 23h.
Piratas da Batucada, Maracatu da Favela, Piratas Estilizados e Império do Povo. O show de abertura é do grupo “Papo de Samba Raiz”. Informações: 98110-5404 e 98121-6515.

 

  1. Audiovisual

O Ministério da Cultura divulgou nesta quinta (27), o resultado de dez editais da primeira etapa do programa #AudiovisualGeraFuturo, lançado em fevereiro deste ano.
Os dez editais representam avanço na política inclusiva e de desconcentração regional implantada pela secretaria do Audiovisual em 2018. Foram R$ 64 milhões em investimentos, nos 153 projetos audiovisuais selecionados e 1.745 projetos inscritos. (www.cultura.gov.br).

 

  1.  Show da virada

O tradicional Réveillon da Beira Rio, da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), na segunda (31), vai acontecer com a participação de vários artistas amapaenses.

 

  1. Destaque

Carlos Augusto, popular “Carlitão”, criador junto com seu mano Álvaro Gomes, do projeto Banda Placa, com mais de 30 anos de carreira musical e outros projetos, merece todo respeito e reconhecimento pela atitude. Parabéns.

 

  1. “Encontro dos Tambores”

Título da música de Enrico Di Miceli, Leandro Dias e Joãozinho Gomes, que está no repertório do 1º disco (CD) de Enrico, lançada recentemente nas redes sociais.

 


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. O festival segue até sábado (30), com diversas companhias nacionais de dança.


Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da pr odução artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada.  “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importâ ncia para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

 

CAETANO VELOSO: Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, nascido em Santo Amaro, Bahia, em 7 de agosto de 1942). É é um músico, produtor, arranjador e escritor brasileiro. Com uma carreira que já ultrapassou cinco décadas, Caetano Veloso, construiu uma obra musical marcada pela releitura e renovação e considerada amplamente como possuidora de grande valor intelectual e poético.

 

Preservar a Amazônia
Preservar o Amapá
Missão dada ao povo
Sangue deste lugar
Jean Carmo
 

  1. Encerramento MPA

Na sexta, 28, será o encerramento da temporada 2018 do Projeto Música Popular Amapaense (MPA), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, 21h.
São 22 cantores, além de músicos, poetas, artistas plásticos, artesanato, etc. reserve sua mesa pelo 99126-6262.

 

  1. “Arte Natal”

Nome da campanha lançado pelo movimento Arte Amazon, oportunizando dar arte de presente nesse natal.
O slogan do projeto é “Nesse Natal Faça Diferente. Dê Arte Amazon de Presente”. www.arteamazon.com.

 

  1. Dinossauros e Abelhas

Nomes atribuídos  aos ex atletas do Handebol amapaense (homens e mulheres), que estão se reorganizando e voltando para contribuir com esse esporte no estado.
Todas as quintas, 19h, os “Dinos e Abelhas” se encontram para jogarem (pelada) e discutirem o projeto de contribuição. Parabéns.

 

  1. Agenda

Domingo, 23, vai rolar o projeto Pagode Natal Solidário do Panamá, na casa de shows Panamá Eventos (Travessa Julião Ramos – Jesus de Nazaré), a partir das 16h.
Atrações: Grupo Sensação do Samba e o sambista convidado especial, Cafú Rota Samba. Informações: 99143-2252.

 

  1. Feira Preta

O Instituto Municipal de políticas de Promoção da Igualdade Racial – Improir, possui um belo projeto de valorização e pertencimento do artesanato afro-amapaense, que é a Feira Preta.
Parabéns ao diretor presidente da instituição, Maycon Magalhães, pela coordenação desse trabalho de resistência desse segmento.

 

  1. Teatro

Neste sábado, 22, tem o espetáculo teatral “Eclesiastes”, na Biblioteca Elcy Lacerda (rua São José – Centro), às 20h. Entrada franca.

 

  1.  Destaque

Maestro Elias Sampaio desenvolve um belo projeto musical no Amapá, com vários destaques nacionais. A Orquestra Essência é um deles. Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.


Arte Amazon lança a campanha ”Arte Natal” 

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Com o slogan “Neste Natal Faça Diferente, dê Arte de Presente”, a galeria de artes ARTEAMAZON lança a campanha ”Arte Natal”, despertando nas pessoas o hábito de dar Arte como presente de Natal.
A campanha ”Arte Natal” se apresenta sob a forma de uma exposição coletiva de quadros de pequenos formatos chamada “Nanos”. Os “Nanos” que trazem a temática Amazônia, já vem em uma linda embalagem artesanal, pronta para serem presentes de Natal. Servem tanto para ser colocados sobre mesas, quanto em paredes, tornando-os mais uma opção de presentes de bom gosto por um baixo custo.
A exposição ”Arte Natal” abriu, na terça, 18 de dezembro no Piso L3, ao lado do Amazon Fantasy, no Macapá  Shopping e ficará à disposição dos interessados, até o dia 29 de dezembro de 2018. As peças poderão ser adquiridas no local da exposição, no horário das 15h as 21h, ou pelo site www.arteamazon.com.
O ARTEAMAZON é um projeto que divulga e valoriza os artistas que atuam no cenário artístico-cultural da Amazônia. Foi criado e lançado em novembro de 2016. (Gilberto Almeida).

 

CARICATURA: É um desenho de uma personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Ser caricato é ser objeto de comicidade, ironia ou ter algo peculiar na face ou no corpo, levados ao exagero, à sátira jocosa ou como crítica de costu mes. Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).

 

Meu coração tropical
Amanheceu batucando por você
Eu não sou anormal
Aqui do outro lado do Brasil
Osmar Júnior

 

  1. É hoje

Show das cantoras Mayara Braga e Sabrina Zahara, nesta sexta (21), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, às 21h.
O cantor Alexandre Veríssimo abrindo o espetáculo e o convidado especial, João Amorim. Informações: 9999-6670 e 98114-2908. A realização é do Projeto Música Popular Amapaense (MPA).

 

  1. Encontro

Sábado, 22, vai acontecer o Encontro dos Santanenses, no Amazon Beach (Vila Amazonas), na cidade de Santana, às 12h.

 

  1. Papai Noel

Se o Papai Noel da Cultura aparecesse em sua casa e lhe perguntasse, qual o presente que você gostaria de ganhar nesse natal? O que você pediria?

 

  1. Samba Solidário

Domingo, 23, vai rolar o projeto Pagode Natal Solidário do Panamá, na casa de shows Panamá Eventos (Travessa Julião Ramos – Jesus de Nazaré), a partir das 16h.
Atrações: Grupo Sensação do Samba e o sambista convidado especial, Cafú Rota Samba. Informações: 99143-2252.

 

  1. Sorrindo

Cantor e compositor, Nivito Guedes, gravou um clipe com a música “Façamos Alguém Sorrir” de autoria do seu mano, Nonato Santos.
Uma mensagem de paz e amor à humanidade. Acesse Nivito Guedes no Facebook e assista.

 

  1. Banco da Amizade

Dia 26 de dezembro (quarta-feira) vai acontecer o 47º aniversário da Associação Cultural Banco da Amizade, na esquina da rua Gal. Rondon com a av: José Antônio Siqueira – Laguinho.
Uma programação artístico-cultural está sendo preparada para comemorar a data, a partir das 6h.

 

  1. “O Canto da Amazônia”

Um programa 100% regional, com uma linguagem bem amazônica de valorizar a arte e a cultura da região norte brasileira (todos os segmentos).
De segunda à sexta, na Diário FM 90,9. Das 16h às 17:30h. Bom de ouvir.


Conselho Nacional de Política Cultural

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O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) será reformulado para ficar mais ágil, eficiente, democrático e com um orçamento adequado à atual realidade econômica do País. O ministro Sérgio Sá Leitão decidiu, após ouvir as demandas de diversas entidades e associações do setor cultural, criar um grupo de trabalho para sugerir mudanças no órgão colegiado.

A atualização do CNPC é uma pauta importante para esta gestão do MinC. “O CNPC é integrado por representantes da sociedade civil e do poder público das diversas regiões do país e tem a missão de debater as políticas públicas para o desenvolvimento das atividades culturais”, explica o ministro Sérgio Sá Leitão. “Com um novo modelo de funcionamento, poderá contribuir muito para o avanço do MinC e das políticas de cultura.”

Com um CNPC reestruturado em 2018, o MinC pretende ampliar a democratização do acesso aos bens culturais e às políticas públicas do setor. Os custos operacionais do Conselho também devem ser readequados: estão hoje em R$ 1,8 milhão por ano, além de R$ 3,5 milhões a cada dois anos relativo ao processo eleitoral. Isso porque o MinC arca com as passagens e diárias dos membros, que se reúnem periodicamente em Brasília, além da logística dos encontros. “Queremos reduzir o custo e ampliar os resultados”, afirma o ministro.

Criado em 2005, o Conselho Nacional de Política Cultural é formado pelo Plenário, o Comitê de Integração de Políticas Culturais, os 18 Colegiados Setoriais, as Comissões Temáticas e a Conferência Nacional de Cultura. Sua estrutura fixa envolve mais de 600 pessoas, sendo os 540 integrantes dos Colegiados Setoriais, entre titulares e suplentes, escolhidos em processo eleitoral nacional. É uma estrutura imensa, com baixo grau de eficiência e de eficácia, e um alto custo para os contribuintes. Representantes do poder público e da sociedade civil integrantes do Conselho. (www.cultura .gov.br)

 

 

PATCHOULI: Patchouli, patchouly, pachouli, pachuli, patechuli, patexulí ou ainda orizano Brasil, é o nome dado tanto a um conjunto de espécies de plantas do gênero Pogostemon quanto ao óleo essencial obtido d e suas folhas. Geralmente, refere-se às espécies Pogostemon cablin, muito cultivada na Indonésia, Pogostemon heyneanus ou Pogostemon patchouly, esta última designada patchuli de Java. As outras plantas do mesmo género botânico não são adequadas à produção do óleo.

 

Lá no Araguari
Há uma estrada pra lua
Onde a minha vida
Sentou e seguiu
Osmar Júnior

 

  1. Niver

Nesta quinta, 20, comemoramos o aniversário do cantor e compositor tucuju, Val Milhomem.
Muitas bênçãos e sucesso sempre.

 

  1. Bar Caboclo

Dia 30 de dezembro será a última apresentação de 2018 do espetáculo Bar Caboclo.
No Teatro das Bacabeiras, 21h.

 

  1. Natal Solidário

A Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap) vai realizar o Natal Solidário, sábado 22, às 17h. Rua Professor Tostes, 691 – Jesus de Nazaré, próximo a av: José Tupinambá (antiga Nações Unidas).
Doe brinquedos e participe faça uma criança feliz. Informações: 99126-6262.

 

  1. Clipe

Nesta quinta, 20, será lançado o vídeo clipe da música “Encontro dos Tambores”, que está no primeiro disco solo do cantor e compositor Enrico Di Miceli “Todo Música”.
Nas redes sociais do artista (Facebook, Instagran e Youtube).

 

  1. Prêmio

A editora Mágico de Oz está homenageando a poetisa amapaense, Alcinéa Cavalcante, com o Prêmio Destaque Poético 2018.
O reconhecimento vem pelo trabalho da artista desenvolvido ao longo do ano de 2018. Parabéns.

 

  1. Agenda MPA

Sexta, 21, tem show das cantoras Mayara Braga e Sabrinha Zahara, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, 21h.
Artistas convidados: João Amorim e Alexandre Veríssimo, esse abrindo o espetáculo. Informações: 9999-6670 e 98114-2908. A realização é do Projeto Música Popular Amapaense (MPA).

 

  1. Destaque

Professor de música e guitarrista amapaense Fábio Costa (Fabinho), é um daqueles músicos que dá gosto de ouvir o que ele toca, pois a qualidade técnica é impressionante. Merece o destaque e o registro da coluna.


Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.

Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

 

OXÓSSI: Oxóssi (no candomblé) ou oxósse (no omolocô) é o orixá da caça, florestas, dos animais, da fartura, do sustento. Está nas refeições, pois é quem provê o alimento. É a ligeireza, a astúcia, a sabedoria, o jeito ardiloso para capturar a caça. É um orixá de contemplação, amante das artes e das coisas belas. É o caçador de axé, aquele que busca as coisas boas para um ilé, aquele que caça as boas influências e as energias positivas.

Eu só visitei as estrelas
Pra te encantar
Eu só visitei as estrelas
Pra te contar
Lula Barbosa 
 

  1. “Todo Música”

Título do 1º disco solo do músico, compositor e cantor, Enrico Di Miceli, que já inicia seu trabalho de divulgação da obra.
O lançamento está agendado para 2019, depois do carnaval.

 

  1. Apresentação

O texto de apresentação do 1º disco de Enrico Di Miceli (Todo Música), tem a assinatura do consagrado cantor e compositor brasileiro, Zeca Baleiro, amigo e admirador das obras de Enrico.
Ouvi as músicas e confesso que sou suspeito pra falar, mas “tá” massa.

 

  1. Lançamento

A primeira música do disco “Todo Música”, do cantor, compositor e músico, Enrico Di Miceli, será lançada nesta terça (18), em todas as redes sociais do artista (Facebook,
Instagran, Youtube).

Na quinta (20) será lançado o vídeo clipe da música. Já na expectativa.

 

  1. Agenda MPA

Sexta, 21, tem show das cantoras Mayara Braga e Sabrinha Zahara, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, 21h.
Artistas convidados: João Amorim, Dulce Rosa e Alexandre Veríssimo abrindo o espetáculo. Informações: 9999-6670 e 98114-2908. A realização é do Projeto Música Popular Amapaense (MPA).

 

  1. Férias

Cantora amapaense, Patrícia Bastos, que reside em São Paulo cuidando da carreira artística, está na terrinha Macapá.
Veio visitar a família e rever amigos, além de algumas agendas de shows.

 

  1. Deu CDC

Corpo de Dança Caprichoso (CDC) conquistou o título estadual de melhor grupo Toada do Amapá, no último sábado, 15, na quadra do colégio Azevedo Costa.
Com a temática “Amazônia-Liberdade: Somos Cultura, História e Resistência; Somos um Grito de Liberdade Pela Nossa Amazônia”. Parabéns.

 

  1. “Mestiçaria”

Nome do novo CD do consagrado cantor e compositor, Lula Barbosa, parceiro de Joãozinho Gomes nesse projeto, com a música “O Dobrador de Obá”.
A canção é uma homenagem a Tia Chiquinha, quando o artista esteve em Macapá, em 2007.
Lula é autor de “Mira Ira”, 2ª colocada no Festival dos Festivais, em 1985, promovido pela TV Globo.

 

 


A influência da cultura na formação do cidadão

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Mais do que uma característica essencial de uma sociedade, a cultura pode ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir, fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. A palavra cultura deriva do latim, colere, que tem como significado literal “cultivar”. Partindo desse princípio, percebemos que se trata de uma herança acumulada ao longo dos anos, e que deve ser preservada.

Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias: Cultura segundo a Filosofia: trata-se de um conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, e que condizem com a realidade. Cultura segundo a Antropologia: o termo deve ser compreendido como uma soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano. Cultura Popular: associa-se a algo criado por um determinado grupo de pessoas que possuem participação ativa nessa criação. Música, arte e literatura são exemplos que podem ser utilizados.

Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Entretanto, é necessário lembrar que essa percepção individual tem grande influência por parte do grupo. As escolhas selecionadas ou valorizadas pelo grupo tendem a ser selecionadas na percepção pessoal.

Além disso, a cultura possui quatro processos que têm participação ativa na influência do indivíduo:

O Agente Cultural: Seja qual for a forma de expressão artística que ele promove, trata-se de alguém que se sente valorizado pelo que é capaz de fazer e, mesmo na velhice, é muitas vezes procurado para transmitir seus conhecimentos aos mais jovens. O Propagador Cultural: É aquele que não cria, mas que valoriza e ajuda a difundir determinados tipos de arte. Muitas vezes, dedica sua vida a esse propósito. Dentro desse grupo, estão incluídos os indivíduos que compram e comercializam produtos culturais. O Espectador Cultural: Grupo formado por pessoas que não criam e nem difundem a arte, mas que são apreciadores do gênero e qu e se identificam com outros de pensamento semelhante. Um exemplo do gênero e que pode ser citado é a formação dos fã-clubes, que interagem entre si promovendo o ídolo de diversas maneiras. O Alienado Cultural: Trata-se de alguém ou determinado grupo que denuncia as formas de expressão cultural. Presente muitas vezes em regimes ditatoriais, evidencia a exclusão social e oprime movimentos artísticos menos poderosos mas, nem por isso, com menos influência na sociedade. (www.institutofilantropia.org.br).

 

CABOCLO E CABOCO: A gente se acostumou a usar as palavras indígenas metendo sempre um “r” no meio para corrompê-la na sua origem. E assim chamamos tracuá (para taraquá, espécie de formiga), traíra (taraíra, peixe de água doce). Os portugueses colocaram um “L” no meio da palavra caboclo, que ficou meio feinha, mesmo assim ela não perdeu o significado original.

O que será que me dá
Que me bole por dentro será que me dá
Que brota flor da pele será que me dá
E que me sobe as faces e me faz corar
Chico Buarque
 

  1. Agenda MPA

Sexta, 21, tem show das cantoras Mayara Braga e Sabrinha Zahara, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, 21h.
Artistas convidados: João Amorim, Dulce Rosa e Alexandre Veríssimo abrindo o espetáculo. Informações: 9999-6670 e 98114-2908.
A realização é do Projeto Música Popular Amapaense (MPA).

 

  1. Encerramento

Dia 28 de dezembro será o encerramento da temporada 2018 do Projeto MPA (Música Popular Amapaense), no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano) – Araxá, a partir das 21h.
Para o show de enceramento serão 23 cantores, mais de 20 músicos, poetas, exposição e comercialização de artes plásticas, livros, DVDs, artesanato, discos, etc. aguardem.

 

  1. Resultado

Projetos da Lei Rouanet injetaram 49,78 bilhões na economia, em 27 anos. A Lei não só impulsiona a economia criativa brasileira, como gera dividendos para o País.
A cada R$ 1 investido por patrocinadores em 53.368 projetos culturais, por meio da Lei em 27 anos, R$ 1,59 retornaram para a sociedade por meio da movimentação financeira.
É uma extensa cadeia produtiva, que vai desde a equipe contratada para construção de um cenário, à logística de transporte necessária para a montagem de um show. (www.cultura.gov.br).

 

  1. Samba

Sábado, 15, é aniversário de 23 anos de dois grandes projetos de samba e pagode do Amapá. “Pagode do Josimar e Cafú Rota Samba”.
Na quadra da escola de samba Maracatu da Favela (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 17h. Convidados: Thiaguinho Salazar, Quinzinho, Vitinho Oliveira, Sharlinho e DJ Luiz Carlos. Informações: 99196-3121 e 99181-0422.

 

  1. Dança

Domingo (16) a Federação das Entidades Juninas e Folclóricas do Amapá, vai realizar a Mostra de dança Fejufap 2018 – Arte e Cultura.
O evento será no Teatro das Bacabeiras, às 19h. A entrada é 1kg de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão doados para a Casa da Hospitalidade, em Santana e Abrigo São José, em Macapá.

 

  1. Cortejo

O Cortejo do Banzeiro do Brilho-de-Fogo vai acontecer no domingo. A concentração do Cortejo está marcada para às 16h, na av: Coaraci Nunes (ao lado do Banco do Brasil).
A saída será, às 17h, com chegada na Praça Floriano Peixoto, onde haverá show artístico.

 

  1. “Caia na Folia”

Nome do tradicional baile de carnaval de salão, marcado para acontecer no dia 23 de fevereiro de 2019, na sede da Aseel (Rodovia JK).
A realização é do radialista Azevedo Picanço. Informações: 98114-0202.


Conheça a dança do Siriá

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Tradição – História
A mais famosa dança folclórica do município de Cametá é uma das manifestações coreográficas mais belas do Pará. Do ponto de vista musical é uma variante do batuque africano, com alterações sofridas através dos tempos, que a enriqueceram de maneira extraordinária.

Contam os estudiosos que os negros escravos iam para o trabalho na lavoura quase sem alimento algum. Só tinham descanso no final da tarde, quando podiam caçar e pescar. Como a escuridão dificultava a caça na floresta, os negros iam para as praias tentar capturar alguns peixes. A quantidade de peixe, entretanto, não era suficiente para satisfazer a fome de todos.

Certa tarde, entretanto, como se fora um verdadeiro milagre, surgiram na praia centenas de siris que se deixavam pescar com a maior facilidade, saciando a fome dos escravos. Como esse fato passou a se repetir todas as tardes, os negros tiveram a idéia de criar uma dança em homenagem ao fato extraordinário. Já que chamavam “cafezá” para plantação de café, “arrozá” para plantação de arroz, “canaviá” para a plantação de cana, passaram a chamar de “síria”, para o local onde todas as tardes encontravam os siris com que preparavam seu alimento diário.

Com um ritmo que representa uma variante do batuque africano, a “dança do siriá” começa com um andamento lento. Aos poucos, à medida que os versos vão se desenvolvendo, a velocidade cresce, atingindo ao final um ritmo quase frenético. A “dança do siriá” apresenta uma rica coreografia que obedece às indicações dos versos cantados sendo que, no refrão, os pares fazem volteios com o corpo curvado para os dois lados.

Tal como a “dança do carimbó”, os instrumentos típicos utilizados são dois tambores de dimensões diferentes: para os sons mais agudos (tambor mais estreito e menor) e para os sons graves (tambor mais grosso e maior). Os passos são animados ainda por ganzá, reco-reco, banjo, flauta, pauzinhos, maracá e o canto puxado por dois cantadores.

Também chamada pelos estudiosos como “a dança do amor idílico”, a “dança do siriá” apresenta os dançarinos com trajes enfeitados, bastante coloridos. As mulheres usam belas blusas de renda branca, saias bem rodadas e amplas, pulseiras e colares de contas e sementes, além de enfeites floridos na cabeça. Já os homens, também descalços como as mulheres, vestem calças escuras e camisas coloridas com as pontas das fraldas amarradas na frente. Eles usam ainda um pequeno chapéu de palha enfeitado com flores que as damas retiram, em certos momentos, para demonstrar alegria, fazendo volteios. (www.cdpara.pa.gov.br).

 

CARICATURA: É um desenho de uma personagem da vida real, tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo. Ser caricato é ser objeto de comicidade, ironia ou ter algo peculiar na face ou no corpo, levados ao exagero, à sátira jocosa ou como crítica de costumes. Historicamente a palavra caricatura vem do italiano caricare (carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção).

 

Elegante palmeira
Manequim da floresta
Não tens par nem touceira
Vives só, mas em festa
Enrico Di Miceli, Cléverson Baia e Joãozinho Gomes

 

  1. Miss caipira

Renata Taiana carinhosamente chamada de “Renatinha”, é a nova Miss Caipira da quadrilha junina Simpatia da juventude, apresentada na noite de quarta-feira (12), na sede de Boêmios do Laguinho.
Ela já ocupou a mesma posição, em 2010, no mesmo grupo, sendo eleita a melhor Miss Caipira daquele ano, no tradicional concurso Garota Junina. Parabéns e boa sorte.

 

  1.  “Sonho”

Nome da temática que a quadrilha Simpatia da Juventude vai apresentar na quadra junina de 2019.
Em comemoração aos 25 anos do grupo no ano que vem. O sonho que virou realidade.

 

  1. É hoje

Nesta sexta (14), o Projeto MPA apresenta o show de Nivito Guedes e Finéias Neluty, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano), Araxá.
A cantora Deize Pinheiro abre o show, às 10 da noite. Informações: 98112-7594 e 99115-1774.

 

  1. “Samba Claus”

É o nome da temática do Luau na Samaúma que vai acontecer nesta sexta (14), na Praça da Samaúma (Complexo Marlindo Serrano), Araxá, a partir das 17h.
Muito samba de qualidade pra marcar o encerramento da 2ª temporada desse projeto que é realizado pela Prefeitura de Macapá e Ministério Público.

 

  1. Último ensaio

Nesta sexta vai acontecer o último ensaio do Banzeiro do Brilho-de-Fogo, para o Cortejo de domingo (16).
Na Praça Floriano Peixoto – Centro, às 19h.

 

  1. Dança

Domingo (16) a Federação das Entidades Juninas e Folclóricas do Amapá, vai realizar a Mostra de dança Fejufap 2018 – Arte e Cultura.
O evento será no Teatro das Bacabeiras, às 19h. A entrada é 1kg de alimento não perecível. Os alimentos arrecadados serão doados para a Casa da Hospitalidade, em Santana e Abrigo São José, em Macapá.

 

  1. Cortejo

O Cortejo do Banzeiro do Brilho-de-Fogo vai acontecer no domingo. A concentração do Cortejo está marcada para às 16h, na av: Coaraci Nunes (ao lado do Banco do Brasil).
A saída será, às 17h, com chegada na Praça Floriano Peixoto, onde haverá show artístico.