Cley Lunna preparando a gravação do 1º CD

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Um cantor que defende a sua terra, um compositor que escreve sobre o seu povo e um artista comprometido com a vida da sua gente e da cultura e lugar onde vive, assim é o jovem cantador amapaense, filho de Santana, Cley Lunna dos Santos Lobato, ou simplesmente, Cley Lunna, que nasceu em abril de 80. Assim é o Amapá, cheio de talentos que o mundo oferece para a arte acolher.

Cley Lunna nasceu pro mundo da arte musical, aos 11 anos de idade, por incentivo próprio, depois dos trabalhos pesados na roça e na serraria da família. Veio para a cidade aos 17 anos e só no ano de 2000, teve a oportunidade de pegar num violão e aos poucos foi aprendendo as primeiras notas musicas em revistas que um primo comprava nas bancas de jornal, e todos os dias ia à casa do primo em busca do violão para aprender a tocar.

Ainda no interior, Cley ouviu pela primeira vez Enrique Iglesias, numa fita kaset, e esse foi o seu primeiro contato com a música que se eternizou em sua memória. Iniciou sua carreira artística aos vinte e dois anos, tocando em bares e em 2010, na Amostra de Musica do Sescanta Amapá, alcançou o primeiro lugar com a canção “Clara”, de sua autoria com Jerônimo Barreto, o que lhe deu bagagem para participar do Femosic (Mostra de Música Cidade Canção).

Daí em diante o cantor Cley Lunna nunca mais parou de fazer canção em defesa da sua gente, participando de diversos festivais de músicas aqui no Amapá e em outros estados do país. Com um estilo jovem, moderno e compromissado com a temática do povo da Amazônia, ele está preparando o lançamento de seu 1º CD solo, com músicas inéditas, de sua própria autoria e de outros parceiros do cancioneiro brasileiro. Enquanto isso o povo tucuju aguarda mais um trabalho em sua homenagem.

Lamentável
Menos de um mês reinaugurada a Praça Veiga Cabral, Centro, já teve um dos banquinhos de concreto (área de jogos) quebrado.
É lamentável que ainda tenha pessoas com esse tipo de comportamento.

 “Estação Lunar”
Na quinta, 14, inicia o projeto Estação Lunar, no balneário de Fazendinha, como parte da programação cultural do Macapá verão 2016. Às 19h. Serão três eventos até o final de julho.
Atrações: Contação de História – O Saci Que Não Tinha Uma Perna Só; Show musical com Lula Jerônimo; Raízes do Bolão; Nonato Leal; Naldo Maranhão; Hanna Paulino; Grupo Senzalas e Finéias Nelluty.

Galeria
Bela atitude da prefeitura de Macapá em acrescentar uma galeria de arte na nova Praça Veiga Cabral.
Uma forma de valorizar a memória artística do povo tucuju.

Gravando
Banda amapaense “Macacos Pelados” entra em estúdio pra gravar sua primeira música.
 A direção musical e de Cléverson Baia. É a nova geração do cancioneiro tucuju entrando em cena.

Homenagem
Músico violonista Nonato Leal, será homenageado pelo projeto Estação Lunar, quinta, 14, no balneário de Fazendinha.
Será um artista a cada quinta-feira, até o final de julho, quando o evento encerra. Justa homenagem ao renomado artista.

Tambores
Já está rolando comentários que o GEA não tem recurso para investir no Encontro dos Tambores deste ano (novembro), na semana da consciência negra.
Comunidades e UNA terão que recorrer aos seus próprios cofres para realizar o evento ou outros parceiros.

Agenda
Consagrado cantor e compositor Zeca Baleiro, deverá fazer show em Macapá, em setembro.
Com participação de artistas amapaenses cantando nossas músicas. Aguardem.

Compromisso
Com ou sem aporte financeiro do poder público, comunidades negras e UNA, tem condições que realizar o Encontro dos Tambores, em novembro.
O compromisso com a cultura e com a história amapaense é maior do que qualquer situação.


Preservando os bens culturais imateriais

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A Constituição Federal Brasileira, em seu artigo 216, prevê o reconhecimento dos bens culturais imateriais como patrimônio a ser preservado pelo Estado em parceria com a sociedade. O artigo define, também, que o poder público – com a colaboração da comunidade – promoverá e protegerá o Patrimônio Cultural Brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, tombamento e desapropriação, e de outras formas de acautelamento.

Para criar instrumentos adequados ao reconhecimento e à preservação de bens culturais imateriais, o governo brasileiro promulgou o Decreto nº 3.551, de 4 de agosto de 2000, que instituiu o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial e criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial (PNPI), executado pelo Iphan.

Os patrimônios registrados são os bens culturais imateriais reconhecidos formalmente como Patrimônio Cultural do Brasil. Esses bens caracterizam-se pelas práticas e domínios da vida social apropriados por indivíduos e grupos sociais como importantes elementos de sua identidade. São transmitidos de geração a geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, sua interação com a natureza e sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade. Contribuem, dessa forma, para promoção do respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.

Os bens culturais imateriais passíveis de registro pelo Iphan, são aqueles que detém continuidade histórica, possuem relevância para a memória nacional e fazem parte das referências culturais de grupos formadores da sociedade brasileira. As inscrições desses bens nos Livros de Registro atende ao que determina o Decreto 3.551. (portal.iphan.gov.br).

Macapá Verão
Inicia neste domingo, 10, a programação oficial do Macapá Verão 2016, no balneário de Fazendinha, a partir das 11h.
Atrações artísticas: musical infantil Entrei na Roda, Grupo Axé Só Kebrança (dança), capoeira com a Associação União Capoeira, show com Amado Amâncio, Neivaldo e Banda, Banda Vennecy, Grupo SensaSamba e Adenor Monteiro.

Prevenção
É até hoje a consulta pública sobre definição de procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, por meio de obras de arte.
O foco da consulta são pessoas físicas ou jurídicas que comercializem antiguidades e/ou obras de arte de qualquer natureza. A iniciativa é do Iphan. (www.cultura.gov.br).

Estranho
Uma lanchonete, em um carrinho, foi liberada para funcionar dentro do Centro de Cultura Negra (UNA). Não combinou muito bem com a arquitetura temática do local.
Mas alguém autorizou e já está funcionando, com acesso pela grade de proteção do local. Soa estranho.

Tambores
Já estão rolando comentários que o GEA não tem recurso para investir no Encontro dos Tambores deste ano (novembro), na Semana da Consciência Negra.
Comunidades e UNA terão que recorrer aos seus próprios cofres para realizar o evento ou outros parceiros.

Portela
Enredo da Escola de Samba Portela (RJ) para o Carnaval de 2017 é uma homenagem a uma das maiores obras musicais do consagrado cantor e compositor portelense Paulinho da Viola.
“Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar”.

Teatro
Neste domingo, 10, tem espetáculo no Teatro das Bacabeiras, às 7 da noite.
Grupo de Teatro Faces de Santarém (PA) com a peça ‘Exagero Total’.

Descaso
Alguns segmentos artísticos culturais não vêm sendo levado a sério nem respeitados no Amapá.
É um descaso total com a arte produzida deste lado daqui do equador. Lamentável.

Gravando
Banda amapaense ‘Macacos Pelados’ entra em estúdio para gravar sua primeira música.
A direção musical e de Cléverson Baía. É a nova geração do cancioneiro tucuju entrando em cena.


Amazônia: Grandes também são as ameaças

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Maravilhas à parte, o ritmo de destruição segue par a par com a grandiosidade da Amazônia. Desde que os portugueses pisaram aqui, em 1550, até 1970, o desmatamento não passava de 1% de toda a floresta. De lá para cá foram desmatados cerca de 18% da Amazônia brasileira  – uma área equivalente aos territórios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Foi pela década de 1970 que a porteira se abriu. Numa campanha para integrar a região à economia nacional, o governo militar distribuiu incentivos para que milhões de brasileiros ocupassem aquela fronteira “vazia”. Na corrida por terras, a grilagem falou mais alto, e o caos fundiário virou regra difícil de ser quebrada até hoje.

A governança e a fiscalização deram alguns passos. Mas em boa parte da Amazônia, os limites das propriedades e seus respectivos donos ainda são uma incógnita. Isso pode mudar com a consolidação do CAR (Cadastro Ambiental Rural), ferramenta de regularização ambiental prevista no Código Florestal, mas que ainda está em processo de implementação. Os órgãos ambientais correm atrás de recursos para enquadrar os que ignoram a lei, mas o orçamento para a pasta não costuma ser generoso. O resultado, visto do alto, do solo ou das águas, é impactante. (www.greenpeace.org/brasil).

Macapá Verão
Inicia no domingo, 10, a programação oficial do Macapá Verão 2016, no balneário de Fazendinha, a partir das 11h.
Atrações artísticas: Musical Infantil Entrei na Roda, Grupo Axé Só Kebrança (dança), Capoeira com a Associação União Capoeira, show com Amado Amâncio, Neivaldo e Banda, Banda Vennecy, Grupo SensaSamba e Adenor Monteiro.

Prevenção
Segue até domingo, 10, a Consulta Pública sobre definição de procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, por meio de obras de arte.
O foco da consulta são pessoas físicas ou jurídicas que comercializem antiguidades e/ou obras de arte de qualquer natureza. A iniciativa é do Iphan. (www.cultura.gov.br).

Fechado?
Recebo a informação que o Museu Joaquim Caetano, na esquina da Av: Mário Cruz com a Rua Binga Uchôa – Centro, encontra-se fechado.
Se contar ninguém acredita.

Concerto
Neste sábado, 9, tem Concerto Sesc partituras, às 7 da noite, no auditório da escola Sesc Araxá (Beirol).
Violonista Nonato Leal e Aron Miranda. Entrada gratuita.

Portela
Enredo da escola de samba Portela (RJ) para o carnaval de 2017, é uma homenagear a uma das maiores obras musicais do consagrado cantor e compositor portelense Paulinho da Viola.
“Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida e Meu Coração Se Deixou Levar”.

Teatro
Domingo, 10, tem espetáculo no Teatro das Bacabeiras, às 7 da noite.
Grupo de Teatro Faces de Santarém (PA) com a peça “Exagero Total”.

Descaso
Alguns segmentos artísticos culturais não vêm sendo levado a sério e nem respeitados no Amapá.
É um descaso total com a arte produzida desse lado daqui do equador. Lamentável.

Gravando
Banda amapaense “Macacos Pelados” entra em estúdio pra gravar sua primeira música.
 A direção musical e de Cléverson Baia. É a nova geração do cancioneiro tucuju entrando em cena.


Ações de Salvaguarda do Carimbó

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Estão abertas, desde 04 de julho a 04 de agosto de 2016, as inscrições para o edital Chamamento Público para a seleção de Entidade da Sociedade Civil para firmar Termo de Colaboração para a realização de ações de Salvaguarda do Carimbó: Encontro Estadual do Carimbó e Manutenção do Comitê Gestor de Salvaguarda do Carimbó.

A ideia é fortalecer e garantir a autonomia dos carimbozeiros para a gestão do patrimônio, no sentido de empoderá-los para a ampliação da participação no campo das políticas públicas.

Os procedimentos e requisitos necessários para a participação no processo seletivo deverão ser consultados na íntegra do edital, disponível no sítio eletrônico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). (www.iphan.gov.br).

Projetos
Reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, em Brasília, analisam individualmente cerca de 300 projetos, que estão pleiteando autorização do Ministério da Cultura.
O objetivo é captar recursos por meio do mecanismo de incentivo fiscal da Lei 8.313/1991 (Lei Rouanet). (www.cultura.gov.br).

Luau
Nesta sexta, 8, tem Luau de Verão na sede do Sinsepeap (Rodovia JK), às 7 da noite.
Vai rolar poesia, música e baile.

Estúdio
Banda amapaense “Macacos Pelados” entra em estúdio pra gravar sua primeira música.
A direção musical e de Cléverson Baia. É a nova geração do cancioneiro tucuju entrando em cena.

Cinema
Festival de Cinema de Santos (SP) abre inscrições para realizadores de todo país, até 5 de agosto, pelo site www.curtasantos.com.br.
Agendado para acontecer de 26 de setembro a 2 de outubro. Exibirá 10 curtas-metragens selecionados em âmbito nacional (Mostra “Olhar Brasilis”), além de mostra regional.

Cobrança
Artistas da música continuam aguardando o pagamento dos cachês da Expofeira 2015 (palco da Rainha).
Só recebeu quem se apresentou na primeira noite. Falta o pagamento da segunda.

Destaque
Produtor musical e técnico de sonorização Jorge Luiz, é um dos profissionais mais preparados para exercer essas funções no Amapá, há décadas.
Merece o destaque e o registro da coluna.

Festimap
De 7 a 16 de julho, Macapá vai sediar o 4º Festival Internacional de Música Instrumental – de todas as músicas.
São mais de 20 cursos dentro da programação, com mais de 25 professores, da França, Guyana Francesa, São Paulo, Rio de Janeiro, Holanda, Cuba, além do Amapá com coral e orquestras.
No colégio Antônio Pontes (antigo GM – Fab), Praça Veiga Cabral e Garden Shoping. Informações: 99189-8067.

São Batuques
Dia 9/7 tem show musical “São Batuque”, com Beto Oscar e Helder Brandão, no Coffee Beer (ao lado do Macapá Hotel), às 9 da noite.
Artistas convidados: Naldo Maranhão, Enrico Di Miceli, Rebecca Braga, Alan Yared e Osmar Júnior. Informações: 98137-3130/9125-9182.


Macapá: a capital do meio do mundo

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Macapá é um município brasileiro, capital do meio do mundo (monumento Marco Zero do Equador), e a maior cidade do estado do Amapá. Situa-se no sudeste do estado e é a única capital estadual que não possui interligação por rodovia a outras. Além disso, é a única cortada pela linha do Equador e que é localizada às margens do Rio Amazonas, o maior rio de água doce do planeta. Macapá pertence à mesorregião do Sul do Amapá e à microrregião homônima. É localizada no extremo norte do país, a 1.791 quilômetros de Brasília.

O município é o 98º maior PIB da nação, e a quinta cidade mais rica do norte brasileiro, respondendo por 2,85% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da região. Na Amazônia, é a terceira maior aglomeração urbana, com 3,5% da população de toda a Região Norte do Brasil, reunindo em sua região metropolitana mais de 519 mil habitantes. Aproximadamente 60% da população do estado está na capital. Sua área é de 6.407 km² representando 4,4863 % do estado, 0,1663 % da Região e 0,0754 % de todo o território brasileiro.

Os dados de 2012 do IBGE revelam que a população da cidade é de 415. 554 habitantes, sendo a 53ª cidade mais populosa do Brasil e a quinta cidade mais populosa do norte. Atualmente, vive um momento de crescimento tanto econômico quanto populacional, o que vem mudando o seu cenário e atraindo investimentos externos para o estado.

A toponímia é de origem tupi, como uma variação de “Macapaba”, que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região (Oenocarpus bacaba Mart.). Antes de ter o nome de “Macapá”, o primeiro nome concedido oficialmente às terras da cidade foi “Adelantado de Nueva Andaluzia”, em 1544, por Carlos V de Espanha, numa concessão a Francisco de Orellana, navegador espanhol que esteve na região.

Macapá é uma cidade que tem o ritmo contagiante do Marabaixo e do Batuque, principais identidades musicais desse lugar que tem a cara e o jeito do seu povo, que mora nessa imensa floresta amazônica. Uma cidade vigiada pela exuberante Fortaleza de São José, patrimônio tucuju.

Samba
Na sexta, 8, tem projeto Samba no Mercado Central, a partir das 7 da noite.
Grupos de samba Nosso Jeito e Trio Bom Ki Só.

Festimap
De 7 e 16 de julho, Macapá vai sediar o 4º Festival Internacional de Música Instrumental – de todas as músicas.
São mais de 20 cursos dentro da programação, com mais de 25 professores, da França, Guyana Francesa, São Paulo, Rio de Janeiro, Holanda, Cuba, além do Amapá com coral e orquestras.
No colégio Antônio Pontes (antigo GM – Fab), Praça Veiga Cabral e Garden Shoping. Informações: 99189-8067.

São Batuques
Dia 9/7 tem show musical “São Batuque”, com Beto Oscar e Helder Brandão, no Coffee Beer (ao lado do Macapá Hotel), às 9 da noite.
Artistas convidados: Naldo Maranhão, Enrico Di Miceli, Rebecca Braga, Alan Yared e Osmar Júnior. Informações: 98137-3130/9125-9182.

Macapá Verão
Contagem regressiva para o início da programação artística cultural do Macapá Verão 2016.
Domingo, 10, no balneário de fazendinha.

Expofeira
GEA já anunciou que não irá realizar a Expofeira Agropecuária 2016, alegando falta de recurso financeira para realizar o evento.

“Amapá”
Nome do novo CD (disco) do cantor e compositor Mauro Guilherme, que já está finalizado.
Logo teremos o lançamento. Aguardando.

“Oura”
Título do novo CD (disco) do cantor e compositor paraense, Allan Carvalho, que desenvolve belos projetos de valorização à cultura regional amazônica.
Recebi de presente. Obrigado, mano velho.


Lei Rouanet: o que é e pra que serve

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A Lei de Incentivo à Cultura, popularmente chamada de Lei Rouanet, é conhecida principalmente por sua política de incentivos fiscais. Esse mecanismo possibilita que cidadãos (pessoa física) e empresas (pessoa jurídica) apliquem parte do Imposto de Renda devido em ações culturais brasileiras, em todos os segmentos (grande destaque da lei). Promoção, proteção e valorização. Assim, além de ter benefícios fiscais sobre o valor do incentivo, esses apoiadores fortalecem iniciativas culturais que não se enquadram em programas do Ministério da Cultura.

O percentual disponível de 6% (Imposto de Renda pessoa física) e 4% (Imposto de Renda pessoa jurídica), ainda que relativamente pequeno permitiu que em 2008 fossem investidos em cultura, segundo o Ministério da Cultura, mais de 1 bilhão de reais.

A lei surgiu para educar as empresas e cidadãos a investirem em cultura, e inicialmente daria incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. No entanto a lei tem sido atacada, em vez de ensinar empresas a investirem em cultura, ensiná-las a fazer propaganda gratuita.

A crítica principal é que o governo, ao invés de investir diretamente em cultura, começou a deixar que as próprias empresas decidissem qual forma de cultura merecia ser patrocinada. Outras críticas incluem a possibilidade de fundos serem desviados inapropriadamente.

Os incentivos da União (governo) à cultura somam 310 milhões de reais: 30 milhões para a Funarte e 280 milhões para a Lei Rouanet (porcentagem investida diretamente pela União), enquanto o incentivo fiscal deixa de adicionar aos cofres da união cerca de 1 bilhão por ano (desde 2009).

Patrimônio
O Iphan publicou, desde sua criação, em 1937 – cerca de 1,5 mil títulos, que proporcionam a estudantes, pesquisadores, professores e ao público em geral.
Um conjunto de obras de referência, essencial ao conhecimento do processo de formação do Patrimônio Cultural Brasileiro. (www.iphan.gov.br)

Festimap
De 7 e 16 de julho, Macapá vai sediar o 4º Festival Internacional de Música Instrumental – de todas as músicas.
São mais de 20 cursos dentro da programação, com mais de 25 professores, da França, Guyana Francesa, São Paulo, Rio de Janeiro, Holanda, Cuba, além do Amapá com coral e orquestras.
No colégio Antônio Pontes (antigo GM – Fab), Praça Veiga Cabral e Garden Shoping. Informações: 99189-8067.

São Batuques
Dia 9/7 tem show musical “São Batuque”, com Beto Oscar e Helder Brandão, no Coffee Beer (ao lado do Macapá Hotel), às 9 da noite.
Artistas convidados: Naldo Maranhão, Enrico Di Miceli, Rebecca Braga, Alan Yared e Osmar Júnior. Informações: 98137-3130/9125-9182.

Macapá Verão
Contagem regressiva para o início da programação artística cultural do Macapá Verão 2016.
Domingo, 10, no balneário de fazendinha.

Expofeira
GEA já anunciou que não irá realizar a Expofeira Agropecuária 2016, alegando falta de recurso financeira para realizar o evento

“Amapá”
Nome do novo CD (disco) do cantor e compositor Mauro Guilherme, que já está finalizado.
Logo teremos o lançamento. Aguardando.

“Oura”
Título do novo CD (disco) do cantor e compositor paraense, Allan Carvalho, que desenvolve belos projetos de valorização à cultura regional amazônica.
Recebi de presente. Obrigado, mano velho.


Encontro das Artes

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A Galeria de Artes Samaúma tomou a iniciativa e vai realizar o I Encontro das Artes, nesta sexta (18), na sede da instituição, no Complexo do Araxá, a partir das 16h. O espaço foi cedido pela Prefeitura de Macapá para funcionar a Galeria.

 

A ideia é reaproximar e fortalecer os movimentos da arte tucuju, sobretudo, as artes plásticas que precisam reorganizar a classe e planejar o calendário dos eventos das instituições com suas exposições.

 

O artista plástico Wagner Ribeiro, que coordena a Galeria de Artes Samaúma, há três anos, fechou uma parceria com o programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9), e este será apresentado ao vivo do local.

 

“Esse encontro é uma forma de chamar a atenção da sociedade e dos artistas, através do rádio, fazendo crescer nossa classe. A Diário FM é uma parceira de todas as artes”, disse Wagner Ribeiro.

 

Vários artistas foram convidados para esse Encontro, que vai marcar o início de um novo momento para as artes plásticas do Amapá, que precisam estar forte, assim como sempre foi. Dando contribuição e retratando as belezas amazônicas em suas telas.

 

 

 

 

 


Projeto “Vamos Comer Teatro” estreia temporada

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Dando inicio as suas atividades culturais de 2016, o Sesc/AP apresenta nesta terça -feira (23), às 19h no Teatro Porão, o Projeto Vamos Comer Teatro com o espetáculo teatral “Malcriadas”.

O projeto oportuniza grupos e companhias a exporem seus trabalhos e estimula a criação de novos espectadores para as artes cênicas por meio das encenações de teatro e circo. 

O espetáculo “Malcriadas” é uma livre inspiração da dramaturgia de Jean Genet “As Criadas” e desenvolvido em dois planos: social e psicológico. O jogo é iniciado, desenvolvido e terminado pela relação patrão/empregado.  

As empregadas são subservientes e vivem tramando contra sua patroa num plano perigoso, arriscado num desafio tênue entre a relação estabelecida opressor/oprimido. Nesse jogo a figura central a patroa, entra no jogo na medida em que se revelam as provas cabais que comprometem suas subordinadas ao desvendar, ainda que indiretamente, seus crimes. (Alessandra Leite/Genário Dunas).


Conheça o que é o Marabaixo

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O Marabaixo é uma manifestação folclórica afro-amapaense, que consiste em homenagear o Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade em duas partes: a sagrada (missas, novenas, ladainhas) e a profana (dança do Marabaixo, bailes). Essas homenagens ocorrem durante o ciclo do Marabaixo, que começa sempre na Páscoa e termina no Domingo do Senhor (primeiro domingo após Corpus Christi). Durante os festejos, misturam-se rituais africanos (corte dos mastros, quebra da murta, danças) e europeus-católicos (missas, novenas, procissões). A origem do nome é incerta: alguns afirmam que vem do árabe marabut (louvar); outros afirmam que vem do fato dos escravos serem trazidos mar abaixo nos navios negreiros (ou seja, da África para o Brasil).

Na dança do Marabaixo, as mulheres vestem-se com anáguas, saias rodadas floridas, camisa branca, colares, lenço no ombro e flor atrás da orelha, uma versão estilizada das roupas das escravas. Os homens usam roupas brancas e tocam com duas baquetas grandes tambores chamados caixas ou caixa de Marabaixo. Tanto os tocadores quanto as mulheres cantam os versos improvisados chamados ladrões; muitos desses versos têm teor religioso. Todos dançam em círculo, sentido anti-horário e ao redor de si mesmos.

Está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.