Conheça o Beija-Flor Brilho-de-Fogo

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O beija-flor-Brilho-de-Fogo (Topaza Pella) é uma ave da família Trochilidae. As terras amapaenses abrigam o beija-flor que é considerado o maior e mais bonito espécime existente no Brasil. Seu nome científico é Topaza Pella, mas é mais conhecido como Beija-flor Brilho-de Fogo ou topázio-vermelho. Também é encontrado em Roraima, Pará, Maranhão, nas Guianas, Venezuela e Leste do Equador.

O macho, com cerca de 20 centímetros de comprimento (incluindo aqui a cauda, com duas penas alongadas e cruzadas), tem a garganta dourada ou verde-metálica, com a barriga vermelha-metálica. Já a fêmea, menor (cerca de 12 centímetros), é verde-amarronzada, também com garganta vermelha-metálica. Eles constroem seus ninhos em galhos debruçados sobre os igarapés. Estes possuem forma de taça. Antes, durante as cerimônias pré-nupciais, o macho bate as asas diante da fêmea pousada, abrindo e fechando a cauda.

O beija-flor costuma tomar banhos em riachos e igarapés, onde chega a nadar sob a água em trajetos curtos. Para se secar, sacode a plumagem em pleno o voo. São poucos lugares que se tem a chance de se deparar com esse bichinho, mas encontrá-lo é um momento inesquecível. (pt.wikipedia.org).

 

Indecisão

Festival de Samba de Enredo, marcado para acontecer dia 3 de março, está ameaçado de não acontecer.
As escolas aguardam, até segunda (25), a resposta definitiva prometida pela Liga das Escolas de Samba – AP (Liesap).

 

  • Kubalança

Neste domingo, 24, tem festa no Laguinho, na sede do Bloco Carnavalesco Kubalança, na av: Ana Nery, entre as ruas São José e José Serafim, a partir das 12h.
Vai rolar feijoada, grupo de samba e pagode, venda de abadas e outras atrações.

 

  • Minhocas

Dia 4 de março (segunda) tem baile de carnaval do Bloco Minhocas, formado pelos artistas da música regional amapaense.
Na Bar do Abreu (av: FAB), a partir das 19h. entrada franca.

 

  • Vinil

Dia 10 de março tem show de lançamento do LP (disco vinil) Zulusa, da cantora amapaense Patrícia Bastos.
Em São Paulo, no Sesc Pinheiros (Teatro Paulo Autran), às 18h. Convidados: Zé Renato, Marcelo Pretto, Manoel Cordeiro e Felipe Cordeiro. Direção muiscal de Dante Ozzetti.

 

  • Quadrilhas

As quadrilhas juninas do Amapá já estão ensaiando para os concursos que acontecerão em junho.
Ligas e Federações preparam as documentações para realizações dos festivais.

 

  • Samba e Pagode

Neste domingo, 24, tem show de samba e pagode, na casa de shows Panamá Eventos, com o grupo Sensação do Samba, Trio Bom Ki Só e convidados.
Na Travessa Julião Ramos – bairro Jesus de Nazaré, a partir das 19h.

 

  • Poesia

Dia 28 de fevereiro (quinta) o poeta- escritor, Marven Junius, também chamado de “Poeta da Fronteira”, será homenageado como Destaque da Literatura do Extremo Norte, no Baile dos Artistas, maior premiação da cultura paraense. Parabéns.


História do carnaval no Brasil

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A história do carnaval no Brasil iniciou-se no Período Colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que, na colônia, era praticada pelos escravos. Estes saíam pelas ruas com seus rostos pintados, jogando farinha e bolinhas de água de cheiro nas pessoas. Tais bolinhas nem sempre eram cheirosas. O entrudo era considerado ainda uma prática violenta e ofensiva, em razão dos ataques às pessoas, mas era bastante popular.

Isso pode explicar o fato de as famílias mais abastadas não comemorarem com os escravos, ficando em suas casas. Porém, nesse espaço, havia brincadeiras, e as jovens moças das famílias de reputação ficavam nas janelas jogando águas nos transeuntes.

Por volta de meados do século XIX, no Rio de Janeiro, a prática do entrudo passou a ser criminalizada, principalmente após uma campanha contra a manifestação popular veiculada pela imprensa. Enquanto o entrudo era reprimido nas ruas, a elite do Império criava os bailes de carnaval em clubes e teatros. No entrudo, não havia músicas, ao contrário dos bailes da capital imperial, onde eram tocadas principalmente as polcas.

A elite do Rio de Janeiro criaria ainda as sociedades, cuja primeira foi o Congresso das Sumidades Carnavalescas, que passou a desfilar nas ruas da cidade. Enquanto o entrudo era reprimido, a alta sociedade imperial tentava tomar as ruas. (www.brasilescola.uol.com.br).

 

  • É hoje

Três blocos carnavalescos estarão no Circuito Centro Folia, marcado para sair da Praça de Fátima, no bairro Santa Rita, às 21h. Bloco Auê, Fefam Folia e Nana
A chegada é na quadra da escola de samba Maracatu da Favela, av: Padre Júlio – Santa Rita. Informações: 99149-1672.

 

  • “Tardezinha”

Domingo, 24, os sambistas Marcelo Zona Sul (Piratas da Batucada) e Cafú (Maracatu da Favela) estarão cantando os maiores sambas do carnaval brasileiro, na casa de Shows El Gringo, às 18h.
Evento denominado “Tardezinha do Samba – Amor e Paixão”, na rua Tiradentes, entre as avs: FAB e Procópio Rola – Centro. Informações: 99172-2530.

 

  • Baile

Neste sábado (23) tem o baile de carnaval de salão, “Piratão na Folia”, realizado pela escola de samba Piratas da Batucada, no Ginásio de Esportes do Santa Inês – Orla, a partir das 21h.
Atrações: Adail Júnior e Banda, bateria Majestosa, Banda Sakarolha, DJ Luiz Carlos e concurso de fantasia. Informações: 99191-6956.

 

  • Pagode Panamá

Domingo, 24, tem show de samba e pagode, com o grupo Sensação do Samba, Trio Bom Ki Só e convidados.
Na Travessa Julião Ramos – bairro Jesus de Nazaré, a partir das 19h.

 

  • Destaque

Maestro Elias Sampaio desenvolve um belo e magnífico projeto musical no Amapá, com vários destaques nacionais. A Orquestra Essência é um deles, falado em rede nacional.
Merece o destaque e o registro da coluna. Parabéns.

 

  • 30 anos

Movimento Costa Norte, criado pelos cantores e compositores Amadeu Cavalcante, Osmar Júnior, Zé Miguel e Val Milhomem, está completando em 2019 30 anos de história.
Os quatro artistas estão organizando um show que vai marcar as três décadas dessa brilhante trajetória, e mais a gravação de um CD, DVD e um documentário.

 

  • Sacaca Folia

Dias 2 e 3 de março vai acontecer o baile de carnaval infantil, “Sacaca na Folia”, resgatando essa tradicional festa para a garotada.
A programação está cheia de atrações, como: baile, produção de máscaras, blocos de carnaval, exposições, brincadeiras, presença do Rei momo, oficinas, maquiagens, etc. das 9h às 17h. Entrada franca. Av: Feliciano Coelho – Centro.


Lambada de Serpente: a estranha música de Djavan

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Um amigo riu quando eu disse que Djavan tem um estilo musical estranho e belíssimo. Mas é isso mesmo que penso. Ele diz coisas e canta em melodias inusitadas, cheias de beleza.

Vejam só que expressão: “Lambada de serpente”. Penso que ninguém nunca disse isso antes. Nosso imaginário se acostumou com o sentido brega, folclórico, que foi emprestado ao termo lambada. Logo pensamos naquelas músicas de ritmo quente, comuns em festas populares de um passado não muito distante.

Impulsionados pela curiosidade que Djavan nos causou, descobrimos que lambada significa “golpe aplicado com pau, chicote ou objeto flexível”, e no sentido figurado, “crítica severa; descompostura”. Claro que também significa “dança e música sensual e em ritmo rápido”, sentido com o qual estávamos acostumados.

“Nunca ninguém falou como este homem”. Assim disseram a respeito de Jesus Cristo. Poderíamos dizer algo semelhante à obra de Djavan: “Nunca ninguém cantou como este homem”.

Em uma de suas entrevistas na TV, o cantor se mostrou familiarizado e despreocupado com a aplicação do adjetivo “estranho” à sua obra. Diz ele: “Quando fui ser ouvido pela primeira vez, já houve essa polêmica. “Você tem algum talento, mas a música que você faz é muito estranha. Não se sabe onde está a primeira parte, é complicado, você tem que mudar isso, fazer uma coisa mais acessível para facilitar sua própria vida”. Tinham razão os que falavam assim, mas outros também disseram: Não, essa coisa estranha é o seu trunfo, não mexa nisso. Você vai sofrer mais, vai ter mais proble mas, mas vá em cima disso”.

A estranheza se dá, obviamente, pelo fato de estarmos a ouvir algo que nos parece inédito. Também, por estarmos a ver uma coisa que, à primeira leitura-escrita, não nos penetra o entendimento. Quando nos pomos a tentar acompanhá-lo, sentimo-nos como se nos expressássemos num outro idioma. Sentimo-nos papagaios repetindo o que alguém disse. Todavia, aquilo que só entendemos a custo, nos soa belíssimo e extremamente poético. Por ser poético, compreendemos, trata-se de algo indizível. Temos que nos contentar com o pouco que conseguimos ver, mas que nos faz tanto bem.
“Cuidá dum pé de milho que demora na semente – meu pai disse: meu filho, noite fria, tempo quente. Lambada de Serpente, a traição me enfeitiçou – quem tem amor ausente já viveu a minha dor. No chão da minha terra um lamento de corrente – um grão de pé de guerra pra colher dente por dente”. (www.apoesc.blogspot.com.br).

 

  • Agenda

Domingo, 24, tem show do cidadão do samba Aureliano Neck, na casa Dona Antônia. A programação inicia, às 17h, com o grupo Pagoo10.
Neck se apresenta, às 23h. Informações: 99126-6869.

 

  • “Auê”

Nome do bloco carnavalesco que vai fazer todo mundo brincar e se embriagar de alegria no carnaval deste ano.
Os abadás estão à venda pelo 99149-1672.

 

  • Compromisso

Novo gestor da Secult, Evandro Milhomem, reuniu com os conselheiros de cultura, na terça (19), e reafirmou seu compromisso com os segmentos artísticos e culturais do Estado.

 

  • Ai vovó

Título da nova música do cantor e compositor, Adelson Preto, em homenagem à sua avó, Tia Chiquinha (já falecida). Bela música.

 

  • Bombando

Os ensaios da quadrilha junina, Simpatia da Juventude, estão dando resultado positivo. Muitos brincantes que dançaram em outros grupos, ano passado, estão vestindo a camisa da Simpa.
Isso é fruto do belo projeto planejado e da organização do grupo. Parabéns.

 

  • Dança

Nesta quinta (21) iniciam as aulas de Ritmos – Ginástica Dançante, da sede do Núcleo Âmago – Dança e Experimentação Corporal.
Na rua General Rondom, entre as avs: Pedro Américo e Marcílio Dias – Laguinho. Informações: 9817-3430.

 

  • Domingueira

Bloco carnavalesco Kubalança vai realizar, domingo (24), mais uma agenda para o carnaval, com feijoada, grupo de samba e pagode, além de outras atrações.
Na av: Ana Nery, entre as ruas São José e José Serafim – Laguinho. Informações: 99142-7473.


Mudando a tradição histórica cultural

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Com a chegada da modernidade parece que tudo o que foi construído antes não é o suficiente para a atual geração, que sempre acha que tem que mudar ou construir alguma coisa da moda e, com isso, dando fim à memória da tradição histórica.

Com isso, quero me reportar às músicas que estão sendo tocadas e cantadas no carnaval, que não foram iniciadas hoje, mas sim no século próximo passado.

No carnaval de antigamente (e a nova geração odeia esse termo) o país delirava quando ouvia nos grandes bailes de salão as famosas marchinhas como: “Se você fosse sincera…” de Mário Lago, “Ó abre alas que eu quero passar…” de Chiquinha Gonzaga, e muito outros sucessos.

Sem nenhum problema com as observações críticas que recebo em defender a nossa história, mas a grande mídia querer nos obrigar a aceitar, dizendo que outros estilos e ritmos são também carnaval por causa da modernidade e que a juventude precisa “do novo”, é querer estuprar a tradição e o meu conhecimento, mesmo que minúsculo, do carnaval que o meu país me ensinou a amar e a adorar.

Não sou um conservador inveterado, mas com tais apelações, que considero, não posso aceitar calado que essa avalanche de modernidade chegue e ocupe o lugar de quem já estava, há muito tempo, nos acalentando e nos fazendo sonhar com o próximo ano e tomando um porre de felicidade no país do carnaval. Que seja bem vinda a novidade, mas que se respeite o gigante legado cultural, construído para viajar nos tempos.

 

  • Ciclo

Grupos tradicionais de marabaixo já se organizando para o Ciclo do Marabaixo 2019, de 21 de abril a 2 de junho, no Laguinho e Favela. Aguardem.

 

  • Eleição

O nome do presidente de Piratas Estilizados, Diego Armando, aparece como mais cotado pra assumir a Liga das Escolas de Samba (Liesap).
Eleição será em junho, segundo o estatuto.

 

  • Corrida

A 3ª Corrida Para a Fé está marcada para acontecer dia 5 de maio, com largada, 6h, da frente do Santuário de Fátima – Santa Rita.
Inscrições a partir desta quarta (20) pelo site: www.centraldacorrida.com.br.

 

  • Ensaio

Quadrilha Simpatia da Juventude já está ensaiando para a quadra 2019, na sede de Boêmios do Laguinho, de segunda à sexta, 21h.
Na av: General Osório entre as ruas Eliezer Levy e General Rondom. “Vem dançar na Simpatia”.

 

  • Talento

A jovem cantora amapaense, Sabrina Zahara, é um talento promissor da nova geração da música amapaense.
Já participou de shows, festivais e logo estará gravando seu primeiro disco. Boa sorte.

 

  • “ Teu Caneco”

Cantor e compositor, Nivito Guedes, criou o “Bloco Teu Caneco” pra brincar o carnaval e está reunindo muitos seguidores. Tudo é carnaval.

 

  • Festival

Dia 3 de março vai acontecer o Festival de Samba Enredo Inesquecíveis das escolas de samba do Amapá.
Em frente ao colégio Azevedo Costa (av: José Antônio Siqueira) – Laguinho, a partir das 21h.
Oito escolas confirmadas: Boêmios do Laguinho, Piratas Estilizados, Maracatu da Favela, Império do Povo, Embaixada de Samba, Emissários da Cegonha, Império da Zona Norte e Império Solidariedade.


Quanto vale a nossa história?

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Confesso que não sei responder a essa indagação, pois sempre imaginei que nossa memória histórica não tivesse preço e muito menos estaria em prateleiras para medir seu valor cultural. Afinal, em se tratando de patrimônio cultural adotado por um povo, não tem valor financeiro que pague.
Pois é, só que aqui no Amapá, única capital brasileira banhada pelo rio Amazonas (o maior do mundo), rica em cultura regional, bem no meio do mundo, as leis são diferentes e o desrespeito com a história é visível. É o que está acontecendo com o Macapá Hotel, que no início de sua vida fora chamado de Hotel Macapá, situado bem em frente à cidade, um lindo cartão postal que recebe um vento norte que abana nossa gente.

Não tem como não lembrar as belas tardes de domingo quando nossos pais nos levavam para passear em frente àquele lugar, e enquanto eles conversavam com amigos, nós, crianças, brincávamos. Um mar de pureza tomava conta do nosso mundo. Agora essas e outras contações estão ameaçadas e próximas a ficar somente nas boas lembranças.

A existência dessa casa é bem antes do Amapá ser transformado em estado, e nem isso sensibiliza nossos representantes políticos. E se uma pergunta me coubesse, poderia fazê-la sem nenhum problema: Qual o impedimento desse patrimônio continuar embalando nossa história?

O Macapá Hotel está na lista dos preferidos do poder público estadual para ser vendido ou leiloado, como queiram. Essa notícia choca os amapaenses apaixonados por esta cidade que um dia foi chamada “Jóia da Amazônia”, mas que hoje, com tristeza, lista mais um patrimônio da história tucuju que se despede de seu povo.

Será que existe autoridade maior de um poder para decidir pela extinção de uma casa que abrigou, durante décadas, um mundo de histórias? Será que o povo, verdadeiro proprietário do lugar, não poderia ser contemplado com a permanência de algo que venha garantir sua morada cultural?
Se a venda do Macapá Hotel é a única saída encontrada para resolver certos problemas causados, então qual o valor de nossa história?

 

  • Rainha

A jovem Maiane Nunes é a nova Rainha das Rainhas do carnaval amapaense, eleita no sábado, 16. Ela representou a escola de samba Império da Zona Norte. Parabéns.

 

  • “Brega Bacana”

Título do novo disco do cantor e compositor, Mauro Guilherme, já lançado e à disposição, nas plataformas digitais do artista.

 

  • “Pensei”

Esse é o título da nova música de Paulinho Bastos, que acaba de ser gravada e produzida pelo músico Hian Moreira. Parabéns.

 

  • Homenagem

Cantora amapaense Patrícia Bastos é homenageada com a música “Mana”, da cantora e compositora, Thamires Tannus, de Mato Grosso.

 

  • Da Guiana

Cantor guianense passando por Macapá e deixando um pouco de sua arte musical contemporânea.
Parabéns, ao jovem artista Lova Jah e obrigado pelo presente (disco).

 

  • Viagem

Cantor e compositor amapaense, Cley Luna, já está em Lisboa (Portugal), onde vai passar dois anos por lá.
Boa sorte a esse cantador tucuju, em busca de conquistas em novos horizontes.

 

  • Ensaios

A quadrilha junina Simpatia da Juventude já iniciou sua agenda de ensaios 2019, ontem (18), na sede de Boêmios do Laguinho.
Quem quiser somar com o projeto dá uma passada por lá, a partir das 21h.


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões.

Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • É hoje

Neste domingo (17), três sambistas num show especial cantando sambas enredos inesquecíveis do carnaval amapaense, domingo, na casa de shows El Gringo (rua Tiradentes, entre as avs: Procópio Rola e FAB – Centro), às 18h.
Neck, Taysson Tiassu e Nonato Soledade. Informações: 99172-2530 e 99143-8581.

 

  • “Amazônias”

A musicalidade do Amapá e Guiana Francesa, “Inter Amazônias” foi o tema do curso de mestrado da produtora cultural Clícia Di Miceli.
A defesa aconteceu na tarde deste sábado (16), na Unifap. Parabéns.

 

  • Secult

Ex-deputado federal, Evandro Milhomem, é o novo secretário de cultura do Amapá, empossado na sexta (15), no Palácio do Setentrião.
Essa pasta precisa de um representante que domine o assunto e dialogue com os segmentos. Milhomem conhece bem. Boa sorte.

 

  • Credenciamento

Bloco A Banda está credenciando trios elétricos e carro som que irão participar do carnaval da terça – feira gorda ( 5 de março).
Na av: Enestino Borges entre as ruas Gal. Rondom e Tiradentes – Centro.

 

  • Eleição

Em breve haverá eleição na Liga das Escolas de Samba e o nome do presidente de Piratas Estilizados, Diego Cearense, aparece como o mais cotado pra assumir a Liesap.
Também concordo. Seria o meu candidato, se eu estivesse direito a voto. É organizado, sério, responsável e independente.

 

  • Quadrilhas

Muitas quadrilhas juninas já iniciaram seus ensaios para o calendário de eventos 2019.
Com a não realização do desfile oficial das escolas de samba (4º ano seguido), onde os quadrilheiros também trabalham, eles iniciam mais cedo os projetos.

 

  • “Laguinho”

Nome do show que o poetinha Osmar Júnior e Francisco Lino da Silva, irão realizar em breve.
Eles irão cantar os sambas antológicos da Universidade de Samba Boêmios do Laguinho. Data e local ainda sem definição.


Samaúma: a rainha da floresta

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Samaúma ou Sumaúma (Ceiba pentranda) é uma árvore encontrada na Amazônia. É considerada sagrada para ao antigos povos “maia” e os que habitam as florestas. A palavra samaúma é usada para descrever a fibra obtida dos seus frutos. A planta é conhecida também por algodoeiro. Cresce entre 60–70m de altura e o seu tronco é muito volumoso, até 3 m de diâmetro com contrafortes. Alguns exemplares chegam a atingir os 90m de altura, sendo, por isso, uma das maiores árvores da flora mundial.

Essa árvore consegue retirar a água das profundezas do solo amazônico e trazer não apenas para abastecer a si mesma, mas também pra repartir com outras espécies. De crescimento relativamente rápido, pode alcançar os 40 metros de altura.

Em determinadas épocas “estrondam” irrigando toda a área em torno dela e o reino vegetal que a circunda.

A samaumeira é tipicamente amazônica, conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu”. Os indígenas consideram-na “a mãe” de todas as árvores. Suas raízes são chamadas de sapobemba. Estas raízes são usadas na comunicação pela floresta, que é feita através de batidas em tais estruturas. Possui uma copa frondosa, aberta e horizontal.

Além disso, a árvore apresenta propriedades medicinais e é considerada pelos povos da floresta, uma árvore com poderes mágicos, protegendo inclusive as demais árvores e os habitantes da floresta.

A fibra é muito leve, altamente inflamável e resistente à água. O processo de separação da fibra é manual. É usada como uma alternativa ao algodão para encher almofadas, colchões (antigamente) e para isolamentos. Na atualidade, a sumaúma foi substituída por materiais sintéticos. As sementes produzem um óleo usado para fabricar sabão e também são usadas como o fertilizante. (www.caliandradocerrado.com.br).

 

  • Folia

Neste sábado, 16, tem o 2º Baile de Carnaval de Salão do bloco carnavalesco Kubalança, na casa de shows Pavão Drink’s (av: José Tupinambá, antiga Nações Unidas – Laguinho), às 22h.
A animação fica por conta da Banda Pó de Mico. Informações: 99142-7473 e 98101-4147.

 

  • Silêncio

Os laguinhenses apaixonados por futebol e carnaval, estão calados diante da triste realidade do São José (clube) e Boêmios do Laguinho (escola de samba).
As duas instituições estão sem atividades e com problemas judiciais e administrativos. Acorda.

 

  • Eleição

Em breve haverá eleição na Liga das Escolas de Samba e o nome do presidente de Piratas Estilizados, Diego Cearense, aparece como o mais cotado pra assumir a Liesap.
Também concordo. Seria o meu candidato, se eu estivesse direito a voto. É organizado, sério, responsável e independente.

 

  • Funarte

O pianista (doutor em Música) Miguel Proença é o novo presidente da Fundação Nacional das Artes, em substituição ao ator Stepan Nercessian.

 

  • Sambas inesquecíveis

Três sambistas num show especial cantando sambas enredos inesquecíveis do carnaval amapaense, domingo (17), na casa de shows Gringo (rua Tiradentes, entre as avs: Procópio Rola e FAB – Centro), às 18h.
Neck, Taysson Tiassu e Nonato Soledade. Informações: 99172-2530 e 99143-8581.

 

  • “Viva Lula”

Nome do show beneficente em prol do tratamento de saúde do cantor Lula Gerônimo, que vai acontecer na sede da Assemp (Rodovia Duca Serra), no sábado (16), às 12h.
Mais de 30 artistas, de vários segmentos, estão confirmados. Informações: 99963-6670.

 

  • Dançando

Neste sábado (16) haverá aulão de dança (ventre e salão), no Núcleo Âmago, a partir das 9h, na rua Gal. Rondom, 145 – Laguinho, entre as avs: Pedro Américo e Marcílio Dias. Informações: 98137-3430.


A diversidade do samba no País continental

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De Norte a Sul, tão diverso e peculiar como cada região brasileira é o jeito de tocar e celebrar o samba. A expansão do ritmo pelo território nacional seguiu caminhos similares ao da colonização europeia no Brasil: do litoral para o interior, primeiro pelo Nordeste e Sudeste, até chegar às demais regiões.

No Recôncavo Baiano, o samba de roda é considerado o berço do samba. Os milhares de escravos trazidos da África para trabalhar, sobretudo na produção de cana-de-açúcar, mesclaram suas tradições de uso de tambores e chocalhos com a dos portugueses, incluindo o uso da viola, do pandeiro e da poética lusitana. Ainda foram absorvidos elementos indígenas de celebração. As primeiras apresentações acompanhavam o calendário religioso católico e os rituais em terreiros de candomblé e umbanda. Ao longo dos anos, o samba foi se diversificando e ganhando espaço em bares, festas e festivais, recebendo novas formas de s er tocado.

Com presença marcante no Maranhão, o tambor de crioula envolve a dança circular com o canto e a percussão de tambores. A prática é feita em louvor a São Benedito, o chamado santo negro. Entre os milagres atribuídos a ele, está a multiplicação de alimentos. Em paralelo ao tambor de crioula, está o marabaixo amapaense, atração do evento “Encontro dos Tambores” desde 1996. A dança circular das mulheres é ritmada pelo som produzido nas caixas construídas com tronco de árvores e peles de animais tocadas por dois ou três homens, que ficam ao centro. Os versos “são jogados”, como dizem, por um a das mulheres ou um tocador e respondidos em coro. Juntos, cantam o “ladrão” – que são músicas ou trovas. As apresentações costumam acompanhar as homenagens à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito. Durante as rodas, os homens e mulheres se vestem de forma alusiva às vestimentas dos antigos escravos: saias longas e anáguas para as mulheres e calça e camisa simples para os homens.

Já nas comunidades quilombolas do Pará, o sucesso é o samba de cacete, que ganhou esse nome pelo uso de dois pedaços de pau que, batidos no curimbó (tipo de tambor), cadenciam o ritmo. Ele surgiu no período da escravidão no País. “Era cantado e dançado numa espécie de ritual melancólico e saudosista, em que eram citadas as dores da escravidão e a saudade da terra natal. Porém, com o passar do tempo, o caráter saudosista e melancólico foi dando lugar a registros e fatos interessantes do dia a dia”, descreve Carmen Lucia Barbosa, em sua dissertação de mestrado pela Universidade Federal do Ceará, no trabalho Cor pos no Samba de Cacete: Dança Ancestral, Tambores, Giras e Gingas na Educação Afrocametaense.
­O samba de cacete é parte da realidade de populações do interior do Pará, na região do Alto Tocantins. Nas apresentações, as mulheres usam saias longas e rodadas, pulseiras e colares de contas. Os homens, também descalços, usam camisas coloridas, calças escuras ou brancas. São intensificadas no mês de novembro, quando se comemora o dia da Consciência Negra. (www.cultura.gov.br).

 

  • É hoje

É nesta sexta (15) o show “Cantando a Amazônia”, com o cantor Nilson Chaves, no Norte das Águas, às 23h.
Antes terá Chorinho e Samba de Raiz, com Lolito do Bandolim, Beto 7 Cordas e Humberto Moreira, às 21h. No Complexo Marlindo Serrano (Araxá). Informações: 99193-8466.

 

  • Dança

Sábado (16) terá aulão de dança (ventre e salão), no Núcleo Âmago, a partir das 9h, na rua Gal. Rondom, 145 – Laguinho, entre as avs: Pedro Américo e Marcílio Dias. Informações: 98137-3430.

 

  • Música

Cantora amapaense, Deize Pinheiro, vai soltar sua linda voz cantando samba, nesta sexta (15), no “Encanto Amazônico”, a partir das 20h.
Na esquina da av: Raimundo Álvares da Costa com a rua Manoel Eudóxio – Centro. Informações: 99191-5248.

 

  • Festival

Dia 3 de março está agendado para acontecer o 1º Festival de Samba Enredo de carnavais inesquecíveis, com a participação das escolas de samba: Império do Povo, Embaixada de Samba, Império Zona Norte, Piratas Estilizados, Boêmios do Laguinho, Emissários da Cegonha, Maracatu da Favela e Império Solidariedade.
O evento será em frente ao colégio Azevedo Costa (av:José Antônio Siqueira) – Laguinho, a partir das 19h, com entrada franca e mesa no valor de R$ 50,00. Informações: 99151-0817.

 

  • Credenciamento

Sesc – AP está realizando credenciamento de artistas e profissionais de arte e cultura, para possível prestação de serviços (pessoa física e jurídica).
As inscrições poderão ser feitas até o dia 22 de fevereiro, de forma presencial, no Sesc Araxá (rua Jovino Dinoá – Beirol.

 

  • Samba

Três sambistas num show especial cantando sambas enredos inesquecíveis do carnaval amapaense, domingo (17), na casa de shows Gringo (rua Tiradentes, entre as avs: Procópio Rola e FAB – Centro), às 18h.
Neck, Taysson Tiassu e Nonato Soledade. Informações: 99172-2530 e 99143-8581.

 

  • “Viva Lula”

Nome do show beneficente em prol do tratamento de saúde do cantor Lula Gerônimo, que vai acontecer na sede da Assemp (Rodovia Duca Serra), no sábado (16), às 12h.
Mais de 30 artistas, de vários segmentos, estão confirmados. Informações: 99963-6670.


Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular

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O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) tem atuação nacional e sua missão consiste na pesquisa, documentação, difusão e execução de políticas públicas de preservação e valorização dos mais diversos processos e expressões da cultura popular.

Sua estrutura abriga: o Museu de Folclore Edison Carneiro, a Biblioteca Amadeu Amaral e os setores de Pesquisa e de Difusão Cultural, além da área administrativa.

Criado em 1958 e vinculado ao Iphan desde 2003, o Centro Nacional atua em diferentes perspectivas com o objetivo de atender as demandas sociais que se colocam no campo da cultura popular.

Entre suas principais ações destacam-se os projetos de fomento da cultura popular, desenvolvidos pelo Programa de Promoção do Artesanato de Tradição Cultural (Promoart) e Sala do Artista Popular (SAP); programas de estímulo à pesquisa, como o Concurso Sílvio Romero de monografias, o Etnodoc (edital de filmes etnográficos), o Dedo de Prosa (fórum de debates) e o Projeto Memórias dos Estudos de Folclore.

Na área de difusão e formação de público, destacam-se o programa de exposições, o programa educativo, o Curso Livre de Folclore e Cultura Popular e os programas de edições e intercâmbio. E na área de documentação, o tratamento, atualização e disponibilização dos acervos museológico (14 mil objetos – MFEC), bibliográfico e sonoro-visual (300 mil documentos – BAA), parte deles disponibilizada em suas coleções digitais. (http://portal.iphan.gov.br)

 

  • Agenda

Sábado (16) tem o show “Diz Que Fui Por Aí”, na praça de alimentação do Museu Sacaca, às 20h (av: Feliciano Coelho – Trem).
A realização é da Arteamazon – galeria de artes Online. Informações: 98101-4446.

 

  • Samba

Três sambistas num show especial cantando sambas enredos inesquecíveis do carnaval amapaense, domingo (17), na casa de shows Gringo (rua Tiradentes, entre as avs: Procópio Rola e FAB – Centro), às 18h.
Neck, Taysson Tiassu e Nonato Soledade. Informações: 99172-2530 e 99143-8581.

 

  • “Viva Lula”

Nome do show beneficente em prol do tratamento de saúde do cantor Lula Gerônimo, que vai acontecer na sede da Assemp (Rodovia Duca Serra), no sábado (16), às 12h.
Mais de 30 artistas, de vários segmentos, estão confirmados. Informações: 99963-6670.

 

  • Ensaio

Quadrilha junina Simpatia da Juventude vai iniciar agenda de ensaios no dia 18 (segunda), na quadra da escola de samba Boêmios do Laguinho, 22h.
Av: General Osório, entre as ruas Eliezer Levy e Gal. Rondon.

 

  • Cursos

O Sesc-AP abriu inscrições para os cursos de Artes Visuais, Ballet e Iniciação Musical na modalidades Violão e Teclado. Serão voltados para crianças, adolescentes e adultos.
As inscrições poderão ser realizadas até sexta (15), no setor de cultura do Sesc Araxá (rua Jovino Dinoá, Nº 4311, Beirol). www.sescamapa.com.br.

 

  • Bar Caboclo

Vem aí o projeto Bar Caboclo na Folia no carnaval 2019. Aguardem informações.

 

  • “Brega Bacana”

Título do novo disco do cantor e compositor, Mauro Guilherme, que em breve estará sendo lançado no YouTube, Spotify e Deezer.


Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.
Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

 

  • Estandarte

A jovem Rita de Kássia (14) é a nova Porta Estandarte do Bloco Carnavalesco Auê para o carnaval 2019, eleita no domingo (10), na sede de Boêmios do Laguinho.
Ela é modelo e dançarina de quadrilha junina e de Toada. Boa sorte.

 

  • Musa

A dançarina de quadrilha junina Cassiane Cristina (20), foi eleita a Musa do Bloco Carnavalesco Auê 2019, no último domingo (10), na sede de Boêmios do Laguinho.

 

  • Showzaço

Foi top o show “Cantando Macapá” que aconteceu na sexta (8), no Museu Sacaca, encerrando a programação de aniversário de 261 anos da cidade de Macapá (4-fev).
Os artistas: Amadeu Cavalcante, Osmar Júnior, Nivito Guedes, Brenda Melo, Loren Cavalcante e o grupo de samba Gente de Casa cantaram belas canções que valorizam a nossa aldeia tucuju. Parabéns aos organizadores do evento.

 

  • Livro

Banda Placa vai lançar, em breve, um livro contando a trajetória de sucesso desse belo projeto, com mais de três décadas de história. Aguardem.
O amigo Carlos Augusto (Carlitão) e seu “mano” Álvaro Gomes, são os construtores de todo esse legado cultural.

 

  • É na maloca

Pra semana o cantor e compositor amapaense, Finéias Nelluty, vai lançar sua nova música e o vídeo clipe para o carnaval 2019, “Na Minha Aldeia o Carnaval é na Maloca”. #Expectativa.

 

  • Exoneração

Dilson Borges não é mais secretário de cultura do Amapá. O pedido de exoneração do cargo foi protocolado no gabinete do governador, dia .

 

  • 30 anos

O Movimento Costa Norte, criado na década de 1980, por Osmar Júnior, Val Milhomem, Zé Miguel e Amadeu Cavalcante, está completando neste ano de 2019.
Eles estão planejando um grande show pra comemorar esse projeto com gravação de um CD e um DVD.