Conheça o poeta Ferreira Gullar

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Nascido em São Luís, no Maranhão, Ferreira Gullar (pseudônimo de José de Ribamar Ferreira) foi poeta, crítico, ensaísta e líder do movimento literário conhecido como Neoconcretismo, surgido no Rio de Janeiro na década de 50. Os neoconcretistas acreditava que a arte tinha sensibilidade, expressividade e subjetividade próprias e eram contrários às atitudes cientificistas e positivistas nas manifestações artísticas.

Gullar iniciou a poesia concreta com o livro A Luta Corporal, publicado em 1954. Em 1956, participou da primeira exposição de poesia concretista, que foi realizada em São Paulo, da qual Lígia Clark e Hélio Oiticica foram alguns dos destaques. Algum tempo depois, rompeu com os concretistas e passou a ligar-se ao pensamento progressista do período, passando a ter forte envolvimento político. Filiado ao Partido Comunista Brasileiro, Gullar chegou a ser preso e exilado durante o regime militar. Nesse período, publicou Poema Sujo (1975), quando estava no exílio em Bueno Aires. Voltou ao Brasil em 1977.

O poeta escreveu diversas peças teatrais, em parceria com outros dramaturgos, como Oduvaldo Vianna Filho, o Vianinha, e Dias Gomes. Recebeu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Ficção de 2007, com Resmungos. Em 2010, recebeu o Prêmio Camões e, quatro anos mais tarde, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. No ano passado, foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural (OMC) no grau máximo Grão Cruz. Oferecida pelo MinC, a OMC é a principal condecoração pública da área da cultura no Brasil. (www.cultura.gov.br).

 

  • Agenda

Amanhã (11) tem a cantora Ariel Moura soltando a voz no show Soul Pop, com dois convidados da pesada, Enrico Di Miceli, Judas Sacaca e João Amorim.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, às 10 da noite. Informações: 98109-5560 e 99193-8466.

 

  • Afastamento

Fernando Canto, presidente da Boêmios do Laguinho, entregou ao Conselho Deliberativo uma carta comunicando seu afastamento das atividades da escola.
No documento ele alega que é por problemas pessoais.

 

  • Gravando

Cantora amapaense Ariel Moura já está em estúdio gravando seu primeiro disco (CD). Todas as músicas são inéditas.
Ela informa que em setembro vai lançar seu 2º Clipe. Boa sorte.

 

  • Audiovisual

O Ministério da Cultura por meio da Agência Nacional do Cinema abriu as inscrições para chamada pública de coinvestimentos regionais, que serão feitos em parceria com órgãos e entidades da administração pública, estadual, municipal e o Distrito Federal. O objetivo é desenvolver o setor audiovisual a partir do lançamento de ações locais conjuntas. Ao todo, serão investidos R$ 90 milhões em recursos. (www.cultura.gov.br).

 

  • Sambando
Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019 e a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.  Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.
  • “Samba Show”
Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.
  • Pintura
Galeria de Artes Samaúma está com exposição no Garden Shoping (Rodovia JK) de vários artistas plásticos: Wagner Ribeiro, Coaracy Fonseca, Miguel Arcânjo, Grimualdo Barbosa, Jader carneiro e Joel Sousa.
A exposição fica até 31 de agosto. Visite.


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.
Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro lançou, em 2012, o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

  • “Sumano”

Título do disco (CD) “Primeiro Verso” do cantor e compositor amapaense, Américo Brasil.
Um estilo bem popular da cultura de massa.

 

  • Exposição

Galeria de Artes Samaúma está com exposição no Garden Shoping (Rodovia JK) de vários artistas plásticos: Wagner Ribeiro, Coaracy Fonseca, Miguel Arcânjo, Grimualdo Barbosa, Jader carneiro e Joel Sousa.
A exposição fica até 31 de agosto. Visite.

 

  • Agenda

Sábado (11) a cantora amapaense Ariel Moura vai soltar a voz com o show “Soul Pop”, com dois cantores da pesada, Enrico Di Miceli e João Amorim.
No Norte das Águas, no Complexo Marlindo Serrano – Araxá, às 10 da noite. Informações: 98109-5560 e 99193-8466.

 

  • Débito

Artistas amapaenses que participaram do projeto “Virada Afro”, ainda não receberam o pagamento do cachê dos shows.
O evento aconteceu no município de Santana, dias 29 e 30 de julho e 1 de julho 2018.

 

  • Mapeamento

Ministério da Cultura vai mapear todos os Pontos de Cultura do país, que fa parte do projeto Cultura Viva.
O objetivo é identificar problemas e distorções, além de traçar um diagnóstico que possa orientar a adoção de medidas de aperfeiçoamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • Sambando

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019 e a campanha “Maracatu Sou Mais Você”. Dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • “Samba Show”

Dia 1º de dezembro as escolas Piratas da Batucada, Piratas Estilizados e Unidos do Buritizal vão realizar o 1º Amapá Samba Show, no sambódromo.
A ideia é convidar as 10 escolas de samba. Belo projeto.


Pela preservação do patrimônio histórico brasileiro

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Criado para assegurar a preservação do patrimônio cultural do Brasil, o PAC Cidades Históricas integra o Programa de Aceleração do Crescimento e é fruto da preocupação do governo federal com os sítios históricos urbanos protegidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Coube à octogenária instituição, uma das mais respeitadas do País e a primeira na América Latina dedicada à proteção de bens materiais e imateriais, a concepção do programa, que hoje está em pleno andamento, por meio da cooperação e de parcerias com estados, municípios, universidades e outros órgãos federais.

O PAC Cidades Históricas vai além da recuperação de monumentos e tem na preservação do patrimônio um de seus principais eixos indutores para a geração de renda, o desenvolvimento e a inclusão social, a integração e a afirmação da identidade cultural brasileira. Ao todo, são 425 ações que vêm beneficiando sítios urbanos de relevância histórica e diversos bens que simbolizam a diversidade cultural do Brasil. O governo federal disponibilizou R$ 1,6 bilhão para as obras de restauração de edifícios e espaços públicos levadas a cabo pelo programa, que já está presente em 44 cidades de 20 estados do País. Trata-se do maior investimento em patrimônio cultural de nossa história.

Um dos diferenciais que tornam o programa ainda mais dinâmico e eficiente é o apoio aos estados e municípios para a contratação de projetos. Além disso, a execução é compartilhada – há ações sob responsabilidade dos governos estaduais, das prefeituras, de universidades federais e do próprio Iphan, que acompanha o andamento das obras e aprova os projetos e orçamentos.

Entre as regiões contempladas pelas ações do PAC Cidades Históricas, evidentemente, estão importantes municípios de Minas Gerais, como Belo Horizonte, Congonhas, Diamantina, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del Rei e Serro. Em Congonhas, por exemplo, a restauração da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição será a 20ª obra concluída pelo programa. Além dela, estão em andamento na cidade a restauração da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matozinhos, a requalificação da Alameda das Palmeiras e a construção do Parque Natural da Romaria. (www.cultura.gov.br).

 

  • Nacional

Quadrilha junina amapaense Guerreiros de Fogo, campeã do festival da Fejufap, já está em Brasília participando do concurso nacional.
A realização é da Confederação Nacional de Quadrilhas Juninas (Conaqj). Boa sorte.

 

  • The Voice

Amapaense, 19 anos, Alícia Sá, do município de Pedra Branca (AP), foi classificada no programa musical The Voice Brasil, de quinta (2).
Ela defendeu a música “When I Was Your Man”, de Bruno Mars, onde Lulu Santos e Ivete Sangalo viraram a cantor. Ela escolheu o time da cantora. Parabéns.

 

  • “Sou Pop”

Nome do show que a cantora amapaense Ariel Moura vai apresentar dia 11 de agosto, no Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano (Araxá), a partir das 10 da noite.
Informações: 98109-5560.

 

  • Cantador

Nonato Santos, o cantador da Amazônia, é autor da música “Canto do Urutaí”, que faz parte do disco (CD) “Quixote Caboco”. Bela canção.

 

  • Teatro

A Cia. Teatro Ribalta apresenta o espetáculo “Sujeira Nunca Mais”, neste sábado (4), no Garden Shoping, às 17h.

 

  • Agenda

Músico amapaense Tom Campos vai apresentar o projeto “Amapari Instrumental”, Sesc Amazônia das Artes, dia 7 de agosto, no Sesc Araxá, 21h. Entrada franca.

 

  • Verde Rosa

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.


Jorge Amado e o seu “Cemitério” Particular

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Poesia é um gênero literário caracterizado pela composição em versos estruturados de forma harmoniosa. É uma manifestação de beleza e estética retratada pelo poeta em forma de palavras. No sentido figurado, poesia é tudo aquilo que comove, que sensibiliza e desperta sentimentos. É qualquer forma de arte que inspira, encanta e que é sublime e bela.

O escritor e poeta brasileiro, Jorge Amado, nos presenteou com muitas escritas como esse “Cemitério”. Guarde-o pra você.

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo. Possuo, no entanto, um cemitério meu, pessoal, eu o construí e inaugurei há alguns anos quando a vida me amadureceu o sentimento. Nele enterro aqueles que matei, ou seja, aqueles que para mim deixaram de existir, morreram: os que um dia tiveram a minha estima e perderam.

Quando um tipo vai além de todas as medidas e de fato me ofende, já com ele não me aborreço, não fico enojado ou furioso, não brigo, não corto relações, não lhe nego o cumprimento. Enterro-o na vala comum de meu cemitério – nele não existe jazigo de família, túmulos individuais, os mortos jazem em cova rasa, na promiscuidade da salafrarice, do mau caráter. Para mim o fulano morreu, foi enterrado, faça o que faça já não pode me magoar.

Raros enterros – ainda bem! – de um pérfido, de um perjuro, de um desleal, de alguém que faltou à amizade, traiu o amor, foi por demais interesseiro, falso, hipócrita, arrogante – a impostura e a presunção me ofendem fácil. No pequeno e feio cemitério, sem flores, sem lágrimas, sem um pingo de saudade, apodrecem uns tantos sujeitos, umas poucas mulheres, uns e outras varri da memória, retirei da vida.

Encontro na rua um desses fantasmas, paro a conversar, escuto, correspondo às frases, às saudações, aos elogios, aceito o abraço, o beijo fraterno de Judas. “Sigo adiante e o tipo pensa que mais uma vez me enganou, mal sabe ele que está morto e enterrado”.

 

  • É hoje

Nesta quinta, 2, é o encerramento do Macapá Verão 2018 com o projeto Estação Lunar, a partir das 7 da noite, no balneário de Fazendinha.
Atrações: Osmar Júnior, Beto 7 Cordas, Finéias Neluty, Marreco’s Land, Negro de Nós, Marabaixo da Favela, Banda Yes Banana e Rambolde Campos.

 

  • Verde Rosa

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Direto do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar) e outras atrações. Informações: 99156-0227.

 

  • Novidade

Mais uma cantora da nova geração surge para o mundo da música amapaense.
A jovem Sabrina Zahara tem uma bela voz que está conquistando quem ouve seu cantar. Seu repertório é uma mistura de regional com popular.

 

Carentes

Maioria da juventude do estado está carente de projetos artísticos culturais. Pouquíssimos conhecem nossos artistas e nossas músicas.
Assim fica difícil o gosto pela arte produzida em casa. Como resolver isso?

 

  • Destaque

Artista cineasta e incentivadora de todos os segmentos, Ana Vidigal, é uma guerreira e sempre esteve presente em todas as discussões nacionais, em busca do melhor para o audiovisual amapaense. Merece o registro e o destaque da coluna.

 

  • Baterista

Músico baterista, Fábio Mont’alverne, é um dos artistas de destaque no cenário da música amapaense. Já tocou com quase todos os cantores e cantoras tucujus, além de gravar vários discos.
Há 18 anos é fundador, baterista e um dos produtores da Banda Negro de Nós. Merece nosso respeito e admiração.

 

  • Agenda

Sesc Araxá está com agenda lotada de projetos culturais que valorizam os segmentos artísticos tucujus. Parabéns.


Saiba o que é cultura de massa

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A expressão “Cultura de Massa”, posteriormente trocada por “indústria cultural”, é aquela criada com um objetivo específico, atingir a massa popular, maioria no interior de uma população, transcendendo, assim, toda e qualquer distinção de natureza social, étnica, etária, sexual ou psíquica. Todo esse conteúdo é disseminado por meio dos veículos de comunicação de massa.

Antes do advento da cultura de massa, havia diversas configurações culturais – a popular, em contraposição à erudita; a nacional, que entretecia a identidade de uma população; a cultura no sentido geral, definida como um conglomerado histórico de valores estéticos e morais; e outras tantas culturas que produziam diversificadas identidades populares.

Mas, com o nascimento do século XX e, com ele, dos novos meios de comunicação, estas modalidades culturais ficaram completamente submergidas sob o domínio da cultura de massa. Veículos como o cinema, o rádio e a televisão, ganharam notório destaque e se dedicaram, em grande parte, a homogeneizar os padrões da cultura.

Como esta cultura é, na verdade, produto de uma atividade econômica estruturada em larga escala, de estatura internacional, hoje global, ela está vinculada, inevitavelmente, ao poderoso capitalismo industrial e financeiro. A serviço deste sistema, ela oprime incessantemente as demais culturas, valorizando tão somente os gostos culturais da massa.

Esta cultura é hipnotizante, entorpecente, indutiva. Ela é introjetada no ser humano de tal forma, que se torna quase inevitável o seu consumo, principalmente se a massa não tem o seu olhar e a sua sensibilidade educados de forma apropriada, e o acesso indispensável à multiplicidade cultural e pedagógica. (Ana Lúcia Santana).

 

  • “Troca Treco”

Nome do belo projeto da Secretaria de Manutenção Urbanística (Semur), realizado aos domingos durante o Macapá Verão (Fazendinha), que trocava garrafas Pet por brinquedos. Foram arrecadadas cerca de 10 mil garrafas em troca de mais de 5 mil brinquedos, esses conseguidos com parceiros. Parabéns ao secretário Augusto Almeida e equipe.

 

  • Será?

O desfile das escolas de samba do Amapá, em 2019, poderá ser realizado por uma empresa, que trataria diretamente com as escolas, e não com a gestora mãe das escolas de samba. A inadimplência da Liesap e das afiliadas, seria o principal motivo. Será?.

 

  • Estação Lunar

Na quinta, 2, é o encerramento do Macapá Verão 2018 com o projeto Estação Lunar, a partir das 7 da noite, no balneário de Fazendinha.
Atrações: Osmar Júnior, Beto 7 Cordas, Finéias Neluty, Marreco’s Land, Negro de Nós, Marabaixo da Favela, Banda Yes Banana e Rambolde Campos.

 

  • Verde Rosa

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Diretamente do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar). Informações: 99156-0227.

 

  • Aprovo

Fico feliz quando cantores de outros estados, com outras culturas e estilos, gravam nossas músicas regionais com linguagem amazônica. É prova de que não estamos sozinhos. Pensa pequeno quem enxerga com olhares de que “o que é nosso é só nosso”. Triste.

 

  • Festividade

Programação em homenagem a Nossa Senhora das Neves inicia nesta quarta (1), com missa de abertura na igreja da Conceição, 18h. De 2 a 4 novenário e dia 5 (data principal) missa e procissão, na sede da Avra (Associação dos Vigienses), na esquina da rua Odilardo Silva com a av: Acelino de Leão – Trem.

 

  • “Néctar”

Título do disco (CD) do cantor e compositor, Rambolde Campos, gravado em 1996 e que está sendo reeditado este ano. Musicalidade perfeita de valorização às coisas do povo daqui. Logo será lançado.


Prêmio Fandango Caiçara com as inscrições abertas

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Um dos bens imateriais que compõe o Patrimônio Cultural do Brasil ganha agora um incentivo a mais pela Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Estado do Paraná.

Até o dia 10 de setembro, estão abertas as inscrições Prêmio Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural do Brasil 2018. A premiação tem como objetivo reconhecer e valorizar as representações simbólicas do bem cultural registrado, por meio da premiação de Mestres e Mestras do Paraná e de São Paulo cuja trajetória de vida tenha contribuído de maneira fundamental para a transmissão e continuidade do Fandango Caiçara, Patrimônio Cultural Brasileiro. Também serão premiados grupos cuja trajetória e atuação contribuam de forma exemplar para a valorização, difusão e transmissão do bem cultural às novas gerações.

A premiação atende às diretrizes de ações estabelecidas no âmbito da elaboração do Plano de Salvaguarda do Fandango Caiçara e irá identificar, valorizar e dar visibilidade às atividades e às estratégias de preservação das identidades culturais dos protagonistas desta forma de expressão. Serão concedidos 18 prêmios, totalizando o valor de R$ 130 mil. As inscrições são gratuitas e somente podem ser feitas via Correios ou pessoalmente na Superintendência do Iphan no Paraná. Mais informações estão disponíveis no editalda premiação.

O Fandango Caiçara – registrado pelo Iphan em novembro de 2012 – é uma expressão musical-coreográfica-poética e festiva, cuja área de ocorrência abrange o litoral sul do Estado de São Paulo e o litoral norte do Estado do Paraná. Possui uma estrutura bastante complexa e se define em um conjunto de práticas que perpassam o trabalho, o divertimento, a religiosidade, a música e a dança, prestígios e rivalidades, saberes e fazeres.

O Fandango Caiçara se classifica em batido e bailado ou valsado, cujas diferenças se definem pelos instrumentos utilizados, pela estrutura musical, pelos versos e toques. (http://portal.iphan.gov.br).

 

  • Macapá Verão

Na quinta, 2, é o encerramento do Macapá Verão com o projeto Estação Lunar, às 7 da noite, no balneário de Fazendinha.
Atrações: Osmar Júnior, Beto 7 Cordas, Finéias Neluty, Marreco’s Land, Negro de Nós, Marabaixo da Favela e Rambolde Campos.

 

  • Musa

Candidata do distrito de Bailique foi eleita a Musa Verão 2018, ontem (29), no balneário de Fazendinha. Parabéns.

 

  • Lançamento

Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019, dia 18 de agosto, na quadra da escola (av: Padre Júlio – Santa Rita), a partir das 21h.
Diretamente do Rio de Janeiro, o cantor e compositor Rangel, além da apresentação da bateria da Verde Rosa, intérpretes, Mestre Sala e Porta Bandeira, projeto Samba e Pagode Anos 90 (Cafú Rota Samba e Josimar).
Informações: 99156-0227.

 

  • “Sambinha do Mar”

Título da nova música de Deize Pinheiro em parceira com Pedro Stkls. Um fortalecimento à cultura do samba nosso de cada dia.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data. Aguardem.

 

  • “Realeza”

Título no novo disco dos paraenses Allan Carvalho e Ronaldo Silva, “Realeza do Guamá”.
Projeto de cultura popular.

 

  • Destaque

Músico e compositor profissional Beto 7 Cordas é amapaense é já com mais de 30 anos de carreira.
Toca e domina como ninguém o seu violão e sua musicalidade é incomparável. Merece o nosso destaque.


Patrimônio Arqueológico Brasileiro

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Reconhecidos como parte integrante do Patrimônio Cultural Brasileiro pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, os bens de natureza material de valor arqueológico são definidos e protegidos pela Lei nº 3.924, de 26 de julho de 1961, sendo considerados bens patrimoniais da União. Também são considerados sítios arqueológicos os locais onde se encontram vestígios positivos de ocupação humana, os sítios identificados como cemitérios, sepulturas ou locais de pouso prolongado ou de aldeamento, “estações” e “cerâmicos”, as grutas, lapas e abrigos sob rocha. Além das inscrições rupestres ou locais com sulcos de polimento, os sambaquis e outros vestí gios de atividade humana.

São passíveis de processo judicial por danos ao patrimônio da União e omissão, por exemplo, os proprietários de terras que encontrarem qualquer achado arqueológico e não comunicarem ao Iphan no prazo de 60 dias. Todos os sítios arqueológicos têm proteção legal e quando são reconhecidos devem ser cadastrados no Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA). Com a criação do Centro Nacional de Arqueologia (CNA) o Iphan atendeu à necessidade de fortalecimento institucional da gestão desse patrimônio, normatizada pelo Decreto nº 6.844, de 07 de maio de 2009. Cabe ao CNA, a elaboração de políticas e estratégias para a gestão do patrimôni o arqueológico, a modernização dos instrumentos normativos e de acompanhamento das pesquisas arqueológicas que, em duas décadas, aumentaram de cinco para quase mil ações por ano.

Entre as principais atividades do Centro estão o desenvolvimento de ações de acautelamento (tombamento e proposição de medidas diversas para a proteção e valorização do patrimônio arqueológico), a autorização e a permissão para realização, acompanhamento e fiscalização de pesquisas arqueológicas; e a implementação de diversas ações de socialização do patrimônio arqueológico. O instrumento central para orientação dessas ações é o Plano Diretor Estratégico, que deve estabelecer a política nacional para o patrimônio arqueológico quanto à identificação, pesquisa, proteção, promoção e socialização, incluindo um modelo institucional de gestão e um p rograma de tombamento de bens de natureza arqueológica, dentre outras ações. (http://portal.iphan.gov.br).

 

  • Sarau

Projeto Zimba Cultura apresenta o sarau Pretas Suzys, neste sábado (28), no Barracão Tia Zefa, na rua Piauí – 110 – Pacoval, às 14h.

 

  • Maracatu

Dia 18 de agosto Maracatu da Favela vai lançar seu projeto do carnaval 2019, com o show “Maracatu Sou Mais Você”, trazendo o sambista carioca Ranjel.
Quadra da escola, na av: Padre Júlio – Santa Rita.

 

  • Pavulagem

Ronaldo Silva e Júnior Soares, do projeto Arraial do Pavulagem, me presentearam com o novo disco (CD) do Arraial do Pavulagem “Caeté Camará”. Obrigado.

 

  • “Realeza”

Título no novo disco dos paraenses Allan Carvalho e Ronaldo Silva, “Realeza do Guamá”.
Projeto de cultura popular.

 

  • Destaque

O repórter fotográfico paraense, Ray Nonato, com 27 anos de profissão é um dos profissionais mais respeitados no cenário amazônico.
Tem contrato com a Agência Globo (RJ), Jornal O Liberal (PA) e outros veículos de comunicação da região. Merece o destaque e registro da coluna.

 

  • Estação Lunar

Na quinta (2) tem a última edição do Estação Lunar encerrando o Macapá Verão 2018, no balneário de Fazendinha, às 19h.
Atrações: Banda Barrecos Land (instrumental), Beto 7 Cordas (guitarrada), Rambolde Campos, Finéias Nelluty, Marabaixo da Favela, Osmar Júnior, Yes Banana e Negro de Nós.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data. Aguardem.


O sabor do cancioneiro tucuju

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São muitos os estilos e sabores das composições musicais, produzidas no Amapá, que retratam em seus sons e ritmos o que de mais belo existe nesse estado ao norte do Brasil, que faz fronteira com a Guiana Francesa e às margens do maior rio do mundo, o Amazonas. Mas a temática é a mesma, o Amapá.

A linguagem da musicalidade tucuju, nas letras e melodias, são características verdadeiras de quem vive em um lugar com riquezas regionais espetaculares e verdadeiras, no meio da floresta amazônica e com uma matéria prima abundante e satisfatória.

O sabor das canções que cantam as coisas existentes no Amapá é degustado e aprovado pelos maiores e mais exigentes críticos da música brasileira, que já ouviram a beleza do cancioneiro tucuju. Produtores, músicos, compositores letristas, cantores e diretores brasileiros (de bom gosto), já provaram desse tempero musical regional, de um povo privilegiado que tem o seu lugar destacado em belas canções.

Os rios, povo, costumes, tradição, cultura, floresta e lugares existentes no Amapá são exaltados com sensibilidade por quem olha para cada peculiaridade e vê o que há de mais valor na alma e no coração do povo que mora nesse caldeirão cultural. Cada uma das pessoas é parte fundamental desse belo e natural cenário cultural amazônico.

Temperar as canções amapaenses com boa letra, melodia, ritmo forte, poesia, ouvir os sons das caixas de mar-a-baixo, batucar os tambores de um lugar e de um povo, é privilégio de poucos que conseguem provar do sabor do cancioneiro tucuju. Pra completar o cardápio, uma boa pitada da voz dos cantadores que fazem ecoar pelo mundo o som que o Amapá produz.

 

  • Parabéns

Todas as felicitações para o aniversariante do mês que completou 91 anos de muita vida, nesta semana.
Salve mestre da música Nonato Leal.

 

  • “Bacabeira”

Título da música composta por Enrico Di Miceli, Cléverson Baia e Joãozinho Gomes, já gravada pelo grupo Senzala e outros cantores.
Agora por Enrico Di Miceli e Nilson Chaves, que vai embalar o projeto dos 10 anos de criação do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM).

 

  • Showzaço

Toda quinta de julho, em Fazendinha, está acontecendo o projeto Estação Lunar, como parte da programação do Macapá Verão.
São shows de artistas que cantam nossa aldeia, com nossa linguagem amazônica de ser. Parabéns.

 

  • “Amor Por Macapá”

Nome da nova música da cantora e compositora Sandra Lima e do ator Jô Sales.
Mais uma declaração de amor pela cidade de Macapá. Parabéns.

 

  • 10 anos

Projeto dos 10 anos do programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM) está sendo planejado.
Muitos artistas, de vários segmentos, já estão na expectativa pra comemorar a data, e eu também (rs).

 

  • Clipe

Cantora e compositora amapaense, Brenda Zeni, está lançando nas redes sociais seu novo clipe musical “Dublar”.

 

  • Lançamento

Escola de samba Maracatu da Favela vai lançar seu projeto para o carnaval 2019.
Show “Maracatu, Sou Mais Você!”, com o sambista Rangel (diretamente do rio de Janeiro), dia 18 de agosto na quadra da escola, na rua Padre Júlio – Santa Rita, a partir das 20h.


América do Sul conhece corredor cultural da Avenida Paulista

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Antes do início da cerimônia de lançamento do Mercado das Indústrias Criativas do Brasil (MicBR), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, apresentou nesta segunda-feira (23), pela manhã, a representantes de sete países da América do Sul (Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai) alguns dos principais pontos de cultura da Avenida Paulista, que farão parte da programação cultural do MicBR, em novembro.

O grupo visitou primeiro a Casa das Rosas, casarão dedicado a apresentações culturais de literatura e poesia, onde foi recebido por Marcelo Tapia, diretor da Rede de Museus Casa (composto também pela Casa Guilherme de Almeida e pela Casa Mario de Andrade) e pelo coordenador de programação cultural David Moreira.

“Recebemos cerca de 150 mil visitantes por ano, e a quantidade de público é cada vez maior”, disse Tapia. Ele explica que a Casa das Rosas é uma construção de 1935, época em que a Avenida Paulista era composta apenas por mansões. O local abrigará, durante o MicBR, um encontro dos 19 museus de São Paulo, que terão stands com parte de suas exposições no belo jardim da Casa. Atualmente a Casa das Rosas abriga duas exposições, uma permanente sobre Haroldo de Campos, e uma temporária, do poeta Guilherme Mansur.

Em seguida, o grupo visitou o Itaú Cultural – instituto de pesquisa, mapeamento, incentivo e proteção de conteúdo cultural do banco privado Itaú – e se encantou com a exposição de móveis do arquiteto Sérgio Rodrigues. “É muito importante esta iniciativa do Brasil. Tenho certeza que fortaleceremos a parceria entre nós, países sul-americanos”, disse Andres Zenega Alvarez, analista de Gestão, Criação e Promoção Cultural e subsecretário de Empreendimentos, Artes e Inovação do Equador. Participaram ainda do passeio: Nelson Gonzales Zalazar, diretor de Economia da Cultura da Secretaria Nacional de Cultura (Paraguai); Sofia Lobos Araya, secretária-executiva do Comite Interministerial de Fomento e Economia do Ministério da Cultura (Chile); Máximo Jacoby, diretor nacional de economia criativa de Buenos Aires (Argentina); Lina Ruiz Montanes, do Grupo de Empreendimento Cultural do Ministério da Cultura, e Natália Avila Guevara, do departamento de Assuntos Internacionais e Cooperação do Ministério da Cultura (Colômbia); Andres Zenega Alvarez, analista de Gestão, Criação e Promoção Cultural e subsecretário de Empreendimentos, Artes e Inovação (Equador); Jair Perez, coordenador de Gestão de Políticas e Articulação Territorial (Peru); e Rodrigo Marquez, Coordenador Nacional e Internacional de Indústrias Criativas (Uruguai). (http://www.cultura.gov.br/)

 

  • “Luz”

Título do livro da Banda Placa, que conta a trajetória dos 35 anos de história do projeto criado pelos irmãos Álvaro Gomes e Carlitão.
O lançamento está agendado para antes do fim deste ano.

 

  • Estação Lunar

Na quinta, 26, o projeto Estação Lunar vai receber mais seis shows regionais, no balneário de Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações: Zé Miguel, Sabrina Zahara, Cássio Pontes, Banda Suite Popular, Oneide Bastos e Arraial do Pavulagem.

 

  • “Bloco dos Máscaras”

Nome de mais um projeto da Banda Placa marcado para acontecer dia 29 (domingo) na comunidade de Mazagão Velho.
Vai sair em arrastão pelas ruas da vila.

 

  • Nacional

Está confirmado para acontecer em Macapá o Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, dias 17, 18 e 19 de agosto. Local a confirmar.

 

  • Confirmado

Escola de samba Maracatu da Favela confirmou o show do sambista carioca Rangel, dia 18 de agosto, na quadra da verde rosa (av: Padre Júlio – Santa Rita).
Na oportunidade será apresentado o projeto do carnaval 2019.

 

  • Prêmio

Cantora Lia Sophia foi indicada a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, com seu último disco “Não Me Provoca”. Parabéns.
A solenidade de entrega será no dia 15 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h.

 

  • Novos talentos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) já está trabalhando no projeto de um festival de música regional (linguagem amazônica).
O objetivo é a descobertas de novos artistas: compositores (música e letra), arranjadores, músicos etc. É a valorização da cultura amazônica amapaense.


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo< span class=”apple-converted-space”> Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões.

Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • “Luz”

Título do livro da Banda Placa, que conta a trajetória dos 35 anos de história do projeto criado pelos irmãos Álvaro Gomes e Carlitão.
O lançamento está agendado para antes do fim deste ano.

 

  • Estação Lunar

Na quinta, 26, o projeto Estação Lunar vai receber mais seis shows regionais, no balneário de Fazendinha, a partir das 19h.
Atrações: Zé Miguel, Sabrina Zahara, Cássio Pontes, Banda Suite Popular, Oneide Bastos e Arraial do Pavulagem.

 

  • “Bloco dos Máscaras”

Nome de mais um projeto da Banda Placa marcado para acontecer dia 29 (domingo) na comunidade de Mazagão Velho.
Vai sair em arrastão pelas ruas da vila.

 

  • Nacional

Está confirmado para acontecer em Macapá o Festival Nacional de Quadrilhas Juninas, dias 17, 18 e 19 de agosto. Local a confirmar.

 

  • Confirmado

Escola de samba Maracatu da Favela confirmou o show do sambista carioca Rangel, dia 18 de agosto, na quadra da verde rosa (av: Padre Júlio – Santa Rita).
Na oportunidade será apresentado o projeto do carnaval 2019.

 

  • Prêmio

Cantora Lia Sophia foi indicada a 29ª edição do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Cantora Regional, com seu último disco “Não Me Provoca”. Parabéns.
A solenidade de entrega será no dia 15 de agosto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h.

 

  • Novos talentos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) já está trabalhando no projeto de um festival de música regional (linguagem amazônica).
O objetivo é a descobertas de novos artistas: compositores (música e letra), arranjadores, músicos etc. É a valorização da cultura amazônica amapaense.