O que é música popular?

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Música popular é qualquer gênero musical acessível ao público em geral. Distingue-se da música folclórica por ser escrita e comercializada como uma comodidade, sendo a evolução natural da música folclórica, que seria a música de um povo transmitida ao longo das gerações.

São muitos numerosos os gêneros inerentes à música popular tais como: o samba, chorinho, frevo, baião, maracatu, música caipira, música nativista gaúcha, as cantilenas, rock, blues, jazz. Em geral estão associados ao ritmo, a cultura e a construção de uma sociedade. Assim, pessoas nascidas durante os anos 60 tendem a apreciar as músicas dos anos 70, tais como os Beatles, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque de Hollanda e Quarteto em Cy ou os Rolling Stones, Mutantes, Os Novos Baianos e a Tropicália.

Evidentemente que é grande a variedade de gêneros apreciados e muitas vezes os que apreciam um gênero podem não apreciar outro. Como por exemplo brasileiro, um apreciador de Samba na grande maioria das vezes não aprecia a música sertanejo universitário, e vice-versa por motivos óbvios a sertanejo universitário utilizada cultura de massa e uma música de entretenimento utilizada pela mídia e o samba é cultura do povo brasileiro.

Muito da música popular provém de negócios disseminados com fins lucrativos. Executivos e empregados de negócios vinculados à música popular tentam selecionar e cultivar a música que teria um grande sucesso com o público, e assim maximizar os negócios da empresa. Nessa acepção, a música popular é distinta da música folclórica, criada pelo povo em geral para sua própria apreciação, e a música clássica, originalmente escrita para a igreja ou para a nobreza, e atualmente subsidiada pelos governos e universidades.

Apesar de os negócios controlarem os pilares da música popular, nem sempre os jovens aspirantes a se tornarem músicos populares são impulsionados pelo dinheiro. Em geral, eles aspiram a encontrar uma forma para sua expressão ou criatividade, ou simplesmente por diversão. Historicamente, os motivos de conflito de executivos e músicos se tornaram motivo de tensão na indústria da música popular pelo mundo.


“Negro de Nós” no Projeto Botequim

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Já firmado como ponto de encontro do melhor da arte amapaense o projeto, que acontece nas duas primeiras terças-feiras de cada mês sempre a partir das 19h e com entrada gratuita.

E para o primeiro semestre de 2016 já estão confirmadas as apresentações dos artistas selecionados na 12ª edição Sescanta que são eles: Aroldo Pedrosa, Chermont Jr., Brenda Melo, Joãozinho Gomes, Nonato Santos, Osmar Jr, Ademir Pedrosa, Banda Negro de Nós, Enrico Di Miceli, Paulo Bastos, Val Milhomem e Zé Miguel.

A Banda Negro de Nós foi criada em 1999, na ideia de transformar as músicas amapaenses, ora só tocadas e cantadas em “barzinhos”, em musicas dançantes, para embolar as festas e conquistar a gosto popular. Seu trabalho foi reconhecido regional, nacional e internacionalmente através de turnês do lançamento do CDs “Festejo” em toda a Europa e “Zouk Love”, lançado em todo o Brasil. Em 2006, em turnê pelo Estado de São Paulo foi reconhecida como melhor banda de Zouk Love do Brasil.

Hoje após 16 anos de história a Banda Nego de Nós que já gravou onze CDs e um DVD se prepara para gravar se 12º Álbum. (Alessandra Leite).


Patrícia Bastos é contemplada no Edital Natura Musical

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O projeto de Patrícia Bastos passou pela seleção criteriosa de especialistas, como do critico Zuza Homem de Mello, DJ Zé Pedro, cantora Titane, jornalista Rafael Rocha, produtor Luciano Mattos e pesquisador Edvaldo Souza. “Batom Bacaba” tem direção de Dante Ozzetti e mistura o acústico e o eletrônico, com ritmos de batuque e marabaixo, que se encontram com a linguagem musical indígena. O programa Natura Musical irá patrocinar a gravação e lançamento do álbum em Macapá, São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas. 

Patrícia Bastos tem o reconhecimento em sua terra, Amapá e vem conquistando espaço em todo o país com seu timbre afinado e discos produzidos com apuro técnico e repertório muito bem selecionado, com destaque para o marabaixo, batuque, zouk, cassicó e cumbia. Começou a carreira em bandas e festivais, e dividiu a cena com artistas como Leci Brandão, Nico Rezende, Nilson Chaves, Lô Borges, Lula Barbosa, Sebastião Tapajós, Manoel Cordeiro, Dante Ozzetti, Natan Marques e Vitor Ramil, com quem fez show neste final de semana em Macapá.

Em 2010, através do Sesc, Patrícia percorreu a Amazônia Legal com a turnê “Timbres e Temperos”, junto com Enrico Di Miceli e Joãozinho Gomes. Seu disco “Eu Sou Caboca” foi lançado em São Paulo, e em 2011 este trabalho ganhou registro em audiovisual através do prêmio Itaú Rumos Cultural, em que canta sucessos como  Pedra de Mistério e Demônio de Batom. Ano passado  foi vencedora do Prêmio da Música Brasileira, na categoria Regional, com o álbum Zulusa, gravado em 2013, e rendeu à Patrícia Bastos o prêmio de melhor cantora no ano seguinte. (Mariléia Maciel).


Projeto MPA

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Choperia Chopp Center, Av: Presidente Vargas entre as Ruas Hamilton Silva e Manoel Eudóxio – Centro. A partir das 21h. Informações: 99126-6262.


“Batom Bacaba”

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Batom Bacaba aprofunda a linguagem do último CD da cantora, premiadíssimo “Zulusa”, e já está com seleção de repertório definida para entrar em estúdio e gravar. Parabéns.


Sescanta Amapá 2015

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A mostra contará com a participação de 12 artistas em um grande encontro nos dias 3 e 4 de dezembro, no auditório do Sebrae, às 19h.

Os artistas selecionados são: Nonato Santos, Osmar Junior, Enrico Di Micelli, Chemont Júnior, Joãzinho Gomes, Paulo Bastos, Val Milhomem, Aroldo Pedrosa, Brenda Melo, Zé Miguel, Banda Negro de Nós, Ademir Pedrosa.

Os artistas serão contemplados com a gravação de um DVD, com as 12 canções eleitas pelo projeto, com edição de mil cópias. Cada músico selecionado receberá 65 DVD’s, além de um incentivo cultural no valor de R$ 1.500, para os 12 finalistas.

Serão premiados com troféus e certificados de participação, além de ter pauta no 1º semestre de 2016, no Projeto Botequim. Durante o Sescanta, serão homenageados o Grupo Pilão e o professor e violonista Sebartião Monte’alverne, em reconhecimento às suas trajetórias musicais. Além da participação especial do grupo de arabaixo Berço da Favela e Raízes do Bolão.

Cada candidato apresentará três músicas autorais e de livre tendência musical; inclusive instrumental, sendo que uma das músicas será inédita e original. O Sescanta tem como intuito possibilitar a troca de experiências, técnicas e conhecimentos no âmbito musical, por meio da integração entre compositores, instrumentistas e intérpretes. (Fernanda Picanço).


Projeto MPA

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o Projeto MPA acontece toda sexta-feira na Choperia Chopp Center, na Av: Presidente Vargas entre as Ruas Hamilton Silva e Manoel Eudóxio – Centro. A partir das 21h. 


20 de novembro: Dia da Consciência Negra

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A Missa é o momento religioso da programação em homenagem ao mártir Zumbi dos Palmares, assassinado nesta data, que no Amapá é feriado estadual. No mesmo palco, padre, pais e mães de santo, líderes afrodescendentes e quilombolas comandam o ritual onde as orações e cânticos falam de liberdade, fé e de temas voltados para a luta dos negros, e são acompanhadas pelo som de cordas e percussão, com ritmos dançantes, das culturas religiosas católicas e de raízes africanas.

Bandeiras das comunidades tradicionais do Amapá, imagens de santos católicos, e de entidades da umbanda e candomblé, também se misturam no palco e na plateia. No momento da oferenda, frutas e pipocas, trazidas no início da missa por trabalhadores do campo e filhos de santo, são distribuídas para o público, simbolizando a fertilidade, fartura e partilha. O banho de cheiro é outro momento especial, onde a mistura de ervas, flores e incensos deixam o ar perfumado.

Após a celebração da Missa dos Quilombos, inicia a apresentação das 50 comunidades tradicionais do Amapá, que levam para o anfiteatro do Centro de Cultura Negra, o marabaixo, batuque, zimba, sairé e tambor de crioula. Até do dia 23 de novembro, durante 30 minutos elas se apresentam com roupas características, levando bandeiras ao som de  tambores, ladrões de marabaixo ou bandalho de batuques. (Mariléia Maciel – Assessora de Imprensa).


Cléverson Baia no Projeto MPA

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Exclusivamente para esse show ele convidou artistas de diversos segmentos, estilos, e gerações diferentes como: Francisco Lino da Silva, (o menestrel do samba amapaense, também cantor e compositor, além de fundador de Boêmios do Laguinho); cantor e compositor Cássio Pontes (com várias obras auturais e com parceiros registradas em discos); Banda Macacos Pelados (nova geração do cancioneiro amapaense) e do poeta Ozy Rodrigues. Música e poesia juntas.

Encontro marcado todas as sextas-feiras, a partir das 21h, na Choperia Chopp Center. Avenida Presidente Vargas entre as Ruas Hamilton Silva e Manoel Eudóxio – Centro. Sempre com uma agenda diferente.

O Projeto MPA surgiu com o objetivo de unir as artes através da música, fortalecer, resgatar, valorizar, divulgar as produções artísticas culturais do povo amapaense, tendo a música como o carro chefe dessa caravana.