Nivito Guedes: “Eu Tô em Macapá”

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Nascido às margens do gigante rio Amazonas, o macapaense da gema, Hernani Vitor Carrera Guedes, artisticamente conhecido como Nivito Guedes, é cantor, compositor e violinista com um estilo musical diferenciado no modelo de cantar e tocar o violão, que para quem ouve pensa que tem outro instrumento lhe acompanhando.

Nivito possui um swing e estilo amazônico que retratam uma diversidade de gêneros musicais que abarca desde características rítmicas (indígena), Marabaixo, Batuque, Zimba, o Carimbó(PA), Merengue e outros locais(regionais) do estado tucuju. Essas diversidades extrapolam a fronteira do extremo norte Brasil-Guiana, pela forte influência do swing caribenho, e chegam ao estilo romântico. Mais especificamente, nesta diversidade, dentre as composições de Nivito Guedes encontramos a música regional em si, reggae, pop-rock, xotes, baladas românticas, etc.

Nivito Guedes gravou três CD’s com composições próprias e com outros parceiros, o primeiro foi Todas as Luas, o segundo Tô em Macapá e o terceiro foi uma coletânea com canções defendidas em festivais no Amapá e fora do estado. Suas composições, sempre marcadas pela irreverência rítmica de suas melodias, na qual mistura a cultura Amazônica ( Marabaixo, Batuque – folclore Amapaense) com estilos e gêneros da música brasileira, e uma forte influência do swing caribenho, o diferenciam e caracterizam um estilo próprio e único criado por esse artista para cantar a nossa música popular brasileira. Ele está preparando seu próximo projeto musical.

 

  • Sucesso

Foi tudo positivo o início do Macapá Verão com o projeto Estação Lunar, ontem (5) no balneário de Fazendinha.
Quinta, 12, tem mais durante todo o mês de julho. Sucesso.

 

  • É hoje

Nesta sexta (6), tem o show “Girassol”, com a cantora Brenda Melo, no Norte das Águas, às 22h, abrindo a agenda de verão.
Complexo Marlindo Serrano (Araxá). Informações: 98119-2790 ou 98140-4980.

 

  • Cortejo

Banzeiro do Brilho-de-Fogo vai fazer seu Cortejo de verão, domingo (8), em Fazendinha, às 16h.
Fazendo parte do Macapá Verão 2018.

 

  • De volta

Intérprete Meio Dia da Imperatriz está de volta para Piratas da Batucada no carnaval 2019.
Presidente Marcelo Zona Sul anunciou a contratação do artista, ontem (5), na Diário FM 90,9, no programa Ensaio Geral (Ivo Canuty).

 

  • Semifinal

O festival estadual do 10º Arraiá no Meio do Mundo está na sua fase semifinal com 20 quadrilhas juninas.
Das 20 classificadas, 10 irão para a grande final, sábado (7), no sambódromo, 19h.

 

  • Música

A nova escola de Música Walquiria Lima foi inaugurada, ontem (5), agora como Centro de Educação Profissional de Música Walquíria Lima.

 

  • “Roda dos Tambores”

Título do novo disco (CD) da cantora Brena Melo, já em laboratório e definição do repertório.
A temática tem linguagem amazônica no cantar. Aguardem.


Eliakin Rufino: Poeta e cantador amazônico

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Nascido em Boa Vista, capital do Estado de Roraima, em 27 de maio de 1956. Faz shows de música e poesia falada, com banda ou no formato voz e violão. Muitas são as atividades que desenvolve, entre elas está a de escrever, que considera uma das preferidas. Escreve textos curtos, gosta de texto conciso, da audácia, da síntese, de dizer com o mínimo de meios.

Eliakin Rufino começou sua carreira artística nos anos de 1980 e tem seu primeiro livro publicado em 1984, Pássaros Ariscos. Nesse mesmo ano com forte influência do Modernismo e do Tropicalismo, junto com os amigos Zeca Preto e Neuber Uchoa, criou o Movimento Roraimeira, que por quase duas décadas referenciou e revelou artistas nas artes plásticas, culinária, literatura, dança, fotografia e na música, contribuindo para a construção da identidade cultural de vozes e feições para o povo de Roraima, calcado, sobretudo, nos elementos da cultura e da paisagem natural existente na região.

Tem vários livros publicados, entre eles: Pássaros Ariscos (1984), Poemas (1987), Escola de Poesia (1990), Brincadeira (1991), Poeta de água doce (1993), Versão Poética do Estatuto da Criança e do Adolescente (1995), Poesia para ler na cama (1997), Poeta de Água Doce (1999). Tem também poemas publicados em antologias e sites de poesia nacionais e internacionais.

Além de escritor, ele é musico, cantor, compositor, filósofo, produtor cultural e jornalista.

 

Inauguração

Nesta quinta, 5, inaugura o Centro de Educação Profissional de Música Walquíria Lima, às 18h.

 

  • É hoje

Nesta sexta (6), tem o show “Girassol”, com a cantora Brenda Melo, no Norte das Águas, às 22h, abrindo a agenda de verão.
Complexo Marlindo Serrano (Araxá). Informações: 98119-2790 ou 98140-4980.

 

  • Arraiá

Dia 7 de julho (sábado), o Instituto do Câncer vai realizar o Arraiá do Ijoma, na quadra da Igreja Jesus de Nazaré, a partir das 17h.

 

  • Banzeiro

Semana final dos ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo para o Cortejo de domingo (8), em Fazendinha.
Ensaios de quarta a sexta, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.

 

  • “Roda dos Tambores”

Título do novo disco (CD) da cantora Brena Melo, já em laboratório e definição do repertório.
A temática tem linguagem amazônica no cantar. Aguardem.

 

  • Arraiá

Festival de quadrilhas juninas está acontecendo no sambódromo desde o dia 30 de junho, e o encerramento será dia 7 de julho.

 

  • Estação Lunar

Inicia nesta quinta (5)


A política de Edital valoriza o artista anônimo?

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Nessas minhas andanças por muitas paragens e lugares, sempre encontro uns artistas anônimos possuidores de puro talento, mas que ainda não ganharam os aplausos merecidos. Porque será?

Sempre estamos acostumados a dar valor aos artistas, de diversos segmentos, que já estão atuando, há anos, em eventos populares como shows, inaugurações, etc. Mas como podemos enxergar aqueles fantásticos jovens que não aparecem e constroem artes maravilhosas? O que falta para que o talento desses seres seja notado, conhecido e valorizado?
Geralmente nos deparamos com os artistas atuando em algum lugar, mas nada de novo nos é apresentado, pois as obras desses chamados “medalhões” já são de conhecimento público, mas as dos muitos artistas, digamos escondidos, esses não conhecemos e nunca os vimos em atuação.

Será que eles não querem aparecer, se tornarem conhecidos, ou as ações é que não chegam até eles? Já ouvi que muitos que até querem ser vistos, mas a condição para isso não lhes é favorável, pois para que eles participem de eventos, shows, atividades, contratações, etc, tem que ser crivados pela política do “Edital”. Esse exige demais e eles jamais passarão pelo crivo, já que é preciso e necessário que eles tenham um trabalho já conceituado para se inscreverem. A famosa experiência. Mas sem a oportunidade de poder mostrar o seu trabalho, como esses jovens talentos anônimos poderão ter suas artes notadas? É preciso fazer com que as ações públicas cheguem até esses jovens artistas anônimos brasileiros, para que ele s tenham oportunidades e mais tarde sejam incluídos e valorizados na política de Edital.

 

  • Educação

Banco de Brasília (DF) lançou oficialmente o livro “Como Usar o Meu Dinheiro?”.
A iniciativa é uma proposta pedagógica voltada para os alunos de escolas públicas do estado. Assino com muita satisfação o projeto gráfico e ilustrações (artista plástico Ralfe Braga).

 

  • Parintins

Jornalista Cláudio Rogério e o professor Célio Alício, estiveram em Parintins (AM), em cobertura jornalística e pesquisa para o Sistema Diário de Comunicação, do Festival de Boi-Bumbá (Caprichoso e Garantido).
Foram três dias de evento, sexta 29, 30 (6) e 1(7). Parabéns.

 

  • Agenda

Sexta (6) tem o show “Girassol”, com a cantora Brenda Melo, no Norte das Águas, às 22h. Complexo Marlindo Serrano (Araxá). Informações: 98119-2790 ou 98140-4980.

 

  • Banzeiro

Semana final dos ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo para o Cortejo de domingo (8), em Fazendinha.
Ensaios de quarta a sexta, na Praça Floriano Peixoto, às 19h.

 

  • Deu Caprichoso

Boi Bumbá Caprichoso é campeão do festival de Parintins (AM) 2018, vencendo o rival garantido.

 

  • Arraiá

Festival de quadrilhas juninas está acontecendo no sambódromo desde o dia 30 de junho, e o encerramento será dia 7 de julho.

 

  • Carnaval

Com a entrevista que fizemos com o governador Waldez Góes, sobre o desfile das escolas de samba 2019, os caladinhos resolveram se movimentar.
“Parece que só pegam no empurrão”. Guá!


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram.

Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins.
Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro gravou o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

  • É hoje

Nesta sexta, 29, o projeto “Cantando a Amazônia” recebe dois shows, “Clube da Esquina” e “São Batuques”, com Beto Oscar e Helder Brandão.
Convidados especiais: Naldo Maranhão, Brenda Melo, Alan Gomes e João Amorim. No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 99149-6446.

 

  • Samba

Escola de Samba Piratas Estilizados vai realizar o 2º Vem Pro Meu Samba de Verão, dia 14 de setembro, na quadra do colégio Azevedo Costa. Informações: 99151-0817.

 

  • Bandaia

Todo domingo tem o projeto Roda de Bandaia (batuque e marabaixo), no Norte das Águas, a partir das 17h.
Complexo Marlindo Serrano – Araxá.

 

  • Reunião

Presidente de Piratas Estilizados, Diego Armando, diz que a Liesap não está reunindo com os presidentes das escolas de samba.
“Assumi a escola, há pouco tempo, e até o momento não participei de nenhuma reunião, pois não aconteceu”.

 

  • Cancelado

A Liga Municipal de Quadrilhas Juninas cancelou o festival que aconteceria de 27 a 29 de junho, na Praça do Beirol.

 

  • “Girassol”

Nome do show que a cantora Brenda Melo vai apresentar dia 6 de julho, no Norte das Águas, às 22h.
No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 98119-2790 e 98113-6730.

 

  • “Mal de Amor”

Título do novo CD do cantor e compositor amapaense, Val Milhomem, já gravado e no aguardo de sua chegada.
“Mal de amor” é o nome da primeira parceria musical de Val Milhomem e Joãozinho Gomes, em 2001.


27 de junho: Dia Nacional do Quadrilheiro Junino

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Desde 2011 que o 27 de junho é comemorado o Dia Nacional do Quadrilheiro Junino (data da aprovação do Projeto de Lei 12.390 -11), em homenagem aos militantes e propagadores da cultura junina brasileira. O projeto de Lei é de autoria da ex-deputada federal, Nilmar Ruiz.

De acordo com a Lei, é considerado quadrilheiro junino todo profissional que utiliza meio de expressão artística cantada, dançada ou falada, transmitido por tradição popular nas festas juninas.
Na justificativa de seu projeto, Nilmar Ruiz, destacou a significativa participação popular nas danças juninas. Para ela, a data é um “registro da memória.

Desde então, todas as pessoas envolvidas como esse segmento, recebeu a nomenclatura de “Quadrilheiro Junino”, antes só chamados de “Quadrilheiros”, termo que causava conflito com o trabalho real e função dos militantes, que eram confundidos (pelo chamado) com pessoas envolvidas com crimes.

Hoje, todas as regiões do país, que trabalham nesse segmento, comemora a conquistada data e as festanças do mês de junho.

As quadrilhas juninas proporcionam grandes apresentações com espetáculos de danças coreografadas, indumentárias e cenografias, voltados para os festejos dos santos (Antônio, Pedro e João). A essência é preservada, mas as apresentações ganharam alterações nos estilos de dançar e vestir, pois as quadrilhas juninas ficaram mais espetaculares, como a modernidade, mas nunca deixaram de valorizar os conceitos e respeitar a tradição.

 

  • Expectativa

Vai começar o “Arraiá no Meio do Mundo” (estadual), de 30 de junho a 7 de julho, no Sambódromo, com as quadrilhas juninas selecionadas nos pólos, em vários municípios.

 

  • Sim ou não?

Mesmo sem nenhuma informação oficial, mas a população ainda acredita que haverá desfile das escolas de samba do Amapá em 2019.
Ficamos aguardando a manifestação da instituição responsável pelo evento.

 

  • Copa

Nesta quarta, 27, não apresentaremos o programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9), em decorrência do jogo Brasil X Sérvia, na Copa da Rússia.

 

  • Esquecimento?

Parece que os segmentos artísticos culturais foram esquecidos pelo poder público. Não vemos nenhuma atitude para tentar reerguer a bandeira da arte. Esquecimento total.

 

  • Agenda

Sexta, 29, o projeto “Cantando a Amazônia” recebe dois shows, “Clube da Esquina” e “São Batuques”, com Beto Oscar e Helder Brandão.
Convidados especiais: Naldo Maranhão, Brenda Melo, Alan Gomes e João Amorim. No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 99149-6446.

 

  • “Girassol”

Nome do show que a cantora Brenda Melo vai apresentar dia 6 de julho, no Norte das Águas, às 22h.
No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 98119-2790 e 98113-6730.

 

  • Ligajum

A Liga Municipal de Quadrilhas Juninas vai realizar seu 1º festival, de 27 a 29 de junho.
Na Praça do Beirol (próximo ao Super Fácil, às 19h). São 24 estilizadas e 5 tradicionais.


A influência da cultura na formação do cidadão

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Mais do que uma característica essencial de uma sociedade, a cultura pode ser considerada como o elemento principal que difere uma nação de outra. Os costumes, a música, a arte e, principalmente, o modo de pensar e agir, fazem parte da cultura de um povo e devem ser preservados para que nunca se perca a singularidade do coletivo em questão. A palavra cultura deriva do latim, colere, que tem como significado literal “cultivar”. Partindo desse princípio, percebemos que se trata de uma herança acumulada ao longo dos anos, e que deve ser preservada.

Cada pessoa pertencente a uma determinada nação agrega valores culturais, os quais a levarão a fazer ou expressar-se de forma específica. Esse mecanismo de adaptação é um dos principais elementos da cultura, e torna-se ainda mais importante quando se alia ao fator cumulativo. As modificações que se desenvolveram e que foram trazidas por uma geração passam para a geração seguinte, e se implementam ao melhorar aspectos para futuras gerações.

Durante muito tempo, o termo cultura foi estudado e acabou sendo dividido em algumas categorias: Cultura segundo a Filosofia: trata-se de um conjunto de manifestações humanas, de interpretação pessoal, e que condizem com a realidade. Cultura segundo a Antropologia: o termo deve ser compreendido como uma soma dos padrões aprendidos, e que foram desenvolvidos pelo ser humano. Cultura Popular: associa-se a algo criado por um determinado grupo de pessoas que possuem participação ativa nessa criação. Música, arte e literatura são exemplos que podem ser utilizados.

Por ser um agente forte de identificação pessoal e social, a cultura de um povo se caracteriza como um modelo comportamental, integrando segmentos sociais e gerações à medida que o indivíduo se realiza como pessoa e expande suas potencialidades. Entretanto, é necessário lembrar que essa percepção individual tem grande influência por parte do grupo. As escolhas selecionadas ou valorizadas pelo grupo tendem a ser selecionadas na percepção pessoal.

Além disso, a cultura possui quatro processos que têm participação ativa na influência do indivíduo:

O Agente Cultural: Seja qual for a forma de expressão artística que ele promove, trata-se de alguém que se sente valorizado pelo que é capaz de fazer e, mesmo na velhice, é muitas vezes procurado para transmitir seus conhecimentos aos mais jovens. O Propagador Cultural: É aquele que não cria, mas que valoriza e ajuda a difundir determinados tipos de arte. Muitas vezes, dedica sua vida a esse propósito. Dentro desse grupo, estão incluídos os indivíduos que compram e comercializam produtos culturais. O Espectador Cultural: Grupo formado por pessoas que não criam e nem difundem a arte, mas que são apreciadores do gênero e que se identificam com outros de pensamento semelhante. Um exemplo do gênero e que pode ser citado é a formação dos fã-clubes, que interagem entre si promovendo o ídolo de diversa s maneiras. O Alienado Cultural: Trata-se de alguém ou determinado grupo que denuncia as formas de expressão cultural. Presente muitas vezes em regimes ditatoriais evidencia a exclusão social e oprime movimentos artísticos menos poderosos, mas nem por isso, com menos influência na sociedade. (www.institutofilantropia.org.br).

 

  • Agenda

Sexta, 29, o projeto “Cantando a Amazônia” recebe dois shows, “Clube da Esquina” e “São Batuques”, com Beto Oscar e Helder Brandão. Convidados especiais: Naldo Maranhão, Brenda Melo, Alan Gomes e João Amorim.No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 99149-6446.

 

  • “Girassol”

Nome do show que a cantora Brenda Melo vai apresentar dia 6 de julho, no Norte das Águas, às 22h. No Norte das Águas, Complexo Marlindo Serrano – Araxá, 22h. Informações: 98119-2790 e 98113-6730.

 

  • Ligajum

A Liga Municipal de Quadrilhas Juninas vai realizar seu 1º festival, de 27 a 29 de junho. Na Praça do Beirol (próximo ao Super Fácil, às 19h). São 24 estilizadas e 5 tradicionais.

 

  • Samba

A primeira feijoada do Meio Dia da Imperatriz 2018, vai acontecer dia 7 de julho, na av: Henrique Galúcio, entre as ruas Eliezer Levy e Odilardo Silva. Vários grupos de samba e pagode estão convidados. Informações: 99354-5808 e 98305-0755.

 

  • Promessa

Com apenas 8 anos de idade ela já está cantando e mostrando que é uma promessa para o amanhã da boa música popular brasileira. Estou falando de Bia Neluty, filha do músico, compositor, cantor, diretor, produtor Finéias Neluty e da dançarina Fabíola Neluty. Parabéns.

 

  • Resultado

Fundação de Cultura de Macapá divulgou o resultado da seleção das propostas inscritas pelos artistas, no edital para o Macapá Verão 2018.
A lista com os nomes das atrações está no mural da Fumcult (rua Eliezer Levy – Centro), CEU das Artes (rua principal do Infraero II) ou no site www.fulcult.macapa.ap.gov.br.

 

  • Oscar

Ministério da Cultura abriu processo seletivo para a escolha do longa-metragem brasileiro, que disputará uma vaga entre os indicados ao Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2019. As inscrições deverão ser feitas até as 18 horas do dia 17 de agosto (www.cultura.gov.br).


Leila Pinheiro: uma artista que canta o Brasil

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Ela é uma cantora que canta o Brasil. Nasceu em Belém (PA) e começou seus estudos de piano em 1970, no Instituto de Iniciação Musical, em sua cidade natal, prosseguindo-os, a partir de 1974, com o músico paraense Guilherme Coutinho. Estreou como cantora em 1970, no show Sinal de partida, no Teatro da Paz, de Belém.

Em 1981 mudou-se para o Rio de Janeiro RJ e gravou de forma independente seu primeiro disco, “Leila Pinheiro”, lançado em 1983. Dois anos depois, defendeu a canção “Verde” (Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto) no Festival dos Festivais da TV Globo, garantindo o terceiro lugar e o prêmio de cantora revelação.

Em 1986 foi contratada pela Polygram e gravou o disco “Olho Nú”, com participação do guitarrista norte-americano Pat Metheny. Representou o Brasil no Festival Mundial Yamaha, no Japão, sendo premiada como melhor intérprete. Em 1987 recebeu da Associação Brasileira de Produtores de Disco o Troféu Villa-Lobos, como revelação feminina do ano. Lançou seu terceiro disco em 1988, “Alma”, pela Polygram. Em 1989 foi convidada por Roberto Menescal para ser a intérprete de um disco em comemoração aos 30 anos da bossa nova, para o mercado japonês. Com produção e arranjos do próprio Menescal, o disco, “Bênção, Bossa Nova”, tornou-se grande sucesso tanto no Japão como no Brasil.

Em 1991 participou do I Rio Show Festival, com Roberto Menescal e banda. Lançou o disco “Outras Caras”, também com produção de Menescal. Gravou em 1993 0 CD Coisas do Brasil, produzido e arranjado por César Camargo Mariano, e excursionou pela Europa. Em 1994 transferiu-se para a EMI, pela qual gravou Isso é bossa nova. Em 1996 gravou e produziu “Catavento e Girassol”, trabalho dedicado à obra de Guinga e Aldir Blanc. Em 1997 participou do show em homenagem a Vinicius de Moraes, no Metropolitan (RJ) e fez turnê pelos E.U.A, com Ivan Lins. Depois de 30 anos de carreira, Leila Pinheiro gravou o CD “Raiz”, em homenagem ao seu estado do Pará.

 

  • É hoje

O palco do Norte das Águas vai receber, nesta sexta (22), o show “Água Doce”, com as cantoras Mayara Braga e Sabrina Zahara, às 22h.
Complexo Marlindo Serrano – Araxá (orla). Informações: 99963-6670.

 

  • Estação Lunar

Nome do projeto que a prefeitura de Macapá realiza dentro da programação do Macapá Verão, todas quintas de julho.
É uma ação de artes integradas, onde todos os segmentos artísticos culturais participam.

 

  • Projeto MPA

Projeto regional da Música Popular Amapaense está agendando calendário para agosto.No Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá (orla). Aguardem.

 

  • Meyrinha

Cantora popular amapaense, Meyrinha Marabaixo, gravou um disco (CD) com quatro músicas em homenagem a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Rússia. Bela iniciativa.

 

  • Banzeiro

Ensaios e oficinas do projeto Banzeiro do Brilho-de-Fogo estão acontecendo na Praça Floriano Peixoto, às 19h, sextas e sábados.
Preparação para o Cortejo de Julho (verão). Participe.

 

  • Dança

O grupo Graham Cia. de Dança vai apresentar o espetáculo “Memórias Dançadas”, dia 30 de junho, no Teatro das Bacabeiras, às 20h.

 

  • Girassol

Nome do show que a cantora Brenda Melo vai realizar no mês de julho, em local ainda a confirmar.
Parabéns a essa artista que canta nossa aldeia.


O que é música instrumental?

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A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como “Taiane”, do brasileiro Hermeto Pascoal, ou “The Great Gig in the Sky”, da banda inglesa de rock progressivo< span class=”apple-converted-space”> Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.

Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar ocompasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.

Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões. Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados.

 

  • Festival

Estão abertas as inscrições para o 3º Festival de Música do Amapá, marcado para acontecer de 16 a 21 de julho, em várias instituições de Macapá.
Inscrições podem ser feitas pelo site: www.festivaldemusica.ap.gov.

 

  • Instrumental

Nesta quinta, 21, é dia de música instrumental de qualidade no Norte das Águas, a partir das 21h, com o quinteto Amazon Music.
No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Belo projeto.

 

  • Domingueira

Dia 24 de junho vai acontecer a Domingueira Junina, na comunidade de Campina Grande, 25km de Macapá, a partir das 12h.

 

  • Girassol

Nome do show que a cantora Brenda Melo vai realizar no mês de julho, em local ainda a confirmar.
Parabéns a essa artista que canta nossa aldeia.

 

  • CEU

Marina Backman, diretora presidente da Fundação de Cultura de Macapá, está em São Paulo participando do Encontro de Ativação dos CEU’s das Artes.
Ela representa a região norte, relatando a experiência do órgão em Macapá.

 

  • No ar

O Canto da Amazônia é um programa com a cara e o jeito da nossa gente, de segunda à sexta, às 16h, na Diário FM 90,9.
É bom de ouvir. Ele valoriza o que é nosso. Sintonize.

 

  • Dança

O grupo Graham Cia. de Dança vai apresentar o espetáculo “Memórias Dançadas”, dia 30 de junho, no Teatro das Bacabeiras, às 20h.


Saiba o que é o Marabaixo

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O Dia Estadual do Marabaixo é comemorado em 16 de junho, projeto de autoria do deputado estadual Dalto Martins (falecido). O Marabaixo é uma manifestação folclórica afro-amapaense, que consiste em homenagear o Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade em duas partes: a sagrada (missas, novenas, ladainhas) e a profana (dança do Marabaixo, bailes).

Essas homenagens ocorrem durante o ciclo do Marabaixo, que começa sempre na Páscoa e termina no Domingo do Senhor (primeiro domingo após Corpus Christi). Durante os festejos, misturam-se rituais africanos (corte dos mastros, quebra da murta, danças) e europeus-católicos (missas, novenas, procissões). A origem do nome é incerta: alguns afirmam que vem do árabe marabut (louvar); outros afirmam que vem do fato dos escravos serem trazidos mar abaixo nos navios negreiros (ou seja, da África para o Brasil).

Na dança do Marabaixo, as mulheres vestem-se com anáguas, saias rodadas floridas, camisa branca, colares, lenço no ombro e flor atrás da orelha, uma versão estilizada das roupas das escravas. Os homens usam roupas brancas e tocam com duas baquetas grandes tambores chamados caixas ou caixa de Marabaixo. Tanto os tocadores quanto as mulheres cantam os versos improvisados chamados ladrões; muitos desses versos têm teor religioso. Todos dançam em círculo, sentido anti-horário e ao redor de si mesmos.

Está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.

 

  • Agenda

Sexta, 22, tem o show “Água Doce”, com as cantoras Mayara Braga e Sabrina Zahara, no palco do Norte das Águas, às 22h. No Complexo Marlindo Serrano – Araxá (Orla do Santa Inês). Informações: 99963-6670.

 

  • Banzeiro

Oficinas e ensaios do Banzeiro do Brilho-de-Fogo na Praça Floriano Peixoto – Centro, sextas e sábados, 19h. Preparação para o Cortejo de verão, ainda sem data definida. Vá lá e participe.

 

  • Novos talentos

Programa “O Canto da Amazônia” (Diário FM 90,9) já está trabalhando no projeto de um festival de música regional (linguagem amazônica).
O objetivo é a descobertas de novos artistas: compositores (música e letra), arranjadores, músicos etc. É a valorização da cultura amazônica amapaense.

 

  • Carnaval

No Rio de Janeiro, nove escolas já definiram seus enredos para 2019: Imperatriz – “Me dá Um Dinheiro Aí”; Império Serrano – “O Que é, o Que é?”; Mocidade – “Eu Sou o Tempo. Tempo é Vida”; Tuiutí – “O Salvador da Pátria”; Portela – “Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar Uma Sabiá”; Salgueiro – “Xangô”; São Clemente – “E o Samba Sambou…”; Vila Isabel – “Em Nome do Pai, dos Filhos e dos Santos – A Vila Canta a Cidade de Pedro”; Viradouro – “Viraviradouro”.

 

  • Iphan

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu seu Edital o concurso do órgão.
As inscrições podem ser realizadas até 09 de julho. Informações: www.iphan.gov.br.

 

  • “Sumanos”

É assim que vai se chamar o novo disco (CD) do grupo Senzalas (Amadeu Cavalcante, Joãozinho Gomes e Val Milhomem).

 

  • Vai começar

Sábado (23) inicia o festival estadual de quadrilhas juninas, em Santana, na Cidade Junina montada no Estádio Vilelão.
O evento encerra dia 29 de junho. Vamos prestigiar.


Joinville é a capital nacional da dança

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Agora é oficial e a cidade catarinense de Joinville é a Capital Nacional da Dança. O título, sancionado pelo presidente da República, Michel Temer, e pelo ministro da Cultura, Marcelo Calero, só confirma a vocação da região que promove, há mais de 30 anos, o Festival de Dança considerado pelo Guiness Book como o maior no mundo em número de participantes – em torno de 4,5 mil bailarinos. A cidade ainda abriga a única Escola do Balé Bolshoi fora da Rússia.

A entrega simbólica do título ocorreu na noite de abertura do 34ª Festival de Dança de Joinville, na quarta-feira (20), e o título foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta (21). Há mais de 30 anos, Joinville promove o evento e, em paralelo, acontecem também a Mostra de Dança Contemporânea, o Festival Meia Ponta – voltado para crianças –, a Feira da Sapatilha, o Encontro das Ruas, a Rua da Dança, além do Palcos Abertos e da Passarela da Dança. Para o presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville, Ely Diniz da Silva Pinto, o título concedido oficialmente à cidade já tem o reconhecimento dos participantes. “A diferença é que agora é oficial, é lei. Culturalmente é inquestionável, pois sediamos um festival considerado o maior do mundo em número de participantes e abrigamos a única escola do Balé Boshoi fora da Rússia”, salientou. O ministro da Cultura, Marcelo Calero, reforçou que a dança conferiu um outro status à cidade: “O título de capital da dança concedido a Joinville reflete a riqueza da produção artística brasileira e a importância econômica da atividade cultural”.

A edição deste ano do Festival reúne mais de 400 grupos de escolas de dança do país. Segundo ele, a maioria dos estados está representada. “Joinville é um “brasileirão da dança”, diz, ao acrescentar que a média de público nos espetáculos é de 4,2 mil pessoas, entre turistas e a comunidade local, apenas no palco principal. Mas mais 230 mil pessoas circulam pelos palcos espalhados pela cidade. A realização do evento só é possível porque o Festival está na lista dos beneficiados com incentivo fiscal da Lei Rouanet. “O mecanismo é de extrema importância para a produção cultural no país e por isso é muito importante entender que o que se faz em cultura não seria possível sem essa fonte de financiamento. (www.cultura.gov.br).

 

  • É hoje

Show Maioridade com a Banda Negro de Nós, neta sexta (15), no Norte das Águas, às 22h30.
No Complexo Marlindo Serrano – Araxá. Informações: 99193-8466.

 

  • Encerramento

Encerra nesta sexta (15) a exposição “Macapá 260 Anos – Reminiscência”, do artista plástico e designer amapaense Ralfe Braga.
No restaurante Sagrada Família, av: Presidente Vargas entre as ruas Gal. Rondon e Tiradentes – Centro.

 

  • Agenda

Lançamento do 3º disco (CD) do Quarteto Casa Nova (Forever In Your Mind), na casa de show Dona Antônia, nesta sexta (15).
Na av: Gal. Gurjão entre as ruas Cândido Mendes e São José – Centro (lado do Teatro das Bacabeiras), às 23h.

 

  • Barca

Sexta (15), tem o projeto Barca do Iraguany com o arraial da música brasileira e participações, no bar Sankofa (orla do Santa Inês), 21h.
Convidados: Peterson Assis, Roni Moraes, Marven Június, Neilton Pezão e banzeiro do Brilho-de-Fogo.

 

  • Banzeiro

Iniciaram os ensaios e oficinas do projeto Banzeiro do Brilho-de-Fogo, na Praça Floriano Peixoto (sexta e sábado, 19h).
Preparação para Cortejo de Julho. Inscreva-se.

 

  • Festival

O 2º Festival Estudantil Cantando Marabaixo vai acontecer no dia 16 de junho (Dia Estadual do Marabaixo), no colégio Jesus de Nazaré.

 

  • Poetinha

Osmar Júnior, carinhosamente chamado pelos fãs de Poetinha da Amazônia, comemora seu aniversário de 55 anos cantando juntos com seus amigos artistas, dia 14 de junho. Cléverson Baía, Marcelo Dias, Rambolde Campos, Beatos Cabanos, Amadeu Cavalcante, Val Milhomem, Zé Miguel, Nivito Guedes, Carlitão, João Amorim, Finéias Neluty e outros. No Bar do Abreu – av: FAB – Centro, às 9 da noite. Informações: 99108-4393. Parabéns.