Cultura


O artista plástico Carlos Cantuária, o Keka, pilota a Vernissage “Recital de Silhuetas” no Marco Zero do Equador. A exposição de suas obras ficará aberta no período de 27 de novembro a 6 de dezembro, dentro de um projeto maior denominado Estação das Artes. Mais no site karlos.blog.br. Um show!


Medo


O mundo assiste, atônito, a nova investida do Estado Islâmico contra o Ocidente, desta vez a França. A onda de terror agora está sendo tratado pelo governo francês como um ato de guerra e, como tal, terá resposta. A gente só espera que tanta violência não vire algo maior, como uma guerra mesmo.


Turismo


Um navio de cruzeiro passou ao largo de Macapá esta semana, suscitando uma discussão no chamado Trade Turístico, sobre a possibilidade de incremento dessa atividade por aqui. Mas para o turismo deslanchar, cabe a iniciativa privada se mexer, e o poder público apoiar. 


Era hora


O prefeito Robson Rocha anunciou ontem que a obra de urbanização da área portuária de Santana será retomada. Mas agora sob a batuta do governo federal, via DNIT. A comunidade local, que espera uma vida toda por essa solução, penhoradamente, agradece.


Pará


Tem uma outra obra, em outra comunidade, que também foi anunciada uma solução: a ponte sobre o rio Jari, que significa a ligação física e rodoviária com o vizinho estado do Pará. Será a Setrap a responsável.


Orla


Sabe onde tem outra orla que recebeu dinheiro para ser urbanizada e não foi concluída? A de Oiapoque. E lá se vão quase dez anos desde que o então senador Sarney alocou recurso e o município não fechou o trabalho.


Estrada


Se a gente fosse listar aqui as obras inacabadas que o Amapá acumula ao longo da história, levaríamos mais de uma semana escrevendo. Tem uma que é considerada ‘hour concour’. A pavimentação da BR 156.


Risco


O delegado Ronaldo Coelho vem alertando para que as pessoas evitem trafegar por um atalho pela obra da Rodovia Norte-Sul, onde uma mulher foi morta recentemente. Mas a cada dia aumenta o fluxo.


Dúvida


Por falar em Itaipu, muita gente fala nela como sendo a maior hidrelétrica nacional, não é? Mas não é. A maior usina genuinamente brasileira é Tucuruí, no Pará. Itaipu é binacional (Brasil e Argentina). Correndo por fora, digamos assim, estará a de Belo Monte, no Rio Xingu, que será a segunda maior do país.


Tucuju


E a hidrelétrica do Paredão (Icoaracy Nunes)? Pois é, com tantas gigantes no setor pode parecer que a primeira usina do Amapá ficará renegada a segundo plano. Só que não. A interligação com o sistema elétrico nacional a deixa competitiva, podendo entrar no mercado de vez.