Genética e cardiologia

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Duas dúvidas comuns sobre genética e cardiologia. Primeira, é curioso observar a mística existente a respeito do código genético e seu poder de predizer condições futuras de saúde. É uma dúvida determinística: pode o genoma realmente dizer se vou ter ou não uma doença? Segundo, é a ideia de que o aconselhamento genético é obrigatoriamente o teste genético. Nem sempre é necessário recorrer a uma análise molecular (o exame) para estimar um risco de saúde. Muitas vezes, a história familiar e a própria situação clínica do paciente oferecem mais respostas do que a leitura do DNA.
O aconselhamento genético ocorre em uma consulta com o médico geneticista que tem por objetivo estabelecer o perfil genético do paciente com base em sua saúde e história familiar. São abordados a etiologia, hereditariedade, manifestações clínicas, prognóstico e oportunidades de prevenção e tratamento, o que possibilita tomadas de decisão mais assertivas tanto para o paciente, quanto para o médico. Ao paciente, o aconselhamento genético possibilita que ele conheça quais são seus riscos de saúde e faça decisões sobre a adoção de hábitos de vida, possibilidades de tratamento, sobre o desejo de ter filhos e mesmo sobre planos futuros.

 

Nicotina
Fumantes estão sendo advertidos a não ignorar sintomas aparentemente inofensivos, como a tosse, que poderiam estar por trás de doenças graves.

Em nova campanha, o Departamento de Saúde Pública do Reino Unido alerta sobre o desconhecimento, por muitos fumantes, dos riscos de doenças incapacitantes como a doença pulmonar obstrutiva crônica (Dpoc).

A enfermidade, que estreita as vias aéreas, pode fazer com que pessoas tenham grande dificuldade para realizar tarefas simples, como subir escadas.

As estatísticas mostram que o problema atinge mais de 1 milhão de pessoas na Inglaterra – em cada dez casos, nove são causados pelo cigarro.

Para entender melhor a gravidade do problema, é preciso considerar que a Dpoc é, na verdade, um conceito ‘guarda-chuva’ que abrange uma série de doenças pulmonares crônicas, como bronquite e enfisema.

Quem desenvolve o problema passa a ter dificuldades para respirar, sobretudo em decorrência do estreitamento das vias aéreas e da destruição do tecido que compõe os pulmões.

 

Jesus, o Servo
Durante Seu Ministério Jesus expressou, de maneira direta ou indireta, na teoria ou na prática, quão importante é, entre Seus Discípulos, a disposição para servir. O Senhor trata desse assunto a começar pelo Sermão do Monte, no qual destacou a importância que devemos dar aos outros, a preocupação e o cuidado com o próximo e a humildade que deve caracterizar aqueles que o servem.
Nos versículos de hoje, Cristo lembra o fato de que na sociedade as pessoas mais importantes são servidas, enquanto o mais indigno serve. No entanto, declarou que entre Seus Seguidores não seria assim. Enquanto eles disputavam qual deles seria o maiorial, o Mestre declarou: “…quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo…” (v.27).

Jesus ainda lhes ofereceu uma aula adicional. Ilustra Seu ensino cingindo-se de uma toalha para lavar-lhes os pés: o Filho de Deus curvado diante de homens simples, realizando a tarefa atribuída ao escravo mais humilde.

A última aula foi ministrada enquanto Ele estava pendurado no madeiro. Ali, deixa claro a intensidade e a profundidade de Suas palavras: “…o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (v.28).

Que nós possamos ter a mesma atitude de nosso Senhor que “…a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo…” (Filipenses 2:7). Só assim, poderemos ser considerados Seus verdadeiros discípulos. — O critério de importância no Reino de Deus não é o status, mas a utilidade do servo.Ney Silva Ladeia


Eu, hein!

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Há políticos que mudam de partido como se muda de roupa no dia a dia. Exemplos disso são muitos, aqui no Amapá e alhures. Há aqueles, também políticos, que têm apelidos e incluem e oficializam essas alcunhas ao seu respectivo nome batismal. Os exemplos também são muitos, um deles, o brasileiro mais honesto condenado a mais de nove anos de cadeia por corrupção. Há os políticos que apesar de serem políticos, dizem que não são, camuflam-se, dizendo serem empresários, professores, homens da lei, religiosos que concorreram ou concorrem a cargos públicos porque amam os seus estados, adoram o país onde nasceram. Esses, não são políticos só na fala, porque na prática agem como as antigas ratazanas, as chamadas raposas, coronéis da política. Ainda há os políticos que não sabem como se apresentar perante o público eleitor. Uns pegam a profissão que exercem e tacam isso no nome oficial de candidatos. E assim se apresentam como Professor tal, advogado assim, doutor assado, e por aí vai. Tudo isso não acontece com Oliveira Santos, batizado Carlos Antônio Oliveira Santos, atual deputado estadual do Amapá, mas só um pouco mais: ele foi vereador apresentando-se como Pastor Oliveira, galgou a Assembleia Legislativa, ainda como Pastor Oliveira, depois tornou-se Bispo Oliveira, agora é somente Oliveira Santos.

 

Bagunça oficial
A crise brasileira, que por ser ética e moral, atinge todos os segmentos da sociedade, está longe de acabar. Os metidos a otimistas, geralmente falsos, posto apoiarem os interesses do governo federal, tentam camuflar a situação difícil da Nação, apontando indicadores econômicos que não condizem com a realidade. Só mentiras! Por isso que gosto de lembar do governo militar, que impediu a entrada do comunismo no Brasil. Naquele tempo, quando a situação do país ia difícil, os ministros das áreas de economia e planejamento iam à imprensa dizer para o povo que era ‘hora de apertar o cinto’, ‘hora de panela vazia’. Falavam a verdade. De Lula pra cá, o respeito e consideração governamentais para com a população mudaram radicalmente. Temos quase 14 milhões de desempregados, gente passando fome, e muita, além de uma educação deseducada, saúde doente e segurança insegura, mas para o governo e arautos dele tudo vai bem. Descaramento! E além disso tudo, cada vez mais se encontra dinheiro escondido, roubado do povo.

 

 

Crescendo
Assistir meu neto e seus amigos jogarem uma pelada de futebol é divertido. Frequentemente, os jogadores mirins ou se dispersam ou correm todos juntos na mesma direção, não sabendo como repassar a bola quando conseguem pegá-la. Se estivéssemos assistindo a um jogo profissional, esses erros não seriam tão engraçados.

Tudo é uma questão de maturidade.

Não é um grande problema o fato de os atletas jovens terem dificuldades — não saber o que fazer ou não acertar exatamente tudo. Eles estão tentando e aprendendo. Assim, nós os orientamos e, pacientemente, os guiamos em direção à maturidade. Em seguida, comemoramos o sucesso deles, quando, mais tarde, jogam com habilidade em equipe.

Algo semelhante acontece na vida daqueles que seguem a Jesus. Paulo destacou que a Igreja precisa de pessoas que serão“…[longânimes, suportando] uns aos outros em amor…” (Efésios 4:2). E precisamos de uma variedade de ‘treinadores’ (pastores, professores, mentores espirituais) para ajudar todos nós a avançarmos em direção à “…unidade da fé…” enquanto nos esforçamos para amadurecer (v.13).

O objetivo ao ouvirmos a pregação e o ensino e desfrutarmos de uma vida juntos na Igreja é crescer até à maturidade em Cristo (v.15). Cada um de nós está nessa caminhada e podemos incentivar uns aos outros no caminho para a maturidade em Jesus. Há alegria na caminhada quando prosseguimos juntos.— Dave Branon


Até quando?

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Já publiquei na Revista Diário, e aqui neste espaço, a descoberta do amapaense estudante de farmácia da Unifap, Ícaro Sarquis. O jovem, apenas 22 anos, elaborou o larvicida até agora mais potente contra o Aedes Aegypti, mosquito cruel que transmite, entre outros males, o zika vírus, febre amarela e chikungunya. O composto foi inventado a partir de uma substância do óleo de sucupira, insolúvel na água. O rapaz até ganhou um grande prêmio nacional, por causa do seu feito. Bravo! Que alegria! Que distinção para o Amapá! Mas, em que pese a importância da descoberta, o larvicida continua retido no laboratório de farmácia, ainda em sua dosagem inicial. De lá não pode sair porque a Unifap não tem recursos para produzi-lo em escalas, e ninguém aparece para financiar esse bem para a humanidade. Até quando, não sei, mas continuo acreditando que logo a invenção passará a servir efetivamente no combate ao Aedes, e assim abrir uma guerra mais implacável contra esse mosquito.

 

Máquina governamental
A observação escrita a seguir não é minha, é de um amigo que pediu pra não ser identificado. Como eu a achei pertinente, publico-a: “O Estado brasileiro é um ser obeso, irresponsável, glutão, insaciável, perdulário e indisciplinado, que a cada dia fica mais voraz, porém seus fornecedores de alimento perderam a capacidade de provê-lo da forma que seu corpo exige, e isso está causando danos irreparáveis em sua saúde, afetando seu espírito, seus movimentos e seus órgãos vitais, dando sinais de diversas doenças que podem levá-lo ao óbito, mostrando-se premente o seu internamento imediato para submetê-lo a uma cirurgia bariátrica”.

 

Como envelhecer
“Como você está hoje, Mama?”, perguntei casualmente. Minha amiga de 84 anos, apontando para dores em suas articulações, sussurrou: “A velhice é difícil!” Depois, acrescentou com sinceridade: “Mas Deus tem sido bom para comigo”.

“Envelhecer foi a maior surpresa de minha vida”, diz Billy Graham em seu livro A caminho de casa. (Ed. Europa, 2011). “Sou um homem velho e, acreditem, não é fácil.” Todavia, Graham observa: “Embora a Bíblia não encubra os problemas que enfrentamos à medida que envelhecemos, ela também não pinta a velhice como um tempo a ser desprezado ou um fardo a ser suportado com os dentes cerrados.” A seguir, ele menciona algumas das perguntas com que foi forçado a lidar ao envelhecer, tais como: “Como podemos não só aprender a lidar com os medos, as lutas e as crescentes limitações que enfrentamos, mas também realmente nos fortalecermos interiormente em meio a essas dificuldades?”

Em Isaías 46, temos a garantia de Deus: “Até à vossa velhice, eu serei o mesmo e, ainda até às cãs, eu vos carregarei; já o tenho feito; levar-vos-ei, pois, carregar-vos-ei e vos salvarei” (v.4).
Não sabemos quantos anos viveremos nesta terra ou o que poderemos enfrentar ao envelhecermos. Mas uma coisa é certa: Deus cuidará de nós durante toda a nossa vida. Não tenha medo de envelhecer; Deus está com você! — acharles


Questão de justiça

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Não escrevo, hoje, neste espaço, dou vez às seguintes preciosidades de Augusto Cury presentes no livro assinado por ele ‘Nunca desista de seus sonhos’. “(…) é necessário que os professores sejam valorizados e aliviados. Nunca uma classe tão nobre foi tão desprestigiada profissionalmente. Eles deveriam trabalhar menos e ganhar mais. Os professores da pré-escola à universidade deveriam ter um salário igual ou melhor do que o dos juízes, dos promotores, dos psiquiatras, dos psicólogos clínicos, dos generais, dos chefes de polícia. Por quê? Porque o trabalho deles é tão importante quanto de todos esses profissionais. Os professores educam a emoção e trabalham nos solos da inteligência para que os jovens não adoeçam em sua mente, não se sentem nos bancos dos réus, não façam guerras. Quem é mais importante: aquele que previne as doenças ou aquele que as trata? A medicina preventiva é, certamente, mais importante do que a curativa. os educadores são os profissionais que mais contribuem para a humanidade. Todavia, estão em um dos últimos lugares na escala profisional’.

 

Pesquisas de opinião
As intenções de voto de eleitores brasileiros e a avaliação de políticas públicas também podem ser avaliadas por meio de análises em redes sociais. O artigo ‘As mídias sociais podem revelar as preferências dos eleitores?’, publicado pela revista especializada Journal of Information Technology & Politics, aponta que os resultados desta análise de sentimento podem indicar preferências com uma precisão de apenas 1% a 8% diferente da pesquisa tradicional, que tem uma precisão média de 81%. Segundo os autores, o artigo avaliou se dados extraídos das mídias sociais poderiam revelar as preferências políticas dos cidadãos com maior precisão do que as pesquisas de opinião pública tradicionais. Foram analisados 92.441 tweets relacionados aos candidatos presidenciais no segundo turno das eleições em 2014. Os resultados da análise foram comparados com seis pesquisas de preferências realizadas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha. Segundo o artigo, a mídia social fornece aos usuários da internet um novo espaço no qual se expressam compartilhando seus pensamentos e opiniões sobre vários tópicos. “Cada vez mais, blogs, fóruns na web e plataformas de redes sociais como twitter, facebook, youtube, myspace e linkedIn oferecem aos seus públicos ambientes interativos que permitem a troca de informações, conhecimento, opiniões e emoções, permitindo uma comunicação rápida, aberta e acessível. Isso tornou a mídia social excelente fonte de dados para pesquisas de opinião”, descreve o artigo.

 

A voz da fé
A notícia foi entorpecedora. As lágrimas vieram tão rapidamente que ela não conseguiu evitá-las. Sua mente se encheu de perguntas e o medo ameaçou dominá-la. A vida estava indo tão bem, quando foi abruptamente interrompida e mudou para sempre sem aviso.

A tragédia pode se apresentar de várias formas — a perda de um ente querido, uma doença, a perda de riqueza ou de nossa subsistência. E isso pode acontecer a qualquer pessoa, a qualquer momento.

Embora o profeta Habacuque soubesse que a tragédia estava por vir, ainda assim, trazia medo em seu coração. Enquanto esperava pelo dia em que a Babilônia invadiria o reino de Judá, seu coração batia forte, seus lábios e suas pernas tremiam (Habacuque 3:16).

O medo é uma emoção legítima em face de tragédia, mas não deve nos imobilizar. Quando não compreendemos as provações por que estamos passando, podemos rever como Deus operou na história (vv.3-15). Foi o que Habacuque fez. Isso não dissipou seu medo, mas lhe deu a coragem para seguir em frente escolhendo louvar o Senhor (v.18).

Nosso Deus, que se provou fiel ao longo dos anos, está sempre conosco. Pelo fato de o Seu caráter não mudar, quando amedrontados podemos dizer, com a confiante voz da fé: “O Senhor Deus é a minha fortaleza…” (v.19). Podemos aprender a lição da confiança na escola da provação. — Poh Fang Chia


Vida de cão

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O salário mínimo no Brasil teria que ser de R$ 3.899,66, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Segundo a instituição, é esse o valor suficiente “para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência”. O cálculo é feito todo mês pela Dieese desde 1994 com base no valor da cesta básica mais cara, atualmente a de Porto Alegre (R$ 464,19), seguida por Florianópolis (R$ 453,54), Rio de Janeiro (R$ 448,51) e São Paulo (R$ 446,28). O valor da cesta básica subiu em todas as capitais brasileiras no mês de abril e as maiores altas foram registradas em Porto Alegre (6,17%), Cuiabá (5,51%) e Palmas (5,16%). A escalada de preços fez com que o salário mínimo “suficiente” de abril fosse o mais alto desde novembro do ano passado. Os R$ 3.899,66 representam alta de 6,1% em relação a março e 4,16 vezes o salário mínimo atual, fixado em R$ 937 desde o começo do ano. (Revista Exame)

 

Corra para mim
Durante uma caminhada num parque local, meus filhos e eu encontramos um casal de cães soltos. Seu dono não parecia perceber que um deles havia começado a intimidar meu filho que tentou enxotar o cão, mas o animal só ficou mais disposto a incomodá-lo.

Meu filho acabou entrando em pânico. Ele correu vários metros, mas o cão o perseguiu. A ‘caçada’ continuou até eu gritar: ‘Corra para mim!’ Ele fez isso e se acalmou, e o cão finalmente decidiu comportar-se mal em outro lugar.

Em nossa vida há momentos em que Deus nos chama e diz: “Corra para mim!” Algo importuno está ao nosso encalço. Quanto mais rápido e longe vamos, mais de perto somos perseguidos. Não conseguimos nos livrar. Estamos demasiadamente receosos para nos voltarmos e confrontar o problema sozinhos. Porém, na verdade, não estamos sozinhos. Deus está presente, pronto para nos ajudar e confortar. Tudo o que temos de fazer é nos afastarmos do que nos apavora e irmos em Sua direção. Sua Palavra diz: “Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro” (Provérbios 18:10). Deus é o nosso refúgio em tempos de tribulação.— Jennifer Benson Schuldt

 

São José
A Diocese de Macapá apresenta nesta segunda-feira, 19, às 9h, na Catedral de São José de Macapá, o cartaz e a programação da Festividade de São José 2018. Neste ano, a programação será de 26 de fevereiro a 19 de março.

Para 2018 o tema escolhido foi ‘Com São José, pai trabalhador, cristãos e cristãs para uma sociedade melhor’, e o lema é ‘Não é ele o filho do carpinteiro?’(MT 13,55), inspiração para a homenagem aos profissionais que atuam em diversas atividades, bem como aos cidadãos que se encontram desempregados.

A arte do cartaz alusivo à festividade 2018 destaca a Imagem de São José junto ao Menino Jesus, filho adotivo na fé de José, e no plano de fundo a Imagem de José no seu ofício de carpinteiro, representando a classe trabalhadora. José era carpinteiro, homem trabalhador e ajudou na educação do Menino Jesus e lhe ensinou sobre sua profissão.
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Saber
Waltinho Pop, colega meu da Diário FM 9.90, chama a atenção para quem quer mudar de vida. Um dos conselhos que ele dá é estudar na Fatech, a Faculdade de Teologia e Ciências Humanas, onde matrículas estão abertas para os cursos superiores de Bacharelado em Teologia e Licenciatura em Pedagogia. Para Waltinho, construir uma carreira de sucesso a partir de R$ 180 por mês é absorver os ensinamentos dados pela Fatech – na Avenida Cora de Carvalho, 1628, Centro. Telefone 98111-2228.


Inversão de significados

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Política, no seu significado etimológico, é a arte ou ciência de bem governar o povo; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Ora, a respeitabilidade dada à ciência é decorrente do seu critério de funcionamento: abordagem, experimentação e conclusão. Neste país, parlamentar condenado, recolhido na cadeia, continua tendo o cargo e o status de deputado. O pior: além da população pagar esses elementos como presidiários, ainda tiramos do bolso recursos para os remunerar como parlamentares. “É uma vergonha”, diria Boris Casoy. Mas há quem diga que isso acontece porque vivemos numa democracia que, por sua vez, significa governo do povo, para o povo e pelo povo. Outra falácia: o povo não manda nada. Só faz votar. Quem manda, quem governa, são os eleitos que não estão nem aí para os significados de política e democracia. E assim o Brasil continua desacreditado pelo mundo.

 

O Rei que voltará
Nós admiramos todos os que “dão a volta por cima” depois de um fracasso e derrota. Em 2001, uma revista de esportes apresentou um artigo sobre as maiores “voltas por cima” de todos os tempos. É surpreendente! Eles selecionaram a ressurreição de Jesus como o número um de tais eventos. A afirmação dizia o seguinte: “Jesus Cristo — 33 d.C., — desafia e deixa os romanos atônitos com a Sua ressurreição.”

Que compreensão! Em qualquer uma das listas de “voltas por cima” na história, a vitória de Jesus sobre a morte merece o primeiro lugar. Sua ressurreição está acima de qualquer outro acontecimento.

Em última instância, a morte triunfa sobre a vida. Quando uma pessoa morre, não há a possibilidade de uma nova existência — pelo menos não neste mundo. Mas esse não foi o caso de Jesus. Ele havia prometido aos Seus discípulos que depois de ser crucificado por Seus inimigos, voltaria a viver — triunfando sobre a morte. Mateus registra isso em seu evangelho: “…começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas […] ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (16:21). E foi isso o que aconteceu com o nosso Salvador.
O retorno de Jesus nos assegura que nós também, pela fé nele, voltaremos quando ressuscitarmos (João 11:25,26). O túmulo vazio é o fundamento da nossa fé.— Vernon C. Grounds

 

O que está feito está feito
Eu não poderia desfazer meus atos. Uma mulher havia estacionado seu carro e bloqueado meu acesso à bomba de combustível. Ela saiu do carro para deixar alguns recicláveis e eu não estava a fim de esperar, então buzinei para ela. Irritada, engatei a marcha à ré e entrei pelo outro lado. Imediatamente, senti-me mal por ser impaciente e não querer esperar 30 segundos (no máximo) para ela sair. Pedi perdão a Deus. Sim, ela devia ter estacionado na área reservada, mas eu poderia ter espalhado bondade e paciência em vez de aspereza. Infelizmente, era tarde demais para pedir-lhe perdão — ela havia ido embora.

Muitos provérbios nos desafiam a pensar sobre como reagir quando as pessoas atrapalham os nossos planos. Há aquele que diz: “A ira do insensato num instante se conhece…” (Provérbios 12:16). E “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas” (20:3). Depois, há esse que vai direto ao coração: “O insensato expande toda a sua ira, mas o sábio afinal lha reprime” (29:11).

Às vezes, crescer em paciência e bondade parece bastante difícil. Mas o apóstolo Paulo diz que isso é obra de Deus, o “fruto do Espírito” (Gálatas 5:22,23). Ao cooperarmos com Ele e dependermos dele, Ele produz esse fruto em nós. Por favor, transforma-nos, Senhor.
Deus testa nossa paciência para ampliar o nosso coração. — Anne Cetas


Saber

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Professor Adelson Nunes Coelho é um dos escritores do livro ‘Ciência e Pesquisa’ a ser lançado nesta sexta-feira, 9, na Biblioteca Pública ‘Elcy Lacerda, às 19h. A obra, reunindo mais de 20 artigos, foi organizada pelo professor doutor Ivaldo Sousa e Ana Cléia da Luz Lacerda Sousa. Adelson é um apaixonado pelo ensino da Química nos níveis escolares Fundamental e Médio. Lotado no Ensino Modular, leva os seus conhecimentos a comunidades do interior do estado do Amapá. Ele tem uma história bonita, já contada por mim na Revista Diário. Mas Adelson Nunes Coelho não quer parar de saber mais e mais. Em julho vai para o Paraguai passar um tempo fazendo Mestrado da disciplina que ama para consumo próprio e para ensinar os outros, de preferência a ala estudantil da infância, adolescência e juventude.

Integração ao Brasil Mulher
A Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres realizou, nesta semana, em Brasília, o 1º Encontro de Integração ao Brasil Mulher na sede da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). A reunião contou com representantes de todos os setores da sociedade, a exemplo do Pacto Global, Avon, Fonavid, OAB e Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados.
O público surpreendeu em número e participação. O encontro, conduzido pela secretária de políticas para mulheres, Fátima Pelaes , apresentou todo o histórico de construção do projeto, regras para adesão e exemplos de práticas possíveis no Brasil Mulher.
“Esse encontro representou uma etapa de realização importante deste trabalho que está sendo desenvolvido há um ano. As palavras de apoio e interesse das lideranças indicam que estamos no caminho certo”, ressaltou Fátima Pelaes após o evento.

A fábrica de tristeza
Como fã do meu time de futebol durante toda a vida, cresci conhecendo minha cota de decepção. Apesar de ser um time que nunca apareceu na Primeira Divisão do Campeonato Nacional, ainda assim tem uma base leal de fãs que não abandona o time ano após ano. Mas como os torcedores geralmente se decepcionam, muitos deles agora se referem ao estádio do time como a ‘Fábrica de Tristeza’.
O mundo sofrido em que vivemos também pode ser uma fábrica de tristeza. Parece haver um infindável suprimento de mágoa e decepção, seja por nossas próprias escolhas ou por coisas sobre as quais não temos controle.
Contudo, o seguidor de Cristo tem esperança — não só na vida futura, mas para o dia de hoje. Jesus disse: “Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33). Observe que, sem minimizar as lutas ou a tristeza que poderemos enfrentar, Cristo opõe a elas as Suas promessas de paz, alegria e vitória final.
Uma enorme paz está disponível em Cristo, e ela é mais do que suficiente para nos ajudar a navegar pelo que quer que a vida jogue em nós. Nossa esperança e paz se encontram em Jesus. — Bill Crowder


Ser ou não ser

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Alguém me perguntou se naquele momento Lula e Bolsonaro estivessem disputando a Presidência da República em qual deles eu votaria? Em Bolsonaro, de pronto, respondi. Ora, foi uma pergunta ou pesquisa estimulada, ou seja, o entrevistador citou os nomes dos concorrentes. Se a pergunta ou pesquisa tivesse sido espontânea não sei o que responderia, tamanha é a minha decepção com a classe política. Mas de uma coisa tenho certeza: não votaria em Lula ou em nenhuma outra opção petista. Tenho esta convicção porque vejo que cabe ao Partido dos Trabalhadores toda a culpa da situação vexatória em que nós brasileiros nos encontramos. O PT fez com que a Nação entrasse em desânimo, levou o país pro fundo do poço com sua maneira populista de governar, iludindo o povo com bolsas e não investindo na construção civil, na agricultura, no empreendorismo, no trabalho. Pior: o petismo navegou tanto nas águas profundas da corrupção que acabou afogando-se. Agora, ainda com alguns náufragos sobreviventes, tenta voltar à cena porque os atuais detentores do poder são também corruptos. Isso posto, oriento os brasileiros a fazerem uma limpeza geral em relação aos nomes que se apresentam ou venham a se apresentar como candidatos. Chega de ladrões na política. Renovemos esse quadro da sociedade para que venhamos a ter um Brasil sério, honesto, promissor, sem demagogia, sem populismo.

 

Quem é quem
A fraqueza do coração humano é uma das maiores virtudes. Nela, o ser humano se derrete em favor do semelhante, renunciando a si mesmo. É entrega total. O ideal seria que tal entrega, fraqueza e renúncia fossem correspondidas. Quem tem o coração fraco, emocional, espiritual e afetivamente, para os corações duros, é tido como ‘joão ninguém’, babaca, mané, zé mané, otário e outras denominações depreciativas. Pela alegria e leveza que o dono do coração fraco experimenta, o dono do coração duro é quem acaba sendo tudo aquilo, porque destila raiva, vingança, ódio, inveja e tudo mais negativo que possa existir. E tudo isso não passa para o coração fraco, pelo contrário, fica ainda mais entranhado no de coração duro. Por isso é que sou passivo. Prefiro aceitar tudo como vontade de Deus, do que fazer da minha vontade uma soberana que logo perecerá. Afinal, esse é o fim de todos nós humanos, tanto os de coração fraco como os de coração duro. E é verdade que quem não é babaca não morre na Graça de Deus, ao contrário dos babacas.

 

O que será
Nós temos algo em comum. Vivemos num mundo confuso, manchado e não conhecemos realidade diferente dessa. Adão e Eva, porém, conseguiam lembrar-se de como era a vida antes da maldição. Conseguiam recordar-se do mundo como Deus pretendia que ele fosse — sem morte, sofrimento e dor (Gênesis 3:16-19). Antes da queda, não havia fome, desemprego e doença no Éden. Ninguém questionava o poder criativo de Deus ou o Seu plano para os relacionamentos humanos.

O mundo que herdamos é apenas ligeiramente semelhante ao jardim perfeito de Deus. Para citar C. S. Lewis, “Este é um mundo bom que deu errado, mas ainda mantém a memória do que deveria ter sido”. Felizmente, a memória turva do que a terra deveria ter sido é também um vislumbre profético da Eternidade. Ali, assim como Adão e Eva caminhavam e conversavam com Deus, os cristãos verão Sua Face e o servirão diretamente. Nada haverá entre nós e Deus. “Nunca mais haverá qualquer maldição…” (Apocalipse 22:3). Não haverá pecado, medo, vergonha.

O passado e suas consequências podem lançar uma sombra sobre o hoje, mas o destino do cristão carrega a promessa de algo melhor — vida em um lugar tão perfeito quanto o Éden. Algum dia, Deus endireitará tudo. — Jennifer Benson Schuldt


Ser ou não ser

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Alguém me perguntou se naquele momento Lula e Bolsonaro estivessem disputando a Presidência da República em qual deles eu votaria? Em Bolsonaro, de pronto, respondi. Ora, foi uma pergunta ou pesquisa estimulada, ou seja, o entrevistador citou os nomes dos concorrentes. Se a pergunta ou pesquisa tivesse sido espontânea não sei o que responderia, tamanha é a minha decepção com a classe política. Mas de uma coisa tenho certeza: não votaria em Lula ou em nenhuma outra opção petista. Tenho esta convicção porque vejo que cabe ao Partido dos Trabalhadores toda a culpa da situação vexatória em que nós brasileiros nos encontramos. O PT fez com que a Nação entrasse em desânimo, levou o país pro fundo do poço com sua maneira populista de governar, iludindo o povo com bolsas e não investindo na construção civil, na agricultura, no empreendorismo, no trabalho. Pior: o petismo navegou tanto nas águas profundas da corrupção que acabou afogando-se. Agora, ainda com alguns náufragos sobreviventes, tenta voltar à cena porque os atuais detentores do poder são também corruptos. Isso posto, oriento os brasileiros a fazerem uma limpeza geral em relação aos nomes que se apresentam ou venham a se apresentar como candidatos. Chega de ladrões na política. Renovemos esse quadro da sociedade para que venhamos a ter um Brasil sério, honesto, promissor, sem demagogia, sem populismo.

Quem é quem
A fraqueza do coração humano é uma das maiores virtudes. Nela, o ser humano se derrete em favor do semelhante, renunciando a si mesmo. É entrega total. O ideal seria que tal entrega, fraqueza e renúncia fossem correspondidas. Quem tem o coração fraco, emocional, espiritual e afetivamente, para os corações duros, é tido como ‘joão ninguém’, babaca, mané, zé mané, otário e outras denominações depreciativas. Pela alegria e leveza que o dono do coração fraco experimenta, o dono do coração duro é quem acaba sendo tudo aquilo, porque destila raiva, vingança, ódio, inveja e tudo mais negativo que possa existir. E tudo isso não passa para o coração fraco, pelo contrário, fica ainda mais entranhado no de coração duro. Por isso é que sou passivo. Prefiro aceitar tudo como vontade de Deus, do que fazer da minha vontade uma soberana que logo perecerá. Afinal, esse é o fim de todos nós humanos, tanto os de coração fraco como os de coração duro. E é verdade que quem não é babaca não morre na Graça de Deus, ao contrário dos babacas.

O que será
Nós temos algo em comum. Vivemos num mundo confuso, manchado e não conhecemos realidade diferente dessa. Adão e Eva, porém, conseguiam lembrar-se de como era a vida antes da maldição. Conseguiam recordar-se do mundo como Deus pretendia que ele fosse — sem morte, sofrimento e dor (Gênesis 3:16-19). Antes da queda, não havia fome, desemprego e doença no Éden. Ninguém questionava o poder criativo de Deus ou o Seu plano para os relacionamentos humanos.

O mundo que herdamos é apenas ligeiramente semelhante ao jardim perfeito de Deus. Para citar C. S. Lewis, “Este é um mundo bom que deu errado, mas ainda mantém a memória do que deveria ter sido”. Felizmente, a memória turva do que a terra deveria ter sido é também um vislumbre profético da Eternidade. Ali, assim como Adão e Eva caminhavam e conversavam com Deus, os cristãos verão Sua Face e o servirão diretamente. Nada haverá entre nós e Deus. “Nunca mais haverá qualquer maldição…” (Apocalipse 22:3). Não haverá pecado, medo, vergonha.

O passado e suas consequências podem lançar uma sombra sobre o hoje, mas o destino do cristão carrega a promessa de algo melhor — vida em um lugar tão perfeito quanto o Éden. Algum dia, Deus endireitará tudo. — Jennifer Benson Schuldt


A vontade de Deus

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Cada pessoa é diferente da outra, na índole. Em traços físicos, nem tanto. Aquele ensinamento religioso de que todos nascemos com pecado, em virtude da desobediência de Adão e Eva, no Paraíso, sem dúvida é verdade. O homem é mau por natureza. E bom, também por natureza. É o ambiente dele que dita que caminho ele segue – o do bem ou o do mal. Mas Deus escolhe pessoas. Veja que de todas as mulheres do mundo Ele escolheu uma simples menina da simples região da Galileia, na também simples Palestina, para ser a Mãe de Jesus. Essas escolhas de Deus, que somente Ele mesmo compreende, salvam o mundo. Pessoas como Maria, Abraão, José do Egito, Madre Teresa de Calcutá, Santo Agostinho e uma variedade de anônimos são exemplos de como se deve proceder para o bem da Humanidade, da vida e da paz. Porém, aí mais uma vez uma coisa que só Deus compreende, os escolhidos geralmente têm uma existência difícil, é o caso, por exemplo, dos discípulos de Jesus. Todos eles, com exceção de João, foram martirizados, ou seja, mortos pelo homem porque eram arautos do bem. Para concluir, como só Deus compreende, resta-nos a fé para aceitar e admitir que o que Ele faz é para o bem de todos nós. Afinal, isto também é verdade: o bem sempre vence; o mal só ganha batalhas, não a guerra.

 

Só a oração salva
A crença no homem brasileiro no geral, nas autoridades, em particular, acabou. Infelizmente! Estamos sem esperança numa reviravolta, sem aquele otimismo característico dos nacionais verde-amarelos de que somos capazes de converter situações escabrosas num mar de rosas. O país não pode avançar, a Nação está cabisbaixa. As autoridades principais tiveram as máscaras retiradas pelo Ministério Público, Polícia Federal e segmentos da Justiça. Todas estão podres; túmulos caiados! Como o Presidente da República, senadores, deputados e grandes empresários podem fazer o Brasil andar, se todos estão preocupados em salvar a própria pele? Não há tempo para pelo menos pensar na salvação do bem geral, muito menos agir. Mas se morreu a crença ou esperança no homem brasileiro, firme está a fé em Deus. Somos o espaço geográfico com a maior população católica do mundo, e o segundo em seguidores de Cristo. Isso mostra que se as autoridades brasileiras nos decepcionam, Deus está sempre ao nosso lado, pairando sobre tudo. Então, amigos, vamos fazer uma corrente de orações, em defesa do nosso Brasil.

 

Um líder servo
Nas sociedades tradicionais africanas, a sucessão da liderança é uma decisão séria. Após o falecimento de um rei, toma-se grande cuidado ao selecionar o próximo governante. Além de vir de uma família real, o sucessor precisa ser forte, destemido e sensato. Os candidatos são questionados para se determinar se eles servirão ao povo ou se regerão com mão pesada. O sucessor do rei precisa ser alguém que lidere, mas também sirva.

Embora tenha feito suas próprias más escolhas, Salomão se preocupou com o seu sucessor. “E quem pode dizer se será sábio ou estulto? Contudo, ele terá domínio sobre todo o ganho das minhas fadigas e sabedoria…” (Eclesiastes 2:19). Seu filho Roboão foi esse sucessor. Ele demonstrou sua falta de bom senso e acabou concretizando o pior medo de seu pai.

Quando o povo pediu condições de trabalho mais humanas, Roboão teve a oportunidade de demonstrar uma liderança serva. “…Se, hoje, te tornares servo deste povo, e o servires…”, aconselharam os anciãos, “…eles se farão teus servos para sempre” (1 Reis 12:7). Mas ele rejeitou o conselho deles. Roboão não buscou a Deus. Sua dura resposta ao povo dividiu o reino e acelerou o declínio espiritual do povo de Deus (12:14-19).

Na família, no trabalho, na Igreja ou em nosso bairro — necessitamos da Sua sabedoria para termos a humildade de servir em vez de ser servidos. Um bom líder é um bom servo.