Viagem e retorno

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Amigo Antônio Cardoso, delegado de polícia civil aposentado, passou dezembro em viagem de turismo a Santarém, a ‘Pérola do Tapajós’. Acompanhado da esposa Madalena, Cardosinho, como o amigo é carinhosamente chamado, voltou para Macapá encantado com aquela cidade paraense. Antônio Cardoso é uma das legendas do Amapá. Já delegado de polícia civil experimentado, em 1993 e 1994 chefiou a pasta da segurança pública amapaense, com competência. Ele também foi um dos fundadores do bloco carnavalesco ‘Unidos do Pau Grande’. Hoje é presidente de honra da agremiação. Quanto a Santarém, o amigo diz que é uma cidade aprazível, terra de muitas praias banhadas pelo azul cristalino rio Tapajós. Mas ele ficou extasiado, mesmo, foi com a praia de Alter do Chão (foto), onde passou deliciosos momentos com a amada Madalena. “É um lugar raro, pela sua beleza e tranquilidade”, define Cardoso o berço da disputa entre os botos Tucuxi e Cor de Rosa, estrelas do folclore santareno. Mas Antônio Cardoso não deixa de transparecer a felicidade de morar na ‘joia’ Macapá.

 

Questão de ser

A fraqueza do coração humano é uma das maiores virtudes. Nela, o ser humano se derrete em favor do semelhante, renunciando a si mesmo. É entrega total. O ideal seria que tal entrega, fraqueza e renúncia fossem correspondidas. Quem tem o coração fraco, emocional, espiritual e afetivamente, para os corações duros, é tido como ‘joão ninguém’, babaca, mané, zé mané, otário e outras denominações depreciativas. Pela alegria e leveza que o dono do coração fraco experimenta, o dono do coração duro é quem acaba sendo tudo aquilo, porque destila raiva, vingança, ódio, inveja e tudo mais negativo que possa existir. E tudo isso não passa para o coração fraco, pelo contrário, fica ainda mais entranhado no de coração duro. Por isso é que sou passivo. Prefiro aceitar tudo como vontade de Deus, do que fazer da minha vontade uma soberana que logo perecerá. Afinal, esse é o fim de todos nós humanos, tanto os de coração fraco como os de coração duro. E é verdade que quem não é babaca não morre na Graça de Deus, ao contrário dos babacas.

 

Deixe um legado
Quando um supervisor de rodovias morreu num acidente, sua família, colegas de trabalho e comunidade sofreram enorme perda. Sua igreja rural não podia acomodar todos os enlutados; por isso, o culto foi transferido para um prédio muito maior. Os amigos e familiares lotaram o auditório! A mensagem era clara: ele tocou muitas vidas de maneira singularmente sua. Muitos sentiriam saudade de sua bondade, senso de humor e entusiasmo pela vida.

Ao voltar do funeral, pensei sobre a vida do rei Jeorão. Que contraste! Seu breve reinado de terror é traçado em 2 Crônicas 21. Para solidificar seu poder, ele matou seus próprios irmãos e outros líderes (v.4). Depois, levou Judá a adorar ídolos. O registro diz: “…E se foi sem deixar de si saudades…” (v.20). Jeorão pensava que a força bruta garantiria o seu legado. E garantiu mesmo. Nas Escrituras, ele é sempre lembrado como um homem mau e líder egocêntrico.

Embora também fosse rei, Jesus veio à Terra para ser servo. Enquanto fazia o bem, suportava o ódio daqueles que se agarravam ao poder. No processo, esse Rei Servo entregou a Sua própria vida.
Hoje, Jesus vive e o Seu legado permanece, o que inclui os que compreendem que a vida não diz respeito apenas a si mesmos. Ela diz respeito a Jesus — Aquele que anseia por envolver com Seus braços fortes e perdoadores qualquer um que se volte a Ele. Uma vida dedicada a Deus deixa um legado duradouro. — Tim Gustafson.


Divagação

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Discutir o Plano de Deus para a Humanidade é terrível! Deus é muito perfeito, perfeitíssimo. Costumo dizer que Ele é o maior enxadrista de todos os tempos. Eu ainda não consigo entender, plenamente, porque para seguir o Criador o cristão tem que sofrer. A hagiografia católica é prenhe de pessoas que por optarem em levar a vida de acordo com os ensinamentos divinos, tiveram mortes horríveis. Todos os discípulos de Jesus Cristo, com exceção de João, foram martirizados. Por quê? Ah, só mesmo Deus em sua Santíssima Sapiência é capaz de explicar. Racionalmente, o certo seria esses homens serem arrebatados, levados para o Céu. Mas não, como o próprio Cristo, alguns foram crucificados, outros queimados, apedrejados. Quer dizer, tiveram morte feia! Mas quem é o homem com a sua racionalidade para explicar as coisas, os desígnios de Deus? Aqui, vem a calhar aquela máxima ‘nem mesmo Freud explica’. Isso mesmo, porque só o Divino explica, e Ele, com o seu silêncio, não explica nada, deixa que o homem se descubra ou redescubra, seguindo-o ou preferindo outros caminhos, aqueles que não levam ao Céu.

 

Injustiça

Não escrevo, hoje, neste espaço, dou vez às seguintes preciosidades de Augusto Cury presentes no livro assinado por ele ‘Nunca desista de seus sonhos’: “(…) é necessário que os professores sejam valorizados e aliviados. Nunca uma classe tão nobre foi tão desprestigiada profissionalmente. Eles deveriam trabalhar menos e ganhar mais. Os professores da pré-escola à universidade deveriam ter um salário igual ou melhor do que o dos juízes, dos promotores, dos psiquiatras, dos psicólogos clínicos, dos generais, dos chefes de polícia. Por quê? Porque o trabalho deles é tão importante quanto de todos esses profissionais. Os professores educam a emoção e trabalham nos solos da inteligência para que os jovens não adoeçam em sua mente, não se sentem nos bancos dos réus, não façam guerras. Quem é mais importante: aquele que previne as doenças ou aquele que as trata? A medicina preventiva é, certamente, mais importante do que a curativa. Os educadores são os profissionais que mais contribuem para a humanidade. Todavia, estão em um dos últimos lugares na escala profisional”.

 

Quando o Senhor restraurou
O Neguebe é uma região de Israel que, durante o Verão, é muito seca. Mas, de repente, uma enxurrada de água desce ruidosa e se formam cachoeiras. Isso porque, como dizemos no sertão de Minas Gerais, enquanto o sol “derrete o juízo” dos habitantes do sul, no norte as geleiras do monte Hermom se derretem para transformar o deserto num oásis.Precisamos orar para que Deus opere mudanças súbitas em nossa vida, como essas torrentes do Neguebe. Contudo, com frequência, cansamos de esperar pelas respostas de oração e durante esse tempo não demonstramos empatia pelo sofrimento do outro. O cantinho inflamado de minha unha dói mais para mim do que o câncer do meu vizinho. Em vez de pedirmos coisas para Deus, precisamos pedir que Ele nos faça mais parecidos com o Senhor Jesus.

Deus pode reverter as circunstâncias mais difíceis. O Senhor nos faz passar pelo deserto para ver se o obedecemos ou não (Deuteronômio 8:2). Não é que Ele não saiba, mas quer que descubramos quando não estamos guardando a Sua Palavra. Oramos mais quando a situação aperta.

Mesmo quando Deus não reverte as situações, Ele sabe o que é melhor para nós. Jesus precisou se tornar homem e compartilhar nossas fraquezas para que fôssemos salvos. Ore crendo que Deus reverte circunstâncias difíceis, mas entenda que quando Ele não o faz é porque está trabalhando em você. Quando achamos que tudo acabou, Jesus vem e faz um fato novo! — Jeremias Pereira da Silva


Divagação

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Discutir o Plano de Deus para a Humanidade é terrível! Deus é muito perfeito, perfeitíssimo. Costumo dizer que Ele é o maior enxadrista de todos os tempos. Eu ainda não consigo entender, plenamente, porque para seguir o Criador o cristão tem que sofrer. A hagiografia católica é prenhe de pessoas que por optarem em levar a vida de acordo com os ensinamentos divinos, tiveram mortes horríveis. Todos os discípulos de Jesus Cristo, com exceção de João, foram martirizados. Por quê? Ah, só mesmo Deus em sua Santíssima Sapiência é capaz de explicar. Racionalmente, o certo seria esses homens serem arrebatados, levados para o Céu. Mas não, como o próprio Cristo, alguns foram crucificados, outros queimados, apedrejados. Quer dizer, tiveram morte feia! Mas quem é o homem com a sua racionalidade para explicar as coisas, os desígnios de Deus? Aqui, vem a calhar aquela máxima ‘nem mesmo Freud explica’. Isso mesmo, porque só o Divino explica, e Ele, com o seu silêncio, não explica nada, deixa que o homem se descubra ou redescubra, seguindo-o ou preferindo outros caminhos, aqueles que não levam ao Céu.

injustiça
Não escrevo, hoje, neste espaço, dou vez às seguintes preciosidades de Augusto Cury presentes no livro assinado por ele ‘Nunca desista de seus sonhos’: “(…) é necessário que os professores sejam valorizados e aliviados. Nunca uma classe tão nobre foi tão desprestigiada profissionalmente. Eles deveriam trabalhar menos e ganhar mais. Os professores da pré-escola à universidade deveriam ter um salário igual ou melhor do que o dos juízes, dos promotores, dos psiquiatras, dos psicólogos clínicos, dos generais, dos chefes de polícia. Por quê? Porque o trabalho deles é tão importante quanto de todos esses profissionais. Os professores educam a emoção e trabalham nos solos da inteligência para que os jovens não adoeçam em sua mente, não se sentem nos bancos dos réus, não façam guerras. Quem é mais importante: aquele que previne as doenças ou aquele que as trata? A medicina preventiva é, certamente, mais importante do que a curativa. Os educadores são os profissionais que mais contribuem para a humanidade. Todavia, estão em um dos últimos lugares na escala profisional”.

Quando o Senhor restraurou
O Neguebe é uma região de Israel que, durante o Verão, é muito seca. Mas, de repente, uma enxurrada de água desce ruidosa e se formam cachoeiras. Isso porque, como dizemos no sertão de Minas Gerais, enquanto o sol “derrete o juízo” dos habitantes do sul, no norte as geleiras do monte Hermom se derretem para transformar o deserto num oásis.

Precisamos orar para que Deus opere mudanças súbitas em nossa vida, como essas torrentes do Neguebe. Contudo, com frequência, cansamos de esperar pelas respostas de oração e durante esse tempo não demonstramos empatia pelo sofrimento do outro. O cantinho inflamado de minha unha dói mais para mim do que o câncer do meu vizinho. Em vez de pedirmos coisas para Deus, precisamos pedir que Ele nos faça mais parecidos com o Senhor Jesus.

Deus pode reverter as circunstâncias mais difíceis. O Senhor nos faz passar pelo deserto para ver se o obedecemos ou não (Deuteronômio 8:2). Não é que Ele não saiba, mas quer que descubramos quando não estamos guardando a Sua Palavra. Oramos mais quando a situação aperta.

Mesmo quando Deus não reverte as situações, Ele sabe o que é melhor para nós. Jesus precisou se tornar homem e compartilhar nossas fraquezas para que fôssemos salvos. Ore crendo que Deus reverte circunstâncias difíceis, mas entenda que quando Ele não o faz é porque está trabalhando em você. Quando achamos que tudo acabou, Jesus vem e faz um fato novo! — Jeremias Pereira da Silva


O umbigo é mais embaixo

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Nesta era de informática, em que a velocidade da informação atropela a tranquilidade até das pessoas mais tranquilas e conscienciosas, no afã de sempre estar na frente do noticiário a imprensa tradicional empanturra a população de informes, muitas vezes sem critério, o que em vez do cumprimento da finalidade básica de informar para formar, desinforma. A busca do sensacionalismo ou pirotecnismo contribui ainda mais para essa desinformação. É o caso, por exemplo, deste bloqueio pedido pelo MPF nas contas bancárias das empresas que seriam responsáveis pelo desmoronamento do porto mineral de Santana, em 2013 – cem milhões de reais. A notícia veio como se as empresas já estivessem com tamanho rombo em seus caixas bancários. Ora, o procedimento do Ministério Público não tem poder para isso, mas ainda irá ou já foi encaminhado para a Justiça, que o acatará ou não. Se não acatar, hem? Depois, a Justiça cumprirá os trâmites de praxe para julgamento, que não deverá ser o único, porque dependendo do resultado o próprio MP poderá recorrer da decisão, o que também pode ser feito pelas empresas acusadas… E isso leva tempo, muito tempo, como até agora a tal exportação de grãos do Centro-Oeste pelo Porto de Santana ainda não deslanchou, apesar das bombásticas notícias a respeito do assunto há pouco mais de dois anos.

 

Mulher senadora

A secretária nacional das mulheres, Fátima Pelaes (segunda na foto da esquerda para direita), reafirmou que é pré candidata ao Senado e que não pretende abrir mão disso. Ela reafirmou a intenção durante visita técnica no último fim de semana às obras do Hospital Universitário, acompanhando o governador Waldez Góes.
Fátima tem percorrido os municípios amapaenses e gabinetes em Brasília, agregando apoio de prefeitos, gente de mandato, pré candidatos e membros da cúpula do PMDB.
A secretária com status de ministra começou 2018 com a pasta mais bem avaliada do governo federal. Ela conseguiu driblar a crise entre Congresso e governo acerca do debate das reformas e do orçamento.
Fátima Pelaes trabalhou em mobilização por recursos em 2017 junto à bancada feminina. O resultado será sentido no orçamento de 2018 para a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
As emendas individuais dobraram de valor: (de R$ 5 milhões para R$ 11 milhões); as emendas coletivas cresceram quase 500% ( de R$ 10 milhões para R$ 54 milhões, considerando 2017 como comparativo).

 

Ele veio por você
Em seus romances O processo e O castelo, Franz Kafka (1883–1924) retrata a vida como uma existência desumanizadora que transforma as pessoas num mar de rostos vazios, sem identidade ou valor. Kafka afirma que “a correia transportadora da vida o leva adiante, ninguém sabe aonde. A pessoa é mais um objeto, uma coisa, do que uma criatura viva”.
No início de Seu ministério, Jesus foi a uma sinagoga de Nazaré, levantou-se à frente da multidão e leu em Isaías: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos, e apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lucas 4:18,19).
Então, Cristo se sentou e declarou: “…Hoje, se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (v.21). Séculos antes, o profeta Isaías havia proclamado essas palavras (Isaías 61:1,2). Agora, Jesus anunciava que Ele era o cumprimento dessa promessa.
Perceba quem Jesus veio resgatar — os pobres, de coração partido, cativos, cegos e oprimidos. Ele veio pelas pessoas desumanizadas pelo pecado e sofrimento, quebrantamento e tristeza. Ele veio por nós! Por mais impessoal que o mundo possa parecer, Jesus ama a cada um de nós como se fôssemos Seu único filho. — Bill Crowder


Disparate

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A boa música é uma composição em que letra e melodia se complementam plenamente, resultando em êxtase para a audição. Essa denominação de música não cabe, de jeito nenhum, na maioria ou quase totalidade das composições atuais existentes no Brasil. Tudo é dessintonia, na nossa música hodierna. Há casos em que o ritmo vai para um lado, o canto para o outro. Coisa horrível, danosa aos ouvidos! As letras, então, são verdadeiras agressões à inteligência, à sabedoria, ao bom gosto. A poesia praticamente foi excluída das composições, dando lugar, em alguns casos, à verdadeira burrice, como no maior sucesso atual da música brasileira, ‘Quando o mel é bom’. Ora, a abelha não se alimenta de mel, ela produz mel. Então não tem porque voltar para provar de novo ou várias outras vezes do tal mel bom. Devemos, os que se preocupam com a boa qualidade da música nacional, enfrentar esses disparates, acabar com eles, pois estão alastrando-se, inclusive influenciando gente da alta estirpe do cancioneiro verde-amarelo, até o rei Roberto Carlos, que abriu espaço para a dupla Simone e Simaria, exaltando o inseto que produz mel como se ele fosse um consumidor desse produto.

Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar,
namorar, passear ou fazer sexo…
Isto é carência.

Solidão não é o sentimento que experimentamos
pela ausência de entes queridos que
não podem mais voltar…
Isto é saudade.

Solidão não é o retiro voluntário
que a gente se impõe,
Para realinhar os pensamentos…
Isto é equilíbrio.

Solidão não é o fato involuntário
que o destino nos impõe compulsoriamente…
Isto é um princípio da natureza.

Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado…
Isto é circunstância.

Solidão é muito mais do que isto…

SOLIDÃO
é quando nos perdemos de nós mesmos
E procuramos em vão pela nossa alma.

Histórias de família
Em um de seus livros, Mary Pipher dá conselhos sobre como reconstruir famílias. Ela aborda o tempo excessivo que algumas crianças passam diante da TV e de videogames, em detrimento das instruções informais que receberiam do círculo mais amplo da família.

Ela dá um exemplo de reunião de família em que as crianças recebem um vídeo e o assistem para que os adultos possam conversar despreocupados. A Dra. Pipher crê que essa diversão, na realidade, prive as crianças de algo importante: estar juntas às gerações mais velhas, para ouvir suas histórias. Isso as ajuda a aprender daqueles que as antecederam.

O Antigo Testamento dá grande valor em ensinar as crianças sobre a sua herança espiritual. Após Deus ter dividido as águas do rio Jordão, Josué foi instruído a tomar 12 pedras do rio para fazer um memorial para as gerações futuras. “…quando vossos filhos, no futuro, perguntarem, dizendo: Que vos significam estas pedras? Então, lhes direis que as águas do Jordão foram cortadas diante da Arca da Aliança do Senhor […]. Estas pedras serão, para sempre, por memorial aos filhos de Israel” (Josué 4:6,7).

Precisamos de interação espiritual entre as gerações. Lembre-se: as histórias da Bíblia muitas vezes são histórias de famílias. Nossos filhos precisam delas e de nós também. Os antepassados que foram tementes a Deus são bons exemplos. — Dennis Fisher


Fotografia

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Paulo Gil (na foto tirada por Gabriel Penha) começa a divulgar o Dia do Fotógrafo no Amapá, a transcorrer em 8 de janeiro do próximo ano. A data está longe? Sim, mas para Paulo, um dos profissionais do setor mais preocupados com a categoria, nada se perde em logo mobilizar os colegas e despertar na população a importância da fotografia. Ele antecipa que uma programação especial será levada a efeito, dia 8 de janeiro, na Biblioteca Pública ‘Elcy Lacerda’, das 9h às 10h30min. O evento será aberto a todos os fotógrafos do Amapá e de fora, que porventura estiverem em Macapá, bem como à população em geral. Na Biblioteca Pública serão homenageados, in memoriam, os fotógrafos Samuel Silva e Paparazzo. Samuel labutou aqui no Diário do Amapá, por mais de 20 anos, sendo uma legenda do jornalismo fotográfico amapaense. Paparazzo, por sua vez, era freelance, mas morreu em serviço quando pertencia à Secretaria de Comunicação do governo estadual. O acontecimento na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, como informa Paulo Gil, será a entrada da Semana Amapaense de Fotografia, realizada pelo Grupo de Energias Renováveis da Amazônia (Gera), por meio da coordenação de Ações Artístico Culturais, juntamente com o Fotoclube de Macapá. Toda a programação será na própria Biblioteca.

 

Espantando fantasmas

Vi-me circunstancialmente numa brincadeira entre quatro pessoas que à minha observação eram amigas. Todas elas, homens. A conversa girava sobre a intenção de um deles parar com a venda itinerante de água mineral, que realiza, para se estabelecer num comércio, e que para isso estava à procura de um ponto. De repente, como num passe de mágica, um deles saiu dizendo que um dos seus interlocutores era mandado pela mulher, coisa que, segundo o retirante, é típico do amapaense. Ao se distanciar um pouco mais do centro da conversa, tendo-me como testemunha, um dos que conversavam, e ficara no local, largou: “Ele fala em amapaense mandado pela mulher, mas ele é que é assim. Certa vez ele estava bebendo, aqui, quando a fêmea dele chegou, dizendo eu só quero que tu chegues porre, em casa, pra ver o que vai te acontecer. Logo ele parou de beber alegando estar sentindo alguma coisa no estômago; depois disso nunca mais colocou um gole na boca, sob vários argumentos, um deles que até se convertera, mas nunca vai a qualquer igreja. “Tô com medo de ir embora, porque sei que o próximo na língua de vocês vai ser eu, assim como estão fazendo com o negão que se foi”, reagiu a pessoa que quer ter comércio próprio. Eu, de minha parte, fiquei a imaginar: “A vida é assim mesmo. Como diz o filósofo, o hábito de falar mal dos outros pelas costas é próprio de mentes inseguras, que com palavras sobre seus conhecidos ou não procuram espantar fantasmas’.

 

Rãs e mais rãs
Maria recebeu uma rã de cerâmica como presente de aniversário de um colega, e colocou-a em sua mesa, para ser vista por todos. Alguns de seus colegas de trabalho acharam que ela gostava de rãs e, por isso, começaram a dar-lhe itens em formato de rãs no Natal, aniversários e celebrações especiais. Seu escritório logo se encheu de “rãs”: canetas, velas, adesivos, cartazes, canecas.
Depois que Maria deixou a companhia, uma amiga perguntou-lhe o que ela havia feito com as rãs. Ela respondeu: “Bem, na verdade não gosto de rãs, por isso doei todas”.
Os outros têm boas intenções, mas nem sempre nos conhecem muito bem. E nunca nos conhecerão como Deus nos conhece. Somos um livro aberto para Ele — não há nada a nosso respeito que possa ser escondido do Senhor. O Salmo 139 nos ensina:
• Deus sabe tudo o que fazemos (v.2). Ele conhece todas as atividades do nosso dia e cada detalhe de nossa agenda.
• Deus sabe tudo o que pensamos (v.2) — o bem e o mal, o que é benéfico e o que é impuro.
• Deus conhece todos os lugares onde vamos — “…conheces todos os meus caminhos” (v.3).
• Deus sabe tudo o que dizemos (v.4).
Ele nos conhece melhor do que nós mesmos. É confortante saber que somos conhecidos de maneira tão íntima por nosso Senhor — mesmo com todas as nossas falhas — e ainda assim sermos tão amados! Cristo conhece suas necessidades, seu nome e seu rosto. — Anne Cetas


Descrédito

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Política, no seu significado etimológico, é a arte ou ciência de bem governar o povo; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Ora, a respeitabilidade dada à ciência é decorrente do seu critério de funcionamento: abordagem, experimentação e conclusão. Neste país, parlamentar condenado, recolhido na cadeia, continua tendo o cargo e o status de deputado. O pior: além da população pagar esses elementos como presidiários, ainda tiramos do bolso recursos para os remunerar como parlamentares. “É uma vergonha”, diria Boris Casoy. Mas há quem diga que isso acontece porque vivemos numa democracia que, por sua vez, significa governo do povo, para o povo e pelo povo. Outra falácia: o povo não manda nada. Só faz votar. Quem manda, quem governa, são os eleitos que não estão nem aí para os significados de política e democracia. E assim o Brasil continua desacreditado pelo mundo. A grande Elza Soares, que tem percorrido o continente europeu mostrando a música brasileira, fala que lá fora se referem ao nosso país em tom de chacota, como se aqui não fôssemos um país sério.

Divagação

Discutir o Plano de Deus para a Humanidade é terrível! Deus é muito perfeito, perfeitíssimo. Costumo dizer que Ele é o maior enxadrista de todos os tempos. Eu ainda não consigo entender, plenamente, porque para seguir o Criador o cristão tem que sofrer. A hagiografia católica é prenhe de pessoas que por optarem em levar a vida de acordo com os ensinamentos divinos, tiveram mortes horríveis. Todos os discípulos de Jesus Cristo, com exceção de João, foram martirizados. Por quê? Ah, só mesmo Deus em sua Santíssima Sapiência é capaz de explicar. Racionalmente, o certo seria esses homens serem arrebatados, levados para o Céu. Mas não, como o próprio Cristo, alguns foram crucificados, outros queimados, apedrejados. Quer dizer, tiveram morte feia! Mas quem é o homem com a sua racionalidade para explicar as coisas, os desígnios de Deus? Aqui, vem a calhar aquela máxima ‘nem mesmo Freud explica’. Isso mesmo, porque só o Divino explica, e Ele, com o seu silêncio, não explica nada, deixa que o homem se descubra ou redescubra, seguindo-o ou preferindo outros caminhos, aqueles que não levam ao Céu.

Mudando a história
Hoje podemos telefonar e enviar emails para qualquer lugar do mundo e baixar imagens através do espaço em nossos computadores. Por isso, é difícil imaginar a importância de um pequeno satélite.
Com o lançamento do Sputnik I — o primeiro satélite artificial do mundo, pela União Soviética, em 1957, iniciou-se a Era Espacial Moderna e o curso da História mudou. Acelerou-se o desenvolvimento tecnológico, e o medo e a esperança se alternaram com relação ao significado daquilo.

Mas há eventos que alteram o presente e o futuro e que ocorrem, às vezes, no anonimato. Foi isso o que aconteceu com o Nascimento de Jesus — um bebê, nascido de um casal comum, numa pequena cidade. Esse Nascimento, porém, mudou o curso da História. As palavras de um anjo ditas aos pastores começaram a se espalhar: “…é que hoje vos nasceu, na Cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lucas 2:11). E dezenove séculos mais tarde, Phillips Brooks escreveu a respeito de Belém: “As esperanças e os temores de todos os anos [séculos] se encontram em ti [Belém], nesta noite”.

Quando abrimos nossas vidas para Cristo, o Senhor, e o reconhecemos como nosso Salvador, o curso da História de nosso futuro muda para sempre. Essas “boas-novas de grande alegria” (v.10) são para todos, em qualquer lugar. Na porta do estábulo de Belém encontramos a dobradiça da História. — David C. McCasland


Bem e mal

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Cada pessoa é diferente da outra, na índole. Em traços físicos, nem tanto. Aquele ensinamento religioso de que todos nascemos com pecado, em virtude da desobediência de Adão e Eva, no Paraíso, sem dúvida é verdade. O homem é mau por natureza. E bom, também por natureza. É o ambiente dele que dita que caminho ele segue – o do bem ou o do mal. Mas Deus escolhe pessoas. Veja que de todas as mulheres do mundo Ele escolheu uma simples menina da simples região da Galileia, na também simples Palestina, para ser a Mãe de Jesus. Essas escolhas de Deus, que somente Ele mesmo compreende, salvam o mundo. Pessoas como Maria, Abraão, José do Egito, Madre Teresa de Calcutá, Santo Agostinho e uma variedade de anônimos são exemplos de como se deve proceder para o bem da Humanidade, da vida e da paz. Porém, aí mais uma vez uma coisa que só Deus compreende, os escolhidos geralmente têm uma existência difícil, é o caso, por exemplo, dos discípulos de Jesus. Todos eles, com exceção de João, foram martirizados, ou seja, mortos pelo homem porque eram arautos do bem. Pra concluir, como só Deus compreende, resta-nos a fé para aceitar e admitir que o que Ele faz é para o bem de todos nós. Afinal, isto também é verdade: o bem sempre vence; o mal só ganha batalhas, não a guerra.

 

Sonho
O sonho é inerente ao ser humano. Há quem diga que os animais chamados irracionais também sonham. O ser humano é racional, quer dizer, possui a razão, mas também é animal. Por isso, tem os seus momentos de irracionalidade. Já o bicho, o animal pra valer, age pelo instinto, o homem também tem o seu instinto. O instinto de fidelidade do cachorro é impressionante. Não diria o mesmo do instinto do homem. O gato é de uma gratidão maravilhosa. A quem lhe dá comida, ele sempre acompanha com carinho de dar inveja a qualquer ser humano. Mas o sonho é um fenômeno do homem e da mulher. Tem o sonho físico, que afeta a mente com imagens, pensamentos e fantasias. Especialistas dizem que o sonho tem a ver com o dia a dia das pessoas, mas também podem ser premonições. São famosos os sonhos interpretados por José do Egito e o profeta Daniel. E há o sonho da aspiração, da realização pessoal ou coletiva. Ah, esse tipo de sonho mexe com todos. Todos sonham conseguir alguma coisa. Abraham Lincoln, depois de muitos reveses, conseguiu ser Presidente dos Estados Unidos; Ghandi sonhou ser livre sem violência, e a Índia dele conseguiu se livrar da Inglaterra sem dar sequer um tiro; Martin Luther King Jr. sonhou dias melhores para o homem negro da América do Norte, conseguiu. Esses três grandes homens foram assassinados. Sim, mas não mataram os sonhos deles. Como também a grande maioria dos atuais políticos brasileiros não matará os sonhos do nosso povo de um dia virmos a ser uma Nação próspera, ordeira e feliz, independente deles.

 

Fatos da vida
Parece que a maioria das nossas lutas se refere a querer algo que não temos ou a possuir algo que não queremos. Nossos mais profundos anseios e nossos maiores desafios estão profundamente enraizados em tentar ver a mão de Deus nesses dois fatos da vida. É exatamente ali que começa o relato de Lucas a respeito do Nascimento de Jesus.

A idosa Isabel ansiava por gerar um bebê. Todavia, para a jovem noiva Maria, a gravidez poderia ser uma desgraça. Mas quando ambas souberam que teriam um bebê, aceitaram a notícia com fé em Deus, que havia escolhido o momento perfeito, e para quem nada é impossível (Lucas 1:24,25,37,38).

Quando lemos a história do Natal, talvez fiquemos chocados com o verdadeiro contexto de vida das pessoas cujos nomes se tornaram tão familiares. Embora Zacarias e Isabel sofressem com o estigma cultural de não terem filhos, eles foram elogiados porque “Ambos eram justos diante de Deus, vivendo irrepreensivelmente em todos os preceitos e mandamentos do Senhor” (v.6). E o anjo disse para Maria que ela achou graça diante de Deus! (v.30).

O exemplo deles nos mostra o valor de um coração que confia e aceita os caminhos misteriosos de Deus e a presença de Sua mão poderosa sem se importar quão perplexas possam ser as nossas circunstâncias. Para o cristão, a confiança deve acompanhar a provação. — David C. McCasland


Trabalho

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Fátima Pelaes, que comanda a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, foi ao ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira, nessa terça-feira, 12, tratar de capacitação feminina, sobretudo na área de ciências exatas, para inserção no mercado de trabalho. A secretária, que tem status de ministra, foi a Ronaldo acompanhada da coordenadora da bancada feminina na Câmara dos Deputados, Soraya Santos, e da deputada Cristiane Brasil. Também foi solicitado ao ministro, por elas, que todas as ações em prol da mulher realizada pela pasta do trabalho tenham o selo do Brasil Mulher, rede de ações estratégicas em favor do sexo feminino oficializada em decreto assinado semana passada pelo presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. Ficou acertado, ainda, que no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, será assinado termo de trabalho de parceria entre a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres e o Ministério do Trabalho.

Pesquisa online
As intenções de voto de eleitores brasileiros e a avaliação de políticas públicas também podem ser feitas por meio de análises em redes sociais. O artigo ‘As mídias sociais podem revelar as preferências dos eleitores?’, publicado pela revista especializada Journal of Information Technology & Politics, aponta que os resultados desta análise de sentimento podem indicar preferências com uma precisão de apenas 1% a 8% diferente da pesquisa tradicional, que tem uma precisão média de 81%. Segundo os autores, o artigo avaliou se dados extraídos das mídias sociais poderiam revelar as preferências políticas dos cidadãos com maior precisão do que as pesquisas de opinião pública tradicionais. Foram analisados 92.441 tweets relacionados aos candidatos presidenciais no segundo turno das eleições em 2014. Os resultados da análise foram comparados com seis pesquisas de preferências realizadas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha. Segundo o artigo, a mídia social fornece aos usuários da internet um novo espaço no qual se expressam compartilhando seus pensamentos e opiniões sobre vários tópicos. “Cada vez mais, blogs, fóruns na web e plataformas de redes sociais como twitter, facebook, youtube, myspace e linkedIn oferecem aos seus públicos ambientes interativos que permitem a troca de informações, conhecimento, opiniões e emoções, permitindo uma comunicação rápida, aberta e acessível. Isso tornou a mídia social excelente fonte de dados para pesquisas de opinião”, descreve o artigo.

Pagar para o de trás?
Você pagaria a conta para as pessoas que estão no carro atrás de você, no drive thru de uma lanchonete — mesmo sem conhecê-las?

Esse foi o desafio que uma estação de rádio local lançou, para transformar a comunidade. Foi chamada de A diferença no drive thru. O alvo era promover um ato de bondade, à semelhança de Cristo, para pessoas que não o esperavam e deixar uma nota dizendo que estavam fazendo isso por causa de seu amor a Cristo.

Por que fazer isso? Por que gastar dinheiro com a comida de alguém — especialmente alguém que nem conhecemos e que pode ser hostil à fé? Por que dar sem esperança de retorno? Isso soa contracultura, mas a ideia tem uma forte base bíblica.

Observe o que Jesus disse ao se dirigir a uma grande multidão: “Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa?” (Lucas 6,32-33). Com certeza, Jesus quer que façamos o bem a pessoas que não têm nenhum recurso para nos pagar de volta.

Se estivermos pagando a conta de alguém ou colocando moedas na caixinha de uma organização de assistência social, devemos nos preocupar em ofertar com generosidade — quer isso nos traga alguma recompensa ou não. Em nome de Jesus, a quem você pode abençoar hoje? A motivação para dar revela o caráter do doador mais do que a própria dádiva. — Dave Branon


Brancos e nulos: solução

comentários

A galeria de candidatos a cargos eletivos públicos do Brasil é imensa e danosa. São raros os que almejam ou exercem esses cargos com boas intenções, ou seja, com o desejo de contribuir sobremaneira para o bem comum, para o bem de toda a Nação. Tirando esses, a minoria de uma minoria, resta uma maioria esmagadora composta de gente corrupta e perigosa. Há jeito para o Brasil? Ora, o Brasil tem o seu jeito próprio de ser – é bonito e rico por natureza. Só não vai pra frente porque aqueles que o dirigem não têm amor pela terra onde nasceram. O pior é que o povo os escolhe a cada eleição. Mas com a enxurrada de roubalheiras vinda à tona, ultimamente, acredito que esse pessoal será varrido do cenário político nacional. Sabe o jeito de alijá-los? Anulando o voto ou votando em branco. Ah, mas o que vale para efeito de resultado eleitoral são os sufrágios válidos. E se não se tiver voto válido, hem? Caso isso aconteça já em 2018, que linda lição será dada pelo povo brasileiro ao mundo.

Doe algo

Ao chegar no jornal, abri meu e-mail e deparei com duas preciosidades. A primeira, vindo das Edições Paulinas, que diz: ‘A automotivação é um processo diário. Sua força beira a magia’. A outra, do ‘Pão Diário’, com o título ‘Como ser feliz’. Fala sobre a felicidade, alinhando dez dicas para se viver mais contente. Vou partilhar estas dicas: 1ª – Doe algo; 2ª – Faça uma gentileza; 3ª – Agradeça sempre; 4ª – Trabalhe com disposição e vigor; 5ª – Visite os idosos e aprenda com as experiências deles; 6ª – Olhe com atenção para o rosto de um bebê e maravilhe-se; 7ª – Ria com frequência — é o lubrificante da vida; 8ª – Ore para conhecer o caminho de Deus; 9ª – Planeje como se você fosse viver para sempre — você viverá; 10ª – Viva como se hoje fosse seu último dia de vida na Terra. Essas são excelentes ideias para se ter uma vida feliz. Reforce cada uma dessas dicas com louvor, e sua felicidade será completa. ‘Aleluia! Louva, ó minha alma, ao Senhor. Louvarei ao Senhor durante a minha vida…’ (Salmo 146:1,2).

Ricamente abençoada
No jardim em frente à minha casa, as aceráceas ou bordos são as últimas árvores a perder as folhas no Outono. Assim, num dia gelado, eu estava resmungando para mim mesmo enquanto varria e ensacava as últimas folhas.
De repente, ouvi uma voz alegre dizendo: “Bom dia!” A mulher que faz a leitura do nosso medidor de gás se aproximou, despercebida. Eu perguntei: “Como vai você nesta manhã cinzenta?”
“Ricamente abençoada”, respondeu-me com um sorriso. Depois de um pequeno ajuste em meu humor e comportamento, falei: “Eu também. Deus não é maravilhoso?”
Ela respondeu: “Certamente. Você também crê em Jesus?” Confirmei que sim e acrescentei: “Ele tem preenchido minha vida com bênçãos”.
Essa pequena conversa não somente melhorou o meu humor, mas também lembrou-me de que nós, os que cremos em Cristo, somos abençoados além de qualquer medida. Depois que essa irmã em Cristo foi embora, o céu não parecia mais tão escuro nem o vento tão gelado; varrer as folhas tornou-se menos cansativo. O Senhor havia usado uma companheira cristã para voltar minha atenção a Ele e para que eu enxergasse a Sua bondade (Salmo 33:5).
Os cristãos fazem parte de uma comunidade. Vamos encorajar uns aos outros. Nunca sabemos quando um peregrino companheiro pode necessitar de um lembrete da bondade de Deus. A fé na bondade de Deus coloca uma canção em seu coração.— David C. Egner