Pioneirismo

comentários

Um pioneiro da exploração de ouro no Amapá, Chico Nogueira, entre outras tarefas em defesa do setor, empenha-se na luta pela regularização das atividades dos garimpeiros, como um dos líderes do movimento, já que é presidente da Cooperativa Extrativista Mineral do Estado do Amapá, entidade com a sigla Cooemap.

Chico entende que as autoridades têm que se conscientizar que os garimpeiros precisam ser ajudados, principalmente no que diz respeito aos licenciamentos ambientais, uma vez que eles podem ajudar o estado a sair da crise com pagamento de impostos e gastando no próprio Amapá o que arrecadam com as extrações minerais que fazem.

Chico Nogueira denuncia que apesar da contribuição que dão para a economia, os pequenos garimpeiros são discriminados e olhados como bandidos pelos órgãos de regulamentação de exploração de minérios que, paradoxalmente, têm a obrigação de priorizar o trabalho e facililitar o acesso à legalidade.

 

Solidariedade

O Instituto Macapaense do Melhor Ensino Superior (IMMES) tem se destacado não só pela boa educação acadêmica que oferece no estado do Amapá, com repercussão mundo afora, mas também pelas ações sociais que realiza, todas gratuitamente. É o que vai acontecer, por exemplo, neste sábado, 11, na praça ‘Floriano Peixoto’. Naquele belo logradouro, das 9h às 15h, o estabelecimento de ensino superior, por meio da Coordenação do Curso de Farmácia e apoio dos cursos de Fisioterapia e Nutrição, realizará a I Feira de Saúde Preventiva IMMES, contando com a presença do provedor da instituição, Promotor Moisés, que pelo muito que ama a educação também é o titular da Pasta do setor, em Macapá. I Feira de Saúde Preventiva IMMES oferecerá teste de glicemia capilar, aferição de pressão arterial, determinação do IMC e orientação quanto à saúde do idoso, mulher e homem, coleta de medicamentos vencidos e vigentes, exercício para gestantes, treino funcional, auriculoterapia, exercício para a terceira idade, avaliação postural, quiropraxia, avaliação e orientação nutricional. O evento é aberto para o público em geral.

 

Sinais e sentimentos
Conheço um jovem que costuma pedir sinais a Deus. Isso não é necessariamente condenável, mas suas orações tendem a buscar confirmação das suas sensações. Ele ora: “Deus, se queres que eu faça X, então por favor faça Y e eu saberei que é Tua vontade”.

Devido ao modo como ora e como pensa que Deus está respondendo, ele sente que deve voltar à sua ex namorada. Não surpreende que ela possa sentir fortemente que Deus não quer isso.

Os líderes religiosos do tempo de Jesus exigiram dele um sinal para validar as Suas alegações (Mateus 16:1). Eles não estavam buscando a direção de Deus, e sim desafiando a Sua autoridade divina. Jesus respondeu: “Uma geração má e adúltera pede um sinal…” (v.4). Sua reação não foi uma declaração genérica para impedir as pessoas de buscarem a direção de Deus: Ele as estava acusando de ignorar as claras profecias das Escrituras que indicavam que Ele era o Messias.

Deus quer que busquemos a Sua direção em oração (Tiago 1:5). Ele também nos dá a direção do Espírito (João 14:26) e a Sua Palavra (Salmo 119:105). O Senhor nos dá mentores e líderes sábios. E deu-nos também o exemplo do próprio Jesus.

É sábio pedir a Deus por uma direção clara, mas nem sempre ela virá da maneira como esperamos ou desejamos. Talvez o objetivo maior da oração seja aprendermos mais sobre a natureza de Deus e desenvolvermos um relacionamento com o nosso Pai. — Tim Gustafson


Quem é quem

comentários

A fraqueza do coração humano é uma das maiores virtudes. Nela, o ser humano se derrete em favor do semelhante, renunciando a si mesmo. É entrega total. O ideal seria que tal entrega, fraqueza e renúncia fossem correspondidas. Quem tem o coração fraco, emocional, espiritual e afetivamente, para os corações duros, é tido como ‘joão ninguém’, babaca, mané, zé mané, otário e outras denominações depreciativas. Pela alegria e leveza que o dono do coração fraco experimenta, o dono do coração duro é quem acaba sendo tudo aquilo, porque destila raiva, vingança, ódio, inveja e tudo mais negativo que possa existir. E tudo isso não passa para o coração fraco, pelo contrário, fica ainda mais entranhado no de coração duro. Por isso é que sou passivo. Prefiro aceitar tudo como vontade de Deus, do que fazer da minha vontade uma soberana que logo perecerá. Afinal, esse é o fim de todos nós humanos, tanto os de coração fraco como os de coração duro. E é verdade que quem não é babaca não morre na Graça de Deus, ao contrário dos babacas.

Sonho

O sonho é inerente ao ser humano. Há quem diga que os animais chamados irracionais também sonham. O ser humano é racional, quer dizer, possui a razão, mas também é animal. Por isso, tem os seus momentos de irracionalidade. Já o bicho, o animal pra valer, age pelo instinto, o homem também tem o seu instinto. O instinto de fidelidade do cachorro é impressionante. Não diria o mesmo do instinto do homem. O gato é de uma gratidão maravilhosa. A quem lhe dá comida, ele sempre acompanha com carinho de dar inveja a qualquer ser humano. Mas o sonho é um fenômeno do homem e da mulher. Tem o sonho físico, que afeta a mente com imagens, pensamentos e fantasias. Especialistas dizem que o sonho tem a ver com o dia a dia das pessoas, mas também podem ser premonições. São famosos os sonhos interpretados por José do Egito e o profeta Daniel. E há o sonho da aspiração, da realização pessoal ou coletiva. Ah, esse tipo de sonho mexe com todos. Todos sonham conseguir alguma coisa. Abraham Lincoln, depois de muitos reveses, conseguiu ser Presidente dos Estados Unidos; Ghandi sonhou ser livre sem violência, e a Índia dele conseguiu se livrar da Inglaterra sem dar sequer um tiro; Martin Luther King Jr. sonhou dias melhores para o homem negro da América do Norte, conseguiu. Esses três grandes homens foram assassinados. Sim, mas não mataram os sonhos deles. Como também a grande maioria dos atuais políticos brasileiros não matará os sonhos do nosso povo de um dia virmos a ser uma Nação próspera, ordeira e feliz, independente deles.

Não tínhamos ideia
Os voluntários de uma Igreja local passaram uma noite fria distribuindo alimentos para os moradores de um conjunto habitacional de baixa renda. Uma senhora que recebeu os alimentos ficou radiante. E lhes mostrou a sua despensa vazia, dizendo-lhes que eles tinham sido uma resposta às suas orações.
Quando os voluntários voltaram à igreja, uma voluntária começou a chorar e nos relatou. “Quando eu era menininha, aquela senhora era a minha professora da Escola Dominical. Ela vai à Igreja todos os domingos. Não tínhamos ideia de que ela estava quase passando fome!”
Como Paulo sugere em Gálatas 6,2, essas pessoas preocupadas estavam procurando maneiras de levar as cargas de outras. Porém, de algum modo, não haviam percebido a necessidade dessa senhora — que elas viam todos os domingos, mas que não havia lhes falado sobre a sua carência. Esse pode ser, para nós, um lembrete sutil para estarmos mais atentos aos que nos rodeiam e, como disse Paulo, “…[fazer] o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (6:10).
As pessoas que adoram juntas têm o privilégio de auxiliar umas às outras para que nenhum membro do Corpo de Cristo fique sem ajuda. Quando nos conhecermos e cuidarmos mutuamente, talvez jamais precisaremos dizer: “Não tínhamos ideia”. Nada custa tanto quanto cuidar-se — exceto não se cuidar. — Dave Branon


Corrupção

comentários

Nesta época de delações ou colaborações, hipocritamente chamadas de premiadas, não vou falar de corrupção. Aliás, não vou condená-la. Não vou condená-la porque ela é presente na humanidade desde os primórdios. As primícias do gênero humano foram a corrupção, a desobediência, o pecado. Lá no Éden, para ser iguais a Deus, ou pensando ser iguais, querendo se igualar ao Criador, Adão e Eva comeram o fruto do conhecimento do bem e do mal. Em seguida, por inveja, querendo uma posição melhor na vida, Caim matou o irmão Abel. Adiante, a corrupção tomou conta tanto do mundo que o próprio Deus resolveu dizimá-lo com o Dilúvio. O homem, querendo mais e mais, chegou ao desplante de atingir a morada do Divino, construindo uma torre para atingir o Céu. Aí, provocou a Babel. Abraão mentiu para os egípcios; Jacó enganou e roubou o irmão Esaú. Os filhos de Jacó, por inveja e corrupção, venderam o irmão José como escravo.

O maior rei do povo de Deus, Davi, foi autor intelectual de um homicídio para ficar com a mulher de um próximo. A maior atividade dos profetas foi criticar a corrupção prevalente nos reinos de Judá e Israel. Todos esses casos e fatos foram no âmbito da História Sagrada. Na História da Humanidade, sempre a corrupção foi e é recorrente. Todos somos corruptos.

Eu sou corrupto. Mas a perfeição de Deus nos leva à maior das esperanças, prometidas por Jesus Cristo: ‘Aquele que perseverar no bem, até ao fim, terá o Reino dos Céus’.

Divagação

Discutir o Plano de Deus para a Humanidade é terrível! Deus é muito perfeito, perfeitíssimo. Costumo dizer que Ele é o maior enxadrista de todos os tempos. Eu ainda não consigo entender, plenamente, porque para seguir o Criador o cristão tem que sofrer. A hagiografia católica é prenhe de pessoas que por optar em levar a vida de acordo com os ensinamentos divinos, tiveram mortes horríveis. Todos os discípulos de Jesus Cristo, com exceção de João, foram martirizados. Por quê? Ah, só mesmo Deus em sua Santíssima Sapiência é capaz de explicar. Racionalmente, o certo seria esses homens serem arrebatados, levados para o Céu. Mas não, como o próprio Cristo, alguns foram cruficados, outros queimados, apedrejados. Quer dizer, tiveram morte feia! Mas quem é o homem com a sua racionalidade para explicar as coisas, os desígnios de Deus? Aqui, vem a calhar aquela máxima ‘nem mesmo Freud explica’. Isso mesmo, porque só o Divino explica, e Ele, com o seu silêncio, não explica nada, deixa que o homem se descubra ou redescubra, seguindo-o ou preferindo outros caminhos, aqueles que não levam ao Céu.

Uma colina difícil
No alto de uma dobra do Pico Jughandle, nas montanhas ao norte de nossa casa em Idaho, EUA, há um lago glacial. A trilha que leva ao lago revela um cume íngreme exposto, com pedregulhos e pedras soltas pelo caminho. É uma subida que requer esforço.

No início da escalada, porém, há um riacho — uma fonte que escorre de uma terra mole e musgosa e flui por um prado exuberante. Aquele é um lugar tranquilo para reidratar e se preparar para a difícil subida à frente.

Na clássica alegoria à vida cristã O Peregrino (Publicações Pão Diário, 2014), de John Bunyan, Cristão chega ao sopé de uma subida íngreme chamada Colina Dificuldade, “no fundo da qual havia uma fonte […] então, Cristão foi até a fonte e bebeu para se refrescar, depois começou a subir a colina”.

Talvez a montanha difícil que você enfrenta seja um filho rebelde ou um diagnóstico médico desagradável. O desafio parece maior do que você consegue suportar.

Antes de enfrentar a sua próxima grande tarefa, visite a fonte de refrigério que é o próprio Deus. Vá a Ele com todas as suas fraquezas, fadigas, desamparo, medos e dúvidas. Então, encha-se profundamente do Seu poder, força e sabedoria. Deus conhece todas as suas circunstâncias e o suprirá com conforto, fortalecimento espiritual e consolação. Ele erguerá a sua cabeça e lhe dará força para seguir adiante. Aquele que prevalece sobre todas as coisas nos capacita a continuar no Seu caminho. — David H. Roper


Padroeiro

comentários

O renomado artista plástico Lindomar Plácido da Costa já se encontra em Macapá fazendo a escultura que sobre a Pedra do Guindaste substituirá a atual Imagem de São José. A obra terá mais de três metros de altura, composta pela figura do Santo Padroeiro, tendo o Menino Jesus no colo esquerdo, abençoando a cidade, e o ramo de lírios na mão direita. A atual estátua receberá características das imagens tradicionais do Santo, com o Filho Jesus e os lírios, e será colocada em frente à Fortaleza de São José de Macapá, espera-se, porque tal iniciativa depende do Iphan, que sobre a ideia recebe pleitos da Diocese e da Acia, organizações responsáveis pela confecção da nova Obra e remodelação da antiga.

 

Pesquisas de opinião

As intenções de voto de eleitores brasileiros e a avaliação de políticas públicas também podem ser avaliadas por meio de análises em redes sociais. O artigo ‘As mídias sociais podem revelar as preferências dos eleitores?’, publicado pela revista especializada Journal of Information Technology & Politics, aponta que os resultados desta análise de sentimento podem indicar preferências com uma precisão de apenas 1% a 8% diferente da pesquisa tradicional, que tem uma precisão média de 81%. Segundo os autores, o artigo avaliou se dados extraídos das mídias sociais poderiam revelar as preferências políticas dos cidadãos com maior precisão do que as pesquisas de opinião pública tradicionais. Foram analisados 92.441 tweets relacionados aos candidatos presidenciais no segundo turno das eleições em 2014. Os resultados da análise foram comparados com seis pesquisas de preferências realizadas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha. Segundo o artigo, a mídia social fornece aos usuários da internet um novo espaço no qual se expressam compartilhando seus pensamentos e opiniões sobre vários tópicos. “Cada vez mais, blogs, fóruns na web e plataformas de redes sociais como twitter, facebook, youtube, myspace e linkedIn oferecem aos seus públicos ambientes interativos que permitem a troca de informações, conhecimento, opiniões e emoções, permitindo uma comunicação rápida, aberta e acessível. Isso tornou a mídia social excelente fonte de dados para pesquisas de opinião”, descreve o artigo.

 

Um lugar seguro
Um jovem japonês tinha um problema — medo de sair de casa. Para evitar as outras pessoas, ele dormia o dia todo e passava a noite toda assistindo TV. Ele era um hikikomori — um ermitão moderno. O problema começou quando ele deixou de ir à escola devido às más notas. Quanto mais ele permanecia afastado da sociedade, mais se sentia um desajustado social. Finalmente, rompeu todas as comunicações com seus amigos e parentes. Porém, foi ajudado em sua jornada à recuperação visitando, em Tóquio, um clube de jovens conhecido como ibasho — um lugar seguro onde as pessoas abatidas podiam começar a se reinserir na sociedade.

E se pensássemos na igreja como um ibasho — e muito mais? Sem dúvida, somos uma comunidade de pessoas fragilizadas. Quando escreveu à Igreja de Corinto, o apóstolo Paulo descreveu o estilo de vida anterior deles como antissocial, nocivo e perigoso para eles mesmos e para os outros (1 Coríntios 6:9,10). Mas, em Jesus, eles estavam sendo transformados e curados. E Paulo encorajou essas pessoas resgatadas a se amarem mutuamente, a ser pacientes e bondosas, e não serem ciumentas, orgulhosas ou rudes (13:4-7).

A Igreja deve ser um ibasho onde todos nós, independentemente de nossas lutas ou fragilidades, possamos conhecer e experimentar o amor de Deus. Que o mundo sofrido possa experimentar a compaixão de Cristo por intermédio de todos os Seus seguidores. Somente Deus pode transformar uma alma manchada pelo pecado em uma obra de arte de Sua graça. — Poh Fang Chia


Tráfico de pessoas

comentários

Dados da OIT apontam que o tráfico de pessoas é uma das atividades criminosas mais lucrativas do mundo, envolvendo cerca de 2,5 milhões de vítimas, movimentando aproximadamente U$ 32 bi por ano. De acordo com o Relatório Nacional Sobre Tráfico de Pessoas, do Ministério da Justiça, entre 2005 e 2011 foram identificados 337 casos de brasileiros vítimas de tráfico para exploração sexual. O país onde foi registrada incidência maior de brasileiras vítimas de tráfico de pessoas foi o Suriname, com 133 vítimas, seguido da Suíça, 127, da Espanha, com 104 e da Holanda, com 71. Entre os motivos que favorecem o aliciamento de meninas e mulheres, a desigualdade, pobreza e número de rotas de tráfico de pessoas. A faixa etária de maior incidência do tráfico internacional de pessoas é entre 10 e 29 anos. Isso quer dizer que os aliciadores têm preferência por crianças e adolescentes.

 

Biografia religiosa
Contemporâneo das injustiças e horrores da Guerra dos Trinta Anos e das guerras civis francesas, conhecidas como Fronda, São Vicente de Paulo foi a voz dos sem poder e incansável no amparo aos pobres. Um homem que lutava contra a indiferença e a cobiça dos grandes. Sua história, que já foi tema de inúmeros livros, é contada de forma original na biografia escrita pela jornalista e escritora Marie-Joëlle Guillaume. A partir de fontes já conhecidas, mas consideradas sob novos olhares, e também a partir de registros inéditos, “São Vicente de Paulo: uma biografia” apresenta a vida de uma grande figura às voltas com a condição humana de seu tempo.

Nascido numa vila camponesa na França, São Vicente de Paulo se tornou padre com 19 anos. Criou confrarias e instituições de caridade, entre elas “Congregação dos Padres da Missão” e “Filhas da Caridade”, que com a parceria de Louise de Marillac despertou o compromisso e a generosidade de mulheres abastadas. Admirado pela corte e alta nobreza, Vicente de Paulo influenciou o reinado de Ana de Áustria e de Luís XIII, e foi conselheiro da rainha Margarida de Valois. Guillaume destaca a ambivalência da atuação do religioso: “A guerra e paz durante os ministérios de Richilieu e Mazarin, nomeações episcopais apanhadas entre o martelo das ambições terrestres e a bigorna dos deveres de devoção, missões distantes dos elãs de fervor da primeira metade do século, mais tarde a irrupção do jansenismo e o dilaceramento por ele acarretados, a mobilização de mulheres de alto coturno, em todos os níveis da sociedade, para fazer frente às desgraças da época, a invenção de novas estruturas da caridade, tudo isso, que apaixonou o século, recebeu de Vicente de Paulo uma resposta original”.

 

Conduzindo com amor
Em seu livro Liderança espiritual (Publicações Pão Diário, 2017), J. Oswald Sanders explora as qualidades e a importância de tato e diplomacia. Diz ele: “A combinação dessas duas palavras traz à tona a ideia de ser hábil na reconciliação de pontos de vista opostos sem causar ofensa e sem abrir mão dos princípios”.

Durante sua prisão em Roma, Paulo se tornou mentor espiritual e amigo íntimo de um escravo fugido chamado Onésimo, cujo dono era Filemom. Quando escreveu a este, um líder da igreja em Colossos, pedindo-lhe para receber Onésimo como irmão em Cristo, Paulo deu um exemplo de tato e diplomacia; “…ainda que eu sinta plena liberdade em Cristo para te ordenar o que convém, prefiro, todavia, solicitar em nome do amor […] que o recebas […] como irmão caríssimo, especialmente de mim e, com maior razão, de ti, quer na carne, quer no Senhor” (Filemom 8,9,15,16).

Paulo, um respeitado líder da igreja primitiva, frequentemente dava ordens claras aos seguidores de Jesus. Neste caso, porém, ele apelou a Filemom com base em igualdade, amizade e amor. “Nada, porém, quis fazer sem o teu consentimento, para que a tua bondade não venha a ser como que por obrigação, mas de livre vontade” (v.14).

Em todos os nossos relacionamentos, busquemos preservar a harmonia e o princípio no espírito do amor. Líderes que são servos servirão como bons líderes. — David C. McCasland


Tem gente pra tudo

comentários

Há quem diga que o ser humano é capaz de tudo, em termos de imprevisto e de coisas fora do eixo. Há gente que tem coragem até de mamar em onça. Quantas vezes vemos belas moças abraçadas com todo amor a um cara que, comparando, fica muito atrás do ‘O Feio’ de Roberto Carlos que, por sua vez, apesar de toda a feiúra que possui, deixa as garotas suspirando. Há casos de filho convivendo sexualmente com a mãe; filha com pai, também; irmão com irmã, e por aí vai… O imperador indiano Shah Jahan gastou soma incalculável sem contar os 20 mil homens que pagou para construir Taj Mahal, o mausoléu de Agra, em homenagem a uma das suas esposas, Aryumand Banu Begam, com a qual tivera 14 filhos. Lula se diz o homem mais honesto do Brasil, porém a Justiça comprova o contrário. O ‘Elogio da Loucura’, de Erasmo de Rotterdam, mostra muito bem do quanto a humanidade é capaz. Mas pra encerrar, conto o caso de dona Maria, aqui do Jornal. Ela diz que não homenageia mais os seu mortos nos cemitérios, porque cansou de levar flores e velas e outras homenagens. Mas quando vira as costas, levam tudo pra colocar em outras sepulturas. O Elder Carlos, também aqui do Jornal, conta o caso em que foi erigida bonita cruz no túmulo do chefe da família na véspera do Dia de Finados. Na data seguinte, quando familiares foram ao cemitério a cruz tinha sumido – no lugar dela, uma outra, de madeira ordinária, com a haste e o travessa seguros por um nó de cadarço de sapato. Eu, heim!

Doe algo
Ao chegar no jornal, abri meu e-mail e deparei com duas preciosidades. A primeira, vindo das Edições Paulinas, que diz: ‘A automotivação é um processo diário. Sua força beira a magia’. A outra, do ‘Pão Diário’, com o título ‘Como ser feliz’. Fala sobre a felicidade, alinhando dez dicas para se viver mais contente. Vou partilhar estas dicas: 1ª – Doe algo; 2ª – Faça uma gentileza; 3ª – Agradeça sempre; 4ª – Trabalhe com disposição e vigor; 5ª – Visite os idosos e aprenda com as experiências deles; 6ª – Olhe com atenção para o rosto de um bebê e maravilhe-se; 7ª – Ria com frequência — é o lubrificante da vida; 8ª – Ore para conhecer o caminho de Deus; 9ª – Planeje como se você fosse viver para sempre — você viverá; 10ª – Viva como se hoje fosse seu último dia de vida na Terra. Essas são excelentes ideias para se ter uma vida feliz. Reforce cada uma dessas dicas com louvor, e sua felicidade será completa. ‘Aleluia! Louva, ó minha alma, ao Senhor. Louvarei ao Senhor durante a minha vida…’ (Salmo 146:1,2).

Corra para mim
Durante uma caminhada num parque local, meus filhos e eu encontramos um casal de cães soltos. Seu dono não parecia perceber que um deles havia começado a intimidar meu filho que tentou enxotar o cão, mas o animal só ficou mais disposto a incomodá-lo.
Meu filho acabou entrando em pânico. Ele correu vários metros, mas o cão o perseguiu. A “caçada” continuou até eu gritar: “Corra para mim!” Ele fez isso e se acalmou, e o cão finalmente decidiu comportar-se mal em outro lugar.
Em nossa vida há momentos em que Deus nos chama e diz: “Corra para mim!” Algo importuno está ao nosso encalço. Quanto mais rápido e longe vamos, mais de perto somos perseguidos. Não conseguimos nos livrar. Estamos demasiadamente receosos para nos voltarmos e confrontar o problema sozinhos. Porém, na verdade, não estamos sozinhos. Deus está presente, pronto para nos ajudar e confortar. Tudo o que temos de fazer é nos afastarmos do que nos apavora e irmos em Sua direção. Sua Palavra diz: “Torre forte é o nome do Senhor, à qual o justo se acolhe e está seguro” (Provérbios 18:10). Deus é o nosso refúgio em tempos de tribulação.— Jennifer Benson Schuldt


Démarche

comentários

Ganha corpo a iniciativa da Diocese de Macapá, com apoio da Associação Comercial e Industrial do Amapá, para a mudança da Imagem de São José sobre as águas do rio Amazonas em frente a capital do estado. A ideia e erigir uma estátua de três metros de altura sobre a Pedra do Guindaste, levando a atual para a frente da Fortaleza no lado que dá para a rua Cândido Mendes. A ideia é maravilhosa! A nova Imagem do Santo Padroeiro será com todas as caracterizações do Pai Adotivo de Cristo, tendo o Menino Jesus no braço esquerdo, abençoando a cidade, de frente, não de costas, e no lado direito, o ramo de lírios. Quanto à atual escultura, que apresenta apenas o Santo, será reformada com as devidas caracterizações. Esperar que o Iphan aceite a colocação da Imagem em frente à cidadela, uma vez que esse monumento histórico recebe o pomposo nome de ‘Fortaleza de São José de Macapá’, o que por si só justificaria a presença do Santo compondo o complexo que embeleza e marca a presença da capital como um dos marcos da ocupação portuguesa na Amazônia.

 

Bíblia de Estudo Plenitude

A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) está com uma campanha inédita relacionada à Bíblia de Estudo Plenitude. Quem adquirir a edição impressa ganha a versão digital da obra. Para ter acesso ao exemplar da promoção, o usuário deve baixar o app gratuito Biblia Plus em seu smartphone ou tablet e criar uma conta. Depois, basta acessar o site promo.biblia.plus e utilizar o código de ativação que consta da embalagem impressa. Assim, a versão digital fica ativada no Biblia Plus.

Apresentada na tradução de Almeida Revista e Corrigida, a Bíblia de Estudo Plenitude reúne índice de passagens bíblicas Fonte de Bênçãos e auxílios como concordância temática e dicionário conciso, além das palavras de Jesus impressas em vermelho. De orientação teológica pentecostal e carismática, é indicada a pastores e pregadores em geral, líderes de escolas bíblicas e dominical, estudantes de Teologia e cristãos que queiram se aprofundar no entendimento das Escrituras Sagradas.

 

Um simples rebite
Cientistas concluíram que rebites defeituosos podem ter causado o naufrágio rápido do “inafundável” Titanic. Segundo os pesquisadores que examinaram recentemente as partes recuperadas da embarcação, os rebites impuros feitos de ferro fundido em vez de aço fizeram o corpo do navio se abrir como um zíper. A tragédia do Titanic prova a insensatez de se gastar recursos em equipamentos luxuosos e em publicidade, e negligenciar as peças “simples”.

De certa forma, as igrejas são como navios, e muitos de seus frequentadores são como os rebites. Embora os rebites pareçam insignificantes, eles são essenciais para segurar o navio e mantê-lo flutuando.
Os sentimentos de insignificância são bastante comuns em nossos dias, mesmo entre os cristãos, e alguns fazem coisas prejudiciais para se sentirem importantes. Tiago disse: “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins” (3:16). Os corrompidos por desejos mundanos de beleza, riqueza e poder podem acabar com grandes igrejas, mas “a religião pura e sem mácula” é “guardar-se incontaminado do mundo” (1:27).

Como membros da Igreja de Deus, precisamos ser como os rebites sem defeitos. Quando somos puros (Tiago 3:17), fortes (Efésios 6:10) e firmes (1 Coríntios 15:58), somos usados pelo Senhor para manter o Seu navio flutuando nos tempos de crise. Ser fiel nas pequenas coisas agrada ao Senhor. — Julie Ackerman Link


Nascidos para fazer o melhor

comentários

Naza Mcfarren e Augusto Leite. Ela, piauiense, uma das maiores expressões da arte plástica contemporânea mundial; ele, paraense, artista do mesmo ramo que apronta as malas para alçar voos fora do estado do Amapá, rincão brasileiro que escolheu para morar e desenvolver as suas atividades de psiquiatra formado pela UFPA. Entre ambos, dois traços em comum: amor pela arte e a filantropia. Augusto Leite, além de grande construtor de quadros, dominando várias técnicas, principalmente óleo sobre tela, é poeta, escultor, excelente contador de ‘causos’, notadamente sobre estórias ribeirinhas do caboclo amazônico, e ainda participante de eventos que buscam o bem da sociedade. Naza, dispensa comentários, é celebrizada no mundo todo, sem esquecer as suas raízes. Um quadro dela, avaliado em R$ 10 mil, foi doado ao Ijoma como contribuição na campanha Outubro Rosa.

 

Democracia

A moralização do país, não pode parar. Neste momento, a população tem que duvidar de tudo e de todos, em se tratando dos três poderes constituídos da República brasileira.

Não é coisa de outro mundo duvidar da Justiça que se tem, pois ela é constituída por pessoas iguais a nós, gente comum, em que pese a formação que tiveram ou têm para julgar semelhantes.

Vem em boa hora a manifestação programada para esta quinta-feira, 25, às 21h, para pressionar os ministros do STF a decidirem quanto à manutenção da prisão em segunda instância e ao parecer relativo ao foro privilegiado.

Os poderes, teoricamente, são independentes, porém harmônicos. Então, se manifestações, como panelaços e afins, ocorrem em relação ao Executivo e Legislativo, também podem ser realizadas em referência ao Judiciário.

 

Acendam as luzes
Aprecio o amor que os estudantes do instituto bíblico onde eu lecionava têm por Jesus e a maneira como o demonstram. Os seus empregadores, mesmo os não cristãos, muitas vezes me falaram da ética exemplar do trabalho deles. O superintendente da polícia local disse certa vez: “Quando os alunos do Instituto Moody voltam para o campus, é como se alguém “acendesse as luzes” naquela parte da cidade.

Foi exatamente isso que Jesus tinha em mente quando disse: “Vós sois a luz do mundo…” (Mateus 5:14). Essa é uma descrição poderosa sobre o impacto causado pelo contraste. Deveria haver uma diferença visível entre a integridade dos cristãos e a escuridão que prevalece sobre o nosso mundo.

Não se trata de fazer discursos a favor de Jesus; o fato é que as pessoas estão nos observando. Mesmo que não queiram ouvir a respeito de Jesus, você pode ter certeza que eles estão nos observando para ver se Cristo faz diferença em nossa vida. Quando Jesus disse: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (v.16), Ele estava dizendo que, antes de falar, precisamos mostrar quem somos. Nossa capacidade de brilhar para Jesus é medida por nossas boas obras, as quais revelam a presença de Jesus em nós. Vamos acender as luzes. Deixe que as pessoas vejam a Luz de Cristo em seu cotidiano.— Joe Stowell


Tudo pelo Padroeiro

comentários

Em breve, o macapaense, visitantes e turistas passarão a ter um novo visual, aliás, dois novos visuais na frente da cidade, visuais esses molhados pelo caudaloso rio Amazonas. É que a Diocese de Macapá quer mudar o Pedestal e a Imagem de São José que nos protege no local chamado Pedra do Guindaste, em razão do desgaste pelo tempo. Para a consecução do projeto, o bispo Dom Pedro José Conti recorreu à ajuda da Associação Comercial e Industrial do Amapá, que o acatou, tendo o próprio presidente Altair Pereira como grande entusiasta. Assim sendo, a nova Imagem do Santo Padroeiro na Pedra do Guindaste passará a ter em torno de três metros de altura, devidamente caracterizada com o Menino Jesus no braço esquerdo, abençoando a capital amapaense, de frente para a cidade, não de costas, como agora. A atual Imagem, de menor estatura do que a que virá, revitalizada, receberá o Filho de Deus no braço, mas será transportada para frente da Fortaleza de São José, também dentro do rio Amazonas. Que assim venha a ser, amém!

 

É, mas não é

Fabiana Karla faz uma personagem de humor, gorda, nutricionista. Em uma de suas gavetas de trabalho ela tem chocolate e outras guloseimas para consumo, durante o expediente. Aos clientes, é rigorosa quanto à ingestão de comida que pode favorecer a obesidade. Com “Isso pode, isso não pode’, bem no seu jeito engraçado, orienta a clientela, faz o espectador rir, e entre um paciente e outro paciente, vai empanturrando a barriga. A personagem incorpora a pessoa falsa, hipócrita, que ensina uma coisa, mas faz outra. Isso pode, isso não pode. É o médico cardiologista que no consultório e por aí condena peremptoriamente o uso do cigarro, mas que na intimidade dá gostosas baforadas. O político que arrota honestidade, mas está todo envolvido em corrupção. O religioso que prega a santidade do sexo somente usado para a procriação, porém é contumaz pulador de cercas. O comerciante que propaga pagar impostos e manter uma relação transparente com a clientela, mas altera para menos a pesagem da balança. O vendedor de açaí ralo que coloca trigo no produto para vendê-lo como se fosse do grosso. E assim vai… Todo ser humano age dessa maneira, alguns, costumeiramente, outros, de vez em quando. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra. E só para concluir: vi isso na internet e na televisão – mulher gestante não pode ficar em fila de banco, mas pode ser destaque em desfiles de carnaval.

 

O grande médico
Ao refletir sobre sua saúde, que estava se deteriorando, John Donne (1572–1631) descreveu o que sentira quando os médicos o examinaram para achar a “raiz” da sua doença. Serenamente, eles discutiram suas conclusões, do lado de fora do quarto.

Em princípio, Donne sentiu medo, mas com o tempo viu a compaixão neles e começou a confiar. A preocupação deles lembrou-lhe de que ele podia confiar no Grande Médico. Ao ler os evangelhos, viu o rosto de Deus o Pai no rosto terno e cheio de compaixão de Jesus.

Muitos de nós lutamos com os nossos pensamentos a respeito de Deus, especialmente durante uma enfermidade. Talvez ao crescermos tenhamos participado de uma igreja que retratava um Deus irado, que nos enviou a doença. Será que podemos confiar nele? Como Donne, voltamo-nos para os evangelhos em busca da razão para confiar em Deus. E a encontramos em Seu Filho Jesus, que foi infalível em compaixão pelos aflitos.

E assim, oramos como fez Donne: “Livra-me, portanto, ó meu Deus, dessas imaginações vãs” — a crença de que por causa do nosso pecado perdemos a bondade e a misericórdia de Deus”. Como Donne disse sabiamente, o grande médico “conhece as nossas enfermidades naturais, pois Ele as teve e conhece o peso dos nossos pecados, e pagou um preço alto por eles”. David H. Roper


Par perfeito

comentários

A polarização política está cada vez mais evidente e a discussão sobre o lado de cada um nessa ‘guerra’ marca presença em rodas de amigos, almoços de família, páginas sociais e, também, na hora de buscar o seu par perfeito. Para confirmar a veracidade do ditado que diz que os opostos se atraem, o ParPerfeito (www.parperfeito.com.br), maior site de relacionamento do Brasil, resolveu verificar como homens e mulheres lidam com o assunto. Para isso, foi realizada uma pesquisa com 2.629 solteiros que mostra que, aproximadamente, 70% de homens e mulheres não consideram decisiva a opinião política no momento do flerte. Embora a pesquisa aponte que para 48% dos entrevistados é importante compartilhar ideais políticos, a maioria (54%) não acha que uma discussão sobre política pode acabar com um relacionamento. ‘Enquanto a discussão sobre política entre jovens é comum durante um bate papo com um dos pretendentes, para os solteiros acima de 35 anos, outros detalhes como: fidelidade, inteligência, honestidade são prioridades na hora de escolher um par perfeito’, comenta Mariana Frensel, gerente de marketing do Match Group LatAm, empresa detentora da marca ParPerfeito. ‘Boa parte dos solteiros acredita na combinação perfeita independente da visão política’, completa ela. (Dino – Divulgador de Notícias)

 

Sem necessidade

Se na vida comum pessoas quase sempre procuram tirar vantagem em tudo, na vida política esse desvio de conduta ocorre na totalidade. Isso mesmo, sem exceção. O político tem isto com ele: “Fale mal de mim, mas fale de mim”. Quer dizer, ele quer sempre estar em evidência, se para o bem ou para o mal, pouco importa. Não é bem o caso específico do que acontece agora com a liberação de uma área de terra para construção de uma unidade do Hospital de Câncer de Barretos em Macapá, mas tem tudo a ver. Com o aval da Secretaria de Patrimônio da União, logo a assessoria de Davi Alcolumbre liberou release como se o senador fosse o único responsável pelas tratativas sobre a vinda do HCB para o Amapá. Imediatamente após, pessoal do senador Capi e da deputada Janete emitiu nota atestando que o casal de parlamentares liberou grana boa para a construção do hospital, mas dando a entender que eles são os ‘pais da criança’. Por fim, o GEA divulgou notícia em seu site dando conta que conseguiu o terreno situado nas imediações da rodovia Norte/Sul. Precisava de tudo isso? Claro que não. Precisava-se, sim, de honestidade para mostrar claramente que bancada federal, governo e sociedade amapaense se esforçaram, conjuntamente, para a consecução dessa obra importantíssima.

 

Supremacia de Cristo
Jamais exageraremos ao falar da grandeza de Cristo. Como a pessoa preeminente na história, Ele é digno do nosso amor e louvor.
Em seu clássico livro À procura de Deus (Ed. Betânia, 1985), A. W. Tozer prestou homenagem a Frederick Faber, o britânico que escreveu o hino “A fé dos nossos pais”. Tozer disse: “O amor pela pessoa de Cristo foi tão intenso que ameaçava consumi-lo; ardia dentro dele e fluía de seus lábios como ouro derretido.” Em um de seus sermões, afirmou: “Para onde quer que olhemos na Igreja de Deus, ali está Jesus. Ele é o início, meio e fim de tudo para nós […]. Não há nada de bom, nada de santo, nada de bonito, nada de alegre que Ele não o seja para os seus servos […]. Ninguém precisa ficar abatido, pois Jesus é a alegria do céu, e é a Sua alegria que deve entrar nos corações aflitos. Podemos exagerar com relação a muitas coisas, mas nunca conseguiremos fazer isso em relação as nossas obrigações com Jesus, ou com a abundância do amor compassivo dele por nós. Podemos falar de Jesus durante toda a vida, e nunca chegar ao final das palavras doces que podemos dizer sobre Ele”.
Jesus merece a nossa adoração. Ele realmente tem a supremacia! Quando nos submetemos ao Senhorio de Jesus, lhe damos a nossa adoração. — Richard de Haan