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Escolas estaduais participam do ‘Dia D’ sobre Base Nacional Comum Curricular

A comunidade escolar contribuiu, com suas opiniões, na elaboração do documento para a educação amapaense. O currículo é fundamentado na BNCC, que será implementada em todo país a partir de 2019.


Escolas estaduais de Macapá e Santana participaram de amplo debate sobre a importância da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), na última semana. As atividades marcaram o Dia D de discussão nacional sobre o currículo na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

 

A comunidade escolar contribuiu, com suas opiniões, na elaboração do documento para a educação amapaense. O currículo é fundamentado na BNCC, que será implementada em todo país a partir de 2019. O documento define os conhecimentos essenciais que todos os estudantes da educação básica têm o direito de aprender.

 

A Base Nacional Comum serve como referência para a construção e adaptação dos currículos em todo país. As redes de ensino e escolas terão autonomia para elaborar, por meio do currículo, metodologias de ensino, abordagens pedagógicas e avaliações, incluindo elementos da diversidade local, e apontando como os temas e disciplinas se relacionam. A expectativa é melhorar a qualidade do ensino em todo o Brasil e contribuir para a promoção da equidade educacional.

 

O Dia D na Escola Estadual Doutor Coaracy Nunes, localizada no Centro de Macapá, ocorreu na última sexta-feira, 23. O encontro contou com apresentações, debates e compartilhamentos sobre a Base Curricular junto às equipes técnicas, equipes gestoras, professores, pais e estudantes. A mobilização tem caráter formativo sobre a BNCC e, ao mesmo tempo, de engajamento dos profissionais da educação para a implementação que se inicia.

 

A professora Juce Jane de Souza atua na educação há 18 anos lecionando matemática. Ela participou do D e acredita que esse momento vai dar um novo rumo para a educação. “É fundamental participarmos desse processo e construir um currículo que atenda as demandas locais respeitando a nossa realidade, que difere de um Estado para o outro. Queremos estudantes com a melhor formação para um futuro melhor”, pontuou.


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