Heraldo Almeida

Abril da Resistência: História e Desafios dos Povos Indígenas e das Mulheres

 

Com o propósito de conscientizar a sociedade e contribuir para a formação de um público engajado e sensível às questões de resistência e igualdade, será realizada uma programação diversificada na Bibliogarden – Biblioteca Comunitária localizada no Amapá Garden Shopping.

O evento “Abril da Resistência” irá reunir, de 17 a 19 de abril, artistas de diversos segmentos culturais e literários do Amapá, alunos da Escola Estadual Indígena Jorge Iaparrá, das escolas Nancy Nina da Costa e Mário Quirino da Silva, e convidados, na Bibliogarden. Estão previstas rodas de conversa, exposições fotográficas, performances artísticas, recitais e uma sessão de cinema – Cine Juremas. A programação gratuita terá início às 18h.

O objetivo é promover debates artísticos e sociais sobre as lutas históricas de resistência dos povos indígenas e das mulheres. O evento é realizado pelo grupo Abeporá das Palavras, com o apoio do Governo do Estado do Amapá, por meio da Secretaria Estadual da Educação, da Prefeitura de Macapá, Coletivo Juremas, Arte da Pleta, Maré Literária e Amapá Garden Shopping.

“A Bibliogarden é um espaço comunitário que possibilita a visibilidade de diversas expressões artísticas e também promove debates sobre temas fundamentais para a sociedade. Convido a todos a participarem da programação e a compartilharem experiências enriquecedoras durante esses três dias”, destacou Pedro Stkls, poeta e um dos coordenadores da Bibliogarden.

Confira a programação:

Local: Bibliogarden – Garden Shopping – Rodovia Josmar Chaves Pinto

Quarta-feira, 17

18h – “As multivivências na cultura do teatro ao cinema” – Paiodhy Rodrigues

18h30 – Apresentação do Turé e roda de conversa sobre a cultura e a resistência.

Intercâmbio “Abril Resistência” entre estudantes da Escola Indígena Jorge Iaparrá, Escola Estadual Nancy Nina da Costa e artistas do Coletivo Juremas.

Mediação: Secretária Sandra Casimiro, Bruna Karipuna, Alda Ribeiro e Benedito Alcântara.

19h30 – “Cântico de uma travesti” – Sophia Pinheiro

20h – “Remix Poesia” – Poetas Azuis

Quinta-feira, 18

18h – Exibição do curta “A cena da cena” – Cia. Super nova

18h30 – Exposição “Ritos de Passagem” – biojoias eco sustentáveis – Mapige Gemaque

19h –   Intercâmbio “Abril Resistência” entre estudantes da Escola Indígena Jorge Iaparrá, Escola Estadual Mário Quirino da Silva e artistas do Coletivo Abeporá das Palavras.

19h30 – Cine Juremas: Sessão de cinema com exibição de filmes produzidos no Amapá

“Os Galibi Marworno” – Coletivo Galibi-Marworno de Audiovisual

“ IBITU PORÔ –  Coletivo juremas

“Tempo de Chuva” – Maia Filmes

Roda  de conversa com: Rayane Penha, Sandra Casimiro, Davi Marworno e Nani Freire.

 

Sexta-feira, 19

18h – Exposição fotográfica: Ecos do Amapá – Raih Amorim

18h:30 – Recital “Cigana do Oriente” com Camila Nobre e Gizele belfor

19h – Leitura de textos do livro “A descoberta do mundo em Clarice Lipector”

Mediação: Hayam Chandra, Andreia Lopes e Kassia Modesto. (Assessoria de Imprensa: Ana Anspach).

 

 

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Quem avistar o Amazonas nesse momento
E souber transbordar de tanto amor
Este terá entendido
O jeito de ser do povo daqui

Val Milhomem/Joãozinho Gomes

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Voz da Taba

Título do 8º álbum da cantora amapaense, Patrícia Bastos. Disponível nas plataformas digitais. Bom de ouvir.

 

Novo disco

Integrantes do Grupo Senzalas (Joãozinho Gomes, Amadeu Cavalcante e Val Milhomem) informaram que estão no planejamento para gravar um disco.

“Material temos para isso, mas podemos fazer umas duas novas músicas”, disse Joãozinho.

 

Circuito

Grupo Fina Batucada realiza, domingo (14), o Circuito Roda de Samba, às 15h, na Praça Povos do Meio do Mundo. Participações especiais: Amadeu Cavalcante e Zé Miguel.

 

 ‘Planeta Arrepiado’

Título da 6ª música do novo álbum de Patrícia Bastos, composição de Joãozinho Gomes e Dante Ozzetti. O disco está disponível nas plataformas digitais. “ Terra quer ver a gente fazer a mão de couro, então vai ver a sua pele azul transpirar…”.

 

‘Arte da Pleta’

É o nome de um belo projeto com artistas amapaenses dos segmentos da poesia, literatura, música, teatro, exposição, etc. Parabéns.

 

Clipe

Cantora e compositora amapaense, Deize Pinheiro lançou, nesta sexta (12), o vídeo clipe da música ‘Capim Roxa Chá’, que faz parte de seu primeiro EP ‘Infinita’. Disponível nas plataformas digitais.

 

No ar

Programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9). De segunda à sexta, 16h. Valorizando o que é nosso.

 

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Eu sou da Amazônia

 

O poetinha Osmar júnior conta como foi a inspiração para compor a música ‘Eu Sou da Amazônia’.

Uma história ocorreu comigo em uma viagem de barco.

O cidadão dizia ao telefone:

– Manda um beijo pro meu pai, mês que vem eu vou por aí.

– Com licença, eu disse. O senhor é caixeiro viajante? Perdão, não pude deixar de escutar o fim da sua conversa ao telefone. O senhor passa muito tempo longe de casa?

– Sim. Sou representante comercial de uma fábrica de alimentos; a minha área de trabalho são as localidades ribeirinhas; passo um bom tempo longe da família.

Estendemos o papo e assim a viagem foi agradável.

Olhei ao redor e vi rostos viajantes, viajantes de rio, viajantes da Amazônia. O barco motor do Norte chega aos festivais do interior, que são muitos, tocando alto um som de festa, um som que essa minha gente gosta.

Eu fiz ‘Os passa vida’ em parceria com o Rambôlde Campos, que foi um grande sucesso, gravada por Alcyr Guimarães, Lucinha Bastos e Sayonara, e também por Fafá de Belém.

‘Fiz coração tropical’, gravada por Amadeu Cavalcante.

Agora mando mais algumas dessas receitas de salão, através de Dani Li, uma cantora que vai dar o que falar. A voz poderosa, o ritmo, o carisma e uma mensagem vinda do fundo do coração de sua terra. A receita certa para fazer sucesso na região.

Às margens, o povo, a dança, esses caminhos de rio, essas cidadezinhas de interior, essas meninas da Amazônia me encantam, fazem compor. Quero ser nortista, quero ser habitante do coração dessa gente, dos capitães de barcos que são bons de alma. Eu sou da Amazônia. (Osmar Júnior).

 

 

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Seu boto dono das águas
Ensine-me a remar
Cortar essas marés de léguas
Cavalgar feito égua

Annie Carvalho – poeta

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Artista

Indivíduo que se dedica às artes ou faz delas meio de vida: ator, bailarino, cantor, desenhista, escritor, escultor, fotógrafo, gravurista, músico, pintor, etc. O que revela sensibilidade artística ou gosto pelas artes.

 

‘Tarumã das Estrelas’

Título de uma bela obra musical assinada pelo poetinha, Osmar Júnior, gravada por Amadeu Cavalcante e cantada em vários festivais pelo Brasil.

“Ei madame, ei maninha, o meu tarumã foi pras estrelas, podendo vê-las lá do espaço sideral…”.

 

Juventude

Projeto Marabaixo da Juventude é formado por um grupo de jovens de vários bairros, ligados às comunidades negras e famílias tradicionais do Amapá.

Essa ‘garotada’ continua fortalecendo e perpetuando a cultura do povo tucuju. O Marabaixo.

 

Canta Brasil

Programa Canta Brasil (Diário FM 90,9) deste domingo (13), vai homenagear a consagrada cantora Rita Lee, que nos deixou no início da semana. A partir das 14h. Sintonize.

 

‘Flor Morena’

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD de seus 10 anos de carreira.

A música ‘Flor Morena’ é um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora. Confira em todas as plataformas digitais.

 

Coisas de Osmar

Poetinha da Amazônia, Osmar júnior postou em sua página, no Facebook: “Não se preocupe. O Deus conhece seus desejos e pensamentos. Vê você fazendo sexo ou nú, desejando o mau ou bem. Mas para um criador isso não interessa né? O que interessa é a sua sabedoria e amor, não se sinta paranóico. O que é da carne é da carne, o que é do espírito é do espírito”.

 

Nova geração

Muitos artistas da nova cena musical amapaense estão aparecendo com qualidade e tocando e cantando demais. Parabéns, nova geração da arte tucuju.

 

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Conheça o que é o Marabaixo

 

O Marabaixo é uma manifestação folclórica afro-amapaense, que consiste em homenagear o Divino Espírito Santo e a Santíssima Trindade em duas partes: a sagrada (missas, novenas, ladainhas) e a profana (dança do Marabaixo, bailes). Essas homenagens ocorrem durante o ciclo do Marabaixo, que começa sempre na Páscoa e termina no Domingo do Senhor (primeiro domingo após Corpus Christi). Durante os festejos, misturam-se rituais africanos (corte dos mastros, quebra da murta, danças) e europeus-católicos (missas, novenas, procissões). A origem do nome é incerta: alguns afirmam que vem do árabe marabut (louvar); outros afirmam que vem do fato dos escravos serem trazidos mar abaixo nos navios negreiros (ou seja, da África para o Brasil).

Na dança do Marabaixo, as mulheres vestem-se com anáguas, saias rodadas floridas, camisa branca, colares, lenço no ombro e flor atrás da orelha, uma versão estilizada das roupas das escravas. Os homens usam roupas brancas e tocam com duas baquetas grandes tambores chamados caixas ou caixa de Marabaixo. Tanto os tocadores quanto as mulheres cantam os versos improvisados chamados ladrões; muitos desses versos têm teor religioso. Todos dançam em círculo, sentido anti-horário e ao redor de si mesmos.

Está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.

Em novembro de 2028, o Marabaixo foi reconhecido como Patrimônio Cultural e Imaterial do Brasil, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional – Iphan.

 

 

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Quem num lindo jardim nasceu
E se transformou em um Império de amor
Oh! Águia! Por você dou minha vida
Zona querida que o divino abençoou

Wilson Cardoso/Marquinho Inova

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Pangeia

Cantor e compositor amapaense, Paulinho Bastos vai realizar o show Pangeia – Tudo Junto e Misturado, nesta sexta (5), no Farofa Tropical (esquina da Av. José A. Siqueira com a Rua São José – Laguinho), a partir das 21h.

Participações especiais de Oneide Bastos, Goreth Bastos e Mary Bucher. Reservas: 98137-3130.

 

Carnaval

Liesap já se organizando para trabalhar o projeto do carnaval de 2025. Presidente Jocildo Lemos diz que a agenda está de acordo com o planejamento.

 

Museu

Programação cultural pra marcar o aniversário de 22 do Museu Sacaca, nesta sexta (5), a partir das 8h30, com homenagens, exposição, marabaixo, show com Osmar Júnior, feira, etc.

 

Fumcult

Luara Albuquerque é a nova diretora presidente da Fundação de Cultura de Macapá (Fumcult), em substituição a Caetano Bentes, que retorna a vereança.

 

‘Herança Nagô’

Título da música do poeta Wilson Cardoso em parceria com o cantor Amadeu Cavalcante, que está no repertório do último disco de Amadeu, batizado de ‘Equinócio’.

 

Sentinela Nortente

Sentinela Nortente é o nome do primeiro disco de Amadeu Cavalcante, lançado em 1989, com obras do Poetinha da Amazônia, Osmar Júnior, e uma em parceria com Fernando Canto (Tajá).

 

Samba

Sambista Nonato Soledade está com novo disco pra ser lançado em breve. A música ‘Canto de Lamento’ faz parte do projeto. É composição dele com Darlan Ribeiro. Essa toca no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9).

 

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Cantoras de Brasília regravam clássico de John Lennon

 

Uma música mundialmente conhecida, cinco cantoras de Brasília e um só objetivo: ajudar ao próximo. Inspiradas pela letra da imortalizada canção Imagine, de John Lennon, o grupo feminino de cantoras brasilienses “Elas cantam clássicos” resolveu apoiar a Central Única de Favelas (Cufa) da capital federal oferecendo o que elas têm de mais precioso em troca de doações para a instituição.

“A ideia é fazer exatamente o que a letra prega: um mundo de paz, sem fome, sem guerras com todo mundo compartilhando e vivendo em paz”, salientou. “Dessa música, que se parece com uma oração, vamos fazer uma ação, que é ajudar alguém de forma prática. Escolhemos ajudar, desta vez, a Central Cufa- DF, que vai direcionar a verba para o projeto Cufa Natal Escolar”, completou Ana Lélia, que também é empresária do Girassol Studios e ao lado do produtor Jonathas Pingo.

Além dela, participam desse cover as cantoras Daniela Firme, Nathalia Cavalcante, Ana Clara Hayley e Carol Melo. “A música ficará disponível no Youtube da Cufa-DF e lá terá um link para PicPay em que as pessoas poderão ajudar”, finalizou.

O grupo formado por cantoras autorais e independentes de Brasília surgiu com a finalidade de se ajudarem como artistas independentes, além de ajudarem ao próximo através de parcerias com projetos sociais. O grupo foi criado no ano passado, e até hoje, em razão da pandemia, só se apresentou ao público por duas vezes. (Jennifer da Silva – Suporte MF Press Global).

 

 

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O mundo tá perdido
Com o sumiço do cupido
Que eu flechei num tiro certo
Pro gelo derreter

Fernando Canto/Nivito Guedes

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Agenda

Na sexta (19) tem show de Patrícia Bastos em Macapá, no Restaurante 313, na Av. Iracena Carvão Nunes – centro, às 22h30. Reservas e informações: 96 99108-0070.

 

Música

Banda Mano Hoots está lançando sua nova música, Bancos de Areia. Já tocando na Diário FM 90,9, no programa O Canto da Amazônia.

 

Luto

Faleceu na tarde desta quarta (3), o Savino (José Figueiredo de Souza), criador do bloco de rua A Banda (o maior da região Norte). Deixa um legado incomparável no segmento do carnaval amapaense.

 

Expofeira

A Expofeira do Amapá, que tradicionalmente acontece no final de setembro e termina no início de outubro, este ano pode ser em agosto, devido as eleições municipais de outubro.

 

‘Voz da Taba’

Título  do 8º álbum da cantora Patrícia Bastos, também nome da música de Enrico Di Miceli e Salgado Maranhão. Disco disponível em todas as plataformas digitais.

 

Caetano

Novo álbum do cantor e compositor, Xande de Pilares, ‘Xande Canta Caetano’, está dando o que falar em todo o Brasil. O disco está disponível nas plataformas digitais.

 

‘Poder da Criação’

Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhum no mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira).

 

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Mazagão Velho: berço da cultura amapaense

 

Mazagão Velho é um lugar cheio de encantos e rico em manifestações culturais, é lá que narramos o início da morada da história cultural amapaense, guardada há mais de dois séculos de vida no coração daquele povo.

 

O rio Mutuacá é o registro do início desse berço cultural, vindo de mar abaixo lá das bandas da mãe África, as danças das senzalas trouxeram em navios negreiros as maravilhas dos irmãos calejados da luta, grandes movimentos que expressam a arte e fincaram no Amapá a nossa maior manifestação cultura que é o Marabaixo, dança que perpetua nossa raiz folclórica. Essa expressão virou mania em todo o estado, mas foi no pátio da cidade de Mazagão Velho a criação dessa história.

 

Todo dia 23 de janeiro, Mazagão Velho festeja seu aniversário de cultura, recordando os momentos de conquistas trazidas dos Marrocos e que se instalaram aqui na nossa terra por volta de 1771, fincando o coração na vila que passou também a se denominar Mazagão, em homenagem à terra africana. Das várias contribuições marroquinas, existe a Festa de São Tiago, realizada todos os anos em Mazagão Velho.

 

Vários projetos e movimentos artístico-culturais defendem a sustentam a bandeira da tradição histórica do povo de Mazagão Velho como o marabaixo, grupos de dança, teatro, artesanato, artes plásticas, histórias, vídeos, ladainhas, festas religiosas, gravações de CD’s e outras manifestações de resistência cultural do povo da terra do padroeiro, São Tiago, filho daquele lugar que respira cultura.

 

 

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Bonita à beça
Amazonicabocla
Não há como essa
Beijo na boca

Sérgio Souto e Joãozinho Gomes

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‘Gratidão’

Título da música gravada pelo cantor amapaense, Elson Samer. Ele pertence à Banda Gospel Renovação. O louvor é de autoria de Heraldo Almeida e Aureliano Neck.

 

Ciclo

Começou a programação do Ciclo do Marabaixo 2024, nas comunidades e com os grupos que realizam a festa. Laguinho, Favela e Campina Grande.

 

Luto

Faleceu no final de semana, o jovem ativista cultural, Alan Loureiro. Ele era marabaixeiro, do carnaval, de matriz africana. Grande perda.

 

‘Amor, amor’

Autor da conhecida música, hit dos anos 80, Amor Amor, o Magno, faleceu no sábado (30), em Fortaleza (CE).

Ele nasceu no Rio Grande dp Norte, mas fez carreira em Belém (PA).

 

Poetas

Grupo Poetas Azuis (Tiago Soeiro e Pedro Stkls) tem projeto de poesia e música, com discos e várias obras lançadas e reconhecidas. Disponíveis nas plataformas digitais.

 

‘Aqui no Quintal’

Título da nova música do poetinha Osmar Júnior, parte do novo projeto desse artista tucuju. Com participação especial de Nilson Chaves, a interpretação ficou lindona. Ouça no programa ‘O Canto da Amazônia’ (DiárioFM 90,9), às 16h.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga em parceria com Gonzaga Blantez, gravada por Eudes. Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos. Parabéns.

 

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Marabaixo da Aceitação abre o Ciclo do marabaixo Na Favela

 

No sábado, 30, o Barracão da Tia Gertrudes, localizado na Favela, será palco da abertura do Ciclo do Marabaixo em Macapá. Esta manifestação cultural secular, que ocorre anualmente, inicia-se em sincronia com parte do calendário litúrgico da Igreja Católica e estende-se até o “Domingo do Senhor”, após o Dia de Corpus Christi.

 

O Ciclo do Marabaixo é um evento festivo repleto de rituais ancestrais, enraizados nas tradições afro-amapaenses. Entre as atividades programadas, destacam-se o levantamento dos mastros, as rezas, ladainhas, danças, cantorias e palestras. Além disso, não faltarão os emblemáticos momentos de marabaixo, acompanhados da tradicional “gengibirra” e do reconfortante “cozidão” (caldo de carne), servidos gratuitamente às comunidades participantes.

 

O ponto alto deste ritual é o “Marabaixo da Aceitação”, marcado para o “Sábado de Aleluia”, a partir das 17h. Este evento simbólico acontece quando os festeiros do ano em curso recebem as bandeiras da Santíssima Trindade dos Inocentes, em uma comovente celebração lúdica e religiosa. Neste momento, rogam proteção e expressam gratidão à Trindade, cultuada com devoção na Favela.

Reconhecido como a mais autêntica manifestação cultural amapaense, o Marabaixo recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em novembro de 2018, concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O calendário cultural do Amapá reserva inclusive um dia específico para esta manifestação tradicional, o dia 16 de junho, designado como o “Dia Estadual do Marabaixo”.

 

Os festejos do Ciclo do Marabaixo não apenas celebram as raízes afro-amapaenses, mas também fortalecem os laços comunitários e perpetuam as tradições ancestrais. Além de atrair visitantes de outras regiões, contribuem significativamente para a promoção da cultura local e para o turismo cultural no Estado do Amapá.

 

Dentre as guardiãs do Marabaixo da Favela, destaca-se a figura emblemática de Gertrudes Saturnino, reconhecida como uma matriarca dessa manifestação cultural. Tia Gertrudes, como carinhosamente era chamada, foi não apenas uma líder comunitária, mas também uma mestra na arte do Marabaixo. Seu legado perdura através do Barracão Tia Gertrudes, um espaço que vai além das festividades, sendo um símbolo de identidade e pertencimento para as comunidades afrodescendentes do Amapá. Representa a luta incansável pela preservação das tradições e pela valorização da cultura ancestral.

 

O Barracão da Tia Gertrudes fica localizado na avenida Duque de Caxias, 1203, no bairro de Santa Rita, antiga Favela. As caixas irão rufar a partir das 17h. (Texto: Cláudio Rogério/Comunicação – Foto: Gabriel Penha).

Comunicação: Cláudio Rogério

 

 

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Bonita à beça
Amazonicabocla
Não há como essa
Beijo na boca

Sérgio Souto e Joãozinho Gomes

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Valorização

A valorização da arte e da cultura é fundamental para a construção da sociedade e para fomentar o desenvolvimento econômico. Valorizar o artista e sua arte é valorizar a própria história, a própria vida.

 

Poder da Criação

Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhum no mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira).

 

Índio

Cantor Amadeu Cavalcante e o poeta Wilson Cardoso são autores da música, ‘Sou Índio Sim’, lançada no projeto Sescanta Amapá, em 2022. A interpretação é de Cléverson Baía.

 

Instituto

O Movimento Costa Norte, criado na década de 1980, por Osmar Júnior, Zé Miguel, Val Milhomem e Amadeu Cavalcante, vai virar Instituto. É um belo projeto de valorização da música autoral produzida no Amapá.

 

‘Ariri’

Música de Finéias Neluty em homenagem a região do Ariri, interior de Macapá, que recebe dezenas de pessoas nos finais de semana para curtir o lugar. Essa, também toca no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90.9).

 

‘Todo Homem’

Título da música de Zeca Veloso, filho de Caetano Veloso, que já fez parte de uma das novelas da TV Globo. “Todo homem precisa de uma mãe…”. Bela canção.

 

Poder da Criação

Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhum no mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira).

 

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Fui visto no luar de seu quintal

 

Um dia lembrei que conheci você. Nesse mesmo dia imaginei que você apareceria para confirmar o que eu afirmo ser verdade.

Um dia em sua vida eu existi e fiz parte de um mundo que abraçava o que de mais belo existia no sorriso da lembrança que pertencia a você. Quando o amanhã nascer de novo,  você lembrará de um amor verdadeiro e inocente que existiu pra você e que você encontrou em algum lugar ou em alguém. Quando isso acontecer você lembrará de mim de alguma forma, mesmo não precisando agora.

Esperarei esse instante chegar dentro do seu coração, pois será lá a minha morada de espera, até a guerra de não me querer, passar.

Um minuto, um adeus, um momento único irá despertar quando o sol chegar e anunciar que fiz morada em seu sentimento e que você sorriu sem notar que minha existência lhe atingiu, mesmo sem você notar, mas foi verdadeiro.

E assim caminho na estrada sinuosa para ter, um dia, a afirmação que algo foi visto passando em forma de luar no seu quintal e acenando, mesmo do alto, que me notou em que agora faço parte de suas lembranças. Ufa! Eu existo. Obrigado.

 

 

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Bonita à beça
Amazonicabocla
Não há como essa
Beijo na boca

Sérgio Souto e Joãozinho Gomes

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Valorização

A valorização da arte e da cultura é fundamental para a construção da sociedade e para fomentar o desenvolvimento econômico. Valorizar o artista e sua arte é valorizar a própria história, a própria vida.

 

Poder da Criação

Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhum no mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira).

 

Índio

Cantor Amadeu Cavalcante e o poeta Wilson Cardoso são autores da música, ‘Sou Índio Sim’, lançada no projeto Sescanta Amapá, em 2022. A interpretação é de Cléverson Baía.

 

Instituto

O Movimento Costa Norte, criado na década de 1980, por Osmar Júnior, Zé Miguel, Val Milhomem e Amadeu Cavalcante, vai virar Instituto. É um belo projeto de valorização da música autoral produzida no Amapá.

 

‘Ariri’

Música de Finéias Neluty em homenagem a região do Ariri, interior de Macapá, que recebe dezenas de pessoas nos finais de semana para curtir o lugar. Essa, também toca no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90.9).

 

‘Todo Homem’

Título da música de Zeca Veloso, filho de Caetano Veloso, que já fez parte de uma das novelas da TV Globo. “Todo homem precisa de uma mãe…”. Bela canção.

 

Poder da Criação

Não, ninguém faz samba só porque prefere, coisas nenhum no mundo interfere sobre o poder da criação (Paulo Cézar Pinheiro e João Nogueira).

 

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Videoclipes e filmes produzidos por artistas amapaenses serão exibidos na Bibliogarden

 

Encerrando as programações em homenagem ao mês da mulher, o Coletivo Juremas, o grupo Abeporá das Palavras e a Arte da Pleta, promovem nesta terça-feira, 26, a partir das 19h, a exibição gratuita de filmes e clipes musicais protagonizados por mulheres do segmento cultural. Na Bibliogarden – Garden Shopping – Rodovia Josmar Chaves Pinto.

 

O Cine Juremas “Mulheres na Tela” apresentará os filmes “Essa Terra é meu Quilombo” e “Águias e Serpentes, e os videoclipes “Oferenda”, “Faces da Madrugada” e “Apimentada”. “Essa Terra é meu Quilombo”, é um filme de Rayane Penha que conta a história de mulheres negras moradoras de quilombos urbanos no Amapá.  A obra trata da vivência e relações de sabedoria ancestral das quilombolas com suas terras, a colheita com a agricultura, a cura que vem das plantas, e a preservação de suas culturas.

 

“Águias e Serpentes”, baseado no livro de mesmo nome, trata do universo poético da escritora Carla Nobre. “Oferenda” é um clipe da música autoral de Sabrina Zahara, que compõe o primeiro álbum solo da artista, “Faces da Madrugada”, videoclipe da rapper Yanna Mc, aborda diversidades em várias áreas: cultural, religiosa, racial e social. A letra da música fala de preconceito e discriminação. “Apimentada” apresenta uma composição musical interpretada por Deize Pinheiro.

 

De acordo com Andreia Lopes, coordenadora do evento, o objetivo além de homenagear as mulheres é divulgar o que vem sendo realizado. “É uma oportunidade da sociedade conhecer um pouco sobre o trabalho que tem sido realizado por protagonistas femininas”. (Assessoria de imprensa: Ana Anspach – 96 99112-5488).

 

 

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Você precisa saber da piscina
Da margarina, da Carolina
Da gasolina
Você precisa saber de mim

Os Mutantes

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Encerrou

Inscrições de artistas nos editais da Lei Paulo Gustavo encerraram. Agora é aguardar as aprovações das premiações. Todos os segmentos do estado estão sendo contemplados.

 

Homenagem

Coletivo Juremas realiza, nesta terça (26), homenagens ao Dia da Mulher, ocorrido em 8 de março.

Serão exibidos os filmes: “Essa Terra é Meu Quilombo”, “Águias e Serpentes”, baseado no livro da poeta Carla Nobre e os clipes das cantoras Sabrina Zahara, Deize Pinheiro e Yanna MC. Na Bibliogarden – Garden Shopping – Rodovia Josmar Pinto, 19h.

 

Central

Foi um sucesso a Central do Marabaixo, no Centro de Cultura Negra, domingo e segunda. Uma mostra de como acontece o Ciclo do Marabaixo, nos locais que realizam o festejo.

 

Mudanças

No cenário do carnaval amapaense, artistas profissionais de vários quesitos já estão sendo procurados por dirigentes de escolas de samba. A dança das cadeiras já começou.

 

Referência

Cantor e compositor paraense, Chermont Júnior é referência quando o assunto é festival de música. Já mora no Amapá há mais de 30 anos, ele diz que defende a música tucuju, nos festivais que participa pelo Brasil.

 

Costa Norte

Movimento Costa Norte está de volta com agenda de shows no Mercado Central. Data ainda sem definição.

Os criadores, Osmar Júnior, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Val Milhomem e, agora, Joãozinho Gomes, estão reunindo e definindo o formato do projeto. Aguardem.

 

Valorização

A valorização da arte e da cultura é fundamental para a construção da sociedade e para fomentar o desenvolvimento econômico. Valorizar o artista e sua arte é valorizar a própria história, a própria vida.

 

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O que é arte contemporânea?

 

A arte contemporânea é arte de hoje, produzida a partir da segunda metade do século XX e no século XXI. Não há um consenso entre os autores sobre o início do período contemporâneo na arte, mas considera-se que a arte contemporânea, em seus estilos, escolas e movimentos, tenha surgido após a Segunda Guerra Mundial, como ação de ruptura com a arte moderna.

Artistas contemporâneos trabalham em um mundo globalmente influenciado, culturalmente diverso e tecnologicamente avançado. Diversificada e eclética, a arte contemporânea como um todo se distingue pela própria falta de um princípio organizador uniforme, ideologia ou ” ismo “. A arte contemporânea faz parte de um diálogo cultural que diz respeito a estruturas contextuais mais amplas, como identidade pessoal e cultural, família, comunidade e nacionalidade.

Depois da guerra, os artistas mostraram-se voltados às verdades do inconsciente e interessados pela reconstrução da sociedade. Sobrepôs-se aos costumes a necessidade da produção em massa. Quando surgia um movimento na arte, este revelava-se por meio das variadas linguagens, através da constante experimentação de novas técnicas.

A arte contemporânea se mostrou mais evidente na década de 50, período que muitos estudos consideram o início do seu estado de plenitude. A efervescência cultural da década começou a questionar a sociedade do pós-guerra, rebelando-se contra o estilo de vida difundido no cinema, na moda, na televisão e na literatura.

Além disso, os avanços tecnológicos foram convulsivamente impulsionados pela corrida espacial e, como amostra dessa influência, as formas dos objetos tornaram-se, quase subitamente, aerodinâmicas e alusivas ao espaço, com forte recorrência ao brilho do vinil. A ciência e a tecnologia abriram caminho à percepção das pessoas, de que a arte feita por outros, poderia estar a traduzir as suas próprias vidas. (https://pt.wikipedia.org/).

 

 

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Sou mãe preta e sonhei com Zumbi
Dizendo pra mim que meus ancestrais
Nasceram das caravelas
De remos que vinham para cá…

Mayara Braga/Zé Maria Cruz/Wilson Cardoso

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Música

Cantor e compositor, Nathal Villar, tem nova música e já está tocando no programa O Canto  da Amazônia (Diário FM 90,9). ‘Metamorfose da Paixão’ em homenagem ao mestre Djavan.

 

Costa Norte

Movimento Costa Norte está de volta com agenda de shows no Mercado Central. Data ainda sem definição.

Os criadores, Osmar Júnior, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Val Milhomem e, agora, Joãozinho Gomes, estão reunindo e definindo o formato do projeto. Aguardem.

 

‘Coração Sonhador’

Amadeu Cavalcante preparando o lançamento de seu novo disco, Coração Sonhador, que também é o nome de uma música dele em parceria com o poeta, Wilson Cardoso.

 

Valorização

A valorização da arte e da cultura é fundamental para a construção da sociedade e para fomentar o desenvolvimento econômico. Valorizar o artista e sua arte é valorizar a própria história, a própria vida.

 

Todo Homem

Título da música de Zeca Veloso, filho de Caetano Veloso, que já fez parte de uma das novelas da TV Globo. “Todo homem precisa de uma mãe…”. Bela canção.

 

Todo Música

Título do primeiro disco solo do cantor e compositor, Enrico Di Miceli, e nome da música em parceria dele com Joãozinho Gomes. Disponível em todas as plataformas digitais. #BomDeOuvir.

 

Africaribe Amazon

Novo álbum do cantor e compositor amapaense, Finéias Neluty, Africaribe Amazon, está em todas as plataformas digitais. São oito músicas que valorizam o que é nosso.

 

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Fui visto no luar de seu quintal

 

Um dia lembrei que conheci você. Nesse mesmo dia imaginei que você apareceria para confirmar o que eu afirmo ser verdade.

 

Um dia em sua vida eu existi e fiz parte de um mundo que abraçava o que de mais belo existia no sorriso da lembrança que pertencia a você. Quando o amanhã nascer de novo,  você lembrará de um amor verdadeiro e inocente que existiu pra você e que você encontrou em algum lugar ou em alguém. Quando isso acontecer você lembrará de mim de alguma forma, mesmo não precisando agora.

 

Esperarei esse instante chegar dentro do seu coração, pois será lá a minha morada de espera, até a guerra de não me querer, passar.

 

Um minuto, um adeus, um momento único irá despertar quando o sol chegar e anunciar que fiz morada em seu sentimento e que você sorriu sem notar que minha existência lhe atingiu, mesmo sem você notar, mas foi verdadeiro.

 

E assim caminho na estrada sinuosa para ter, um dia, a afirmação que algo foi visto passando em forma de luar no seu quintal e acenando, mesmo do alto, que me notou em que agora faço parte de suas lembranças. Ufa! Eu existo. Obrigado.

 

 

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O mundo tá perdido
Com o sumiço do cupido
Que eu flechei num tiro certo
Pro gelo derreter

Fernando Canto/Nivito Guedes

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Encerramento

Inscrições de artistas para os editais da Lei Paulo Gustavo encerram na segunda (25). Para o Amapá são mais de 30 milhões para fortalecer a cultura do estado.

 

Marcador

O jovem Augusto Júnior é o novo marcador da quadrilha junina Simpatia da Juventude, de volta depois de alguns anos em outros grupos. Júnior tem um belo trabalho premiado e respeitado por esse segmento. Parabéns.

 

Central do Marabaixo

Dias 24 e 25 de março vai contecer a Central do Marabaixo para fortalecer e divulgar o Ciclo do Marabaixo e suas tradições. A partir das 16h, no Centro de Cultura Negra – Laguinho.

O objetivo é mostrar a tradição dos grupos culturais que realizam o Ciclo do Marabaixo, que este ano inicia no “Sábado de Aleluia”, 30 de março, e segue até o “Domingo do Senhor”, 2 de junho.

 

Calendário

Federações, Associações e Ligas estão definindo os calendários dos eventos para a quadra junina 2024. Os Festivais (concursos) vão acontecer em junho com encerramento no iníio de julho.

 

Cultura

Cultura é um conceito amplo que representa o conjunto de tradições, crenças e costumes de determinado grupo social. Ela é repassada através da comunicação ou imitação às gerações seguintes.

 

Tradição

Tradição é a continuidade ou permanência de uma doutrina, visão de mundo, costumes e valores de um grupo social ou escola de pensamento. Várias disciplinas acadêmicas também usam a palavra de maneiras distintas.

 

Nova Geração

Cantor, compositor e músico amapaense, Natai Santana é um artista da nova geração da cena musical amapaense.

Filho de Beto Oscar, também músico e consagrado cantor e compositor tucuju, o jovem nos representa. Parabéns.

 

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