Direito ao auxílio da Lei Aldir Blanc


Detentores e detentoras dos bens registrados e trabalhadores de setores associados ao Patrimônio Cultural, podem acessar o benefício financeiro instituído pela Lei 14.017, conhecida como Lei Aldir Blanc, que prevê auxílio a profissionais do setor cultural. A iniciativa busca apoiar profissionais da área que sofreram com impacto das medidas de distanciamento social por causa do coronavírus (Covid-19).

 

Ao todo, o Governo Federal liberou R$ 3 bilhões para o setor, recurso que já está sendo enviado aos estados e municípios, por meio do Ministério do Turismo. Eram quatro lotes de repasses, três já foram finalizados. O quarto termina dia 26 de outubro. A legislação permite que o auxílio ocorra de três formas: pagamento de uma renda emergencial aos trabalhadores da cultura em três parcelas de R$ 600; subsídio mensal de R$ 3 mil a R$ 10 mil para manutenç ã o de espaços culturais; e realização de ações de incentivo à produção cultural, como a realização de cursos, editais, prêmios e chamadas públicas.

 

Para acessar o benefício, trabalhadores junto aos órgãos de cultura estaduais e municipais – responsáveis por administrar a verba para essa modalidade de auxílio – poderão ter acesso às informações sobre os prazos exigidos, cadastramento e operacionalização da Lei. O texto também prevê o benefício a diversos segmentos artísticos e culturais, dentre os quais estão a preservação do Patrimônio Cultural, históri co, arqu itetônico, arqueológico, bibliotecas, museus e demais acervos. (http://portal.iphan.gov.br).

 

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Meu coração tropical
Amanheceu batucando por você
Eu não sou anormal
Aqui do outro lado do Brasil

Osmar Júnior

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Quadrilhando

Quadrilha junina Simpatia da Juventude, vai realizar dois concursos num só dia, 12 de dezembro, a partir das 18h. Garoto Junino e Miss Caipira Gay.

Inscrições e informações pelo telefone 98402-8655 e 98111-1443. O local ainda não foi definido.

 

‘Novidades’

Título do novo projeto musical do cantor e compositor amapaense Zé Miguel, que anuncia o lançamento para ainda esse ano. O artista adianta que vem ‘Novidades’ por aí.

 

Talento

Jovem artista amapaense, Mariana Brito é pianista, professora de música, doutorando em piano e outras qualidades, é sucesso garantido para a arte musical do nosso Brasil.

Ela reside em Porto Alegre (RS), onde estuda, e sua veia artística vem do pai o cantor e compositor Ronery Brito. Talento puro.

 

‘Retalho’

Projeto Retalho lança o single ‘Noites Branca’, disponível nas plataformas digitais. O compositor Eduardo Camargo, autor da obra, diz que a música marca um novo momento do disco.

 

‘Iárica’

Título de uma música nova que o poeta Joãozinho compôs em parceria com o compositor Cristovão Bastos, para a cantora Patrícia Bastos.

 

‘Grito de Liberdade’

Música da cantora e compositora amapaense Rose Show, ‘Grito de Liberdade’. Uma canção no ritmo do marabaixo para valorizar a força, luta e conquista da mulher tucuju.

“Eu quero mudar, Amapá/Eu quero voar, Brasil/Eu sou mulher pra enfrentar, borboletas a mil…”.

 

Poesia

Jovem poeta amapaense Neto Romano, com belos textos deixa seu talento registrados em suas inúmeras poesias (Escritores AP – YouTube).

“Quero beijar o canto da sua boca e tocá-la com as pontas dos meus dedos/Silenciosamente para quê o mundo aplauda nossa forma de amor sem culpa…”.


Costumes do povo tucuju


Folclore é o conjunto de tradições, lendas, crenças e costumes populares. Cada Região possui costumes próprios de seu povo, seja na alimentação, nas danças ou nas crenças.

Na alimentação destacam-se: a maniçoba, o vatapá, o caruru, o pato no tucupi, a caldeirada de tucunaré, o camarão no bafo, a farofa de pirarucu, o pirarucu, etc. A castanha-do-Brasil está presente nos doces, bolos, biscoitos, tortas, sorvetes, cremes, etc.

Dentre as bebidas podemos citar o açaí, bacaba, tacacá, refresco de cupuaçu, de graviola, de maracujá, de taperebá, etc.

A dança típica do povo amapaense é o Marabaixo, que é dançado durante a festa do divino espírito santo e Santíssima Trindade. Um mastro é levantado e as pessoas dançam em torno, ao som de caixas e tambores. Durante a festa são servidas certas iguarias típicas como: beijo-de-moça, quindim, rosquinha, beijus, mingau de banana e de farinha de tapioca, etc.

Na localidade de Igarapé do Lago, no município de Macapá, é dançado o batuque. Existem locais onde as comunidades conservam as tradições que são apresentadas nas festas religiosas.

Em Macapá a principal festa é a do padroeiro São José, seguindo-se o Círio de Nazaré. No Curiaú, comemoram a Festa do Divino e São Joaquim. No Igarapé do Lago, festejam o Divino e Nossa Senhora da Piedade. Em Mazagão Velho é comemorada a Festa de São Thiago. Na maioria das festividades dos santos padroeiros locais é dançado o Marabaixo, dança que caracteriza o povo amapaense.

Na quadra junina são apresentados os cordões de pássaros, do boi e quadrilhas juninas. São notáveis as participações das comunidades nesse entretenimento folclórico. Os cordões consistem em representações teatrais, na maneira típica do povo. Durante o desenvolvimento da história, as personagens dialogam e cantam no linguajar local.

No Amapá existem lendas interessantes como do Manganês, do João de Gatinha, da Pedra do Guindaste e uma enorme quantidade de fantasias, como a do Boto, importante peixe do Amazonas.

 

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Pelas estradas nuas
Seguindo o sol
Embrionando as águas
Em véu de avenidas

Nathal Villar

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Entrevistas

Programa Luiz Melo Entrevista, das 7h às 9h, na Diário 90,9FM, iniciou na segunda (19), sua rodada de entrevistas com os candidatos a prefeito de Macapá.

Artistas estão atentos às propostas para fortalecer e valorizar os segmentos do município.

 

Destaque

O site da cultura ocantodaamazonia.com está destacando a nova música de Lia Sophia, ‘Ela Chegar Pra Ficar’, lançada na sexta (16) em todas as plataformas digitais.

“Estou cada vez mais madura e certa do que quero fazer e aonde quero chegar. Me sinto livre para ousar, arriscar e sei que o público que me ouve entende bem isso”, disse a artista.

 

Representante

A poetisa amapaense, Annie de Carvalho, vai representar sua terra na antologia, Luiz Vaz de Camões e convidados, da Editora Mágico de Oz.

A artista tucuju diz que se sente feliz em representar seu estado nessa importante obra luso-brasileira e agradece pela confiança em seu trabalho.

Parabéns.

 

‘Lamento’

Título da obra musical do cantor e compositor Ozy Rodrigues, em parceria com Dagoberto Paranhos.

“Terra lavrada, irrigada e fertilizada, com sangue e suor dos negros que aqui aportaram…”

Bela canção.

 

‘Todas as Luas’

Nome de um dos discos (CD) do cantor e compositor amapaense Nivito Guedes. É uma ótima pedida para você ouvir em casa, no carro, no trabalho…em qualquer lugar.

Boa pedida.

 

Negritude

Um agrado especial e merecido à professora e poeta Maria Áurea, a ‘Negra Áurea’, como gosta de ser chamada.

Com sua voz forte e poderosa, declama seus belos poemas e ilustra com amor os temas sobre a negritude.

Parabéns.

 

‘Orgulho Meu

Título de um dos belos sambas do cantor e compositor Carlos Pirú, em homenagem ao Laguinho, bairro onde nasceu.

“Orgulho meu que eu canto agora onde nasci, me criei, Laguinho tem muita história…”.


‘Ela Chegou Pra Ficar’: nova música de Lia Sophia


Uma batida tropical e pop, um convite para dançar e girar a saia, assim é ‘Ela Chegou Pra Ficar’. O novo single de Lia Sophia é um carimbó eletrônico pronto para invadir as pistas de dança. Depois de ‘Ai Menina’, hit em todo o Brasil e trilha sonora da novela ‘Amor, Eterno Amor’ e ‘Incendeia’, lançada em ‘A Força do Querer’, atualmente reprisada em horário nobre, novelas da Rede Globo, Lia Sophia agora canta o amor que está chegando para ficar.

Nesta sexta-feira, 16, a cantora e compositora Lia Sophia lançou sua nova música ‘Ela Chegou Pra Ficar’, um Carimbó eletrônico gravado em São Paulo, já disponível em todas as plataformas digitais. Produzido por Lia Sophia e Bernardo Massot, ‘Ela Chegou Pra Ficar’ mantém a latinidade sempre presente nos trabalhos da artista.

Gravada durante a pandemia, a música fala de quem está ansioso para receber o seu amor que está chegando para ficar. A composição é de Lia Sophia com os parceiros Bernardo Massot, Marcelo Brito e Charles Júnior e foi gravada no estúdio Loud em São Paulo, com masterização de Ricardo Garcia, no Rio de Janeiro. Os arranjos são de Bernardo e Lia Sophia, guitarras de Igor Capela e Rafa Kabelo.

A nova música dá continuidade à mistura do pop, do eletrônico com o Carimbó e as levadas da Guitarrada que ela vem fazendo, buscando aproximar o público jovem dos ritmos paraenses, além de manter o diálogo entre o local e o universal. “Estou cada vez mais madura e certa do que quero fazer e aonde quero chegar. Me sinto livre para ousar, arriscar e sei que o público que me ouve entende bem isso”, revela a artista. (Sônia Ferro – Lambada Produções).

 

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Meu coração menino
Trás no peito um beija flor
A procura de ninho
Voando atrás do teu amor

Beto Oscar e Helder Brandão

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A voz

Respeitando as opiniões, mas a voz da consagrada cantora Gal Costa merece ser considerada a melhor do país.

Além da rara afinação cantando os clássicos da MPB, ela é dona de uma interpretação genial.

É a voz.

 

‘Carimbó Pop’

É assim que a cantora Lia Sophia conceitua sua nova música, ‘Ela Chegou Pra Ficar’, lançada nesta sexta (16), em todas as plataformas digitais.

“É um carimbó pop, bem eletrônico, que conta a história de alguém que está ansioso pra receber o seu amor que está chegando pra ficar”, disse a artista.

 

Como será?

Uma indagação pertinente que alguns artistas estão fazendo com relação à próxima gestão do município de Macapá, a partir de 1º de janeiro de 2021.

Eles admitem que o prefeito Clécio valorizou a classe artística, respeitou e oportunizou todos os segmentos.

 

Tambores

Até o momento não teve nenhuma manifestação do movimento negro com relação ao tradicional Encontro dos Tambores, que acontece no mês de novembro no Centro de Cultura Negra, sede da UNA – Laguinho.

A programação faz parte da Semana da Consciência Negra.

 

‘Poesia de Rio’

Título de um dos livros do poeta, escritor, compositor e cantor Mauro Guilherme.

É um artista que tem respeito e reconhecimento pelas inúmeras obras literárias.

Parabéns.

 

Pirataria

Pirataria, também chamada de ‘Pirataria Moderna’, é a prática de reproduzir, distribuir, ou mesmo, vender produtos sem autorização de seus autores.

Pela legislação vigente no país a pirataria é crime e a pena pode chegar a 4 anos de reclusão e multa.

A Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual do Ministério da Cidadania Para Combater a Pirataria, está promovendo ações que fortalecem o sistema de proteção aos direitos autorais e de combate à pirataria. (www.cultura.gov.br).

 

Cuidado

Embora os artistas estejam retornando com suas atividades para realizar seus trabalhos, mas o momento requer cuidados e seguindo os protocolos de segurança e saúde, devido à pandemia do novo Coronavírus.


Quem foi Zumbi dos Palmares?


Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.

Zumbi dos Palmares nasceu no estado de Alagoas, no ano de 1655. Foi um dos principais representantes da resistência negra à escravidão na época do Brasil Colonial. Foi líder do Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas. O Quilombo dos Palmares era localizado na região da Serra da Barriga, que, atualmente, faz parte do município de União dos Palmares (Alagoas). Na época em que Zumbi era líder, o Quilombo dos Palmares alcançou uma população de aproximadamente trinta mil habitantes. Nos quilombos, os negros viviam livres, de acordo com sua cultura, produzindo tudo o que precisavam para viver.

Aos sete anos de idade foi entregue a um padre católico, de quem recebeu o batismo e ganhou o nome de Francisco. Aprendeu a língua portuguesa e sua religião, mas aos 15 anos de idade, voltou para viver no quilombo.

Em 1680, com 25 anos de idade, Zumbi torna-se líder do quilombo dos Palmares, comandando a resistência contra as topas do governo. Durante seu “governo” a comunidade cresce e se fortalece, obtendo várias vitórias contra os soldados portugueses. O líder Zumbi mostra grande habilidade no planejamento e organização do quilombo, além de coragem e conhecimentos militares.

O bandeirante Domingos Jorge Velho organiza, no ano de 1694, um grande ataque ao Quilombo dos Palmares. Após uma intensa batalha, Macaco, a sede do quilombo, é totalmente destruída. Ferido, Zumbi consegue fugir, porém é traído por um antigo companheiro e entregue as tropas do bandeirante. Aos 40 anos de idade, foi degolado em 20 de novembro de 1695.

 

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O mundo tá perdido
Com o sumiço do cupido
Que eu flechei num tiro certo
Pro gelo derreter

Fernando Canto/Nivito Guedes

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Endereço

A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Larissa Dutra, planeja a mudança da sede do órgão – que deverá ocorrer até fevereiro de 2021.

A instalação no novo endereço, localizado na quadra 702/902 Sul, em Brasília (DF), representará uma economia de R$ 14,2 milhões [ano], aos cofres públicos. (portal.iphan.gov.br).

 

Criançada

Ainda em homenagem ao Dia da Criança [12 de outubro], a direção do Museu Sacaca vai realizar uma programação especial para comemorar a data.

No sábado (17) e domingo (18), das 9h às 17h, com a seguinte agenda: Contação de histórias, Yoga Kids, lançamento de livro infantil, educação ambiental, grupo de dança e meditação kids.

 

Tambor

Cantor e compositor amapaense, Zé Miguel nos deu de presente mais uma bela obra musical: ‘Tam Tam do Tambor’.

“O Tam Tam do Tambor que não se cala, é testemunho vivo da história…”.

 

‘Filho da Aldeia’

Título da música que o compositor e músico Dossel (Roberto Barrucho) vai lançar na primeira semana de novembro, nas plataformas digitais.

 

Precursor

O sambista negro João Falconery de Sena foi o primeiro mestre-sala de Boêmios do Laguinho e do carnaval amapaense.

Seu bailado e sua ginga estão na memória daqueles que o viram na passarela do samba.

#Memória.

 

‘Tempos Remotos’

Título da primeira parceria musical do poeta Joãozinho Gomes com o músico e cantor Thiago K.

A música está disponível em todas as plataformas digitais.

 

Referência

Músico percussionista amapaense, Nena Silva (da comunidade de Curiaú) é referência quando o assunto é tocar caixa de Marabaixo e tambor de Batuque.

Já gravou e fez shows com vários artistas da Amazônia e em muitas cidades do país.
É dono de uma técnica refinada e original.

#Respeito.


O Mundo Pela Janela


ilustrada pela premiada artista plástica Thais Linhares, a obra fala da pandemia da Covid-19 de maneira sutil: o vírus é citado como monstros que acabaram de chegar. Embora se refira ao momento atual, ‘O Mundo Pela Janela’ não se limita, já que a sensação de tédio e a saudade dos amigos pode se repetir em diversas outras ocasiões.

Este é o 133º livro de Regina Drummond, neta do consagrado poeta brasileiro Carlos Drummund de Andrade. Entre os lançamentos, já recebeu prêmios e destaques, entre eles o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Nascida em Minas Gerais, Regina Drummond é formada em Língua e Literatura Francesas. Atualmente mora em algum lugar entre São Paulo, no Brasil, e Munique, na Alemanha.

Trata-se de uma obra para crianças a partir dos 5 anos, em versos rimados, que fala da pandemia de um jeito sutil: as crianças estão presas em casa, tristes e sozinhas, se sentindo como passarinhos na gaiola, enquanto, lá fora, os monstros atacam sem dó. As belas ilustrações da premiada ilustradora e artista plástica Thais Linhares complementam a obra.

Regina Drummond é mineira. Mora em algum lugar entre São Paulo, no Brasil, e Munique, na Alemanha, mas vive mesmo é viajando pelo mundo afora. É pós-graduanda em Literatura Infantil e Juvenil na UCAM e fala francês, inglês e alemão. Além de ser autora de mais de 130 livros, Regina também é tradutora, mas o que ela mais gosta é de contar histórias. Sua obra já recebeu prêmios e destaques, entre eles o ‘Prêmio Jabuti’, da Câmara Brasileira do Livro como editora e uma indicação para o mesmo prêmio como autora; selos ‘Altamente Recomendável ; e ‘Acervo Básico’, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; além de terem sido traduzidos para outros idiomas. (Gabriela kugelmeier).

 

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Olha meu amor
O que eu quero é te beijar
Seja onde for
Ou aqui ou acolá

Joãozinho Gomes/Amadeu Cavalcante

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Carnaval

A presidente da Liga das Escolas de Samba do Amapá (Liesap), Lizete Jardim, publicou na página da instituição, no Facebook:

“A Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap) decidiu pelo adiamento da realização dos desfiles das escolas de Samba do Carnaval 2021, devido a pandemia da Covid-19. A decisão foi tomada durante uma reunião na sede da entidade, na última terça-feira, 6, onde os representantes das agremiações carnavalescas decidiram pela realização do evento nos dias 30 e 31 de julho, caso já tenha vacina nesse período. Do contrário, a entidade irá deliberar uma nova data para a realização dos desfiles”.

 

Poesia

Poeta Joãozinho Gomes é o representante amapaense no festival ‘Poesia, a Arte do Encontro’, de Dois Córregos (SP).

O evento vai acontecer na sexta (16), ao vivo, pelas redes sociais do Instituto Usina de Sonhos.

 

‘Flor Morena’

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD dos seus 10 anos de carreira, que sai em novembro.

A música ‘Flor Morena’ foi um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora.

Confira nas redes sociais da artista e plataformas digitais.

 

Internacional

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.

Uma bela interpretação.

Veja no canal da artista, no YouTube.

 

Show

No sábado (17) o cantor e compositor, João Amorim, tem show agendado no projeto ‘Ribeirinho’, na peixaria Amazonas (orla de Macapá), a partir das 20h.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga. Uma parceria com Gonzaga Blantez.

Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos.

Parabéns.

 

Jingles

Compositor e produtor, Finéias Nelluty informa que está produzindo Jingles para a campanha eleitoral 2020.

“São mais de 20 anos realizando esse projeto”, disse Neluty.

Informações: 99115-1774.


Religiões afro-brasileiras e o sincretismo


Mediante o processo de colonização no Brasil, a Igreja Católica se colocava em um delicado dilema ao representar a religião oficial do espaço colonial. Em algumas situações, os clérigos tentavam reprimir as manifestações religiosas dos escravos e lhes impor o paradigma cristão. Em outras situações, preferiam fazer vista grossa aos cantos, batuques, danças e rezas ocorridas nas senzalas. Diversas vezes, os negros organizavam propositalmente suas manifestações em dias-santos ou durante outras festividades católicas.

Ao manterem suas tradições religiosas, muitas nações africanas alimentavam as antigas rivalidades contra outros grupos de negros atingidos pela escravidão. Aparentemente, a participação dos negros nas manifestações de origem católica poderia representar a conversão religiosa dessas populações e a perda de sua identidade. Contudo, muitos escravos, mesmo se reconhecendo como cristãos, não abandonaram a fé nos orixás, voduns e inquices oriundos de sua terra natal. Ao longo do tempo, a coexistência das crendices abriu campo para que novas experiências religiosas – dotadas de elementos africanos, cristãos e indígenas – fossem estruturadas no Brasil.

É a partir dessa situação que podemos compreender porque vários santos católicos equivalem a determinadas divindades de origem africana. Além disso, podemos compreender como vários dos deuses africanos percorrem religiões distintas. Na atualidade, não é muito difícil conhecer alguém que professe uma determinada religião, mas que se simpatize ou também frequente outras.

Dessa forma, observamos que o desenvolvimento da cultura religiosa brasileira foi evidentemente marcado por uma série de negociações, trocas e incorporações. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que podemos ver a presença de equivalências e proximidades entre os cultos africanos e as outras religiões estabelecidas no Brasil, também temos uma série de particularidades que definem várias diferenças. Por fim, o sincretismo religioso acabou articulando uma experiência cultural própria. (Texto: Rainer Sousa)

 

 

Música

Compositora e cantora, Lia Sophia lança sua nova obra musical, ‘Ela Chegou Pra Ficar’, na sexta (16).
Nas redes sociais da artista

 

Alternativa

Cantores continuam gravando vídeos e publicando nas redes sociais.
É uma boa alternativa para ficarem mais próximos do público.

 

Nas escolas

Movimento Nação Marabaixeira já realizou três festivais ‘Cantando Marabaixo Nas Escolas’, valorizando a cultura-mãe do Amapá: O Marabaixo.
O projeto contempla adolescentes, jovens e professores com composições próprias e gravação de disco.
Coordenação e direção são do ativista cultural Carlos Pirú.

 

Nova geração

Cantora amapaense, Loren Cavalcante se destaca pela bela voz cantando as temáticas regionais amazônicas.
É da safra da nova geração da boa música brasileira.
Parabéns.

 

Memória

Jornalista e pesquisador, João Lázaro, o ‘Janjão’, está resgatando a memória histórica do Amapá. Tudo retratado em seu blog ‘porta-retrato-ap.blogspot.com’ e uma Fan Page (Facebook).
São postagens de fotos antigas, documentos, vídeos, recortes de jornais e revistas, depoimentos, narrativas e outros que retratam a história e a memória do Amapá.

 

Presente

Amigo, poeta, cantor e compositor, Ricardo Iraguany me presenteou com o livro ‘Poetas na Linha Imaginária’.
Além de seus poemas, a coletânea possui obras de vários poetas amapaenses.
Recomendo.

 

Marabaixo

O livro do escritor Fernando Canto, ‘O Marabaixo Através da História’, é uma explanação didática sobre o Marabaixo e seus rituais.
“Não traz a pretensão de um artigo científico”, disse o autor.
Aconselho.


Museu Sacaca: cultura do povo da floresta


OMuseu Sacaca é um lugar encantador pela temática que oferece a quem visita aquele lugar. É como se você estivesse morando no meio da floresta, na beira do lago, dos rios e convivendo com o povo ribeirinho que habita àquele lugar e navega num regatão, conhecendo a cultura Waiãpi. Uma verdadeira viagem pela Amazônia e seus costumes. E, tudo isso, sem sair de Macapá.

É oficialmente o Centro de Pesquisas Musicológicas do Amapá, uma instituição cultural e científica localizada na cidade de Macapá (AP), subordinado ao Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), órgão público responsável por fomentar e divulgar a produção científica e tecnológica local. Está sediado em uma extensa área de aproximadamente 12 mil metros quadrados, no bairro do Trem.

 

O Museu foi Inaugurado em 1997, com o objetivo de promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, abrangendo o saber científico e o saber popular dos povos amazônicos, além de divulgar as pesquisas realizadas pelo Iepa, por meio de exposições e atividades didáticas. Tem como destaque maior o circuito expositivo a céu aberto, construído com a participação das comunidades indígenas, ribeirinhas, extrativistas e produtoras de farinha do estado.

Em 1999 o espaço recebeu o nome de “Museu Sacaca de Desenvolvimento Sustentável”, em homenagem a Raimundo dos Santos Souza (1926-1999), o mestre “Sacaca”, curandeiro local de grande importância para a difusão da medicina natural junto à população amapaense. Em 2002, após a criação de um novo estatuto, o museu foi reinaugurado com o nome atual: ‘Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca’.

 

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Quem avistar o Amazonas nesse momento
E souber transbordar de tanto amor
Este terá entendido
O jeito de ser do povo daqui

Val Milhomem/Joãozinho Gomes 

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Proposta

Com o início da campanha política partidária [no rádio e na TV], os artistas aguardam dos candidatos boas propostas para os segmentos culturais do Amapá. É preciso.

 

‘Formigueiro’

Título do primeiro disco do cantor e compositor Val Milhomem, em homenagem ao lugar aonde nasceu e mora até hoje, atrás da histórica igreja de São José, Centro de Macapá.

O local é conhecido como Formigueiro.

 

Esperança

Artistas comentam que aguardam do próximo prefeito de Macapá a mesma valorização que tiveram na gestão de Clécio Luis.

“Fomos respeitados nos dois mandatos do Clécio”, comentam os artistas.

 

Belo cantar

A jovem cantora amapaense, Deize Pinheiro, é dona de uma voz que faz bem aos ouvidos de quem ama a boa música popular brasileira.

Ela tem um tom refinado no cantar, uma interpretação divinal e um repertório encantador.

 

‘Festejo’

Título de uma bela música composta por Rambolde Campos e Joel Elias, no ritmo do marabaixo, a cultura mãe do Amapá.

“Corre menina, chama o Munjuca, hoje é dia do senhor. É tanto devoto levando a bandeira que a Trindade abençoou…”.

 

Movimento

O projeto de um movimento independente pela valorização, massificação e divulgação da música do Amapá está sendo concluído. Aguardando.

 

Urubu

Poeta Joãozinho Gomes e o cantor e compositor Eudes Fraga, assinam a bela obra musical ‘Urubu Mestre do Voo’, gravada por vários artistas.


Joãozinho Gomes: poeta orgulho da Amazônia


Música, canto, poesia, literatura, pássaros, rios, viagens, sons, ritmos e gente se juntam num grande caldeirão cultural pra saudar um dos maiores letristas do Brasil, Joãozinho Gomes.

Poeta, compositor, escritor e cantor, Joãozinho Gomes é filho da Amazônia paraense, nascido na capital [Belém] em 20 de outubro de 1957. Bem cedo, aos 12 anos de idade, já escreveu algo que “imaginei ser um poema”, diz ele. E, logo descobriu sua vocação para a poesia. Seu caminho foi guiado para a Música Popular Brasileira (MPB), e hoje é autor de mais de quinhentas canções compostas ao lado de parceiros, muitos deles já consagrados no cenário musical brasileiro, como: Chico Cézar, Lecy Brandão, Nilson Chaves, Jean Garfunkel, Jane Dubc, Enrico Di Miceli, Val Milhomem, Amadeu Cavalcante, Jane Duboc, Eudes Fraga, Walter Freitas e tantos outros artistas da nossa aldeia amazônica. Assim como parceiros de letra, muitos intérpretes consagrados também cantaram suas obras.

Joãozinho Gomes assinou muitos CD’s com parceiros filhos dessa imensa Amazônia musical, diferente de outras partes do país, com um tempero vindo da floresta e capaz de encantar a quem por aqui pisa e prova desse sabor da terra santa da arte.

De tantas canções espalhadas no leito musical do cancineiro brasileiro, o poeta Joãozinho Gomes assina, pelo menos duas, como suas expressões mais próximas do coração: ‘Jeito Tucuju’, em parceria com o amigo Val Milhomem, que declara amor e sentimento eterno com o rio Amazonas, (Quem avistar o Amazonas nesse momento e souber transbordar de tanto amor, esse terá entendido o jeito de ser do povo daqui), e ‘Pérola Azulada’, com Zé Miguel, com expressiva declaração de amor a terra, como nação e como morada, (Eu amor você, terra minha amada, minha oca meu iglu, minha casa, à bênção minha mãe).

Recentemente em um CD, ainda não lançado, com Patrícia Bastos, Enrico Di Micele e o próprio Joãozinho Gomes, batizado de ‘Timbres e Temperos’, foi gravado e estamos aguardando a sua chegada.

 

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A bênção tia Venina
Sacaca e mestre Bolão
A bênção tia Dica Congó
Tia Vilsa e mestre pavão

Ilan do Laguinho 

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Nas redes

Nova música do grupo de samba Gente de Casa, ‘‘Amor à Primeira Vista’, lançada, ontem (9), no programa O Canto da Amazônia (Diário 90,9FM), já está em todas as plataformas digitais.

 

‘Grito de Liberdade’

Título da música da cantora e compositora Rose Show, com produção do saudoso músico Walber Silva.

 

Destaque

Já com 15 anos de carreira, o cantor Albe Matos, nascido em Almeirim (PA), tem uma voz privilegiada que interpreta o fino da boa música popular brasileira.

O artista reside em Santana, no Amapá, há 20 anos.

 

Rifa

Associação Folclórica e Cultural Simpatia da Juventude realiza neste sábado (10), uma rifa com objetivo de angariar recursos para a quadra junina 2021.

Evento vai acontecer através de uma live, na página ‘Tigre Rei’, no Facebook, a partir das 18h.

 

Poesia

Amigo, escritor Romualdo Palhano me presenteando com o livro de poesias:‘Entre Irmãos’, escrito por seus filhos, José Luna e Juan Luna.

Obrigado e parabéns.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga em parceria com Gonzaga Blantez, gravada por Eudes.

Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos.

Parabéns!

 

Literatura

Poeta escritor, Ivaldo Souza tem vários livros lançados e a cada dia vem se destacando com belas obras que retratam as belezas da natureza.

Parabéns.


Saiba o que é poesia


Apoesia é uma forma de se expressar e transmitir sentimentos, emoções e pensamentos. Antigamente as poesias eram cantadas, acompanhadas pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isto, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico.

O Dia Nacional da Poesia é comemorado em 14 de março, pois foi nesta data que nasceu o grande poeta brasileiro Castro Alves, em 1847. Foi conhecido como o poeta dos escravos por ter lutado arduamente pela abolição da escravatura no Brasil. Poeta romântico, Castro Alves morreu de tuberculose na capital baiana [Salvador], em 06 de julho de 1871, com apenas 24 anos. Ele escreveu obras clássicas como ‘Navio Negreiro’ e ‘Espumas Flutuantes’.

A poesia, ou gênero lírico, é uma das sete artes tradicionais pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos, ou seja, ela retrata algo em que tudo pode acontecer dependendo da imaginação do autor como a do leitor.

Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas: A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte. A arte é a poesia, a obra o poema e o poeta o artífice. O sentido da mensagem poética também pode ser a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.

Num contexto mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem, ainda que, não necessariamente, verbal.

 

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Uma cidade na linha do equador
Onde Deus e a natureza derramaram o seu amor
A intimidade entre rio e a fortaleza
Emoldura sua beleza Macapá morena flor

Serginho Sales

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Acervo

A Fundação Casa de Rui Barbosa, em parceria com a VM Cultural, vai digitalizar as obras do poetinha e diplomata Vinícius de Moraes.

O trabalho deverá ter a duração aproximada de 12 meses até sua conclusão.

Ao todo, serão digitalizados mais de 10 mil documentos pertencentes ao acervo.

 

Costa Norte

Artistas do Movimento Costa Norte, Val Milhomem, Amadeu Cavalcante, Zé Miguel e Osmar Júnior, em breve, estarão com agendas de shows e o retorno do projeto.

 

Lançamento

Nesta sexta (9), às 16h, no programa O Canto da Amazônia (Diário 90,9FM), o grupo de samba ‘Gente de Casa’ estará lançando a terceira música do novo projeto: ‘Amor à Primeira Vista’. Sintonizem.

 

Festival

No sábado (10), às 17h, estreia o Festival Arte Como Respiro – Poesia Surda, no site do Itaú Cultural www.itaucultural.org.br. #SeLiga.

 

Homenagem

Cantora e compositora, Maria Eli é autora do belo samba de exaltação, ‘Tons do Arco-Íris’.

Compôs em homenagem à sua escola do coração, Maracatu da Favela.

 

Nova geração

Cantora amapaense, Loren Cavalcante se destaca pela bela voz, cantando as temáticas regionais da Amazônia.

É da safra da nova geração da boa música brasileira.

Parabéns.

 

Novidade

Artista plástico e designer, Ralfe Braga está escrevendo sua primeira obra literária. Nela, conta um pouco de sua bela carreira artística.

Já estamos na ‘cuíra’. #aguardando.


Marapanim: a terra do Carimbó


O Carimbó é considerado um gênero musical de origem indígena, porém, como diversas outras manifestações culturais brasileiras, miscigenou-se recebendo outras influências, principalmente negra. Seu nome, em língua tupi, refere-se ao tambor com o qual se marca o ritmo, o curimbó, feito de tronco de madeira e pele de animal.

Surgida em torno de Belém (PA) na zona do Salgado (Marapanim, Curuçá, Algodoal) e na Ilha de Marajó, passou de uma dança tradicional para um ritmo moderno, influenciando a lambada e o zouk. O município de Marapanim é considerado ‘a terra do carimbó’. Na sede do município e em outras localidades existem dezenas de conjuntos de Carimbó, tais como: Flor da Cidade, Uirapuru, Raízes, Os Brasas de Marapanim, entre outros. O maior compositor de todos os tempos foi um marapaniense, mestre Lucindo Rabelo da Costa, nascido às margens do Rio Cajutuba.

De rara beleza poética, as canções compostas por Mestre Lucindo falavam de mar, lua, sol, mulher, saudade, pescaria, pássaros, afim, de todas essas coisas que fazem parte do cotidiano do paraense nascido e criado na região do Salgado.

Sendo a música preferida pelos pescadores marajoaras, embora não conhecida como carimbó até então, o ritmo atravessou a baía de Guajará com esses pescadores e veio dar em praias do Salgado paraense. Em algumas regiões próximas às cidades de Marapanim e Curuçá, o gênero se solidificou, ganhando o nome que tem hoje.

Maranhãozinho, no município de Marapanim; e Araquaim, em Curuçá, são dois dos sítios que reivindicam hoje a paternidade do gênero, sendo o primeiro o mais provável deles. Em Marapanim, na região do Salgado, nordeste paraense, o gênero é bastante cultivado e acontece anualmente o Festival de Carimbó de Marapanim – O Canto Mágico da Amazônia, no mês de novembro, como lembra, Vanilson Monteiro (Vavá), um dos filhos mais ilustres e apaixonados dessa terra santa e abençoada.

Em setembro de 2014 o carimbó foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan.

 

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É a mãe d’água
É a rainha sereia
O encanto das águas
Mãe do rio

Osmar Júnior

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Poesia

O site da cultura ocantodaamazonia.com está publicando ‘A Poesia da Semana’.

O poeta Mauro Guilherme está na vez com ‘Caramuru Selvagem’. Visite.

 

Inscrições

O Sesc Amapá está com inscrições abertas [até 23 de outubro], para o edital online de credenciamento de propostas de apresentações artísticas de música.

Informações no site www.sescamapa.com.br.

 

Compositor

Ontem (7) foi comemorado o Dia do Compositor Brasileiro. Aqui, faço meu registro em reconhecimento a esses criadores musicais do Amapá, que tornam nossas vidas mais doces com o sabor de suas belas obras.

“Compositores, encham os regadores com lágrimas de amores e reguem flores…” (Joãozinho Gomes/Enrico Di Miceli – CD Amazônica Elegância).

 

Exposição

Acontece a partir desta quinta-feira (08), até o dia 18 de outubro, em Belém (PA), a exposição ‘Conhecer Para Preservar’. É uma homenagem ao Círio de Nazaré.

Imagens fotográficas dos eventos que compõem a manifestação estão disponíveis no Teatro Estação Gasômetro (Av. Governador Magalhães Barata, 830 – São Brás).

Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil, o Círio de Nazaré é também reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Unesco. (portal.iphan.gov.br).

 

‘Doce Cantar’

Título de uma belíssima obra musical da cantora e compositora, Ana Martel, registrada no disco (CD) ‘Sou Ana’.

Uma dose de “negras brancas, amarelas…”.

 

‘Canto de Casa’

Nome do projeto da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), que valoriza os artistas da música regional tucuju.

Em breve, estará de volta!.

 

Festival

Vem aí o Festival de Música do Meio do Mundo, com assinatura da Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap).

Ainda sem data definida. #NoAguardo.