Branka grava clássico de Tom Jobim e Vinícius de Moraes


Quarentena para a cantora e compositora Branka, é sinônimo de produtividade. Ela vem compondo, gravando, fez clipe e lives, e está sempre lançando um novo single. O primeiro do ano será lançado nas plataformas digitais, no Dia da Bossa Nova, 25 de janeiro (segunda-feira), quando se completam 94 anos de nascimento do maestro Antonio Carlos Jobim. A data foi escolhida justamente para homenagear Tom, com um clássico da parceria dele com o poetinha Vinícius de Moraes: ‘A Felicidade’.

“Resolvi gravar ‘A Felicidade’ numa batida de samba de quadra, aproximando a bossa nova da Sapucaí. Com o adiamento do carnaval, fazer essa releitura foi uma forma de reverenciar a nossa maior festa, uma festa que gera empregos e leva nossa cultura para o mundo”, explica Branka, idealizadora do trabalho.

Com produção musical e arranjo de Carlinhos 7 Cordas, a gravação foi feita no Studio 3, no Grajaú, Zona Norte do Rio de Janeiro, com toda segurança, cuidado e músicos separados nos ‘aquários’. No time dos músicos, além de Carlinhos nos violões 6 e 7 cordas, só feras: Fernando Merlino no piano; Márcio Hulk no cavaco; Dirceu Leite nos sopros; Camilo Mariano na bateria; Léo Guimarães no baixo; Jaguara, Esguleba e Pirulito na percussão. E no coro: Jussara Silva,  Analimar e Ronaldo Barcellos.

 Branka começou na carreira como Karyme Hass, e, quando foi de Curitiba, sua cidade natal, para o Rio de Janeiro, caiu nas rodas de samba, onde era chamada de ‘branquinha’. Foi assim que virou Branka, cantora e compositora.

A artista aproveitou bem a pandemia: fez live em homenagem a Clara Nunes; lançou singles de sucessos da cantora – ‘Menino Deus’ (Mauro Duarte / Paulo César Pinheiro) e ‘Feira de Mangaio’ (Sivuca / Glória Gadelha) –; compôs e gravou músicas próprias, como ‘Palavras Sinceras’, falando de empoderamento feminino e relacionamentos abusivos, e que também ganhou clipe; e fez lives par matar a saudade dos palcos e do público. (Sheila Gomes – Assessoria de Imprensa).

 

 

COMPOSITOR: É um profissional que escreve música. Normalmente o termo se refere a alguém que utiliza um sistema de notação musical que permita a sua execução por outros músicos. Em culturas ou gêneros musicais que não utilizem um sistema de notação, o termo compositor pode-se referir ao criador original da música.

 

 

Quem avistar o Amazonas nesse momento
E souber transbordar de tanto amor
Este terá entendido
O jeito de ser do povo daqui
Val Milhomem/Joãozinho Gomes 
Em estúdio

Poetinha da Amazônia, Osmar Júnior está em estúdio gravando seu novo disco e anuncia que terá participação de vários artistas locais.

 

Vivo

Dia 29 de janeiro (sexta) vai acontecer o show ‘Manoel Cordeiro Vivo’. Um encontro de artistas em prol do tratamento de saúde do maestro Manoel Cordeiro. Às 20h, ao vivo pelo canal ‘brasileiríssimos’, no Facebbok e Youtube.
Artistas confirmados: Patrícia Bastos, Fafá de Belém, Dona Onete, Felipe Cordeiro, Pinduca, Chimbinha, Tulipa Ruiz, Kassin, Vital Lima, Lucinha Bastos, Pedrinho Cavallero, Natália Matos, Pedrinho Callado, Camila Honda, Donatinho e DJ Patricktor4.

 

Referência

Programa ‘O Canto das Amazônia’, que apresentamos de segunda à sexta, na Diário FM 90,9, é a referência dos artistas amapaenses.
É um programa com a cara e o jeito da nossa gente, com uma linguagem regional bem amazônica de ser.

 

‘A Face do Meu Amor’

Título do novo disco do cantor e compositor, Rambolde Campos, e de uma música em parceria com o poeta, Joãozinho Gomes.

 

Aniversário

Dia 4 de fevereiro a cidade de Macapá estará completando 263 anos de criação. É uma boa data para ouvir as músicas que falam das belezas que tem aqui.
“Quero te ver Macapá, quero-te verde e mais sã. Quero poder a cordar e fazer uma nova manhã…” (Naldo Maranhão).

 

‘Histórias de Desamor’

Título do livro de Mauro Guilherme, publicado em 2012, foi republicado como e-book e ganhou nova capa. Podemos encontrá-lo na livraria virtual www.amazon.com.br.
A obra foi premiada no Concurso de Contos da Associação Nacional dos Escritores, em 2006.

 

Família de Légua

Tem música nova de Meio Dia da Imperatriz na área, ‘Salve Família de Légua, Salve Zé Raimundo’. Um samba bem pra cima, do jeito que o povo gosta. Parabéns.


Os bastidores da luta contra a escravidão


A Redenção de Antônio Bento é a primeira biografia de um dos maiores abolicionistas brasileiros. De impressionante atualidade a obra mostra a saga do humanista Antônio Bento, da metade do século XIX, que lutou contra a escravidão, o racismo, a falta de assistência aos menos favorecidos, a corrupção no sistema político, a mídia corrompida e a injustiça social.

A obra é uma homenagem ao herói e também esclarece diversas controvérsias sobre a vida de Antônio Bento. Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro (economista paulista, bacharel em Direito e empresário), bisneto direto do biografado, e a professora paulist a Débora Fiuza de Figueiredo Orsi (editora, redatora e revisora), apresentam uma pesquisa profunda e criteriosa com fontes primárias. Enriqueceu a produção a viúva de Antônio Bento, dona Benedicta Amélia, que criou o pai do autor e se constituiu na ponte de gerações ao transmitir esses registros históricos

Com endosso do sociólogo e político Florestan Fernandes (1920 – 1995), o lançamento relata a luta contra a escravidão de uma São Paulo na qual prevaleciam os interesses dos escravagistas.

Os bastidores da organização dos Caifazes, movimento abolicionista paulistano, também são destaque na obra, já que Antônio Bento assumiu a liderança da ação após a morte do poeta Luís Gama. O volume é rico em fotos, memórias e documentos da vida do juiz considerado “o John Brown brasileiro” por um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Joaquim Nabuco. O livro contém mais de 300 referências bibliográficas consultadas, mas as principais são as da imprensa de Antônio Bento, como o jornal A Redempção, de 1887 a 1899, reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

A Redenção de Antônio Bento é uma obra atemporal que provoca reflexão sobre os dias atuais. Uma verdadeira homenagem ao herói que também esclarece vários pontos controversos sobre sua vida. (Gabriela Kugelmeier – Link de venda www.antoniobento.com e https://amzn.to/2XOyjig).

 

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‘Cantando Aqui’

Título da nova música de Osmar Júnior, lançada nesta quarta (20), no programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9).
Foi gravada pelos artistas do Movimento Costa Norte (Amadeu Cavalcante, Val Milhomem, Zé Miguel e Osmar Júnior). Tocada pelos músicos Taronga, Cléverson Baía, Piska Martins, Walber Silva e Fabinho Mont’Alverne.

 

Avaliação

Secretário Aluízio Carvalho (Seafro), diz que 2020 foi um ano difícil, por causa da pandemia, mas a secretaria criou condições para desenvolver alguns projetos. A distribuição de alimentos para 40 comunidades quilombolas foi um dos destaques.
“Numa articulação com a Secult, lançamos pela Lei Aldir Blanc, um Edital específico para a Semana da Consciência Negra, envolvendo cerca de 120 artistas negros. Em fevereiro esses contemplados estarão recebendo os recursos e, conseqüentemente, se apresentando on line”, concluiu o secretário.

 

Reforma

Secretário Aluízio Carvalho (Seafro), também informou que está no calendário da Seinf, desde o início do ano passado, a reforma do Centro de Cultura Negra (sede da UNA).
O secretário Alcyr Matos deve se pronunciar em breve.

 

‘Morena Brejeira’

Amapaense Patrícia Bastos e outras artistas brasileiras, foram convidadas pela cantora e compositora paraense, Sabah Moraes, para gravar a música ‘Morena Brejeira’.
A canção já está disponível nas plataformas digitais.
https://youtu.be/q_8XNME0byo. #ConfereLá.

 

Referência

Professora Laura do Marabaixo é um dos destaques da nova geração de mulheres marabaixeiras amapaenses.
Compositora de ladrão de marabaixo, cantadeira, dançadeira, tocadeira de caixa de marabaixo e tambor de batuque.
É completa nesse segmento.

 

Música

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar, lançou o single ‘Nada Será Como Antes’ (música de Milton Nascimento/Ronaldo Bastos).
Participação especial da pianista, cantora e compositora, Delia Fischer. Baixe o álbum e ouça pelo: http://ricardobacelar.com.br/discografia/ao-vivo-no-rio.

 

‘Eu Vim do Mar’

Título da música do compositor amapaense, Paulinho Bastos, gravada pela paulista Mari Furquim, em seu 1º disco ‘Princesa de Iaocá’.
A canção tem participação especial da cantora amapaense, Patrícia Bastos, com produção de Dante Ozetti.


Os bastidores da luta contra a escravidão


A Redenção de Antônio Bento é a primeira biografia de um dos maiores abolicionistas brasileiros. De impressionante atualidade a obra mostra a saga do humanista Antônio Bento, da metade do século XIX, que lutou contra a escravidão, o racismo, a falta de assistência aos menos favorecidos, a corrupção no sistema político, a mídia corrompida e a injustiça social.

A obra é uma homenagem ao herói e também esclarece diversas controvérsias sobre a vida de Antônio Bento. Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro (economista paulista, bacharel em Direito e empresário), bisneto direto do biografado, e a professora paulist a Débora Fiuza de Figueiredo Orsi (editora, redatora e revisora), apresentam o produto de 10 anos de uma pesquisa profunda e criteriosa com fontes primárias. Enriqueceu a produção a viúva de Antônio Bento, dona Benedicta Amélia, que criou o pai do autor e se constituiu na ponte de gerações ao transmitir esses registros históricos.

Com endosso do sociólogo e político Florestan Fernandes (1920 – 1995), o lançamento relata a luta contra a escravidão de uma São Paulo na qual prevaleciam os interesses dos escravagistas.

Os bastidores da organização dos Caifazes, movimento abolicionista paulistano, também são destaque na obra, já que Antônio Bento assumiu a liderança da ação após a morte do poeta Luís Gama. O volume é rico em fotos, memórias e documentos da vida do juiz considerado “o John Brown brasileiro” por um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, Joaquim Nabuco. O livro contém mais de 300 referências bibliográficas consultadas, mas as principais são as da imprensa de Antônio Bento, como o jornal A Redempçãode 1887 a 1899, reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

A Redenção de Antônio Bento é uma obra atemporal que provoca reflexão sobre os dias atuais. Uma verdadeira homenagem ao herói que também esclarece vários pontos controversos sobre sua vida. (Gabriela Kugelmeier – Link de venda www.antoniobento.com e  https://amzn.to/2XOyjig).

 

 

CURUPIRA: Curupira é uma figura do folclore brasileiro. Ele é uma entidade das matas, um moleque de cabelos compridos e vermelhos, cuja característica principal é os pés virados para trás.

 

Já aprendi voar dentro de você
Ancorar no espaço
Ao sentir cansaço
Ossos da jornada…
Zé Miguel/Joãozinho Gomes
 

 

‘Cantando Aqui’

Título da nova música de Osmar Júnior, lançada nesta quarta (20), no programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9).
Foi gravada pelos artistas do Movimento Costa Norte (Amadeu Cavalcante, Val Milhomem, Zé Miguel e Osmar Júnior). Tocada pelos músicos Taronga, Cléverson Baía, Piska Martins, Walber Silva e Fabinho Mont’Alverne.

 

Avaliação

Secretário Aluízio Carvalho (Seafro), diz que 2020 foi um ano difícil, por causa da pandemia, mas a secretaria criou condições para desenvolver alguns projetos. A distribuição de alimentos para 40 comunidades quilombolas foi um dos destaques.
“Numa articulação com a Secult, lançamos pela Lei Aldir Blanc, um Edital específico para a Semana da Consciência Negra, envolvendo cerca de 120 artistas negros. Em fevereiro esses contemplados estarão recebendo os recursos e, conseqüentemente, se apresentando on line”, concluiu o secretário.

 

Reforma

Secretário Aluízio Carvalho (Seafro), também informou que está no calendário da Seinf, desde o início do ano passado, a reforma do Centro de Cultura Negra (sede da UNA).  O secretário Alcyr Matos deve se pronunciar em breve.

 

‘Morena Brejeira’

Amapaense Patrícia Bastos e outras artistas brasileiras, foram convidadas pela cantora e compositora paraense, Sabah Moraes, para gravar a música ‘Morena Brejeira’. A canção já está disponível nas plataformas digitais. https://youtu.be/q_8XNME0byo. #ConfereLá.

 

Referência

Professora Laura do Marabaixo é um dos destaques da nova geração de mulheres marabaixeiras amapaenses.

Compositora de ladrão de marabaixo, cantadeira, dançadeira, tocadeira de caixa de marabaixo e tambor de batuque. É completa nesse segmento.

 

Música

O pianista, compositor e arranjador brasileiro Ricardo Bacelar, lançou o single ‘Nada Será Como Antes’ (música de Milton Nascimento/Ronaldo Bastos).

Participação especial da pianista, cantora e compositora, Delia Fischer. Baixe o álbum e ouça pelo: http://ricardobacelar.com.br/discografia/ao-vivo-no-rio.

 

‘Eu Vim do Mar’

Título da música do compositor amapaense, Paulinho Bastos, gravada pela paulista Mari Furquim, em seu 1º disco ‘Princesa de Iaocá’.

A canção tem participação especial da cantora amapaense, Patrícia Bastos, com produção de Dante Ozetti.
Extraordinário

O músico brasileiro Yamandu Costa, é uma excepcionalidade na arte de tocar violão com tanta técnica, improvisação, harmonia e perfeição.

O gênio gaúcho toca o instrumento de uma maneira diferente e as músicas executadas ficam mais ricas com seus arranjos de momento. #Extraordinário.


Sérgio Souto: cantor e compositor acreano


Sérgio Souto nasceu no dia 11 de julho de 1950, na cidade de Madureira, no estado do Acre. É um cantor, compositor e instrumentista brasileiro. Mudou-se aos quinze anos de idade com a família para o Rio de Janeiro, em busca de melhores oportunidades. Trouxe consigo na memória sons da sua Amazônia natal.

Trabalhou como fotógrafo, gráfico e vendedor até conseguir lançar seu primeiro sucesso como cantor, a música “Falsa Alegria”, vencedora do Festival Rodada Brahma de Música Popular e gravada em LP independente no ano de 1980. No ambiente dos festivais de música popular brasileira, frequentes na década de 70 e 80, conheceu Amaral Maia, compositor e letrista carioca, com quem iniciou sólida parceria e amizade desde então.

Participou de quase todos os grandes festivais de música do país: Rodada Brahma de Música Popular Brasileira; Festival 79 da TV Tupi (SP); Festival dos Festivais da TV Globo; Festival Rímula de Música do SBT, em São Paulo; Festival O Som das Águas da TV Manchete, em Lambari, MG e outros.

A carreira de Sérgio começou a atingir o grande público na década de 80, com a exibição de um videoclipe da música “Falsa Alegria” no programa Fantástico (Globo). Outro sucesso foi a música “Minha Aldeia”, participante do Festival dos Festivais de 1985 e integrante da novela Sinhá Moça de 1986 na mesma emissora.

Com um repertório que passa pela toada, samba, fado e música regional, as composições de Sergio Souto se enriqueceram com parceiros como Aldir Blanc (Circo Brasil) e Paulo César Pinheiro (Diamante) ao longo da década de 80 e seguintes.

A sofisticação e variedade dos arranjos de seus LPs ganharam o talento de mestres de nossa música como Jota Moraes e Gilson Peranzzetta. Se apresentou pelos principais palcos do Brasil, tais como maracanãzinho, Anhenbi, Olímpia, Teatro Amazonas, Teatro da Paz, Teatro Castro Alves, Teatro Carlos Gomes, Teatro Plácido de Castro, Dragão do Mar e outros tantos.

 

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‘Deusa’

Título da nova música do cantor e compositor, João Amorim, já em estúdio sendo gravada. Ele avisa que vai rolar clipe, também.
No aguardo!

 

Carnaval

Liga dos Blocos Carnavalescos – LIBA, agendou para fevereiro a live ‘Cantos e Encantos da Liba 2021’.
Dez blocos estarão participando: Unidos da Xexênia, Mancha Negra, A Cuca, Filhos da Mãe Luzia, Unidos do Pau Grande, Rolará, Kubalança, Bafo da Onça e Pica-Pau.

 

‘Mãe e Só’

Título de uma bela música dos compositores Celso Viáfora, Rafael Altério e Pedro Altério.
A obra foi gravada pela cantora Emília Monteiro no CD, ‘Cheia de Graça’.
“Mãe, numa taba do Alto Xingu parou de fazer beiju pra levar curumim ao Pajé. Mãe, quando a reza de fé não sarou mandou levar sinhazinha no candomblé…”.

 

‘Caramuru Selvagem’

Título da poesia de Mauro Guilherme que está no livro ‘Reflexões Poéticas’, lançado pelo artista, em 1998.
“Mataste a terra, mataste o ar, mataste o índio não cessando de matar. Matando de brincadeira e também por ambição: ave, onça, baleia, elefante, preguiça, leão…”.

 

Festival Multiplicidade’

De 21 a 24 de janeiro está agendado para acontecer a 16ª edição do ‘Festival on line Multiplicidade 20_21 – O Que Eu Quero Ainda Não Tem Nome’.
Ao vivo pelos canais do Festival, no Youtube!

 

‘Toda Vez’

Título da nova música de Nivito Guedes e Helder Brandão, gravada por Helder, já disponível nas redes sociais do artista.
“Toda vez que eu te vejo, meu bem. Penso a vida não devia ser fugaz, toda vez…”.

 

‘Fonte da Vida’

Título da música do poetinha Osmar Júnior, gravada em seu disco ‘Piratuba a Cantoria no Lago’, com arranjo do maestro amapaense, Joaquim França.
Bela homenagem aos rios do Amapá!


A poética na bíblia


Um dos estilos literários mais usados na bíblia sabemos que é o poema, aliás, é recomendável à quem quiser entender melhor o sentido dessa arte.

Foi observando uma vassoura e suas serdas, que são centenas varrendo o chão conjuntamente, isso no momento em que eu lia a frase bíblica, que diz mais ou menos isso: “nNão cairá uma folha das árvores que não seja do conhecimento de Deus”.

Para mim cada serda da vassoura é uma resposta segundo o espelho da alma naquele milésimo de segundo, por isso, ninguém explica Deus, ele é muito, muito rápido…

Aí um amigo pergunta:

Como vês a história de Adão e Eva e a coisa do fruto proibido, nudez e tudo mais?

_ Observando a serda da nudez agora, vês que nada é mais nú do que teus pensamentos diante da tua consciência, quando perdestes a inocência perante o desejo pecastes. Ganhastes o mundo, é isso que diz o poema, é só um poema para explicar algo grande, é pra isso que servem os poetas, era para isso as parábolas de Jesus.

Então não temas assim os poéticos pecados da carne, pois estás nú perante Deus e tua consciência o tempo todo.

Se um homem é capaz de perdoar, imagine Deus.

Ama, ama a Deus e ao próximo, amando em verdade à ele, amarás ao próximo certamente. É o que importa (Osmar Júnior).

 

 

AUTOR: É aquele que cria, causa ou dá origem a alguma coisa, especialmente obra literária, artística ou científica. É diferente de narrador.Na narratologia, o autor é uma das três entidades da história, sendo as outras o narrador e o leitor/espectador. O leitor e o autor habitam o mundo real. É função do ‘E’ desafia a ideia de que um texto pode ser atribuído a um único autor.

 

Bacabeira, bacabeira
O teu fruto no arguidá
Quando sangra é bacaba
E bacaba é Macapá
Enrico Di Miceli/Cléverson Baia/Joãozinho Gomes

 

Luto

O Dia do Riso, ontem (18), foi marcado pelo falecimento do maior humorista regional amazônico, Epaminondas Gustavo. Mais uma vítima da Covid-19. Descanse em paz.

 

‘Bento Banto’

Título de uma música de Zé Miguel e Joãozinho Gomes gravada pelo grupo Senzalas.
“A caixa, a murta, o mastro, o santo. A dança, a santa, a cor, o canto. Bento Banto, Bento Banto…”.

 

Premiada

Cantora roraimense, Euterpe avisa que terá ‘reprise’ on line, da 7ª edição do Prêmio Grão de Música, no dia 24 de janeiro (domingo), às 16h.
O evento acontecer em 3 de dezembro de 2020, onde a artista foi uma das premiadas, cantando ‘Outros Brasis’ (Roberto Dibo/Eliakin Rufino).

 

Home Estúdio

Cantor, compositor e produtor, Finéias Nelluty publicou em suas redes sociais (Facebook e Instagram), que a ’Nelluty Home Estúdio’ já está preparada e agendando gravações para 2021. É só ligar 96 99115-1774.

 

Honrarias

Poeta escritor, José Pastana recebeu, no início do ano, o título honorífico de ‘Personalidade Cultural 2020’, do príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, presidente da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes. Pastana é titular da cadeira nº 61 da instituição.
O artista, também recebeu a Medalha do Mérito Acadêmico, em reconhecimento ao trabalho que realiza em prol da cultura brasileira. Parabéns.

 

‘Pérola Azulada’

A música Pérola Azulada, de autoria de Zé Miguel e Joãozinho Gomes, foi gravada pela amazonense, Karine Aguiar em seu DVD, com  participação especial da  Orquestra Exp. Amazonas Filarmônica. Confira nas redes sociais da artista. #Espetacular.

 

‘Ilhanas’

As mulheres ribeirinhas da Amazônia receberam essa bela e justa homenagem. O poetinha Osmar Júnior compôs a música ‘Ilhanas’, gravada pelo paraense Paulinho Mururé.


Tacacá: iguaria típica da Amazônia


O tacacá é uma iguaria da região amazônica, em particular do Pará, Acre, Amazonas, Rondônia e Amapá. É preparado com um caldo fino de cor amarelada chamado tucupi, sobre o qual se coloca goma, camarão e jambu. Serve-se muito quente, temperado com sal e pimenta, em cuias. O tucupi vem da tapioca (da qual se prepara a goma), são resultados da massa ralada da mandioca que, depois de prensada, resulta num líquido leitoso-amarelado. Após deixá-lo em repouso, a tapioca fica depositada no fundo do recipiente e o tucupi, na sua parte superior.

Sua origem é dos indígenas paraenses e, segundo Câmara Cascudo, deriva de um tipo de sopa indígena denominada ‘mani poi’. Câmara Cascudo diz que “Esse mani poí fez nascer os atuais tacacá, com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos.”

O tacacá não é considerado uma refeição. É uma espécie de bebida ou sopa, servida em cuias e vendida pelas ‘tacacazeiras’, geralmente ao entardecer, na esquina das principais ruas das cidades nortistas. Na hora de servir são misturados, na cuia, tucupi, goma de tapioca cozida, jambu e camarão seco. Pimenta-de-cheiro a gosto.

O jambu é uma planta rasteira, companheira inseparável do tucupi na preparação dos pratos típicos da região norte, sobretudo do tacacá e do pato. Suas folhas, quando mastigadas, produzem leve tremor nos lábios e, talvez por isso, muitos o apontem como afrodisíaco. Antes de ser acrescentado nos diversos pratos em que é usado, o jambu deve ser ligeiramente aferventado em água com pouco sal.

O tacacá não pode faltar nos fins de tarde da população da Amazônia, e é tão significante, que os compositores da região incluem nos versos de suas canções, esse precioso alimento que já é cultural na vida do povo da região amazônica do Brasil.

 

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Fundação

A Seafro, que trata das políticas para afrodescendentes amapaenses, pode se transformar em uma Fundação.
O projeto já é de conhecimento do governador Waldez Góes, que deve encaminhar para a Assembleia Legislativa, ainda nesse primeiro semestre. Aluízio de Carvalho acredita que a AL não terá objeção para aprovação.

 

União

Seria importante para o resgate, fortalecimento e união do Movimento Negro do Amapá, se os coordenadores que estão a frente dos trabalhos do Centro de Cultura Negra e União dos Negros do Amapá, convidassem os representantes das comunidades para somar nesse novo propósito. #Semvaidade.

 

Perda

Professo, pesquisador, escritor e julgador do quesito Enredo, desde 2010, dos desfiles do Rio de Janeiro, Pérsio Gomyde Brasil, faleceu na quinta (14), vítima de complicações cardíacas.
Pérsio é autor do livro ‘Da Candelária à Apoteose – principal referência sobre os desfiles desde 1970’. #Luto.

 

Respiro

De 15 a 31 de janeiro, a partir das 20h, o Itaú Cultural exibe em seu site www.itaucultural.org.br a programação de encerramento do ‘Festival Arte Como Respiro’.
São 51 projetos contemplados dentro da série de editais de emergência realizados pela instituição, para apoiar artistas impactados pela suspensão social no contexto da pandemia da Covid-19. #ConfereLá.

 

‘Retalho’

Projeto Retalho lança o single ‘Noites Branca’, disponível nas plataformas digitais. O compositor Eduardo Camargo, autor da obra, diz que a música marca um novo momento do disco.

 

‘Lárica’

Título de uma nova música que o poeta Joãozinho compôs, para a cantora tucuju, Patrícia Bastos, em parceria com o compositor Cristovão Bastos.

 

‘Grito de Liberdade’

Música da cantora e compositora amapaense Rose Show, ‘Grito de Liberdade’. Uma canção no ritmo do marabaixo para valorizar a força, luta e conquista da mulher tucuju.
“Eu quero mudar, Amapá/Eu quero voar, Brasil/Eu sou mulher pra enfrentar, borboletas a mil…”.


Poetas da Música Amapaense


A Música Popular Amazônica existe há décadas, sendo que é uma realidade nos estados da Região Norte do Brasil. Aqui no Amapá é grandemente consumida, está na mídia e nas rádios, sendo os cantores e compositores amapaenses dessa vertente musical, ainda desconhecida para grande parte do Brasil, bastante conhecidos.

Reunimos nesta coletânea vários compositores da Música Popular Amapaense, conhecida como MPA, a fim de que a sua poesia ficasse registrada em livro, pois são poetas da música, o que bem mostra esta antologia. A qualidade de seus versos não poderia ficar esparsa por aí, merecia um lugar só para ser apreciada.

São quinze compositores e seus estilos, cuja grande marca é uma poesia que fala das coisas da Amazônia e, quando não o faz, revela uma face que bem poderia ser confundida com a MPB, não fosse o som que emana dela cheia de tambores, batuque e marabaixo.

Tais poesias se fazem presentes em festivais desde a década de setenta, para depois ganharem LP’s e CD’s na década de oitenta e noventa em diante, até chegarem as atuais plataformas digitais, é claro, musicadas.

É nítido o trabalho de resistência desses compositores às letras meramente midiáticas, sem compromisso com a qualidade literária. Foi essa a visão que levou os organizadores da antologia a fazer essa seleção dos poetas da música amapaense. É um registro não só literário, mas também histórico.

Foi olhando para o futuro que fizemos essa coletânea, para não sermos esquecidos pelas gerações que vierem. Deixamos aqui um pequeno acervo para a posteridade, ou mesmo para o agora.

Anunciamos com muito prazer esses contemporâneos nortistas do Brasil, cantores-poetas de um movimento amazônico que numa espécie de cabanagem lutam pela identidade cultural desse povo.

Suas canções, suas letras em poesia esclarecem um tempo e uma realidade verde e musical nesta região que caminha para o futuro, a qual poderá servir para pesquisa e deleite dos leitores. Eis os poetas da música do Amapá com seus versos que falam por si. Agradecimento ao grande artista da arte digital, Ronaldo Picanço, por ceder a imagem de capa, que tem tudo a ver com a antologia.

E-book (livro digital). Amazon (amazon.com.br). https://www.amazon.com.br. (Mauro Guilherme).

 

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Interdição

Ministério Público do Rio de Janeiro interditou a Cidade do Samba, até que as instalações elétricas sejam reestruturadas para minimizar os riscos de incêndio.

 

‘A Vida’

Título do novo álbum do cantor e compositor brasileiro, Celso Viáfora.
Em breve teremos o privilégio de degustar desse belo projeto musical.
#Aguardando.

 

Novidades

Escritora do quilombo do Curiaú, Esmeraldina dos Santos liga pra avisar que tem novidades e em breve vai lançar.
O assunto está ligado a literatura.
#NaCuíra.

 

Tendência

Muitos artistas cantores estão gravando clássicos da MPB, no ritmo do samba, e está ficando um primor.
É a valorização da música brasileira em diversos estilos.
#Tendência.

 

Mestrado

Projeto Itaú Cultural abre inscrições para o Mestrad gratuito em Economia e Política da Cultura e Indústrias Criativas.
O prazo inicia nesta sexta (15) e encerra no dia 25 de janeiro.
As inscrições devem ser feitas pela plataforma da Escola Itaú Cultural: https://escolaitaucultural.sa.crossknowledge.com/.

 

‘Carimbó pop’

É assim que a cantora Lia Sophia conceitua sua nova música, ‘Ela Chegou Pra Ficar’.
Disponível em todas as plataformas digitais.
“É um carimbó pop, bem eletrônico, que conta a história de alguém que está ansioso pra receber o seu amor que está chegando pra ficar”, disse a artista.

 

‘Todas as Luas’

Nome de um dos discos (CD) do cantor e compositor amapaense Nivito Guedes, está sendo uma ótima pedida para você ouvir em casa.
Boa pedida.


Religiões afro-brasileiras e o sincretismo


mediante o processo de colonização no Brasil, a Igreja Católica se colocava em um delicado dilema ao representar a religião oficial do espaço colonial. Em algumas situações, os clérigos tentavam reprimir as manifestações religiosas dos escravos e lhes impor o paradigma cristão. Em outras situações, preferiam fazer vista grossa aos cantos, batuques, danças e rezas ocorridas nas senzalas. Diversas vezes, os negros organizavam propositalmente suas manifestações em dias-santos ou durante outras festividades católicas.

Ao manterem suas tradições religiosas, muitas nações africanas alimentavam as antigas rivalidades contra outros grupos de negros atingidos pela escravidão. Aparentemente, a participação dos negros nas manifestações de origem católica poderia representar a conversão religiosa dessas populações e a perda de sua identidade. Contudo, muitos escravos, mesmo se reconhecendo como cristãos, não abandonaram a fé nos orixás, voduns e inquices oriundos de sua terra natal. Ao longo do tempo, a coexistência das crendices abriu campo para que novas experiências religiosas – dotadas de elementos africanos, cristãos e indígenas – fossem estruturadas no Brasil.

É a partir dessa situação que podemos compreender porque vários santos católicos equivalem a determinadas divindades de origem africana. Além disso, podemos compreender como vários dos deuses africanos percorrem religiões distintas. Na atualidade, não é muito difícil conhecer alguém que professe uma determinada religião, mas que se simpatize ou também frequente outras.

Dessa forma, observamos que o desenvolvimento da cultura religiosa brasileira foi evidentemente marcado por uma série de negociações, trocas e incorporações. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que podemos ver a presença de equivalências e proximidades entre os cultos africanos e as outras religiões estabelecidas no Brasil, também temos uma série de particularidades que definem várias diferenças. Por fim, o sincretismo religioso acabou articulando uma experiência cultural própria. (Texto: Rainer Sousa).

 

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‘Flor Morena’

Cantora e compositora carioca, Aline Calixto divulga mais uma música do DVD dos seus 10 anos de carreira, que sai em novembro.
A música ‘Flor Morena’ foi um presente de Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho para a cantora.
Confira nas redes sociais da artista e plataformas digitais.

 

Internacional

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
Uma bela interpretação.
Veja no canal da artista, no YouTube.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga em parceria com Gonzaga Blantez.
Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos.
Parabéns!

 

‘Ao Por do Sol’

O jovem cantor, compositor e músico amapaense, Skipp is Dead, gravou o clássico do brega paraense, ‘Ao Por do Sol’, de Teddy Max.
Ficou top a versão jovial da canção.

 

Tambor

Cantor e compositor amapaense, Zé Miguel nos deu de presente mais uma bela obra musical, ‘Tam Tam do Tambor’.
“O Tam Tam do Tambor que não se cala, é testemunho vivo da história…”.

 

‘Filho da Aldeia’

Título da música que o compositor e músico Dossel (Roberto Barrucho) lançou.
Já disponível nas plataformas digitais.

 

‘Tempos Remotos’

Título da primeira parceria musical do poeta Joãozinho Gomes com o músico e cantor Thiago K.
A música está disponível em todas as plataformas digitais.


Museu Sacaca: cultura do povo da floresta


O Museu Sacaca é um lugar encantador, pela temática que oferece, a quem visita aquele lugar. É como se você estivesse morando no meio da floresta, na beira do lago, dos rios e convivendo com o povo ribeirinho que habita àquele lugar e navega num regatão, conhecendo a cultura Waiãpi. Uma verdadeira viagem pela Amazônia e seus costumes, sem sair de Macapá.

É oficialmente, o Centro de Pesquisas Musicológicas do Amapá, uma instituição cultural e científica localizada na cidade de Macapá (AP), subordinado ao Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), órgão público responsável por fomentar e divulgar a produção científica e tecnológica local. Está sediado em uma extensa área de aproximadamente 12 mil metros quadrados, no bairro do Trem.

O Museu foi Inaugurado em 1997, com o objetivo de promover ações museológicas de pesquisa, preservação e comunicação, abrangendo o saber científico e o saber popular dos povos amazônicos, além de divulgar as pesquisas realizadas pelo Iepa, por meio de exposições e atividades didáticas. Tem como destaque maior o circuito expositivo a céu aberto, construído com a participação das comunidades indígenas, ribeirinhas, extrativistas e produtoras de farinha do estado.

Desde 1999 o museu recebeu o nome de “Museu Sacaca de Desenvolvimento Sustentável, em homenagem a Raimundo dos Santos Souza (1926-1999), o mestre “Sacaca”, curandeiro local de grande importância para a difusão da medicina natural junto à população amapaense. Em 2002, após a criação de um novo estatuto, o museu foi reinaugurado com o nome atual: Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca’.

 

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Improir

A jovem advogada Maria Carolina Monteiro, é a nova diretora presidente do Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
Carolina fazia parte da Comissão da Igualdade Racial da OAB/AP. Parabéns e boa sorte.

 

‘Do Canto’

Título do novo disco da cantora e compositora Sandra Duailibe, gravado somente com músicas de compositores paraenses. O projeto marca os 15 anos da artista.

 

‘Ver o Mar’

Poeta Bruno Muniz lança mais uma obra literária para nos abastecer com luz e poesia.
O livro se chama ‘Depois Vá Ver o Mar – Cartas Pra Lembrar se Nada Acontecer’. Parabéns e obrigado pelo presente.

 

Destaque

Já com 25 anos de carreira, o cantor Albe Matos, nascido em Almerim (PA) tem uma voz privilegiada que interpreta o fino da boa música popular brasileira. O artista reside em Santana, no Amapá, há mais de duas décadas.

 

‘Choro Antigo’

Título da obra musical de Eudes Fraga em parceria com Gonzaga Blantez, gravada por Eudes. Mais uma bela canção para acalantar nossos ouvidos Parabéns.

 

Literatura

Poeta escritor, Ivaldo Souza tem vários livros lançados é a cada dia vem se destacando com belas obras que retratam as belezas da natureza. Parabéns.

 

‘Festejo’

Título de uma bela música composta por Rambolde Campos e Joel Elias, no ritmo do marabaixo, a cultura mãe do Amapá.
“Corre menina, chama o Munjuca, hoje é dia do senhor. É tanto devoto levando a bandeira que a Trindade abençoou…”.


Iphan restaura prédio do Solar da Beira


Com investimento de R$ 2,5 milhões, as obras de restauração do prédio do Solar da Beira, complexo do Ver-o-Peso, em Belém (PA), foram concluídas no mês de novembro. O prédio abre as portas à população com uma exposição que reúne parte de objetos encontrados durante as escavações para a construção da cisterna e da estação de tratamento de esgoto da obra.

O prédio é tombado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada ao Ministério do Turismo e à Secretaria Especial da Cultura. O Solar da Beira também é tombado pela prefeitura de Belém.

Dentre os vestígios descobertos durante a reforma, estão fragmentos de louças, porcelanas, garrafas de vidro e de barro, talheres, latas, moedas e outros objetos metálicos, como ferraduras e rodas. Objetos que remontam ao século XX e ficarão sob a responsabilidade do Iphan por integrar o patrimônio arqueológico brasileiro.

O Solar da Beira, de propriedade da Prefeitura Municipal de Belém, foi construído no início do século XX. É um Conjunto Arquitetônico e Paisagístico, tombado pelo lphan em 1977. No início do século XX serviu à Recebedoria de Rendas. Já nos anos 1980, abrigou restaurante e, na década de 2000, lojas de artesanato. Após a revitalização, o prédio tornou-se um espaço de exposições, contando com banheiros públicos destinados aos usuários e trabalhadores da feira do Ver-o-Peso.

A revitalização do Solar da Beira é uma parceria entre o Iphan e a Prefeitura de Belém, que executou a reforma. O valor investido pela União, por meio do Iphan, foi de R$ 2,5 milhões. (Adriana Araújo – Comunicação Iphan).

 

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‘Vitória do Jarí’

Título da música do cantor e compositor paraense Jerry Santos, que morou naquela cidade durante 26 anos e gravou um disco em homenagem ao lugar.
“O teu povo, tua história estão presentes na memória. Vitória da floresta, do rio Jarí e da castanha. Vitória pulsa, Vitória canta, Vitória pro Amapá és grande herança…”.

 

Poeta

Jovem poeta amapaense Neto Romano, com belos textos deixa seu talento registrados em suas inúmeras poesias (Escritores AP – YouTube).
“Quero beijar o canto da sua boca e tocá-la com as pontas dos meus dedos/Silenciosamente para quê o mundo aplauda nossa forma de amor sem culpa…”.

 

Valorização

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Uma bela interpretação. Veja em seu canal no YouTube.

 

Dicionário

O livro ‘O Dicionário do Menino Andersen’ recebeu o Selo Altamente Recomendável 2020, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Reconhecimento pelo trabalho e compromisso na formação de novos leitores.
A instituição escolhe todos os anos o melhor da produção editorial brasileira para crianças e jovens, na categoria Literatura em Língua Portuguesa. (www.sesispeditora.com.br).

 

‘Mordaça’

Cantora e compositora, Samantha Mainine lançou seu novo single ‘Mordaça’, já nas plataformas digitais da artista e vídeo clipe, no YouTube.
A canção traz um lado mais denso da artista, uma letra que aborda as diversas amarras sociais e afetivas que uma pessoa carrega no seu íntimo. #ConfereLá.

 

‘Gatos Pingados’

Título do livro de minicontos da escritora Lulih Rojanski, com ilustração do artista plástico Afrane Távora.
Tem na Banca do Dorimar (esquina da Cândido Mendes com Presidente Vargas) – Centro. #CorreLá.

 

‘Minas Armadas’

Título da nova obra musical da cantora amapaense, Brenda Zeni, já tocando nas redes sociais da artista. Com pitadas do pop rock, bem seu estilo. Confere lá no Spotify.